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terça-feira, 25 de novembro de 2014

Info: Pesquisa mostra que acesso à Internet deve ser um direito humano

Pesquisa mostra que acesso à Internet deve ser um direito humano

O acesso à Internet deveria ser um direito humano, pois representa uma esperança para a liberdade política e a prosperidade econômica para muita gente no mundo, segundo pesquisa feita em 24 países, divulgada nesta segunda-feira (24) no Canadá.

Mais de 80% dos 23.376 entrevistados indicaram que o acesso à Internet é chave para seu futuro econômico e subsistência, e importante para a liberdade de discurso e expressão política, razão pela qual deveria ser um direito humano. Os usuários de África e Oriente Médio são os mais inclinados a apoiar esta tese em um mundo onde um terço da população - ou 2,3 bilhões de pessoas - estão conectadas à Internet.

A consulta, realizada pelo Instituto Ipsos para o CIGI (Centre for International Governance Innovation), foi revelada no início de uma reunião de dois dias, em Ottawa, sobre a governança na Internet. Segundo a Comissão Mundial sobre a Governança na Internet, anfitriã da conferência de Ottawa, o mundo está em uma encruzilhada com a disputa pelo poder e a influência em todos os aspectos na internet.

Mas, segundo o estudo, a maioria das pessoas não quer que nenhuma nação ou organização controle a rede mundial de computadores, embora esteja dividida sobre quem deveria se encarregar de regulamentar o acesso e o uso da Internet.

Uma combinação de especialistas, engenheiros e grupos não governamentais, entre outros, foram escolhidos por 57% como encarregados desta tarefa, enquanto 50% consideraram que as Nações Unidas fariam um bom trabalho e outros 36% defenderam que os Estados Unidos assumam a liderança neste tema.

A pesquisa também determinou que 64% dos usuários da Internet em nível global estão cada vez mais preocupados com sua privacidade online e temem ataques de hackers às suas contas bancárias ou dados privados, como fotos e mensagens, assim como o controle dos governos e a espionagem.

Os americanos e os europeus são os menos preocupados de que sua informação pessoal seja corrompida (35% e 36%, respectivamente), mas também são os que menos compartilham este tipo de dados.

A pesquisa foi realizada entre 7 de outubro e 12 de novembro em Brasil, Austrália, Canadá, China, Egito, França, Alemanha, Reino Unido, Hong Kong, Índia, Indonésia, Itália, Japão, Quênia, México, Nigéria, Paquistão, Polônia, África do Sul, Coreia do Sul, Suíça, Tunísia, Turquia e Estados Unidos.

O CIGI, presidido pelo ex-político e diplomata suíço, Carl Bildt, prevê apresentar suas recomendações políticas para o futuro da governança na internet em 2016.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Portal do Servidor Público da Bahia:Projeto RH-Bahia tira dúvidas de gestores de Recursos Humanos


Superar um sistema antigo de gestão de pessoas e contribuir para a implantação de tecnologias que possibilitem uma administração mais ágil e eficiente. Esta é a expectativa de Edmundo de Oliveira, empregado da área de recursos humanos da Companhia de Engenharia Ambiental e Recursos Hídricos da Bahia (Cerb) que esteve presente nesta terça-feira (16) no talk show promovido pelo Projeto RH Bahia. O objetivo do evento, que ocorreu na Flem, foi esclarecer dúvidas e dar mais transparência acerca da implantação da tecnologia SAP no Estado, iniciativa da Secretaria da Administração (Saeb), em conjunto com a Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia (Prodeb).

“Tem que materializar essa mudança. O Estado precisa de um sistema de gestão de RH que integre vários tipos de informação, como plano de cargos e salários, licença médica, benefícios, entre outros. Com o SAP daremos este salto”, pontuou Oliveira, para quem este é um processo irreversível.

Além do representante da Cerb, empregados dos setores de RH de mais nove empresas públicas do Estado também compareceram ao talk show: Bahia Pesca, Bahiatursa, CAR, CBPM, CTB, Ebal, EBDA, Prodeb e Conder. Estas 10 empresas serão as primeiras contempladas com a tecnologia SAP, que farão parte da primeira fase de implantação do projeto.

A Bahia foi o primeiro estado da Federação a adquirir, via licitação, a tecnologia SAP, hoje responsável por 60% das transações no mundo.

Conforme Wendy Katayose, gestora de Mudança do Projeto RH BAHIA, a aposta de um tira dúvidas num formato de talk show foi proporcionar um ambiente mais participativo e dinâmico para esclarecer questões e dúvidas comuns aos órgãos. E não só. “Também buscamos a integração e participação desses profissionais no sentido de serem agentes multiplicadores na execução do Projeto RH Bahia”, completou Katayose.

O evento foi desmembrado em duas partes. Na primeira, Katayose e Patrícia Quadros, líder do Projeto RH Bahia, fizeram perguntas ao superintendente de Recursos Humanos da Saeb, Adriano Tambone, ao servidor e especialista em RH, Augusto Dourado, e a Wilson Freitas, gestor do negócio do projeto. Na segunda, alguns representantes das empresas convidadas foram chamados a se pronunciar sobre a expectativa em relação a esta ação.

Perguntado sobre a necessidade de substituir o atual sistema de gestão de RH, Tambone pontuou que a máquina pública estadual conta hoje com tecnologias neste setor que não mais respondem às demandas. “A legislação evoluiu e as tecnologias que dispomos têm manutenção complexa, além de não contar com elementos de simulação, entre outros requisitos”, justificou Tambone.

Já Dourado entende que a implantação do SAP vai beneficiar, sobretudo, o servidor. “Em qualquer lugar que ele esteja poderá buscar informações sobre processos, férias e muitos outros itens”, afirmou o especialista.

Segundo Wilson Freitas, a previsão é de que em outubro de 2015 já se esteja trabalhando com a tecnologia SAP, embora o prazo total de execução do projeto seja de cinco anos. Neste sentido, Freitas chamou atenção da necessidade de ampla participação dos setores de recursos humanos de todos os órgãos e empresas públicas do Estado.

“Tudo que é novo, moderno, a gente pressupõe que será melhor. O que estamos buscando é mais segurança com estes novos instrumentos de gestão. Temos que nos livrar de papéis”, disse Nazaré Lacerda, responsável pelo setor de RH da Bahiatursa. Ela acredita que a nova tecnologia proporcionará, no âmbito da máquina pública, procedimentos avançados e capazes de responder às demandas dos setores de RH.

SAP - Racionalização e otimização dos gastos com o funcionalismo e mais transparência para a sociedade. Este é o objetivo do Governo da Bahia, ao iniciar, mediante a Secretaria da Administração (Saeb), o Projeto RH Bahia. Num prazo de cinco anos serão implantados novos sistemas de gestão de pessoas, através do software Human Capital Management (HCM), em 68 empresas e órgãos públicos do Estado.
A medida dará mais agilidade a processos como folha de pagamento, benefícios, interação bancária, rotinas trabalhistas, saúde e segurança para os 273 mil servidores públicos, incluindo ativos, aposentados e pensionistas.

“Gestamos despesas de pessoal na ordem de R$ 15 bilhões por ano, mais de R$ 1 bilhão por mês. Até o momento, fazemos este trabalho com diversos sistemas de informação desenvolvidos internamente, mas que não se comunicam entre si. Com o novo software e os novos sistemas, unificaremos os processos e empreenderemos mais agilidade a todas as áreas de atuação da política de recursos humanos do Estado, incrementando ainda mais as ações de qualificação do gasto público”, explica o secretário da Administração Edelvino Góes.

Adriano Tambone acrescenta que esta ação possibilitará a diminuição de erros de recebimento de pagamentos, mais segurança e confiabilidade, resultando em menos risco de fraudes para o Estado. Segundo ele, o software também facilitará o acompanhamento de forma mais sistemática da vida funcional do servidor, a exemplo de admissões, movimentações, promoções (carreiras), desenvolvimento, capacitação e processos de aposentadoria.

terça-feira, 20 de maio de 2014

COMPUTERWORLD:Tecnologia de empresa brasileira ajuda a recrutar profissionais de TI


Solução da Adaptworks identifica candidatos de acordo com o perfil da vaga, mesmo que eles não estejam procurando uma nova oportunidade.
A Adaptworks – empresa brasileira pertencente ao Grupo Emphasys, que atua com treinamentos para a área de Tecnologia da Informação, acaba de lançar o Compleo Talent, serviço voltado à recomendação de candidatos de T, para todos os portes de empresa. Um dos diferenciais do sistemas de seleção é sua capacidade de buscar candidatos que não estão à procura de um novo emprego.

“O Compleo Talent possibilita abranger um público inusitado que não é explorado pelas ferramentas que existem atualmente. Ele faz o que chamamos de recrutamento ativo, ou seja, uma listagem de profissionais (de acordo com score ou ranking) que nem chegaram a colocar seus currículos no mercado”, explica Roberto Baptista, Chief Learning Officer, da Adaptworks. Segundo ele, muitas vezes esses profissionais têm exatamente o perfil que as empresas estão buscando, mas não podem ser encontrados, pois não estão com seus currículos à disposição.

O serviço foi idealizado com base no modelo já aplicado com sucesso nos EUA - o Workforce Science, que utiliza a tecnologia de análise de Big Data para aprimorar os processos de recursos humanos e correlacionar dados de um candidato com base em diversas fontes – redes sociais, testes online, informações armazenadas na web ou no computador do trabalho, por exemplo. “Essa análise ajuda a entender como a pessoa se comunica, que tipo de desafio prefere e quais empresas têm mais o seu perfil”.

Fruto de seis meses de desenvolvimento, a ferramenta utiliza a mesma premissa do modelo americano para identificar potenciais candidatos a determinados perfis de vagas. Segundo o executivo da Adaptworks o sistema se propõe a fazer, de forma automática, o trabalho que grande parcela das empresas de recrutamento já fazem de forma manual. “Consultores de RH já utilizam redes sociais virtuais, fóruns e grupos de discussão na web para ajudar na seleção de profissionais. A diferença é que o Compleo Talent faz isso de forma automatizada, e muito mais rápida”.

Por conta disso, ele acredita que, além das pequenas, médias e grandes empresas, também startups podem utilizar a solução para contratações pontuais ou eventuais. “Nossa expectativa é ter cerca de 300 assinaturas do novo serviço até o final deste ano”, revela.

De acordo com Baptista, a eficiência do processo de seleção de uma empresa influencia diretamente em sua competitividade no mercado. Ele cita exemplos dos custos diários que envolvem uma oportunidade de trabalho aberta, cada entrevista realizada por um analista de recrutamento e seleção, e a contratação de um profissional com habilidades sociais ou técnicas inadequadas.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

ComputerWold: Novo ERP para Recursos Humanos mira pequenos negócios

  
Lançado pela Dataplace, pacote Symphony chega ao mercado com licenças a partir de R$ 1,5 mil. Solução inclui recursos de gestão para obrigatoriedades fiscais, trabalhistas e previdenciárias exigidas pelo eSocial.

A Dataplace, desenvolvedora nacional de soluções de gestão empresarial (ERP), lançou a solução de Recursos Humanos, SymphonyRH, voltada para micro, pequenas e médias empresas (PMEs). Produto chega ao mercado com preço da licença a partir de R$ 1,5 mil. 

O SymphonyRH contempla os pré-requisitos do eSocial - Sistema de Escrituração Fiscal Digital das Obrigações Fiscais Previdenciárias e Trabalhistas, que faz parte do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), criado pelo governo federal em 2007 e organiza sistematicamente as diferentes rotinas do setor de RH.

“O novo sistema de Recursos Humanos é uma poderosa ferramenta de gestão de RH porque automatiza as rotinas de trabalho deste setor à medida que organiza as informações de forma segura e sem retrabalho para os usuários”, afirma Luis André B. Garavaso, CEO da Dataplace.

Com recursos avançados de BI, o SymphonyRH permite ao usuário usar a ferramenta de forma interativa e personalizada. Por meio da função “Gerador de Relatório Personalizado”, por exemplo, o usuário pode construir sua própria recuperação de informação utilizando os critérios que melhor se adaptam ao seu negócio.