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segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Info: Startup transforma veículos em roteadores Wi-Fi pelas cidades

Startup transforma veículos em roteadores Wi-Fi pelas cidades

Adeline Daniele


A cidade de Porto, em Portugal, inaugurou um novo recurso que permitirá o acesso à internet por milhares de cidadãos ao transformar mais de 600 ônibus e táxis em roteadores Wi-Fi.

Além de transformar os meios de transporte em pontos de acesso à internet, a tecnologia ajudará a prefeitura a coletar dados para ajudar no planejamento urbano da cidade.

Por meio de sensores instalados nos veículos, será possível detectar os pontos que precisam de reparos nas estradas, já que o aparelho registra e transmite qualquer colisão que possa acontecer devido a buracos e outros problemas.

Sensores instalados pelas lixeiras da cidade também poderão dizer se elas estão cheias para que a prefeitura faça a coleta do material, mantendo a cidade sempre limpa.

Criada por uma startup chamada Veniam, originada na Universidade do Porto, a tecnologia serve cerca de 70 mil pessoas por mês e já atraiu entre 50 a 80% de tráfego de usuários que antes tinham que usar os dados móveis para navegar na web.

A empresa recebeu 4,2 milhões de dólares por meio do financiamento de capital de risco e já estabeleceu sua sede em Montain View, na California. Ao site Mashable, o fundador da Veniam e professor associado da Universidade do Porto, João Barros, afirma que pretende expandir o serviço para mais cidades.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Info: Uber se defende de acusações de invasão de privacidade

Uber se defende de acusações de invasão de privacidade

Karen Carneti

O Uber, serviço americano de transportes em que qualquer pessoa pode se cadastrar e se tornar um “motorista”, está sendo acusado de invasão de privacidade. As informações são do The New York Times.

De acordo com o site, um funcionário do Uber chamado Josh Mohrer verificou os dados de viagem de um repórter do BuzzFeed que iria se encontrar com ele. O Uber, no entanto, não confirmou o caso, mas deu a entender que não irá demitir Mohrer. “Eu acredito que as pessoas que cometem erros podem aprender com eles - inclusive eu”, disse Travis Kalanick, executivo-chefe do Uber, em um tuíte em novembro.

Ainda segundo o NYT, um pouco antes de a notícia das supostas invasões de privacidade de Mohrer, o senador Al Franken, democrata de Minnesota, enviou uma lista de perguntas para o Uber pedindo que a empresa a explique em detalhes muitas de suas práticas de privacidade e coleta de dados.

A notícia do pedido do senador veio um pouco antes da divulgação do relatório de uma pesquisa de segurança, que afirma que o aplicativo para Android do Uber solicita mais informações sobre seus usuários do que o necessário.

O Uber, no entanto, disse que suas práticas eram padrão para seus serviços. "O acesso às permissões, incluindo redes Wi-Fi e câmera, está incluído de modo que os usuários possam experimentar todas as funcionalidades do app Uber", disse um porta-voz da empresa em comunicado. "Isso não é exclusivo do Uber, e baixar o app, é, naturalmente, opcional”, afirmou.

Info: Sony Pictures acusará Coreia do Norte de envolvimento em invasão

Sony Pictures acusará Coreia do Norte de envolvimento em invasão  
Gustavo Gusmão
QG da Sony Pictures Entertainment, em Culver City, na Califórnia: a empresa atua como o braço de produção e distribuição de filmes da gigante japonesa

Os responsáveis pelo ataque que derrubou os sistemas da Sony Pictures na semana passada ainda não foram descobertos. Mas após dias de especulação, as suspeitas mais fortes caíram sobre a Coreia do Norte – e segundo um novo relato do Re/code, o país será, ainda nesta quarta-feira, oficialmente acusado pela companhia japonesa de ter envolvimento no caso.

A informação veio de fontes próximas à investigação, cujos esforços são liderados pela empresa de segurança Mandiant. Procurado pela rede inglesa BBC, um porta-voz norte-coreano não negou que os ataques se originaram no país. Aliado ao fato de que a Sony virou “inimiga nacional” devido a uma comédia envolvendo Kim Jong-Un e a outras evidências já reunidas, a constatação fez com que as suspeitas aumentassem ainda mais.

O ataque aos servidores da Sony Pictures não serviu apenas para que os invasores roubassem e depois publicassem na internet cinco filmes não lançados. Segundo fontes ouvidas pelo especialista Brian Krebs, além dos muitos terabytes dos longas-metragens, pelo menos 25 GB de arquivos ainda foram obtidos pelos criminosos.

A quantidade, porém, pode ser ainda maior, como aponta o Buzzfeed, que chegou a vasculhar cerca de 40 GB de documentos. E os arquivos incluem números de serviço social, checagens de registros criminais, informações médicas e planilhas com os salários de milhares de funcionários da empresa.

“Diversos arquivos distribuídos por meio de redes torrent e vistos por mim incluem uma lista mundial de funcionários da Sony”, escreveu Krebs em um texto postado em seu blog. Mais precisamente, o arquivo de Excel traz “nomes, locais de trabalho, ID dos empregados, login de rede, salário base e data de nascimento de mais de 6 800 indivíduos”, segundo o relato.

Fora o vazamento de informações, os computadores e servidores da Sony Pictures aparentemente foram afetados por uma espécie de malware capaz de apagar todos os dados de um HD. Justamente por isso, funcionários estariam impedidos de ligar as máquinas no trabalho ou mesmo conectar dispositivos móveis a redes Wi-Fi.

O FBI chegou a emitir um alerta nesta semana sobre a proliferação de uma ameaça do tipo. Segundo Krebs, o texto não chega a relacionar o vírus diretamente ao caso do estúdio, mas nota que o código dos arquivos maliciosos curiosamente está escrito em coreano.

De acordo com uma reportagem desta quarta-feira publicada no site Fusion, a situação na Sony Pictures ainda não fora normalizada. Funcionários começaram a voltar à rotina normal – ou ao menos a tentar – apenas na segunda-feira, quando se enfileiraram em frente à empresa para conseguir novas credenciais de acesso. A recomendação, no entanto, ainda era para que não fizessem logins nos PCs da empresa. Em vez disso, o ideal era que usassem computadores e e-mails pessoais para se comunicar. Em alguns casos, a solução envolvia até recorrer a dupla papel e caneta.


quinta-feira, 20 de novembro de 2014

IdgNow: Saiba quais os perigos do acesso Wi-Fi grátis no Brasil

Felipe Dreher
 
 
Estabelecimentos precisam tomar cuidado ao prover internet aos clientes, pois estão sujeitos a responder juridicamente por infrações praticadas em sua rede

A cena se torna cada vez mais corriqueira: a pessoa entra em uma loja/bar/café no Brasil e conecta-se a rede sem fio do estabelecimento. Caso seja você o cidadão que acessa o Wi-Fi, saiba que pode ter dores de cabeças sérias. Agora, caso você seja o dono do estabelecimento que oferece conectividade grátis aos seus “clientes”, seus problemas podem ser até maiores.

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomercio) vem alertando o mercado para o fato de que os estabelecimentos precisam tomar algumas medidas ao prover internet grátis aos clientes, pois estão sujeitos a responder juridicamente por infrações praticadas por terceiros em sua rede.

Rony Vainzof, vice-presidente do conselho de TI da entidade e advogado especialista em direito digital, cita que há perigo de responsabilização civil indireta por negligência, caso a empresa que forneça conexão à internet não registrar a identificação do infrator, caso solicitado pela Justiça.

Pelas normas estabelecidas pelo Marco Civil da Internet, os provedores de aplicação precisam guardar registros de usuários por seis meses. Com isso, quando indagados pelas autoridades, possivelmente acharão o IP (protocolo de internet) de quem cometeu um delito na rede. Caso o crime tenha sido cometido em um estabelecimento, pena pode recair sobre quem disponibilizou a conexão.

O especialista cita pelo menos três formas de mitigar os riscos: fazer autenticação do usuário (com dados cadastrais que indiquem quem e quando acessou a rede); definir termos de uso (estabelecendo regras que exime o estabelecimento de responsabilidades); e bloquear a sites de conteúdo mais perigo (como os que contenham conteúdo de pornografia, por exemplo). “Não é para não disponibilizar Wi-Fi grátis. Mas é preciso ter cautela”, reforça Vainzof.

O perigo de segurança
Quem acessa redes abertas também assume riscos. Algumas conexões desse tipo podem esconder vulnerabilidades e ameaças que roubam informações de dispositivos. Recentemente, uma quadrilha de espionagem (batizada de Darkhotel) que roubava dados sensíveis de executivos de alto escalão em viagens para fora de seus países de origem através de conexão em redes sem fio de hotéis de luxo.

Os alvos mais frequentes foram CEOs, vice-presidentes, diretores de marketing e vendas e líderes de times de pesquisa e desenvolvimento que viajaram para Estados Unidos e Ásia.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

IdgNow: Amazon Appstore faz a festa e distribui apps e Wi-Fi grátis em SP

Amazon Appstore faz a festa e distribui apps e Wi-Fi grátis em SP

Válida até 22/11, promoção acontece por conta do primeiro ano da loja no Brasil. No total, serão 16 aplicativos e games de graça. 
A Amazon anunciou nesta semana uma promoção para comemorar o primeiro ano no Brasil da sua loja de aplicativos Android chamada Amazon Appstore, presente no Brasil desde o fim de 2013 com mais de 250 mil aplicativos.

A empresa vai oferecer sem custo um total de 16 games e apps pagos para Android, que valem mais de 200 reais. A lista de aplicativos (link aqui) inclui os jogo Angry Birds (ad-free) e Runtastic Pro, o dicionário Português-Inglês da Michaelis, o app de receitas Jamie Oliver’s 20-minute Meals e o pacote de produtividade OfficeSuite Pro 7, entre outros.

Wi-Fi grátis em SP
Além disso, a comemoração da Amazon inclui a oferta de Wi-Fi gratuito em 30 pontos de ônibus espalhados pela cidade de São Paulo, incluindo avenidas importantes como Faria Lima, Paulista e Berrini – a lista completa com todos os locais com Wi-Fi gratuito está em www.amazon.com.br/wifigratis

A iniciativa será válida até o próximo dia 22 de novembro.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

G1: A “nova Nokia” fez um tablet Android com o novo padrão USB reversível

A “nova Nokia” fez um tablet Android com o novo padrão USB reversível

Felipe Ventura
Aquela caixa preta misteriosa da Nokia não era uma set-top box: era a embalagem do novo N1, um tablet Android bem fino que custa só US$ 249.

O Nokia N1 possui um corpo monobloco de alumínio que envolve a tela IPS de 7,9 polegadas e 2048 x 1536 pixels. Ela conta com a tecnologia “Zero Air Gap”: não há ar entre o vidro e o display, melhorando a legibilidade e reduzindo o reflexo.
Por dentro, temos um processador Intel Atom quad-core 64-bit, 2 GB de RAM e 32 GB de armazenamento, mais bateria de 5.300 mAh. Ele é compatível com MIMO, que acelera a conexão Wi-Fi.

Há dois alto-falantes estéreo, e também duas câmeras: 8 megapixels na traseira, e 5 megapixels na frente. São apenas 6,9 mm de espessura e 318 g.
Ele é um dos primeiros dispositivos a adotar o novo padrão USB reversível chamado Type-C. O conector se encaixa “para cima” ou “para baixo”, e ainda chega a velocidades de até 1,25 GB/s, o dobro do USB 3.0 – mas apenas se inserido em um conector Type-C no seu computador.

O tablet roda Android 5.0 Lollipop com o Nokia Z Launcher, que a finlandesa lançou este ano: ele organiza seus apps, contatos e páginas da web em uma lista automática, ao ver o que você mais usa em cada momento do dia; e permite abrir apps específicos desenhando letras na tela. Você pode baixá-lo neste link.



Vale notar que este tablet foi desenvolvido pela Nokia, mas não será produzido por ela, já que suas fábricas foram compradas pela Microsoft: é a Foxconn que está encarregada de tudo. O release diz:


A parceira OEM é responsável pela execução completa de negócios, da engenharia e vendas ao atendimento ao cliente, incluindo os passivos e custos de garantia, propriedade intelectual, licenciamento de software e acordos contratuais com terceiros.

O Nokia N1 será lançado inicialmente na China, até o final do ano, e depois na Rússia, Europa e em outros lugares. Saiba mais sobre o tablet aqui

terça-feira, 28 de outubro de 2014

G1: Rede de Wi-Fi com nome ‘terrorista’ atrasa voo nos Estados Unidos

Passageiros ficaram horas a bordo durante investigação; voo foi remarcado.
Polícia diz que não houve crime; rede citava Al-Qaeda com grafia errada.

Rede 'Al-Quida Free Terror Nettwork' foi encontrada
por passageiro
Um passageiro a bordo de um avião no Aeroporto Internacional de Los Angeles encontrou uma rede de Wi-Fi com um nome inspirado em um grupo terrorista, mas as autoridades que retiveram os passageiros por horas para uma investigação dizem que nenhum crime foi cometido.

O passageiro, que estava em um voo da American Airlines, partindo de Los Angeles e com destino a Londres, alertou a tripulação na noite de domingo e o avião retornou ao portão de embarque.

Na segunda-feira (27), a emissora KABC-TV informou que a rede se chamava “Al-Quida Free Terror Nettwork” e que os passageiros foram mantidos a bordo por várias horas durante a investigação.

A polícia do aeroporto de Los Angeles disse na segunda que “nenhum crime foi cometido e nenhuma ação adicional será executada”. Autoridades federais que assumiram a investigação não deram declarações na manhã de segunda.

Um porta-voz da American Airlines informou que o voo foi remarcado para as 13 horas desta segunda-feira. 

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

IdgNow: Amazon anuncia dois novos modelos do seu dispositivo Kindle para ebooks


Kindle Voyage vai custar US$ 199 e é "o mais fino e mais avançado" até agora. Outro lançamento é o novo Kindle básico, por US$ 79

A Amazon está lançando hoje a sétima geração do seu leitor de ebooks Kindle, o Kindle Voyage, por US$ 199 (com Wi-Fi), e uma nova versão do seu modelo de entrada, o Kindle, por US$ 79. O novo Kindle básico ganhou um processador 20% mais rápido que a versão anterior, duas vezes mais espaço de armazenamento que o modelo anterior e agora possui interface touch.

Segundo a empresa, o Voyage é o "mais avançado e-reader do mercado". "Nossa missão com o Kindle é fazer o dispositivo desaparecer durante a leitura, deixando apenas você e o mundo do autor do livro", diz Jeff Bezos, fundador e CEO da Amazon. Bezos diz que o Voyage é um grande passo nessa direção, porque oferece "o design mais fino, e a tela com maior resolução e mais alto contraste já oferecidos".

Nova tela

O Kindle Voyage tem estrutura de magnésio e uma tela com vidro reforçado capaz de resistir a arranhões. Ele mede apenas 7,6 milímetros de espessura, pesando menos de 180 gramas. Ele utiliza a nova geração da tela Paperwhite, com resolução mais alta, mais contraste e mais brilho. A densidade de imagem é de 300 pixels por polegada (ppi).

Segundo a Amazon, um vidro normal poderia criar reflexos, por isso a tela de vidro do Kindle Voyage é recoberta com micro-gravações (micro-etched) que ajudam a absorver a luz e permitir ler ao sol sem reflexos. O padrão de micro-gravações adotado dá à tela a sensação da textura do papel.

A iluminação de tela do Kindle Voyage é 39% mais brilhante que as anteriores e tem um recurso automático de adaptação à luz ambiente que pode também ser customizado pelo usuário de acordo com seus padrões pessoais.

Virando a página

O novo Kindle Voyage também inclui o novo recurso PagePress para virar a página. Ele tem um sensor de pressão embutido na moldura. Para virar a página o leitor precisa apenas pressionar levemente a moldura do dispositivo. 

Ao virar a página o Kindle Voyage devolve um feedback tátil para o leitor, na forma de uma vibração sutil que não distrai a leitura mas dá o sentido do movimento da página. O usuário também pode personalizar a intensidade da pressão necessária para virar a página e o feedback tátil.

Com os lançamentos, a família Kindle passa agora a ter três membros: Kindle, Kindle Paperwhite e Kindle Voyage. O Kindle Paperwhite também ganhou o dobro do armazenamento e vai custar US$ 119 na versão Wi-Fi. O Kindle Voyage tem opção do 3G gratuito e nesse caso custa US$ 269. O Kindle Paperwhite com 3G gratuito custa US$ 189. Os equipamentos estão disponíveis no site Amazon.com

No Brasil, o site da Amazon.com.br ainda exibe apenas os modelos convencionais, vendendo o Kindle de entrada por R$ 299 e a versão Kindle Paperwhite por R$ 479.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Olhar Digital: Conheça o estádio americano com internet de 40Gb/s

Olhar Digital: Conheça o estádio americano com internet de 40Gb/s:


Se você é fã de futebol americano, vai gostar desta notícia. Se é fã de internet de qualidade, também. O time San Francisco 49ers, de São Francisco, na Califórnia, acaba de ganhar um novo estádio com internet de 40Gb/s e 1200 pontos de Wi-Fi.

Batizado de Levi's Stadium (devido à marca Levi's), o estádio suporta até 40Gb/s de tráfego, porém, nem tudo é dedicado ao Wi-Fi. Uma parte também é usada para o endereço IP e sistemas de segurança, cada um com seu próprio firewall para proteger os fãs.

De acordo com o Engadget, a cada 100 assentos existe um hotspot: são 600 pontos ao redor do campo e outros 600 nos entornos do estádio.

O Levi's Statium ainda conta com 400 milhas de cabo (643 quilômetros) e 48 salas de servidores conectadas a um data center. Outro destaque tecnológico do local é um aplicativo dedicado ao estádio com replays de jogadas, cobertura do jogo em tempo real e até mesmo delivery de comida no assento.

Se o fã sentar longe do campo e não quiser perder nenhum lance do jogo, pode acompanhar de perto por meio de uma das telas de LED de 60mX14m. Contudo, apenas uma tela possui som, já que o estádio fez um acordo para não aumentar a poluição sonora na vizinhança.

Por fim, o Levi's também possui um "telhado verde" com 27 mil metros de plantas que são regadas por água de reuso. Além disso, parte da energia usada no estádio é obtida por painéis solares.

Fonte: "Olhar Digital: Conheça o estádio americano com internet de 40Gb/s."Olhar Digital. N.p., n.d. Web. 5 Sept. 2014. <http://olhardigital.uol.com.br/noticia/conheca-o-estadio-americano-com-internet-de-40gb-s/43942>.