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segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

IDG Now!"Cópias" do PirateBay se espalham na Internet após site sair do ar


Vale ficar de olho já que algumas dessas páginas que espelham conteúdo querem enganar os usuários. Nenhuma delas possui qualquer relação oficial com o Pirate Bay.

Apenas cerca de três dias depois de o site Pirate Bay ter sido derrubado pela polícia sueca, já é possível encontrar diversas “cópias” da conhecida página de torrent. As informações são do site especializado Torrent Freak.

Apesar de nenhum desses sites “cópias” terem nenhuma associação oficial com o Pirate Bay, eles estão aproveitando o momento de ausência da página, uma das conhecidas do mundo.

Vale ficar de olho em golpes e malware ao acessar qualquer um desses sites que afirmam ter ligação com o Pirate Bay ou que trazem o nome do site na sua URL.

Algumas dessas páginas espelham conteúdo do Pirate Bay (mas não permitem o upload de material), como o thepiratebay.cr, que não é a “ressureição oficial” do Pirate Bay, apesar do que muitos internautas falaram nos últimos dias, aponta o Torrent Freak.

Outros sites “cópias” do Pirate Bay, que só espelham conteúdo da página, incluem endereços como o thepiratebay.hk e o thepiratebay.org.es

Também existem “cópias” que deixam claro que não são uma nova versão do PirateBay, como é o caso do OldPirateBay.org, que foi lançado pelo pessoal do Isohunt.to com a única intenção de manter os torrentes acessíveis.

IDG Now!Urgente: Microsoft alerta para problema em atualização do Windows 7


Update problemático da fabricante impede que usuários instalem updates e drivers, entre outros bugs. Empresa lançou solução para falha.

Os usuários do Windows 7 podem ter se colocado em problemas recentemente ao atualizar o sistema com um patch recente liberado pela Microsoft.

A empresa de Redmond confirmou que o update KB3004394, liberado em 10/12, pode causar vários problemas. O pior é que ele também pode impedir que os usuários instalem novos updates. Os problemas aparentemente estão limitados à máquinas com Windows 7, e não afetam os usuários do Windows 8 ou versões mais recentes.

Apesar de a Microsoft não ter especificado todos os problemas que os usuários estão enfrentando, o executivo Robert Hallock, da AMD, disse que o update pode impedir que o sistema instale novos drivers gráficos – o que é particularmente problemático uma vez que os novos drivers Catalyst Omega, da AMD, foram lançados no mesmo dia do update problemático do Windows. 

Segundo a Infoworld, os usuários nos fórums de suporte da Microsoft apontaram uma variedade de outros problemas, incluindo falha ao abrir o Windows Defender, problemas para rodar o VirtualBox e erros estranhos no User Account Control.

Solução 

A Microsoft agora liberou um patch que remove o update problemático das máquinas com Windows 7. Os usuários também podem remover a atualização de forma automática indo em Control Panel (Painel de Controle) > Programs (Programas) > Programs and Features (Programas e Ferramentas) > View Installed Updates (Ver Atualizações Instaladas), clicar com o botão direito do mouse em KB3004394 e selecionar Uninstall (Desinstalar).

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Info: Competição da Microsoft premiará estudantes com 50 mil dólares

Competição da Microsoft premiará estudantes com 50 mil dólares

Adeline Daniele
O diretor de novas tecnologias e inovação da Microsoft Brasil, Richard Chaves, explica sobre a 13ª edição da Imagine Cup

De um game que ajuda a identificar as fases da anemia até um tradutor de linguagem de libras para deficientes auditivos, a Microsoft já ajudou a viabilizar centenas de projetos de impacto no mundo com a Imagine Cup, competição de tecnologia para estudantes que é realizada há 12 anos no mundo todo.

Anunciada na noite dessa terça-feira no escritório da Microsoft em São Paulo, a 13ª edição da competição está com inscrições abertas até março de 2015 e a empresa espera receber mais de 60 mil inscrições no país.

A ideia do torneio é que os participantes coloquem em prática ideias inovadoras e ainda possam concorrer a prêmios, obtendo mais reconhecimento em suas carreiras e até mesmo conseguindo alavancar startups com a ajuda das aceleradoras parceiras da companhia.

“A intenção da Microsoft ao criar essa copa do mundo é estimular os estudantes a se interessarem mais por tecnologia e descobrir novas ideias que possam mudar o mundo”, afirma o diretor de inovação e novas tecnologias da Microsoft Brasil, Richard Chaves.

Há três categorias disponíveis para quem quiser se candidatar: Cidadania Mundial, Jogos e Inovação, e os primeiros colocados em cada uma delas receberá 50 mil dólares como prêmio, além de vários outros benefícios como o programa BizPark, que oferece licenças gratuitas de software para startups viabilizarem suas ideias.

Um dos principais diferenciais da disputa está em sua abertura para estudantes de várias idades, cursos e níveis de conhecimento, uma medida que ajuda a trazer um maior número de projetos em áreas diversas. Basta ser estudante em alguma instituição. Para a edição de 2015 do evento, a novidade é que estudantes a partir de 16 anos também podem participar.

Além disso, não é preciso saber programar e nem ter conhecimentos técnicos sobre informática. “Tivemos até o caso de um médico que já estava cursando o doutorado e não sabia programar. Ele chamou um amigo para a equipe que sabia desenvolver e criou um projeto para ajudar a salvar a vida de diabéticos com um game que ensina os profissionais da saúde a dosar a insulina da maneira certa. Uma verdadeira iniciativa de cidadania”, diz Chaves.

Rafaela Costa é outro exemplo. Ela trabalhava como jornalista quando resolveu cursar uma graduação na área de games, uma de suas paixões.

Ao saber sobre a premiação, ela e seus colegas de classe inscreveram um projeto e, depois de meses de trabalho, se tornaram campeões da 9ª edição da Imagine Cup, em 2011, com o jogo UCAN.

O projeto de sua equipe chegou a ser usado pela prefeitura de Curitiba e envolve ações de cidadania que impactaram sua comunidade, com 300 mil colaboradores em todo o mundo atualmente.

Além da oportunidade de conhecer diferentes lugares no mundo, Rafaela conta que depois da premiação não faltaram ofertas de emprego para ela e seus colegas. Ao se formar na área de jogos, ela se tornou professora da Universidade Positivo e hoje é CEO de uma empresa de games parceira da Microsoft.

A empreendedora, assim como outros vencedores da Imagine Cup, também ajuda outros estudantes a concluírem seus projetos na competição por meio de mentoria.

“Na própria faculdade onde dou aula nós estimulamos os alunos a usarem seus projetos de TCC para a competição. Além disso, também nos preocupamos com a forma como essas ideias são vendidas, por isso aconselhamos que eles invistam em um bom plano de negócios e marketing”, diz Rafaela.

Além de falar sobre os detalhes da disputa, a Microsoft anunciou que a final brasileira do torneio será realizada em Curitiba.

A capital paranaense também acaba de ganhar um novo centro de inovação (MIC), iniciativa da fabricante de software para fomentar a indústria de tecnologia por meio da parceria com escolas. Atualmente, os MICs estão presentes em mais de dez cidades brasileiras, como São Paulo, Fortaleza, Vitória, Recife e Belo Horizonte.

Como faço para me inscrever?

As inscrições para o Imagine Cup 2015 podem ser feitas até 15 de março de 2015 pela página do evento. É necessário que apenas um estudante inscreva o projeto por sua equipe, com no máximo seis componentes. Lembrando é preciso ter a partir de 16 anos para participar.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

G1: Inteligência artificial pode destruir a humanidade, diz Stephen Hawking

Proeminente cientista diz temer eventuais consequências de se criar máquinas que sejam equivalentes ou superiores aos humanos. 
Stephen Hawking, um dos mais proeminentes cientistas do mundo, disse à BBC que os esforços para criar máquinas pensantes é uma ameaça à existência humana. "O desenvolvimento da inteligência artificial total poderia significar o fim da raça humana", afirmou.

Hawking fez a advertência ao responder uma pergunta sobre os avanços na tecnologia que ele próprio usa para se comunicar, a qual envolve uma forma básica de inteligência artificial. O físico britânico, que sofre de esclerose lateral amiotrófica (ELA), uma doença degenerativa, está usando um novo sistema desenvolvido pela empresa Intel para se comunicar.

Especialistas da empresa britânica Swiftkey também participaram da criação do sistema. Sua tecnologia, já empregada como um aplicativo para teclados de smartphones, "aprende" a forma como Hawking pensa e sugere palavras que ele pode querer usar em seguida.

Hawking diz que as formas primitivas de inteligência artificial desenvolvidas até agora têm se mostrado muito úteis, mas ele teme eventuais consequências de se criar máquinas que sejam equivalentes ou superiores aos humanos.

"(Essas máquinas) avançariam por conta própria e se reprojetariam em ritmo sempre crescente", afirmou. "Os humanos, limitados pela evolução biológica lenta, não conseguiriam competir e seriam desbancados."

'No comando'
Nem todos os cientistas, porém, compartilham da visão negativa de Hawking sobre a inteligência artificial. "Acredito que continuaremos no comando da tecnologia por um período razoável de tempo, e o potencial dela de resolver muitos dos problemas globais será concretizado", opinou o especialista em inteligência artificial Rollo Carpenter, criador do Cleverbot, cujo software aprende a imitar conversas humanas com crescente eficácia.

Carpenter disse que ainda estamos longe de ter o conhecimento de computação ou de algoritmos necessário para alcançar a inteligência artificial plena, mas acredita que isso acontecerá nas próximas décadas.

"Não podemos saber exatamente o que acontecerá se uma máquina superar nossa inteligência, então não sabemos se ela nos ajudará para sempre ou se nos jogará para escanteio e nos destruirá", disse Carpenter, que apesar disso vê o cenário como otimismo por acreditar que a inteligência artificial será uma força positiva.

Ao mesmo tempo, Hawking não está sozinho em seu temor.

No curto prazo, há preocupação quanto à eliminação de milhões de postos de trabalho por conta de máquinas capazes de realizar tarefas humanas; mas líderes de empresas de alta tecnologia, como Elon Musk, da fabricante de foguetes espaciais Space X, acreditam que, a longo prazo, a inteligência artificial se torne "nossa maior ameaça existencial".

Voz
Na entrevista à BBC, Hawking também alertou para os perigos da internet, citando o argumento usado por centros de inteligência britânicos de que a rede estaria se tornando "um centro de comando para terroristas".

Mas o cientista se disse entusiasta de todas as tecnologias de comunicação e espera conseguir escrever com mais rapidez usando o seu novo sistema.

Um aspecto tecnológico que não mudou no sistema é a voz robotizada que externaliza os pensamentos de Hawking. Mas o cientista diz que não faz questão de ter uma voz que soe natural.

"(A voz robótica) se tornou minha marca registrada, e não a trocaria por uma mais natural com sotaque britânico", disse. "Ouvi dizer que crianças que precisam de vozes computadorizadas querem uma igual à minha." 

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Uol: Como apagar o histórico do WhatsApp?

Como apagar o histórico do WhatsApp?
Bianca Bellucci

A leitora Bárbara entrou em contato com o UOL Tecnologia para saber qual é o procedimento para apagar de vez todo o histórico salvo no aplicativo de conversas WhatsApp. De acordo com ela, o seu iPhone está com a função de backup desativada há um ano, mas continua armazenando o conteúdo.

Se você tem alguma dúvida sobre tecnologia, envie um e-mail para uoltecnologia@uol.com.br, que ela pode ser respondida.

O WhatsApp não permite que o usuário mantenha o aplicativo sem histórico. Porém, há um jeito de apagar toda a conversa registrada até o momento. Desta forma, você pode manualmente excluir o bate-papo toda vez que desejar.

Abaixo, aprenda a executar o passo-a-passo no iPhone com iOS 7.1.2 e Android 4.4.2. O tutorial é similar em outras versões dos sistemas operacionais. O recurso, por padrão, ainda não está disponível para Windows Phone.


Apagar histórico do WhatsApp


terça-feira, 25 de novembro de 2014

Idg Now: Recomendações para o desenvolvimento de projetos de Big Data

O assunto Big Data tem tomado pelo menos 80% do meu tempo e embora sua prática ainda seja incipiente aqui no Brasil, aqui e ali já observo um certo amadurecimento do conceito. Tecnologia ainda domina corações e mentes de muita gente que está interessada no tema. Tem explicação. Tecnologia por si tem seu charme e existe uma pressão muito grande dos fornecedores de soluções tecnológicas, que têm que cumprir suas quotas de vendas de produtos. Assim, existe uma pressão natural para que os clientes comprem suas soluções. O problema para o qual a solução foi comprada, vê-se depois… Big Data não é apenas tecnologia e centrar discussões neste tópico é um caminho quase certo para o fracasso de suas iniciativas.

Mas algumas questões fundamentais, que envolvem pessoas e processos ainda passam ao largo. Por exemplo, quem deve liderar as iniciativas de Big Data na empresa? Big Data exige governança? Como criar uma equipe para projetos deste tipo? O Data Scientist existe mesmo ou é um unicórnio? É necessário ter um CDO (Chief Data Officer) e se sim, a quem ele deve se reportar? Ao CEO, ao CIO, ao CFO ou alguma outra área como marketing?

Um aspecto que quase ninguém aborda é o fator cultural. Como qualquer conjunto de novas tecnologias, sua adoção passa por mudanças no mindset e cultura da organização. Podemos recordar aqui algumas mudanças tecnológicas que encontraram muita resistência no início, chegaram a ser combatidas, mas que provocaram mudanças de paradigmas. Cito a transformação do modelo centralizado em mainframes para o distribuído, baseado na arquitetura cliente-servidor, a criação e expansão do comércio eletrônico e, mais recentemente, a cloud computing e a adoção da mobilidade.

O mesmo está acontecendo com Big Data. Há os que dizem que já fazem há muito tempo, que Big Data nada mais é que o velho Data Warehouse de sempre e que não apresenta realmente nada de novo. Por outro lado há o grupo que diz que é tudo novo, e que existe uma demanda para um profissional chamado Data Scientist (Cientista de Dados), uma figura quase mítica. Mas pouco se comenta dos aspectos culturais e organizacionais. Por exemplo, uma empresa recruta alguns cientistas de dados, uns caros desenvolvedores em Hadoop, cria a função de CDO e assim por diante. Mas como inserir este grupo na organização? Que projetos desenvolver e como avaliar se estes projetos estão realmente trazendo valor para a empresa?

OK, ainda não existem metodologias comprovadas e muito menos certificações de maturidade para o processo de desenvolvimento de projetos Big Data, a não ser um apanhado de experiências ad hoc, aqui e ali, algumas que deram certo e outras não. Mas, algumas primeiras lições começam a ser aprendidas.

Por exemplo, é fundamental ter um sponsor de alto nível na organização. Um projeto de Big Data feito dentro da TI, com pouca visibilidade externa,simplesmente não vai decolar. Big Data demanda principalmente variedade de dados, geralmente oriundos de diversas fontes espalhadas por diversos sistemas e áreas da organização. Sem a colaboração dos setores envolvidos, não se vai longe. E olhem que nem abordei acesso a dados externos à empresa…

Também é importante criar projetos que sejam gerenciáveis (impossível abraçar o mundo) e envolver os usuários em todas as etapas. Uma boa alternativa é gerar entregáveis com certa periodicidade, de modo que a cada etapa os resultados consigam ser tangibilizados claramente, mantendo sempre aceso o entusiasmo e o comprometimento dos usuários.

Outro item essencial: definir claramente os objetivos de negócio, quais problemas as iniciativas de Big Data irão resolver. Um projeto de Big Data deve ser “use case-centric”. Identifique claramente um problema e então desenvolva o projeto. Nunca o contrário. Montar uma plataforma tecnológica, adquirir caras soluções tecnológicas, recrutar equipe e ficar aguardando os pedidos dos executivos da empresa é jogar dinheiro fora. É criar a solução e depois esperar que os problemas apareçam. Sem objetivos definidos, não aparecerão pedidos de projetos…

Uma terceira recomendação. Fala-se muito nos insights que podem ser gerados pelo Big Data, mas o essencial é como traduzir estes insights em resultados tangíveis, em valor real para o negócio. Projetos de Big data devem ser vistos como projetos geradores de novas receitas ou de redução significativa de custos. Uma boa estratégia é primeiro identificar as “dores” do negócio e só então propor uma solução que envolva Big Data para resolvê-las. Neste sentido, vamos ver que a tecnologia vai surgir naturalmente no fim do caminho e não no seu início.

Um aspecto que passa batido é que muitas vezes um projeto de Big Data vai demandar mudanças nos processos da organização. Por exemplo, vejamos uma rede varejista. Com informações fácil e rapidamente disponíveis para um gerente de loja tomar decisões em tempo real, como promoções, mudar preços e assim por diante, a diretoria deixará de ser a única responsável por estas decisões. A empresa está cultural e psicologicamente preparada para dar este salto?

[1]
Temos também a questão da equipe. Dificilmente conseguiremos pessoas que atendam a equação hackers + profundos conhecimento estatísticos e matemáticos + bons conhecimento de negócio. Uma sugestão é montar uma equipe multidisciplinar e operacionalizar os processos que envolvam os projetos Big Data. Claro que a equipe deve ter um bom gestor, que consiga entender as diversas linguagens faladas por profissionais tão diferentes entre si e que seja apaixonado pelo conceito dos projetos. Um gerente burocrata não vai conseguir desfiar os inevitáveis problemas de comunicação inter e intra equipe. E montar uma equipe apenas com hackers, por exemplo, pode gerar um algoritmo preditivo sensacional, mas de pouco valor para a empresa. Afinal, o objetivo não é gerar modelos analíticos fantásticos, mas sim resolver problemas do negócio.

E, onde colocar a equipe de Big Data? Não existe resposta única. Pode ser ligada ao CEO, se a empresa estiver em um grau de maturidade adequado para reconhecer a importância do Big Data para seu negócio e entender e buscar mudanças de ruptura que poderão ser provocadas por estes projetos. Pode ser ligada ao CIO, mas tomando-se as devidas cautelas para não ficar preso aos modelos e práticas típicas de muitas áreas de TI, com longos e burocráticos processos de aprovação de projetos. Corre o risco também de se envolver de forma muito tática e pouco estratégica. Pode ficar com o CFO, mas pelas próprias características desta função, inevitavelmente, vai se concentrar em inovações incrementais e não disruptivas. Pode ficar com CMO, mas correndo o risco de focar especificamente em atender as demandas de marketing. Enfim, cada caso é um caso e nada também é eterno. Pode-se começar com a equipe ligada a um executivo e ao longo do tempo ser transferida para outro.

Finalmente governança. Big Data exige governança. Pelas características de volumes muito grandes e variados, com dados não estruturados (antítese do modelo estruturado e relacional que estamos acostumados) tende-se a não documentar e nem criar processos de governança. Com isso, corremos o risco de reinventar a roda constantemente. Big Data é diferente do modelo tradicional, desenhado para responder a uma série de perguntas previamente definidas. Big Data permite que perguntas não previstas possam ser respondidas e portanto não pode ser limitada por estruturas rígidas como no modelo relacional. Mas, flexibilidade não significa que não seja importante criar processos de governança.

Big Data não é tecnologia. Não é Hadoop. É uma mudança de mindset. Envolve novas e antigas tecnologias, mas a grande transformação é a revolução nos negócios que pode potencialmente provocar na organização. Sem esta percepção claramente reconhecida, Big Data será mais um conjunto de tecnologias inseridas no portfólio tecnológico da empresa. De pouco valor. 

IdgNow: Como os desenvolvedores podem aumentar a duração de bateria nos celulares

Como os desenvolvedores podem aumentar a duração de bateria nos celulares

Paul Krill

Segundo especialista da Qualcomm, "vida curta" de bateria é apontado como principal problema pelos usuários de dispositivos móveis.
 
O consumo de bateria continua como um dos principais problemas dos smartphones mais modernos – e está ficando pior com os mais recentes avanços nos dispositivos. Mas os desenvolvedores podem adotar algumas medidas para amenizar o problema.

As operadoras e os consumidores sabem da importância da duração da bateria, afirma o gerente sênior de produtos da Qualcomm, Rick Schwartz, durante participação na conferência técnica AnDevCon Android. “Pesquisas recentes mostram que, na verdade, é o problema número 1 para os usuários. É mais importante do que a qualidade da tela e outros fatores”, disse.

Para complicar o problema, temos uma tendência em que baterias mais duradouras não acompanharam o mesmo ritmo dos processadores mais rápidos e um número crescente de núcleos de CPU. Além disso, as telas também estão atingindo resoluções mais altas e ficando maiores, enquanto os aparelhos estão rodando 24 horas por dia. Smartphones mais finos apenas complicam o problema. “É claro que, quanto mais fino o aparelho, mais fina a bateria”, disse Schwartz.

É difícil dizer quanto da preservação de bateria é sobre códigos e testes, aponta Schwartz. Os aplicativos podem ter problemas com coisas como uso de rede porque a maioria dos desenvolvedores sabem ver o que está acontecendo, diz. Soluções simples como fechar conexões ou agrupar “pacotes” podem ajudar com o consumo de energia, de acordo com o executivo. “A quantidade de energia consumida pela rede é significativa.”

O consumo de energia dos aplicativos pode ser medido, diz Schwartz. “Uma das maneiras mais populares de fazer isso é usar o medidor de energia Monsoon.” No entanto, essa é um abordagem bem cara, já que custa 770 dólares. Existem opções gratuitas, como o Trepn, da Qualcomm, que pode ser usada com o Eclipse IDE.

Enquanto isso, inserir estados de aplicações no código pode ajudar a identificar a causa dos picos de uso, segundo Schwartz. Os marcadores de estado de aplicativos são colocados no código e rastreados com programas como o Trepn.

A maioria dos aplicativos não usam os recursos do sistema de forma eficiente, de acordo com um estudo, diz Schwartz. As causas mais comuns para os problemas de consumo de energia incluem uso ineficiente dos dados celulares e rede Wi-Fi, evitando que o processador “durma”, mantendo a tela acesa por muito tempo, e pegando muitas correções de localização de GPS. Essas pequenas quantidades de desperdício de energia vão se somando, de acordo com ele.

O executivo citou a AT&T Resource Optimizer, também uma ferramenta gratuita (da operadora americana AT&T), como um mecanismo para determinar se um aplicativo usa a rede celular de forma eficiente. Ela também realiza testes sobre problemas com o download de um arquivo, questões de HTML, e uso periférico, e então recomenda soluções. A ferramenta Battery Historian no Android 5.0 Lollipop também é útil para diagnósticos.

Enquanto isso, conectar-se com menos frequência à redes pode aumentar a eficiência do consumo de energia.

O streaming contínuo pode ser outro problema para o consumo de energia. Os aplicativos devem usar os chamados “bloqueios de despertar”, que evitam que a tela desligue, em níveis mínimos. Além disso, o os sockets TCP devem ser fechados quando não estiverem mais sendo usados.

Por fim, Schwartz nota que a ferramenta de buscas do Google é uma das aplicações que lidera no uso excessivo de dados ou ciclos de CPU, sendo uma “usuária pesada” de recursos de energia.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Idg Now: Entrei na nuvem, e agora? Estudo revela desafios das empresas em cloud

Entrei na nuvem, e agora? Estudo revela desafios das empresas em cloud

Pesquisa anual de Cloud Computing da CompTIA mostra que embora mais de 90% das empresas já estejam na nuvem, a subida não é fácil

Uma nova pesquisa sobre uso corporativo de Cloud Computing, divulgada pela CompTIA, associação da indústria da tecnologia da informação, revela que mais de 90% das empresas dos EUA estão usando alguma forma de cloud computing, indicando que a nuvem tornou-se de fato parte fundamental da nova TI.

O estudo, chamado FifthAnnualTrends in Cloud Computing, também constatou que mais empresas estão contando com a computação na nuvem para processos de negócios diários: 59% para o armazenamento; 48% para continuidade de negócios e recuperação de desastres; e 44% para segurança.

Subida difícil

A pesquisa da CompTIA mostra no entanto que o caminho para as nuvens não é fácil. Segundo o estudo, 24% das empresas que adotaram cloud computing acabaram voltando para os sistemas locais após um período. E mesmo os usuários que evoluíram da fase de "experimentação" para adotar aplicativos mais avançados, também enfrentam desafios posteriores.

A pesquisa indica que os desafios maiores aparecem depois dos primeiros estágios da adoção e se amplificam radicalmente na medida em que as companhias se aprofundam nas etapas do projeto. "Isto pode ser surpresa para algumas empresas que imaginavam que os obstáculos maiores seriam na migração inicial e na integração", diz Marco Carvalho, agente da CompTIA Brasil.

Enquanto 28% das empresas disseram que a transição da fase experimental para um primeiro estágio de uso exigiu esforço significativo, 63% das companhias que completaram a transformação total da TI garantem que a transição final é a que apresenta o esforço mais significativo.

Integração é desafio

"A maior parte do custo e esforço para qualquer projeto de TI normalmente é consumido pela integração e isso não é diferente na computação em nuvem", diz Carvalho. "A integração cloud pode ser ainda mais desafiadora, pois requer web APIs que podem ser desconhecidas pela equipe técnica.

Segundo o executivo, "a integração pode ser ainda mais complicada por linhas de negócios, que utilizam aplicativos próprios que podem não se adequar ao sistema como um todo."

Mas o esforço compensa, dizem os usuários que participaram da pesquisa, relatando ampla gama de benefícios da computação em nuvem, liderada pela capacidade de cortar custos.

Segunda migração

Outro indicador de que as empresas estão expandindo sua dependência na nuvem é evidenciado pelo número de companhias fazendo migrações secundárias no modelo Cloud. As razões para essas migrações secundárias variam. Os usuários podem estar em busca de melhores ofertas e recursos, maior segurança, menor custo ou um desejo de padrões abertos.

Segundo o documento da CompTIA, 44% das empresas dizem que mudaram infraestrutura ou aplicativos de uma nuvem pública para outra e 25% mudaram de uma nuvem pública para uma nuvem privada, enquanto que 24% voltaram da uma nuvem pública para um sistema local.

"O argumento principal de todo este movimento, é que não há um modelo único como resposta para cada carga de trabalho", concluiu Carvalho. "As empresas estarão utilizando todo o tipo de sistema a medida que encontram a abordagem multi-cloud que funciona para eles."

Sobre o estudo

O estudo CompTIA FifthAnnualTrends in Cloud Computing é baseado em pesquisas online realizadas com 400 profissionais de TI e negócios dos EUA que estão envolvidos em processos de tomada de decisão nas organizações em que trabalham; e 400 executivos de empresas de TI americanas. O estudo foi realizado entre os meses de junho e julho de 2014.

Para acessar o estudo completo use o link http://www.comptia.org/resources/5th-annual-trends-in-cloud-computing

A CompTIA é a voz da indústria de TIC do mundo. Seus membros são as empresas que estão na vanguarda da inovação e os profissionais responsáveis por maximizar os benefícios que as organizações recebem por seus investimentos em tecnologia. A CompTIA é dedicada na promoção do crescimento da indústria por meio de seus programas educacionais, pesquisa de mercado, eventos de networking, certificações profissionais e defesa de políticas públicas. 

terça-feira, 28 de outubro de 2014

IdgNow: YouTube abre estúdio gratuito para produção de vídeos em São Paulo



Montado em parceria com o Instituto Criar, espaço também vai oferecer cursos e treinamentos em audiovisual. Iniciativa começou em 2012.
O YouTube anunciou nesta segunda-feira, 27/10, o lançamento de um espaço especial em São Paulo para a criação de vídeos para a plataforma. O anúncio oficial aconteceu por meio do blog do Google, que é dono do YouTube desde 2006.

Chamado de YouTube Space, o local voltado para apoiar a comunidade de criadores de clipes para a plataforma segue um modelo adotado desde 2012 pela empresa em outras quatro cidades: Los Angeles, Nova York, Londres e Tóquio.

Como o Brasil é o segundo país no mundo em número de acessos no YouTube, nada mais lógico que essa iniciativa também desembarcasse por aqui.

Parceria com ONG

Por aqui, o espaço do YouTube vai atuar em parceria com o Instituto Criar, que é dono do espaço físico em que o Space está instalado na capital paulista. Fundado em 2003 por Luciano Huck, a organização sem fins lucrativos tem foco em formar jovens de baixa renda em áreas técnicas da produção para TV e cinema.

Pelo acordo, os alunos da ONG, assim como criadores do YouTube no país, poderão utilizar gratuitamente os recursos disponibilizados no local, incluindo equipamentos modernos para produção e edição de conteúdo. Além disso, o YouTube Space de SP oferecerá treinamentos e cursos específicos para a área de produção audiovisual.

Como vai funcionar


De acordo com reportagem da Folha de S. Paulo, inicialmente o espaço será aberto apenas para convidados - o lançamento para o público geral deve acontecer no fim de novembro. A reserva dos equipamentos que o criador vai querer usar será feita pela web, ao acessar o site com as suas credenciais.

Números


No total, os YouTube Spaces espalhados pelo mundo já receberam mais de 30 mil pessoas, que participaram de aproximadamente 450 workshops e produziram nada menos que 6 mil vídeos.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Uol: Exiba apenas seus amigos em comum no Facebook

Maria Beatriz Vaccari

O leitor Fábio entrou em contato com UOL Tecnologia perguntando como exibir apenas amigos em comum em sua página no Facebook. A ideia dele é esconder seus contatos, permitindo somente a visualização por parte de colegas que também tenham essas conexões.

Se você tem alguma dúvida sobre tecnologia, envie um e-mail para uoltecnologia@uol.com.br, que ela pode ser respondida.

Siga os passos abaixo e aprenda a ativar a função:

Exiba apenas amigos em comum
  • Reprodução
    Passo 1
    Em seu perfil, clique em Amigos. Depois, clique em Gerenciar (identificado com o desenho de um lápis), localizado ao lado superior direito da página. Escolha a opção Editar privacidade.
  • Reprodução
    Passo 2
    No campo Lista de amigos, selecione Somente eu.


quinta-feira, 16 de outubro de 2014

G1: Como dados de celulares e Twitter ajudam no combate ao ebola


Rastreamento de telefones e fluxo de ligações dão pistas para mapear avanço de vírus e identificar novos focos.

O mapeamento de uso de celulares fornece informações importantes sobre o comportamento das populações nas regiões afetadas pelo ebola .

A epidemia do ebola, que já matou mais de quatro mil pessoas, pode ser controlada com ajuda da análise de dados provenientes de fontes tão diversas como a telefonia celular e o uso de mídia sociais.

Pelo menos na visão de segmentos da comunidade científica, para quem a análise de dados grandes acumulados - o chamado "big data" - desponta como uma arma valiosa para agências internacionais, ONGs e governos na missão de tentar estar um passo à frente do vírus, no momento em que a Organização Mundial de Saúde (OMS) alerta para o ritmo crescente da velocidade de contágio.

Os números mais recentes são de que quase 10 mil pessoas já foram infectadas pelo ebola desde que a atual epidemia foi detectada, em março de 2014.

Telefones celulares
Apesar das deficiências de infraestrutura, a África registra uma alta difusão de telefones celulares, mesmo em países mais pobres. E os aparelhos se transformaram numa impressionante mina de dados.

A ONG sueca Flowminder está analisando informações fornecidas por operadoras de telefonia celular africanas para mapear movimentos populacionais em países da região.

Os mapas oferecem às autoridades indicações sobre locais para a instalação de centros para tratamento de doentes e, ainda que de forma controversa, fornecem subsídios para controles de viagem.

O problema é que os dados mostram movimentações passadas, e o desafio das autoridades é tentar mapear o avanço do vírus em tempo próximo ao real. Até porque epidemias alteram o curso de movimentação das pessoas.

É por isso que organizações como o Centro de Controle de Doenças (CDC), nos Estados Unidos, estão coletando informações em tempo real de torres de transmissão de sinais de celular para rastrear a origem de ligações a linhas de emergência.

Em 2010, após o terremoto do Haiti, pesquisadores suecos do Instituto Karolinska e americanos da Columbia University analisaram dados de ligações de mais de 2 milhões de celulares de uma rede local.

Esses dados permitiram que a ONU e agências humanitárias pudessem entender a movimentação da população durante as operações de resgate e mais tarde, durante o surto de cólera - o que ajudou na alocação mais eficiente de recursos e na identificação de áreas com risco de novos surtos da doença.

'Mapa de calor'
Um aumento no fluxo de ligações em determinadas áreas pode ser sinal do surgimento de um novo foco de ebola.

O mapeamento em tempo real também fornece um "mapa de calor" sobre a atividade da população.

"Nunca tivemos tamanho acesso em larga escala a dados de telefonia celular. Podemos agora ajudar as organizações médicas e os governos a antecipar para que locais as doenças podem se espalhar. Antes, tínhamos apenas censos e relatórios de polícia e hospitais", explica Nuria Oliver, diretora de pesquisas científicas da Telefonica, operadora espanhola de telefonia celular.

Mensagens de SMS também são um canal útil para difundir dicas de prevenção.

Outro recurso são aplicativos com informações e mapeamento. A BBC, por exemplo, lançou nesta quarta-feira um serviço de informações sobre o vírus usando o Whatsapp.

'Trends' sociais
Analistas também defendem uma atenção especial ao monitoramento da internet. Seja sobre a atividade das ferramentas de busca ou dos "trending topics" em mídias sociais.

No ano passado, por exemplo, um projeto reunindo a consultoria Accenture, a empresa de análise de dados SAS e a Universidade da Carolina do Norte, alega ter detectado uma epidemia de gripe nos EUA entre 2012 e 2013 três meses antes do CDC fazer um anúncio oficial.

"A análise de blogs, fóruns oline e o Twitter pode revelar sinais de alerta de crises de saúde", diz Frances Dare, da Accenture.

Cura colaborativa
Para Tim Gamble, consultor da empresa Datamonitor Healthcare, a análise do "big data" pode ajudar a desvendar mistérios da composição genética do vírus, como a razão de algumas variações serem mais mortais ou de algumas pessoas serem mais resistentes ao vírus.

Gamble, que trabalhou na companhia farmacêutica americana Pfizer, cita o caso das pesquisas sobre o HIV.

"O tratamento retroviral para o HIV só decolou depois de percebermos que populações escandinavas tinham mais resistência. A partir daí pudemos desenvolver uma droga que imitava a maneira como aqueles pessoas resistiam", explica.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Uol: Programa USB Show pode revelar arquivos ocultos em unidades removíveis

Programa USB Show pode revelar arquivos ocultos em unidades removíveis
Marcella Blass

Recentemente, o UOL Tecnologia ensinou aos leitores como recuperar arquivos ocultos no pendrive a partir de uma configuração do Windows. O leitor Bernardo entrou em contato dizendo que o passo a passo não conseguiu recuperar todos os arquivos de seu pendrive e que ele tem certeza de que algumas pastas ainda estão ocultas.

Se você tem alguma dúvida sobre tecnologia, envie um e-mail parauoltecnologia@uol.com.br, que ela pode ser respondida.

Para tirar a prova, você pode usar o programa USB Show que faz uma busca geral em dispositivos removíveis (pendrives, HDs externos) e revela os arquivos ocultos. Confira o passo a passo.


Como revelar arquivos ocultos em um pendrive
  • Reprodução
    Passo 1
    Clique em "Recovery The Hide Files" -- ou "Recuperar archivos ocultos" se selecionou a linguagem em espanhol -- para selecionar o local onde o USB Show fará a busca.Foto: Reprodução
  • Reprodução
    Passo 2
    Selecione a unidade onde o Pendrive está conectado e clique em Ok.Foto: Reprodução
  • Reprodução
    Passo 3
    O USB Show fará uma varredura na unidade em busca dos arquivos ocultos.Foto: Reprodução
  • Reprodução
    Passo 4
    O programa avisará que a busca foi concluída. Abra a unidade de seu pendrive e veja se novas pastas apareceram. Se sim, o UOL Tecnologia aconselha que o usuário passe um antivírus na unidade para ter certeza de que é algum daqueles arquivos que causou o problema.Foto: Reprodução


segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Uol: Aprenda a desativar a reprodução automática de vídeos no Facebook

Bianca Bellucci

Caso você esteja incomodado com a reprodução automática de vídeos no feed de notícias do Facebook, seus problemas acabaram. A rede social voltou a disponibilizar um botão para desativar a exibição do conteúdo sem o consentimento dos usuários.

Se você tem alguma dúvida sobre tecnologia, envie um e-mail para uoltecnologia@uol.com.br, que ela pode ser respondida.

Acompanhe o tutorial abaixo e aprenda o procedimento para parar as reproduções:


Desative a reprodução de vídeos no Facebook



Passo 1
Em seu Facebook, clique na seta para baixo (localizada no canto superior direito). Depois, selecione a opção Configurações.






Passo 2Na nova tela, vá até o menu do lado esquerdo e clique em Vídeos, último item e que possui o desenho de uma claquete.Foto: Reprodução




Passo 3A segunda opção, Reprodução automática de vídeos, deve estar com o botão marcado como Ativado. Mude para Desativado e pronto! Agora o conteúdo só será exibido se você apertar o play