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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

IdgNow: Sites de notícia da Espanha perdem audiência após saída do Google News

Sites de notícia da Espanha perdem audiência após saída do Google News

Com a nova legislação de propriedade intelectual do país, a empresa teria de pagar para jornais por exibir links de suas notícias.
Como esperado, os sites de notícias da Espanha estão sofrendo após o abandono do Google News desde a última terça-feira, 16/12.

A gigante de buscas encerrou as atividades do seu serviço Google News na Espanha por conta da nova legislação de copyright daquele país que exige que ela pague às empresas de mídia direitos autorais por exibir trechos de suas notícias.

Segundo dados da empresa de pesquisas na web Chartbeat, o tráfego externo caiu significativamente em 50 sites diferentes nesta terça, 16/12. Os números teriam ficado entre 10% e 15% abaixo do normal até então.

Direito de receber

A nova lei de direito autoral na Espanha é focada em proteger os direitos dos criadores no ambiente digital. Ela torna inalienável o direito do publisher de receber comissão sobre o uso de seu conteúdo, mesmo no caso de agregadores de links que venham a usar partes do conteúdo ou apenas o título, independente do contexto. E impede que os publishers abram mão do direito de receber.

Em seu post, Gingras diz que a internet criou "oportunidades tremendas mas também desafios reais para os publishers na medida em que a disputa pela atenção dos leitores e pelos Euros da publicidade aumenta na região".

Na Alemanha, as empresas de mídia que estavam se movimentando para conseguir o mesmo tipo de compensação voltaram atrás na decisão depois que a Google decidiu parar de mostrar trechos das notícias publicadas por grandes veículos de mídia alemães nos seus resultados de busca.

Retaliação?

Segundo os publishers, em virtude do grande poder de mercado do mecanismo de busca da Google, eles permitiram que a empresa pudesse mostrar trechos das notícias nos resultados de busca.

Esse, aliás, é o argumento usado pela Google para rebater acusações de que, ao se tornar uma empresa de mídia que vende publicidade, ela compete com as empresas tradicionais. Segundo a companhia, ela beneficia os publishers ao direcionar tráfego para seus sites por meio do Google News.

A decisão na Espanha vai ser vista como uma retaliação da companhia contra a lei dos direitos autorais, que teve o apoio da associação de de jornais Association of Daily Newspaper Publishers (AEDE).

A lei espanhola coloca mais lenha na fogueira dos problemas da Google na Europa. Recentemente, os membros do Parlamento Europeu pediram à Comissão Européia que estude a possibilidade de dividir a Google em duas companhias - de busca e de venda de publicidade. A Comissão está investigando a Google sobre possíveis violações da lei antitruste.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Info: Porta-voz do The Pirate Bay não dá data para site voltar ao ar


Dias após ver a página tirada do ar, a suposta equipe por trás do The Pirate Bay (TPB) finalmente resolveu se manifestar. E em entrevista ao Torrent Freak, um administrador identificado como Mr 10100100000 disse não saber se o grupo trará o site de volta.

“Nós voltaremos? Não sabemos ainda”, disse ele à reportagem, deixando claro que, ao menos aparentemente, nenhum dos endereços alternativos disponíveis hoje é mantido pela velha equipe. “Mas se e quando voltarmos, será fazendo muito barulho.”

“Tomamos isso [a queda do TPB] como uma oportunidade para nos dar um tempo”, contou. “Por quanto mais continuaríamos? E para quê? Estávamos curiosos para ver como o público reagiria.”

O administrador também explicou que a ação das autoridades não surpreendeu tanto, e que, de certa forma, era até esperada. “É algo que faz parte do jogo. Não poderíamos nos importar menos, para falar a verdade”, explicou.

Cópias e mirrors – Sobre os diversos clones e alternativas que apareceram após o site ter saído do ar, Mr 10100100000 encarou como algo positivo. “Cópias devem ser vistas como uma evolução dos proxies”, afirmou, dizendo também que eles até liberariam o código do Pirate Bay original caso ele não fosse tão ruim – o que reforça a ideia de Peter Sunde, fundador do site.

Mas essa popularização de sites similares tem seu lado negativo, é claro, como o próprio administrador ressaltou, referindo-se a sites como o “thepiratebay.ee” e o “thepiratebay.cr”.

Este segundo endereço, aliás, chegou a ganhar a alcunha de “substituto” do original – mas é bom tomar cuidado. Segundo reportagem também do Torrent Freak, a página chegou até a criar contas falsas de uploaders de conteúdo para passar credibilidade. “Nenhum dos torrents foi realmente publicado pela ETTV ou pelo ExtraTorrent e nós não fizemos login ou criamos conta neste site”, disse um porta-voz do ExtraTorrent.cc à publicação.

G1: Sites de paquera para muçulmanos conquistam usuários

Sites de paquera para muçulmanos conquistam usuários

 Lydia Green
Serviços online oferecem alternativas para encontrar alma gêmea sem passar pelo constrangimento dos arranjos familiares.

Sites de namoro para muçulmanos oferecem nova forma de adeptos da religião conhecerem parceiros (Foto: BBC)

Casamentos arranjados são uma prática comum em muitas sociedades, mas o processo de apresentação e triagem dos noivos pode ser uma grande fonte de ansiedade para os jovens envolvidos, mesmo que eles fiquem satisfeitos com o resultado.

Adeem Younis lembra-se das tentativas orquestradas por sua família. Ele conta que passava por uma grande pressão quando uma pretendente era levada para jantar em sua casa.

Nestas ocasiões, costumava ouvir: "Você não gosta dela? Por que não? Ela tem duas pernas, ela tem dois braços, ela é uma profissional. Como você pode não gostar dela?"

Motivados a iniciar um processo menos constrangedor, Younis e outros muçulmanos na Europa e nos Estados Unidos passaram a buscar novas maneiras de encontrar sua alma gêmea. Assim nasceram os sites de namoro voltados para praticantes da religião.

O site SingleMuslim.com (Muçulmanos Solteiros, em inglês), fundado por ele quando ainda estudava na faculdade, em 2000, tem hoje mais de 1 milhão de membros e diz formar cerca de quatro casais por dia.

O empreendedor afirma que a sua ênfase no caráter duradouro dos relacionamentos nascidos ali vai além da dos sites de namoro comum.

"No Islã, o casamento representa metade de sua religião", diz, citando um ditado que muçulmanos acreditam ter sido proferido por Maomé. "O Islã nos ensina que o casamento é a base da nossa sociedade. É um assunto muito sério."

Sem estresse
 
A popularidade dos site de namoro não é uma novidade - na última década, eles se tornaram um fenômeno em diversos países, principalmente os ocidentais.
Adeem Younis criou um site de namoro para muçulmanos que tem mais 1 milhão de membros (Foto: BBC)

Seguidores de outras religiões, como o cristinanismo e o judaísmo, hoje podem escolher buscar suas caras-metades online em sites voltados para seus respectivos nichos.

A ideia vem conquistando adeptos agora entre os muçulmanos ocidentais. Para muitos deles, o namoro online é uma solução sem estresse para o desafio de encontrar um parceiro em países onde poucas pessoas costumam compartilhar da sua fé.

É também uma ferramenta para buscar parceiros em 'subnichos' da comunidade.

Um dos sites do gênero, o Muslimmatrimony.com, por exemplo, permite buscar usuários que seguem diferentes doutrinas do islamismo e filtrar os resultados pelo idioma falado por seus usuários.

Outro, o ishqr.com, diz ser o lugar perfeito para feministas em busca de um "companheiro feminista, ousado e humilde".

Poucas oportunidades
Muhammad e Catherine se conheceram online há quatro anos. Hoje, estão casados e têm dois filhos. Mas a busca pela felicidade conjugal não foi fácil.
Casados desde 2010, Muhammad e Catherine se conheceram um site de namoro
"Muçulmanos devotos não frequentam bares e boates. Isso é comum nas culturas ocidentais, mas na cultura muçulmana é mal visto", afirma Muhammad.

"Então, não há muitas oportunidades para conhecer gente, além dos arranjos feitos por nossas famílias."

Ele frequentou vários sites de namoro comuns antes de testar um serviço exclusivo para muçulmanos.

"Mandei o primeiro email para Catherine em meados de 2010. Tudo evoluiu muito, muito rápido. Casamos três ou quatro meses depois. Quando você encontra a pessoa certa, você sabe logo de cara."

Muhammad é de Bangladesh. Catherine é britânica e se converteu ao islamismo na faculdade.

Os dois parecem formar um casal incomum, mas de certa forma exemplificam o tipo de relação que estes sites de namoro buscam apoiar.

Identidade global 
"A identidade islâmica é global. Não é física nem geográfica, mas ideológica", diz Mbaye Lo, professor de árabe da Universidade Duke e autor de um estudo sobre a aplicação de ferramentas online em casamentos muçulmanos.
Sites permitem buscar membros de acordo com a doutrina islâmica seguida por eles (Foto: BBC)

"Isso explica por que esses sites normalmente mostram um africano muçulmano com uma garota indo-paquistanesa em sua página principal. É para representar o Islã como algo global, fazer com que as pessoas se relacionem globalmente."

Segundo Lo, isso permite que jovens de países conservadores escolham com mais liberdade seus potenciais parceiros.

"O status quo de muitos países não é favorável às mulheres, a que elas façam escolhas. A internet torna isso mais fácil", ele afirma.

O tunisiano Riad conheceu sua mulher pela internet em 2012. "Fiquei apaixonado no momento em que a vi", diz ele.

No entanto, assim como muitos homens do Oriente Médio e do norte da África, ele encara o namoro online com certa reserva.

"O mundo virtual é um mundo de mentiras. Você não sabe com quem está falando", afirma.

Orgulho
Diferentemente do Ocidente, onde os sites de namoro para muçulmanos atraem jovens com uma forte identidade religiosa, Riad conta que, na Tunísia, é o oposto.

"Famílias muito religiosas preferem que seus filhos conheçam seus parceiros pelos meios tradicionais, através da família. Para eles, conhecer alguém pela internet não é algo natural, e isso é visto de forma suspeita", acrescenta.

Mas, no Ocidente, esta indústria está em plena ascensão. Younis, que criou o SingleMuslim.com, nunca imaginou que o site se converteria em seu trabalho em tempo integral.

Depois de 14 anos, o site deu a ele mais do que orgulho profissional. Alguns anos depois de ter criado o serviço, ele próprio se casou com uma mulher que conheceu na rede.

Hoje, Younis é um orgulhoso pai de quatro crianças - entre elas uma menina que nasceu enquanto esta reportagem estava sendo escrita. 

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

IdgNow: Sites da China são os favoritos dos brasileiros para compras no exterior

Sites da China são os favoritos dos brasileiros para compras no exterior 
 Luiz Mazetto

Segundo estudo do PayPal, EUA aparecem como segundo país mais procurado pelos consumidores do Brasil para fazer compras internacionais.
Os sites da China e dos EUA são os principais “alvos” dos consumidores brasileiros na hora de fazer compras internacionais pela Internet, segundo uma pesquisa mundial divulgada nesta semana pelo PayPal.

Feito em parceria entre o PayPal e a consultoria Ipsos, o estudo mostra que os sites da China lideram a preferência dos brasileiros, respondendo por 31% das compras internacionais, um pouco à frente das lojas dos EUA, que aparecem com 28%. Logo atrás, mas com uma porcentagem bem menor, aparecem Hong Kong, com 7%, Japão, com 6%, Reino Unido, com 4%, e os vizinhos da Argentina, com 4%.

Frete grátis, custo mais baixo e pagamento seguro estão entre os maiores atrativos para os internautas brasileiros que fazem compras em sites estrangeiros, aponta o levantamento. Já o tempo de entrega, custo do frete e preocupações com alfândega e em não receber os itens são apontados como as principais barreiras para esse comércio além das fronteiras.

Brasil entre os maiores consumidores nos EUA


Apesar da preferência dos brasileiros por comprar em sites americanos, o Brasil é apenas o terceiro mercado que mais compra em sites dos EUA, respondendo por 7% dessa exportação online, ao lado de México, Rússia e Reino Unido, todos com o mesmo percentual. A China, com 33%, aparece na liderança, seguida pelo vizinho Canadá, com 11%.

Entre os itens mais buscados pelos brasileiros que compram em sites dos EUA estão artigos de roupa/vestuário, entretenimento e educação, brinquedos e hobbies, e viagens e transportes.

Hábitos do Brasil

Entre os 800 entrevistados no Brasil, 70% afirmaram ter feito pelo menos uma compra online nos últimos 12 meses. Dessa porcentagem, metade comprou apenas em sites nacionais e os 50% restantes em sites internacionais e também nacionais.

China e EUA “fechados”


Apesar de serem os “destinos” favoritos dos brasileiros e de muitos outros países para o comércio eletrônico internacional, China e EUA são basicamente fechados nesse quesito.

De acordo com o PayPal, a China teve o percentual mais baixo de consumidores que fazem compras internacionais:26%. Logo em seguida aparece os EUA com uma taxa um pouco maior, mas ainda baixa: 30%.

Metodologia do estudo


Realizado entre setembro e novembro de 2014, o levantamento entrevistou um total de 18 mil pessoas (todas com mais de 18 anos) em 22 países, com uma média de 800 pessoas por nação, incluindo o Brasil.

A lista de países cujos moradores foram entrevistados traz Reino Unido, França, Alemanha, Áustria, Suíça, Itália, Espanha, Holanda, Suécia, Noruega, Dinamarca, Polônia, Turquia, Rússia, Israel, Emirados Árabes Unidos, EUA, Canadá, Brasil, México, China, e Austrália.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

G1: Iniciativa quer que todos os sites tenham 'cadeado' de site seguro

Iniciativa quer que todos os sites tenham 'cadeado' de site seguro

Grupo pretende oferecer certificados gratuitos com nova tecnologia.
Cisco, Mozilla e Akamai participam de entidade.

Josh Aas, estrategista de tecnologia da Mozilla, anunciou nesta terça-feira (18) a criação de uma iniciativa chamada "Let's Encrypt" ("Vamos Criptografar") para que todo site possa exibir o cadeado de "site seguro" e proteger os dados dos internautas durante a transmissão. O serviço será mantido pelo Internet Security Research Group (ISRG, ou Grupo de Pesquisa em Segurança em Internet, em português), uma organização sem fins lucrativos que conta com o apoio da Cisco, da Akamai, da IdenTrust e da EFF.

O cadeado de "site seguro" só é exibido em sites que tenham um certificado de segurança verificado por uma autoridade certificadora (AC), que funcionam como "cartórios virtuais". Os certificados possuem vários níveis de confiabilidade, mas a maioria das ACs cobra anualmente para autenticar até mesmo os certificados que não exigem nenhum procedimento manual.

No entanto, mesmo que um certificado seja obtido de graça, ele ainda precisa ser configurado para funcionar corretamente. Essa é uma tarefa que pode ser complicada demais para quem mantém um site pessoal na web.

A "Let's Encrypt" será uma nova AC que funcionará de maneira automatizada e aberta para que todos os sites possam obter certificados gratuitos rapidamente. A renovação, também gratuita, deve ser igualmente automática.

Um novo protocolo de comunicação entre a CA e os servidores dos sites está em desenvolvimento para viabilizar a automatização de todo o processo. Essa tecnologia é chamada de ACME, uma sigla em inglês para "Ambiente Automatizado de Gerenciamento de Certificados". O objetivo é permitir que o responsável por um site acrescente o "cadeado" a sua página com um único clique.

O ISRG ainda está em fase de aprovação como organização sem fins lucrativos nos Estados Unidos. O lançamento do serviço está previsto para meados de 2015. 


quinta-feira, 13 de novembro de 2014

IdgNow: Queda do servidor de anúncios DoubleClick, do Google, afeta 55 mil sites


Problema aconteceu na manhã desta quarta-feira, 12/11, e já foi corrigido pela gigante de buscas. Internautas não perdoaram e chamaram falha de "bannergate".
A queda do servidor de anúncios DoudleClick, do Google, nesta quarta-feira, 12/11, afetou cerca de 55 mil sites, segundo dados da empresa monitoramento online Dynatrace. As informações são da Adweek.

A plataforma da gigante de buscas caiu na manhã de hoje, tirando do ar anúncios desses mais de 50 mil sites e potencialmente trazendo um prejuízo de milhares ou até milhões de dólares. O problema afetou diversos sites de publicação no mundo todo, incluindo o Adweek, entre outros.

Posição do Google

O Google publicou um comunicado oficial sobre o assunto, dizendo o seguinte: “O DoubleClick for Publishers experimentou uma queda na manhã de hoje que impactou anunciantes no mundo todo, nos formatos de video, tela, native e mobile. Nossa equipe trabalhou para consertar rapidamente o bug, e o DFP agora está de volta e rodando, então nossos parceiros editoriais podem retornar a financiar seu conteúdo.”

“Bannergate”

No Twitter, o problema rendeu muitos comentários e recebeu até alguns apelidos nada carinhosos, por meio das hashtags #bannergate e #Adpocalypse.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

G1: Yahoo compra serviço de anúncios BrightRoll por US$ 640 milhões

Yahoo compra serviço de anúncios BrightRoll por US$ 640 milhões
Empresa faz anúncios automatizados em vídeo.
BrightRoll deve ter receitas de US$ 100 milhões em 2014.

O Yahoo pagará cerca de US$ 640 milhões pelo serviço de anúncios automatizados BrightRoll, ampliando sua capacidade de vender anúncios de vídeo em tempo real para empresas de marketing.

A aquisição sustenta a onda de compras promovida pela presidente-executiva Marissa Mayer e amplia o foco da companhia em anúncios de vídeo, com os quais espera ofuscar a queda dos preços da publicidade da internet e a desaceleração do crescimento.


A compra da BrightRoll, que é lucrativa e deve ter receitas de mais de US$ 100 milhões em 2014, irá transformar a plataforma de anúncios de vídeo do Yahoo na maior dos Estados Unidos, disse a companhia em comunicado nesta terça-feira (11).

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Info: Novo site permite fazer streaming de filmes em torrent sem baixar nada

O Joker.org é um site em inglês que conseguiu simplificar ainda mais a vida de quem assiste a filmes e séries baixando-os (irregularmente) na internet.
O serviço lembra o controverso Popcorn Time, mas consegue ser ainda mais simples por não exigir que o usuário instale nenhum programa no seu computador e nem tenha que baixar os arquivos de torrent.
Assim como o Popcorn Time, o Joker é capaz de criar streaming de filmes e séries, mas como o serviço é online, tudo que o usuário precisa fazer é apenas colar o link do torrent, ou o link magnético do arquivo, na barra principal do Joker.

Para conseguir esse link, o usuário deve clicar com o botão direito sobre o botão “Baixar Torrent” do portal onde consegue os arquivos — como Pirate Bay ou Kickass Torrents — e selecionar a opção “Copiar endereço do link”. Em seguida, esse link copiado deve ser colado na barra do Joker e pronto! O filme começará a ser reproduzido.
É preciso que o torrent permita o download direto do arquivo de vídeo do filme ou do episódio da série. Ou seja, torrents de arquivos em pastas, com capas do filme e outras coisas adicionais não serão reconhecidos pelo Joker.

Também dá para o usuário baixar o arquivo de torrent no seu computador e depois fazer o upload dele no site. E, assim como o Popcorn Time, o Joker possui ferramentas para o usuário controlar e adicionar legendas.
Se o torrent já possuir legendas embutidas, o site é capaz de oferecê-las automaticamente para o usuário usar. Caso contrário, o usuário poderá baixar a legenda na internet e fazer o upload dela no filme sem nenhuma dificuldade.

Nos testes realizados por INFO, o serviço funcionou normalmente e filmes em alta resolução foram reproduzidos sem problemas. No entanto, é importante ressaltar que o desempenho do streaming de vídeo irá depender da velocidade de conexão do usuário e da resolução do arquivo escolhido, além da quantidade de fontes do torrent. 

G1: Youtube Space chega ao Brasil para produzir vídeos

Youtube Space chega ao Brasil para produzir vídeos
Instalações em São Paulo serão a quinta do site no mundo.
Mais de 30 mil pessoas participaram de 450 oficinas e criaram 6mil vídeos.

O site de compartilhamento de vídeos Youtube aliou-se a uma ONG de educação audiovisual para trazer ao Brasil sua iniciativa Youtube Space, que pretende promover, em solo brasileiro, a produção de vídeos e a formação na área.

As instalações em São Paulo serão o quinto escritório do Youtube Space no mundo, depois de Los Angeles, Londres, Tóquio e Nova York, destacou nota de imprensa do escritório brasileiro do Google, empresa americana dona da popular plataforma de vídeos.

Mais de 30 mil pessoas em todo o mundo já participaram de 450 oficinas e mais de 6 mil vídeos foram produzidos desde que a primeira destas iniciativas foi instalada, acrescentou o Google.

O projeto funciona com oficinas onde pessoas, instituições ou marcas donas de um canal no Youtube terão equipamentos de produção e edição para desenvolver vídeos para suas contas. Também serão instruídos em técnicas audiovisuais.

O requisito é que tenham pelo menos mil assinantes de seus conteúdos.

Para isso, o Youtube aliou-se à ONG Instituto Criar, que existe há dez anos e forma jovens de classes baixas em oficinas ligadas à TV e ao cinema.

Os alunos da ONG e os criadores do Youtube no Brasil terão acesso "a modernos equipamentos audiovisuais, treinamentos e cursos", destacou a nota do Google.

O Youtube Space ainda não foi inaugurado. O Brasil é um dos líderes no uso das redes sociais.