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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Folha de São Paulo: Sony apresenta TV 4K mais fina que smartphone e novas câmeras

Sony apresenta TV 4K mais fina que smartphone e novas câmeras

Robyn Beck

Visitantes fotografam a Sony Bravia X9000C, exposta na feira de eletrônicos CES
A Sony anunciou na CES a sua nova linha de aparelhos com tecnologia visual 4K. Entre os produtos, está uma nova TV Ultra HD de apenas 4,9 milímetros de espessura –mais fina do que o Xperia Z3.

A Bravia X9000C é um dos 11 modelos de TV 4K que a companhia deve lançar neste ano, todos com sistema operacional Android.

Durante conferência realizada na noite dessa segunda-feira (5) em Las Vegas (EUA), onde ocorre o evento, a empresa apresentou também a 4K Action Cam, nova câmera de ação que filma em Ultra HD.
Equipada com avançada tecnologia de estabilização ótica, a filmadora chega para rivalizar com a Hero 4 Black da GoPro.

Continuando com o 4K, a companhia trouxe também um novo modelo da câmera de mão Handycam que diz ser 30% menor, 20% mais leve e 50% mais barata do que modelos anteriores, que custará US$ 1 mil nos EUA.

Executivo apresenta a nova câmera de ação 4K da Sony durante conferência na CES 2015


ÁUDIO
A empresa japonesa trouxe ainda uma série de novos acessórios com suporte à sua nova tecnologia para melhorar a definição do áudio.

O anúncio mais curioso ficou por conta das Symphonic Light Speakers –luminárias conectadas via wi-fi que "tocam música para todos os lados", como definiu Hirai.

O produto faz parte do projeto de "casa inteligente" desenvolvido pela Sony.

Detalhes sobre preços e datas de lançamento dos produtos anunciados ainda não foram definidos pela companhia.

Info: Boss é o primeiro smartphone com a criptografia da rede Tor

Boss é o primeiro smartphone com a criptografia da rede Tor

Lucas Agrela
Boss, o primeiro smartphone com a criptografia da rede Tor, foi apresentado nesta semana durante a feira de eletrônicos de consumo CES 2015, em Las Vegas. A fabricante irá buscar 150 mil dólares para iniciar a produção do aparelho no site de financiamento coletivo no IndieGoGo a partir de 2 de março.

O gadget tem tela de 7 polegadas com resolução um pouco maior que o padrão Full HD (1 920 por 1 200 pixels), processador octa core mediatek, 16 GB de armazenamento interno, suporte para cartão microSD, câmeras de 8 MP e 2 MP, suporte global às redes 4G e 3G, bateria de 3 000 mAh e sistema Android 5.0 Lollipop. Fora isso, há suporte para dois chips de operadoras de telefonia móvel.

A rede Tor oferece navegação anônima na internet e é normalmente utilizada para acessar à Deep Web. Com essa rede, não é possível estabelecer um IP para o usuário nem em que país ele está. Ou seja, o smartphone oferece uma navegação mais segura que a média na internet.

"O Boss terá criptografia Tor rooteada para a sua privacidade", informa a companhia no IndieGoGo.

Quem tiver interesse em comprar o aparelho ainda durante a campanha de financiamento coletivo precisa colaborar com pelo menos 275 dólares, aproximadamente 743 reais. Se atingir a meta de arrecadação no IndieGoGo, os primeiros compradores dos smartphones Boss irão recebê-los a partir de outubro de 2015.

Folha de São Paulo: Celular da Kodak não honra tradição da empresa; confira impressões

Celular da Kodak não honra tradição da empresa; confira impressões

Bruno Romani

Depois de pedir falência e passar por um processo de reestruturação, a Kodak tenta ressurgir para o consumidor comum, tão acostumado com a tradição fotográfica da companhia.

Na CES, uma das feiras de eletrônicos mais importantes do mundo, a empresa mostrou uma das maneiras de como tentará voltar aos dias de glória: um smartphone voltado para o vovô.

Anunciado dias antes da feira, o IM5 não vai brigar com topos de linha, como os iPhones da Apple, ou com aparelhos que caíram no gosto popular, como o Moto G. O telefone foca em um público mais velho —e decepciona por ter pouca intimidade com o legado da Kodak. No rápido teste da reportagem, o IM5 mostrou que não deverá ser o salvador da lavoura.

A interface retrabalhada do Android 4.4 (a atualização para o 5, versão mais recente do sistema operacional, é garantida) tem ícones enormes espalhados pela tela —"internet", "Gmail", e "câmera" são alguns deles. Ainda há "compartilhar" e "imprimir", únicos momentos em que o aparelho mostra sua suposta ligação com o mundo das fotos.



Parte da frente do smartphone IM5, da Kodak, apresentado na feira CES deste ano


Tudo é ajeitado de maneira bem básica, para evitar que o usuário caia em menus e se perca na interface. A tela de 5 polegadas é grande, mas a resolução de 720p deixa suas limitações aparentes.

O corpo do aparelho é de plástico, com um design que lembra o do iPhone 5, e a maior qualidade do aparelho é sua leveza. Não deverá incomodar o usuário.
No quesito câmeras, ele conta com uma frontal de 5 Mpixels e outra traseira, de 13 Mpixels. A qualidade das imagens pareceu satisfatória, mas nada que não possa ser obtido com um aparelho como o Moto G, de preço intermediário (R$ 749, na versão mais simples). Pouco para um aparelho que carrega o nome da Kodak.


Parte de trás do smartphone IM5, da Kodak, apresentado na feira CES deste ano
Sinal de que a companhia ainda tenta se levantar é que o aparelho não é produzido pela empresa, mas, sim, pelo Bullitt Group, fabricante que está longe de ter forte presença no mercado. O IM5 será lançado na Europa, no primeiro semestre, por US$ 250. Deve chegar aos Estados Unidos até o final do ano.

Não há informações sobre lançamento no Brasil. 

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

IdgNow: Samsung convoca consumidores e empresas a entrar na Internet das Coisas

Samsung convoca consumidores e empresas a entrar na Internet das Coisas


Presidente e CEO da Samsung Electronics, B.K.Yoon, enfatizou na abertura da CES 2015 a necessidade de um ambiente "aberto" para crescer IoT
 
A Samsung abriu oficialmente a feira International CES na noite desta segunda-feira, 05/01, em Las Vegas, com uma apresentação que desenhou um cenário colorido sobre a Internet das Coisas, conclamando os fabricantes da serem "abertos" e trabalharem juntos para fazer o futuro acontecer.

O presidente e CEO da Samsung Electronics, B.K. Yoon, ofereceu uma visão otimista do futuro, no qual todos os dispositivos, da TV aos sistemas de aquecimento e automóveis, estarão conectados entre si e à internet e compartilhando dados para melhorar a vida da humanidade.

"Cada um de nós estará no centro do nosso próprio universo IoT", disse Yoon, prevendo por exemplo que cadeiras vão detectar automaticamente quando estivermos fora de casa, no frio, e se aquecer automaticamente para nos receber quando chegarmos em casa.

Força em 2017

Yoon destacou o fato de que a IoT está ganhando força. Em 2017, diz ele, 90% dos produtos eletrônicos vendidos pela Samsung serão dispositivos IoT, incluindo todas as suas TVs, smartphones e tablets. Mas o executivo da Samsung não escondeu o fato de que o cenário bacana da casa conectada pintado pelas empresas está ficando desgastado.

Ainda não está evidente como os consumidores vão conectar tudo a tudo sem dificuldade, especialmente no momento em que plataformas de software concorrentes disputam o mercado, incluindo Apple, Google e outros participantes.

IoT requer padrões

A Internet das Coisas precisa de padrões para atingir seu pleno potencial, disse Yoon. Ele prometeu que a Samsung vai criar "um ecossistema aberto de IoT", um que funcionará com todos os sistemas operacionais e dispositivos.

Mas há também outros obstáculos que foram endereçados rapidamente na apresentação. "A segurança precisa ser embutida no hardware e no software em todos os níveis", disse Yoon. "É preciso mais do que uma empresa, mais do que uma indústria, para criar esse universo IoT", concluiu. "Todos temos que trabalhar juntos", enfatizou o executivo da Samsung.

Ele só precisa agora convencer a indústria a fazer acontecer. É possível assistir a apresentação completa de Yoon no canal da Samsung no You Tube.

Info: Cadeado inteligente permite destravar bagagens com o smartphone

Cadeado inteligente permite destravar bagagens com o smartphone

Adeline Daniele

Uma nova solução apresentada hoje na CES 2015 promete acabar com os problemas de muitos viajantes pelo mundo. Trata-se de um cadeado digital que pode ser destravado com o smartphone do usuário. Assim, ninguém mais teria problemas ao perder as chaves do cadeado convencional e nem o perigo de ter seus itens roubados entre as viagens de avião.

Anunciado pela startup Digipas durante a feira de eletrônicos de consumo realizada anualmente em Las Vegas, o produto foi designado como o primeiro cadeado de bagagem inteligente, chamado de eGeeTouch.

Basta ter um aparelho com a tecnologia NFC ativada para usar o cadeado, que dispensa códigos e combinações complicadas. O eGeeTouch ainda é à prova d’água e suporta as variações de temperatura pelas quais as bagagens comumente passam durante viagens.

Quem não possui dispositivo com NFC também não precisa se preocupar: é possível usar uma etiqueta pareada com o cadeado ou um adesivo colado na carteira.

O produto já foi aprovado pela Administração de Segurança de Transporte dos Estados Unidos (TSA na sigla em inglês) e também inclui uma chave de acesso para que funcionários autorizados dos aeroportos possam revistar as bagagens.

O cadeado digital funciona com bateria, e pode ser recarregado com uma fonte externa e portátil de USB, algo que pode ser uma desvantagem, já que o usuário pode acabar ficando sem bateria no celular e no dispositivo, sem ter como acessar sua bagagem. Para resolver esse problema, a Digipas oferece um chave mecânica como backup que pode ser usada pelo buraco da fechadura da TSA em casos de emergência.

Por enquanto, ainda não se sabe quando o eGeeTouch chegará às lojas e nem quanto ele irá custar.

Info: Asus anuncia primeiro smartphone com 4 GB de RAM

Asus anuncia primeiro smartphone com 4 GB de RAM

Lucas Agrela

A Asus anunciou nesta segunda-feira (5), em uma conferência que antecede a feira de tecnologia CES 2015, o smartphone Zenfone 2, o primeiro do mercado mundial a contar com 4 GB de memória RAM (DDR 3). O aparelho será vendido nos Estados Unidos por a partir de 199 dólares, ou 543 reais em conversão direta. Recentemente, a Samsung iniciou a produção de um chip de memória de 4 GB DDR 4, mas nenhum aparelho conta com a novidade até o momento.

O smartphone tem chipset Intel Atom Z3580 quad core de 2,33 GHz, um processador (SoC) que é até três vezes mais veloz que alguns concorrentes quad core, segundo a Asus. Já o processador gráfico (GPU) chega a ser oito vezes mais potente, informou a empresa, destacando que há suporte para a API gráfica Open GL 3.0.


O Zenfone 2 tem uma câmera de 13 MP com flash dual tone, semelhante ao usado pela Apple nos iPhones 5s e 6, para dar maior fidelidade de cores e definição às fotografias. Um diferencial deste produto é que tanto a câmera traseira quanto a câmera frontal contam com a tecnologia HDR (algo que pode ser interessante para quem gosta de tirar selfies. Aliás, são 5 MP na câmera frontal). A Asus promete imagens com brilho até 400% melhor que as gerações anteriores em locais com pouca iluminação.

Além disso, o Zenfone 2 conta com tela IPS de 5,5 polegadas com resolução Full HD, suporte para a rede 4G, opções de armazenamento interno de 16 GB, 32 GB e 64 GB, e haverá um modelo de menor custo com 2 GB de RAM.

O novo processador da Intel conta com uma tecnologia de recarga energética ultra veloz que permite à bateria de 3 000 mAh do Zenfone 2 ir de zero a 60% após passar por 39 minutos na tomada.

O aparelho da Asus chega a ter 3,9 mm nas bordas e até 10,9 mm ao longo de seu corpo.

Zen UI - O sistema do dispositivo será o Android Lollipop (5.0) e ele contará com a nova versão da personalização da Asus, a Zen UI. Com ela, será possível sacodir o smartphone para abrir um aplicativo de lista de tarefas, haverá um modo especial para crianças (que restringe o uso de alguns apps), bem como um compartimento seguro na memória, o SnapView, dedicado a pessoas que precisam usar o smartphone na vida pessoal e na corporativa.

Fora isso, a Zen UI pode fazer o Zenfone 2 abrir aplicativos quando o usuário desenhar uma letra. Por exemplo, ao desenhar a letra "E" na tela, o app de e-mail será aberto. De acordo com a Asus, a Zen UI está em 15 milhões de dispositivos.

O preço do Zenfone 2 com 4 GB, 64 GB de armazenamento interno e processador com clock de 2,33 GHz ainda não foi revelado.
Zenfone Zoom - A Asus apresentou também o smartphone chamado Zenfone Zoom, que tem foco em fotografia. O aparelho traz um software de câmera modificado que facilita o acesso a controles como o foco manual, o ISO e a velocidade do obturador.


O sensor da câmera principal é de 13 MP e há tecnologia de foco a laser, bem como zoom óptico de 3x e estabilização de imagem. Fora isso, o aparelho tem tela de 5,5 polegadas com resolução Full HD,

O Zenfone Zoom será vendido a partir do segundo trimestre de 2015, ao custo de 399 dólares (1 082 reais).

A Asus Brasil informou a INFO que não há previsão de lançamento dos smartphones no país.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Info: Fabricante indiana de smartphones Micromax planeja abrir capital

Fabricante indiana de smartphones Micromax planeja abrir capital
Segunda maior fabricante de smartphones da Índia planeja levantar até 500 milhões de dólares no IPO

A Micromax Informatics, segunda maior fabricante de smartphones da Índia, planeja levantar até 500 milhões de dólares por meio de uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) em abril, informou o jornal Economic Times neste sábado.

A empresa, que entrou no mercado de celulares da Índia em 2008, com telefones baratos de tela grande, vai vender uma participação minoritária, disse o jornal, citando executivos de bancos e outro da empresa.
A Micromax escolheu o Morgan Stanley e o Goldman Sachs para coordenar a oferta, segundo o relatório, acrescentando que espera ser avaliada em 14 vezes seu lucro operacional.

A Micromax não respondeu imediatamente ao pedido da Reuters para comentar o assunto.

Apoiada pelas empresas de private equity TA Associates e Sequoia Capital, a Micromax havia contratado bancos em 2010 para um IPO para levantar até 150 milhões de dólares, mas descartou o plano de um ano depois, citando as frágeis condições do mercado.

Seus principais rivais em mais rápido crescimento do mercado de smartphones do mundo incluem a Samsung Electronics, a Motorola e a chinesa Xiaomi.

No trimestre fechado em setembro, mercado de smartphones da Índia cresceu em 64 por cento. A líder Samsung tem uma fatia de mercado de 25 por cento, seguido pela Micromax com 20 por cento, de acordo com a agência de pesquisa Contraponto Research.

Info:Xiaomi vendeu 61 mi de aparelhos em 2014 e planeja expansão

Xiaomi vendeu 61 mi de aparelhos em 2014 e planeja expansão

Gabriel Garcia
Os resultados foram divulgados pelo fundador e presidente Lei Jun em seu blog pessoal
A Xiaomi, fabricante chinesa de smartphones, confirmou que vendeu 61,1 milhões de telefones em 2014, gerando receitas que superaram os 12 bilhões de dólares (32 bilhões de reais).

Os resultados foram divulgados pelo fundador e presidente Lei Jun em seu blog pessoal e estão de acordo com as expectativas da empresa para o ano passado.

Fundada há quatro anos, a Xiaomi vendeu 18,7 milhões de aparelhos em 2013 e 7,2 milhões em 2012. Em dezembro, a empresa levantou 1,1 bilhão de dólares em investimentos, aumentando seu valor de mercado para 45 bilhões de dólares.

Em 2014, a empresa tornou-se a terceira maior fabricante de smartphones do mundo.

Lei Jun afirmou que a empresa espera vender 100 milhões de aparelhos em 2015, focando-se em outros países além da China e os outros sete territórios asiáticos no qual a marca comercializa seus produtos.

O presidente da Xiaomi disse que a fabricante irá se expandir nesses próximos meses, mas não especificou quais eles serão. Rumores afirmam que a marca deve chegar em outros países do Sudeste Asiático, além do México, Turquia, Rússia e até o Brasil.

O mercado chave da empresa atualmente é a Índia, onde a empresa vendeu um milhão de aparelhos em seus primeiros cinco meses.

No post de Lei Jun, feito em forma de carta de agradecimento aos quase 5 mil funcionários da empresa, o fundador da Xiaomi afirmou que a marca está mais competitiva do que nunca.

“Somos uma empresa que a indústria da tecnologia nunca havia visto. De agora em diante, cada passo que dermos irá escrever um novo capítulo na história da indústria”, escreve o fundador da Xiaomi.

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

G1: Fabricante de smartphones Xiaomi levanta US$ 1,1 bilhão de investidores

Fabricante de smartphones Xiaomi levanta US$ 1,1 bilhão de investidores
'Apple da China' é terceira maior fabricante de smartphones do mundo.
Valor de mercado da companhia alcançou US$ 45 bilhões.
A chinesa Xiaomi, uma das fabricantes de smartphones de maior crescimento no mundo, levantou US$ 1,1 bilhão em uma rodada de captação que cimenta seu status como uma das empresas privadas de tecnologia mais valiosas do mundo, com valor de US$ 45 bilhões.

Os investidores incluem fundos de private equity como All-Stars Investment, DST Global, Hopu Investment Management e Yunfeng Capital, assim como o fundo soberano de Cingapura GIC, disse o presidente-executivo da empresa, Lei Jun, nesta segunda-feira (29) em Weibo.

A operação representa um dos primeiros investimentos de alto nível do All-Stars, um fundo estabelecido recentemente e liderado pelo ex-analista de tecnologia do Morgan Stanley Richard Ji. Também fortalece as ligações entre Lei Jun e o magnata de tecnologia Jack Ma, presidente do Conselho do grupo Alibaba que investe de forma privada por meio de seu fundo Yunfeng Capital.

Dados das vendas da indústria dos últimos trimestres mostram que a Xiaomi elevou-se em apenas três anos para se tornar a terceira maior fabricante de smartphones do mundo -- atrás apenas da Samsung Electronics e da Apple -- e sua última rodada de investimentos reforça sua posição como uma das companhias privadas mais valiosas do mundo.

Agora avaliada em US$ 45 bilhões, a Xiaomi alcançou aproximadamente três vezes o valor de mercado da Lenovo, maior fabricante de PCs do mundo, e mais do que o quádruplo da avaliação de US$ 10 bilhões de dólares que tinha em sua última rodada de investimentos, em 2013. 

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Info: Como um app de empresa pode impulsionar o negócio

Como um app de empresa pode impulsionar o negócio

A rede de cafeterias americana Starbucks anunciou no início de dezembro uma novidade para seus clientes nos Estados Unidos. Em 2015, quem tiver o aplicativo da marca instalado em seu smartphone poderá fazer pedidos a distância e buscá-los na loja que escolher.

Essa será a 40ª atualização da plataforma, que foi lançada em 2009 e oferece aos consumidores uma série de facilidades, como conhecer o caminho para a loja mais próxima e pagar pelo celular ainda na fila do caixa.

Ao permitir que as compras online e físicas se complementem, a Starbucks está impulsionando o negócio: hoje, 16% dos pagamentos da rede nos Estados Unidos são feitos pelos smartphones — o que faz da empresa a líder em pagamentos via celular no país. O aplicativo também está disponível no Canadá, no México e no Reino Unido, no entanto não há data prevista para que ele chegue ao Brasil.

“Ainda não estamos preparados para lançá-lo aqui, mas faz parte de nossa estratégia”, afirma Renato Grego, gerente de marketing da Starbucks no Brasil.

Não há motivos para dúvidas sobre o que ele está dizendo. Afinal, as empresas já perceberam que os aplicativos podem resolver problemas concretos de seus clientes. Em 2013, segundo dados da consultoria americana IDC, pela primeira vez as vendas de smartphones chegaram a 36 milhões de aparelhos e superaram as dos celulares tradicionais no Brasil.

É algo que irá se repetir neste ano, em que as projeções apontam para 53 milhões de unidades vendidas. É muita gente com um smartphone em mãos, e essas pessoas passam, em média, 2 horas e meia por dia de olho na tela do aparelho — mais do que à frente do laptop, da televisão e do tablet.

A estimativa dos especialistas é que durante boa parte desse tempo — cerca de 80% — elas estejam usando um aplicativo. No ranking de downloads da loja de aplicativos Google Play, por exemplo, o Brasil só aparece atrás dos Estados Unidos.

“Se as pessoas estão usando mais aplicativos, as empresas querem estar neles também, independentemente do produto que vendem”, afirma Rodrigo Tafner, professor de mar­keting digital da faculdade ­ESPM, de São Paulo.

E existem provas de que as empresas estão de olho na febre dos aplicativos por aqui. De acordo com um levantamento da Pontomobi, agência de marketing para dispositivos móveis do grupo gaúcho RBS, das 275 marcas que mais investem em publicidade no país, 110 possuem algum aplicativo para celular e tablet.

A questão que se impõe para as empresas, porém, é a seguinte: em meio a uma profusão de aplicativos disponíveis, como ter um que se faça notar aos olhos dos consumidores? A tarefa é hercúlea. Há quase 3 milhões de opções de aplicativos — mas 40% nunca foram baixados.

Para piorar, o ato de baixar um aplicativo não significa muito. Uma pesquisa realizada em dezembro pela Associação de Mobile Marketing no Brasil e os institutos Nielsen e Ibope revelou que 84% dos usuários de smartphones no país têm até 30 aplicativos no aparelho, porém usam apenas dez.

“Não basta às empresas criar algo para expor a marca, os apps precisam ter um propósito claro e ter ligação com o negócio”, afirma Vinícius Porto, sócio da empresa Porquenão?, desenvolvedora de aplicativos.

No afã de entrar nessa onda digital, a cervejaria Heineken lançou, em 2011, seu primeiro aplicativo no Brasil. Ele divulgava os resultados dos jogos da liga europeia de futebol, campeonato que a marca patrocina. Um ano depois, o aplicativo foi tirado do ar.

“Percebemos que competíamos em desvantagem com os sites de esportes e não falávamos com os consumidores sobre o que mais nos interessa: cerveja”, diz Chiara Martini, gerente de mídia e conteúdo da Heineken Brasil. Desde 2013, um novo aplicativo vem sendo testado.

Nele, os clientes avaliam o atendimento em quase 3 000 bares e restaurantes onde são servidas as cervejas da marca. Em troca, somam pontos para trocar por produtos Heineken, como caixas de som e malas de viagem. A empresa já recebeu 200 000 avaliações e, com base nelas, fez ajustes em sua operação. Resultado: até outubro, as vendas da cerveja em estabelecimentos nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro aumentaram 16% e 4%, respectivamente.

Cautela

A administradora de shoppings Sonae Sierra Brasil teve medo de colocar no ar um aplicativo que não caísse nas graças dos consumidores e, por isso, no fim de 2011, delegou a alguns funcionários a missão de estudar o tema. Durante dois anos eles avaliaram sugestões de aplicativos de cerca de 50 startups.

Finalmente, no Natal de 2013, a empresa lançou uma plataforma que permite aos clientes dos 12 shoppings de sua rede cadastrar pelo celular notas fiscais para concorrer ao sorteio de prêmios. Desde então, em média, 35% dos cadastros nas datas festivas são feitos online. Com isso, a administradora reduziu 22% os gastos com os balcões e atendentes necessários para a troca dos cupons.

E houve mais um ganho: “Ao analisar os CPFs dos clientes percebemos que, no Dia das Mães, 63% dos cadastros foram de novos participantes, ou seja, gente que nunca teve paciência para enfrentar filas”, diz Laureane Cavalcanti, gerente de marketing da rede de shoppings.

Não são todas as empresas que conseguem mensurar, de maneira concreta, os resultados que obtêm com seus aplicativos. Ainda assim, estão convictas de que apostar neles vale a pena. A montadora Fiat é um exemplo. Desde 2010, a companhia colocou na internet sete jogos diferentes nos quais exibe seu portfólio de veículos.

Em última instância, toda e qualquer ação de mar­keting da Fiat tem o propósito de fazer com que o consumidor vá até a concessionária da marca, mas hoje a empresa não tem meios de saber quem já fez isso por causa dos aplicativos. Por enquanto, o único indicador de sucesso da iniciativa é que 700 000 pessoas já baixaram os joguinhos. E no cenário atual é inegável que isso se trata de uma conquista. 


terça-feira, 23 de dezembro de 2014

IDG Now!: Vendas de smartphones crescem 49% no Brasil e atingem 15,1 milhões

 IDG Now!Vendas de smartphones crescem 49% no Brasil e atingem 15,1 milhões:

Celulares inteligentes superam problemas econômicos mundiais e do país para conseguir resultado histórico entre julho e setembro.


As vendas de smartphones no Brasil alcançaram 15,1 milhões de unidades no terceiro trimestre de 2014, registrando um crescimento de 49% em relação ao mesmo período do ano passado. As informações são da consultoria IDC.

De acordo com a empresa de pesquisas, as vendas de smartphones no período entre julho e setembro superaram todas as expectativas de mercado, que enfrenta um encolhimento da economia no país, aliado a eventos como Copa do Mundo e Eleições.

Os números registrados no Q3 de 2014 também representam um aumento de 11% em relação ao trimestre anterior deste ano. Além disso, o terceiro trimestre registrou vendas de 4,7 milhões de features phones – modelos mais simples de telefones celulares.

Preço menor

Um dos fatores que impulsionou essa venda maior de smartphones foi o preço menor. Em 2011, por exemplo, o chamado ticket médio dos aparelhos era de 900 reais. No Q2 de 2014 caiu para 700 reais e, no trimestre seguinte, despencou para 590 reais.

A IDC Brasil ainda aponta que os smartphones classificados como intermediários, com preços entre 450 e 900 reais, já representam metade do mercado nacional, tendo superado os dispositivos de entrada, mais simples, com valores de até 400 reais. Um bom exemplo desse aparelho intermediário é o Moto G, campeão de vendas da Motorola e que teve um rápido crescimento no país durante o último ano.

Android domina

Seguindo uma tendência mundial, o sistema operacional do Google também fica em primeiro com folga por aqui, estando presente em 91% dos smartphones vendidos no Brasil entre julho e setembro.

De acordo com o estudo, o Windows Phone, da Microsoft, superou o iOS, da Apple, e deve encerrar o ano empatado tecnicamente com o software presente no iPhone.


Fonte: "Vendas De Smartphones Crescem 49% No Brasil E Atingem 15,1 Milhões - IDG Now!" IDG Now! Accessed December 23, 2014. http://idgnow.com.br/mobilidade/2014/12/22/vendas-de-smartphones-crescem-49-no-brasil-e-atingem-15-1-milhoes/.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

G1 - Vendas de smartphones no mundo sobem 20,3% no 3º trimestre.


Segundo a Gartner, foram comercializados 301 milhões de aparelhos.Hegemonia da Samsung diminui, Apple amplia mercado e Huawei avança.

As vendas de smartphones subiram 20,3% no terceiro trimestre deste ano, frente ao mesmo período de 2013, e chegaram a 301 milhões de unidades em todo o mundo, segundo dados colhidos pela consultoria Gartner. O movimento contrastou com o volume comercializado de telefones celulares em geral, que ficou praticamente estável em 455,8 milhões.

A performance melhorou especialmente nos mercados emergentes. No Leste Europeu e na região que compreende Oriente Médio e África, o crescimento nas vendas de smartphones foi próxima a 50%. Nos Estados Unidos, com o lançamento do iPhone 6, da Apple, a alta foi de 18,9%.

Segundo a Gartner, a sul-coreana Samsung continuou líder do mercado mundial de smartphones. A empresa, no entanto, vendeu 8,9% menos aparelhos no trimestre, ou 73,2 milhões de unidades, e sua participação caiu de 32,1% para 24,4% em um ano.

Por outro lado, a Apple viu um salto nas vendas por conta da sexta edição de seu dispositivo móvel: o incremento foi de 25,9%, para 38,2 milhões de iPhones. A fatia do mercado que a americana controla passou de 12,1% para 12,7%. O desempenho da chinesa Huawei também melhorou, com avanço de 36,6% nas vendas, para 15,9 milhões de aparelhos, e participação subindo de 4,7% para 5,3%.

Apesar da menor demanda por produtos da Samsung, a escalada da Huawei e de outras fabricantes menores fortaleceu ainda mais a liderança do Android, desenvolvido pelo Google, como o sistema operacional móvel preferido. No total, 83,1% dos smartphones vendidos entre julho e setembro utilizavam o software, contra 12,7% que preferiram o iOS, da Apple.

Folha de S.Paulo:Instagram lança atualização com cinco novos filtros para fotos


O Instagram lançou nesta terça (16) uma atualização com cinco novos filtros para fotos.

Representação dos novos filtros
Em um comunicado enviado à imprensa, a rede social apresentou as novas opções: Perpetua, uma aparência de natureza, com tons "terrosos"; Aden, com tons pastel; Ludwig, que retira a maior parte das cores e realça a luz; Crema, efeito de suavização que mistura tons frios e quentes, e Slumber, uma aparência retrô que reduz a saturação e a nebulosidade.

"Mais do que uma mudança brusca nas imagens, os novos filtros buscam inspiração em tendências fotográficas, artísticas, de moda e design para tirar vantagem das imagens em alta qualidade", disse a empresa por meio da nota.

A atualização traz também, como novidade, a possibilidade de personalizar a barra de filtros, permitindo que o usuário escolha a ordem de exibição das opções de efeito. Além disso, os ícones agora são miniaturas borradas da foto que será publicada.

Segundo o comunicado, a atualização começou a entrar às 16h desta terça para todos os usuários de Android e iOS.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

G1: Selfies em sequestro de Sydney revoltam internautas

Selfies em sequestro de Sydney revoltam internautas
Enquanto homem armado mantém reféns dentro de café em cidade australiana, do lado de fora, pessoas fazem autorretratos.

'Quem tira uma selfie em meio a um sequestro? Bem, estas idiotas tiram', disse uma usuária do Twitter (Foto: Reprodução)

Enquanto um homem mantém um grupo de reféns presos em um café em Sydney, na Austrália, algumas transeuntes do lado de fora não resistiram à tentação de tirar selfies com o local do sequestro ao fundo, causando revolta entre os usuários do Twitter.

A foto de duas amigas fazendo autorretratos já foi compartilhada algumas centenas de vezes, na maioria das vezes acompanhadas de críticas. "Quem tira uma selfie em meio a um sequestro? Bem, estas idiotas tiram", disse uma usuária.

"Bem-vindos a 2014, quando tirar uma selfie supera sua preocupação com a segurança e o bem-estar de sua população", afirmou a usuária Mer.

Apesar de ser malvisto, o comportamento destas pessoas não pode ser taxado como incomum – pelo contrário, só cresceu em popularidade neste ano. Em 2014, a busca pelo termo selfie no Twitter cresceu 500%. Foram 92 milhões de buscas.

Uma selfie – da apresentadora Ellen DeGeneres no Oscar – tornou-se a mensagem mais republicada da rede social neste ano, com 3,3 milhões de compartilhamentos. A imagem também foi considerada a foto do ano pela revista Time. "A audiência para fotos vem crescendo exponencialmente graças à internet e aos smartphones", disse a revista.

Existem pessoas que até mesmo negociam troca de elogios para tornar suas selfies mais populares.

Funerais
As selfies se tornaram tão populares que nem mesmo os funerais escaparam. No velório do candidato à Presidência Eduardo Campos, após sua morte em um acidente de avião, várias pessoas presentes tiraram autorretratos ao lado do caixão e postaram as imagens nas redes – causando uma onda de indignação entre internautas.

Uma selfie tirada com o presidente Barack Obama durante o velório de Nelson Mandela também causou críticas. Existe até mesmo uma página da rede Tumblr que coleciona selfies feitas em funerais.

"Por que as pessoas estão tirando selfies e constantemente registrando tudo? A tecnologia sempre esteve presente neste sentido, mas para mim há um ponto em que chegamos longe demais", disse o pesquisador Andrew Hoskins, da Universidade de Glasgow, na Escócia, e autor do livro iMemory.

Agora, foi a vez das selfies feitas no sequestro em Sydney causarem espanto. "Não consigo entender por que alguém tiraria uma selfie do lado de fora de um café onde há reféns. Perdi a fé na humanidade", disse NJ Trader no Twitter.

"Todos que tirarem uma selfie hoje no sequestro em Sydney têm que fazer um curso obrigatório como aquele que é feito quando você é pego dirigindo bêbado", afirmou outro usuário.

O sequestro causou comoção no Instagram, onde diversas pessoas compartilharam imagens acompanhadas das hashtags #PrayForSydney (Reze por Sydney, em inglês) e #SydneySiege (Cerco em Sydney, em inglês). 

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Idgnow: Google lança selo para indicar sites adaptados para smartphones

Google lança selo para indicar sites adaptados para smartphones
Chamado de "Para Mobile", selo especial indica quando site é otimizado para leitura em aparelhos móveis.
O Google lançou nesta semana um selo chamado “Para Mobile” que, como sugere o nome, indica quando um site é otimizado e oferece, assim, uma boa experiência de leitura para dispositivos móveis.

O novo selo vai aparecer nos resultados de busca, logo abaixo da URL, como mostra a imagem abaixo, para alertar ao internauta se ele vai precisar ficar quebrando a cabeça para ler o conteúdo da página de maneira agradável.