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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Olhar Digital: Nova máquina de escrever mistura nostalgia e tecnologia moderna

Olhar Digital: Nova máquina de escrever mistura nostalgia e tecnologia moderna:

Existem pessoas que sentem falta da boa e velha máquina de escrever, normalmente quem precisa criar textos e não consegue ou não pode lidar com as distrações de um computador com internet, como escritores ou (cof, cof) jornalistas. Ao mesmo tempo, as facilidades da tecnologia fazem muita falta. Para este público existe a Hemingwrite, uma máquina de escrever que mistura a nostalgia com alta tecnologia.

ReproduçãoA máquina de escrever possui uma telinha de e-ink (mesmo material usado nas telas dos Kindles e outros e-readers) que consome pouquíssima energia. O pequeno display, de 6 polegadas, mostra tudo que é digitado no preciso e confortável teclado mecânico do aparelho e permite comodidades como as teclas “delete” e “backspace”.

A Hemingwrite possui uma bateria que dura 6 semanas, graças ao baixo consumo. Além disso, ela possui conectividade Wi-Fi que permite que seus textos fiquem salvos automaticamente na nuvem. Tudo isso dentro de uma carcaça de alumínio elegante e resistente.

O problema é que, como seus antepassados, a Hemingwrite é bastante pesada, totalizando quase 2 kg, tornando incômodo o seu transporte por aí. Mas, para quem está em casa e precisa escrever um texto e não pode se distrair, poucas opções parecem melhores.

O produto ainda está em fase de protótipo e, portanto, ainda não existe previsão de início das vendas e preço.

Fonte: "Olhar Digital: Nova máquina de escrever mistura nostalgia e tecnologia moderna."Olhar Digital. N.p., n.d. Web. 24 Oct. 2014. <http://olhardigital.uol.com.br/noticia/44840

Olhar Digital: Tecnologia lê emoções para prever fracassos no cinema

Olhar Digital: Tecnologia lê emoções para prever fracassos no cinema:

Com o sucesso do streaming e dos torrents, assistir filmes no cinema se tornou algo menos comum e, consequentemente, menos lucrativo para a indústria cinematográfica. Além disso, um filme sempre esteve suscetível à aprovação do público. 

Pensando nisso, uma empresa americana originada do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) criou o Affectiva, software que faz a leitura de expressões faciais para medir a reação positiva ou negativa dos espectadores.

Segundo a BBC, a tecnologia ainda tem a capacidade de medir outros dados, como até mesmo o batimento cardíaco. No entanto, os fundadores do Affectiva garantem usar o programa apenas em plateias que tenham consetido no seu uso.

No futuro, softwares como o Affectiva podem servir como uma arma poderosa para os estúdios, já que as prévias atuais nem sempre ajudam na medição de aprovação do público. Com a tecnologia, seria possível compreender cena por cena o que se passa na cabeça da pessoa que está assistindo o filme.

Fonte: "Olhar Digital: Tecnologia lê emoções para prever fracassos no cinema." Olhar Digital. N.p., n.d. Web. 24 Oct. 2014. <http://olhardigital.uol.com.br/noticia/448

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Secretaria apresenta projeto de modernização de escolas na região de Barreiras




O município de Barreiras recebeu nesta segunda-feira (20) uma nova edição do Encontro de Diretores Escolares, para apresentação do projeto de modernização tecnológica das escolas estaduais e Diretorias Regionais de Educação (Direc). A ação irá viabilizar o acesso e a utilização de conteúdos e sites educacionais, por professores e estudantes, por meio de uma rede de intranet Wi-Fi (sem fio).

O evento, que contou com a presença do secretário da Educação do Estado da Bahia, Osvaldo Barreto, também serviu para a assinatura de ordem de serviço para construção e cobertura de quadras poliesportivas em nove unidades escolares da região.

Em processo de implantação, o projeto de modernização tecnológica vai estar disponível para acesso, inicialmente, em 132 unidades, a partir do ano letivo 2015. “Nós acreditamos que as escolas devem ser sempre valorizadas, pois o estudante é nosso foco principal. E esse projeto proporciona estrutura e condições para que todos tenham qualidade no acesso à internet e à intranet, por meio de conteúdos educacionais digitais”, destaca o secretário Osvaldo Barreto.

Das escolas participantes, divididas entre as Diretorias Regionais de Educação de Ibotirama (Direc 22), Macaúbas (Direc 23), Barreiras (Direc 25), Bom Jesus da Lapa (Direc 26) e Seabra (Direc 27), 24 unidades já estão recebendo materiais e orientações para a implantação da rede. 

Conteúdos digitais

“Essa modernização vai possibilitar que os professores possam usar diversos conteúdos digitais disponíveis na web, inclusive conteúdos desenvolvidos pelo Instituto Anísio Teixeira (IAT), por meio do Ambiente Educacional”, explica o secretário.

No projeto de construção e cobertura de quadras, a comunidade do Colégio Estadual Mimoso do Oeste, localizado na cidade de Luis Eduardo Magalhães, festeja a assinatura da ordem de serviço. “Além dos esportes, o local servirá como espaço para desenvolvimento de outros projetos”, conta a diretora Tânia Teresinha Diedrich
Durante o evento, também foram apresentados aos participantes os diversos recursos disponíveis no Ambiente Educacional WEB. O Espaço virtual dispõe de conteúdos pedagógicos multidisciplinares criados para que estudantes e professores possam acessar, compartilhar e construir conhecimentos por meio das novas tecnologias da informação e da comunicação.

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Olhar Digital: Amazon quer que as casas digam às pessoas quando elas devem fazer compras

Olhar Digital: Amazon quer que as casas digam às pessoas quando elas devem fazer compras:

Nos próximos anos a Amazon pretende investir pesado em tecnologia vestível e dispositivos para internet das coisas. Os planos serão tocados pelo Lav126, divisão responsável pelo desenvolvimento de aparelhos como Kindle e Fire Phone.

De acordo com documentos revelados pela Reuters, a Amazon aumentará o contingente do Lab126 em pelo menos 27% dentro de cinco anos, fazendo a divisão alcançar 3.757 colaboradores até 2019 - havia menos de 3 mil no fim de 2013. Serão investidos US$ 55 milhões.

Fontes que trabalham no Lab126 informaram à agência que a empresa de Jeff Bezos testa um simples dispositivo Wi-Fi que pode ser deixado na cozinha ou ao armário, permitindo que o usuário compre itens domésticos pressionando apenas um botão.

Ao menos nos Estados Unidos isso seria facilitado pelo fato de que a Amazon é a maior varejista virtual do país, então ela conhece os hábitos e necessidades dos clientes. Isso já é explorado no Fire Phone através do Firefly (saiba mais), e recentemente a companhia lançou o Dash, um aparelho que facilita o processo de compras dentro de casa (veja).

A empresa também estaria trabalhando em um sistema que identificaria quando as pessoas precisam fazer compras, informando-as, por exemplo, quando é necessário trocar o filtro do ar-condicionado.

Fonte: Olhar Digital: Amazon quer que as casas digam às pessoas quando elas devem fazer compras." Olhar Digital. N.p., n.d. Web. 26 Sept. 2014. <http://olhardigital.uol.com.br/noticia/4430

Olhar Digital: Relógio inteligente avisa quando usuário está gastando muito

Olhar Digital: Relógio inteligente avisa quando usuário está gastando muito:


Os relógios inteligentes são conhecidos no mundo da tecnologia não por exibir as horas, mas por monitorar atividades dos usuários incluindo batimentos cardíacos, calorias gastas e outros dados. Agora, um novo dispositivo promete acompanhar outra atividade: a de gastar dinheiro.

Batizado de "Cash" ("dinheiro", em inglês), o aparelho custa US$ 139 (cerca de R$ 334) e não mostra notificações ou ligações, restringindo-se apenas às finanças do usuário. Ao comprar algo, a pessoa deve clicar no ícome de preço do relógio e escolher uma categoria (roupas, alimentação, etc.). 

Em seguida, é preciso digitar o valor da aquisição. Antes disso, no entanto, é necessário que o usuário estipule sua cota mensal para que o Cash calcule quanto é possível gastar conforme a pessoa faça compras.

Se você estiver perto do limite ou ultrapassá-lo, o relógio informa quanto você está gastando em cada categoria. Além disso, uma coluna verde indica quando você ainda tem para o mês e a vermelha, quanto você já gastou. Quando o usuário começa a gastar muito, o smartwatch ainda envia mensagens encorajando-o a "se segurar".

O gadget foi criado pela especialista financeira Nicole Lapin e está disponível em versões femininas e masculinas com três opções de pulseira: branca com textura de crocodilo, branca de silicone e prata estampada. O Cash começará a ser vendido no dia 1º de outubro pelo seu site oficial.

Fonte: "Olhar Digital: Relógio inteligente avisa quando usuário está gastando muito."Olhar Digital. N.p., n.d. Web. 26 Sept. 2014. <http://olhardigital.uol.com.br/noticia/4430

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Olhar Digital: Coursera oferece 4 cursos gratuitos sobre tecnologia

Olhar Digital: Coursera oferece 4 cursos gratuitos sobre tecnologia:


A Coursera, plataforma gratuita de cursos online, anunciou hoje parceria com duas importantes universidades brasileiras: USP e Unicamp passam a elaborar cursos em português para o projeto. Além disso, alguns módulos estão sendo legendados em português com a ajuda de tradutores voluntários.

O Brasil é o quinto país com mais cadastrados no site, com cerca de 300 mil usuários entre os 9 milhões no mundo todo. Criada em 2012 na Universidade de Stanford, a plataforma conta com 110 instituições de ensino parceiras que oferecem mais de 700 cursos em diversas áreas.

Por enquanto, apenas 28 cursos estão legendados em português, mas a intenção é que o número cresça. Os programas ministrados pelas universidades brasileiras começam ainda este mês. Para conferir todos os temas oferecidos, clique aqui.

O Olhar Digital encontrou quatro cursos de tecnologia legendados em português:


Duração: 4 semanas

O curso ensina a programar e analisar dados em R. As aulas abrangem questões práticas da computação estatística, descrevem conceitos de linguagem de programação genéricas, além da construção de funções de depuração, leitura de dados e perfis na linguagem.


Duração: 1000 semanas *(Se o redator da Coursera não tiver colocado zeros a mais, o aluno vai estudar por 19 anos)

O curso ensina ideias de ciência da computação para quem não possui conhecimentos no tema abordando assuntos como hardware, jargões utilizados, funcionamento de softwares, funcionamento da internet, segurança na computação, entre outros.


Duração: 7 semanas

Durante as aulas, o aluno é introduzido à linguagem de programação com conceitos básicos, estruturas de controle e funções de JAVA.


Duração: 9 semanas

O curso é voltado para alunos com pouca ou nenhuma experiência em computação e ensina fundamentos básicos da construção de aplicações interativas que utilizam a linguagem Python. Para mais informações, acesse oprograma do curso.

Fonte: "Olhar Digital: Coursera oferece 4 cursos gratuitos sobre tecnologia." Olhar Digital. N.p., n.d. Web. 19 Sept. 2014. <http://olhardigital.uol.com.br/noticia/4419

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Folha de S.Paulo:Por uma revolução tecnológica no serviço público


Como melhorar os serviços públicos usando a tecnologia? Não há gestor público sério hoje que não se preocupe com esse tema. Um bom estudo de caso envolve o desastre que quase arruinou o site do sistema de saúde dos EUA, o "HealthCare.Gov".

Anunciado como símbolo da principal política do governo Barack Obama, o projeto custou US$ 400 milhões, empregou milhares de pessoas e levou dois anos para ser desenvolvido. Quando foi lançado em outubro de 2013, o site naufragou. Cidadãos não conseguiam sequer fazer log-in para se beneficiar do novo plano de saúde pública.

Em uma ação de emergência, a Casa Branca chamou o engenheiro Mikey Dickerson, de 35 anos, para resolver o problema. Ele já havia trabalhado na campanha de Obama e em empresas de tecnologia. Coordenando uma equipe inicial de 5 pessoas, em 6 semanas ele resolveu os problemas e evitou que a bomba política explodisse.

Dickerson acaba de ser contratado como Diretor-chefe de Informação da Casa Branca. Sua principal tarefa é proteger o governo de empresas gigantescas, que oferecem soluções caras, demoradas e monolíticas. Na visão dele, esse modelo é antiquado. O governo precisa atuar mais como uma start-up, apostando em soluções que já existem, em código aberto, e ciclos rápidos de desenvolvimento, que duram semanas e não anos para acontecer.

No Brasil a questão é similar. A maioria dos gestores públicos é assediada o tempo todo por grandes empresas querendo vender soluções mágicas, caras e demoradas, que na prática não funcionam como esperado e se tornam obsoletas rapidamente. É preciso mudar isso. Alguns exemplos já seguem esse sentido.

No Rio, onde o trânsito só piora, o Centro de Operações da Prefeitura poderia ter contratado um estudo sobre o problema, que levaria meses e custaria alto aos cofres públicos. Em vez disso, fez um acordo com o Waze. Os dados do app sobre a cidade como um todo são fornecidos para a Prefeitura em tempo real, que pode planejar o trânsito com eles. E o melhor: a custo zero. É esse tipo de parceria que Dickerson defende.

Outro exemplo é o mapeamento das favelas. Em um tema onde o poder público falha há anos (até hoje muitas comunidades aparecem nos mapas como "áreas verdes"), o avanço vem sendo feito por empresas como Microsoft e Google.

Esta última, em parceria com o Afroreggae, criou o "Tá no Mapa", projeto que colocou as ruas de diversas comunidades on-line (inclusive no recurso "Street View"). São áreas onde os Correios ou outros serviços públicos não chegam. Onde as pessoas não têm endereço nem CEP.

É significativo que o mapeamento seja feito por empresas privadas. Essas companhias enxergam novos e importantes consumidores para seus produtos em áreas onde nem cidadania chegou como deveria.
Em suma, pode haver uma grande revolução tecnológica nos serviços públicos. Hoje ela depende muito mais de visão do que de dinheiro.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Info: Intel anuncia detalhes do processador Core M Broadwell


Novo processador em destaque 
Quem cogitou que a Intel tivesse atingido o limite físico do processo de fabricação de chips, felizmente se enganou. Hoje, 11 de Agosto, a tradicional fabricante de processadores com arquitetura CISC (Complex Instruction Set Computer) anunciou detalhes de seu novo processador, o Intel Core M, com microarquitetura Broadwell. O novo processo de fabricação utiliza tecnologia de 14 nanômetros. Para lembrar, a lei de Moore afirma que o número de transistores em um chip dobra a cada dois anos. Então, mais uma vez na história, a lei pode ser cumprida.
Antes de entrar nos detalhes, vale observar a comparação proposta pela empresa. Segundo a Intel, em comparação com o Intel Core Processor de 2010, a espessura do notebook ou tablet poderá reduzir de cerca de 26 milímetros para 7,2 milímetros. A redução do consumo do processador, pode diminuir 4 vezes. Com mais espaço e arquitetura nova, o desempenho gráfico melhora 7 vezes nesta comparação. Vale lembrar que um protótipo com o novo processador foi demonstrado na última Computex. O Llama Mountain, como foi batizado, usa o processador para entregar 7,2 milímetros de espessura.

Tick: refinamento da estrutura tri-gate (FinFET) – Imagem: Reprodução/Intel

Mas e a comparação com o Haswell? Stephan Jourdan, diretor da Arquitetura SoC (System-on-Chip), afirma que o Broadwell Y tem 50% menos área que o Haswell Y. Em volume é uma redução de 25 %. O tamanho faz reduzir em duas vezes o TDP (Thermal Design Point). Isto também implica uma estrutura que não demanda refrigeração ativa. Outro ponto, está na redução agressiva do consumo de energia em estado de espera. Cerca de 60%. Esta redução é fruto de um novo método de operação e construção do controlador de energia. O detalhe é que o chip deveria ter sido lançado há algum tempo, mas teve que voltar para a fábrica por problemas. O problema parece superado com este anúncio.

As mudanças no processamento gráfico incluem o suporte nativo a resolução 4K Ultra HD. Seguindo também com suporte ao DirectX 11.2 e ao OpenGL 4.3. Ainda que a Intel mencione um aumento de poder computacional gráfico de 20% , não sabemos ao certo como isso vai refletir em uso real.

Informações mais concretas da performance dos novos processadores, e as especificações deles, devem aparecer no evento Intel Developer Forum, em São Francisco. Por ora, a Intel afirma que eletrônicos com o novo processador devem chegar no final do ano e mais fortemente em 2015. Parece que a arquitetura ARM finalmente pode ter um competidor a altura.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

INFO: Robôs-origami se desdobram sozinhos e saem andando

INFO: Robôs-origami se desdobram sozinhos e saem andando

robo-origami
Inspirados nos origamis, a arte japonesa da dobradura de papéis, cientistas americanos criaram um robô que promete revolucionar o setor, tanto na Terra quanto no espaço: é chato como uma folha de papel até começar a ganhar vida, desdobrar-se e sair andando.
Este novo tipo de robô poderia, um dia, ser usado na exploração espacial, deslizar sob os escombros nos trabalhos de resgate ou acelerar a manufatura em linhas de montagem, disseram especialistas nesta quinta-feira.
Embora a comercialização desta máquina ainda esteja a anos-luz, o informe publicado na revista especializada Science destacou que os últimos avanços abrem o caminho para um novo gênero no mundo da robótica personalizada.
Em primeiro lugar, o material é barato - custa apenas 100 dólares. Mas, além disso, o robô pode se reprogramar facilmente para executar diferentes tarefas, disse Sam Felton, cientista do instituto tecnológico Wyss de engenharia e da escola de ciências aplicadas da Universidade de Harvard.
"Da mesma forma que você pode ter um documento do Word, mudar algumas palavras e simplesmente voltar a imprimi-lo, da mesma forma se pode pegar o plano digital do robô, mudar uma ou duas coisas e voltar a programá-lo", explicou Felton a jornalistas.
O minúsculo robô é formado por camadas, algumas delas de papel, uma camada de cobre intermediária com uma rede de condutores elétricos gravados e outra camada externa, feita de um polímero com memória que se dobra e desdobra quando esquenta.
Assim que as baterias e o motor se ativam, o robô se desdobra de forma similar aos brinquedos Transformers, e escapole como um caranguejo.
Felton disse que o custo total do equipamento usado para desenvolver este robô foi de 11.000 dólares.
O robô-origami em si custa cerca de 80 dólares com baterias e motor, mais US$ 20 com os materiais. "Se tivesse que fabricar outro, custaria 100 dólares", disse Felton.
Estes robôs têm muitas aplicações em potencial. Como se apresentam inicialmente no formato plano, podem ser implementados para a busca e o resgate em espaços confinados, como prédios desmoronados, onde o aparelho pode se desdobrar automaticamente em locais que de outra forma seriam inacessíveis.
Graças à forma plana, também poderiam ser enviados em grande número ao espaço e com menor custo, pois são mais leves.
Em órbita, poderiam desdobrar-se sozinhos para realizar diferentes missões científicas, disseram os cientistas.
A pesquisa foi financiada pela National Science Foundation, o Wyss Institute de Harvard e o braço de pesquisas científicas da Força Aérea Americana.
Os criadores esperam apresentar seu trabalho no sexto encontro internacional de origami em ciência, matemática e educação, que será celebrado em Tóquio entre 10 e 13 de agosto.
Fonte: "Robôs-origami se desdobram sozinhos e saem andando." INFO. N.p., n.d. Web. 8 Aug. 2014. <http://info.abril.com.br/noticias/ti/2014/08/robos-origami-se-desdobram-sozinhos-e-saem-andando.shtml?utm_src=fotologhome&utm_fotoposition=4

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Olhar Digital: 5 projetos brasileiros de tecnologia em sites de financiamento colaborativo

Olhar Digital: 5 projetos brasileiros de tecnologia em sites de financiamento colaborativo:


Boa parte das novidades tecnológicas que são noticiadas aqui no Olhar Digitalvem de pessoas comuns, e não de grandes corporações como Apple, Google e Facebook. Isso é possível graças à proliferação de sites de financiamento colaborativo como Kickstarter, Indiegogo e o brasileiro Catarse.

A facilidade de expor uma ideia e arrecadar dinheiro para levá-la adiante serviram de estímulo para a criação de coisas como Oculus Rift, Pebble e Ouya. E, claro, isso também atrai brasileiros.

Não há muitos projetos brasileiros relacionados a tecnologia pairando por sites de financiamento colaborativo, mas algumas ideias se destacam, a exemplo do DomoNet, sistema de acesso remoto que permitirá ao usuário controlar praticamente qualquer dispositivo eletrônico de casa ou do escritório.

Hugo Marcelo Ferreira de Deus Lima, que pede R$ 13,8 mil para concretizar o produto, explica no Catarse que com ele é possível abrir um portão com fechadura elétrica, controlar a temperatura de um ambiente fechado, descobrir se há vazamento de gases, saber em tempo real o gasto de energia, controlar a intensidade de lâmpadas e ventiladores.

Eletroeletrônicos como TV, DVD, rádio etc. poderiam ser acessados através de um sistema que permite gravar o controle remoto e utilizá-lo pela tela de um aparelho com Android, PC, Mac, Linux etc.

Um catarinense chamado Sandro Tomasetti resolveu apostar no Kickstarter para levantar os US$ 18 mil (R$ 40,8 mil) necessários para tirar do papel um jogo para PC, Mac e Linux.

Chamado Gryphon Knight Epic, o título é descrito como uma mistura de gêneros clássicos num formado em 2D com tiros, exploração e duelos individuais contra chefes. Há inspirações de jogos como MegaMan, Ghouls & Ghosts e Lords of Thunder.

Outra ideia interessante, mas que está em seus últimos dias de campanha no Catarse, é o BuscaPet, sistema que liga a coleira de um animal de estimação a um aplicativo móvel para que ele possa ser encontrado em caso de perda. A campanha pede R$ 12 mil, mas está a apenas dois dias de chegar ao fim.

Por fim há dois projetos no Indiegogo que pertencem a um garoto de São Paulo que tem apenas 14 anos chamado William Guey. Um é uma mochila com carregador solar e outro, uma versão portátil do carregador.

A mochila, para a qual Guey pede US$ 10 mil (R$ 22,6 mil), vem equipada com dois painéis solares e promete carregar um iPhone 5 em 72 minutos. Para o carregador menor ele pede US$ 9 mil (R$ 20,4 mil) e garante que o produto carrega um iPhone 5 em menos de três horas.

Fonte: "Olhar Digital: 5 projetos brasileiros de tecnologia em sites de financiamento colaborativo." Olhar Digital. N.p., n.d. Web. 1 Aug. 2014. <http://olhardigital.uol.com.br/pro/noticia/5-projetos-brasileiros-de-tecnologia-em-sites-de-financiamento-colaborativo/43371>.