quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Insight - Laboratório de Ideias: PNBL e Telebras


Insight - Laboratório de Ideias: PNBL e Telebras: MP vai regular direito a uso de redes das teles

O governo prepara uma medida provisória para regular o acesso de operadoras de telecomunicações e investidores à infraestrutura como rodovias, dutos, canaletas e postes que são utilizados para suportar a instalação de redes de comunicação pelo país. O texto pretende pôr fim às dificuldades que muitas empresas têm enfrentado para iniciar ou mesmo ampliar suas operações no setor.

O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Batista de Rezende, disse ao Valor que a situação atual inibe novos investimentos. "Vamos garantir o direito de passagem. Haverá obrigatoriedade de compartilhamento dessas estruturas", afirmou.

Toda obra que envolva o uso de recursos públicos, como redes de transmissão de energia, rodovias e trilhos, será aberta ao compartilhamento. Hoje, se a empresa detém a infraestrutura, pode não abrir espaço para um concorrente. Com a mudança, será obrigada a negociar. Cada tipo de infraestrutura terá um custo médio para compartilhamento. Na área de energia, a Aneel informará o valor de referência a ser cobrado. Esse tipo de negociação já acontece hoje, mas não há regras claras, o que inibe o investidor. "Vamos dar mais transparência ao relacionamento entre os que detêm a estrutura e os que querem ter acesso a ela", disse Rezende.

O uso compartilhado no setor de telecomunicações também passa pelo acesso múltiplo a grandes redes de transmissão de dados. O novo modelo, que rompe a exclusividade de operadoras a redes como as de fibra óptica, vem sendo amadurecido pela Anatel e faz parte do plano geral de metas de competição, que será regulamentado ainda no primeiro semestre.

Segundo o presidente da Anatel, que assumiu o posto em novembro, os desafios futuros das telecomunicações vão exigir revisão profunda no marco regulatório, necessidade que passa por temas sensíveis como o rumo que será dado aos bens reversíveis das concessões de telefonia e a possível criação de um tipo de Operador Nacional de Rede de Telecomunicações para cuidar da gestão das grandes malhas de comunicação, nos moldes do que ocorre hoje com o setor elétrico, monitorado pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

Anatel quer resolver este ano o que é bem reversível

A agenda do novo presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Batista de Rezende, vai passar por temas espinhosos, como a questão dos bens reversíveis das concessões de telefonia, um assunto do qual o governo tem se esquivado, mas que passou a exigir ações concretas, sob risco de se transformar em verdadeira bomba-relógio para o setor no futuro.

Rezende, que foi chefe de gabinete do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão durante o comando de Paulo Bernardo - atual ministro das Comunicações, que o conhecia do Paraná -, se diz pronto para entrar no debate.

Os bens reversíveis são o patrimônio que a União passou para as mãos das operadoras de telefonia em 1998, quando privatizou o setor. O que foi concedido, na ocasião, são os serviços de voz por telefonia fixa. Ocorre que, com a queda constante desse serviço frente ao avanço do celular e da comunicação via internet, teme-se que em 2025, quando vencem as concessões, não haja muito o que devolver para a União.

"Vamos disciplinar, definitivamente, o que é bem reversível, por meio de um regulamento que está em fase de conclusão", diz Rezende, que chegou ao posto referendado pela indicação de Bernardo.

Economista, com 48 anos de idade, diz que será preciso fazer uma série de mudanças no marco regulatório do setor e defende uma atuação mais livre das operadoras junto ao consumidor. Para Rezende, que já foi membro do conselho de administração da Transpetro e presidente da operadora Sercomtel, no Paraná, o setor funcionaria melhor se contasse com um Operador Nacional de Rede de Telecomunicações, da mesma forma como acontece no setor elétrico, que é monitorado pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

Sobre a realização dos leilões de faixas de frequência para este ano, o presidente da Anatel afirma que a oferta da faixa 2,5GHz (quarta geração da telefonia celular, destinada aos grandes centros urbanos), será realizada no mesmo dia em que for feita a venda da faixa de 450 MHz, voltada para o atendimento à zona rural. "Sabemos que a faixa de 450 MHz é custosa para quem for investir, mas tudo depende das condições que forem colocadas. Se não aparecer nenhum interessado, será oferecida com o leilão do 2,5GHz", explica.

A pauta de Rezende também envolve medidas para destravar o acesso aos serviços de operador móvel virtual. No ano passado, a Anatel liberou a criação dessas operadoras virtuais, em que empresas de qualquer área podem contratar a rede das teles para oferecer serviços. Projetava-se uma forte demanda de companhias, como bancos e redes de varejo, mas a verdade é que até agora apenas cinco empresas demonstraram interesse por conta de fatores como a duplicidade de cobrança de impostos entre operadora e empresa, o que aumenta o valor cobrado do consumidor final.

A seguir, os principais trechos da entrevista:

Valor: Quando o serviço de banda larga prestado no Brasil deixará de ser caro e de baixa qualidade?

João Batista de Rezende: A qualidade requer investimentos, que serão feitos. Acredito que os maiores interessados nisso são as operadoras, que estão preocupadas em não perder o cliente para o concorrente. Nós conseguimos aprovar no ano passado o regulamento de qualidade para os serviços de internet. Esse texto estabeleceu a base mínima para o serviço que deve ser oferecido. Neste ano será feita uma pesquisa por amostragem em cada Estado. Haverá uma empresa independente, que será contratada para fazer essa medição de qualidade de serviço nas empresas. Será um trabalho constante, com índices de qualidade divulgados mensalmente. Daqui a seis meses, teremos um ranking das melhores prestadoras de serviços de banda larga. A Anatel vai supervisionar tudo isso de perto e, no fim de 2012, dará início aos processos de multa. Vamos passar por uma etapa de amadurecimento do setor como um todo.

Valor: No ano passado, a Anatel liberou a criação de operadoras virtuais, para que empresas de qualquer área possam contratar a rede das teles para oferecer serviços. Havia grande expectativa sobre esse serviço. Por que ele não foi para frente?

Rezende: Temos hoje cinco empresas com pedidos de operador de rede virtual móvel já aprovados pelo conselho. Será um crescimento paulatino. A falta de interesse até agora é resultado, basicamente, do imbróglio tributário que envolve a oferta do serviço. Hoje há duas formas de ser operador virtual: o aluguel da infraestrutura da tele ou o contrato para compra de minutos. No primeiro caso, o serviço exige um certo conhecimento técnico do operador virtual, já que ele assume a gestão daquele serviço, um conhecimento que muitas empresas não têm. No caso dos minutos, o acesso ao serviço é direto, mas há o problema de dupla tributação. A tele e a operadora virtual têm que pagar ICMS, PIS e Cofins, o que encarece o serviço para o consumidor. Esse assunto está em análise pelo Confaz [Conselho Nacional de Política Fazendária]. Vamos encontrar uma saída para essa questão.

Valor: O preço dos serviços de telefonia deve cair?

Rezende: A tendência é de queda. Veja que conseguimos aprovar novos critérios para baixar o valor da tarifa de ligações feitas de telefone fixo para o celular. Esse tipo de ligação tinha um custo muito alto. Até 2013, vamos reduzir o custo do minuto dessas ligações para R$ 0,31, o que significa uma queda real de 25% para o consumidor. Hoje, esse custo é de R$ 0,41. Essa redução, que será gradual, representa um impacto de R$ 5 bilhões por ano na receita das operadoras, mas eu acredito que esse valor não será perdido pelo setor. A tendência é que o consumidor contrate outros pacotes de serviços e que haja uma compensação. Esse dinheiro não vai sair do mercado das teles.

Valor: O que deve ser feito para aumentar a competição entre as operadoras?

Rezende: Nós estamos razoavelmente bem consolidados com a oferta de serviços no varejo, embora precise aumentar ainda mais. Nosso problema hoje é o atacado, que trata da questão do compartilhamento de infraestrutura. Esse assunto é vital para o país, por isso o governo está elaborando uma medida provisória, que deve sair neste ano, para obrigar o compartilhamento de estruturas como dutos, postes e canaletas. Vamos garantir o direito de passagem. Haverá obrigatoriedade de compartilhamento dessas estruturas.

Valor: Hoje não há regra para esse compartilhamento?

Rezende: Há dificuldades. Se a empresa que detém a infraestrutura não quiser abrir espaço, ela não abre. Nossa ideia é que toda obra que envolva recurso público seja aberta. Isso envolve empresas de energia e rodovias, por exemplo. Quem já estiver na estrutura será obrigado a negociar. Atualmente, essa negociação até acontece, mas não há regras claras, o que inibe o investidor. Vamos dar mais transparência para o relacionamento entre aqueles que detêm a estrutura e aqueles que querem entrar nela.

Valor: E como fica o compartilhamento da rede de telecomunicações?

Rezende: Isso faz parte do plano geral de metas de competição, que será regulamentado neste semestre. Além disso, nós incluímos neste plano a criação de um tipo de câmara setorial, com representantes de cada empresa, para participar dessas discussões. Esse tipo de organização já existe hoje para administrar processos como o da portabilidade numérica. As teles financiam essa entidade, que funciona de forma independente da Anatel.

Valor: Um tema sensível para a agência é a questão dos bens reversíveis das concessões de telefonia. Como ele será tratado?

Rezende: Vamos disciplinar, definitivamente, o que é bem reversível, por meio de um regulamento que está em fase de conclusão. Não podemos fugir de nossa responsabilidade de dar mais transparência para essa questão, mas acho que há um segundo debate importante para fazermos dentro desse assunto.

Valor: Qual?

Rezende: Pessoalmente, acredito que é preciso repensar o marco regulatório das telecomunicações, uma discussão que, obviamente, passa pelo governo e pelo Congresso. Observe que o único serviço público concedido que existe hoje é o de voz por telefonia fixa. É isso que foi dado às operadoras, quando ocorreu a privatização. Os serviços de banda larga e telefonia móvel são autorizações privadas. Acontece que a voz por rede fixa tem sofrido uma forte desvalorização. E sejamos honestos: o cenário das telecomunicações será radicalmente diferente em 2025, quando vencem as concessões. Imagine se uma operadora, por exemplo, decidir migrar toda a sua base de clientes de voz em telefonia fixa para trafegar por meio da internet. O que seria repassado ao Estado quando vencer a concessão, se o que ele concedeu foram redes de telefonia fixa, e não internet? A reversibilidade se tornou um problema para o Estado.

Valor: A internet não poderia ser tratada como um serviço público?

Rezende: Há uma discussão sobre trazer o que é de regime privado para o público. Há pessoas que defendem a ideia de que tudo seja transformado em bem reversível, mas na realidade isso faria o investimento cair, porque o mercado não seria estimulado a colocar dinheiro em algo que teria de entregar depois. Como economista, creio que não é o melhor caminho. É preciso buscar uma alternativa que leve em consideração os insumos para a prestação dos serviços de telecomunicações. Esse é um debate que precisa ser travado dentro do governo. Essas mudanças no marco regulatório devem incluir uma ação mais centralizada na gestão das redes.

Valor: O que isso significa, exatamente?

Rezende: A Anatel tem que controlar menos o varejo e passar a se voltar mais para o atacado. Incrivelmente, o que está acontecendo hoje é que nós estamos voltados para o varejo sem ter uma ação centrada nos insumos, que é a infraestrutura vital das telecomunicações.

Valor: Qual seria, então, esse modelo ideal?

Rezende: Ainda estamos discutindo. Penso que o futuro das telecomunicações passa pela criação de uma entidade que cuide especificamente da gestão das grandes redes das operadoras. Essa instituição teria um papel parecido com o que o ONS [Operador Nacional do Sistema Elétrico] tem no setor elétrico. Seria um tipo de Operador Nacional de Rede de Telecomunicações, que funcionaria paralelamente à Anatel.

Valor: Essa proposta está em análise pelo governo?

Rezende: Por enquanto é uma defesa minha, que levarei ao ministro [das Comunicações] Paulo Bernardo.

Valor: Quais as expectativas do sr. para o leilão da 4ª geração?

Rezende: Vamos cumprir integralmente o decreto presidencial, que prevê a publicação do edital do leilão de 2,5 GHz [gigahertz] até 30 de abril. Votamos o texto neste mês, depois ele segue para consulta pública.

Valor: Quais condições serão impostas aos vencedores do leilão?

Rezende: Nossa preocupação inicial está concentrada em atender bem às 12 cidades-sede da Copa. Depois, serão atendidos os demais municípios. Essa faixa de frequência prevê aumento de capacidade de tráfego de dados, por isso vamos fazer com que as empresas se comprometam a construir redes de grande distância [backbone] para ofertar os serviços. Estamos com uma boa expectativa, o mercado brasileiro é hoje extremamente atrativo e, além disso, o espectro é um bem limitado. Essa é uma das últimas faixas disponíveis.

Valor: E quanto ao leilão da faixa de 450 MHz, que atende à zona rural?

Rezende: Vamos fazer a oferta dessa faixa no mesmo dia do leilão do 2,5 GHz. Sabemos que a faixa de 450 MHz é custosa para quem for investir, por conta da baixa densidade de população em certas regiões do país, mas tudo dependendo das condições que forem colocadas. Pode ser que apareçam interessados. Se não aparecer nenhum, ela será oferecida com o leilão do 2,5GHz.

Valor: Apesar dos problemas previstos de interferência, quando a Anatel vai conseguir licitar a faixa 3,5 GHz? Este ano ainda sai?

Rezende: Estamos trabalhando para isso, mas não vamos misturar com o 2,5 GHz. Publicaremos o edital um pouquinho depois. O 3,5 GHz é uma faixa muito maior, que deve ser usada para Wi-fi, basicamente. Quanto à interferência nas antenas parabólicas, parece que os problemas já estão sendo resolvidos entre a agência, o CPQD e o setor de radiodifusão.

Valor: O que deve ocorrer este ano no setor de TV a cabo, depois da sanção em 2011 da lei que unificou o setor de TV por assinatura no país?

Rezende: O Congresso Nacional finalmente resolveu a situação e a aprovação se deu na direção de tudo aquilo que esperávamos. Temos um regulamento aprovado e que ficará em consulta pública até 5 fevereiro. Achamos que a partir de abril podemos dar as primeiras outorgas de TV a cabo. Agora, não tem limite mínimo de cobertura, que era um problema em cidades maiores. Se uma operadora quisesse fazer uma TV a cabo só na Rocinha, não iria obter a licença porque teria que fazer no Rio de Janeiro inteiro. Agora, levamos em consideração que a TV a cabo é um serviço privado, em que o interessado precisa apresentar apenas um projeto técnico mínimo e pagar R$ 9 mil. Se ele quiser fazer e quebrar a cara é uma decisão privada. Se entrar no negócio, vai ver que não é barato fazer uma empresa de TV a cabo. Além disso, será obrigado a fazer o carregamento dos canais e cumprir todas as outras obrigações que a lei determina.

Valor: Quantas outorgas devem ser concedidas?

Rezende: Temos 600 pedidos de empresas que estavam esperando uma definição. Agora ela saiu. Acreditamos que, se 20% desses realmente pedir a outorga, será uma vitória importante.

TI INSIDE Online - Sindicato quer equiparação de tributos para obter competitividade no setor de TI

TI INSIDE Online - Sindicato quer equiparação de tributos para obter competitividade no setor de TI:

Sindicato quer equiparação de tributos para obter competitividade no setor de TI



O Sindicato das Empresas de Informática do Rio de Janeiro (ex-Seprorj, hoje conhecido como TI Rio) quer intensificar a luta pela redução do Imposto sobre Serviços (ISS) neste ano. “Isso é estratégico para que o Rio de Janeiro volte a ter um mínimo de competitividade”, disse o presidente do sindicato, Benito Paret. O setor de tecnologia da informação reivindica a equiparação do percentual de ISS cobrado na capital fluminense, que é 5%, à média de 2% praticada em várias capitais do país, entre elas Belo Horizonte, Salvador, Recife, Florianópolis e Porto Alegre.
Paret acredita que a redução da alíquota do ISS permitirá ao Rio recuperar o crescimento da atividade econômica, trazendo geração de empregos e atração de mais empresas para o município. “A prefeitura carioca comete um erro ao não perceber a importância da tecnologia da informação para a cidade.” Ele considera a transversalidade da TI estratégica. “Hoje em dia, essa tecnologia está presente em tudo.”
No que se refere à velocidade com que as legislações tributárias mudam no país, Paret disse que o esforço do sindicato será no sentido de acompanhar de perto a questão e discutir as alterações antes que elas possam ocorrer. Para ele, as alterações que constam nas leis afetam as empresas que desenvolvem software e são responsáveis perante os clientes pelos problemas de adaptação dos programas à questão tributária. “Isso pode criar sérias dificuldades, multas. E há uma corresponsabilidade entre o usuário, o desenvolvedor do software e até um escritório de contabilidade. O fisco altera muito”, disse.
Sobre a mudança na sigla do sindicato, o presidente esclareceu que a sigla anterior se referia às empresas de processamento de dados. “Hoje, essa expressão não é mais predominante.” O sindicato representa desde desenvolvedores, comercializadores e implantadores de software até a questão da segurança da informação, das redes sociais, do comércio eletrônico, da automação comercial. A maioria das empresas do setor é de micro e pequeno porte. “A marca TI Rio tem um sentido mais amplo daquilo que nós representamos hoje.” Com informações da Agência Brasil.

TI INSIDE Online - IBM compra desenvolvedora de plataforma de testes se aplicações em nuvem



TI INSIDE Online - IBM compra desenvolvedora de plataforma de testes se aplicações em nuvem:

IBM compra desenvolvedora de plataforma de testes se aplicações em nuvem


A IBM realizou a primeira compra do ano. A mais nova integrante da gigante de TI é a Green Hat, desenvolvedora de uma plataforma na nuvem que permite aos desenvolvedores testarem aplicações em ambientes virtualizados. Os termos financeiros da transação não foram revelados.

Em nota, a empresa exaltou a tecnologia da Green Hat, que, segundo ela, reduz custos e aumenta a eficiência por dispensar a criação de um espaço físico para testes de software e aplicações. Segundo a empresa, isso pode representar mais de 50% dos custos de uma operação. A empresa foi fundada em 1996.

A Green Hat será incorporada à divisão de Rational Software da IBM e seu portfólio será integrado às soluções da empresa. Entre os clientes da Green Hat, estão a British Airways, a loja de departamentos H&M, a operadora T-Mobile e os bancos JP Morgan e Goldman Sachs.

INFO Online: Carreira - Notícias - CPM Braxis Capgemini abre 300 vagas em TI




São Paulo - A CPM Braxis Capgemini, empresa de soluções de TI, abriu 260 posições para estudantes universitários e 40 para ensino técnico.

Os estudantes de cursos universitários atuarão nas áreas de applications management services, applications services, marketing & communications, enterprise applications services (ERP), sales, infrastructure technology services e human resources. Para os estudantes técnicos há 40 vagas em Infrastructure Technology Services.

Os universitários devem estar matriculados em cursos das áreas relacionadas à TI, administração, economia, engenharia de produção, pedagogia, psicologia, recursos humanos, publicidade e propaganda, comunicação e marketing. Já os estudantes do ensino técnico devem estar matriculados em cursos das áreas informática, telecomunicações e técnico em redes.

As vagas são para os Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Santa Catarina. Conhecimentos em inglês e outros idiomas serão considerados um diferencial. Vale lembar que alguns cargos exigem inglês avançado.

O processo seletivo conta com inscrição online, teste online de raciocínio lógico e inglês, análise de currículos, teste presencial de português e redação e dinâmica de grupo. Para as vagas que exigem inglês avançado haverá também a validação oral do idioma.

A CPM Braxis Capgemini oferece bolsa-auxílio, seguro de vida, vale-refeição e vale-transporte, assistência médica e odontológica. As inscrições são feitas por meio do site da empresa.

INFO Online: TI - Notícias: Investimento em TI vai desacelerar em 2012, diz Gartner



INFO Online: TI - Notícias: Investimento em TI vai desacelerar em 2012, diz Gartner




São Paulo - O investimento global em tecnologia da informação (TI) vai crescer de forma mais lenta que a esperada este ano por causa da fraqueza de economias e das enchentes na Tailândia. Na Europa, o gasto vai recuar, segundo estimativas da empresa de pesquisas de mercado Gartner.

A empresa reduziu sua estimativa para o crescimento global de investimento em TI de 4,6 para 3,7 por cento. Em 2011, o investimento mundial somou 3,7 trilhões de dólares, alta de 6,9 por cento sobre 2010.

"O crescimento econômico global vacilante, a crise da zona do euro e o impacto das enchentes sobre a produção de discos rígidos da Tailândia pesam sobre o cenário de investimento", disse Richard Gordo, vice-presidente de pesquisa da Gartner.

A empresa informou nesta quinta-feira que as enchentes na Tailândia vão cortar a oferta de HDs em 25 por cento ou mais nos próximos seis a nove meses, uma vez que o país é um grande centro produtor do dispositivo e de seus componentes.

"Reconstruir instalações de produção destruídas também vai levar tempo e os efeitos disto continuarão gerando ondas durante 2012 e, muito provavelmente, em 2013", acrescentou.

A Gartner afirmou que, por conta da queda na oferta de discos rígidos e da cautela no gasto com equipamentos, também cortou a estimativa para vendas de PCs.

Olhar Digital: A corrida brasileira pela conectividade na Copa


Olhar Digital: A corrida brasileira pela conectividade na Copa:

Banda Larga no Brasil ainda é a mais cara do mundo e estamos longe de ter um país 100% plugado à rede




Com a expectativa da Copa do Mundo em 2014, está previsto que o Brasil passe por uma série de mudanças em sua infraestrutura. Porém, muito vem sendo discutido sobre o fato de o país não estar pronto para receber um evento de dimensões globais dentro dos prazos estabelecidos, principalmente no que diz respeito aos setores de TI e Telecom.

As chamadas "TICs" (Tecnologia da Informação e Comunicação) fazem parte da segunda etapa do planejamento para a Copa do Mundo de 2014. Toda essa base deveria estar pronta até 2012, pois servirá para as transmissões esportivas e serviços aos turistas e cidadãos brasileiros interessados em acompanhar os jogos.

Porém, faltando menos de três anos para a Copa, o governo brasileiro ainda está definindo critérios para a implementação do Plano Nacional da Banda Larga (PNBL). Este já está atrasado, uma vez que as regiões Nordeste e Sudeste, onde ficam mais da metade das 12 cidades-sede dos jogos, já deveriam ter recebido as conexões desde 2010, conforme o projeto inicial. Ainda em abril de 2011, houve um debate com o objetivo de decidir se a conexão do plano seria de 600 Kbps, o que é insuficiente, ou de 1 Mbps, pelo preço de R$ 35,00.

Seis meses após essa discussão, a ONU divulgou um estudo que ajuda a entender em qual posição o Brasil realmente se encontra com relação a outros países nesse universo. Um pacote de banda larga móvel de 1Mbps no Brasil custa em média US$ 51,27 por mês (cerca de R$ 92,00) – trata-se da banda larga mais cara do mundo.

Diante desses fatos chocantes, no quesito preço, o Plano pode até parecer vantajoso em um primeiro momento. Contudo, deixando de lado o preço do serviço do governo e partindo para o quesito capacidade, o cenário parece bem desanimador. Enquanto estamos brigando para conseguir 1Mbps, está previsto que o plano dos Estados Unidos deve atingir até 100 Mbps. O coreano, por sua vez, já abrange entre 1 e 2 Gbps. Isso significa que a conexão coreana é até 2.000 vezes mais rápida do que a do PNBL.

Alguns poderiam contestar que, em termos de tecnologia, estes dois países não devem ser comparados com o Brasil por uma questão de desenvolvimento econômico. Todavia, o mesmo estudo aponta que países mais subdesenvolvidos do que o Brasil estão à nossa frente se tratando de banda larga móvel. O Sri Lanka, por exemplo, cobra US$ 4.34 pelo serviço por uma conexão de 7,2 Mbps. A verdade é que países como Quênia, Marrocos, Turquia e Vietnã estão em situações mais privilegiadas do que a nossa, quando o assunto é conexão.

É evidente que o Brasil está muito atrasado na corrida global pela conectividade. Mas, olhando a situação por um prisma mais otimista, podemos pensar que dificilmente o país daria os seus primeiros passos espontaneamente para o PNBL. Apenas um evento de dimensões colossais como a Copa do Mundo e as Olimpíadas poderão nos trazer algum benefício de infraestrutura em maior escala. O que nos resta é torcer para que algum legado reste à população brasileira após os eventos esportivos. Se a internet popular realmente chegar a todos os municípios nacionais até 2014, como foi prometido, já teremos alguma coisa.

Olhar Digital: Jailbreak do iPhone 4S pode sair em uma semana, diz hacker

"pod2g" diz estar fazendo progresso no destravamento de dispositivos com processador A5




O iPad 2 e o iPhone 4S são, atualmente, os únicos dispositivos que ainda não possuem o jailbreak - o famoso destravamento de aparelho que permite que os produtos da Apple rodem diversos aplicativos instalados gratuitamente e sem o aval da AppStore. Mas essa é uma realidade próxima de mudar.


O hacker "pod2g"
postou em seu Twitter que está fazendo progressos com o processo que pode viabilizar o jailbreak nos lançamentos mais recentes da Apple. O hacker ainda estima uma previsão de lançamento do recurso: uma semana.





A Apple, outrora habituada a processar usuários que recorressem ao jailbreak, já não pode mais acionar ninguém na justiça por isso. A legislação estadunidense - e também a brasileira - entende que não se trata de crime o destravamento do aparelho, com a ressalva de que o usuário não o use para a instalação de software pirata.

Porém, a empresa ainda se mantém contra o jailbreak, invalidando a garantia do aparelho e alegando que, destravado, seu "iTreco" está com acessos abertos para malwares.

Olhar Digital: Gartner anuncia previsões de TI para 2012



Olhar Digital: Gartner anuncia previsões de TI para 2012:

Empresa aponta que o controle dos orçamentos de TI está migrando para outros departamentos




O Gartner, empresa especializada em pesquisas e aconselhamento na área de tecnologia da informação, anunciou suas previsões para empresas e usuários de TI em 2012. Os analistas dizem que as mudanças modificarão a forma de controle dos orçamentos das organizações de TI conforme os custos e as tecnologias estarão mais pulverizadas pelas empresas.

Segundo o Gartner, as Previsões Top para 2012 e para os anos seguintes mudarão a natureza dos negócios. "As tendências apontam o crescimento da computação em nuvem e sinalizam que os usuários vão usar seus próprios aparelhos no ambiente de trabalho", disse Daryl Plummer, vice-presidente executivo do Gartner. "À medida que os usuários passam a ter mais controle dos dispositivos que utilizam, os gerentes de negócios adquirem maior poder para controlar seus próprios orçamentos de TI em relação aos últimos anos. Conforme o mundo tecnológico avança, os CIOs estão descobrindo que devem coordenar suas atividades em um escopo mais amplo do que anteriormente. Embora esta seja uma situação difícil para as áreas de TI, este é o momento deles se adaptarem. Se isso não acontecer, os CIOs perderão espaço nas empresas", afirma.

Os analistas do Gartner anunciam que ao longo de 2012 haverá um aumento no volume de informações disponíveis para as companhias, mas que será um desafio entendê-las. Em razão destas mudanças no controle dos sistemas que as organizações de TI estão enfrentando, a perda da capacidade de garantir a consistência e a eficácia dos dados fará com que sejam necessários muitos funcionários para prevenir que as empresas percam oportunidades ou para que usem informações questionáveis para a tomada de decisões estratégicas. Como não existe nenhum marco regulatório no horizonte próximo, isso deixará que cada companhia decida por si mesma como lidar com a introdução de "Big Data" (grandes volumes de dados).

"Toda organização que quiser crescer em TI no próximo ano deve estabelecer uma coordenação de atividades com áreas de negócio", afirma Plummer. "As companhias devem estabelecer a gestão de relacionamento como uma capacidade chave e treinar suas equipes adequadamente. O motivo é que a falta de controle só poderá ser combatida por meio de atividades coordenadas. A organização de TI do futuro deverá gerenciar aqueles que possuem o dinheiro, os que entregam os serviços, protegem os dados e os consumidores que querem estabelecer seu próprio ritmo para usar seus aplicativos, devices e computadores".

Para acessar o relatório completo, clique aqui. Abaixo, veja algumas das principais previsões do Gartner para 2012:

- Até 2015, os serviços de nuvem de baixo custo vão canalizar até 15% do faturamento dos principais players.

- A bolha de investimentos vai explodir para as redes sociais de consumidores em 2013 e para as companhias de software social empresarial em 2014.

- Até 2016, pelo menos 50% dos usuários de email empresarial vão depender primariamente de um navegador, um tablet ou um cliente móvel, em vez de um cliente desktop.

- Até 2015, os projetos de desenvolvimento de aplicações voltadas para smartphones e tablets vão superar os projetos nativos de PCs a uma taxa de quatro para um.

- Até 2016, 40% das empresas farão com que os testes de segurança independentes sejam uma precondição para utilizar qualquer tipo de serviço de nuvem.

- No final de 2016, mais de 50% das companhias da Global 1000 terão armazenados dados confidenciais dos clientes na nuvem pública.

- Até 2015, 35% dos gastos corporativos de TI para a maioria das organizações serão gerenciados fora do orçamento do departamento de TI.

- Até 2016, o impacto financeiro do cybercrime aumentará 10% por ano, em virtude da descoberta de novas vulnerabilidades.

- Até 2015, os preços para 80% dos serviços de nuvem vão incluir uma sobretaxa global de energia.

- Até 2015, mais de 85% das organizações da Fortune 500 não vão conseguir explorar "Big Data" efetivamente para obter vantagem competitiva.


quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Secom - Secretaria de Comunicação Social - Governo da Bahia:Rede de Informação para Saúde lança Indicadores de Dados Básicos 2011



Secom - Secretaria de Comunicação Social - Governo da Bahia: Rede de Informação para Saúde lança Indicadores de Dados Básicos 2011





“Mudança da estrutura etária da população e repercussões na saúde” é o tema dos indicadores de dados básicos (idb), que foram reunidos em 2011 pela rede interagencial de informação para saúde-bahia (ripsa). o lançamento do idb 2011 acontecerá nesta sexta-feira (16), às 14h, no hotel portobello, em ondina.Segundo a diretora de Informação em Saúde da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), Márcia Mazzei, são indicadores fundamentais para a gestão da saúde, pois orientam os investimentos na área.

Em 2010, foram reunidos dados sobre dengue. A Ripsa foi instalada em 2008 com o objetivo de estabelecer bases de dados consistentes, atualizadas, abrangentes, transparentes e de fácil acesso, articulando instituições que possam contribuir para o fornecimento e crítica de dados e indicadores e para análises de informações, inclusive com projeções e cenários.

A rede reúne instituições que contribuem para o levantamento de dados sobre a saúde, como a Secretaria da Saúde do Estado, o Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE), o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e universidades.

Olhar Digital: Já ouviu falar de alergia a Wi-Fi? Vila foi criada para quem tem esse problema



Olhar Digital: Já ouviu falar de alergia a Wi-Fi? Vila foi criada para quem tem esse problema

Doença é reconhecida pela Organização Mundial de Saúde. Os sintomas são vermelhidão, formigamento e queimação, entre outros





Você já ouviu falar de alguém que tenha alergia a Wi-Fi ou celulares? Provavelmente não. Mas uma cidade chamada Green Bank, na Virgínia, EUA, é um abrigo para aqueles que acreditam sofrer com a radiação eletromagnética emitida por esses dispositivos.

De acordo com a BBC, Green Bank possui 143 moradores. Porém, lentamente, ela está se transformando em um abrigo. Os que acreditam sofrer de Hipersensibilidade Eletromagnética (EHS), causada pela exposição a campos eletromagnéticos emitidos por celulares, Wi-Fi e dispositivos eletrônicos, vão para lá.

A aldeia foi criada na U.S. National Radio Quiet Zone, área onde as transmissões sem fio são extremamente restritas, para não haver interferência com radiotelescópios. Esse local possui cerca de 13 mil km² de extensão.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) reconhece a EHS como "uma doença real e que pode variar muito em sua severidade". Os sintomas apresentados vão desde vermelhidão, formigamento e sensação de queimadura na pele até fadiga, cansaço, dificuldade de concentração, tonturas, náuseas, palpitações cardíacas e distúrbios digestivos.

Se o eletromagnetismo causa ou não esses sintomas, ninguém afirma ao certo. A OMS não oferece critérios de diagnóstico claros e, muito menos, diz se os sintomas podem ser relacionados com os campos eletromagnéticos. Porém, segundo Diane Schou, moradora de Green Bank, o local faz com que as pessoas se sintam melhor.



Segundo Schou, "viver no Green Bank me permite ser mais do que apenas uma pessoa normal. Posso estar ao ar livre, sem ter que viver em uma gaiola. Eu posso ver o nascer do sol, as estrelas à noite, a chuva. Aqui, posso estar com as pessoas, pois elas não têm celulares e posso me socializar", completa.

INFO Online: - Internet - Notícias - Softwares ajudarão pessoa física a declarar o IR



INFO Online: - Internet - Notícias - Softwares ajudarão pessoa física a declarar o IR

Softwares ajudarão pessoa física a declarar o IR



Brasília - A Receita Federal irá disponibilizar dois programas de computador para auxiliar as pessoas físicas residentes no Brasil envolvidas com atividades rurais ou que tenham investimentos em moeda estrangeira a preencher a Declaração do Imposto de Renda em 2013 (ano-calendário 2012).

As instruções normativas com a aprovação dos programas foram publicadas hoje (4) no Diário Oficial da União. O primeiro programa, opcional, é o Livro Caixa da Atividade Rural. O outro é o Ganhos de Capital em Moeda Estrangeiras.

Os dados apurados deverão ser armazenados e transferidos para a Declaração de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física.

Os programas foram elaborados para serem utilizados em computadores com praticamente todos os sistemas operacionais. Ambos são de reprodução livre e ficarão disponíveis no site da Receita Federal.

Insight - Laboratório de Ideias: PNBL e Telebras




Insight - Laboratório de Ideias: PNBL e Telebras

MiniCom recebe sugestões a projeto de cidades digitais até dia 10

Previsão é de que 80 municípios sejam atendidos até abril deste ano


O Ministério das Comunicações recebe sugestões para implantação das Cidades Digitais até o dia 10 deste mês. O projeto prevê que, em cada município beneficiado, a população possa se conectar à internet de forma livre e gratuita em locais públicos, como praças e rodoviárias. Para isso, no entanto, o município precisa ter serviços de governo eletrônico, como marcação de consultas em hospitais públicos ou iniciativas da área educacional da cidade disponíveis na rede mundial de computadores.

A primeira etapa do projeto prevê a implantação de 80 cidades digitais, como uma experiência piloto, até abril. Para isso, a prefeitura precisa manifestar interesse em se tornar uma cidade digital e encaminhar um projeto ao Ministério das Comunicações. Por isso, após receber as sugestões da sociedade, será aberta uma chamada pública para selecionar propostas dos governos municipais. No orçamento de 2012 estão previstos R$ 40 milhões para a infraestrutura inicial do projeto.

A consulta pública, que está aberta a todos os cidadãos desde 16 de dezembro, receberá sugestões sobre dois documentos: o Edital de Chamamento, que possibilitará a avaliação e a seleção das prefeituras municipais; e o Termo de Referência para a contratação de empresas para a realização da infraestrutura.

O Edital de Chamamento 01/2012 tem o objetivo de selecionar prefeituras municipais para a participação na execução do projeto. Entre os itens abertos para sugestões estão os recursos do projeto, modelo tecnológico, instruções para elaboração de propostas, obrigações, formalização e sanções administrativas.Já o Termo de Referência contém as especificações das características necessárias para a implantação do projeto de rede e infraestrutura das Cidades Digitais, bem como dos sistemas de gerência. Esse tópico abrange a contratação, mediante registro de preços por lotes, de empresa ou consórcio de empresas para a implantação da rede do projeto.

O Cidades Digitais será implantado em sintonia com as ações do Plano Nacional de Banda Larga. O projeto prevê parcerias entre órgãos e entidades da administração pública federal e entidades da sociedade civil para a implantação de infraestrutura de conexão, instalação de pontos públicos de acesso gratuito à internet nas cidades, qualificação e apoio a espaços públicos e comunitários de uso das tecnologias digitais, formação de agentes de inclusão digital, implantação de governo eletrônico, entre outras ações.

COMPUTERWORLD: - Negócios - Google compra 222 patentes da IBM



A empresa tem agora mais de 2 mil registros da gigante do mercado corporativo; o objetivo é se defender de processos, indica a consultoria IDC.

A Google comprou mais de 200 patentes da IBM. Agora, a gigante de buscas on-line passa a ter cerca de 2,2 mil registros de propridade intelectual adquiridos da veterena companhia de computação corporativa.

O negócio, originalmente divulgado pelo blog SEO by the Sea, foi confirmado por um porta-voz da Google, que não quis comentar o motivo dessas aquisições em particular e como elas podem beneficiar os produtos da companhia e seus usuários.

O conjunto de patentes da IBM comprado pela Google, em 30 de dezembro de 2011, inclui 222 patentes e abrange uma variedade de tecnologias, como gestão de e-mail, backup de servidores, ajustes e recuperação de dispositivos, e-commerce, publicidade, apresentação de sites móveis, mensagens instantâneas, calendário e ajuste de banco de dados. A Google adquiriu cerca de mil patentes da IBM, em julho do ano passado, e aproximadamente outras mil, em setembro.

No passado, executivos da Google admitiram que as patentes foram compradas para ajudar a empresa a evitar ações judiciais de propriedade intelectual e que, quando há um processo por causa da violação de uma delas, ter adquirido a patente em questão aumenta a capacidade de a companhia se defender.

É difícil determinar quais patentes representam uma tecnologia que a Google planeja desenvolver e quais são destinadas à proteção contra processos, afirma o analista da consultoria IDC William Stofega. No entanto, considerando a grande quantidade de ações judiciais relacionadas à tecnologia IP (Internet Protocol) em dispositivos móveis, ele afirma que o foco da ação deve ser enfrentar esse tipo de processo.

"A Google tem se dado muito bem com o que fez até agora, mas seu portfólio de patentes não é tão rico quanto o dos outros, especialmente no mercado de dispositivos móveis", afirmou o analista. "Se você vai ser um competidor nesse setor, precisa ter certeza de que suas patentes estão em dia para que a sua propriedade intelectual esteja resguardada."

Grande parte da motivação da Google para comprar a Motorola Mobility foi o portfólio de mais de 24 mil patentes. Esse acordo de 12,5 bilhões de dólares deve ser concluído no início deste ano, depois que as empresas conseguirem todas as aprovações necessárias.

Olhar Digital: Sal aumenta em seis vezes a capacidade do HD



Olhar Digital: Sal aumenta em seis vezes a capacidade do HD:





Cientistas da Universidade Nacional de Cingapura e do Instituto de Armazenamento de Dados descobriram uma maneira de aumentar a capacidade de armazenamento dos HDs usando um material comum: o sal.

Segundo o jornal britânico Telegraph, o cloreto de sódio pode aumentar a densidade de gravação dos discos para 3,3 Terabytes por polegada quadrada. Ou seja, em alguns anos, um disco que guarda 1 Tera, por exemplo, poderá armazenar 6 Tera no mesmo espaço.

O sal deixa a superfície de magnetização do disco pura, permitindo que mais dados sejam armazenados. Além disso, ele aumenta a resolução de elétrons que são usados para "imprimir" os bits no HD.

De acordo com a equipe de cientistas, os discos rígidos com cloreto de sódio podem começar a ser comercializado em 2016.

Olhar Digital: Xbox Live sob ataque...por causa do UFC?



Olhar Digital: Xbox Live sob ataque...por causa do UFC?:


 
Em dezembro, a Microsoft lançou uma atualização que reformulou a interface de usuário da Xbox Live Arcade, a plataforma online de seu console, o Xbox 360. Para promovê-la, a empresa liderada por Steve Ballmer cedeu 30 mil convites para assitir, dentro da própria Xbox Live, o evento mais recente do torneio de artes marciais mistas, o UFC 141.

O problema, segundo reportado pelo site Bitmob, é que, tal qual a luta principal (Brock Lesnar VS. Alistair Overeem), o aplicativo da UFC dentro da Xbox Live simplesmente não era inicializado para alguns, enquanto outros enfrentavam problemas variados no streaming da luta, com quedas constantes e reinicializações em pontos anteriores do combate, sem possibilidade de avanço nos controles de vídeo.
 
A Microsoft, desde então, vem sendo atacada por membros da rede online. A própria empresa já reconheceu o problema e diz que está trabalhando em melhorias na reprodução de próximos episódios - do UFC e de qualquer outro evento que desejar exibir.

Olhar Digital: Google, Facebook e Amazon ameaçam paralisar serviços por um dia em protesto



Olhar Digital: Google, Facebook e Amazon ameaçam paralisar serviços por um dia em protesto:


 
Como seria sua vida se, de repente, em um só golpe, você fosse impedido de acessar o Facebook, comprar produtos na Amazon e, de quebra, estar impossibilitado de fazer pesquisas de qualquer espécie no Google? Parece o fim do mundo, ainda mais neste ano de 2012, não?

Mas, enquanto a previsão do Apocalipse pelo calendário maia ainda é um objeto de descrença geral, os três pesos pesados da internet de fato estão ameaçando paralisar seus serviços. Ao menos por um dia, em protesto ao Stop Online Piracy Act - o "SOPA" -, as três empresas mais bem sucedidas da rede mundial anunciaram a intenção de "desligarem-se" por um dia.

O Olhar Digital já falou de forma breve sobre o SOPA, mas vale a explicação: trata-se de um projeto de lei tramitando no setor judiciário dos Estados Unidos, que, segundo o próprio resumo, visa proteger os produtores de conteúdo da proliferação indevida e não-remunerada de suas criações. Em outras palavras, um filme distribuído de forma pirata pode valer uma pena desde bloqueio do canal que hospeda o arquivo - torrent, P2P ou HTTP - até processo judicial e prisão dos proprietários do dito canal.

Naturalmente, empresas como gravadoras, produtoras cinematográficas e até mesmo produtoras de jogos eletrônicos assinaram apoio ao projeto, enquanto Google e Facebook o contrariam, sob protestos de que, aprovada, a nova lei poderia dar poder de censura a quem não deve tê-lo, "aleijando" a transmissão de informações na internet.

Dia Negro

O protesto, noticiado pela Fox News como "Blackout", também pode incluir o Twitter e a Wikimedia Foundation, a entidade por trás da Wikipedia. As empresas citadas estão em discussão sobre como levar a operação adiante, baseando-se no "Blackout Day" promovido pela fundação Mozilla - a mãe do navegador Firefox -, realizado há alguns meses.

PC WORLD - Notícias - LG lança TV com tela sensível ao toque

PC WORLD: - Notícias - LG lança TV com tela sensível ao toque

TVs de Plasma da linha Pentouch, que chegou mercado nesta semana, permitem ao usuário editar imagens e documentos diretamente na tela.

A LG lançou nesta semana a linha de televisores Pentouch TV, equipada com tela sensível ao toque. Para controlar o aparelho, é preciso usar canetas chamadas Magic Touch, que permitem que o usuário escreva ou desenhe na tela do televisor.

O modelo 60PZ850B tem tela de 60 polegadas com resolução Full HD, também exibe imagens em 3D, traz conversor digital integrado e vem com óculos 3D e canetas Magic Touch. O aparelho chega ao mercado por 5.999,00 reais. Já a escolha mais econômica, o modelo 50PT490B tem quase os mesmos recursos, exceto pela função 3D e tela menor (50 polegadas). O preço sugerido é de 2.699,00 reais.





Os aparelhos trazem aplicativos voltados para a família e para usuários corporativos.

Ambos aparelhos têm o recurso Smart Energy Saving, que possibilita uma maior economia de energia, entradas USB e são capazes de reproduzir vídeo em alta-definição no formato DivX.

Os produtos trazem aplicativos voltados para a família, como o “Bloco de Rascunhos”, que permite que crianças de todas as idades desenhem e pintem em uma tela branca. Tudo isto com a possibilidade de salvar e imprimir documentos. Também há apps como o “Editor de Imagens” para fazer ajustes básicos em fotos e desenhos. Já o “Diário de Família”, permite dividir datas e eventos importantes. Já para os clientes corporativos, os televisores oferecem o recurso “My Office” que permite controlar e editar apresentações, planilhas e outros documentos. É possível sincronizar até duas canetas com a TV para interagir com o televisor.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Folha.com - Tec - China busca primazia em alta tecnologia - 03/01/2012



China busca primazia em alta tecnologia

O futuro da internet já está na China, que tem quase duas vezes mais internautas que os EUA. Será que o mesmo se aplica ao futuro da computação?

Muitos especialistas dizem que é muito possível que sim. Graças à disponibilidade de mão-de-obra de baixo custo, a China já é a maior fabricante mundial de computadores e eletrônicos para consumidores.

Agora sua economia em expansão e infraestrutura tecnológica crescente podem empurrá-la para a linha de frente da próxima geração da computação.

A busca da China não é uma simples questão de orgulho nacional. É uma tentativa de criar as bases para empresas chinesas inovadoras e de reformular a paisagem tecnológica, fazendo algo mais que apenas montar PCs.

"Em 1978, eu vi funcionários costurando memórias de computador com agulhas de costura", contou Patrick J. McGovern, fundador da International Data Group, uma das primeiras investidoras na Tencent Holdings, bem-sucedida empresa chinesa de internet. "Agora a inovação está acelerada. No futuro, patentes de smartphones e tablets serão originadas por chineses."




Os EUA determinaram o rumo e o ritmo da computação e das comunicações modernas.

Nos anos 1980, o Japão parecia estar prestes a assumir o comando das indústrias de semicondutores e computadores. Mas então sua economia estagnou.

A economia japonesa é movida por exportações. Já a China em pouco tempo terá o maior mercado interno do mundo de computação e comércio na internet.

No final de 2010, um supercomputador chinês, o Tianhe-1A, tornou-se por pouco tempo o mais veloz do mundo. Embora fosse feito com processadores americanos e tenha sido superado em pouco tempo por uma máquina japonesa, o fato foi uma prova indiscutível de que chineses já fazem projetos de computação de primeiro nível.

Então, em outubro deste ano, outro supercomputador chinês rompeu a barreira do petaflop --um quatrilhão de cálculos por segundo--, colocando-se entre os 20 mais velozes do mundo.

Não apenas o aparelho foi baseado num microprocessador de produção chinesa, como conquistou um avanço importante na operação com baixo consumo de energia. O fato pode indicar que os chineses já têm uma dianteira importante em "performance per watt" --uma medida de computação com baixo consumo energético que é crucial para chegar à próxima geração dos chamados supercomputadores exascale, que serão mil vezes mais velozes que os mais velozes existentes no mundo hoje.

Mas a China está muito atrasada em relação ao compromisso que assumiu há uma década de construir a maior indústria mundial de semicondutores; ela ainda importa a grande maioria dos microchips que usa. Suas melhores fábricas de chips estão de duas a três gerações atrás da Intel e da T.S.M.C., de Taiwan.

É possível que sua maior fraqueza mostre ser o excesso de controle pelo governo. A inovação também pode ser limitada na China pela relativa ausência de proteção à propriedade intelectual, algo que desencoraja os empreendedores.

Shiho Fukada/The New York Times




Funcionário observa o Tianhe-1A no Centro de Supercomputador Nacional em Tianjin (120 km a leste de Pequim)

John Seeley, que dirigiu o Centro Palo Alto de Pesquisas da Xerox na década de 1980, quando foi inventado o conceito da computação presente em toda parte, não se impressiona com os esforços da China no campo, que envolve a ideia de que a potência de computação transforma os aparelhos usados no cotidiano.

Seeley disse que observou inovação real em empresas como a Foxconn, a empresa manufatureira de Taiwan que tem feito boa parte do trabalho de montagem da Apple. "Um lugar como a Foxconn se deve ao fato de a cultura da pesquisa e do design estar entranhada", disse ele.

O que assusta os concorrentes é que a China começou a produzir levas de engenheiros de hardware e programadores de software que estão vencendo concursos internacionais. A Universidade da Califórnia em Berkeley pretende criar um campus de engenharia em Xangai, suscitando receios sobre a transferência de tecnologia de uma das melhores escolas de engenharia dos Estados Unidos.

E a indústria chinesa está ficando mais inovadora. No verão deste ano, Dieter Ernst, membro sênior do Centro Oriente-Ocidente, disse que os chineses já superaram a Coreia do Sul e a Europa no número total de patentes e estão alcançando os EUA e o Japão. Ademais, a China hoje é o segundo maior mercado mundial de capital de investimentos, passando de US$ 2,2 bilhões em 2005 para US$ 7,6 bilhões.

Recentemente, pesquisadores da Universidade Stanford, na Califórnia, mapearam as atividades de investimento de 769 firmas que investem em 2.203 companhias chinesas. Marguerite Gong Hancock, que dirigiu o estudo, disse que são "as mesmas firmas que foram bem-sucedidas no Vale do Silício que transplantaram seus conhecimentos especializados na China".

As semelhanças com o Vale do Silício podem ser assustadoras. "Todos os sintomas de uma bolha estão presentes", disse Anne Stevenson-Yang, codiretora da J Capital Research, uma companhia de pesquisas em investimentos em tecnologia. "É uma instabilidade inquietante."

Ao mesmo tempo, os empreendedores chineses têm uma cultura workaholic sem igual. "Em Pequim, se você quiser falar com um presidente às 19h30 de uma sexta-feira, é garantido que o encontrará no escritório", comentou Tom Melcher, empreendedor americano em Pequim.

G1 - Acesso e popularização desafiam crescente mercado de internet na Índia - notícias em Tecnologia e Games





Cresce o número de usuários de smartphones e tablets no país, que tenta levar a tecnologia a áreas mais pobres e remotas.

Estima-se que 121 milhões de indianos estejam conectados à internet, um número que é considerado alto (no Brasil, são cerca de 78 milhões, segundo pesquisa de setembro do Ibope Nielsen Online), mas proporcionalmente pequeno se comparado à população de 1,2 bilhão de pessoas do país asiático.
 
Analistas preveem, neste ano, mudanças profundas no modo como os indianos usam a internet, seja para negócios ou para lazer. O desafio do país é fazer com que tecnologia barata esteja ao alcance de mais pessoas, em especial da população em áreas remotas.

'Em breve haverá mais celulares do que pessoas na Índia ', brinca Ankur Agarwal, editor do blog tecnológico local Onlygizmo.com.

A previsão pode parecer absurda, dado o tamanho da população indiana, mas pode se tornar realidade num futuro não muito distante.

Segundo pesquisa divulgada no portal Wearesocial.net, existem mais de 898 milhões de assinantes de planos de celulares na Índia (sendo 292 milhões em áreas rurais). Outros 200 milhões de novos usuários devem entrar nesse mercado em 2012, estima a agência estatal de regulação do setor de telefonia.

Pesquisas indicam que, dos usuários atuais de telefonia móvel, 346 milhões são assinantes de pacotes de dados de internet; e mais da metade dos internautas indianos acessam a web através de seu telefone celular.

'O celular alavancará o uso da internet na Índia em 2012', prevê Agarwal. 'A computação começa com o celular, e o crescimento dele é rápido no país.'

Ele acredita que o aumento na oferta de smartphones e celulares com conexão de internet, vendidos por menos de 5 mil rúpias (R$ 176) e construídos localmente, está facilitando o acesso à web. Também ocorre um aumento nos serviços de 3G e 2G, o que ajudará a conectar mais pessoas.

Ao mesmo tempo, porém, ainda há dificuldades em levar esse tipo de conexão a áreas mais pobres e distantes do país. E, mesmo quando a tecnologia está disponível, ela tem um custo que continua sendo inacessível para muitos indianos sem recursos.

Tablets baratos

Outros gadgets portáteis também podem ter um impacto significativo na popularização ao acesso à internet.

O governo indiano planeja levar um tablet de baixo custo conhecido como Askash a escolas de todo o país neste ano. A um custo de cerca de US$ 50, o Aakash foi ovacionado como uma grande inovação para a Índia e para a forma como a internet é acessada em escolas.

O blogueiro Argawal diz que o tablet permitirá que mais crianças assistam a vídeos, obtenham informações e estejam na linha de frente das novas tecnologias portáteis.

A contrapartida é que o Aakash é um modelo muito básico comparado com seus concorrentes. Além disso, depende de boas conexões de internet e de redes de distribuição de energia, itens nem sempre presentes em partes remotas da Índia.

De fato, um dos maiores desafios de 2012 na Índia é aumentar a penetração da internet nesse tipo de região. Apenas 2% da Índia rural tem acesso à web, segundo a Associação de Internet e Telefonia Celular do país (IAMAI, na sigla em inglês).

'Mesmo que você oferte tecnologia, tem que ensinar como usá-la e dar acesso às pessoas da comunidade', opina P Niranjana, do Instituto Tata de Ciências Sociais de Mumbai.

Para ela, também é preciso assegurar que os computadores de uma determinada aldeia estejam localizados em áreas de acesso fácil a todas as comunidades - incluindo as castas mais baixas. Atualmente, cerca de 18% dos usuários rurais de internet têm que andar mais de 10 km para obter uma conexão à web.

Indo além de questões de acesso e alcance, outra grande mudança no mercado indiano é como as pessoas estão usando a internet. Com mais conexões, celulares e computadores, muitos indianos não só checam seu e-mail como crescem em presença em redes sociais.

Tanto que o Facebook é atualmente o site mais popular na Índia, tendo visto seu número de usuários crescer em mais de um terço no país nos últimos seis meses. Também se popularizam sites como LinkedIn.

Mercado promissor

O fato de mais da metade da população indiana ter menos de 25 anos faz com que o país seja um enorme mercado em potencial para empresas de tecnologia.

Para Tarun Abhichandani, diretor de negócios da empresa de pesquisas IMRB, isso deve fomentar também o comércio via internet neste ano. Em 2010, o e-commerce movimentou cerca de US$ 10 bilhões no país.

No que diz respeito a conteúdo, a principal mudança deverá ser a criação de conteúdo online em outras línguas além do inglês, num país que abriga centenas de idiomas distintos.

'Há um número limitado de falantes de inglês no país, então precisamos de traduções para línguas locais dos sites disponíveis aos indianos', diz Abhichandani.

Sites como a Wikipedia já começam a produzir conteúdo em idiomas locais indianos.

Com tudo isso, acredita-se que o uso de internet cresça no país, mas desafios tecnológicos e o alcance dessas tecnologias determinarão quem vai se conectar, e como o fará.

Olhar Digital: Tecnologia da Informação: planejando 2012


Olhar Digital: Tecnologia da Informação: planejando 2012:




O ano de 2011 foi marcado por grandes crises econômicas, principalmente na Europa, com a queda de governos ditatoriais, corrupção, greves e manifestações em busca de democracia. No Brasil, a crise econômica mundial não teve grandes impactos, porém tivemos muitas reviravoltas na política do novo governo de Dilma Rousseff, como a "faxina ministerial" que observamos nos últimos meses. Neste ano, os brasileiros sentiram que o País deve passar por um processo de reestruturação, principalmente na política, para crescer, desenvolver e concorrer fortemente frente aos demais players globais.

No setor de Tecnologia da Informação (TI), especificamente, um novo cenário está formado e os investimentos em tecnologia já ganham espaço. O segmento foi marcado por otimismo, com anúncios de abertura de novas indústrias e empresas que se instalam em território nacional, grandes investimentos e promessas, como o início da produção de iPhones e tablets no País, a expansão das redes de telefonia móveis e a popularização da Internet banda larga, com o Programa Nacional de Banda Larga (PNBL). Estes últimos devem ser prioridade do setor até 2013 para a cobertura e transmissão das informações, a nível global, dos mega-eventos que ocorrerão no País.

Neste ano, o setor de TI foi contemplado também com o anúncio do conjunto de medidas que constitui a nova Política de Desenvolvimento Produtivo, popularmente chamada de política industrial, para o período de 2011 a 2014, e lançada pelo Governo Federal sob a marca de Brasil Maior (que remete a um “Brasil Grande”).

A nova política industrial trouxe importantes avanços e muitos pontos de atenção. Um dos aspectos principais é a desoneração da folha de pagamento para segmentos específicos, incluindo o setor de TI. No pacote anunciado pelo governo, as empresas do segmento deixarão de recolher 20% sobre a folha de pagamento e passarão a recolher 2,5% sobre o valor total de faturamento. A desoneração ajudou a aumentar o número de contratações CLT e a diminuir a informalidade.

No que se refere às áreas de pesquisas, inovação e desenvolvimento para o setor, foi divulgado um aumento dos recursos direcionados à Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deve repassar à entidade R$ 2 bilhões para ampliação do financiamento à inovação.

Para 2012, observamos que as empresas de serviços de TI tendem a crescer e aumentar os investimentos em modernização. Os grandes eventos mundiais, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, que ocorrerão em 2014 e 2016, respectivamente, incentivam o crescimento e desenvolvimento do setor.

As empresas, por sua vez, devem ficar atentas às oportunidades de expansão para maior competitividade no mercado. Para este ano, estão previstas mais parcerias empresariais, fusões e aquisições, como a recente compra da LCD Sony pela Samsung. Essas estratégias de negócios têm evidenciado uma forte demanda do mercado em busca de inovação, com novos serviços e produtos. Neste cenário, as micro, pequenas e médias empresas devem aproveitar a oportunidade para apresentarem soluções e ferramentas diferenciadas. Este processo deve ser contínuo e com investimentos específicos, contribuindo para o fortalecimento e crescimento do mercado brasileiro.

Definitivamente, o ano de 2012 será de alta movimentação, refletindo um Brasil que, segundo projeções de especialistas do Centro para Pesquisa Econômico e Negócios (CEBR), já é a sexta maior economia do mundo, superando grandes mercados mundiais, como a Reino Unido e Itália. Mas nos dias de hoje não basta “estar” grande, o País deve estar preparado para o crescimento e desenvolvimento desejado. Assim, esperamos que o desempenho dos setores econômicos esteja alinhado com as expectativas positivas que se desenham e que no próximo ano se enfrentem os gargalos de infraestrutura que restringem o crescimento do País.

*Marcos Sakamoto é presidente da Associação das Empresas de Tecnologia da Informação do Estado de São Paulo (Assespro-SP)


Olhar Digital: Pesquisa: metade das PMEs acredita estar imune contra ciberataques



Olhar Digital: Pesquisa: metade das PMEs acredita estar imune contra ciberataques:





A Symantec anuncia os resultados da sua Pesquisa 2011 sobre Conscientização das PMEs em Relação a Ameaças, que revelou que, ainda que o nível de conscientização seja elevado, as pequenas e médias empresas (PMEs) não se vêem como alvos de ciberataques. Consequentemente, elas não implementam as proteções adequadas para suas informações. A pesquisa examinou os níveis de conscientização das pequenas e médias empresas (PMEs) sobre os perigos das ameaças à segurança e quanto elas estão preparadas para se defender contra eles. Foram entrevistadas 1.900 organizações em todo o mundo, incluido o Brasil.

"Nossa pesquisa mostra que as PMEs são bem vulneráveis a ataques cibernéticos e que é mais importante do que nunca que elas tomem medidas para manter suas informações seguras. Mesmo com orçamentos apertados e recursos limitados, mudanças simples, como educação e boas práticas, podem reforçar significativamente o perfil de segurança das PMEs em relação aos ataques cibernéticos", afirma Steve Cullen, vice-presidente sênior de marketing mundial para PMEs e cloud da Symantec Corp.

Destaques da pesquisa

· As PMEs estão familiarizadas com as ameaças à segurança

A pesquisa mostrou que mais de metade das PMEs está familiarizada com as diferentes ameaças à segurança dos negócios, incluindo ataques direcionados, registro de digitação e os riscos que vêm com o uso de smartphones nos negócios da empresa. Mais da metade (54%) afirmou que o malware pode causar perda de produtividade, e 36% reconheceram que os hackers podem ter acesso a informações confidenciais. Além disso, os entrevistados disseram que um ataque direcionado poderia afetar os negócios. 46% afirmaram que um ataque direcionado também causaria perda de receita, e 20% disseram que poderia afastar clientes.

· As PMEs não se vêem como alvos

Surpreendentemente, embora conheçam o perigo dos ciberataques, as PMEs não se sentem em risco. Na verdade, 50% das PMEs entendem que, por serem de pequeno porte, não estão em perigo – acham que são principalmente as grandes empresas que têm que se preocupar com ataques. Isso contradiz diretamente as evidências. De acordo com dados da Symantec.cloud, desde o início de 2010, 40% de todos os ataques foram dirigidos a empresas com menos de 500 funcionários, em comparação com apenas 28% dirigidos a grandes companhias.

· PMEs não estão tomando nenhuma medida

Por não se verem como alvo, muitas das PMEs não estão tomando as precauções básicas para proteger suas informações. Enquanto dois terços restringem as pessoas que têm informações de login, impressionantes 63% não protegem as máquinas usadas para serviços bancários online e 9% não tomam precauções extras para os mesmos serviços. Mais da metade (61%) não usa antivírus em todos os desktops, e 47% não contam com segurança para servidores/serviços de correio eletrônico.

Recomendações

Para manter seguras as informações corporativas confidenciais, existem três práticas simples que as PMEs podem seguir para se protegerem contra ciberataques:

· Oriente os funcionários - Desenvolva orientações sobre segurança da Internet e treine os funcionários a respeito do tema e sobre as ameaças mais recentes. Parte do treinamento deve se concentrar na importância de mudar as senhas regularmente e proteger os dispositivos portáteis.

· Avalie seu status de segurança - As PMEs enfrentam maiores riscos em relação às suas informações confidenciais, por isso é fundamental contar com proteção. A violação de dados pode significar a ruína financeira para uma pequena ou média empresa. Identifique o que você precisa proteger. É importante entender os riscos e falhas de segurança para que você possa tomar medidas para proteger as informações.

· Aja - Seja proativo e desenvolva um plano de segurança. Considere itens como políticas para senhas, proteção de endpoints, criptografia, segurança de e-mails e ativos da Web. Você também deve avaliar o que seria melhor para atender às necessidades de sua organização, serviços locais ou hospedados.


Olhar Digital: Prevenção: Por que os seus usuários são mais ágeis que o seu sistema de gestão de TI?



Olhar Digital: Prevenção: Por que os seus usuários são mais ágeis que o seu sistema de gestão de TI?:



Segundo a Forrester Research, três em cada quatro incidentes de TI que impactam a produtividade dos usuários finais passam despercebidos pelo departamento responsável e são comunicados pelos próprios usuários por meio de ligações ao Service Desk. Isso significa que, mesmo depois de investimentos em governança e plataformas de gerenciamento de infraestrutura, os usuários ainda representam a principal forma de monitorar a qualidade do serviço prestado pela TI.

Assim, a frustração dos executivos de TI é dupla: o retorno do investimento em monitoramento está aquém do esperado e, além disso, não se consegue melhorar a experiência (e a produtividade!) dos seus usuários. Para piorar, a crescente utilização de soluções de Cloud Computing move continuamente para fora dos muros das empresas. Assim, a cada dia um conjunto maior de processos de negócio depende de servidores que não são monitorados e geridos pela área de TI.

Então, como saber se o desempenho está adequado às expectativas e necessidades do usuário? E o que dizer das expectativas e necessidades do próprio negócio? Quando ocorre uma falha de TI, não necessariamente o usuário prontamente chamará o Service Desk, mesmo que esteja paralisado um importante processo de negócio. Ele pode postergar sua tarefa por horas ou dias, se lhe for conveniente, e não impactar em seus resultados profissionais, independente de ser ou não crítico com as métricas corporativas. Não é tão incomum que haja desalinhamento entre métricas individuais e corporativas, especialmente em casos de mudança de função ou simples desatualização em um mercado dinâmico.

Por isso, é necessário estender o monitoramento até o nível de experiência individual dos usuários. Mas antes, vale ressaltar que esse monitoramento não se refere às atividades do usuário, e sim ao desempenho de parâmetros do seu computador, tais como tempo de resposta de aplicações, consumo de CPU e memória etc. Acompanhar a performance das estações é uma ferramenta poderosa, pois é capaz de apontar instantaneamente aquilo que o monitoramento do Centro de Dados ou mesmo de redes não percebe.

É possível, ainda, avançar além do monitoramento, identificando incidentes, promovendo a abertura automática de tickets, preparando o diagnóstico - facilitado pelo amplo conjunto de dados de estações disponível – e reestabelecendo o serviço, antes mesmo que o usuário entre em contato com o Service Desk. Isto se chama pró-atividade. Os benefícios começam pelo já mencionado aumento de produtividade e resulta em consequente redução de ineficiência e de custos, redução de perda de receita, e redução de custos da própria área de TI em atender e suportar os usuários.

Sobre o diagnóstico, é possível identificar falhas em diferentes níveis de granularidade. Se a monitoração indica que apenas uma estação apresenta lentidão para acessar o ERP corporativo, temos possivelmente um problema na própria estação; se a lentidão é observada em todas as estações de dados do escritório, provavelmente a dificuldade está no enlace de comunicação dentro desse ambiente; já se a lentidão é observada por todos, possivelmente a falha está nos servidores do Centro de Dados. Os dois últimos casos podem ser ratificados correlacionando os dados do gerenciamento de estações com os dados do gerenciamento de infraestrutura (enlaces e servidores). Se todas as informações estão consolidadas e correlacionadas na mesma console de gerenciamento, em poucos minutos está identificada a causa do incidente, independente de onde for - estação, rede ou servidor.

Mas afinal, o que poderia ser monitorado em estações de trabalho? Já citamos o tempo de resposta de aplicações, como por exemplo medir a performance durante transações em geral (tempo que se leva para fazer login, consultas, criações ou atualizações de dados). Também citamos o consumo de CPU e memória, que – caso tenha acompanhamento – pode prever falhas em processos que rodam localmente. No caso das aplicações de mercado, é possível, por exemplo, medir o tempo utilizado para abrir ou criar uma mensagem de correio eletrônico, abrir o calendário ou visualizar um folder. Em outras aplicações, o monitoramento pode também observar tempos de abertura e fechamento de arquivos e mensagens de erro críticas, que servem como parâmetros para prevenir novas falhas.

Enfim, o gerenciamento da experiência dos usuários abre uma nova perspectiva para a identificação e resolução de incidentes. Ao gerenciamento do Centro de Dados se acresce o gerenciamento das experiências vividas pelos usuários. A governança fez todos entenderem a TI como um prestador de serviços aos usuários, mas até agora a qualidade do serviço prestado não era medida pelo ponto de vista dos maiores interessados: os usuários.

Olhar Digital: Soluções gratuitas e em nuvem para o seu dia a dia: experimente!



Olhar Digital: Soluções gratuitas e em nuvem para o seu dia a dia: experimente!:




A cada dia que passa surgem diversas novidades no campo das soluções em nuvem. Quem ainda não ouviu falar nesse novo termo deve estar se perguntando o que isso significa? Na computação em nuvem todos os dados são armazenados em servidores online, como a internet, e que podem ser acessados de qualquer lugar do mundo. Esse ambiente dispensa a instalação de programas e o armazenamento em servidores físicos, que são muito mais caros e demandam mais atenção.

Mas será que alguém já parou para pensar que essa tecnologia já estava presente em nosso cotidiano quando o assunto ainda era pouco comentado? Pois é. Veja, abaixo, uma seleção de programas e aplicativos que, provavelmente, você já ouviu falar e talvez até utilize, mas ainda não sabia que faziam parte dessa revolução tecnológica.

O primeiro programa da lista é o Megaupload, certamente você já foi direcionado ao site quando precisou fazer algum download. Para os uploads de até 500mb o site é livre, mas quem preferir pode se registrar e ter muito mais vantagens, como por exemplo, menor tempo na espera de downloads.

A edição de fotos pode ficar mais rápida e ágil com o Adobe Photoshop Online. Com esta versão o usuário utiliza as ferramentas de forma intuitiva, e cada alteração é exibida em modo de pré-visualização. O trabalho se torna ainda mais simples, pois o programa é todo em português.

Já imaginou seus sites favoritos em um único lugar? Com o aplicativo Xmarks o gerenciamento de conteúdos mais acessados é muito simples. Para não misturar conteúdo pessoal e profissional, o programa ainda permite a criação de perfis variados.

Outro aplicativo em nuvem que é muito utilizado é o Google Docs. O serviço foi atualizado recentemente e ampliou os recursos para os usuários. Ele é compatível com os programas Microsoft Office e OpenOffice.

O Google Tradutor também possui muitos adeptos. São mais de 30 idiomas e além da tradução simultânea de palavras, o usuário pode traduzir textos e grandes documentos.

Geralmente, bons programas antivírus são muito pesados e ocupam boa parte do hd de seu computador. Uma boa alternativa para potencializar essa proteção é utilizar dois serviços, com o Kaspersky Online Virus Scanner. Não é necessário desinstalar o seu programa de antivírus habitual.

Até pouco tempo atrás o Angry Birds estava disponível apenas para usuários de Android. Agora o game ganhou sua versão online. Acessando o link acima, você pode jogar sem a necessidade de instalar ou fazer um cadastro na Chrome Web Store.

Com o serviço Dropbox o usuário sincroniza seus arquivos com qualquer computador. Isso facilita o compartilhamento e o acesso remoto, que pode ser feito de qualquer navegador.

Gostou das dicas? Experimente-as, e se conhecer alguma outra solução em nuvem que não citamos, deixe sua sugestão nos comentários!

Olhar Digital: Hackers estariam tentando colocar satélite próprio em órbita



Satélites

Os coordenadores da HGG - Hackerspace Global Grid - planejam lançar um satélite próprio no espaço, com o intuito de combater a censura na internet. A informação foi revelada durante o Chaos Communication Congress, em Berlim, Alemanha. Os organizadores do evento, quem revelaram a intenção do HGG, ainda dizem que, a longo prazo, o grupo de hackers pretende colocar um astronauta amador no espaço.


Nick Farr, ciberativista que vem sendo creditado como o "rosto público" do projeto, disse: "a crescente possibilidade de censura da internet nos motivou a isso. Queremos tirar a internet do controle de entidades terrenas". Como exemplo, Farr citou o Stop Online Piracy Act, um projeto de lei corrente nas cortes politicas dos EUA que visa dar mais controle a empresas particulares no tocante à divulgação de seus produtos.


No evento, ainda foi indicado que esse projeto, que exigiria muito dinheiro, seria financiado através de doações de usuários.


Pequenos empreendedores já conseguiram colocar um satélite no espaço - isso não é novidade. Entretanto, a ideia do HGG é manter o satélite operacional 100% do tempo, inclusive rastreando sua posição. A noticia completa pode ser vista aqui (em inglês).