quinta-feira, 29 de março de 2012

G1 - Por US$ 250 mil, hacker vendeu brecha do iPhone nos EUA, diz revista





Um hacker que usa o apelido de "Grugq" teria negociado uma falha do iPhone com uma empresa contratada pelo governo norte-americano, segundo reportagem da revista "Forbes". "Grugq" age como intermediário entre outros hackers e agências e empresas que trabalham com o governo, vendendo vulnerabilidades em sistemas e aplicativos, e fica com 15% do valor da venda como comissão.

As vulnerabilidades comercializadas não são comunicadas às empresas que desenvolvem o software, garantindo que a falha fique por mais tempo sem uma correção e viabilizando invasões em sistemas que utilizam os softwares.

Algumas empresas, como a HP e a Verisign, também pagam pesquisadores de segurança por informações sobre as brechas. Os valores são muito menores – normalmente, não passam de US$ 10 mil – e o desenvolvedor do software é sempre alertado a respeito da existência do problema.

"Grugq", no entanto, age colocando em contato hackers e partes interessadas, muitas vezes ligadas ao governo. Ele diz, segundo a "Forbes", que os governos ocidentais pagam mais e também tomam mais cuidado com a informação adquirida. "Vender [uma falha] para a máfia russa garante que ela vai morrer em pouco tempo", afirmou ele, referindo-se a um uso exagerado da vulnerabilidade que levaria a brecha ao conhecimento do desenvolvedor.

"A Rússia está cheia de criminosos. Eles ganham dinheiro com as falhas do meio mais brutal e medíocre possível, e trapaceiam uns aos outros", afirmou Grugq à Forbes. Grugq disse que faz 80% das suas vendas nos Estados Unidos, mas que, às vezes, os pesquisadores pedem que uma falha específica seja comercializada apenas na Europa.

iPhone é o mais valioso
Segundo a reportagem da "Forbes", as falhas do iPhone são as mais valiosas do mercado e normalmente são vendidas por valores entre US$ 100 mil e US$ 250 mil. As menos valiosas são as do Adobe Reader, software leitor de documentos, que valem de US$ 5.000 a US$ 30.000.


SoftwareValor (em US$, segundo Forbes)Valores em reais (aprox.)
Adobe Reader5.000 – 30.0009.000 – 55.000
Mac OS X20.000 – 50.00035.000 – 90.000
Android30.000 – 60.00055.000 – 110.000
Java40.000 – 100.00070.000 – 185.000
Microsoft Word50.000 – 100.00090.000 – 180.000
Windows60.000 – 120.000110.000 – 220.000
Firefox / Safari60.000 – 150.000110.000 – 270.000
Chrome / Internet Explorer80.000 – 200.000140.000 – 370.000
iOS (iPhone)100.000 – 250.000180.000 – 450.0
Os valores se referem a uma venda exclusiva – ou seja, a brecha não pode ser vendida duas vezes – e também que o erro exista na versão mais nova do programa.

O comércio de vulnerabilidades é um tema polêmico entre especialistas. O Google também remunera os pesquisadores que descobrem falhas em seus produtos. Porém, outras empresas, como a Microsoft, resistem à prática.

Para Grugq, a atividade não difere de qualquer outra. "Você está basicamente vendendo software comercial. Ele precisa estar polido e ter documentação. A única diferença é que você só uma licença, pra sempre, e todo mundo diz que você é mau", afirmou.

Olhar Digital: Empresa de segurança mostra que quebrar a senha de um smartphone é mais fácil do que você imagina



Você acredita estar seguro ao colocar uma senha em seu iPhone ou Android? Segundo a Micro Systemation, isso não passa de ilusão. A empresa de segurança mostra em um vídeo que é possível quebrar a senha do celular em menos de dois minutos.

O vídeo é, basicamente, uma demonstração do softwareXRY. Com ele, a empresa consegue quebrar a senha, transferir os dados para um PC, decifrá-los e ver informações como localização do GPS, histórico de chamadas, contatos e até mensagens, que ficam totalmente expostas.

Segundo a Forbes, o programa trabalha de forma semelhante a um jailbreakdo aparelho, mas o XRY não busca falhas deixadas pelo fabricante. Ele apenas procura por brechas de segurança ao tentar fazer todas as combinações possíveis de números, até achar a correta.

Mike Dickinson, diretor de marketing da empresa e locutor do vídeo, diz que "após quase vinte anos, as pessoas entenderam que não podem fazer coisas ruins em seus computadores pessoais, mas eles ainda não entendem que isso se aplica também aos telefones".

Dickinson também dá um conselho. Ele explica que, "quanto mais complexa a senha for, mais demorado e difícil será para acessar o telefone". Então, caprichem nas senhas!

Gizmodo Brasil: Não caia no golpe do "veja quem visitou seu perfil" no Facebook




Nos últimos dias, a praga do “veja quem visitou seu perfil” se espalhou com mais força no Facebook, principalmente entre brasileiros. Claro que é pega-trouxa: ao contrário do Orkut, o Facebook não libera essa informação – nenhum app realmente sabe disso. Para fingir que funciona, o app pega uma lista aleatória dos seus amigos e diz que eles fuçaram seu perfil. Mas o que esses apps ganham com isso? Fábio Assolini, analista da Kaspersky Lab, revela a peça que faltava.

O app usa um script para controlar seu perfil do Facebook, e vai curtindo páginas de empresas que pagarem por isso. Assolini mostra dois sites que cobra de R$50 (por mil “likes”) a R$3.990 (100.000 likes!) para empresas que queiram maior visibilidade nas redes sociais – eles também têm planos para Twitter. O analista diz que o esquema é totalmente brasileiro. Os sites saíram do ar depois que foi mostrado no blog Securelist da Kaspersky.

Segundo Assolini, o esquema é baseado na distribuição de extensões maliciosas. Não basta apenas deixar que o app acesse seu perfil: você é instruído a instalar um add-on no Chrome ou Firefox. Isso também vale para outras modalidades de golpe no Facebook, como “mude a cor do seu perfil” ou “tire vírus do Face”. Depois de instalada, ela baixa um arquivo de script e começa a comandar seu perfil.

Uma dessas extensões estava na própria Google Web Store e se espalhou por Brasil e Portugal. Ela foi eliminada pelo Google quando a Kaspersky avisou, mas como lembra Assolini, “os vilões por trás deste esquema malicioso estão reenviando novas extensões regularmente em um jogo de gato e rato”.

Há uma forma simples de evitar isso: configure o Facebook para usar sempre conexões HTTPS – em geral, as extensões maliciosas forçam o usuário a acessar o FB por domínio não-seguro. Para ativar o HTTPS, vá em Configurações de conta > Segurança (ou clique direto aqui) e, na linha Navegação segura, clique em “Editar” e marque a caixa “Quando possível, navegue no Facebook com uma conexão segura”.

Se você já caiu no golpe, vá desinstalar a extensão: Ferramentas > Extensões no Chrome ou Ferramentas > Complementos > Extensões no Firefox – então desinstale qualquer add-on suspeito. Para finalizar, vá até Configurações de conta > Aplicativos (ou clique direto aqui) e desautorize qualquer app do Facebook que você não use mais. [Kaspersky via Estadão; imagemvia]

quarta-feira, 28 de março de 2012

G1 - Brasil prepara lançamento de satélite para levar banda larga ao país inteiro



Brasil prepara lançamento de satélite para levar banda larga ao país inteiro.Anúncio foi feito nesta quarta (28) pelo ministro da Ciência e Tecnologia.Custo avaliado da construção e do lançamento é de R$ 750 milhões.

O Brasil prepara o lançamento de um satélite geoestacionário de comunicação para proporcionar banda larga a todos os municípios do país, anunciou nesta quarta-feira (28) em Nova Délhi o ministro da Ciência e Tecnologia, Marco Antônio Raupp.

O país busca na Índia uma cooperação técnica para o satélite. A construção e o lançamento, sob responsabilidade da Telebras e da Embraer, têm um custo avaliado de R$ 750 milhões.

"Vamos fazer um concurso internacional que abre a possibilidade a uma cooperação tecnológica importante", disse o ministro.

O satélite de comunicação dará opção a todos os municípios brasileiros a acessar a banda larga para os serviços de internet e telefonia móvel 3G.

Brasil, Índia e África do Sul também discutirão nos próximos dias o lançamento de outro satélite para a observação do clima no Atlântico Sul, o que permitirá fazer as medições necessárias para "entender as anomalias com o campo magnético terrestre que deixam passar as radiações ultravioletas".

Com a China, país com o qual mantém uma intensa cooperação desde a década de 1980 -- com o lançamento conjunto de três satélites --, o Brasil prevê o lançamento de um satélite este ano e outro em 2014, informou o ministro, que considera "estratégica" a cooperação.

Raupp integra a delegação da presidente Dilma Rousseff na reunião de cúpula desta quarta-feira dos Brics -- bloco dos países emergentes -- na capital indiana.

Durante a visita bilateral à Índia na sexta-feira, Raupp assinará com as autoridades indianas um acordo para o programa "Ciências Sem Fronteiras", que permitirá o treinamento no exterior de estudantes e especialistas brasileiros nas áreas das ciências naturais e engenharia.

No caso da Índia, o Brasil espera estimular o intercâmbio nas áreas de tecnologia, saúde, em particular o combate a Aids, malária e turberculose, assim como a farmacêutica, a nanotecnologia e as ciências de forma geral.

Gizmodo Brasil:Microsoft envia proposta HTTP Speedy+Mobility para acelerar a web




A Microsoft quer ajudar a acelerar a web. A empresa planeja enviar uma proposta para um protocolo de Internet mais rápido para os responsáveis pela criação do HTTP 2.0.

Não por coincidência, o grupo responsável, o Internet Engineering Task Force (IETF), está reunido nesta semana para discutir o futuro do venerável HyperText Transfer Protocol, mais conhecido como HTTP. No cronograma está a criação do HTTP 2.0, uma abordagem mais moderna e veloz da comunicação via Internet.

Um candidato a HTTP 2.0 é o protocolo SPDY, do Google. Lido como “speedy” (“rápido”, em inglês), a proposta do Google substituiria o protocolo HTTP — a linguagem atualmente usada quando um navegador conversa com um servidor web. Quando você requisita uma página ou arquivo de um servidor, o que geralmente acontece é o seu navegador fazer esse pedido usando HTTP. O servidor responde usando HTTP também. É por isso que o “http” aparece no começo da maioria dos endereços web.

O protocolo SPDY dá conta das mesmas tarefas do HTTP, mas o SPDY é capaz de fazer todas 50% mais rápido. Chrome e Firefox já suporta o SPDY e muitos sites grandes, incluindo Google e Twitter, já servem páginas via SPDY quando é possível.

Parte do cronograma do IETF nessa semana é discutir a proposta do SPDY e a possibilidade de torná-lo um padrão.Agora, porém, a Microsoft está enviando outra proposta para o IETF considerar.

O HTTP Speed+Mobility da Microsoft carece de um nome bacana, mas aparece para cobrir basicamente o mesmo território demarcado pelo SPDY. Detalhes sobre as especificidades do HTTP Speed+Mobility ainda são escassos, mas a julgar pelo post que o anunciou, o HTTP Speed+Mobility se assemelha ao SPDY mas também inclui melhorias tiradas do trabalho com as APIs WebSockets do HTML5. A ênfase não fica restrita à web e navegadores, mas também a aplicativos móveis.

“Achamos que apps — e não só navegadores — deveriam ser mais rápidos”, escreveu Jean Paoli, Gerente Geral de Estratégia de Interoperabilidade da Microsoft.

Para conseguir isso, o HTTP Speed+Mobility da Microsoft “parte de ambos os trabalhos do Google no protocolo SPDY e do trabalho que a indústria tem realizad em torno dos WebSockets.” O que não fica claro nesse post inicial é para onde o HTTP Speed+Mobility vai a partir desse ponto de entrada híbrido.

Fica claro, porém, que a Microsoft não se opõe ao SPDY. “O SPDY tem feito um grande trabalho de sensibilização quanto ao desempenho web e ao partir para uma abordagem ‘limpa’ para melhorar o HTTP”, escreveu Paoli. “As maiores falhas do SPDY estão em suprir as necessidades de dispositivos e aplicativos móveis.”

O coinventor do SPDY Mike Belshe escreveu no Google+ que os esforços da Microsoft são bem-vindos e se antecipa para “métricas de desempenho no mundo real e implementações abertas de modo que possamos todos avaliá-las.”



Belshe também nota que os comentários da Microsoft de que o SPDY não é otimizado para o mobile “não são verdade.” Belshe diz que há evidências de que os desenvolvedores estão, no geral, contentes com o uso do SPDY em apps móveis, “mas isso sempre pode melhorar, claro.”

O processo de criação do substituto mais rápido do HTTP não significa simplesmente escolher um dos candidatos e torná-lo padrão. Com sorte o IETF pegará as melhores ideias de todos os lados e as combinarão em um protocolo único capaz de acelerar a web. Os detalhes exatos — e quaisquer ganhos potenciais em velocidade — do HTTP Speed+Mobility da Microsoft ainda precisam ser vistos, mas quanto mais sugestões o IETF receber, melhor o HTTP 2.0 será. [Webmonkey. Foto: Lindsey Turner/Flickr]

IDG Now: Site de encontros para militares é invadido e 170 mil cadastros são roubados

IDG NowSite de encontros para militares é invadido e 170 mil cadastros são roubados

 


Dados de cadastrados no site Military Singles foram copiados por grupo que dizer nova versão do LulSec.


Após a recente prisão de diversos integrantes, o grupo de hackvistas LulzSec Reborn assumiu, no Twitter, a responsabilidade por um ciberataque a um portal de encontros para militares. 

Cerca de 170 mil usuários do portal Military Singles podem ter seus dados expostos, incluindo nomes, e-mails, nomes de acesso e, em alguns casos, endereços de residências, segundo informações do blog Naked Security, da Sohpos.

“O site Military Singles foi fechado há um ou dois dias, então divulgamos os e-mails. Há endereços com sufixos @us.army.mil ; @carney.navy.mil ; @greatlakes.cnet.navy.mil ; @microsoft.com ; etc.”, diz a mensagem postada no PasteBin.


Cerca de 170 mil usuários podem ter nomes, e-mails e endereços expostos.É claro que via Internet, qualquer um pode se dizer membro do grupo LulzSec Reborn e postar uma mensagem na rede PasteBin, anunciando o ciberataque ao Military Singles. O presidente da F-Secure, Mikko Hypponen, diretor global de pesquisas da F-Secure, afirmou este mês que os nomes de grupos hackvistas, como o Anonymous, tornaram-se marcas. "Qualquer um pode promover um ataque e creditar ao Anonymous e não haverá ninguém para contestar", declarou.

Os membros originais do LulzSec foram presos no começo deste mês em uma operação do FBI, que contou com a colaboração do líder do grupo, conhecido como Sabu, que trabalhou como informante para o órgão federal dos EUA.

Olhar Digital: Hábito de digitação pode substituir senhas no futuro

Olhar Digital: Hábito de digitação pode substituir senhas no futuro

28 de Março de 2012




Esqueça as diversas combinações de letras, números e símbolos cada vez mais exigidas pelos diversos serviços na internet, seja para acesso ao banco, à rede social ou ao email corporativo. A Agência de Projetos dePesquisa Avançada de Defesa (DARPA), dos Estados Unidos, está desenvolvendo um sistema que detecta o usuário a partir da digitação.


Os pesquisadores do Pentágono acreditam que recriar a forma como uma pessoa digita em um teclado é muito mais complicado do que conseguir uma senha, e, assim, um sistema feito a partir da digitação é mais seguro do que os tradicionais passwords, segundo o The New York Times.



O sistema que está sendo desenvolvido pela DARPA faz o reconhecimento a partir da digitação do nome de usuário. Além disso, ele roda um software em segundo plano que analisa a digitação durante o uso do programa, garantindo que o dono da conta não tenha sido forçado a fornecer a informação apenas para iniciar o computador e depois foi substituído por outra pessoa.

Como exemplo, os pesquisadores citaram uma pessoa que segura uma tecla por 100 milisegundos. Se alguém entra no computador desta pessoa e passa a segurar as teclas por 90 milisegundos, por exemplo, já é um sinal de que o usuário foi trocado, o que bloquearia o acesso aos dados pessoais.

Um desafio para o sistema é que seria necessário um constante monitoramento do usuário para garantir que as mudanças na forma como ele usa o PC sejam detectadas e, assim, ele seja reconhecido frequentemente.

Olhar Digital: Rumor: Google Drive, serviço de armazenamento do Google, pode chegar em abril






Rumor: Google Drive, serviço de armazenamento do Google, pode chegar em abrilBoatos apontam que o GDrive será lançado em fase beta na primeira semana do próximo mês com 1 GB de espaço gratuito

27 de Março de 2012



O Google deve lançar seu serviço de computação na nuvem em abril, de acordo com informações do siteGigaOm. Fontes ligadas ao projeto afirmaram que o anúncio do Google Drive - ou GDrive - será feito na primeira semana do mês. No entanto, o serviço ainda estará em fase beta de testes.

Os primeiros rumores sobre o Google Drive apareceram em 2006 e, novamente, em 2007, quando o Wall Street Journal relatou que a gigante de buscas estaria preparando um serviço de armazenamento na nuvem. A partir daí, em 2010, a companhia divulgou ser possível fazer uploads de documentos no Google Docs e, agora, mais uma vez, o jornal norte-americano afirma haver um novo serviço de cloud computing.

Segundo o site, o GDrive vai permitir que o usuário armazene, gratuitamente, até 1 GB de dados na nuvem como fotos, vídeos, músicas e arquivos de texto. Caso o usuário queira espaço adicional, será necessário pagar. Serviços de cloud computing como o Dropbox, por exemplo, oferecem de 2 GB a 5 GB de graça, portanto, há especulação de que o espaço oferecido inicialmente peloGoogle seja apenas durante a fase de testes. Após a oficialização do GDrive, a companhia aumentaria o tamanho.

A publicação ainda afirma que o produto será bastante parecido com o GoogleDocs e irá integrar outros serviços do Google. A empresa ainda não divulgou nenhuma informação sobre o possível lançamento.

Olhar Digital: IBM cria dispositivo laser que transmite dados a um trilhão de bits por segundo

Olhar Digital: IBM cria dispositivo laser que transmite dados a um trilhão de bits por segundo:

Chip óptico é oito vezes mais rápido que os melhores componentes disponíveis no mercado atual e consome menos de cinco watts de energia

28 de Março de 2012





Pesquisadores da IBMconstruíram um chip óptico que pode transferir mais dados por segundo do que qualquer outro no planeta.

Os cientistas chamaram o transmissor de "Holey Optochip". De acordo com os especialistas, o dispositivo é capaz de mover dados a um trilhão de bits por segundo, ou seja, oito vezes mais rápido do que os melhores componentes ópticos disponíveis no mercado atual e cerca de dez mil vezes mais rápido do que os 100 megabits por segundo comuns. Além disso, a invenção não consome muita energia - menos de cinco watts.

Isso é um ponto muito importante que pode ajudar os atuais centros de arquivos e instalações que utilizam supercomputadores, já que as companhias criam máquinas cada vez mais poderosas e que exigem recursos mais eficientes.

O chip é construído com componentes comuns e levou cinco anos para ser finalizado. A única diferença são 48 buracos feitos para que o laser passe pelo chip - daí o nome "Holey", que em tradução livre quer dizer "cheio de buracos". "Basicamente, o chip é uma versão melhorada dos que são usados nos PCs de alta performance desta geração. O segredo é o bom uso da velocidade e da energia, ao mesmo tempo", afirmou Clint Schow, da IBM.

Mesmo com um futuro promissor, no entanto, a IBM não planeja transformar o chip em um produto comercial. Na verdade, ela quer que uma empresa que trabalha com transmissões de dados licenciasse a tecnologia para construir ferramentas super-rápidas em PCs de alta performance.

Olhar Digital: Computação na nuvem deve gerar 14 milhões de novos empregos nos próximos três anos

Olhar Digital: Computação na nuvem deve gerar 14 milhões de novos empregos nos próximos três anos



Uma nova pesquisa realizada pelo IDC, a pedido da Microsoft e publicada pelaForbes, revelou que a computação na nuvem deverá gerar, pelo menos, 14 milhões de novos empregos no mundo todo nos próximos três anos.

Segundo o relatório, 1,7 milhão destes novos empregos serão criados na América do Norte, enquanto que o restante deverá surgir em mercados emergentes como Brasil, China, Índia e outros países asiáticos. Isto se deve, principalmente, ao tamanho da força de trabalho destes países.

"É comum as pessoas acharem que a computação na nuvem elimina empregos, mas, na verdade, ela será a maior geradora de novos cargos. Os empregos deverão aparecer em diversos continentes e organizações de todos os tamanhos, uma vez que os mercados emergentes e pequenos negócios também têm acesso aos mesmos benefícios da cloud computing que as companhias de nações mais desenvolvidas”, comentou John Gantz, autor do estudo.

Mas, que tipo de empregos serão gerados? Segundo a pesquisa, naturalmente, os cargos deverão surgir dentro do mercado de TI, como desenvolvedores e integradores. No entanto, o IDC aponta que os empregos serão gerados a partir de um aumento da receita dentro do mercado de cloud computing, portanto, cargos em outras áreas também devem surgir. Os empregos deverão estar em todas as áreas das companhias como em marketing, vendas, finanças, administração, produção e serviços.

Mercado

O IDC ainda revelou algumas projeções de mercado. De acordo com a instituição, as receitas com computação na nuvem deverão atingir US$ 1,1 trilhão por ano nos próximos 36 meses. Os analistas afirmam que, em 2011, os serviços de cloud computing ajudaram as organizações de todos os tamanhos e setores no mundo todo, gerando mais de US$ 400 bilhões em receita e 1,5 milhão de novos empregos.

terça-feira, 27 de março de 2012

Secom - Secretaria de Comunicação Social - Governo da Bahia:Prodeb divulga relação dos aprovados no processo seletivo Jovem Aprendiz



A Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia (Prodeb) divulga a relação dos aprovados na primeira etapa do processo seletivo do programa Jovem Aprendiz, conforme edital publicado no Diário Oficial do Estado de 23 de fevereiro deste ano.
O programa tem como objetivo admitir os jovens de acordo com as leis trabalhistas, jornada de 20 horas semanais, remuneração de salário mínimo-hora e vale-transporte. A formação dos aprendizes conta ainda com curso teórico de 400 horas e prática supervisionada.
Na próxima etapa, os candidatos serão submetidos a entrevistas. O resultado final do processo seletivo será publicado no Diário Oficial em 18 de abril deste ano e disponibilizado no site da Prodeb de 18 a 22 de abril."


PRODEB DIVULGA RELAÇÃO DOS APROVADOS NO PROCESSO SELETIVO JOVEM APRENDIZ



Sinopse: A Prodeb divulgou a relação e dos aprovados na primeira etapa da seleção de jovem aprendiz. A Lista de aprovados está no site do órgão.
Data: 27/03/2012 15:32:00
Duração: 00:00:19
Emissora: EDUCADORA
Programa: AGENDA EDUCADORA





Info: Austrália bloqueia participação da Huawei em rede

Info: Austrália bloqueia participação da Huawei em rede



São Paulo - A Austrália impediu a participação da chinesa Huawei Technologies na concorrência pela National Broadband Network (NBN), a rede nacional de banda larga, devido a questões de segurança.

"Fomos informados pelo governo de que não existirá papel para a Huawei na NBN australiana", disse Jeremy Mitchell, porta-voz da Huawei, segunda maior fabricante mundial de equipamentos para telecomunicações.

A NBN é o maior projeto nacional de infraestrutura na história da Austrália, e conectará 93 por cento dos domicílios e empresas do país a serviços de banda larga por fibra óptica, em regiões urbanas e outras áreas. O projeto foi concebido em 2009 pelo governo australiano, que prometeu investir 38 bilhões de dólares na rede, que deve estar concluída em 2020.

A Australian Financial Review publicou nesta segunda-feira que a Huawei estava tentando obter um contrato de equipamento no valor de até 1 bilhão de dólares australianos para a NBN, mas foi bloqueada pela Secretaria de Justiça australiana por objeções apresentadas pela Australian Security Intelligence Organization (Asio), o serviço de inteligência australiano.

Nicola Roxon, porta-voz da Secretaria de Justiça, afirmou em comunicado que "isso é coerente com as práticas governamentais que visam garantir a segurança e a durabilidade da infraestrutura crítica australiana".

O governo não vai prestar informações sobre suas discussões específicas com empresas, que são consideradas confidenciais, acrescentou. A Asio se recusou a comentar o relatório.

Durante uma conferência de segurança nuclear na Coreia do Sul, a primeira-ministra Julia Gillard disse a jornalistas que o governo havia tomado uma decisão prudente quanto às concorrências pela NBN.

"Seria de esperar que o governo tomasse decisões prudentes para garantir que o projeto de infraestrutura cumpra o que desejamos dele, e tomamos uma dessas decisões", afirmou Julia. A Huawei foi fundada e é presidida por Ren Zhengfei, ex-oficial do exército chinês, o que alimenta alegações de que a empresa tem relacionamento estreito com o governo da China.

Info: Austrália bloqueia participação de tele chinesa em rede banda larga

Info: Austrália bloqueia participação de tele chinesa em rede banda larga



Canberra - A Austrália impediu a participação da chinesa Huawei Technologies na concorrência pela National Broadband Network (NBN), a rede nacional de banda larga, devido a questões de segurança.

"Fomos informados pelo governo de que não existirá papel para a Huawei na NBN australiana", disse Jeremy Mitchell, porta-voz da Huawei, segunda maior fabricante mundial de equipamentos para telecomunicações.


A NBN é o maior projeto nacional de infraestrutura na história da Austrália, e conectará 93 por cento dos domicílios e empresas do país a serviços de banda larga por fibra óptica, em regiões urbanas e outras áreas. O projeto foi concebido em 2009 pelo governo australiano, que prometeu investir 38 bilhões de dólares na rede, que deve estar concluída em 2020.

A Australian Financial Review publicou nesta segunda-feira que a Huawei estava tentando obter um contrato de equipamento no valor de até 1 bilhão de dólares australianos para a NBN, mas foi bloqueada pela Secretaria de Justiça australiana por objeções apresentadas pela Australian Security Intelligence Organization (Asio), o serviço de inteligência australiano.

Nicola Roxon, porta-voz da Secretaria de Justiça, afirmou em comunicado que "isso é coerente com as práticas governamentais que visam garantir a segurança e a durabilidade da infraestrutura crítica australiana".

O governo não vai prestar informações sobre suas discussões específicas com empresas, que são consideradas confidenciais, acrescentou.A Asio se recusou a comentar o relatório.

Durante uma conferência de segurança nuclear na Coreia do Sul, a primeira-ministra Julia Gillard disse a jornalistas que o governo havia tomado uma decisão prudente quanto às concorrências pela NBN.

"Seria de esperar que o governo tomasse decisões prudentes para garantir que o projeto de infraestrutura cumpra o que desejamos dele, e tomamos uma dessas decisões", afirmou Julia.

A Huawei foi fundada e é presidida por Ren Zhengfei, ex-oficial do exército chinês, o que alimenta alegações de que a empresa tem relacionamento estreito com o governo da China.

Info: Microsoft confisca servidores usados em cyber-fraudes

Info: Microsoft confisca servidores usados em cyber-fraudes

São Paulo - A Microsoft declarou-se vitoriosa em seus esforços para combater fraudes onlines contra bancos, dizendo que havia confiscado diversos servidores utilizados para roubar logins e senhas, interrompendo alguns dos círculos mais sofisticados do cybercrime.
   

A fabricante de software disse nesta segunda-feira que seu grupo de investigações sobre o cybercrime também tomou medidas legais e técnicas para combater criminosos notórios que infectam computadores com o predominante software maligno conhecido como Zeus.

Ao recrutar computadores em redes conhecidas como botnets, o software Zeus registra a atividade online das máquinas infectadas, fornecendo aos criminosos as credenciais para acessar contas financeiras.

"Nós interrompemos uma fonte crítica de renda para criminosos digitais e cyber-ladrões, ao mesmo tempo adquirindo informações importantes para ajudar a identificar os responsáveis e melhor proteger vítimas", disse Richard Boscovich, advogado-sênior para a Unidade de Crimes Digitais da Microsoft, que administrou a investigação em colaboração com a indústria financeira.

A Unidade de Crimes Digitais da Microsoft é um grupo mundial de investigadores, advogados, analistas e outros especialistas que combatem o cybercrime. Há um ano eles ajudaram autoridades dos Estados Unidos a eliminar uma botnet conhecida como Rustock que era uma das maiores produtoras de email spam. Alguns especialistas em segurança estimam que em seu apogeu, a Rustock foi responsável por metade do spam em caixas de lixo de emails.

A empresa disse que as manobras anunciadas nesta segunda-feira não haviam acertado o golpe fatal no Zeus, que ainda está disponível para download em sites frequentados por hackers criminais. Ele é usado para administrar muitas botnets, incluindo algumas que não foram impactadas pelas ações da Microsoft.

Folha Online: Reguladores dos EUA pressionam por mais privacidade na internet

Folha Online: Reguladores dos EUA pressionam por mais privacidade na internet

 
Órgãos reguladores dos Estados Unidos pressionaram nesta segunda-feira (26) companhias de internet a adotar um sistema "sem rastreamento" que dará a consumidores mais controle sobre suas informações pessoais on-line e pediram que o Congresso do país aprove uma legislação de privacidade.

A FTC (Comissão Federal do Comércio), em seu relatório final sobre recomendações de privacidade, pediu medidas voluntárias semelhantes às divulgadas no relatório preliminar de dezembro de 2010.

A FTC não tem poder de estabelecer regras e defende que companhias de internet adotem políticas internas de privacidade mais rígidas que garantam a segurança de dados dos consumidores e limitem a compilação e retenção de tais informações.

A agência pode tomar medidas contra companhias que violem suas próprias políticas de privacidade.

O relatório é uma resposta à crescente preocupação sobre a falta de controle quanto à coleta e à negociação de ampla quantidade de informações detalhadas de atividades on-line e identidades reais.

No relatório, a FTC pediu que as companhias considerem a privacidade do consumidor ao criar um software, em vez de acrescentar opções de privacidade depois, e que sejam claras com os consumidores sobre quais dados serão coletados e com qual finalidade.

Olhar Digital: Tecnologia israelense 'anti-vândalos' é testada no estádio do PacaembuPor meio de um software de biometria facial, torcedor tem seu rosto registrado na chegada e passa a ter comportamento vigiado à distância.

Olhar Digital: Tecnologia israelense 'anti-vândalos' é testada no estádio do PacaembuPor meio de um software de biometria facial, torcedor tem seu rosto registrado na chegada e passa a ter comportamento vigiado à distância.

26 de Março de 2012


reconhecimento facial

Uma briga que envolveu cerca de 300 torcedores do Palmeiras e do Corinthians – times que se enfrentam pelo Campeonato Paulista – deixou um jovem de 21 anos morto e outro ferido na manhã de ontem (25/03) em São Paulo. Para tentar diminuir a violência do futebol, ao menos nos estádios, a Federação Paulista, em conjunto com a Polícia Militar de São Paulo, começou ontem mesmo a testar um moderno sistema de monitoramento de estádios.

Por meio de um software israelense de biometria facial, o torcedor tem seu rosto registrado na chegada e passa a ter seu comportamento na arquibancada vigiado à distância por meio do zoom de câmeras de alta definição. O sistema é semelhante a alguns já implantados em estádios europeus. Antes do jogo de ontem, ele já tinha sido utilizado em três partidas este ano (Corinthians x São Paulo, Palmeiras x Ajax e Palmeiras x Oeste), com apoio da Federação Paulista de Futebol e da Polícia Militar.

"Por se tratar de um projeto piloto, perguntamos à Federação e espalhamos seis câmeras nos locais mais sensíveis (onde geralmente ocorrem confusões) do estádio", explica Anderson Luiz Carvalho, gerente de marketing do Grupo Policom, uma das três empresas envolvidas no projeto, ao lado da Abex Brasil e da NNW. A biometria, utilizada também em grandes eventos, aeroportos e até na fronteira de Israel, é capaz de identificar o torcedor que se envolveu em uma confusão por meio de um vídeo. "Não é necessariamente preciso espalhar câmeras pelo estádio todo. Posso analisar a imagem e, a partir dela, chegar à identificação do suspeito. A ideia é coibir a entrada de brigões nos estádios", completa.

Para o coronel Marcos Cabral Marinho de Moura, presidente da comissão de arbitragem, a identificação do torcedor servirá para punir os culpados envolvidos nas confusões e pôr fim à sensação de impunidade. "Não tem como fugir do sistema, e quando todas as entradas estiverem vigiadas o problema estará praticamente resolvido", disse.

A intenção é que, em posse de imagens ao vivo ou gravadas de eventuais confusões – não apenas brigas, mas também roubo de carteiras, uso de drogas –, a polícia construa uma base de dados com torcedores problemáticos reconhecidos a partir de biometria facial. Todas as pessoas são registradas por câmeras de 2 megapixels na entrada e vigiadas com nitidez por outras de 16 e 29 megapixels dentro do estádio.

"Temos hoje uma legislação moderna. O que falta realmente é um serviço de inteligência como esse", elogiou Paulo Castilho, promotor do Ministério Público de São Paulo. "Precisamos colocar esses marginais, maus torcedores, que na verdade são bandidos, atrás das grades. Isso é uma responsabilidade do Estado", conclui.

Este tipo de medida já foi utilizado em estádios da Europa e em competições como a Champions League e a Liga Europa.

Gizmodo:HP Topshot Laserjet Pro M275 – Expectativa X Realidade

Gizmodo:HP Topshot Laserjet Pro M275 – Expectativa X Realidade





É difícil uma impressora impressionar hoje em dia — há anos não vemos algo realmente inovador nesse campo, e por isso fiquei empolgada com as possibilidades da Topshot da HP. No vídeo de apresentação, parece que que ela não é simplesmente a habitual copiadora/impressora/scanner, mas algo que também faz a “digitalização de objetos em 3D”. Fiquei imaginando o tempo que teria economizado nas aulas de design de embalagem e as facilidades com mockups digitais. Mas depois de um tempinho brincando com o produto, percebi que a realidade não seria bem assim.

 Para este semi-review, o ponto que foquei em analisar foi a função de digitalização de objetos 3D, por ser o verdadeiro diferencial da impressora e também para tentar explorar as possibilidades dessa função como designer.

Popout

E como funciona o “Digitalizar 3D” da Topshot? Em vez de escanear com laser e tudo, a impressora tira várias fotos, com flashes diferentes para dar mais impressão de profundidade. São 3 fotos com luz ambiente e 3 fotos com flash que são combinadas para criar uma imagem em alta resolução. O resultado foi levemente diferente do que eu tinha em mente.

Expectativa x Realidade
               
Pela propaganda, eu esperava que colocando o objeto na multifuncional, ela fosse tirar fotos de vários ângulos realmente diferentes (visão aérea, visão lateral, etc). Seria legal se aquele braço se movesse e realmente, sabe, escaneasse em 3D, como naqueles filmes legais. Mas não é isso. Ela tira fotos de ângulos sutilmente diferentes apenas para dar uma leve impressão de volume. As minhas expectativas não eram tão absurdas, afinal, o negócio custa cerca de R$ 1.400 nas lojas online.

A propaganda faz questão de enfatizar o “3D”. Tem um pouco mais de volume por causa da luz, mas não, não é 3D como a maioria das pessoas pode imaginar — é só dar uma olhada nas fotos. Ela só me fez sonhar com as possibilidades, e acabou sendo um caso grave de expectativa x realidade. Provavelmente vai entrar para o hall de grandes expectativas frustradas da minha vida, junto com o Quick de morango.

A impressora é prática, intuitiva, conectada, manda tudo para a nuvem, mas entrou em um nicho complicado onde vai competir com câmeras e celulares também. Comparando com outros scanners ou impressoras multifuncionais, ela é bacana, diferente, prática e conectada. Porém, comparando com outros dispositivos com câmera, não sei se posso dizer o mesmo.

Ela veio com uma proposta de eliminar toda a preparação de uma sessão de fotos, mas ela não é tão prática assim porque é grande e tem uma série de limitações. O meu setup de lençol branco, pregador de roupa, tripé e câmera DSLR é muito mais fácil de montar no meu apertamento e depois eu posso simplesmente jogar tudo numa gaveta e esquecer deles até precisar usar de novo e o resultado costuma ser bem melhor.

Além disso, com uma câmera não existe a limitação de tamanho e altura da Topshot. Com a multifuncional da HP, você não vai conseguir digitalizar qualquer coisa que seja maior que uma folha A4, e a altura recomendada dos objetos seria algo entre 5 e 10 centímetros. Outra limitação é que a menos que você faça muitas gambiarras, existe também a questão dos ângulos, porque a câmera é fixa e a visão é de cima – tudo que era levemente arredondado eu precisei improvisar uma base pra não sair rolando durante a digitalização.

Algumas funções anunciadas no vídeo, como a de facilitar na hora de enviar os objetos pelo correio, obviamente não funcionam no Brasil e poderiam ter sido simplesmente cortados na versão em português. Como impressora testei apenas com os objetos digitalizados na própria Topshot e eles ficaram até melhores impressos do que na tela. Talvez porque na tela é possível ver claramente que as imagens tem muito ruído.

No fim das contas, acho que não consegui entender bem a proposta da Topshot. Não sei se ela é realmente a melhor solução para pessoas que vendem muitas coisas no ebay/etsy/mercado livre, ou pequenas e médias empresas que precisam tirar fotos de alta resolução dos produtos, que pela propaganda parecem ser o público-alvo. E também não consegui arranjar uma boa justificativa para o verdadeiro diferencial dela. A possiblidade de digitalização “3D” realmente não me impressionou. Mas se o que você procura é uma multifuncional laser colorida que acesse a internet, envie seus arquivos para a nuvem, ela é até bacana, só não é memorável pelos motivos certos. O preço, é claro, tem que ser levado em consideração.

Olhar Digital: Big Data:por que as ferramentas de integração de dados são importantes para qualquer empresa?

Olhar Digital: Big Data:por que as ferramentas de integração de dados são importantes para qualquer empresa?

Pesquisa realizada pela Aberdeen mostra os benefícios que as empresas líderes de mercado estão colhendo com a adoção destas ferramentas.
26 de Março de 2012


As ferramentas de integração de dados existem há anos, mas por que somente agora elas se tornaram importantes dentro do fenômeno de big data? A resposta está justamente no conceito relacionado a esse termo. O "big data" não se trata apenas de grandes quantidades de dados, mas sim do quão rápido uma organização pode transformar todo este amontoado de informações em conhecimentos práticos.

Os dados podem ser armazenados na nuvem, vir de parceiros de negócios, serem acessados a partir de agregadores online ou até baixados de sites disponíveis publicamente. Portanto, é no endereçamento das fontes de dados que as ferramentas de integração se tornam essenciais.

Uma pesquisa realizada pela Aberdeen em fevereiro de 2012 mostrou, em resultados preliminares, que mais de 80% das empresas com cerca de 25 terabytes de dados ativos estão usando ferramentas de integração para enfrentar os desafios do big data. Além disso, um terço destas companhias pode fazer integrações em tempo real dos dados através de arquiteturas de construção de software como Enterprise Service Bus (ESB) ou Enterprise Application Integration (EAI).

No entanto, segundo a pesquisa, nem todas as organizações tiveram o mesmo nível de sucesso na integração de suas informações. Ao dividi-las em dois grupos - os líderes e os seus seguidores -, a Aberdeen conseguiu revelar alguns dos principais benefícios que as companhias líderes têm experimentado ao usar as ferramentas de integração. De acordo com a tabela abaixo, os líderes puderam ter acesso mais rápido às informações, além de conseguirem adicionar mais rapidamente novas fontes de dados em seus sistemas.

O estudo ainda concluiu que as empresas líderes se distinguiram pelo seu suporte à integração de dados como sólidas políticas de gerenciamento, maior adoção de ferramentas para acesso de dados e interação com usuários e rápido investimento em novas tecnologias como colunas de base de dados e processamento paralelo de hardware.

Métricas de desempenho
Líderes
(n=30)
Seguidores
(n=33)
Quantidade média de dados ativos
2.5 petabytes
2 petabytes
Número de fontes de dados internas
17
28
Número de fontes de dados externas e parceiros de dados
21
23
Acesso em tempo real a dados
44% das organizações
24% das organizações
Integração a uma nova fonte de dados

em menos de dez dias úteis
45% das organizações
24% das organizações

Gizmodo: Jampa Digital, a prometida internet gratuita para João Pessoa que não funciona

Gizmodo: Jampa Digital, a prometida internet gratuita para João Pessoa que não funciona

de Rodrigo Ghedin


Ontem o Fantástico, da Rede Globo, veiculou reportagem sobre o escândalo do projeto Jampa Digital lançado em 2010 com a promessa de oferecer acesso à Internet gratuito em toda a capital da Paraíba, João Pessoa. Não bastassem as denúncias de pagamento de propina e superfaturamento no processo licitatório, hoje, quase dois anos depois do lançamento festivo do Jampa, a conexão simplesmente… não funciona.

Na época secretário de ciência e tecnologia de João Pessoa, o hoje Ministro das Cidades Aguinaldo Ribeiro comemorou o Jampa Digital no show de rock que celebrou o lançamento do projeto: “Está aí, internet de graça para toda a galera de João Pessoa. Parabéns.” Os repórteres do Fantástico testaram vários pontos de acesso (teoricamente) já em funcionamento, chamaram técnicos e especialistas para tentar estabelecer conexão e consultaram populares para saber como o serviço se comportava no dia-a-dia. O resultado foi bem desastroso:nada funciona.

Hoje a Prefeitura de João Pessoa emitiu comunicado onde se defende. Segundo a declaração, mudanças e atraso no cumprimento dos objetivos do Jampa Digital teriam sido motivados por um corte de R$ 22,3 milhões no repasse do Governo Federal. Orçado em R$ 27 milhões, o projeto teve que ser refeito para se adequar ao novo orçamento, de cerca de R$ 6,2 milhões (R$ 4,7 milhões do Governo Federal e R$ 1,5 milhão da prefeitura).

Apesar do escândalo e das denúncias, o Jampa Digital está, ainda de acordo com a prefeitura, funcionando, atendendo em quatro pontos uma média de 300 usuários por dia — pouquíssimo para uma cidade de ~720 mil habitantes. A prefeitura diz que o ponto testado pelo Fantástico, entre Tambaú e a Estação Cabo Branco, estava com um equipamento defeituoso o qual já foi encaminhado ao fabricante (está na garantia). O estranho é que a reportagem diz ter testado “vários pontos da cidade”. Funcionando ou não, até 1º de outubro, data limite para a conclusão das instalações, a prefeitura garante que os 20 pontos de acesso prometidos estarão funcionando.
Cidades digitais já são realidade nos rincões do Brasil. João Pessoa tinha a ambição de ser a primeira capital digital, totalmente conectada, do país. Entre boas intenções e interesses escusos, o ralo de dinheiro público continua aberto. E quem paga o pato (e a conexão privada, já que a pública não funciona) somos nós.

Olhar Digital: SPTrans lança serviço online que divulga localização dos ônibus em tempo real.

Olhar Digital: SPTrans lança serviço online que divulga localização dos ônibus em tempo real.

Sistema virtual vai permitir visualizar deslocamento dos ônibus, tempo médio de percurso dos veículos e horário previsto de chegada aos pontos.
26 de Março de 2012

A São Paulo Transporte (SPTrans) anunciou nesta segunda-feira (26/03) em sua página na internet um novo serviço para acompanhar em tempo real o deslocamento dos ônibus da cidade, o tempo médio de percurso dos veículos e o horário previsto para a chegada deles nas paradas.

Intitulado Olho Vivo, o programa é dividido em três áreas: "de olho na linha", "de olho no ponto" e "de olho na via". O primeiro permite acompanhar o deslocamento dos carros e ver onde eles estão naquele momento, com a possibilidade de saber até mesmo o prefixo do veículo; o segundo exibe quais serão os próximos ônibus a passar por determinado ponto; e o último informa como está o tráfego nos principais corredores da cidade.

A página do serviço pode ser acessada tanto a partir de desktops e notebooks como também de passageiros que tiverem acesso à internet em celulares e outros equipamentos móveis, como os tablets. Não é necessário baixar um aplicativo para visualizar as informações, pois o programa utiliza o Google Maps.

De acordo com a SPTrans, a margem de acerto do sistema é de 96%, podendo variar cinco minutos para mais ou para menos. A monitoração é feita por meio de chips de GPS instalados nos 15 mil ônibus da frota da capital paulista, e poderá ser acompanhada pelos 6 milhões de passageiros que utilizam otransporte público todos os dias.

Uol: Novo iPad pode provocar caos nas redes das empresas

Uol: Novo iPad pode provocar caos nas redes das empresas

Publicada em 27 de março de 2012
 

Para especialistas, recursos atraentes do dispositivo deverão aumentar as vendas e congestionar o acesso às redes.

A terceira geração do iPad, da Apple, que ostenta tela de maior resolução, câmera de alta definição 1080p e capacidade de rede LTE já tem atraído as atenções dos consumidores e mesmo que não tenha chegado ao Brasil já é desejo de consumo de executivosávidos por mobilidade. Por outro lado, ele pode causar gargalos nas redes corporativas e desafiar o trabalho de gestores de TI.

Imagine um cenário em que os proprietários de iPad, que querem evitar o download de vídeos em alta definição por meio de LTE para driblar altos custos com o consumo de dados, passem a utilizar a rede corporativa para essa tarefa. E, então, ao mesmo tempo os usuários de iPad que somente têm acesso à rede Wi-Fi, queiram fazer o mesmo.

O volume de downloads realizados pelo wireless em redes corporativas pode ser enorme, dizem os especialistas. Isso é especialmente verdadeiro para a filial de uma empresa onde talvez de 20 a cem profissionais compartilham a capacidade operacional a 1,544 Mbps, segundo os analistas do mercado.

De acordo com Ed O'Connell, diretor sênior de produto de otimização de WAN da Blue Coat Systems, ações como essas podem consumir tanta banda que atrasaria a transmissão de dados importantes para os negócios. “Em um escritório com cem pessoas, por exemplo, se 20% delas usarem o novo iPad estamos falando de uma enorme quantidade de tráfego de rede”, assinala. O executivo aponta que com os recursos atrativos do tablet, o equipamento poderá ter maior índice de aceitação nas companhias.

Segundo a Apple, no quatro trimestre de 2011, foram vendidas 15,4 milhões de unidades do iPad 2, mais do que a quantidade de equipamentos comercializados pelas fabricantes de PCs. Diante desses números, a eMarketer uma consultoria de análise de mercado, aponta que com a nova versão a expectativa é que, até 2013, serão mais de 54 milhões de usuários da tecnologia, contra 28 milhões em 2011.

O'Connell diz ainda que as atualizações disponibilizadas pelo iTunes, serviço de músicas digitais da Apple, podem possibilitar mais gargalos à rede corporativa. Somente em abril de 2011 foram quatro atualizações do serviço, duas delas com um tamanho de, aproximadamente, 75MB. Ele estima que o download realizado, simultaneamente, por dez ou 20 pessoas pode ser capaz de utilizar toda a capacidade da rede durante três minutos.

O diretor sênior de produto de otimização de WAN da Blue Coat Systems afirma que outro vilão da rede corporativa são os vídeos. Hoje, cerca de 51% do tráfego da web é gerado por vídeos acessados por meio de tablets e dispositivos móveis inteligentes. “Esse cenário é realidade há muito tempo, mas agora tem mais peso porque o recurso é frequentemente utilizado para videoconferências", observa O'Connell.

Os novos recursos de vídeo do iPad 3 podem acelerar a utilização de videoconferências e vídeos. A câmera traseira, por exemplo, agora é de cinco megapixels, a do modelo anterior é de um megapixel.

Gizmodo: Não tão mini quanto o nome sugere, Defy Mini chega ao Brasil

Gizmodo: Não tão mini quanto o nome sugere, Defy Mini chega ao Brasil

de Rodrigo Ghedin



A Motorola anunciou hoje a disponibilidade do Defy Mini, irmão menor-mas-nem-tanto dos conhecidos Defy e Defy+, smartphones casca grossa que se tornaram conhecidos pelos mergulhos* vistos em diversos vídeos publicados no YouTube.

Apesar do nome, o “Mini” do novo Defy não é tão pequeno assim em se tratando de tamanho absoluto: ele é na realidade maior que o Defy+ (109mm contra 107mm), embora mais estreito (58,5mm contra 59mm) e mais fino (12,6mm contra 13,4mm). É bem verdade que o Defy e Defy+ são relativamente pequenos, mas de qualquer forma o nome dá a impressão de que o novo modelo é ainda menor. Apesar de se encaixar em um segmento mais baixo, o Defy Mini conta com câmera frontal, coisa que o Defy+ não tem.

Não se anime ainda, pois as vitórias do Defy Mini param por aí. O processador é mais lento que o do Defy+ (600 MHz contra 1 GHz), a câmera tem resolução menor (3 MP contra 5 MP) e carece de foco automático e estabilização de imagem e a tela, a despeito do formato mais avantajado, encolheu (3,2″ com resolução de 320×480 contra 3,7″ a 480×854). A bateria também tem menor capacidade, 1650 mAh contra 1700.

Para desespero dos puristas, a Motorola implementou no Defy Mini o que chama de MotoSwitch. Segundo a empresa é uma camada de software no Android que dá destaque para opções, apps e contatos mais acessados, moldando automaticamente o sistema ao usuário. E por falar em Android, ele sai de fábrica com a versão 2.3.6 “Gingerbread”.

O preço sugerido é de R$ 649 e a disponibilidade, imediata. Com o Defy+ a ~R$ 800 em algumas lojas, é de se considerar se as configurações piores do novo membro da família valem o preço R$ 150 mais barato.

* Embora diversos vídeos mostrem o Defy+ e o antigo Defy voltando vivos e sadios depois de serem submersos e apesar da certificação IP67, vale lembrar que esses modelos não são à prova d’água, são apenas resistentes. A própria Motorola avisa, nas especificações do aparelho, que ele não deve ser usado imerso em água.