segunda-feira, 28 de maio de 2012

Folha: Guerra cibernética




Será que deveríamos nos preocupar com a guerra cibernética? A julgar pelas manchetes excessivamente dramáticas da mídia, com certeza. A guerra cibernética, afinal, torna mais fácil e, portanto, mais provável que uma guerra comece.

Por quê? Primeiro, a guerra cibernética é assimétrica; porque é barata e destrutiva, pode convencer Estados mais fracos a entrar em conflito com os mais fortes --uma espécie de conflito que teria sido evitado no passado. Segundo, porque é notoriamente difícil identificar a origem de um ataque cibernético, os responsáveis talvez não temam retaliação imediata e, com isso, podem se comportar mais agressivamente do que costumam. Terceiro, já que é difícil se defender de um ataque cibernético, a maioria dos Estados racionais optaria por atacar primeiro. Por fim, já que as armas de guerra cibernética estão envoltas em sigilo e incerteza, é difícil implementar acordos de controle de armas. Mais guerra cibernética, assim, significaria mais guerra.

Não é bem assim, pondera um artigo muito instigante de Adam Liff, da Universidade de Princeton, no "Journal of Strategic Studies". De acordo com Liff, presumir que a guerra cibernética tenha uma lógica inerente --uma teleologia-- que sempre resultaria em mais conflito é uma visão míope que deixa de considerar certas sutilezas da estratégia militar e das relações de poder. Em lugar de basearmos nossa política cibernética em cenários absurdos extraídos de filmes de ficção científica de segunda categoria, precisamos pensar nas armas cibernéticas como implementos utilizados por agentes reais, com objetivos reais e interesses reais, bem como custos reais a pagar caso algo escape ao controle.

Dada a atual situação geopolítica, Liff não vê motivo para os cenários pessimistas e para o pânico promovidos pelos principais embaixadores do complexo industrial cibernético, o mais notório dos quais é Richard Clarke, autor do best-seller "Cyberwar", de 2010. Liff chega a delinear diversos cenários sob os quais a guerra cibernética poderia reduzir --e não intensificar-- os conflitos. Isso mesmo: o advento das armas cibernéticas poderia servir para promover a paz mundial. Hippies do mundo, uni-vos --e aprendei como empreender ataques cibernéticos!

É uma tese audaciosa, e Liff não hesita em desmantelar a lógica convencional quanto à guerra cibernética. Embora ela possa parecer assimétrica, alegar que as armas cibernéticas são baratas e facilmente acessíveis é um mito; desenvolvê-las requer muitos recursos, tempo e sigilo operacional. Agentes fracos na realidade não têm condições de montar ataques prolongados, capazes de paralisar a infraestrutura de um sistema bem defendido.

E mesmo que pudessem, é provável que não optassem por se envolver nesse tipo de operação: ataques cibernéticos empreendidos por países mais fracos só fazem sentido caso estes possam sustentar seu poderio digital por meio de armas convencionais. De outra forma, seriam facilmente derrotados pela resposta militar convencional de um Estado mais poderoso. Isso explica por que a Somália ou o Tadjiquistão provavelmente não iniciarão uma guerra cibernética contra os Estados Unidos, pelo menos não no futuro previsível; os danos cibernéticos que poderiam causar com seus ataques seriam alvo de rápida retaliação com armas convencionais.

E os países envolvidos em guerra cibernética não têm como estar certos das consequências reais de seus ataques cibernéticos. Mesmo agentes avançados como os Estados Unidos podem não ter ideia da probabilidade de sucesso desse tipo de ataque; o risco de que causem danos a si mesmos é elevado, e ataques cibernéticos também podem remover do cenário, inadvertidamente, ativos de outra forma lucrativos, tais como a infraestrutura bancária de um inimigo. Essa incerteza talvez seja a principal ferramenta de dissuasão.

Como aponta Liff, é simplório pensar que agentes racionais prefeririam explorar as vulnerabilidades das defesas cibernéticas uns dos outros e com isso iniciar uma dispendiosa guerra cibernética, se esses agentes forem capazes de encontrar maneiras diferentes e mais baratas de resolver seus conflitos. Quanto a isso, a disponibilidade de armas cibernéticas, não importa qual seja o seu real potencial de destruição, poderia permitir que países fracos obtenham tratamento mais favorável de seus adversários mais fortes, ao evitarem um conflito.

Da mesma forma, não deveríamos esquecer que guerras são primordialmente uma forma de coerção --e é difícil forçar outros agentes a aceitar exigências sem assumir as responsabilidades pelos danos a eles causados. Sim, ataques cibernéticos podem ser difíceis de rastrear, mas qualquer governo que os empregue na expectativa de forçar outro governo a agir do modo que deseja também teria de assumir a responsabilidade pelos ataques. (O motivo para que a Rússia não tenha assumido a responsabilidade por ataques cibernéticos à Estônia, em 2007, e à Geórgia, em 2008, é que esses ataques foram no geral inconsequentes --um ato de hacktivismo, no primeiro caso, e uma questão secundária diante da guerra cinética, física, no segundo.)

Terroristas podem se interessar mais pelo anonimato, mas a realidade é que, na década transcorrida desde o 11 de Setembro, nenhum grupo terrorista teve muito sucesso causando perturbação séria à infraestrutura civil ou militar. Para um grupo como a Al Qaeda, o custo incorrido para conduzir esse tipo de operação seria elevado demais, e não há garantia de que uma campanha de terrorismo cibernético seja tão espetacular quanto detonar uma bomba em uma praça movimentada.

Além de rebater o pânico moral recente diante da ameaça da guerra cibernética, Liff conta uma história maior sobre os perigos de presumir que tecnologias, incluindo armas, tenham propriedades essenciais e inalienáveis que teriam o mesmo efeito coerente --mas ainda assim revolucionário-- onde quer que sejam usadas. Liff não acredita que a guerra cibernética seja revolucionária; argumenta, sensatamente, que o efeito líquido da guerra cibernética sobre a probabilidade de conflitos depende da natureza dos agentes envolvidos, de seu poder de negociação relativo e da qualidade da informação de que disponham um sobre o outro. "Na maioria dos casos", afirma Liff, "[a guerra cibernética] provavelmente não elevará a utilidade esperada da guerra entre agentes que, de outra forma, não combateriam. Além disso, uma capacidade de guerra cibernética pode paradoxalmente ser mais útil como dissuasão contra adversários dotados de forças convencionais superiores, em determinadas circunstâncias, o que reduz a probabilidade de guerra".

Como aponta Liff, gerações anteriores de analistas militares proclamaram com igual rapidez que o bombardeio estratégico ou a bomba atômica eram "armas absolutas", destinadas a revolucionar a estratégia militar. É inegável que o poderio aéreo e a bomba atônica tiveram impacto profundo sobre a natureza dos conflitos militares; mas sua lógica inerente (por exemplo, a ideia de que a guerra aérea admite apenas ataque, e não defesa) foi fortemente atenuada pelas restrições e considerações políticas, sociais e econômicas que afetam os agentes dotados dessa capacidade. Poderio aéreo nem sempre se traduz em poderio político.

A lição útil aqui é que os relatos teleológicos sobre a mudança tecnológica raramente oferecem percepção analítica aguçada; em muitos casos, eles resultam em pensamento confuso e más decisões políticas. Mas essa forma de raciocínio teleológico sobre a tecnologia ainda é dominante. Da mesma forma que é moda imaginar que a guerra cibernética é inerentemente ruim para a segurança internacional e para a paz mundial, está igualmente na moda crer que a mídia social seja inerentemente ruim para os ditadores, ou que filtros on-line sejam inerentemente ruins para a ação do acaso e o debate público. O mundo real nunca é tão ordenado e claro, evidentemente; ignora essas teorias teleológicas ingênuas e leva a tecnologia a assumir papéis e funções que ninguém esperava viesse a exercer.

Assim, não importa que lógica inerente tenham as armas cibernéticas, a mídia social ou os filtros on-line, essa lógica inevitavelmente muda quando essas ferramentas se manifestam no regime político, social ou cultural que orienta seu uso prático. É assim que as armas cibernéticas terminam por promover a paz, a mídia social pode reforçar o totalitarismo, e os filtros on-line podem ajudar na descoberta de informação. Nem sempre somos capazes de prever esses efeitos com antecedência, mas, enquanto aderirmos a explicações teleológicas, estaremos reduzindo as chances de desenvolver um enquadramento melhor para a análise tecnológica e o processo decisório.

G1: Especialista detalha brecha que permitia quebra de sigilo do voto


Equipe da UnB descobriu forma de reordenar os votos registrados.
Falha era conhecida na área de segurança há pelo menos 17 anos.

Altieres RohrEspecial para o G1


Equipe da UnB, da direita para a esquerda:
Marcelo 
Karam, Filipe Scarel, Diego Aranha e
André de 
Miranda (Foto: Emília Silberstein/UnB)

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) realizou em março um evento que deu a especialistas – chamados pelo tribunal de "investigadores" – a oportunidade de testar a segurança da urna eletrônica. Uma equipe da Universidade de Brasília (UnB) conseguiu descobrir um problema na forma como a urna embaralhava o registro dos votos. Na prática, isso significa que, se alguém soubesse a ordem de votação – por exemplo, que você foi o 5º a votar -, era possível determinar, também, em quem você votou. E a urna não precisava ser violada para isso.

A equipe foi liderada pelo Prof. Dr. Diego de Freitas Aranha, do Departamento de Ciência da Computação da UnB, especialista nas áreas de criptografia e segurança de computadores. Ele contou com o auxílio de Marcelo Monte Karam, André de Miranda e Felipe Scarel, técnicos do Centro de Informática da UnB, responsável por proteger os sistemas da rede da universidade.

Os pesquisadores se concentraram em um arquivo chamado de RDV – Registro Digital do Voto. “O RDV é o substituto eletrônico do papel onde eram registrados os votos”, explica o professor Diego Aranha, em entrevista ao G1. Por esse motivo, o RDV é um arquivo público e é disponibilizado a todos os partidos após o término da eleição.

Enquanto uma urna com papeis é facilmente "bagunçada", computadores tendem a registrar informações de maneira sequencial. Nas eleições, isso significa que seria possível determinar a ordem em que cada voto foi realizado e, sabendo a ordem de eleitores de uma sessão, seria possível determinar em quem eles votaram. Por isso, o RDV tem os votos fora de ordem.

O que a equipe da UnB conseguiu foi reordenar os votos registrados em um RDV, porque o método ("algoritmo", na linguagem técnica) que urna usava era previsível. Em outras palavras, o ‘fora de ordem’ do RDV tinha, na verdade, uma ordem. “Derrotamos o mecanismo de embaralhamento do votos para armazenamento no RDV, única medida tomada pelo software da urna eletrônica para proteger o sigilo dos votos”, observa Aranha.

Computadores são normalmente incapazes de gerar um número aleatório. Softwares precisam compensar essa limitação de alguma forma e a urna não fazia isso corretamente.

De acordo com o professor, esse tipo de erro é conhecido na área de segurança há pelo menos 17 anos, mas só agora foi detectado e corrigido na urna brasileira.

Na conversa com o G1, o professor da UnB apontou outros problemas que observou na urna e no próprio teste, incluindo a presença de uma chave secreta usada por todas as urnas brasileiras no código-fonte visto pelos investigadores autorizados pelo TSE.

Ele sugere que as urnas adotem o voto verificável pelo eleitor e que só assim serão atendidos os "requisitos mínimos" de segurança. A impressão do voto já foi aprovada no Congresso e valeria a partir de 2014, mas está sendo questionada no Supremo Tribunal Federal (STF) sob a alegação de que imprimir o voto poderá comprometer o direito ao sigilo.

Para o TSE, a falha no RDV não comprometia o sigilo do voto, porque não houve associação com a lista de eleitores armazenada na urna. O TSE também comentou as novas observações do professor e informou que a chave usada por todas as urnas é trocada a cada eleição e que usar mais de uma chave não iria aumentar a segurança. O Tribunal disse que a lei suspensa pelo STF para impressão do voto "oferecia apenas uma falsa (e cara) sensação de segurança".

Biblioteca Pública do Estado da Bahia: Conheça o canal da Biblioteca no YouTube!

Conheça o canal da Biblioteca no YouTube! | Biblioteca Pública do Estado da Bahia:

Em sintonia com o uso cada vez mais intenso das redes sociais, a Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Barris) também dispõe de um canal exclusivo no YouTube! Para acessar basta usar como palavra-chave o nome da Biblioteca ou "BibliotecaViva1". Lá você poderá conferir vídeos sobre as diversas ações culturais promovidas pelo nosso espaço, além de vídeos de incentivo à leitura e matérias feitas pela imprensa.

Para dar início a esse "passeio virtual", convidamos você a assistir agora a matéria feita pela TV Câmara Salvador - "Adivinha onde é?", sobre os espaços da Biblioteca. Olha só:



SERVIÇO:

Canal da Biblioteca Pública no YouTube: http://www.youtube.com/user/BibliotecaViva1

TI INSIDE: Fundo de investimento do Vale do Silício chega ao Brasil em julho


O Sequoia Capital, fundo de investimentos do Vale do Silício, renomado por ter investido US$ 25 milhões para criar o Google, deve abrir um escritório no Brasil com o propósito de aplicar em startups na América do Sul. Um dos investidores- parceiro, David Velez, foi nomeado para comandar a subsidiária brasileira a partir de julho. Segundo pessoas próximas ao assunto ouvidas pelo The New York Times, a filial “muito provavelmente” será em São Paulo. Velez foi contratado no ano passado para buscar oportunidades de investimentos, mais especificamente no mercado latino-americano. O executivo trabalhou no Morgan Stanley.
Em fase final de elaboração do planejamento, o Sequoia agora está em busca de um sócio da área de pesquisa. Segundo disseram as fontes ao jornal americano, o plano estratégico foi montado há dois anos, quando o parceiro Doug Leone esteve no Brasil pela primeira vez em busca de investimentos.
Embora o Sequoia Capital ainda não tenha aplicado recursos em nenhuma startup de tecnologia no Brasil, o país é um importante mercado para a empresa. Um indicador disso foi o investimento recente em duas empresas da região – na uruguaia Scanntech, no valor de US$ 10 milhões, que desenvolve soluções para conectar fornecedores e varejistas na área alimentícia, e no argentino Despegar, que no Brasil opera sob o nome de Decolar.com, no qual aplicou US$ 50,8 milhões. 

IDG Now!: Vejo o que adotar e o que abandonar


Forrester mostra cinco ferramentas que devem ser adotadas pelos Chief Security Officers e as que precisam ser abandonadas por não atenderem ao atual cenário com redes sociais, consumerização e nuvem.

O crescimento das redes sociais, da consumerização e uso de cloud computing aumentou os desafios dos Chief Security Officers (CSOs). Eles estão sendo obrigados a rever as políticas de segurança e também a buscar ferramentas de proteção mais eficientes que atendem as necessidades do atual cenário. Muitos dos sistemas existentes na empresa podem estar defasados e terão de ser abandonados dentro de um a cinco anos, prevê o estudo TechRadar da Forrester.

A pesquisa levantou dez tecnologias de segurança da informação conhecidas dos CSOs e listou cinco delas que estão em alta e outras cinco em queda, conforme você confere a seguir.

Tecnologias de segurança em alta:

1 – Ferramentas de configuração de auditoria

Segundo a Forrester, os sinais não são muito visíveis agora, mas daqui a três ou cinco anos as ferramentas de auditoria terão adoção mais ampla. Elas serão mais procuradas devido ao número crescente de violações de segurança de dados e por causa do atual ambiente regulatório. 

2 – Análise de malware As avaliações para resposta a incidentes e gestão de vulnerabilidades vão exigir um uso maior dessas tecnologias nos próximos anos. Analistas das Forrester afirmam que as ameaçam estão aumentando e que as organizações terão ser mais certeiras na inspeção de tráfego de rede.

3 – Criptografia de rede

Embora a criptografia de rede esteja presente nos sistemas de infraestrutura, como roteadores e switches, a Forrester constata uma procura maior por sistemas autônomos para realizar essa tarefa. Como fatores de adoção, a consultoria destaca as exigências regulatórias para cifrar e proteger os dados. 

Dentro de um a três anos, esse mecanismo deverá se tornar uma tendência independente da pressão de conformidade com as regras e padrões internacionais, principalmente pelas grandes companhias que precisam ser mais rigorosas com o controle de dados confidenciais.

4 – Modelagem preditiva de ameaças

Esse conceito ainda é relativamente novo. Em razão disso, as organizações precisam fazer análises sobre a maneira mais correta de proteger dados, fazendo a modelação proativa de ameaças, diz a Forrester. Em três a cinco anos, pode passar para outro patamar. Contudo os “custos e a complexidade de ferramentas de modelagem de ameaças atuais ainda são uma barreira para que as empresas abracem esta nova tecnologia”, explica a consultoria.


5 – Mitigação de ataques DDoS (negação de serviço distribuído)Embora a indústria ofereça há algum tempo produtos para evitar ataques DDoS, a Forrester constata que ainda há poucas soluções efetivas para combater esse problema. Mas, devido ao aumento do fenômeno dos “ativistas cibernéticos”, as ofertas para proteção de DDoS tendem a crescer, especialmente pela modalidade de serviço.

Tecnologias de segurança em queda:

1 – Controle de acesso de redeA Forrester acredita que as tecnologias NAC (Network Access Control) individualizadas vão desaparecer nos próximos cinco a dez anos. Elas só conseguirão sobreviver se forem integradas às suítes ou em sistemas de infraestrutura. 

Pelas projeções da Forrester, apenas 10% dos tomadores de decisão de TI irão implementar NAC nos próximos 12 meses. “As soluções são difíceis de implantar, dimensionar e gerir”. Há muitas arquiteturas NAC e as abordagens requerem integração com componentes de infraestrutura de rede”, aponta o estudo da consultoria. “Os sistemas de NAC convencionais não conseguirão barrar as pessoas mal-intencionadas em busca de ganhos financeiras”, alerta a estudo.

2 – Transferência segura de arquivos A necessidade de transferir e compartilhar arquivos de forma segura entre parceiros de negócios é cada vez maior. Mas em três a cinco anos, a colaboração será mais por meio de serviços baseados em cloud computing, em vez de ser por appliances, de acordo com a Forrester. 

3 – Gestão unificada de ameaças 

Embora bastante usada em pequenos escritórios e filiais na implementação de redes locais, os sistemas de gestão unificada de ameaças (Unified Threat Management – UTM) se tornarão ultrapassados. Eles deverão ser substituídos por gateways de segurança que hoje são equipados com firewall integrado e capacidade para detectar intrusões. Segundo a Forrester, em um a três anos essas plataformas evoluirão para enfrentar maiores desafios empresariais.

4 – Firewall tradicional O mercado de firewall tradicional ficará ultrapassado com o aumento dos sistemas de nova geração. A consultoria prevê uma substituição dessa tecnologia nos próximos dez anos. O firewall convencional continuará sendo a peça mais importante de ciberdefesa, pelo menos nos próximos cinco anos.

5 – Prevenção de intrusão (como dispositivo individualizado)A Forrester constata que o mercado para sistemas ou dispositivos individualizados de prevenção de intrusão (Intrusion Prevention Systems) está em declínio – apesar do seu sucesso e de os sistemas serem desenvolvidos pelas maiores empresas do mundo. 

Essas tecnologias vão desaparecer nos próximos cinco ou dez anos. Isso acontecerá com integração de gateways multifuncionais e firewalls, os especialmente de nova geração.


Information Week: Diretores: uma ameaça as regras de segurança?


Estudo da Cryptzone descobriu que 56% dos quadros de altos executivos acham que as regras de segurança não se aplicam a eles


Os profissionais de TI dizem que a alta administração em suas empresas não segue os procedimentos de segurança. Em uma pesquisa, os profissionais de TI disseram que 42% dos diretores e gerentes seniores ignoram as questões de segurança, de acordo com Cryptzone, uma empresa de segurança em todo o mundo com base na Europa.

A pesquisa perguntou a 300 profissionais de TI quem é a pessoa mais provável que siga as políticas de segurança. O estudo descobriu que 56% dos quadros superiores acham que as regras de segurança não se aplicam a eles.

Ironicamente, é o conselho de diretores e a administração sênior que têm a informação mais sensível, e não os internos no corredor. O estudo descobriu outras pessoas que não seguem normas de segurança. Vinte por cento dos profissionais de TI culparam os gerentes seniores, 17% culparam os CEOs e 20% culparam a si mesmos.

“Este é um problema difícil”, disse Nigel Stanley da Bloor Research, uma firma de pesquisa de TI, em um comunicado.

Treinamento de segurança adequado é uma possibilidade para melhorar a situação. 65% das empresas oferecem algum tipo de treinamento de segurança, dependendo do cargo. Obviamente, nem todos precisam do mesmo nível de formação, conta Stanley. Então, como você faz para não perder tempo e dinheiro?

Cryptzone concluiu que o risco de perda de dados é enorme, assim que os profissionais de TI devem trabalhar mais na educação de funcionários. Acima de tudo, o conselho de diretores e gerentes devem ser exemplo para o resto dos empregados, ao invés de fechar os olhos em direção aos procedimentos.

Na mesma nota, você já ignorou um risco de segurança? Como a sua empresa lida com as pessoas que desobedecem as regras de segurança?

Uol: Internet é usada por 98% das empresas com mais de dez empregados no Brasil - Notícias - UOL Notícias

Sabrina Craide



Thinkstock

Pesquisa mostrou também que 60% das empresas possuem um site ou uma página na internet 

O Ministério das Comunicações informou nesta sexta-feira (25) que 98% das empresas do Brasil com mais de dez funcionários estão conectadas à internet, e 99% utilizam computadores em seus trabalhos. Os dados são da 7ª Pesquisa TIC Empresas 2011, feita pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br) do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), entidade composta por membros do governo, do setor empresarial, do terceiro setor e da comunidade acadêmica.

Todas as empresas pesquisadas com mais de 50 empregados utilizam a internet, segundo o relatório. A pesquisa indica também que 92% das companhias brasileiras já utilizam serviços de governo eletrônico, como consultas ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) da empresa (71%), pagamentos de impostos online (63%) e a participação em licitações públicas (28%).

Segundo a pesquisa, 60% das empresas possuem um site ou uma página na internet, e 30% pretendem registrar um domínio nos próximos doze meses. Participaram da pesquisa 5,6 mil empresas com dez ou mais funcionários no Brasil.


Foto 1 de 11 - Não consta que há algum tipo de manual de conduta para as pessoas que usem a internet. Porém, há regras básicas que os usuários podem seguir para não se dar mal na rede: seja no cuidado para acessar o internet banking ou mesmo no uso de redes sociais; veja a seguir uma lista com um "kit de sobrevivência" para usar bem a rede mundial de computadores Arte UOL.

PC WORLD: 5 dicas do GMail para usuários avançados



Se você já domina o básico do GMail e quer ampliar suas habilidades e produtividade, conheça estas cinco dicas que irão levá-lo ao próximo nível!

Se você usa o GMail no trabalho ou em casa, provavelmente já tem uma boa noção do básico: como enviar e responder mensagens, organizar contatos, criar “pastas” e mais. Mas se você quer dar um passo além e aumentar sua produtividade, siga estas dicas que irão levá-lo ao próximo nível.

Ative as notificações no desktop

Se você está esperando uma mensagem importante, não precisa ficar atualizando constantemente a aba do navegador que mostra sua Inbox. Em vez disso é possível habilitar um “popup” que irá avisá-lo sempre que um novo e-mail ou mensagem de bate-papo chegar. As notificações para o bate-papo são habilitadas automaticamente. Para desabilitá-las, ou habilitar as notificações de e-mail, siga estes passos, que só funcionam no Google Chrome:

Clique no ícone da engrenagem no canto superior direito da janela do GMail e em Configurações. Na abaGeral selecione o comportamento desejado em Notificações na área de trabalho. Você pode ser notificado de qualquer e-mail que chegar, ou apenas daquelas mensagens que o GMail considera importantes. Clique em Salvar alterações no rodapé da página e pronto!


Seja notificado sempre que um e-mail chegar

Anexe múltiplos arquivos rapidamente

Existe um jeito fácil de anexar múltiplos arquivos a uma mensagem sem ter de fazer isso um a um: abra uma janela do Windows Explorer, navegue até a pasta onde estão os arquivos e, segurando a tecla Ctrl, clique em cada um deles. Depois, basta arrastar todo o conjunto para o cabeçalho da mensagem, logo abaixo do campo Assunto. Você deverá ver a mensagem Solte os arquivos aqui. Solte-os e pronto! O Google se encarrega de fazer o upload e anexar todos eles.

Envie uma mensagem automática de férias

Se você vai sair do escritório por alguns dias e sabe que não poderá responder e-mails, ou se vai sair de férias, pode alertar seus contatos com uma resposta automática de férias. Este recurso envia automaticamente a quem lhe escrever uma mensagem definida por você, exceto nos casos de SPAM ou mensagens enviadas a uma lista de discussão da qual você participe. Se o remetente contatá-lo novamente depois de quatro dias, o GMail enviará nova notificação de férias. 

Para ativar este recurso clique no ícone da engrenagem no canto superior direito da janela do GMail e emConfigurações. Na aba Geral selecione o item Resposta automática de férias ativada em Resposta automática de férias. Defina a data de início e fim das férias e digite um assunto e o texto de sua mensagem. Marque a opção Enviar resposta apenas às pessoas que estão nos meus Contatos se você não quiser que estranhos saibam que você viajou.

Se você usa o Google Apps, verá também uma opção para responder apenas a remetentes no mesmo domínio que o seu. Se marcar ambas as opções apenas as pessoas que estão em sua lista de contatos e que tem conta de e-mail no mesmo domínio serão notificadas. Clique em Salvar alterações no rodapé da página e pronto!

Quando voltar de férias, clique no link Finalizar agora no topo da janela do GMail para desativar a resposta automática. 

Saiba mais sobre seus contatos

Há um widget do GMail, que fica à direita de suas mensagens, que mostra informação contextual sobre as pessoas com as quais você está interagindo. Basta clicar sobre o nome do contato para ver seu nome, endereço de e-mail, profissão, posts recentes no Google+, e-mails recentes que o contato enviou a você e eventos do Google Calendar e Google Docs que estejam sendo compartilhados entre vocês. Se você estiver lendo uma discussão envolvendo vários contatos, o remetente da primeira mensagem não lida será mostrada no widget.


O "Widget de pessoas" mostra mais informações sobre seus interlocutores

Este recurso é útil, mas há quem não goste dele. Para desabilitá-lo clique no botão com a engrenagem no canto superior direito da janela do GMail e em Configurações. Na aba Geral escolha a opção Ocultar o Widget de pessoas e clique em Salvar alterações no rodapé da página.

Faça “logout” remotamente

Se você usa sua conta do GMail em múltiplos aparelhos e acha que se esqueceu de fazer “logout” em um deles, pode fazer isso remotamente. Vá até o rodapé da caixa de entrada, e lá você verá informações sobre a data e local da última atividade em sua conta. Clique em Detalhes para verificar se ainda há uma sessão ativa em outro lugar.

Na página que surge você pode consultar a atividade recente de sua conta (incluindo se foi acessada via web, celular ou POP3), o endereço IP de origem do acesso, data e hora. E também pode encerrar qualquer sessão que tenha deixado aberta.

INFO: Serviço integra leitura de feeds com redes sociais




RTFeed é uma plataforma online para quem deseja estar sempre atualizado com seus feeds e ao mesmo tempo conectado nas redes sociais. A partir dele o usuário recebe e compartilha atualizações em RSS direto pelo Twitter.

Se você está sempre conectado no Twitter e Facebook o RTFeed é uma ótima opção para manter os feeds sempre atualizados. A cada nova notícia, o internauta é notificado por mensagem direta ou na timeline, podendo ainda compartilhar com outros amigos todos artigos lidos.

A ideia do RTFeed é que todos os usuários tenham uma plataforma integrada com as redes sociais e ao mesmo tempo com os seus sites favoritos, para que tudo seja de fácil leitura e compartilhamento.

Mas o serviço não se restringe só ao “social”. Caso deseje, o internauta pode receber as atualizações de maneira mais privada, escolhendo recebê-las por mensagem direta e optando pela visibilidade no modo particular.

Além disso, ainda é possível importar arquivos de feeds já existentes por um arquivo no formato OPML.

G1: Facebook pode estar desenvolvendo smartphone próprio, diz jornal


Rede social teria contratado 'uma dúzia de ex-engenheiros da Apple'.
Aparelho estaria em desenvolvimento com a fabricante HTC.500x_facebook-phone

O Facebook já pode estar trabalhando em um smartphone próprio com lançamento previsto para 2013 e, para isso, contratou engenheiros da Apple, afirma reportagem do jornal "The New York Times".

O jornal, citando fontes de dentro do Facebook, afirma que o projeto "Buffy", nome dado ao grupo de desenvolvimento do aparelho, tem mais de uma dúzia de ex-engenheiros da Apple das áreas de hardware e de software que trabalharam no iPhone e que pelo menos um deles trabalhou no iPad.

Um dos funcionários da rede social ouvido pelo "New York Times" disse que Mark Zuckerberg, fundador do site, está preocupado que se a empresa não criar um celular em um futuro próximo, o Facebook se tornará apenas um aplicativo para ser usado em outras plataformas.

Em abril, o site "Digitimes" publicou uma reportagem, dizendo que o Facebook e a HTC estariam criando uma parceria para a produção de um smartphone com sistema operacional Android, do Google, com uma plataforma exclusiva do Facebook. O "New York Times" afirma que esta é a terceira vez que o Facebook tenta criar um aparelho próprio. Nas outras, não teve sucesso na criação do hardware e que, por isso, contratou engenheiros para criar o formato, o estilo e as aplicações do aparelho ao lado da fabricante.

O Facebook não comentou a reportagem.

A rede social tem diversos aplicativos como o Instagram - adquirido por US$ 1 bilhão - e o recente lançamento, o aplicativo de fotos Facebook Camera, para o iPhone. Há rumores de que o site quer comprar o navegador Opera para ter o seu próprio browser, com integração total com a parte de rede social da empresa.

Olhar Digital: É oficial: Facebook teve o pior desempenho em IPO da década



Rede social completou uma semana na Nasdaq e teve
 uma atuação pior do que a MS Global, uma companhia 
que está em processo de falência 

Agora é oficial, o Facebookt eve o pior desempenho em IPO da década, segundo a Bloomberg. Nesta sexta-feira (25/05), a rede social completou uma semana na Nasdaq e teve uma atuação pior do que a MS Global, uma companhia que está em processo de falência.

As ações do Facebook têm dado muita dor de cabeça à companhia, já que desde a oferta pública inicial, as ações caíram consideravelmente. Hoje os papéis fecharam em US$ 31,91, o que representa uma queda de 3,39% em relação ao preço de lançamento de US$ 38.

Nesta segunda-feira (21/05), primeiro dia após o IPO da empresa, os papéis da rede social tiveram queda de 11,3% em relação ao valor negociado no começo do dia. Às 13h40, os papéis do Facebook estavam valendo US$ 33,91 e, a partir daí, as ações da companhia não ultrapassaram a faixa dos US$ 34 em nenhum momento. 

TI INSIDE: Yahoo entra no mercado de navegadores de internet



O Yahoo surpreendeu o mercado de tecnologia ao anunciar a entrada em um novo segmento de mercado para tentar recuperar as perdas sucessivas de receita – o de navegadores de internet. O site de buscas disponibilizou nesta quinta-feira, 24, o Axis, browser que estará disponível para PCs, Macs, iPads, iPhones e iPod Touch, com o sistema operacional iOS. Segundo a empresa, ao contrário dos navegadores Google Chrome, Firefox e Internet Explorer, que têm funcionalidades semelhantes, o Axis oferece um sistema de navegação diferenciado, por meio do qual o usuário consegue ter uma pré-visualização das páginas antes mesmo de abri-las.
Com o Axis, o Yahoo também propõe novas ferramentas para tentar combater o Google no mercado de buscas, no qual já foi mais presente no passado. A estratégia pode ser considerada um contra-ataque, já que analistas apontam o sucesso do Google como um dos principais motivos para o desvio de tráfego do Yahoo na internet. Além disso, o software vai utilizar dados pessoais e preferências de navegação para oferecer ao usuário páginas personalizadas e sugestões de navegação. 

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Diário Oficial do Estado da Bahia: Empresa concede licença-maternidade com mais 60 dias

Empresa concede licença-maternidade com mais 60 dias
Funcionárias terão mais tempo para cuidar do bebê

A Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia (Prodeb) aderiu ao programa Empresa Cidadã – criado pelo governo federal para proporcionar a ampliação da licença-maternidade de quatro para seis meses. A partir de agora, as funcionárias grávidas têm o direito de escolher entre 120 ou 180 dias – dois meses a mais.

Segundo a coordenadora de Administração de Pessoas da Prodeb, Adriana Elisa, a iniciativa "beneficia a funcionária-mãe, que terá mais tempo para se dedicar ao filho". De acordo com levantamento feito pela companhia, dos 505 funcionários da empresa, 241 são mulheres e 40 delas estão em idade fértil.

O benefício vale também para as mães que adotaram filhos – se a criança tem até 1 ano de idade, a prorrogação é igual, com 60 dias a mais, se for de 1 a 4 anos (30 dias a mais) e de 4 a 8 anos (15 dias).

Convergência Digital: Tribunal manda indenizar por falha na conexão à Internet






Tribunal manda indenizar por falha na conexão à Internet 

A 35ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo reformou em parte sentença do Juízo de primeira instância que negou indenização por danos morais e materiais a uma empresa, em razão de falha na prestação de serviço de internet de banda larga.

A firma havia ajuizado ação de reparação de danos contra a companhia telefônica, alegando que sofreu prejuízos de ordem material e moral devido à interrupção do acesso à internet entre 26/10 e 19/12 de 2008. A decisão de primeira instância indeferiu o pedido da autora, que não teria feito prova das perdas apontadas na inicial. A empresa recorreu, alegando que a companhia telefônica reconheceu a falha na prestação do serviço e que pessoa jurídica pode sofrer dano moral, entre outras ponderações.

O desembargador José Malerbi reconheceu o direito à indenização por dano moral, fixada em dez salários mínimos, corrigidos monetariamente. “Faz-se reconhecer que a interrupção indevida do serviço acarreta abalo moral. Os reflexos do prejuízo decorrem das circunstâncias do caso, que indicam não mero inconveniente, mas evidente privação do bem-estar, com repercussão junto aos clientes e aos negócios, pois é notório que o meio eletrônico é usual no comércio”, disse o relator em seu voto.
O pleito de indenização por dano material foi indeferido. Segundo Malerbi, “a autora afirmou que a prática encetada pela requerida causou o afastamento de clientes e queda do faturamento mensal em R$ 5 mil. Logo, cabia à demandante a prova concreta da diminuição de seu faturamento ou da perda da clientela, o que não fez. E o reconhecimento de eventual privação financeira depende de forte acostamento probatório”.


TI INSIDE: Google disponibiliza para desenvolvedores sistema de assinatura in-app



O Google passou a oferecer a desenvolvedores terceiros mais um modelo de comercialização com aplicativos para Android: pagamento por assinatura. O in-app billing trará receita mensal ou anual aos desenvolvedores do aplicativo, em vez do tradicional método de pagamento por download.
O pagamento será contínuo e feito pelo Google Play, ou seja, o desenvolvedor deve apenas estabelecer o valor do pagamento e a periodicidade. A transação é cancelada apenas com ação do usuário, feita a qualquer momento na loja de aplicativos Play Store.
Além disso, o Google colocou no ar uma API para acesso às contas de assinatura em contas baseadas em http, ou seja, o desenvolvedor pode disponibilizar o conteúdo assinado no Google Play também em acessos em navegação web. 

Folha: Microsoft é a empresa que mais pediu para Google remover conteúdo


emoção de conteúdo dos resultados do Google com a alegação de danos à propriedade intelectual, com duas vezes e meia o número de solicitações feitas pela segunda colocada, a NBC Universal.

No período contabilizado --entre julho do ano passado e abril deste ano-- a companhia pediu que mais de 2,5 milhões de links que levavam a páginas de download de produtos seus, como Windows e Office, fossem tirados do ar.

Os dados foram divulgados pelo Google nesta quinta (24) e fazem parte do "Transparency Report", projeto do gigante das buscas que, até então, publicava somente os pedidos de remoção feitos por governos.

As novas estatísticas representam somente os pedidos que foram feitos diretamente ao Google a partir de julho do ano passado e com a alegação de infração do direito autoral.

A fabricante do Windows solicitou mais de 536 mil remoções só no mês de abril e se colocou à frente da indústria fonográfica, representada por, entre outros, EMI, Sony, Universal Music e Warner Music.

Folha: Desidratada, 'Lei Azeredo' é aprovada em comissão da Câmara


O Projeto de Lei 84/1999, conhecido como "Lei Azeredo", foi aprovado em versão reduzida na CCTCI (Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática) da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (23).

A aprovação faz parte de um acordo político entre deputados da base governista e da oposição, antecipado com exclusividade pela Folha na última segunda-feira (21).

Então senador, Eduardo Azeredo (PSDB-MG) fala na Câmara 

Agora, o projeto precisa passar pelas comissões de Constituição, Justiça e Cidadania e de Segurança Pública --antes de voltar ao Senado e ser sancionado pela presidente Dilma Rousseff.

O texto aprovado na comissão perdeu 17 de seus 22 artigos. Foram retirados todos os pontos controversos que estavam presentes na proposta original, de autoria de Luiz Piauhylino (PSDB-PE).

Os artigos restantes, além de prever a criação de estrutura policial específica para combater crimes cibernéticos, criminalizam a falsificação de dados, o favor a inimigos e o racismo.

Alguns dos crimes virtuais tipificados no projeto já estão definidos em outro PL, o2793/2011, aprovado na Câmara na semana passsada --e que já gerou questionamentos de especialistas.

HISTÓRICO

O PL está em discussão há mais de 12 anos e foi criticado por ativistas de liberdade na internet, que chegaram a chamá-lo de "AI-5 digital". Os defensores da web livre afirmavam que a lei, se aprovada, criminalizaria atividades como baixar música.

O projeto ficou conhecido como "Lei Azeredo" por ter como relator o deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG), que sempre rechaçou as críticas feitas ao projeto.

Com o acordo firmado entre PT e PSDB, o próximo PL a ser aprovado é o 2.126/2011, de autoria do Executivo, também conhecido como Marco Civil da Internet. Ele trata de direitos, garantias e deveres dos usuários, sem tipificar crimes --ao contrário das outras duas propostas.

Olhar Digital: Google pode lançar tablet próprio em julho com preços entre R$ 400 e R$ 500

 Google pode lançar tablet próprio em julho com preços entre R$ 400 e R$ 500:


Dispositivo está em fase de desenvolvimento e pode ser anunciado 
em junho na conferência Google I/O, afirmam fontes


Segundo a afirmação de fontes anônimas para o site taiwanês Digitimes, oGoogle fará o lançamento de um tablet próprio em julho. De acordo com a publicação, o aparelho chegará ao mercado com preços na faixa dos US$ 199 (R$ 406) a US$ 249 (R$ 508), competindo, assim, com dispositivos como o Kindle Fire, da Amazon, e o iPad, da Apple.
O tablet seria fruto de uma parceria com a Asus, a fabricante do produto. O gadget possui uma tela de 7 polegadas, processador NVIDIA Tegra 3 quad-core, Android 4.0 (Ice Cream Sandwich) e, inicialmente, terá apenas conexão Wi-Fi.

Além disso, as fontes ainda dizem que o Google teria encomendado cerca de 600 mil unidades para o lançamento em julho, e que outras 2 milhões seriam produzidas ao longo de 2012. Caso as informações sejam verdadeiras, a expectativa é que a empresa anuncie seu tablet na Google I/O, uma conferência para desenvolvedores que acontecerá em San Francisco, entre os dias 27 e 29 de junho.

Tanto a Asus quanto o Google não comentaram sobre os rumores.

Olhar Digital: Cópia para uso pessoal deixará de ser crime

Cópia para uso pessoal deixará de ser crime:

Grupo de juristas tira do quesito 'violação de direito autoral' 
as cópias de CDs e livros para uso exclusivamente pessoal
 

A partir de hoje, cópias para uso exclusivamente pessoal de CDs de música ou de livros didáticos deixarão de ser crime. A reivindicação é uma das mais antigas entre os que acham necessária uma renovação da lei de direitos autorais brasileira e foi aprovada nesta quinta-feira, 24, por um grupo de juristas que discute em Brasília revisões no Código Penal.

O Brasil tem uma das leis de copyright mais fechadas do mundo, segundo organizações como a Consumers International, e punia o então crime com quatro anos de prisão, enquadrando-o no quesito "violação do direito autoral". A partir de agora, cópias que não objetivam o lucro estarão liberadas.
O texto aprovado diz que "não há crime quando se tratar de cópia integral de obra intelectual ou fonograma ou videofonograma, em um só exemplar, para uso privado e exclusivo do copista, sem intuito de lucro direto ou indireto".

gizmodo:O novo app Camera, do Facebook, se parece muito com o Instagram



O Facebook liberou hoje um novo app para compartilhar imagens para iPhone e iPod touch chamado Facebook Camera. E ele parece bem familiar!

Então, por que o Facebook gastou US$ 1 bilhão no Instagram? Seu novo produto é curiosamente similar à recente aquisição. Apresentado como uma ferramenta para enviar e compartilhar fotos na rede social, o Facebook Camera também inclui 15 filtros e várias opções básicas de edição e recorte. A diferença é que suas fotos vão direto para o Facebook em vez de serem adicionadas a uma conta no Instagram, e que você pode publicar várias fotos de uma vez só.

Ele pode ser apenas um passo rumo à unificação. Um representante do Facebook nos disse que eles “podem ver elementos do funcionamento do Camera a caminho do app principal”, o que significa que num futuro próximo os dois devem se transformar em um só.

Você pode baixar o app aqui. Ele é tão parecido com o Instagram que faz a compra da gigante parecer um mero capricho. E também pode significar a morte do seu antigo app favorito. [App Store via Facebook Camera via New York Times]

Giz modo:Sidecar.me: compartilhe fotos e vídeos enquanto fala ao telefone



Ser multitarefa enquanto se fala ao celular é algo desengonçado, para não dizer limitador. Mas oSidecar.me surge para complementar uma ligação convencional com fotos, vídeos e outros dados para que a pessoa do outro lado da linha possa ver as coisas que você está falando.
O que ele faz?

O Sidecar é um app para fazer ligações que permite repassar coisas como coordenadas, fotos e contatos para a pessoa com quem se está falando. E se você estiver em uma rede Wi-Fi, as chamadas são gratuitas (infelizmente, só nos EUA e Canadá).
O que gostamos?

Ainda que hoje você esteja mandando mais emails e mensagens do que fazendo ligações, esse app melhora totalmente as suas chamadas por voz. E é mais dinâmico do que uma vídeo chamada no smartphone, porque você pode compartilhar um monte de informações ao mesmo tempo. Dá para mostrar vídeos em tempo real, fotos, passar contatos com um toque, acessar um mapa interativo para ver onde o seu amigo está e, com tudo isso, ter uma boa noção do que está acontecendo lá.

O Sidecar.me é gratuito e tem versões para iOS e Android. [Time]

Gizmodo: Google elimina 1,2 milhão de links por mês dos resultados de busca



O Google divulgou um relatório para mostrar quantos links por mês a gigante das buscas elimina dos resultados devido a queixas de violação de copyright, e são muitos: 1,2 milhão por mês. Isto vem de 1.300 detentores de direitos autorais, que miram em 24.000 sites.

O mais interessante é que, de acordo com o Google, “hoje em dia não é incomum para nós receber mais de 250.000 pedidos por semana, o que é mais do que donos de copyright nos pediram para remover durante todo o ano de 2009″.

De acordo com as estatísticas do Google para o último ano, os donos de copyright que mais pedem remoção de links incluem principalmente a indústria da música (gravadoras, RIAA, BPI) e empresas de pornografia. No entanto, lideram na lista a Microsoft e a NBC Universal.

Os domínios mais afetados pela remoção de links, é claro, oferecem pirataria: são sites de torrent e de compartilhamento de arquivos, como Filestube e 4shared. O relatório completo segue no link a seguir: [Copyright Removal Requests via Official Google Blog via GigaOM]

Gizmodo:Vídeo: óculos do Google filmam em HD

Vídeo: óculos do Google filmam em HD:

Programar

Nós já vimos fotos tiradas com os óculos do Google e, enquanto algumas eram mais ou menos, outrasimpressionaram. Agora, o Google divulgou pela primeira vez um vídeo gravado com o protótipo do Project Glass.

É a visão em primeira pessoa de alguém pulando em um trampolim. O vídeo dura apenas 15 segundos, e foi gravado em HD 720p. A qualidade não é incrível, mas já está bem boa, e até que é legal ver as coisas exatamente do ponto de vista de outra pessoa.

Além de servirem como câmera, os óculos do Google exibem informações acima da linha de visão, “mais ou menos onde estaria a borda de um guarda-chuva”. Isto pode fazer mais sentido, em vez da interface futurista de realidade aumentada que o Google mostrou em vídeo.

O Google também divulgou mais algumas fotos tiradas pelos Google Glasses e olha, a câmera embutida de 3 megapixels consegue tirar fotos respeitáveis. Tem mais fotos aqui: [Google via The 4Cast via The Verge]

quinta-feira, 24 de maio de 2012

TI Bahia.com - Prodeb adere ao Programa Empresa Cidadã

TI Bahia.com - Prodeb adere ao Programa Empresa Cidadã :




Salvador, 24 de maio de 2012 - A Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia (Prodeb) aderiu ao Programa Empresa Cidadã - criado pelo Governo Federal para proporcionar a ampliação da licença-maternidade de quatro para seis meses. A partir de agora, as funcionárias da Prodeb, grávidas, têm o direito de escolher entre os 120 ou os 180 dias, ou seja, 60 dias a mais.

Segundo a coordenadora de Administração de Pessoas da Prodeb, Adriana Elisa, essa iniciativa traz um grande benefício para os funcionários, já que a funcionária-mãe vai ter mais tempo para se dedicar aos cuidados com a criança. "Com a adesão ao programa, as nossas colegas mães terão a possibilidade de ficar mais tempo com seu filho", enfatiza. De acordo com um levantamento feito pela COAPE/Prodeb, dos 505 funcionários da empresa, 241 são mulheres. Desse total, 40 estão em idade fértil.

O benefício não vale somente para as mães com filhos biológicos. No caso das mães adotivas, se a criança tem até um ano de idade, a prorrogação da licença funciona no mesmo molde da mãe biológica, 60 dias a mais. Para crianças entre um e quatro anos são 30 dias. No caso de crianças entre quatro e oito anos, a prorrogação cedida é de 15 dias. Ser uma empresa cidadã é uma iniciativa que gera benefícios também para a própria organização. Ao aderir ao Programa, a Prodeb poderá deduzir do imposto sobre a renda de pessoa jurídica (IRPJ) o valor total que foi pago a funcionária durante o período de prorrogação da licença maternidade.

Empresas Estaduais que já aderiram ao programa Empresa Cidadã

BAHIAGAS

BAHIATURSA

DESENBAHIA

EBAL

EGBA

EMBASA

CONDER

SECOM: Biometria coíbe utilização irregular do cartão do Planserv






O PLANSERV VEM ALCANÇANDO RESULTADOS POSITIVOS DESDE QUE IMPLANTOU A BIOMETRIA/ SISTEMA QUE IDENTIFICA O USUÁRIO ATRAVÉS DA LEITURA DA IMPRESSÃO DIGITAL// A FERRAMENTA É UM IMPORTANTE MECANISMO DE CONTROLE DA UTILIZAÇÃO DO PLANO/ GARANTINDO MAIOR SEGURANÇA PARA OS QUATROCENTOS E SESSENTA E CINCO MIL BENEFICIÁRIOS// ATUALMENTE TODA A REDE CREDENCIADA DO PLANSERV ATENDE O BENEFICIÁRIO ATRAVÉS DO SISTEMA BIOMÉTRICO/ O QUE ELIMINA A POSSIBILIDADE DE UTILIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA POR PESSOAS NÃO HABILITADAS// O CADASTRAMENTO DAS DIGITAIS PODE SER FEITO EM UM DOS POSTOS PLANSERV NOS SACS OU NA PRÓPRIA UNIDADE DE SAÚDE EM QUE O BENEFICIÁRIO É ATENDIDO


Também está disponível através do tel. 0800.071.7328 para ligações de telefone fixo.

Secom: Prodeb adere ao Programa Empresa Cidadã para servidoras gestantes

Prodeb adere ao Programa Empresa Cidadã para servidoras gestantes




A Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia (Prodeb) aderiu ao Programa Empresa Cidadã - criado pelo governo federal para proporcionar a ampliação da licença-maternidade de quatro para seis meses. A partir de agora, as funcionárias grávidas têm o direito de escolher entre os 120 ou os 180 dias - dois meses a mais.

Segundo a coordenadora de Administração de Pessoas da Prodeb, Adriana Elisa, a iniciativa “traz um grande benefício para a funcionária-mãe, que vai ter mais tempo para se dedicar ao seu filho”. De acordo com um levantamento feito pela companhia, dos 505 funcionários da empresa, 241 são mulheres. Desse total, 40 estão em idade fértil.

O benefício não vale somente para as mães com filhos biológicos. No caso das mães adotivas, se a criança tem até um ano de idade, a prorrogação da licença funciona no mesmo molde da mãe biológica, 60 dias a mais.


Para crianças entre 1 e 4 anos são 30 dias. No caso de crianças entre 4 e 8 anos, a prorrogação é de 15 dias. Ser uma empresa cidadã é uma iniciativa que gera benefícios também para a própria organização. Ao aderir ao programa, a Prodeb poderá deduzir do imposto sobre a renda de pessoa jurídica (IRPJ) o valor total que foi pago a funcionária durante o período de prorrogação da licença-maternidade.