terça-feira, 29 de maio de 2012

Gizmodo: Veduca traz aulas de universidades estrangeiras em português


Veduca traz aulas do MIT, Harvard, Yale e outras
legendadas em português.

Sempre que colocamos aqui algum curso ou aulas em vídeo, um detalhe inviabiliza a participação de muita gente: o inglês. Como a maior parte desse material está na língua do tio Sam, a barreira do idioma inviabiliza o aproveitamento desse rico material. Um brasileiro está destruindo essa barreira. Conheça Carlos Souza e o Veduca.

Carlos abandonou seu emprego como engenheiro em uma multinacional para investir tudo no Veduca, um site que legenda e disponibiliza, gratuitamente, aulas de instituições como MIT, Harvard, UCLA, Stanford… Como apenas 2% da população brasileira tem o inglês afiado, ele acredita haver potencial na ideia.

No momento, o Veduca já conta com mais de 200 aulas traduzidas e já no primeiro mês teve 73 milhões de acessos aos seus vídeos. Em entrevista à Galileu, Carlos disse que o portal foca em universitários, profissionais formados e professores, mas que não há impedimento algum para que outros perfis usufruam do serviço. Com a quinta maior população universitária do mundo (6,1 milhões) e mais e mais gente interessada em aprender via Internet, mercado para o Veduca, há.

Os planos de Carlos são ambiciosos: ele quer levar aulas de universidades brasileiras para a Internet. Parcerias com algumas, não reveladas, já estão sendo firmadas e nos próximos meses as primeiras aulas nacionais deverão aparecer no site. Além disso, uma ferramenta de legendagem colaborativa está sendo desenvolvida, o que permitirá que fluentes no inglês ajudem no trabalho de tradução do material internacional.

O Veduca, como dito, é gratuito e divide seu acervo de acordo com vários critérios — professores, universidades, disciplinas e assuntos. Acesse-o no link ao lado. [Veduca via Galileu]

Olhar Digital: Kaspersky descobre o que considera ser o malware mais perigoso já criado até hoje



Programa malicioso, apelidado de 'Flame', 
realiza espionagens virtuais para roubar informações 
e dados pessoais de computadores 

A Kaspersky Lab, em parceria com a International Telecommunication Union (ITU), anunciou a descoberta de um programa malicioso altamente sofisticado usado como arma cibernética para atacar entidades em vários países. As investigações concluíram que o malwarerecém-descoberto é mais complexo e possui funcionalidades superiores aos de todas as ciberameaças conhecidas até hoje.

O programa malicioso foi detectado como Worm.Win32.Flame, e seu principal objetivo é realizar espionagem virtual. Ele pode roubar informações como conteúdos de um computador, dados em sistemas específicos ou de contatos, arquivos armazenados, documentos e até mesmo conversas em áudio. Após roubá-las, as informações são enviadas para uma rede de servidores de comando e controle, localizados em diferentes partes do mundo.

Os resultados da pesquisa indicam que o malware tem sido disseminado há mais de dois anos e que, devido à sua complexidade, nenhum software de segurança havia conseguido detectá-lo. O número exato de máquinas infectadas ainda não foi revelado. Contudo, está claro que o Flame tem a capacidade de se replicar através de vários métodos, como, por exemplo, usando dispositivos USB.

A pesquisa foi iniciada pela ITU e Kaspersky Lab depois de uma série de incidentes com outro malware destrutivo, e ainda desconhecido, – apelidado de Wiper – e que é responsável por apagar dados de um elevado número de computadores na região da Ásia Ocidental. As pesquisas sobre este malwareainda não foram concluídas, mas, durante a análise, os especialistas daKaspersky Lab, em conjunto com a ITU, acabaram por descobrir o novo malware, conhecido agora como Flame.

"O risco de guerra cibernética tem sido, nos últimos anos, um dos assuntos mais graves na área da segurança da informação. O malware Flame parece ser uma nova fase nesta guerra e é importante entender que as armas cibernéticas podem facilmente ser usadas contra qualquer país. Neste caso, ao contrário da guerra convencional, os países mais desenvolvidos são realmente os mais vulneráveis", afirmou Eugene Kaspersky, CEO e co-fundador daKaspersky Lab.

Os especialistas da Kaspersky Lab conduzem atualmente uma análise profunda do Flame para que nos próximos dias uma série de posts revele mais informações sobre a nova ameaça. Por enquanto, o que se sabe é que omalware é composto por vários módulos e vários megabytes de códigos executáveis. Isso significa que analisar e reverter esta arma exige uma grande equipe de especialistas e engenheiros altamente qualificados e com vasta experiência em ciberdefesa. 

UOL: Dúvida do leitor: o que fazer quando o antivírus não quer atualizar?


Aline Mariano
O leitor Marcelo baixou e instalou a versão 2012 do antivírus Avira. Ele informa que está rodando no modo de compatibilidade com o XP SP 3 e que, desde determinada atualização, não faz mais o update – tanto do programa como do banco de dados com os vírus conhecidos.

Se tiver alguma dúvida sobre tecnologia, envie um e-mail para uoltecnologia@uol.com.br, que ela pode ser respondida.

Para resolver o problema, a empresa que desenvolve o antivírus indica que o usuário baixe a última versão do Avira 2012, que é compatível com os sistemas XP, Vista e Windows 7. Antes de instalá-lo, entretanto, indica-se apagar a versão anterior por completo do PC. Veja o passo a passo (que também pode ser usado no caso de outros antivírus teimosos).


Vá ao menu Iniciar e entre em Painel de Controle.



Se quiser certeza que o software não está mais no PC (3º passo) e, ainda, se quiser consertar erros ou falhas da máquina, é recomendado utilizar um software específico. O CCleaner limpa vestígios de programas antigos e ainda faz uma limpeza completa no PC, apagando dados inúteis ou que possam complicar ou inviabilizar alguma futura instalação de programas.

TI INSIDE: Agência francesa critica Google na investigação sobre nova política de privacidade

O Google foi duramente criticado por autoridades francesas na semana passado por sua postura durante investigação sobre as mudanças na política de privacidade do site. A averiguação foi anunciada em fevereiro pela agência reguladora de proteção de dados da França, conhecida pela sigla CNIL. O órgão fez uma análise da nova política de privacidade para verificar se ela viola as leis da União Europeia e se o compartilhamento de dados entre contas de usuários em seus diferentes serviços fere a privacidade.
Depois de uma reunião com executivos do Google na última quarta-feira, 23, a comissão responsável pelo caso afirmou que as respostas da companhia para um questionário sobre a nova política de privacidade não correspondeu às expectativas. “A CNIL reitera sua preocupação sobre as propostas e o alcance dessa medida, bem como sua base legal”, afirma a agência, em comunicado. “A CNIL cumprimenta o Google pela colaboração, mas lamenta que as perguntas foram, muitas vezes, incompletas ou aproximadas”, conclui o comunicado.
Um novo questionário foi enviado à empresa, com prazo de resposta para o dia 8 de junho. Depois disso, a CNIL irá enviar suas recomendações à Comissão Europeia, que em meados de julho comunicará sua decisão ao Google.
Em nota enviada ao The New York Times, o Google afirma ter recebido o novo pedido do órgão francês. “Estamos ainda revisando as informações. Mas estamos confiantes que nossas regras de privacidade respeitam os requerimentos das leis de proteção de dados europeias”, diz o documento. 

Gizmodo: INPI não dará patentes para software, diz diretor do instituto




O INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial)abriu uma consulta pública sobre patentes que envolvem programas de computador. A medida atraiu diversas críticas, por supostamente abrir espaço para criar patentes de software no Brasil. Veremos por aqui disputas de patente de software, como nos EUA? Não segundo Julio Castelo Branco, diretor de patentes do INPI.

Já argumentamos que software não deveria ser patenteado, e lembramos como isto é basicamente restrito aos EUA – a União Europeia, assim como o Brasil, proíbe a concessão de patentes de software.

Contra a consulta pública do INPI, se manifestaram entidades como a Software Livre Brasil, o CCSL-USP (Centro de Competência em Software Livre da Universidade de São Paulo), e até mesmo o PT (Partido dos Trabalhadores) e o político José Dirceu. Uma análise recente da USP e FGV/RJ condena a consulta pública, e entende que as diretrizes do INPI pretendem introduzir a patente de software no Brasil.

Nesta entrevista, Julio Castelo Branco deixa claro que o INPI não vai criar patentes de software no Brasil: “nem passa por discussão hoje esse tipo de problema no INPI”. A reação inicial negativa foi, segundo ele, “de forma precipitada e desinformada”. A consulta pública se trata apenas de inovações implementadas por programas de computador, onde o equipamento com software inovador recebe a patente – o software, não. O objetivo, diz Julio, “é legitimar uma ação que antes era de conhecimento exclusivo do INPI”, e é a primeira de várias: até mesmo as diretrizes gerais do INPI serão colocadas para discussão.

Leia a seguir para saber por que o INPI pode guardar código-fonte de software, qual o impacto da consulta pública e como serão os próximos passos da análise de patentes no Brasil.

*Algumas frases foram adaptadas/editadas para fins de clareza no texto

Como funcionam hoje as patentes de software no Brasil? Se eu fizer um programa, posso patenteá-lo no INPI?

O INPI não dá patente para software. Patente para software é proibido por lei. A premissa básica do INPI é seguir o que está estabelecido em lei. Nós somos um órgão executivo e seguimos o que está na Lei da Propriedade Industrial. Então a primeira informação que não é correta é: que o INPI dá patente para software. Não dá.

Nós estamos com a diretriz de consulta pública? Sim, mas essa diretriz é para patentes implementadas por programas de computador. Ela não protege o software: protege a invenção com um software embarcado. Então se eu coloco um sistema inteligente em uma máquina, e essa máquina faz algo inovador – novo, inventivo e com aplicação industrial – a patente é concedida não para o software, mas para o equipamento.

Esse procedimento é o mesmo que nós sempre fizemos dentro do INPI. Qual era o problema? O INPI não deixava pública essa diretriz de exame. Nós precisamos mostrar para a sociedade como examinamos as patentes dessa área, não só por questões internas, mas para dar uma segurança ao depositante do INPI. A ideia é legitimar uma ação que antes era de conhecimento exclusivo do INPI.

Então a ideia não é mudar qualquer procedimento, é apenas deixar claro para a sociedade o que vocês vinham fazendo até então?

Perfeitamente. Embora o INPI tenha a prerrogativa de sugerir mudanças na lei, o objetivo da consulta pública não é este. Nós não temos pretensão hoje, no INPI, de colocar patentes para software. Mas você precisa estar ciente de que, no INPI, existe o registro do software: é um repositório da informação para qualquer usuário externo que queira a proteção do seu software, para questões ou disputas judiciais. Você vem ao INPI com o envelope lacrado e nos deixa como depositário da sua informação.

Isso quer dizer que você deixa o código-fonte…

…o código-fonte nas mãos do INPI. E em questões judiciais, você pode recorrer ao INPI para provar a algum juiz se alguém infringiu seu direito. Você tem o respaldo da informação deixada com o INPI, e essa informação é suficiente para mostrar que alguém está infringindo seu direito.

No caso, é o direito autoral, e não de patente?

Perfeitamente. E no caso do registro, não existe exame de forma alguma: o INPI recebe essa informação e apenas guarda.

Então não há patentes de software no Brasil, e nem vai haver depois da consulta pública?

A gente está observando no mundo duas ações: uma relacionada a patentes voltadas especificamente para produtos e processos, e outras relacionadas para software. No Brasil, esta segunda proteção não ocorre.


Mas várias entidades de software livre se manifestaram contra essa consulta. O PT criticou, José Dirceu criticou. Por quê?

Na minha visão, foi de forma precipitada e desinformada. No momento em que veio a crítica do PT, do José Dirceu no blog dele, e dos outros atores do governo, o INPI elaborou um documento, uma nota técnica, e o passamos para quem iniciou o processo de discussão. Informamos que o INPI não estava fazendo nada diferente do que vinha fazendo, e que não se tratava de patentes de software, e sim patentes implementadas por programas de computador, o que é diferente. Esclarecemos este problema.

A reação do software livre é muito mais de movimento, com medo da limitação ou da possibilidade do INPI vir a dar patentes na área de software, algo que nos não aventamos neste momento. Pode ser que em algum futuro muito longínquo, em algum outro momento do país, seja necessário fazer isto. Mas nem passa por discussão hoje esse tipo de problema no INPI. O INPI não protege software porque, para fazer isso, teria que se alterada a Lei de Propriedade Industrial, que especificamente proíbe os programas de computador de serem patenteados.

O documento que o INPI enviou ao governo é público, podemos ter acesso?

Não, É documento de governo, e eu não tenho autorização de lhe passar. Mas esclareceu ao governo o que o INPI estava fazendo. Então isso foi pacificado.

Quanto ao software livre, esta foi uma preocupação deles mesmo sem ter conhecimento do conteúdo do documento. É muito mais filosófico do que realmente prático, discutindo os caminhos da proteção de software no mundo todo. E aí, obviamente, como o Brasil participa ativamente das discussões na Organização Mundial da Propriedade Intelectual em Genebra sobre essa área, sobre proteção e acesso ao conhecimento e informação, sobre transferência de tecnologia, eles reagiram em excesso por colocarmos esta diretriz para consulta pública.

A consulta pública muda algo no direito autoral de software?

Nós não cuidamos de direito autoral, é uma área fora do INPI. É o Ministério da Cultura que cuida do direito do autor. Aí é propriedade intelectual, não mais propriedade industrial – que trata de patentes, marcas e indicações geográficas. O registro de software é só a guarda no INPI, e não mais que isso.

E depois da consulta pública?

Foram dois meses de consulta para receber os comentários. Não temos a pretensão de assumir que os procedimentos que temos dentro do INPI são os mais adequados. Então poderiam vir comentários com ideias melhores do que as nossas. Assim poderemos utilizar o melhor procedimento na forma de analisar patentes dessa área.

Vamos colocar as diretrizes de modelos utilitários, biotecnologia e fármacos para consulta pública, e ao final também colocaremos as diretrizes gerais do INPI para consulta pública. O objetivo é deixar claro para a sociedade a forma como o INPI examina os pedidos de patente. Assim, quem vir ao INPI depositar um pedido de patente já terá uma expectativa do que o INPI vai lhe responder, a forma como o INPI procede, e o que ele precisa fazer para agilizar seu processo.

Nas próximas consultas, vai ser o mesmo procedimento? Abre uma consulta por 60 dias, acaba, abre outra?

Não sabemos se vamos esperar ou fazer de forma intercalada. Na verdade, nós temos uma pressa muito grande em reduzir o atraso no exame das patentes no INPI. Então vamos tomar ações cada vez mais agressivas para decidir cada vez mais rápido, e para deixar o ambiente da propriedade intelectual cada vez mais claro, a fim de dar segurança jurídica a todos que precisem, e de uma forma mais rápida. Estamos correndo contra o tempo para tomar medidas que mitiguem um pouco o atraso do exame de patentes no INPI.

Isso faz parte do plano 2011-2015 do INPI para acelerar a avaliação de patentes?

Faz. Na verdade é o planejamento estratégico 2012-2015, que está sendo redimensionado para 2012-2020. Estamos reajustando o planejamento para ter uma visão mais ampla de futuro, e para onde o INPI vai caminhar.

IDG Now!: Microsoft aposta na interface Metro e enfurece comunidade open source




Empresa deixará de oferecer suporte gratuito para criação de apps para desktop no Visual Studio 11; ferramenta paga custa 500 dólares

A Microsoft já tinha incomodado alguns grupos devido ao potencial excludente doWindows 8, e, na última semana, a comunidade open source ficou de cabelos em pé novamente.

Desta vez, a causa da polêmica foi a linha de produtos Visual Studio 11, que teve novos detalhes liberados pela companhia no começo do mês. Especificamente, ao que tudo indica a versão gratuita Express do novo produto - muito utilizada por desenvolvedores para criar aplicações open source para Windows- não irá oferecer mais suporte para aplicações para desktop. Ao invés disso, os usuários do Visual Studio 11 Express só poderão desenvolver aplicações para a interface Metro. 

“O Visual Studio 11 Express para Windows 8 oferece ferramentas para o desenvolvimentos de aplicativos ao estilo Metro” aponta a Microsoft no blog sobre o produto, voltado para desenvolvedores. “Para criar apps para desktop, é preciso utilizar o Visual Studio 11 Professional ou superior”. Essa ferramenta, no entanto, está muito distante de ser gratuita (ou mesmo barata), e custa nada menos do que 500 dólares. 

O Visual Studio 2010 Express continuará disponível para download gratuito, frisou a companhia de Redmond, entretanto faltam diversos recursos essenciais do novo Visual Studio 11. Outra versão do software, chamada Visual Studio 11 Express for Web irá focar em sites HTML e Java Script. 

Enquanto isso, para fazer com que não haja trapaças, o Windows SDK (Kit de Desenvolvimento de Software, em tradução livre) não é mais liberado com um ambiente completo de compilação em linha de comando, concluiu a Microsoft. 

PC WORLD: Mantenha-se no controle das redes sociais




Que tal unir todas as suas redes sociais favoritas em um só lugar, ou dar uma de “antisocial” e eliminar completamente os botões de compartilhamento? Siga estas dicas para saber como.

Esteja você em casa, no trabalho ou na escola, são boas as chances de que você passe boa parte do seu tempo em frente ao PC olhando para um navegador. Então porque não personalizá-lo? Esta nossa coletânea de segredinhos e extensões irá ajudá-lo a ficar por dentro de tudo o que acontece nas redes sociais das quais participa, para que você nunca mais perca um recado ou convite para uma festa.

A não ser quando indicado, nossas dicas funcionam em todos os quatro principais navegadores do mercado: Chrome, Firefox, Internet Explorer e Safari.

1) Use o Yoono para unificar todas as suas redes sociais (funciona no Firefox e Chrome): o Yoono é um agregador de redes sociais que permite que você acompanhe todos seus feeds e poste mensagens no Facebook, Flickr, LinkedIn, Twitter e outros serviços permitindo que você confine todas essas distrações em uma só aba. Embora o site do Yoonoo funcione com qualquer navegador, há uma extensão (http://goo.gl/mew5) para o Firefox e Chrome que oferece os mesmos recursos em um botãozinho na barra de ferramentas. 

2) Bloqueie os botões de compartilhamento (funciona no Firefox e Chrome): se você é daqueles que considera as redes sociais um incômodo, pode gostar de extensões como a Antisocial (para o Chrome) ou a ShareMeNot (para o Firefox). Ambas interferem com os botões de redes sociais espalhados pela web, como o “Curtir” do Facebook ou o “+1” do Google+: o AntiSocial impede que eles sejam carregados, enquanto o ShareMeNot impede que eles informem automaticamente ao serviço de origem informações sobre o site que você está visitando, que poderiam ser usadas para rastreá-lo na web.

3) Faça uso das extensões: todo navegador tem extensões projetadas especificamente para os usuários de redes sociais e agregadores de notícias. Procure por Facebook no repositório do Chrome e você encontrará extensões que desabilitam o feed de notícias, permitem que você baixe álbuns de fotos inteiros e até o alertem quando uma pessoa deixa de considerá-lo um amigo. Da mesma forma você encontrará extensões para o IE na Internet Explorer Gallery, para o Firefox na página Add-ons for Firefox, e para o Safari na Safari Extensions Gallery.

G1: Lenovo quer fabricar computadores no Brasil, diz jornal

Companhia avalia melhores maneiras para expandir sua presença no país.
Fabricante chinesa lidera mercado de PCs em seu país de origem.


A chinesa Lenovo avalia planos de abrir uma fábrica no Brasil para produzir computadores no país e evitar as taxas de importação, segundo o “Wall Street Journal”. “Temos interesse em comprar ou trabalhar com empresas no Brasil”, disse Milko Van Duijl, executivo da empresa responsável pela Ásia e pela América Latina.

Van Duijl também disse na entrevista à Dow Jones Newswires que sua empresa não consegue ser competitiva no Brasil, sem ter uma base de fabricação local. “Quando você precisa adicionar taxas de importação ao negócio do PC, que já tem margens pequenas, não há chance de sucesso”, disse.

Segundo o executivo, a Lenovo vai continuar se focando principalmente nos PCs, para aumentar sua participação nos mercados emergentes. Apesar disso, a companhia já começa a diversificar sua atuação, com a criação de smartphones e tablets.

A movimentação faz parte da estratégia da chinesa de aumentar sua participação nos mercados emergentes, como Índia e Brasil. Segundo o jornal, a Lenovo, que comprou o negócio de PCs da IBM em 2005, é a fabricante de PCs mais popular da China.


Gizmodo: Dicionário visual substitui definições por imagens do Google




Ele talvez não ajude você a melhorar seu vocabulário, mas o dicionário Google – criado por Ben West e Felix Heyes – vai deixar você ligado nas últimas tendências e memes da internet. É porque em vez de definições, as páginas do livro são povoadas por resultados de busca do Google Imagens.

Bem, substituir as definições de 21.000 palavras por imagens do Google parece algo tedioso de se fazer. Por isso, os dois artistas usaram alguns scripts PHP que primeiro buscaram as palavras do dicionário e baixaram as imagens uma a uma, e depois as colocaram em ordem alfabética em uma série de colunas. O enorme PDF resultante foi então impresso profissionalmente, e recebeu na capa um logotipo dourado do Google.

Mas para que criar um livro assim? Como toda obra de arte, ela está aí para ser interpretada: é um símbolo do poder do Google? Algo que representa nossa preferência por imagens bonitas, em vez de ler? É só um livro para chamar a atenção?

Ben diz: “isto é na verdade um registro sem filtro e sem crítica do estado da cultura humana em 2012″. E o que forma nossa cultura hoje? “Eu estimaria que cerca de metade do livro tem fotos de medicina, pornografia, racismo ou desenhos ruins”, afirma Ben. É um conteúdo levemente diferente do Michaelis ou Houaiss. [Crap is Good via Creative Applications]

TI INSIDE: ESET pretende crescer 50% no Brasil com soluções para o mercado corporativo


A ESET, fabricante de software de segurança, trabalha com a meta de crescer 50% no Brasil neste ano, após ter alcançado expansão de 43% em 2011. O país hoje já representa a segunda participação de mercado da empresa, atrás apenas do México. Para atingir esse objetivo, a ESET aposta nos lançamentos anunciados nesta segunda-feira, 28, de duas linhas de produtos voltadas ao mercado corporativo, segmento que representa 70% do faturamento da companhia no país.
As soluções ESET Nod32 e ESET Smart Security foram atualizadas com novas funcionalidades e se transformaram em ESET Endpoint Antivirus e ESET Endpoint Security, respectivamente. Dentre as novas características estão o controle de acessos web, que permite bloquear sites por categorias; controle de dispositivos, para monitorar o uso de diversos dispositivos utilizados na rede da empresa, por meio da definição de políticas e bloqueios, entre outros recursos.

Segundo o presidente da ESET Brasil, Camillo Di Jorge, a proposta é enriquecer o portfólio de soluções corporativas da empresa e ampliar o número de clientes. “Com as novas características dos produtos, pretendemos atrair um maior número de grandes empresas em nossa carteira de clientes. Hoje o segmento de pequenas e médias empresas é responsável por 55% de nosso faturamento e a ideia é que esse setor chegue a representar até o fim deste ano 50% e as companhias de grande porte, os outros 50%”, conclui. 


segunda-feira, 28 de maio de 2012

bocão news: Site da Secom foi invadido por hackers



A Secretaria Municipal de Comunicação (Secom) informa que está com site (WWW.comunicacao.salvador.ba.gov.br//) temporariamente inacessível. Segundo a Companhia de Governança Eletrônica do Salvador (Cogel), o site foi invadido por hackers e, por motivos de segurança teve que ser desativado. 

A Cogel informa que nenhum arquivo foi danificado e que está verificando os motivos da invasão. A previsão é que até final da tarde o site esteja acessível aos cidadãos.

INFO: Brasil precisa produzir seu próprio antivírus´



Ulisses Penteado defende produto nacional em setor estratégico

São Paulo – A BluePex é uma pequena empresa de soluções de segurança, com sede na cidade de Campinas, interior de São Paulo. No final do ano passado, ela ganhou uma grande missão: desenvolver um antivírus 100% nacional capaz de proteger os 60 mil computadores do Exército Brasileiro.

Ulisses Penteado, gerente de operações da BluePex, é um dos responsáveis pelo desenvolvimento do software de segurança, chamado AvWare Defesa BR. Quando alguém lhe pergunta se isso não é um negócio arriscado, já que existem empresas famosas e com soluções bem estabelecidas no mercado, ele não titubeia e diz: `Não quando o parceiro é o Exército Brasileiro`.

Nesta entrevista, ele conta quais são os desafios para vencer essa missão. E, principalmente, como ele vai tentar transformar o antivírus num sucesso e deixá-lo entre os cinco mais vendidos do país.

Como transformar um produto com menos de dois anos de vida em um software capaz de proteger computadores com informações delicadas e críticas, como os do Exército?

O software realmente é novo, principalmente quando comparado às soluções tradicionais do mercado. Mas com a parceria do Exército, a BluePex segue finalmente o caminho que muitas empresas de antivírus trilharam: o de poder trabalhar em conjunto com grandes especialistas, que são muito bem preparados e capacitados em desenvolvimento de sistemas fortes e resistentes a ataques digitais. Com o apoio deles, o AvWare Defesa BR passa por testes avançadíssimos que medem sua capacidade de proteção. Por causa desses processos, o software está muito aprimorado e avançou muito em relação às suas primeiras versões. É um software diferente, diria. Já se encontra num nível similar e, dependendo do ponto de vista, até mais avançado do que os estrangeiros.

Qual tecnologia o faz diferente dos antivírus tradicionais e de empresas multinacionais?

O AvWare Defesa BR é obviamente preparado para detectar vírus de todos os tipos. Só que ele tem uma grande base capaz de detectar vírus que só costumam circular pelos computadores brasileiros e que, geralmente, visam a informações bancárias ou a roubo de informações. Além disso, ele tem um módulo de captura remota de telas. A solução pode interessar a empresas que precisam monitorar seus empregados.

Como vocês ganharam a licitação do Exército?

Para a licitação de software de segurança de PCs, o Exército colocou no edital que a empresa fornecedora de antivírus deveria ser obrigatoriamente brasileira. E que a tecnologia também deveria ser. A BluePex e mais uma empresa se qualificaram para a disputa. No final, a gente acabou levando a licitação, no valor de 800 mil reais, por termos atendido os requisitos. Temos até o final deste ano para instalar o AvWare Defesa BR nas 60 mil máquinas do Exército. No momento, ele roda em alguns computadores, já que está em processo de homologação.

Eu diria que é deixar o AvWare redondo, ou seja, com uma interface intuitiva, rápido e muito eficiente na proteção. Ele terá que funcionar bem em um parque de computadores com diversas configurações. E chegar ao ponto certo é um pouco trabalhoso, porque exige vários testes e levar em conta opiniões de diversos usuários. Mas como a equipe de tecnologia do Exército nos auxilia bastante, estamos conseguindo evoluir bem.

Por que o Exército preferiu uma solução nacional incipiente ao invés de uma solução já estabelecida no mercado?

O Exército Brasileiro quis uma empresa brasileira por dois motivos. O primeiro deles é para fomentar a tecnologia nacional. As Forças Armadas de qualquer país têm esse viés de desenvolver os vários ramos industriais. E com as brasileiras não é diferente. O segundo, e talvez mais importante deles, é que o exército não quer mais trabalhar com empresas estrangeiras. Elas, numa possível guerra cibernética, poderiam demorar para atender as demandas do Brasil. E, também, favorecer seus governantes – numa guerra, tudo pode acontecer. Outro motivo é que uma empresa nacional, como a BluePex, pode criar um centro de atendimento específico pra o Exército – desse modo, o suporte é rápido e o quartéis não vão precisar enviar arquivos infectados para serem analisados em outro país.

Como o Exército será capaz de ajudar a BluePex?

Ele já colabora com seu conhecimento para deixar o antivírus mais poderoso. E a ideia é usar essa parceria para dizer aos consumidores brasileiros que um software nacional protege os 60 mil computadores do Exército do país. Isso nos dá credibilidade e, obviamente, sensibiliza muito consumidor. Afinal, o Exército é um órgão que exige muita segurança e seriedade dos seus fornecedores. E com a gente não está sendo diferente.

A empresa espera chegar onde com o AvWare Defesa BR?

Com o contrato do Exército, a BluePex aprimorou bastante os seus processos para atender uma base grande de computadores que têm o antivírus. Até o ano passado, a gente não sabia muito bem como lidar com isso. Agora, estamos com servidores robustos, equipes treinadas e capacitadas, uma equipe de engenharia afinada para entregar um bom nível de serviço para os usuários do nosso antivírus. Isso nos dá confiança para encarar outras licitações públicas e oferecer nossa solução no mercado corporativo. Nossa ideia é estar, em pouco tempo, entre os cinco melhores antivírus do país.

TI INSIDE: Google recebe 1,2 milhão de pedidos para retirar links do ar


O Google recebeu 1,2 milhão de pedidos para remover links dos resultados de buscas em março. De acordo com o Relatório de Transparência, atualizado constantemente pela companhia desde 2010, “não é incomum recebermos 250 mil solicitações por semana”. O número representa um recorde e, segundo o Google, bateu a marca registrada ao longo de todo o ano de 2009. O pico do mês foi no dia 5, com 288.010 endereços reclamados.
No relatório, a companhia divulgou pela primeira vez uma seção específica dedicada a direitos autorais. De acordo com os dados, três organizações detêm a maioria dos copyrights e fazem esse tipo de reclamação. No topo da lista está a Microsoft, com 536.716 URLs reivindicadas. Na sequência está a distribuidora NBC Universal, com 165.662, seguida da gravadora British Records, com 151.087 endereços. 

Estadão: Polêmica marca encontro de blogueiros na BA

Polêmica marca encontro de blogueiros na BA 



Com uma mensagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e discursos focados no controle da mídia foi aberto na noite de ontem, em Salvador, a terceira edição do Encontro Nacional de Blogueiros Progressistas (BlogProg).

Os debates foram marcados por uma polêmica: a necessidade ou não de regulação da imprensa escrita. Cerca de 300 pessoas participaram da primeira noite do encontro, que tinha como tema Nas redes e nas ruas pela democratização da comunicação.

Na mesa de debates, o ex-ministro da Secretaria de Comunicação do governo Lula, Franklin Martins, corroborou a tese da regulamentação, mas com ressalvas.

"Sou favorável à criação de um marco regulatório para os meios eletrônicos, que dependem de concessão pública, mas sem arranhar a Constituição", afirmou. "Imprensa escrita não precisa de marco regulatório."

A fala causou reação em outros integrantes da mesa. "Claro que estamos falando dos meios de comunicação eletrônicos, mas não dá para deixar de falar dos meios impressos, porque eles continuam tendo acesso a recursos públicos - e não podem fazer qualquer coisa", disse a coordenadora do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), Rosane Bertotti.

Lula abriu o encontro em uma mensagem em vídeo. "A comunicação não pode estar concentrada em poucas empresas, por poucas famílias, e os blogs e a internet têm papel fundamental nisso", disse o ex-presidente.

Patrocínio. O evento tem patrocínio dos governos federal e estadual da Bahia, das estatais Petrobrás e Itaipu Binacional e do Comitê Gestor da Internet no Brasil (cgi.br), além de apoio financeiro de 28 instituições e confederações de trabalhadores do País.

Olhar Digital: Câmara aprova lei de crimes na internet

 Câmara aprova lei de crimes na internet:


Projeto segue para o Senado, mas já desperta críticas 
Deputado Paulo Teixeira (PT-SP), autor do projeto de lei sobre cibercrimes 

A primeira lei brasileira voltada especificamente para punir cibercrimes começa a sair do papel. Até hoje, o país não tem mecanismos legais para lidar com crimes cometidos nos meios digitais, e a justiça tem agido baseada em leis de caráter geral. O projeto aprovado pela Câmara dos Deputados na última quarta-feira (23/05) pode se transformar na primeira lei criada para combater delitos virtuais. Mas, o caminho para o texto final foi mais que tortuoso. As discussões em torno da nova lei seguiram uma velocidade nada digital: nada menos que 13 anos se passaram desde que a primeira proposta foi apresentada. Essa primeira proposta ficou conhecida como Lei Azeredo, em referência ao deputado Eduardo Azeredo, do PSDB de Minas Gerais, que a encabeçou. O projeto original tinha 23 artigos mas, para conseguir a aprovação da Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara, acabaram restando apenas 4, reunidos sob o texto do deputado do PT de São Paulo, Paulo Teixeira. Para a base governista, que trabalhou para a aprovação do novo projeto de lei, a proposta original continha excessos e ameaçava a liberdade da internet.

Os quatro tópicos que restaram são: falsificação de dados e cartões, colaboração ao inimigo, racismo e a criação de delegacias especializadas no combate a crimes digitais. Ficaram de fora os pontos mais polêmicos, como a guarda de logs por três anos por parte dos provedores de internet, e a possível criminalização do compartilhamento de arquivos. Em entrevista ao Olhar Digital, o deputado Paulo Teixeira defendeu a redução: "todos os artigos retirados já estão cobertos pela legislação atual e não devem voltar a fazer parte do projeto. A questão mais polêmica, que é a guarda de logs, não terá lugar nessa lei criminal, pois já é tratada no Marco Civil".

A guarda de logs a que se refere o deputado ocupou boa parte das discussões dos últimos anos. No projeto original, os provedores de internet seriam obrigados a armazenar todos os logs (registros de atividades dos internautas) por pelo menos 3 anos. Como a lei foi aprovada sem fazer referência aos logs, o que fica valendo é o Marco Civil, pelo qual os provedores devem arquivar logs de todos os seus usuários pelo período de um ano.

Teixeira comemora a aprovação projeto de lei e afirma que, se o projeto integral de Azeredo passasse, muitas atividades corriqueiras na internet seriam criminalizadas. "A base governista se articulou e, por causa de um dia especialmente agitado na Câmara, conseguimos passar a lei com rapidez. Acredito que também fomos favorecidos por conta da exposição do caso de roubo das fotos da atriz Carolina Dieckmann, o que gerou uma pressão da sociedade para a aprovação de uma lei criminal".

Já o advogado Victor Haikal, representante do escritório de advocacia especializado em crimes digitais PPP, considera a proposta insuficiente para lidar com a maior parte das contravenções cometidas em ambiente digital. "Acredito que o que foi feito foi jogar fora treze anos de discussões. Ficaram de fora tipificações importantes, como a difusão de malware". Para o advogado, "parte dos deputados parece mais inclinada a criar um ambiente anárquico na rede do que democrático". Segundo ele, a guarda de logs de acesso por três anos – proposta de Azeredo – seria necessária para um melhor acompanhamento dos crimes digitais.

O texto aprovado prevê prisão de três meses a um ano para quem “devassar dispositivo informático alheio, conectado ou não a rede de computadores, mediante violação indevida de mecanismo de segurança e com o fim de obter, adulterar ou destruir dados ou informações sem autorização expressa ou tácita do titular do dispositivo, instalar vulnerabilidades ou obter vantagem ilícita”. Mesma punição para quem “produz, oferece, distribui, vende ou difunde programa de computador com o intuito de permitir a invasão de computador alheio”.

A pena será agravada – prisão de seis meses a dois anos – se a invasão resultar em obtenção de conteúdo de comunicações eletrônicas privadas, segredos comerciais e industriais e informações sigilosas. A pena aumenta de um terço à metade se o crime for praticado contra os presidentes dos três Poderes (legislativo, executivo e judiciário) nos três níveis – federal, estadual e municipal. No caso de falsificação de documentos, como cartão de crédito e de débito, a pena é prisão de um a cinco anos e multa.

O projeto segue agora para votação no Senado. Se aprovado, ainda precisa retornar à Câmara para nova votação no plenário.

G1 :Planetário do Rio sedia corrida de estudantes por inovação tecnológica



Evento promovido pelo governo da Suécia busca soluções sustentáveis. 
Semana da inovação terá ainda conferência e exposição tecnológica.

Estudantes de mestrado e pós-graduação de quatro grandes universidades (Universidade Federal do Rio de Janeiro, Universidade Federal Fluminense, Universidade Federal do ABC e PUC-Rio) participam esta semana de uma competição diferente de conhecimento, a "Innovation Race". Durante três dias, 12 estudantes vão ficar confinados no Planetário da Gávea, no Rio. Divididos em duas equipes , eles terão 72 horas para desenvolver processos, serviços e protótipos de produtos com foco no desenvolvimento sustentável.

A corrida da inovação faz parte da “Semana da Inovação Brasil-Suécia: Inovação para o Desenvolvimento Sustentável”, promovida pelo governo da Suécia. O evento começa nesta segunda-feira (28) e vai até sexta (1º).

A “competição contra o tempo” foi criada para demonstrar que, em condições adequadas, é possível gerar, em tempo recorde, inovações prontas para o mercado. Além das duas equipes, um back office com pesquisadores, advogados de patentes, analistas de mercado, economistas e criadores de protótipos, dará apoio aos estudantes fornecendo informações e expertise aos projetos. Um designer industrial será incluído em cada equipe para visualizar e projetar os produtos.

Entre os competidores estão jornalista, engenheira de produção, engenheira química, biomédica, publicitária, microbiologista, químico e administrador de empresas, entre outros.

Além da Innovation Race, o evento vai promover um debate sobre o papel da sociedade contemporânea na busca do desenvolvimento sustentável para avaliar qual será o papel do estado, da indústria e da academia para criar um ambiente que incentive a inovação..

A partir de terça-feira (29), até o dia 8 de julho, uma exposição no Centro Cultural Banco do Brasil vai mostrar inovações desenvolvidas pela indústria da Suécia, como um aparelho que mostra como obter água potável utilizando somente energia solar.

Os visitantes poderão também conhecer um jogo de inovação no qual um projetor amplia o campo de visão do participante dando a sensação de enxergar nove vezes mais do que em uma tela normal. O experimento promete uma envolvente aventura no mundo 3D usando apenas jogos e softwares de ultima geração.

Innovation Race – Planetário da Gávea

De 28 de maio (a partir das 17h30) a 1° de junho (gratuito e aberto a visitação do público durante a competição).

Local: Rua Vice-Governador Rubens Berardo, 100, Gávea, Rio de Janeiro.

Exposição “Suécia Inovadora” – Centro Cultural Banco do BrasilDe 29 de maio a 08 de julho (gratuita e aberta ao público das 9h às 21h).

Local: Rua Primeiro de Março, 66, 4° andar, Centro, Rio de Janeiro

Olhar Digital: Complexo de Camaçari: o Polo Industrial e Tecnológico da Bahia


Conheça algumas inovações desenvolvidas na região e as oportunidades que o município tem dado para jovens estudantes 


A Bahia vive de coisas muito além das festas, músicas e belas praias. A tecnologia, por exemplo, é traço forte do município de Camaçari, que fica a 50 quilômetros de Salvador, capital do estado. Lá é onde se concentra o polo industrial da região, que reúne mais de 60 empresas investidoras em tecnologia e inovação, seja em seu próprio método de fabricação ou nos produtos oferecidos.

De acordo Suzana Marques Domingues, do Comitê de Fomento Industrial de Camaçari (Cofic), várias ações estão sendo promovidas em conjunto com o Governo do estado para incentivar a cultura de inovação nestas companhias. A ideia é criar condições para o desenvolvimento de pesquisas aplicadas que possam permitir o salto tecnológico necessário para o crescimento de cada uma delas. "Atualmente, os temas mais relevantes para a competitividade das empresas estão relacionados à redução ou otimização do uso dos recursos naturais como energia, água e matéria-prima, coincidentemente relevantes também para a sustentabilidade e perpetuidade do negócio", explica.

Um dos exemplos é a Cetrel, companhia de soluções ambientais no setor industrial que nasceu junto com o polo, em 1978. A empresa foi criada para tratar dos efluentes e resíduos industriais existentes e precisou aperfeiçoar e desenvolver novas tecnologias para obter sucesso nos projetos ambientais. O Centro de Inovação e Tecnologia Ambiental (Cita) estuda os resíduos das indústrias a fim de reaproveitá-las e reutilizá-las no próprio complexo. O centro ainda está produzindo uma madeira plástica feita com resinas e fibras naturais, que substitui algumas aplicações de madeira convencional trazendo mais durabilidade, resistência e proteção ao meio ambiente. Segundo Tomaz Assmar, responsável pelo Cita, com a madeira plástica é possível evitar a derrubada de árvores através da oferta de um produto mais sustentável.

"A previsão para a versão final do produto é de 6 a 8 meses. Somos um centro de desenvolvimento tecnológico. E para isso é fundamental continuarmos a investir em pessoas, equipamentos, processos e todo e qualquer recurso que seja necessário para a geração e difusão do conhecimento. O Brasil precisa ampliar seus investimentos em ciência, tecnologia, pesquisa e inovação. E o Cita é a nossa contribuição para que o Brasil se posicione como um país de vanguarda nas questões ligadas à geração de riqueza através de tecnologias do meio ambiente", conclui Tomaz.

Ao contrário do que muita gente pode pensar, o Brasil não fica atrás dos outros países quanto à tecnologia automotiva. Aliás, o túnel de vento, elemento fundamental para correção de possíveis erros de design e aerodinâmica, já foi substituído por algo mais novo por aqui. O CFD (Computational Fluid Dynamics, ou Dinâmica do Fluido Computacional) é uma tecnologia usada pela NASA e pelas grandes companhias aéreas que permite simular no computador os efeitos para testes no túnel de vento e, assim, corrigir possíveis problemas.

A Netlog Armazéns Gerais (empresa de logística e transporte) está há nove anos no Polo de Camaçari e conta que a tecnologia empregada resultou em uma melhora significativa no controle e na rastreabilidade dos produtos armazenados bem como "maior agilidade nas respostas de consultas de saldo, confiabilidade nas informações de controle de estoque, extinção de divergências, redução de custos com controle de inventário e confiabilidade das informações", comenta o gerente da Netlog, Marcelo Lins.

Para Marcelo, a tecnologia necessita estar sempre alinhada as boas práticas de gestão. A empresa – que começou com 18 funcionários e agora conta com 200 – possui convênio com a Universidade Jorge Amado, onde os funcionários ganham condições especiais de preço e pagamento aplicáveis a qualquer curso.

Já a JAC Motors e a Ford Motor Company possuem laboratórios de emissões e acústica para avaliação de ruídos. Desta forma é possível oferecer combustíveis alternativos, controlar e reduzir a emissão de gases nocivos ao planeta e saber como usufruir de todos os recursos sem afetar a vida útil do veículo. Dentre as tecnologias utilizadas na montagem dos carros, a Ford possui softwares que interagem em tempo real com outros localizados em diversos centros industriais no mundo. A fábrica também conta com um centro de design e desenvolvimento tecnológico com simuladores virtuais.