quinta-feira, 4 de outubro de 2012

UOL: Facebook chega a 1 bilhão de usuários com Brasil entre os 5 países mais conectados à rede


Paul Sakuma/AP

O cofundador e presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, disse em post na rede social que espera poder conectar o restante do mundo na rede 

Ao anunciar a chegada à marca histórica de 1 bilhão de usuários nesta quinta (4), o Facebook informou também que o Brasil está entre os cinco países que mais usam rede social. Além dele, completam a lista Índia, Indonésia, México e Estados Unidos.

Outros dados mostram números “estratosféricos” da rede social criada por Mark Zuckerberg em fevereiro de 2004. O Facebook já tem cerca de 600 milhões de usuários móveis – que acessam o serviço a partir de smartphones e tablets. Desde seu lançamento, a rede social já registrou 1,13 bilhão de “Curtidas” em posts, 140 bilhões de conexões entre contatos e 219 bilhões de fotos foram publicadas na rede.

Na mensagem sobre a marca histórica atingida, Zuckerberg, atual CEO da companhia, escreveu que “ajudar 1 bilhão de pessoas a se conectar é fantástico, singelo e de longe a coisa que mais tenho orgulho de ter feito durante a minha vida”. Além disso, afirmou que está comprometido com a melhora do serviço. “Felizmente, juntos um dia, estaremos aptos a conectar o resto do mundo também.”

O Facebook atinge a maior quantidade de usuários de sua história ao mesmo tempo em que vê suas ações perdendo valor na bolsa de valores americana. No fim de setembro desde ano, os papéis da empresa chegaram a valer cerca de metade do valor que eram negociados em sua oferta pública inicial, em maio.




Foto 1 de 19 - O Facebook chegou a cerca de 955 milhões de usuários no mundo -- só no Brasil, são 55 milhões de perfis, praticamente mais de um quarto da população do país estaria na rede social. Com tamanha popularidade, é preciso ficar atento a algumas dicas para aproveitar o máximo da rede social. Confira algumas delas, como baixar capas de perfis, saber configurar a privacidade, evitar chatos e muito mais Karen Bleier/AFP

Brasileiro ajudou a fundar empresa

Em 2003, o brasileiro Eduardo Saverin iniciou o curso de Economia na universidade de Harvard. Foi lá onde conheceu Mark Zuckerberg, logo que entrou no curso. No ano seguinte, eles fundaram o “Thefacebook”, que mais tarde tornaria-se a maior rede social do mundo. 

Zuckerberg, estudante de Ciência da Computação, já tinha experiência na criação de outras duas redes sociais embrionárias (a Coursematch, que permitia aos alunos verem listas dos matriculados na universidade, e a Facemash, rede que “media” a atratividade dos estudantes).


O Facebook processou Saverin, alegando interferência do brasileiro nos negócios. Ele processou a rede social de volta, depois de ver a participação de 24% no capital do Facebook ser reduzida para menos de 10%. Ganhou a ação e mantém até hoje 5% nos ganhos 

O “Thefacebook” fez grande sucesso entre os estudantes de Harvard em pouco tempo: em 24 horas, havia 1,2 mil inscritos, segundo o jornal "The Guardian". Em um mês, metade dos alunos da graduação já utilizava a rede. Com a abertura a outras universidades, a rede social acabou crescendo num ritmo rápido.

O perfil oficial dos fundadores, no próprio Facebook, diz que “Eduardo” administrou o desenvolvimento de negócios e aspectos comerciais da rede social em seus primeiros anos.

Os problemas vieram quando os dois começaram a divergir quanto ao rumo da rede social, conforme escreveu David Kirkpatrick, autor do livro "The Facebook Effect: The Inside Story of the Company That Is Connecting the World" (ainda não disponível em português). Enquanto Zuckerberg queria “engordar” o “Thefacebook” com mais usuários, Saverin era a favor de “engordar” as receitas do site, com a inserção de mais espaços publicitários.

Sem chegar a um acordo sobre o futuro da rede social, Saverin deixou a empresa e continuou os estudos em Harvard. Enquanto isso, Zuckerberg largou a faculdade e mudou-se para a Califórnia.

Um ano depois, o Facebook processou Saverin, alegando interferência do brasileiro nos negócios da empresa. De acordo com a "Forbes", o intuito era diminuir sua participação nos ganhos totais. Ele processou a rede social de volta, depois de ver a participação de 24% no capital do Facebook ser reduzida para menos de 10%. Saverin ganhou a ação judicial e mantém até hoje 5% nos ganhos da empresa. Ainda segundo a "Forbes", o brasileiro é o 356º homem mais rico do mundo, com uma fortuna estimada em US$ 1,15 bilhão.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

TI INSIDE: Molon acredita que Marco Civil já está maduro e poderá ser votado em outubro




Mesmo com uma aparente falta de acordo entre os setores envolvidos, o Marco Civil da Internet tem chances de ser votado entre o final de outubro e começo de novembro. Pelo menos é no que acredita o deputado federal Alessandro Molon (PT-RJ), que discutiu nesta terça-feira, 2, em São Paulo, suas propostas no projeto de Lei 2.126/2011 durante o 3º Seminário de Proteção à Privacidade e aos Dados Pessoais, organizado pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) e pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br).
Além de defender a urgência da votação no Congresso Nacional, ele afirmou que a neutralidade da rede não vai prejudicar as empresas de telecomunicações. "Acho que elas podem sobreviver e se fortalecer com um cenário de neutralidade. Não é algo contra elas, é a favor dos usuários e que permite o crescimento delas", disse Molon à TELETIME. Ele afirma que modificar esse ponto poderia ajudar no modelo de negócios das teles, mas isso ocorreria em prejuízo ao usuário. Na visão dele, não existe meio termo. "Tem momentos da vida em que se tem de escolher entre uma ou outra opção. Não dá para conciliar tudo."
Ele discorda da comparação com o serviço de Sedex dos Correios feita pelo SindiTelebrasil durante o IV Seminário de Telecomunicações na Fiesp. Para as empresas de telecom, a lei deveria ser flexível para acomodar os novos modelos de negócios que devem surgir para o setor com a massificação do acesso à Internet. Para o SindiTelebrasil, os Correios são um exemplo de neutralidade, pois é neutro com as cartas enviadas, mas se alguém quiser mandar um documento mais rápido, há a opção do Sedex. Alessandro Molon afirma que esse modelo pensa no remetente da informação, não no destinatário. "Quando você recebe a informação de alguém, não tem a capacidade de determinar em que velocidade ela chega", diz.
O deputado argumenta que uma melhor comparação da falta de neutralidade seria com a de uma estrada com várias vias. "Na faixa mais lenta, pagaria R$ 5 de pedágio, mas estaria sempre engarrafada. Quem quisesse pagar R$ 100 andaria um pouco mais. Já a de R$ 2 mil estaria sempre livre. Somente quem poderia pagar é que teria como trafegar", diz. Ele afirma ainda que a falta de neutralidade também prejudicaria a inovação por não permitir o livre tráfego na Internet.
Molon ainda acredita que o melhor seria finalizar a votação em outubro, no mais tardar em novembro, "assim que o quórum no Congresso permitir", para ter o Marco Civil aprovado antes da reunião da UIT, em dezembro em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. "Considero que já temos de ir com uma posição clara para influenciar, não para ser influenciados, com uma visão de liderança no cenário internacional", avalia. Ele não vê razão para adiamentos. "Fizemos sete audiências públicas e seminários; conversamos com 62 representantes de 60 entidades; e o setor de telecom foi fartamente ouvido, só que há momentos em que há divergências”, conta. "O tempo não resolve tudo, às vezes atrapalha e até pioras as coisas. Tá na hora de votar, o projeto já está maduro". 

TI INSIDE: Marco Civil passa pela infraestrutura de telecom, diz ProTeste




Embora muito da discussão sobre o Marco Civil da Internet esteja em volta da questão de direitos no âmbito da privacidade, a infraestrutura das telecomunicações também tem um papel fundamental. A advogada e consultora da associação ProTeste, Flávia Lefèvre, nesta terça-feira, 2, durante o 3º seminário de proteção à privacidade e aos dados pessoais, em São Paulo, acusou o Governo de ter limitado o próprio poder para fazer valer o princípio da neutralidade de rede ao ter adotado, pelo ministério das Comunicações e pela Anatel, "uma série de caminhos no sentido de privatizar as redes de telecom".
"No que diz respeito aos bens públicos necessários para as teles, intrinsecamente ligadas ao uso dos meios, estamos em um grave momento", afirma.
"Não é a toa que estamos em um impasse e que esse assunto veio às vésperas de eleições municipais que terão impacto decisivo nas estaduais e mais ainda na eleição presidencial, que vai definir rumos muito importantes na área de infraestrutura no Brasil", diz. Ela afirma que a Anatel e o Minicom vêm "colocando em risco a possibilidade de usar a Internet de forma democrática" ao definir as questões de redes. Flávia diz que a grande preocupação de entidades de defesa ao consumidor não é propriamente o uso, mas o que as grandes corporações fazem com os dados dos usuários. "Fico muito preocupada em como as crianças que acessam essas redes sociais vão receber ofertas assim como eu recebo de botox ou programa para perder peso", compara, ao dizer que tem informações pessoais analisadas para receber essas propagandas direcionadas.
A advogada defende que a Internet deveria ser regulada como um espaço público. "Quem se apropriar de alguma maneira com finalidade de lucro, estará sujeita a controles e condicionamentos", explica. Ela se mostrou pessimista durante apresentação no evento organizado pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (Nic.br) e pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br). "O problema é que eu não vejo que estejamos neste caminho", diz.
Opt-out
Pelo lado das empresas de Internet, a maior (e segunda maior de tecnologia no mundo, atrás apenas da Apple) do setor é a Google, que tem um histórico turbulento no Brasil, incluindo a recente prisão do presidente da empresa no Brasil, Fábio José Silva Coelho, por conta de um vídeo com conteúdo político não retirado do portal YouTube. Dessa forma, a gigante norte-americana defende a neutralidade, exigindo que a liberação de dados de usuários seja apenas mediante ordem judicial. "Concordem ou não, o Marco Civil pelo menos dá um tipo de norte para a proteção do usuário", explica o advogado e conselheiro de políticas públicas da companhia no País, Marcel Leonardi.
Ele afirma que a Google fornece diversas opções de privacidade, como um painel de controle (chamado de Dashboard) que resume a conta nos vários serviços da empresa, incluindo Gmail, Google+ e YouTube. Coelho defende também a portabilidade dos dados, permitindo ao usuário que migre suas informações entre plataformas de um serviço concorrente para não ficar preso a uma empresa. "Se ele entende que não está satisfeito, ele pode levar essa informação embora. A legislação vê essa filosofia e outras empresas do setor têm feito a mesma iniciativa", diz.
Ainda assim, ele diz que a educação do usuário sobre segurança na Internet é fundamental para a preservação da privacidade no ambiente virtual. "Além da questão da regulação equilibrada, as escolhas dos usuários têm de ser significativas", explica, citando as escolhas do tipo "opt-out" para remoção completa de dados em serviços na web. 

Bahia Notícias: Sistema de identificação automática de veículos começa a funcionar em janeiro - 03/10/2012




Seis anos depois da criação do Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos (Siniav) por uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), a iniciativa deve entrar em funcionamento em janeiro do próximo ano. Esta é a data prevista pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) para que se comece a instalar, em toda a frota rodoviária do país, os dispositivos eletrônicos que armazenarão dados dos veículos. O objetivo é facilitar o controle e a fiscalização do tráfego no território brasileiro por meio de monitoramento em tempo real. A implantação do sistema deve ser concluída até 30 de junho de 2014. Segundo o coordenador de Microinformática do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Henrique Miguel, o mecanismo funciona a partir de um sistema de radiofrequência, que prevê a emissão de sinais por antenas espalhadas pelas cidades e rodovias. Estes sinais são captados por um pequeno chip que integra a placa eletrônica a ser instalada no para brisa dos veículos de passeio e em outros locais específicos, no caso de motocicletas e carretas. “É uma espécie de tag eletrônico, que vai permitir o controle do tráfego em tempo real. Ao ser acionado, o chip enviará dados do veículo às antenas que, por sua vez, enviarão as informações para as centrais de processamento, que verificarão a situação do veículo analisado. A tecnologia desenvolvida é bastante complexa e representa uma solução segura e barata, que pode ser reproduzida”, disse. Com informações da Agência Brasil.

IDG Now!: Cartilha orienta interessados em obter certificação digital



Material foi desenvolvido pela Federação Nacional 
das Empresas de Serviços Contábeis de Assessoramento, 
Perícias, Informações e Pesquisa (Fenacon)

O Comitê das Certificadoras Digitais do Brasil lançou uma cartilha sobre as aplicações da certificação digital, com versões em papel, iPad e digital. O material foi desenvolvido pela Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisa (Fenacon).

A certificação digital é utilizada nas áreas financeira e contábil, no Poder Judiciário, nos ministérios da Saúde e da Educação, no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), além da Caixa e da Receita Federal. Na versão impressa, a cartilha tem 34 páginas e informa de maneira detalhada o que são a certificação, o certificado, a assinatura digital e os vários tipos existentes no país.

Os empresários interessados em solicitar o documento devem apresentar o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), o registro comercial, o ato constitutivo e o contrato social. No caso de pessoas físicas, os documentos são o título de eleitor, a carteira de identidade, o Cadastro de Pessoa Física (CPF) e o Programa de Integração Social (PIS), além do comprovante de residência.

Com os documentos em mãos, o interessado deve procurar uma Autoridade Certificadora. No país estão autorizados a atender aos interessados a Caixa, Receita Federal, o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), os correios, o Simples Nacional, Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), Fenacon, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e a Serasa, entre outros.

INFO: Fundação promove curso de gestão da Tecnologia da Informação




São Paulo - A Fundação Vanzolini, especializada em educação profissional, abriu as inscrições para o curso de gestão da Tecnologia da Informação.

O treinamento possui enfoque nos especialistas em TI que buscam por um curso para reciclar ou adquirir conhecimentos em gestão de projetos, decisões de negócio, modelos de governança e visão empresarial estratégica.

O curso dura 120 horas e as disciplinas são: terceirização em TI, business intelligence, gestão de projetos de TI, governança de TI, aplicações web, sistemas integrados de gestão, estratégia e TI, organizações virtuais, planejamento da TI e gestão de profissionais de TI.

Já os professores são associados à Fundação Vanzolini ou fazem parte do Departamento de Engenharia de Produção da USP (Universidade de São Paulo).

As aulas serão lecionadas no Centro de Treinamento da Fundação Vanzolini, na cidade de São Paulo. Os detalhes deste curso e a ficha de inscrição estão no site da instituição.

Os dados dos interessados podem ser cadastrados até 07 de outubro de 2012 e a data para iniciar o treinamento é 16 de outubro deste ano.

iBahia :Site mostra localização dos ônibus em Salvador em tempo real



Os 242 ônibus da Barramar estão equipados com GPS e equipamentos onde é possível acessar em tempo real dados como localização, velocidade do veículo e trajeto percorrido
Na Fib, tela mostra horários dos ônibus no ponto 

Mais cinco minutinhos. É o que o estudante Isac Moura de Castro, 35 anos, consegue toda manhã antes de ir para a faculdade. “Assim que eu acordo eu dou uma acessada e deixo lá atualizando”, conta, referindo-se ao BUS-U, sistema que pode ser consultado pela internet e permite saber quanto tempo falta para que o ônibus que ela pega, da linha Tancredo Neves – Barra, passe no seu ponto.

“Se são 6h20 e eu sei que o ônibus só vai chegar 7h20, dá para dormir mais um pouco, tomar café e me arrumar com calma”, comemora. O estudante de Sistemas de Informação descobriu a novidade a caminho da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), onde estuda. “Já tem 20 dias que estou usando o serviço”, diz. Por enquanto, só a empresa Barramar usa o sistema, que foi desenvolvido pela empresa baiana Infortele.

Os 242 ônibus da Barramar estão equipados com GPS e equipamentos chamados AVL (Automatic Vehicle Location, Localização Automática de Veículo, em inglês). Com eles, a empresa acessa em tempo real dados como localização, velocidade do veículo e trajeto percorrido. Com isso, o tempo que falta para o ônibus chegar e o trânsito – classificado como sem retenção, lento ou parado – são atualizados continuamente.

O sistema já é útil para quem acessa no computador. Mas quem tem acesso a internet no celular tem vantagem extra. É o caso do estudante Lucas Marins Batista, 21. “Na ida, eu acesso do computador, mas quando saio da faculdade, vejo pelo celular”, comenta ele, aluno de Engenharia Elétrica da Ufba. O ponto da faculdade, em Ondina, já está cadastrado no sistema. Já o de casa, que fica próxima a Uneb, foi incluído a pedido dele, através do ‘Fale Conosco’ do sistema.

Para utilizar o BUS-U, o usuário deve acessar o site (salvador.busu.com.br), e escolher uma das 65 unidades de faculdades já cadastradas, que servem como ponto de referência. Ao clicar em uma delas, deve-se escolher, no mapa, no máximo três pontos de ônibus entre os disponibilizados e cadastrar o e-mail.

Um link personalizado é enviado ao e-mail, dando acesso ao painel com o status das linhas que passam nos pontos escolhidos. É possível cadastrar três pontos de ônibus em todas as faculdades que constam na lista do BUS-U.

Inicialmente, o sistema está usando faculdades como pontos de referência, mas pode ser usado por qualquer pessoa, mesmo que não seja estudante. “Os universitários são multiplicadores de qualquer tecnologia. Mas se o seu ponto é próximo a uma faculdade, é só cadastrar seu email. Nos próximos meses serão adicionados novos recursos que incluirão outros pontos de interesse da cidade, como supermercados, shoppings, hospitais...”, explica o diretor da Infortele, Pedro Vargas. Até agora, o BUS-U já conta com mais de mil usuários.
De acordo com o coordenador de Tecnologia de Informação da Barramar, Marcell Santana, a empresa adquiriu o sistema de monitoramento desde agosto de 2010, mas só disponibilizou para os usuários há dois meses, após período de testes. O projeto começou a ser desenvolvido pela Infortele em 2008. “Neste ano, ganhamos um contrato de financiamento e começamos a desenvolver o sistema”, conta Pedro Vargas.


A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), empresa pública ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia que apoia a inovação, concedeu cerca de R$ 1,8 milhão para o desenvolvimento do sistema. A desenvolvedora também aplica há um mês o sistema em Aracaju e pretende expandir os serviços. “Em breve, oferecemos a possibilidade de recebimento de torpedos sobre os pontos nas horas de interesse dos passageiros assíduos”, conta Vargas, que aguarda com paciência a adesão de outras empresas.

“O que a gente quer é que funcione, o boca a boca vai divulgando. A Cooperativa de Transporte Complementar de Salvador deve implantar o sistema até o fim de novembro”, revela. Quem precisa do transporte coletivo fica na expectativa - nem tão calmamente assim.

Ricardo Machado, estuda Enfermagem na FIB, no Stiep, onde uma tela mostra as informações do ponto do Hospital Sarah Kubitschek. O problema é que o ônibus de Ricardo não é da Barramar. “É muito interessante, mas seria legal que outras empresas tivessem também né?”, cobra.

IDG Now!: Startup lança programa gratuito que promete acabar com os antivírus





Segundo empresa, quando o ExploitShield detecta um
 aplicativo blindado sendo explorado, ele impede que o código
 malicioso seja executado

A startup ZeroVulnerabilityLabs tornou disponível um programa gratuito que, segundo a empresa, impede malwares de explorar uma ampla gama de vulnerabilidades de software, independentemente de essas falhas serem publicamente conhecidas ou não.

Disponível em versão beta para consumidores e organizações sem fins lucrativos (a versão corporativa requer uma licença), o ExploitShield Browser Edition foi projetado para ser "instalado e esquecido".

Uma vez instalado, o software identifica 17 aplicações como sendo protegidas - incluindo as mais comuns e problemáticas, como o Adobe Reader e Flash, Java, Microsoft Office, vários navegadores e uma série de players de vídeo. Outros podem ser adicionados no futuro.

Inovações de segurança surgem de tempos em tempos, e esta representa uma abordagem lateral para o que se tornou um dos maiores problemas - talvez o principal - para consumidores e empresas: como proteger PCs quando falhas de software surgem quase diariamente?

A esmagadora maioria dos malwares do Windows ataca falhas comuns e infectam seus alvos com kits de exploração e golpes enviados por meio de sites comprometidos. Liberar patchs para correção pode ser uma resposta, mas isso pode ser desgastante. O número de falhas tornou-se uma sobrecarga grave, mesmo para consumidores individuais.

Ao mesmo tempo, tornou-se evidente que softwares antivírus convencionais não impedem todos, ou mesmo a maior parte, deste tipo de malware, o que levanta uma questão óbvia: o que o ExploitShield está fazendo de diferente?

A empresa está mantendo segredo sobre a tecnologia utilizada, mas descreve a abordagem como "anti-exploit" ou "proteção de aplicativos", e alega que foi capaz de bloquear recentes ataques críticos zero-day que atingiram o Internet Explorer e o Java.

"Quando o ExploitShield detecta um aplicativo blindado sendo explorado, ele impede automaticamente que o código malicioso seja executado. Uma vez bloqueado, automaticamente encerarrá o aplicativo atacado", disse a empresa em seu site. "O ExploitShield não precisa fazer qualquer limpeza, porque evita que todas as infecções em primeiro lugar."

Olhar Digital: Compartilhar senhas de internet com o parceiro não é saudável, diz psicóloga



Casais contam suas experiências na vida digital
 conjunta e especialista explica a importância da individualidade 

Um estudo recente da Pew constatou que 30% dos adolescentes norte-americanos (entre 12 e 17 anos) compartilhavam suas senhas com amigos e namorados. Aqui no Brasil, apesar de não ter havido nenhuma pesquisa específica sobre o assunto, existe uma boa porcentagem de casais que trocam senhas.

Em uma pesquisa rápida no meu próprio Facebook, que levou menos de cinco minutos, encontrei cerca de seis casais que dividem senhas de e-mails, redes sociais e outros serviços. O interessante é que, diferente do que sugere o estudo norte-americano, os pombinhos brasileiros que partilham as informações são casados ou noivos, e tem mais de 24 anos.

Em alguns casos, o compartilhamento das senhas é bastante positivo e não gera confusões. A jornalista de tecnologia Stella Dauer, de 26 anos, e o noivo Ricardo Sato, dividem senhas de absolutamente tudo e, se antigamente esta ação era para conferir segurança ao casal, hoje é pela praticidade do convívio.

"Na verdade, para nós é super útil, porque um pode resolver problemas para o outro quando não temos acesso ao computador. Com a minha senha dos clubes de compra, ele pode imprimir vouchers quando não estou em casa, por exemplo. Também dividimos a conta da Amazon, assim os dois têm acesso aos mesmos livros, o que economiza bastante", comenta.

Já Vivian Leite, estudante de administração, de 24 anos, não teve a mesma sorte com o antigo namorado. Desde o início do relacionamento o objetivo da divisão de senhas era bisbilhotar, já que ambos eram bastante ciumentos e não admitiam qualquer deslize. Com este alto grau de espionagem, não deu outra, Vivian encontrou uma conversa do ex com uma garota desconhecida e não gostou nada, nada.

O fim desta história foi a pior: a estudante e o namorado brigaram por diversas horas e ele não teve argumentos suficientes para convencê-la de que aquela conversa não significava nada para ele. Os dois terminaram o relacionamento de 1,5 ano e tiveram que mudar suas senhas rapidamente.

Na outra ponta, a jornalista Mariana Von Glehn Paes, de 27 anos, compartilha apenas a senha do banco com o marido, e acha um absurdo a falta de privacidade que os casais se permitem com a troca de dados de outros serviços, como e-mails e redes sociais. Ela e o companheiro sempre riram juntos desta ideia e dividem a mesma opinião: é preciso individualidade para o relacionamento funcionar.

"Se você confia na pessoa e se sente segura no relacionamento não tem pra quê pedir a senha. Para mim é como se ele saisse comigo e minhas amigas e ficasse escutando nosso papo. Não rola", brinca.

Marina ainda acredita que nesta troca de senhas, o casal acaba expondo alguns amigos e seus segredos também, e isso não é legal. Ainda existe o quesito segurança, que poucas pessoas se lembram. Ao compartilhar uma senha, a pessoa corre o risco de ter seus dados roubados, caso o companheiro sofra um ataque hacker ou esteja com um vírus na máquina.

Por dentro da mente

A face psicológica desta história também tem diversos lados a serem analisados. De acordo com a psicóloga Andrea Jotta, do Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática da PUC- SP, é normal os casais se adequarem à tecnologia, criando regras dentro do relaciomento, especialmente quando é necessário estabelecer algo mais prático, como dividir um único e-mailfornecido pelo provedor de internet da casa.

No entanto, segundo Andrea, é comum também acontecer a simbiose (mistura) do casal, especialmente na adolescência. Nesta fase de fusão, um dos dois, ou os dois, podem se sentir traídos pela individualidade da outra pessoa. A falta de maturidade faz com que eles não entendam o quão saudável é para a relação que cada um tenha seu espaço, seja virtual ou real.

"Ter amigos e fantasias individuais é essencial, pois ninguém consegue viver na simbiose eternamente e acaba criando um lado B, como um perfil alternativo na rede, email ou encontros escondidos - o que acaba gerando mais problemas quando descobertos. Conforme a pessoa vai crescendo ou o relacionamento vai amadurecendo, você se sente menos ameaçado por aquela individualidade do companheiro e a relação flui melhor", sugere.

A psicóloga ainda lembra que esta individualidade é mais latente nos homens, e o próprio estudo da Pew comprova isso. A pesquisa constatou que a probabilidade de uma menina revelar sua senha é quase duas vezes maior do que a de um menino fazê-lo.

Quer contribuir com a discussão? Diga nos comentários abaixo o que acha desta prática dos casais. 

TI INSIDE : Ações caem e Google volta a ser terceiro no ranking de tecnologia




Um dia depois de ser superada pelo Google, a Microsoft voltou a segunda posição entre as empresas de tecnologia mais valiosas nesta terça-feira, 2. A fabricante de software abriu o pregão na bolsa eletrônica Nasdaq com elevação de 0,34% nos papéis, que chegaram a ser cotados a US$ 29,59 cada por volta das 13h (horário de Brasília), fazendo com que a capitalização de mercado da companhia totaluzasse US$ 248,078 bilhões.
Por outro lado, o Google viu o preço de suas ações cair 1,14% e chegar a US$ 753,08, o que dá à empresa o valor de mercado de US$ 246,282 bilhões — ficando na terceira colocação no ranking das companhias de TI mais valiosas dos Estados Unidos. O valor é bem inferior aos US$ 765,99 por ação alcançado no início da manhã.
As ações da Microsoft fecharam o pregão cotadas a US$ 29,66 cada, alta de 0,58%, totalizando US$ 248,65 bilhões em capitalização de mercado. O Google, em contrapartida, registrou queda de 0,63% e encerrou o dia valendo US$ 756,99, com capitalização de mercado de US$ 247,56 bilhões. 

TI INSIDE: Aberta nova etapa da seleção de voluntários para medir a qualidade da internet




Os internautas que se inscreveram como voluntários para medir a qualidade da banda larga no Brasil vão passar pela segunda etapa do processo de seleção. Os usuários receberam um e-mail que orienta como realizar o teste de velocidade de conexão (speed test) no endereço informado no ato da inscrição.
Serão escolhidos 12 mil voluntários para receber de graça um aparelho para medir a qualidade da conexão vendida pelas operadoras. A Entidade Aferidora de Qualidade, que organiza a seleção, recomenda que quem não tenha recebido a mensagem verifique sua caixa de spam ou entre em contato pelo e-mail suporte@brasilbandalarga.com.br
Com a validação do speed test, os candidatos inscritos podem seguir no processo de seleção dos voluntários. Já são mais de 50 mil cadastrados e as inscrições continuam abertas no site www.brasilbandalarga.com.br. Basta informar nome, endereço e operadora. Podem participar tanto usuários residenciais como empresas que tenham um plano de internet. Com informações da Anatel. 

Bahia Notícias:No Brasil, 23% das crianças já fizeram contato com desconhecidos na web




Pesquisa publicada nesta terça-feira (2) pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) indica que 23% dos usuários de internet de 11 a 16 anos no país já tiveram contato na internet com alguém que não conheciam pessoalmente, informa o Terra. Entre os que fizeram esse contato, cerca de um quarto declarou ter encontrado pessoalmente alguém que conheceu primeiro na internet. Os resultados fazem parte da pesquisa TIC Kids Online Brasil. Conduzida em 25 países da Europa em 2010, a pesquisa visa levantar dados sobre as oportunidades online e o uso seguro da Internet.

Tribuna da Bahia:Orelhão pode ser transmissor de Wi-Fi



Em Salvador, o vandalismo é um empecilho

Antigamente eram as fichas metálicas, atualmente os cartões indutivos. Agora a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) estuda transformar orelhões em transmissores de Wi-Fi para desafogar a rede 3G ou em pontos de acesso à internet com visor, para consultar dados como mapas, endereços e telefones.

A novidade já começou a ser testada no Rio de Janeiro. Agora a preocupação é: como os aparelhos de transmissores serão preservados por conta do alto índice de depredação aos orelhões em Salvador.

De acordo com a Anatel, ainda não existem definições de como os orelhões serão protegidos para que não aconteça qualquer tipo de vandalismo. Segundo o órgão, o sistema ainda está em análise técnica e depois precisa passar por uma aprovação do conselho da Anatel para que entre em funcionamento. Ainda de acordo com o órgão, a fase de contribuições públicas já foi encerrada.

Segundo Emília Ribeiro, conselheira da Anatel e relatora do projeto, a vantagem de usar os orelhões como transmissores é que a faixa de uso do serviço não ficará congestionada - ao contrário do 3G.

A relatora propõe que as operadoras sejam livres para adotar novos meios de pagamento dos orelhões.

No relatório, Emília explica que ainda se fala em “créditos” para uso nos orelhões, mas as prestadoras poderiam adotar outras formas. Entretanto, a agência não especifica quais métodos alternativos poderiam entrar em uso nos terminais de uso público.

“A abertura para utilização de outras tecnologias visa impulsionar a competição, baixar os custos de produção, oferecer maior conforto e facilidade ao usuário, além de dificultar a fraude, diminuindo as perdas das concessionárias e usuários”, dizia o relatório.

A Anatel não descarta também o uso dos orelhões como espaço de propaganda. Outra questão é a liberação das cabines para apresentação de material publicitário desde que a receita proveniente desta atividade seja integralmente investida na manutenção dos terminais.

A conselheira Emília acredita que o melhor seria liberar a publicidade com o destino do valor arrecadado definido pela prestadora. O texto proíbe o uso dos terminais para fazer propaganda de DDD/DDI.

UOL Notícias: Vírus faz celular tirar foto secreta a cada 2s e cria imagem 3D


 


Um vírus para telefones celulares desenvolvido por pesquisadores de uma universidade tira fotos secretas, sem conhecimento do dono, a cada dois segundos e as envia a um servidor remoto, que monta uma imagem 3D do lugar onde ele está.

O vírus permite que uma pessoa possa ter um retrato detalhado do lugar onde o dono do telefone celular se encontra.

A tecnologia faz parte de um projeto da universidade americana de Indiana e do Naval Surface Warfare Center, órgão de pesquisa ligado à Marinha dos Estados Unidos.

O objetivo dos criadores do vírus PlaceRaider é mostrar que a tecnologia de "robô visual" já está ao alcance do mercado de telefonia celular, demonstrando um dos perigos aos quais os usuários estão expostos.

Documentos sigilosos

O PlaceRaider pode infectar telefones com sistema Android 2.3 ou superior. Ele fica escondido em outro aplicativo para o celular e é instalado automaticamente sem o conhecimento do dono do aparelho.

O vírus utiliza diversos dispositivos de "smartphones", como a câmera de fotos e o sistema de localização.

"Através do uso completamente oportunista da câmara de telefone e outros censores, o PaceRaider reconstrói modelos tridimensionais de ambientes", afirma um estudo publicado pelos pesquisadores.

"Ladrões a distância podem então 'baixar' o espaço físico, estudar o ambiente cuidadosamente e roubar objetos virtuais deste ambiente (como documentos financeiros, informações em telas de computadores e imagens sigilosas)."

A imagem 3D permite que a pessoa que controla o vírus possa navegar pelo ambiente criado, em busca de dados comprometedores do dono do aparelho.

Os pesquisadores fizeram um teste com 20 estudantes voluntários, que instalaram o vírus em seus celulares. Nenhum deles conseguiu perceber quando o vírus estava registrando imagens detalhadas dos ambientes onde se encontravam.

Os autores dizem que qualquer especialista em tecnologia com "recursos modestos" poderia criar um aplicativo "cavalo de troia" semelhante ao desenvolvido no laboratório de Indiana. No entanto, eles ressaltam que não há nenhum indício de que algo semelhante tenha sido tentado.

Para especialistas ouvidos pela BBC, os usuários de smartphones não têm motivo especial para se preocupar com os resultados da pesquisa realizada nos Estados Unidos.

"Até onde sei, o problema de malwares (vírus) em dispositivos móveis é relativamente pequeno ", disse Amichai Shulman, da empresa de segurança online Imperva.

Já Jaime Blasco, da empresa espanhola de segurança online AlienVault, diz que o teste americano não passa de uma pesquisa sobre o problema. No entanto, ele alerta que o número de vírus para telefones celulares está crescendo fortemente nos últimos meses.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

TI INSIDE: Especialistas apoiam decisão do TST de limitar fiscalização de e-mails corporativos




O Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinou que as empresas só podem fiscalizar computadores e monitoramento de contas corporativas de e-mail de funcionários, desde que haja proibição expressa, em regulamento, de uso dessas ferramentas para uso pessoal. De acordo com entendimento da corte, "o poder diretivo do patrão, decorrente do direito de propriedade, não é absoluto, quando a fiscalização colide com o direito à intimidade do empregado". Para o TST, há limitações quando a fiscalização colide com o direito à intimidade do empregado e outros direitos fundamentais como o da inviolabilidade do sigilo de correspondência, comunicações telegráficas, de dados e telefonemas.
A decisão é resultado de um julgamento pelo Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região de um processo no qual um empregado de uma empresa na Bahia, que teve o armário de trabalho aberto sem consentimento, enquanto viajava, e será indenizado em R$ 60 mil por danos morais. A empresa, que contratou um chaveiro para abrir o armário e retirar o computador, se apropriou de informações de correio eletrônico e dados pessoais guardadas no equipamento.

Especialistas são unânimes em apoiar a decisão do TST. "A decisão está correta. O contrato de trabalho não afasta a característica do empregado de cidadão, e o texto Constitucional é garantidor da privacidade. Some-se que, por outro lado, a condição de gestor do contrato de emprego que é do empregador encontra limites no abuso de sua própria atuação", analisa Ricardo Pereira de Freitas Guimarães, professor e mestre em Direito do Trabalho da PUC-SP.

Segundo o advogado Alan Balaban, a empresa deve estabelecer em contrato de trabalho e no regulamento interno as formas de fiscalização das ferramentas de trabalho. "A decisão do TST foi correta, pois se a empresa não estabeleceu de forma clara em contrato ou no regulamento interno a utilização de suas ferramentas de trabalho, como armário e notebook, cometeu um abuso", afirma.

Na opinião do especialista em Direito do Trabalho, Carlos Eduardo Dantas Costa, existe um limite muito claro entre o direito à propriedade da empresa e os direitos fundamentais do trabalhador. "O interessante, em casos como esse, é que a empresa deixe evidenciado, por meio de política específica, regulamento interno ou norma equivalente, que determinados objetos são de uso exclusivamente profissional e que, portanto, constituem ferramentas de trabalho, sujeitas, assim, à fiscalização. 

TI INSIDE:- Brasil está pelo menos 40 anos defasado em termos de privacidade online, diz procurador




Embora o Brasil deva ter um avanço significativo na área do Direito Digital com a aprovação do marco civil da internet, a lesgislação do país em termos de privacidade do internauta está pelo menos 40 anos defasada na comparação com a União Europeia. A opinião é do procurador Luiz Costa, do Ministério Público Federal, para quem o usuário brasileiro de Internet, de modo geral, não se preocupa com o valor de seus dados, porque não se dão conta de como é o funcionamento de serviços populares de e-mail, redes sociais, buscadores e até navegadores.
"Muita gente tem a ideia de estar utilizando um serviço gratuito, mas é sabido que esses sites ‘vendem’ dados dos usuários para publicidade. Com isso, há inúmeras implicações de vigilância e cruzamento de informações, normalmente descritas em termos complicados no contrato de serviços, com linguagem propositalmente inacessível”, disse ele, durante seminário sobre privacidade, que ocorre esta semana, em São Paulo.
Ele sugere a inserção na lei brasileira de artigos, a exemplo dos existentes na União Europeia, como a obrigatoriedade dos provedores de Internet e de conteúdo esclarecerem as formas de armazenamento e a finalidade de uso de informações pessoais, mesmo quando houver o consentimento dos usuários. Essa questão é tratada apenas no anteprojeto de lei de proteção de dados e informação, que no mês passado esteve sob consulta pública e, no momento, está em discussão no Ministério da Justiça. “Ainda não temos previsão de quando isso se tornará uma realidade jurídica”, explica Costa.
Na opinião do procurador, esse é o primeiro passo para que os usuários ganhem consciência sobre a maneira de agir na Internet, gerando discussões, inclusive, no âmbito civil sobre o uso de dados pessoais. Além disso, há o aspecto sobre o uso das redes sociais, por exemplo. "Os adolescentes se comportam de várias maneiras nas redes sociais. Há inúmeros casos nos Estados Unidos nos quais pessoas deixaram de ser contratadas ou foram demitidas após aparecerem em fotos com bebidas alcoólicas no Facebook, mesmo que sejam imagens antigas”, exemplifica.
De acordo com Costa, o esclarecimento das responsabilidades de cada agente, seja usuário ou empresa, poderá dar subsídio para o entendimento de situações como esta, envolvendo esferas da vida pública e privada dos indivíduos. “Nesse exemplo, sugiro uma legislação que garanta que, mesmo disponível para a rede de amigos, uma informação pessoal como esta não possa ser usada para influenciar quesitos profissionais”, opina.
O procurador salienta, porém, que não é a favor do fim de coleta de informações pessoais pelos serviços online, já que, quando bem usadas, facilitam a vida do consumidor. “É pertinente para o consumidor ter sugestões adequadas ao seu perfil de consumo, com o rastreamento de compras e interesses. Não devemos impedir a tecnologia, mas sim fazer o uso responsável dela”, finaliza. 

Uol: Anatel assina em outubro contratos para serviço de telefonia móvel 4G - Notícias
















A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) vai assinar no dia 16 de outubro os contratos que autorizam o uso das faixas de frequência para a telefonia móvel de quarta geração (4G) que foram leiloadas em junho.

As empresas que venceram o leilão terão que disponibilizar a tecnologia 4G nas cidades-sede da Copa das Confederações até 30 de abril de 2013, e nas sedes e subsedes da Copa do Mundo até 31 de dezembro de 2013.

O leilão realizado pela Anatel resultou em uma arrecadação total de R$ 2,93 bilhões, entre lotes nacionais e regionais. Os quatro lotes nacionais foram arrematados pelas empresas Vivo, Claro, Oi e TIM. A licitação também vendeu a faixa de 450 mega-hertz (MHz), que vai permitir o acesso a serviços de internet e banda larga nas áreas rurais.


Foto 1 de 14 - Recentemente, o Brasil teve uma enxurrada de notícias sobre internet móvel 4G em função do leilão promovido pela Anatel de licenças para as operadoras ofertarem a tecnologia. No entanto, pouco foi falado sobre as consequências da rede 4G que será implementada no país e de como ela pode afetar o bolso dos usuários. O UOL Tecnologia preparou um guia com perguntas e respostas sobre o que é 4G e o que os brasileiros podem esperar da tecnologia que promete velocidade ultrarrápida de internet Arte UOL

G1: E-mail prometendo vídeo da Hebe traz vírus para o computador



Mensagem trazia foto da apresentadora e link para 'vídeo'.
Noticias de grande repercussão são tema comum de golpes.

Criminosos brasileiros estão usando a morte da apresentadora Hebe Camargo para conseguir infectar internautas com pragas digitais que roubam senhas de banco. A mensagem, enviada na manhã desta segunda-feira (1°) traz a notícia e um link para um suposto "vídeo", que na verdade é um programa de computador.

Quando o G1 analisou a mensagem, o arquivo já havia sido retirado do ar pelo provedor responsável pela hospedagem do arquivo. Não se sabe quantas pessoas podem ter clicado no link.

O uso de notícias relevante em golpes on-line é uma prática comum e, às vezes, as notícias são falsas. Nesse caso, a notícia é verdadeira. Hebe morreu no último sábado (29/09), aos 83 anos, devido a uma parada cardíaca em decorrência de um câncer de peritônio (uma membrana que envolve os órgãos do sistema digestivo).


bahia press: Consumidor poderá limpar o nome pela Internet




Os consumidores podem limpar o nome sem sair de casa a partir desta segunda-feira, por meio do “Limpa Nome”, lançado pela Serasa Experian. O serviço é gratuito e permite que o endividado negocie pendências financeiras em atraso com empresas pela Internet. As empresas poderão oferecer descontos nas dívidas, negociar condições de pagamento diferenciadas e liberar o boleto para o pagamento. Segundo a Serasa Experian, o objetivo é mudar o processo de recuperação de crédito em todo o Brasil. “O objetivo do Limpa Nome on-line é aproximar as empresas e os consumidores. A Internet vai proporcionar mais facilidade para o cliente, e as credoras poderão oferecer melhores condições de pagamento”, afirma Ricardo Loureiro, presidente da Serasa Experian e da Experian América Latina.

A negociação entre consumidor e empresa será possível dentro do site da Serasa Experian. Essas condições de negociação, como os descontos, serão de total responsabilidade da credora, e a Serasa Experian apenas possibilitará a comunicação entre as partes.

Os consumidores que possuírem dívidas em atraso com empresas que aderirem ao ambiente eletrônico vão receber da Serasa Experian cartas com aviso de negativação, contendo uma senha. Com a senha e o número de seu CPF, o consumidor entrará no site da Serasa Experian e terá acesso à sua dívida e às condições oferecidas pela empresa com a qual contraiu o crédito

TI INSIDE : Vulnerabilidade expõe 4,5 milhões de modems banda larga no Brasil, diz Kaspersky

 Vulnerabilidade expõe 4,5 milhões de modems banda larga no Brasil, diz Kaspersky:

Aproveitando vulnerabilidades antigas e uma série de fatores combinados, hackers sustentaram um ataque em massa silencioso em modems DSL no Brasil, comprometendo 4,5 milhões de aparelhos pelo menos até março deste ano. De acordo com um post no blog oficial da empresa de segurança Kaspersky nesta segunda-feira, 1º, a falha vem sendo explorada desde 2011 ao utilizar uma brecha em firmwares dos equipamentos desatualizados para injetar software malicioso (malwares) e levar usuários a sites falsos para roubar informações bancárias e pessoais.
O ataque (identificado como HackTool.Shell.ChDNS.a.) foi informado em março deste ano pelo centro de estudos, resposta e tratamento de incidentes (Cert.br) para bancos, provedores de Internet, fabricantes de hardware e agências governamentais. Alguns dos fabricantes disponibilizaram atualizações no firmware para correção e instituições financeiras expuseram os servidores maliciosos utilizados no ataque. Ainda assim, ainda haviam milhares de modems comprometidos.
Na visão do especialista em segurança dos laboratórios da Kaspersky que divulgou o ataque de enorme proporção no País, o brasileiro Fábio Assolini, a ação foi uma "tempestade perfeita", ou seja, uma combinação de fatores propícios para os criminosos. No post, ele diz que houve omissão dos fabricantes, provedores e agências governamentais em combinação com a falta de conhecimento dos usuários.
Segundo o executivo, há registros de ataques em todos os maiores provedores de Internet no Brasil, com algumas delas tendo 50% de sua base de usuários comprometida. Ele cita a Oi, Net, Telefônica e GVT em seu post. A Net, contudo, não utiliza modems xDSL, e sim cable modems, mas esse detalhe não é esclarecido pela Kaspersky em seu post.
Modo de infecção
De acordo com Assolini, uma falha no firmware de um chipset da Broadcom - que equipa modems de diversos fabricantes - permite a captura da senha do aparelho e o controle do painel de administração de forma remota. A vulnerabilidade foi descoberta em março de 2011 e, segundo o especialista em segurança, não há uma informação precisa sobre que versões e equipamentos foram afetados, o que dependeria dos próprios fabricantes. Ainda assim, ele afirma que houve registros de pelo menos seis empresas de modems DSL afetadas, cinco delas populares no Brasil e com modelos entre os mais vendidos do mercado.
Fábio Assolini disse no post da Kaspersky que muitos fabricantes se negaram a agir rapidamente mesmo após terem sido alertados sobre o problema. Ele critica ainda a Anatel por não tratar do aspecto de segurança nos aparelhos, limitando-se a averiguar a "funcionalidade" do dispositivo. A agência, na verdade, realiza testes sobre frequência, interferência e outros fatores relacionado às telecomunicações, mas não faz testes lógicos.
Os ataques teriam sido realizados por cibercriminosos brasileiros utilizando 40 servidores DNS (que direcionam os serviços de hospedagem) para controlar o tráfego do usuário pelos modems e direcioná-lo para sites que copiam portais populares como Google, Facebook e Orkut. Neles eram exibidos avisos sobre a necessidade de se instalar plugins - na verdade, o malware que se instalava nas máquinas das vítimas. O objetivo, na verdade, era conseguir as informações dos usuários em sites de bancos. Os ataques se limitaram ao Brasil apenas.
Segundo Fábio Assolini, da Kaspersky, o usuário pode se prevenir utilizando senhas fortes em seus modems, checando as configurações de segurança e atualizando o firmware ou qualquer software relevante regularmente. O resto, diz ele, é responsabilidade dos fabricantes e seus projetos de dispositivos.

Inovação tecnológica: Vírus de Estado: Quando os governos se tornam hackers




O malware constrói um modelo 3D do ambiente do usuário, que pode então ser examinado para bisbilhotar detalhes de sua vida pessoal, ou para encontrar informações ou objetos valiosos.[Imagem: Templeman et al.]

Vírus governamentais

Que a espionagem sempre foi tipicamente uma atividade de Estado, todo o mundo já sabe.

Até recentemente, porém, a espionagem digital era tida como coisa de hackers, crackers e outros amigos do alheio com maior conhecimento de informática, sempre interessados em contas de banco e similares.

Por isso causaram surpresa as revelações mais recentes dos "hackers de Estado" e seus "vírus governamentais".

Embora especialistas em segurança afirmem que os vírus e malwares financiados por governos devam existir aos milhares, o assunto só se tornou público com a descoberta dos vírus Flame e Stuxnet.

Malware invade câmera

Agora, especialistas do Centro de Guerra Naval dos Estados Unidos e da Universidade de Indiana anunciaram a criação de um malware que assume o controle das câmeras de smartphones e outros aparelhos portáteis.

Ao contrário dos outros malwares, que normalmente visam as chamadas "informações digitais" - como senhas de banco, números de cartão de crédito etc. - o novo invasor se preocupa em localizar fisicamente o portador do aparelho e ver tudo o que há à sua volta.

Chamado PlaceRaider - "invasor de lugares" em tradução livre - o malware captura imagens do entorno da pessoa, traçando um mapa 3D do local, que é enviado para o ladrão das informações.

Como ficar tirando fotos continuamente demandaria uma banda de transmissão que faria o usuário desconfiar, o PlaceRaider usa o giroscópio e o acelerômetro dos smartphones para instruir o malware a tirar fotos apenas quando elas serão úteis para o invasor.

Assim, ele não aciona a câmera quando o telefone está sobre a mesa ou no bolso do usuário.

Para certificar-se de que a vítima não desconfie mesmo de nada, o PlaceRaidersilencia os sons do fechamento do obturador da câmera e também cobre a imagem de visualização que normalmente aparece quando uma foto é tirada.

Guerra eletrônica

Com uma sequência adequada de fotos, o programa constrói um modelo 3D do ambiente do usuário, que pode então ser examinado para bisbilhotar detalhes de sua vida pessoal, ou para encontrar informações ou objetos valiosos.

O malware PlaceRaider pode ser escondido dentro das chamadas apps, aplicativos que são baixados pelos usuários para funções específicas ou para divertimento.

Seguindo os pesquisadores, trata-se de um invasor de alta tecnologia, que provavelmente só poderá ser replicado por pessoal ligado a governos e universidades.

Assim, além de ser uma versão do Grande Irmão nunca imaginada por George Orwell, é fácil ver na espionagem industrial um foco de ação privilegiado para a nova arma da nunca declarada guerra eletrônica.

G1: Casa Branca confirma ataque hacker, mas nega roubo de informação - notícias em Tecnologia e Games



Fontes anônimas ligam ataque à China.
Sistemas atacados teriam informações sobre armas nucleares.

A Casa Branca confirmou parcialmente para a "Fox News" que houve um ataque hacker aos sistemas do governo norte-americano. Não foi informada a origem do ataque ou o alvo, mas fontes anônimas que forneceram declarações à imprensa norte-americana disseram que o ataque teria partido de uma divisão do exército chinês.

O governo confirmou que o ataque começou com um e-mail, usando uma tática chamada de "spear phishing". Esse tipo de ataque envolve o envio de um e-mail malicioso personalizado, para um único alvo. Com isso, a mensagem é exatamente como outras que o destinatário recebe diariamente, dificultando a identificação do golpe. "Esse tipo de ataque não é infrequente e temos medidas de contenção em funcionamento", afirmou o comunicado da Casa Branca.

De acordo com o jornal on-line Free Beacon, que foi o primeiro a noticiar o incidente, o ataque ocorreu no início do mês de setembro e teve como alvo a Secretaria Militar da Casa Branca(WHMO, na sigla em inglês). Uma fonte anônima citada pelo blog afirmou que WHMO lida com informações sigilosas relacionadas à reuniões de inteligências e o mecanismo de controle de bombas nucleares usadas pelo presidente dos Estados Unidos.

O jornal on-line disse ainda que não houve roubo de informações – uma afirmação que foi repetida pelo comunicado oficial da Casa Branca sobre o assunto, que acrescentou ainda que a rede atingida não armazenava nenhuma informação sigilosa.

O Free Beacon apontou o 4° Departamento Geral do Exército de Libertação Popular como fonte do ataque, ligando o incidente diretamente ao governo chinês. A Casa Branca não comentou a origem do ataque.

INFO: Oi estima investir R$ 1 bi em 4G até fim de 2015




Rio de Janeiro,- A Oi estima investimentos de cerca de 1 bilhão de reais no segmento de telefonia móvel de quarta geração (4G) até o fim de 2015, disse o presidente da companhia, Francisco Valim, nesta segunda-feira.

A operadora inaugurou nesta segunda-feira sua rede móvel 4G em caráter experimental no Leblon, área nobre do Rio de Janeiro, e ainda está em processo de definição final dos fornecedores de infraestrutura.

"Os investimentos no total do 4G no período estimado entre agora e final de 2015 estão na casa de 1 bilhão de reais", afirmou Valim em encontro com jornalistas no Rio de Janeiro, para marcar a inauguração da rede carioca.

A Oi espera expandir as operações da rede 4G para em São Paulo, Brasília e Belo Horizonte em dezembro.

"Ainda não estamos formalmente operando o serviço, estamos no processo de finalização dessa etapa", afirmou Valim.

De acordo com o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), também presente no evento, a autarquia deve assinar as autorizações dos usos das radiofrequências destinadas ao 4G em meados de outubro para todas as operadoras.

"Dia 16 é a assinatura dos termos de autorização para exploração da quarta geração (de telefonia móvel)", disse Rezende a jornalistas.

"Assim que a gente tiver esse procedimento finalizado... nós passaremos a comercializar (isso), adequado à cobertura que vai sendo expandida", disse Valim, acrescentando que não haverá grande alarde sobre os serviços em um primeiro momento --que ainda terão abrangência geográfica limitada-- e que devem ser destinados a modens móveis, ao invés de smartphones.

O lançamento comercial abrangente da Oi, por enquanto, segue o prazo inicial do edital de licitação das radiofrequências destinadas ao 4G, com início planejado para abril de 2013 em sete cidades: Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Salvador, Recife e São Paulo.

A Oi foi uma das operadoras a vencer leilão para faixa de frequência para cobertura nacional de 4G, em junho.

Folha: Samsung poderá vender tablet nos EUA, decide tribunal




Um tribunal dos Estados Unidos suspendeu uma proibição de vendas no país do tablet Galaxy Tab 10.1, da Samsung Electronics. A suspensão das vendas do aparelho havia sido obtida pela Apple em uma disputa de patentes.

A liminar de suspensão das vendas tinha sido determinada antes do julgamento de um mês que colocou a Apple contra a Samsung e terminou com vitória da companhia norte-americana em muitas de suas queixas contra a fabricante sul-coreana.

No entanto, o júri concluiu que a Samsung não violou a patente que baseou a proibição das vendas do tablet e por isso a Samsung defendeu que a suspensão deveria ser retirada.

Em janeiro, a Comissão Europeia anunciou que havia iniciado uma investigação formal para determinar se o grupo sul-coreano tinha utilizado suas patentes sem fios como uma ferramenta para frear a concorrência.

No último dia 24 de agosto, a Samsung sofreu seu revés mais sério até agora na batalha legal com a Apple depois que um tribunal de San José (Califórnia, EUA) considerou que tinha violado seis patentes de design e tecnologia do grupo americano, e por isso foi condenada a pagar US$ 1 bilhão ao rival.

Além disso, em dezembro a Justiça dos Estados Unidos avaliará o pedido apresentado pela Apple para proibir a venda no país de vários telefones da Samsung que vulneram suas patentes, inclusive o recente modelo Galaxy 3.

O veredicto, que concluiu um julgamento de cerca de dois meses de duração, não considerou as denúncias apresentadas pela Samsung --que mais tarde anunciou sua decisão de recorrer-- e adiou para dezembro a decisão de proibir ou não as vendas de aparelhos da empresa sul-coreana.

TI INSIDE : HP anuncia tablet com Windows 8 no Brasil para início de 2013




A HP apresentou, nesta segunda-feira, 1º, nos Estados Unidos, o ElitePad 900, tablet para o mercado corporativo que funcionará com o sistema Windows 8 e está previsto para chegar ao Brasil no início de 2013. A fabricante aposta nas funcionalidades e integração do equipamento com redes corporativas para atingir este segmento, bem como o setor de governo.
Com tela de 10 polegadas e pesando aproximadamente 680 gramas, aproximadamente, o ElitePad sairá de fábrica com software de segurança, recursos como videoconferência em alta definição, sincronização de dados com PCs e outros dispositivos, além de integração com impressoras remotas em rede. São duas opções de armazenamento, 32 gigabytes ou 64 GB, e 2 GB de memória RAM. O preço do produto no país ainda não foi divulgado, mas no mercado americano ele deve custar a partir de US$ 700.
ElitePad não é o primeiro produto da HP voltado ao segmento corporativo vendido no Brasil. Ela já é comercializa o Slate 2, aparelho conta com um processador de 1,5 GHz e 64 GB de armazenamento interno. O preço é de cerca de R$ 2,8 mil, quase 65% mais caro que o modelo de ponta do Novo iPad, da Apple. 

TI INSIDE : Fórum discute sustentabilidade na área de TIC




A chamada “tecnologia verde” será o diferencial competitivo nos próximos anos. A preocupação das corporações com a sustentabilidade vem aumentando muito nos últimos anos e hoje já faz parte da agenda dos executivos de todas as áreas, inclusive de TI e telecom. Além de transformar-se em uma questão estratégica e ética para empresas e governo, existe também a adesão dos clientes e consumidores por marcas identificadas com essa política, que dessa forma se torna elemento essencial nos negócios e na responsabilidade corporativa.
A sustentabilidade na área de tecnologia da inforamção e comunicações (TIC) envolve dois segmentos principais: os fabricantes, responsáveis pelos resíduos eletrônicos, e os usuários, que buscam soluções para redução de gastos com energia em data center e infraestrutura de TIC. Novas políticas e regulamentações estão sendo implantadas pelo governo e entidades do setor, tendo em vista esses objetivos.
A edição do Fórum Green Tech, que acontece dia 30 de outubro, promovido pela revista TI INSIDE e organizado pela Converge Comunicações, que edita este noticiário, vai mostrar os avanços da regulamentação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, a nova modalidade de certificação de profissional Green IT, de soluções de infraestrutura e data center verde, cases como da Volkswagen e Odebrecht, entre outros. O fórum vai ainda debater a questão da governança e gestão alinhadas à sustentabilidade em TICs, tema fundamental para executivos de governo, das empresas, entidade e instruções do setor.
Inscrições com valores promocionais encerram-se nesta sexta-feira, dia 5. Mais informações e inscrições no site www.convergeeventos.com.br, pelo e-mail inscrições@convergecom.com.br ou ainda no 0800 77 15 028. 

COMPUTERWORLD: Google é a 2ª companhia de tecnologia mais valiosa, atrás apenas da Apple



Com valorização na bolsa nesta segunda (1/10), empresa de Mountain View consegue passar a Microsoft.

O valor de mercado do Google superou os 248 bilhões de dólares nesta segunda (1/10), fazendo com que a empresa ultrapasse a Microsoft. Com isso, a gigante de busca, publicidade e mobilidade agora só está abaixo da Apple. As ações da companhia fecharam em 762 dólares - representando um total de 249,1 bilhões de dólares. A Microsoft fechou o dia valendo 247,2 bilhões de dólares.

Além disso, devido à tendência de aumento, em comparação à estabilidade da MS, é provável que nas próximas semanas o Google se estabilize no segundo lugar. 


Gráfico compara evolução da ações do Google (verm) e Microsoft (azul) nos últimos 3 meses

Ao longo dos últimos anos, Google e Microsoft têm competido em várias frentes - a MS lançou seu próprio mecanismo de busca (Bing), enquanto a companhia de Mountain View atacou com o Android e com o Chrome - hoje o browser mais usado do mundo. 

No entanto, o Google ainda tem um longo caminho a percorrer para alcançar a Apple, cujo valor de mercado atualmente está em mais de 618 bilhões de dólares - quase 40% acima do das concorrentes.