quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

INFO: Estrelas de TI apoiam site de programação



A Code.org, organização sem fins lucrativos, publicou hoje um vídeo com celebridades da tecnologia que defendem o ensino de programação nas escolas.

O vídeo tem a presença de Bill Gates (Microsoft), Mark Zuckerberg (Facebook) e Jack Dorsey (Twitter). Nele, eles contam como foram as suas primeiras experiências com um computador.

Segundo a Code.org, apenas uma em cada dez escolas americanas ensinam seus alunos a programar computadores. Se todas adotassem o ensino de programação, o país conseguiria aumentar o número de especialistas e, ainda, fortalecer o mercado americano – que, hoje, depende de muitas empresas indianas.

A Code.org oferece aulas online de programação de graça. As aulas são para qualquer estudante que não tenha aulas de programação na escola. A organização também oferece filmes para auxiliar os professores nas aulas de programação nas escolas.

Em troca das aulas, a Code.org pede doações para que possa continuar realizando seu trabalho.

Jobs – O vídeo exibe profissionais da área de TI relatando que para programar não é preciso ser um gênio, basta dedicação. “Com o grande avanço da tecnologia temos computadores em todos os lugares, e aprender a programar é uma incrível e poderosa habilidade”, diz Hadi Partovi fundador da Code.org.

Nem mesmo Steve Jobs ficou de fora do vídeo que usou uma de suas frases para chamar a atenção do público. “Todas as pessoas no mundo devem aprender a programar um software, porque isso te ensina a pensar.”

Veja o vídeo abaixo:

TI INSIDE: Empresa brasileira de apps une operações com companhia americana



A brasileira I.ndigo, desenvolvedora de aplicativos para dispositivos móveis, uniu as operações com a Taqtile Mobility, empresa com sede em Seattle, nos EUA. Ela é conhecida por ter desenvolvido os softwares para smartphones e tablets para a campanha presidencial de Barack Obama, projeto que teve participação da I.ndigo.

A fusão foi feita por meio da divisão da participação no capital da nova companhia formada, sem o aporte de recursos financeiros. A I.ndigo ficará com 50% da empresa e a Taqtile com a outra metade. Com isso, a equipe no Brasil que antes atendia cerca de 40% de projetos internacionais provenientes da Taqtile, deve aumentar seus esforços para que esse percentual chegue a 50%.

A I.ndigo iniciou as atividades em 2008 e, embora já voltada para o segmento de mobilidade, ainda atendia alguns projetos de web. A partir do ano seguinte, ela passou a se concentrar apenas no desenvolvimento de apps para celulares. Conforme explica o sócio da I.ndigo/Taqtile, Danilo Toledo, atualmente a empresa possui aproximadamente 30 clientes no Brasil, entre eles os bancos Santander e Safra, a farmacêutica EMS e a seguradora Allianz. A empresa faturou R$ 10 milhões no ano passado, o que representa um crescimento de 300% em relação a 2011. Agora, com a fusão, a expectativa é dobrar o futramento até 2014.

“Nosso diferencial é a equipe altamente capacitada e motivada. São cerca de 25 engenheiros de software, a maioria formados pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo [Poli-USP], ou seja, são pessoas disputadas por indústrias e empresas de grande porte”, conta Toledo. Segundo ele, a I.ndigo fornece incentivos como a distribuição de participação na empresa a toda a equipe. “Nosso primeiro contato com a Taqtile foi em 2009, por conta de um projeto para iPhone, o primeiro desenvolvido por nós, o qual conseguimos concluir com eficiência e em um terço do prazo. Essa e outras ações só foram possíveis pela cultura de inovação e motivação do nosso time”, ressalta o executivo.

Em nota, o co-fundador e líder de produto da Taqtile, John Tomizuka, destacou a longa união com a I.ndigo. "Esta fusão é a formalização de uma parceria sólida que já existe. Temos trabalhado em estreita colaboração com a I.ndigo desde o início da Taqtile nos EUA. Este é simplesmente o próximo passo do nosso esforço em oferecer aos nossos clientes os melhores aplicativos e as melhores experiências digitais disponíveis em qualquer lugar”. 

COMPUTERWORLD: Cinco dicas para escolha de um provedor de soluções



A manutenção dos sistemas é um dos serviços mais caros para as empresas, pois pode representar até 80% dos orçamentos atuais da TI. Não escolher um solution center com instalações adequadas, certificado e que ofereça treinamento apropriado aos seus profissionais é um erro grave, dizem os especialistas.

É comum que as organizações optem por contratar um terceiro para ser responsável pelo desenvolvimento e suporte da infraestrutura de TI. Porém, se esse processo não for conduzido com cautela, o outsourcing não resolverá os problemas e a redução de custos pode ser nula.

Um solution center é um centro onde especialistas de TI trabalham para manter e desenvolver soluções customizadas como software, aplicações em nuvem e outros produtos. Esse trabalho pode ser realizado na empresa, em um local remoto, em outra cidade ou país, promovendo a criação de postos de trabalho em diferentes regiões.

O solution center é responsável por fornecer mão de obra local e infraestrutura necessária para o funcionamento adequado dos serviços. Uma vez que o vendedor entende as necessidades do cliente, ele pode fazer uma proposta personalizada. A ideia é criar um plano abrangente que vai desde as instalações, infraestrutura de TI, segurança, acesso, pessoal treinado e processos com os quais irá trabalhar. 

Entre os serviços que podem ser oferecidos por um centro de soluções estão:

1-Desenvolvimento de aplicações

O ciclo de vida do desenvolvimento de software deve ser certificado e baseado em fundamentos de Project Management Institute (PMI, na sigla em Inglês). O escopo, custo e tempo devem ser controlados e monitorados constantemente pela unidade de projetos. É necessário fornecer suporte técnico robusto e identificar riscos que podem ocorrer ao longo do projeto.

2-Manutenção de sistemas


Esse é um dos serviços mais caros para as empresas, pois pode representar até 80% dos orçamentos atuais de TI atuais. O pior é que às vezes os gestores não sabem exatamente onde gastam grandes quantidades de dinheiro, direcionando recursos para outras áreas. A manutenção eficiente é essencial para garantir o funcionamento de aplicações vitais para os negócios. 

3- Teste de software

É essencial avaliar a qualidade e o bom funcionamento das aplicações em cada etapa de desenvolvimento. Um processo sólido reduz o risco de falha em grandes projetos, controlando a prevenção de defeitos que duplicam o trabalho. Os testes evitam atrasos nos prazos de entrega, garante a qualidade do suporte aos clientes, bem como na definição correta da estratégia de negócio.

Veja a seguir cinco qualidades que um solution center precisa ter:

1. Qualidade

É importante a contratação de uma empresa ou de profissionais que tenham as qualificações necessárias para o tipo de serviço prestado. Por exemplo, o processo de desenvolvimento, trabalho de gerenciamento de pedidos, administração de projetos devem ser baseados nas práticas do PMBOK ou CMMI.

2. Aspectos legais 

O solution center deverá se responsabilizar legalmente pela mão de obra oferecida, questões trabalhistas, direitos autorais e respeitar acordos de confidencialidade.

3. Recursos materiais

A empresa tem que operar com infraestrutura necessária para garantir a qualidade de seus serviços, seja em outro estado ou país. Isso inclui questões de segurança, conectividade com contratação de várias operadoras, ter redes com velocidade, VoIP ou o que for preciso para entrega dos serviços de forma eficiente.

4. Recursos humanos

As pessoas são o maior ativo de uma empresa. Assim lealdade e confiança é um bom indicador do que está acontecendo lá dentro do solution center. Atualmente, existem estudos que podem nos dar uma ideia das melhores empresas para trabalhar.

5. Segurança

O provedor tem de se adaptar e respeitar as necessidades de seu cliente. A infraestrutura tecnológica define o sucesso de uma empresa na medida em que a sua robustez, qualidade e sustentabilidade traduzem em aumento do investimento em TI. 

"Um centro de soluções pode ajudar as empresas a agilizar suas operações e reduzir os custos, permitindo que elas se concentrem no desempenho dos negócios", avalia David Martinez, gerente de solução Praxis Center, que recomenda que alguns cuidados na escolha do parceiro pode evitar dor de cabeça e gerar redução de custos.

Adrenaline: Operadoras americanas vão notificar clientes que baixarem conteúdo pirata



A partir de hoje, internautas americanos serão monitorados e vão receber notificações caso baixem de maneira ilegal conteúdo protegido por direitos autorais. O “Copyright Alert System” (CAS) conta com a cooperação dos cinco maiores provedores dos Estados Unidos e, conforme o grupo responsável pelo programa, o Center for Copyright Information, a medida é educativa e não tem como objetivo punir ninguém.

O grupo é uma joint venture entre detentores de direitos autorais em Hollywood e os provedores AT&T, Cablevision, Verizon, Time Warner Cable e Comcast, que contam com o apoio da Casa Branca.

De acordo com o CNET, graças ao programa, empresas do setor de entretenimento podem notificar um provedor de que determinado usuário está baixando programas de TV ou filmes piratas. A empresa, então, manda um comunicado ao cliente em questão, para “educá-lo” sobre as consequências de obter esse tipo de material.

O provedor, então, deve aumentar gradualmente a pressão sobre os clientes que ignorarem as notificações. Eventualmente, após seis advertências, a companhia pode optar por suspender seus serviços para o infrator.

“A maioria dos consumidores nunca receberá alertas”, acredita Jill Lesser, diretor executivo do CCI. “E para os clientes que acreditarem terem recebido advertências por engano, um processo fácil permitirá a análise por terceiros”, garante.

G1: Jovens investem em empresa especializada na locação de tablets



Dois jovens empreendedores resolveram investir na locação de tablets, em Curitiba. O engenheiro civil Victor Coelho, de 24 anos, e o estudante de administração Fernando Baggetti, de 22 anos, abriram, em agosto de 2012, uma empresa especializada no aluguel do equipamento. O empreendimento surgiu após uma “pesquisa de novas ideias”, como explicaram os sócios, que desejavam empreender.

O G1 publica, até sexta-feira (1º), a série de reportagens que conta a história de empreendedores virtuais. Eles levaram para a internet boas ideias, disponibilizando serviço ou produtos diferenciados no meio eletrônico, que cresce em grande escala no país.

“Encontramos em Barcelona, Madri e Paris empresas que alugam tablets. Lá, a locação é mais voltada para o turismo”, relatou Baggetti. Para inovar no serviço, os rapazes desenvolveram aplicativos próprios. “Não queríamos apenas alugar o tablet”, afirmou Coelho.

Um cardápio digital, um cadastro para banco de dados, uma pesquisa de satisfação e um catálogo eletrônico estão entre os aplicativos desenvolvidos em parceria com terceirizados. “O cardápio digital foi muito bem aceito nos restaurantes. Essa tecnologia moderniza o estabelecimento. É possível montar um cardápio com bastante informação e fotos”, garantiu o engenheiro.

Os sócios já estão de olho no mercado para a Copa do Mundo de 2014, que será realizada no Brasil e terá a capital paranaense como uma das cidades-sede. “Na falta de mão de obra fluente em outras línguas, o aplicativo é muito útil”, disse Coelho. O cardápio digital tem versão em três idiomas: português, inglês e espanhol.

A empresa atinge pessoas físicas e jurídicas. Nos seis meses de atuação, já atendeu mais de 40 clientes. Atualmente, eles contam com um estoque de 30 tablets. “A gente adquire de acordo com a demanda. Não adianta ter um estoque muito grande porque os tablets estão sempre sendo atualizados e nós queremos oferecer um material com tecnologia de ponta”, contou o estudante de administração.

A expectativa dos sócios é de crescimento. Eles explicam que o principal adversário é a falta de conhecimento das pessoas sobre o serviço que prestam. Por essa razão, eles têm investido na prospecção de clientes e em novas ideias. “É um serviço novo que cresce junto com o mercado”, pontuou Baggetti.

A empresa oferece dois modelos de tablets. A diária custa R$ 17,90; já na locação por uma semana, a diária sai por R$ 13,99. Também é possível alugar o aparelho anualmente por R$ 4,99 a diária. Os tablets alugados pela empresa custam, em média, entre R$ 1.800,00 e R$ 2.500,00.

 
Empreendimento surgiu após uma 'pesquisa de 
novas ideias' dos sócios Victor Coelho, de 24 anos, 
e Fernando Baggetti, de 22 anos.

Na agência de publicidade em que o produtor de eventos Luan Lodi trabalha, a locação de tablets é comum. “É uma ferramenta que utilizamos bastante todo mês”, disse. Ele explicou que a agência prefere alugar os equipamentos ao invés de comprá-los por segurança. “É mais seguro. Não temos um local apropriado para armazenar os tablets, então assumiríamos um risco desnecessário. Vale mais a pena locar”.

O produtor de eventos contou que os aparelhos são utilizados para vários fins. “No lançamento de empreendimentos de uma construtora, precisávamos comunicar de alguma forma. Optamos pelo tablet para mostrar as fotos”, relatou. A agência de publicidade também já usou o equipamento como banco de dados para captar mailing e como cardápio em eventos. “Às vezes, precisamos buscar clientes no aeroporto. Utilizamos o tablet no lugar da placa para ficar esperando as pessoas no desembarque”.

Já o aposentado Noé Pereira de Campos, de 67 anos, alugou o aparelho para uma viagem com a esposa. “Fomos passar um fim de semana em Cananéia [litoral de São Paulo] e locamos o tablet. Minha mulher se distraiu durante a viagem eu escutei sermões”, contou. Eles decidiram alugar o equipamento para testar qual seria a utilidade do tablet em uma viagem. Como viajam com frequência, já pensam em comprar um tablet, porém, por não ser prioridade, sempre fica para depois. “A experiência valeu a pena sem dúvida nenhuma. Nota dez. Aprovado”, garantiu o aposentado.

IdgNow!: Preparado para a era da computação consciente?



2015. Consumidores vão usar e interagir com múltiplos aparelhos conectados e ativados por sensores, conduzidos por aplicações e serviços que criam ecossistemas conscientes, independentes de plataformas ou sistemas operacionais.

Traçado pelo Gartner, este cenário será estará em discussão durante a Conferência Infraestrutura de TI, Operações e Data Center, que acontece nos dias 9 e 10 de abril, quando serão abordadas as principais tecnologias e tendências do mercado móvel e wireless.

Na opinião do Gartner, a computação consciente é uma evolução natural de um mundo conduzido, não por dispositivos, mas por coleções de aplicativos e serviços que se ampliam, por meio de múltiplas plataformas, e existem fora de telas conectadas, como telefones, tablets, PCs ou TVs. Já comentamos um pouco disso aqui, no blog, quando falamos de Internet das coisas e das comunicações máquina à máquina (M2M) e em um artigo sobre estudo da IBM sobre a era dos sistemas cognitivos, na qual computadores irão, do seu jeito, ver, cheirar, tocar, sentir e ouvir.

“A computação consciente aprimora o dispositivo conectado e os serviços de nuvem pessoal, permitindo uma atividade de integração perfeita, ligada a aparelhos “invisíveis” e ativados por sensores, otimizados para um determinado conjunto de funções. Os dados e informações podem ser vinculados a outros serviços, pelos ecossistemas, plataformas e sistemas operacionais maiores”, afirma Elia San Miguel, analista do Gartner, que apresentará diversas palestras sobre mobilidade durante a Conferência.

Como resultado, as aplicações são completamente cientes de ação e inação, não precisam ser ligadas/desligadas e fornecem uma maior quantidade de informações relevantes que podem, eventualmente, levar a uma mudança comportamental. Isto é algo impossível em aplicações ou dispositivos autossuficientes. Os consumidores não precisam adotar ou se comprometer, totalmente, com uma plataforma ou serviço. Podem adotá-los por meio de interação em longo prazo e compras feitas por funções, realizadas por tarefas de curto prazo.

“Uma das experiências da computação consciente é que os dispositivos que levam o conhecimento caem em um chamado ‘espaço invisível’. Definimos como uma combinação de aparelhos e serviços unidos para formar uma experiência que não se consegue perceber no dia a dia. Na prática, os consumidores esquecerão que carregam o aparelho, que ele está desgastado ou usado até que precisem interagir com os mesmos para controlar ou obter um retorno, em termos de dados ou de informação”, diz a analista do Gartner.

Os dispositivos invisíveis e conscientes, que vão, desde relógios de pulso, porta-chaves, termostatos e sapatos, podem se tornar extraordinariamente valiosos para o usuário quando conectados aos serviços apropriados para ampliar o seu uso. Embora as ideias por trás dos atuais dispositivos conscientes estejam presentes há mais de uma década, na tecnologia “para vestir”, como a dos relógios inteligentes, na maioria das vezes, elas custaram a cair no gosto do consumidor, devido aos altos custos, o baixo valor percebido, a ênfase na tecnologia sobre a forma e a necessidade de existirem como produtos autossuficientes e serviços que não podem se ligar a um ecossistema/plataforma maior. Agora isso começa a mudar.

“Os serviços e ecossistemas de nuvem pessoal são o centro da experiência do consumidor digital. Combinados com conexões cada vez mais onipresentes, os aparelhos conscientes oferecem novas oportunidades de conduzir à adoção de novos dispositivos e agir como um ponto de inflexão para a adoção por parte do consumidor. Na medida em que os novos aparelhos digitais ficarem menores, conectarem-se a aplicações de automação residencial e de aptidão pessoal e aumentarem a funcionalidade do usuário, teremos um crescimento do uso de múltiplos dispositivos nos lares”, afirma Elia San Miguel.

A Era da comunicação M2M já chegouSegundo números da Anatel, o Brasil os chips M2M (6.747.850 milhões) superaram a quantidade de chips para o acesso à banda larga móvel no fim de 2012, respondendo por 2,58% das conexões de dados. No Mundo, a Cisco prevê que já em 2-17 os dispositivos conectados às redes móveis excederão o número de habitantes do planeta, que segundo as projeções deverá estar perto de 7,6 bilhões. Haverá perto de 10 bilhões de dispositivos móveis , parte dos quais serão módulos de M2M.

Vários observadores consideram que se alcançou um momento de impulso graças a uma confluência de fatores. No mundo, o preço dos sensores e dos processadores caiu nos últimos anos. E o custo das redes sem fios acompanhou essa tendência.

O surgimento de dispositivos mais poderosos, mais baratos aliado a custos de conectividade de rede móvel mais baixos estão na origem de uma explosão no número de dispositivos conectados e do volume de dados gerados por eles, segundo pesquisa da Oracle, realizada pela Beecham Research.

Em muitas operadoras, especialmente no Brasil, esse processo foi iniciado com a ofertas de serviços verticais de telemetria e smart grid para iluminação pública. Os dados gerados por sistemas M2M estão sendo cada vez mais usados para fins estratégicos e de criação de valor nas empresas, segundo o estudo. Estão tornando-se um um meio para a criação de novas oportunidades de negócio, a partir da criação de serviços transversais a vários setores, muitos deles relacionados com os consumidores finais, proporcionando também vantagem competitiva a usuários empresariais em mercados-chave.

O futuro das operadoras

A maioria das soluções implementadas baseia-se ainda na tecnologia 3G, mas as comunicações 4G trazem novo fôlego.

Hoje, a GSMA anunciou que as receitas de dados das operadoras de comunicações móveis vão superar as receitas com serviços de voz em todo o mundo até 2018, conforme o mundo se tornar mais conectado. A explosão dos dados móveis é resultado direto do aumento da demanda por dispositivos conectados e comunicações M2M.

Esta semana, durante o Mobile World Congress 2013, que começou ontem em Barcelona, a GSMA, apoiada pela a AT&T, Deutsche Telekom, KT, Telenor Connexion e Vodafone, montou sua Cidade Conectada (Connected City), que permitirá que os participantes vivenciem em primeira mão a cidade do futuro, onde tudo e todos poderão se beneficiar de conexões wireless inteligentes e dos sistemas que evoluirão para a computação consciente.

A Cidade Conectada conta com um ambiente urbano completo, que inclui uma prefeitura, loja de departamento, apartamentos, loja de materiais elétricos, hotel, cafeteria e lounge, escritórios, showroom de carros e uma rua. Cada área apresenta novos produtos e experiências que mostram como um futuro mais conectado – alimentado pela conectividade móvel – melhorará o dia a dia das pessoas na área de automóveis, educação, saúde, casa, varejo, entre outras.

As tecnologias em uso na Cidade Conecta são oferecida por empresas como Accenture, AirPlug, AQ, CUDO, DASAN Networks, Digi, Enswers, Ericsson, FRTek, GES, Hansol Inticube, IBM, Intel, MODACOM, Qualcomm, Samsung, SAP, Teletron e Volvo.

O objetivo da GSMA com a inciativa é a de que a Cidade Conecta a cidade nos inspire muitos setores a reconhecerem o potencial da conectividade móvel são ilimitadas e que o surgimento de um mundo realmente conectado depende apenas da nossa imaginação como governantes, empresários e consumidores.

G1: Guarda-chuva permite usar o celular por meio de cabo especial


 
Guarda-chuva Brolly tem cabo com espaço para 
colocar os dedos, o que ajuda a usar o smartphone 
na chuva.

Para que os viciados em enviar mensagens de texto possam continuar usando seus celulares e smartphones mesmo debaixo da chuva, usando guarda-chuvas para se proteger, a empresa Brolly lançou um modelo de guarda-chuva em que a pessoa pode segurar o acessório e, ao mesmo tempo, o celular.

O guarda-chuva chamado de Brolly tem um espaço para encaixar os dedos em seu cabo - o que lembra um soco inglês - que permite segurar o acessório e o celular sem o usuário ficar molhado. O material do cabo é acolchoado, o que permite segurá-lo mais facilmente.

Vendido pelo site oficial (clique aqui para acessar), o Brolly custa US$ 20 nos EUA.

 
Guarda-chuva Brolly custa US$ 20.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

A TARDE: 10 mi de eleitores passarão pelo recadastramento biométrico



Mais de 300 municípios de 14 estados e do Distrito Federal, incluindo nove capitais, iniciam este ano o recadastramento biométrico de quase 10 milhões de eleitores, que votarão por esse sistema nas eleições de 2014. Além de Brasília, eleitores de oito capitais vão se recadastrar em 2013 pelo sistema biométrico: Boa Vista, Rio Branco, Macapá, Palmas, Teresina, São Luís, João Pessoa e Recife.

A primeira experiência do Brasil com o voto pelo sistema biométrico foi nas eleições municipais de 2008. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), à época, mais de 40,7 mil eleitores dos municípios de Colorado do Oeste, em Rondônia, Fátima do Sul, em Mato Grosso do Sul, e São João Batista, em Santa Catarina, experimentaram a novidade e, desde então, o recadastramento dos eleitores tem sido feito gradativamente.

Considerada uma tecnologia mais segura, a biometria tem como objetivo habilitar os eleitores brasileiros para serem identificados por meio de suas impressões digitais nos pleitos oficiais organizados pela Justiça Eleitoral.

Até as eleições do ano passado, mais de 7,7 milhões de eleitores de 299 municípios do país já tinham usado a nova tecnologia. Apenas dois estados - Sergipe e Alagoas - já tiveram 100% do eleitorado recadastrado. De acordo com o TSE, no ano que vem, a medida, deve alcançar mais 18 milhões de eleitores de municípios de 25 estados e do Distrito Federal. Só o estado do Amazonas ainda não aparece na lista do TSE. A novidade torna praticamente inviável a tentativa de fraude na identificação do cidadão, uma vez que cada pessoa tem impressões digitais únicas.

A expectativa da Justiça Eleitoral é que, até 2018, o sistema esteja implantado em 100% dos municípios brasileiros.

Convergência Digital: Governo vai desenvolver criptografia própria



O governo federal vai unificar os procedimentos de uso de sistemas de criptografia para garantir a segurança de suas informações. Nesse sentido, uma portaria publicada na semana passada define padrões e dá prazo para que os diferentes órgãos da administração se adequem ao uso dos recursos criptográficos como definido.

O objetivo parece claramente atacar um dilema identificado pela área de segurança institucional – o uso indiscriminado de soluções de criptografia desconhecidas pelos diferentes órgãos da administração pública. Daí o tratamento unificado.

A norma define que “toda a informação classificada, em qualquer grau de sigilo, produzida, armazenada ou transmitida, em parte ou totalmente, por qualquer meio eletrônico, deverá ser protegida com recurso criptográfico baseado em algoritmo de Estado”.

Esta é provavelmente a maior diferença de tratamento. Ou seja, “a cifração e decifração de informações classificadas, em qualquer grau de sigilo, utilizará exclusivamente recurso criptográfico baseado em algoritmo de Estado”.

“O recurso criptográfico baseado em algoritmo de Estado deverá ser de desenvolvimento próprio ou por órgãos e entidades da administração pública federal, direta ou indireta, mediante acordo ou termo de cooperação, vedada a participação e contratação de empresas e profissionais”.

Os parâmetros de segurança definidos na norma deverão ser adotados pelos diferentes órgãos e entidades no prazo de um ano, contado a partir da publicação das novas regras – no caso, em 19/2.




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Convergência Digital: Violação de dados: gestores de TI confessam erro na estratégia



Um em cada três profissionais chefes de segurança de dados afirma que os investimentos na área estão sendo destinados para a implantação de tecnologias erradas, mas 95% deles continuam a investir e a empregar as mesmas estratégias, revela pesquisa da SafeNet, realizada com 230 profissionais de segurança nos Estados Unidos.

A pesquisa mostra que, apesar de investimentos contínuos em tecnologias de rede de perímetro, os entrevistados não estão confiantes de que estão empregando as tecnologias certas para garantir os seus dados de alto valor. Apesar de 75% dos entrevistados acreditar que as defesas de perímetro de rede são eficazes, 31% reconhecem que as suas defesas de perímetro de rede foram violadas no passado.

De acordo com os analistas da SafeNet, o mais preocupante é que 20% dos dirigentes de segurança entrevistados afirmaram não estarem ainda 100% certos se os dados tinham ou não sido violados, o que indica que as empresas podem não ter as tecnologias certas para detectar se uma violação de segurança interna ou externa ocorreu.

Tiro no pé

A pesquisa mostra que 95% dos entrevistados afirmam que mantiveram ou aumentaram os investimentos em rede de perímetro de segurança no ultimo ano, no entanto, mais de metade (55%) considera que a sua empresa não está gastando o suficiente em Segurança. E 35% por cento deles acreditam que a sua empresa está investindo em tecnologias de segurança erradas. Como resultado, 59% por cento afirmam que seus dados não estão seguros.

Quando o assunto são as recentes ondas de violações, mais de metade (52%) afirmam que, de fato, essas violações os levaram a ajustar as suas estratégias de segurança de dados. No entanto, quando indagados se acreditam que uma violação de segurança pode acontecer, 66% têm certeza de que suas organizações vão sofrer uma violação de dados dentro dos próximos três anos.

“Os resultados da pesquisa levantam inúmeras questões sobre se as empresas têm os recursos de proteção de dados eficazes e necessários para gravar trilhas de auditoria precisas, fazer cumprir e manter o controle dos seus dados, estejam esses no cliente ou em nuvem ou num ambiente virtual. Apesar de ser um retrato da segurança de dados nos Estados Unidos, aqui no Brasil a situação não é diferente, e acredito que se aplicarmos esta mesma pesquisa aqui, os dados podem se revelar ainda piores”, diz Anselmo Cimatti, country manager da SafeNet no Brasil.

Os investimentos em tecnologias de rede de perímetro continuam crescendo, mas também cresce a epidemia de violação de dados. Os profissionais de segurança da pesquisa acreditam que a sua organização irá experimentar com certeza uma quebra na segurança dos dados e, mesmo assim, permanecem incertos sobre a melhor maneira de evitá-la. E quando perguntado se estão confiantes na capacidade da Indústria para detectar ou prevenir violações de segurança, apenas 19% confiam, 49% não estão convencidos que a indústria pode frustrar as ameaças atuais, e 33% são ainda menos confiantes em sua capacidade de fazê-lo. 

CORREIO: Nova audiência discute Lei da TV Paga no STF



A nova Lei da TV Paga voltou a ser alvo de discussão no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta tarde (25). Repetindo o cenário da última segunda-feira (18), 14 expositores se dividiram entre a defesa integral da lei e críticas a questões pontuais. O assunto será julgado pelo STF em três ações de inconstitucionalidade sob relatoria do ministro Luiz Fux, que convocou as audiências.

Aprovada em 2011, a Lei da TV Paga é questionada pelo Democratas, pela Associação NeoTV (que representa pequenos e médios prestadores de TV por assinatura) e pela Associação Brasileira de Radiodifusão (Abra). As principais críticas são relativas às cotas de reserva para produção nacional e à proibição da propriedade cruzada – com a nova lei, empresas de telecomunicação não podem ter canais e nem produzir conteúdo, para evitar concentração no setor.

Para o autor da lei, deputado federal licenciado Paulo Bornhausen (PSD-SC), o projeto acabou deformado após quatro anos de tramitação no Congresso Nacional. Inicialmente, o texto previa apenas a abertura do mercado de TV a cabo para concessionárias de telefonia fixa, item que foi mantido .“Nem tudo que é feito no Parlamento é ouro puro. Nem tudo que votamos, em grande contingência de pessoas, conseguimos extrair o melhor”, disse.

Além das cotas e do fim da propriedade cruzada, outros pontos sensíveis são a reserva para canais locais, a alteração em regras sobre propriedade intelectual (que afeta coproduções com empresas internacionais), o fim das licitações para ingresso no mercado e a permissão do carregamento gratuito de canais da televisão aberta, o chamado must carry. 

Entre os interessados na revisão do projeto, estão pequenas e médias empresas que haviam adquirido outorga com grande investimento, as grandes produtoras internacionais, as distribuidoras de conteúdo de televisão por assinatura e os canais de televisão aberta. “Queremos sobreviver”, resumiu Frederico Nogueira, do canal Bandeirantes.

Do outro lado, representantes do governo, cineastas, produtores independentes de conteúdo audiovisual e pesquisadores defenderam o novo modelo adotado pelo Brasil, alegando que ele é moderno e adequado aos padrões internacionais. “O Brasil investiu bilhões em infraestrutura e treinamento profissional e precisa da produção. Não pode instalar banda larga de bilhões [de reais] e ficar esperando conteúdo de outros países, para não ser uma colônia cultural”, disse o cineasta Luiz Carlos Barreto, produtor de filmes como Dona Flor e Seus Dois Maridos e O Quatrilho.

O ministro Luiz Fux disse que as discussões sobre produção e mercado ajudarão a formar um ponto de vista jurídico sobre o assunto. Ele informou que ainda não há previsão de quando os processos serão julgados, mas que isso pode ocorrer no segundo semestre deste ano.

A TARDE: Fifa licencia 3º sistema de tecnologia na linha do gol



A Fifa anunciou nesta segunda-feira que a Cairos Technologies AG se tornou a terceira empresa a ter licenciado o sistema tecnológico de detecção de que a bola ultrapassou a linha do gol. Assim, ele é mais um a entrar na disputa para ser utilizado na Copa das Confederações neste ano e também na Copa do Mundo de 2014, ambos no Brasil.

O Cairos, um sistema alemão que utiliza a tecnologia de campo magnético, se junta ao Hawk-Eye e ao GoalRef como projetos oficialmente aprovados. "A Cairos Technologies AG, controladora da Impire AG, se tornou nesta segunda-feira a terceira fornecedora da Tecnologia da Linha do Gol a ser licenciada pela Fifa, após atender todos os requisitos dos testes", anunciou a Fifa.

As avaliações foram feitas entre os dias 18 e 20 de dezembro de 2012, primeiramente no Estádio Wildpark, do Karlsruhe, e posteriormente no centro de treinamento do Mutschelbach, clubes das divisões inferiores da Alemanha. Já o Hawk-Eye e o GoalRef foram instalados em dois estádios no Mundial de Clubes da Fifa, no Japão, em dezembro, mas não foram necessários para definir lances duvidosos durante o torneio.

Na semana passada, a Fifa convidou as empresar interessadas a concorrer no processo de escolha do sistema que será utilizado nas Copas das Confederações e do Mundo. Um quarto sistema também completou os testes e pode participar da disputa, mas ainda não teve a identidade revelada. A entidade disse que pretende escolher o vencedor em abril.

INFO: Quadrilha de ciberataques chinesa se revela complexa



A revelação de identidades e "modus operandi" dos membros da suposta unidade de "hackers" mais secreta do exército chinês foi detalhada ao extremo, e os especialistas consideram que a China não tem intenção de esconder seu papel em uma guerra cibernética global e muito mais complexa.

O hacker "UglyGorilla" assina seus virus e usa o mesmo ´nickname´ em um perfil do site militar "chinamil.com.cr", assim como o pseudônimo "DOTA" cria frequentemente senhas relacionadas com Harry Potter e usa seu próprio celular para acessar a internet. Um engenheiro da Dell conseguiu fotos de um dos maiores "hackers" chineses, Zhang Changhe, através de redes sociais.

O relatório disponibilizado nesta semana pela empresa de consultoria Mandiant e publicado pelo jornal "The New York Times" após os ataques que este último sofreu recentemente foram procedentes da China, revela alguns destes detalhes, que eram inéditos.

Os engenheiros da Mandiant, de forma parecida à usada pelos engenheiros da Symantec, conseguiram vídeos sobre como operam os supostos membros da secreta e militar "Unidade 61398", entrincheirada em um discreto edifício de Xangai.

Conforme explicou nesta terça-feira o especialista israelense em cibersegurança Yael Shahar ao "National Journal", os chineses não escondem seus ataques pela importância cultural de "dar as caras". "É uma projeção de seu poder, eles não fazem esforços para se esconder", afirmou.

Em entrevista à Agência Efe, Mark Risher, cofundador da companhia de segurança Impermium, disse que a China "está brandindo suas espadas" para mostrar seu poder na cada vez mais ativa "ciberguerra" que acontece em nível global.

Segundo relatório de 2012 da Symantec e da McAfee, o país que mais ataques de ´malware´ ou vírus realiza no mundo são os Estados Unidos, seguido pela China, e os dois gigantes são também os que estão à frente da lista de vítimas.

O governo chinês nega qualquer envolvimento em ataques que podem ser feitos de qualquer parte do mundo através da internet, enquanto que os EUA deram passos para fortalecer sua indústria de vanguarda dando a entender sutilmente que a China consente com violações de sua segurança nacional e empresas.

Na opinião de Jeffrey Carr, fundador da empresa de cibersegurança Taia Global e autor do livro "Inside Cyber Warfare", "está claro que tem origem na China um grande número de ataques porque não há leis nem uma cultura de proteção da propriedade intelectual, mas os chineses não são os únicos".

"O relatório da Mandiant cria um precedente perigoso. Apesar de a China ser claramente um suspeito, não se pode acusar sem provas definitivas o Exército Popular Chinês, isso nos faz correr o risco de uma escalada", disse Carr, que lembra que Rússia, Israel ou França são países também muito ativos em ciberespionagem tanto industrial como governamental.

"Temos mais de 30 países desenvolvidos e emergentes aumentando a cada dia as suas unidades militares de ciberespionagem, todas as grandes agências de inteligência estão envolvidas", disse Carr.

Para o especialista do site ArsTechnica, Dan Goodin, o relatório da Mandiant serviu para detalhar como a China obteve terabytes de informação sensível de mais de 140 organizações americanas nos últimos sete anos.

Goodin considera que a China é a principal beneficiada desta "ciberguerra", já que está conseguindo "dados de grande valor" das indústrias de ponta dos Estados Unidos, como as das áreas aeroespacial e farmacêutica. "A informação intangível é nossa principal matéria-prima", afirmou.

Como detalha o relatório completo da Mandiant, já em 2004 um curioso internauta chinês chamado "UglyGorilla" perguntava a Zhang Zhaozhong, um oficial militar da reserva e considerado um dos cérebros das "ciberunidades" de ataque chinês, sobre suas inquietações sobre o futuro do país.

Em um premonitório tom, o hacker lhe questionou: "A China tem um ciberexército como o dos EUA?". Pelo menos agora, tudo indica que sim.

Olhar Digital: Google negocia criação de 'rádio' online



O Google negocia com grandes gravadoras para lançar um serviço de streaming musical que competirá diretamente com produtos como Spotify e Deezer, e, indiretamente, porá na mira empresas como Amazon e Apple.

Segundo o Financial Times, que noticia o assunto, a iniciativa faz parte do esforço da companhia em ganhar dinheiro com outra coisa que não seja publicidade, já que 95% das receitas do Google vêm disso.

Em novembro de 2011, a gigante de buscas lançou nos Estados Unidos uma loja para download de músicas que mais tarde foi levada a mais cinco países europeus. O que já dá base para o novo produto.

Espera-se que o funcionamento seja semelhante ao dos serviços presentes no mercado, com dois tipos principais de assinatura: um pago, porém, livre de propagandas e outro gratuito, mas com anúncios.

Não há informações sobre quando a novidade será colocada em funcionamento, mas sua criação seria uma virada de jogo quanto ao relacionamento do Google com empresas que criam conteúdo. Gravadoras costumam ver buscadores como uma porta direta para a pirataria. 

CORREIO: Oi pretende recorrer de nova multa da Anatel



Após ter sido, novamente, multada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), nesta segunda-feira (25), a Oi informou que está analisando a medida anunciada pelo órgão e que recorrerá judicialmente da decisão. Esta é quinta multa imposta pela Anatel à operadora desde o dia 15 de fevereiro. 

“A companhia ressalta que considera necessário, no caso de multas regulatórias, observar a razoabilidade e a proporcionalidade das multas, em especial nos casos em que a falha pontual já tiver sido reparada e a um custo inúmeras vezes inferior ao valor da punição aplicada”, afirmou a companhia ao Broadcast por meio de sua assessoria de comunicação corporativa. 

A Anatel multou a operadora Oi nesta segunda-feira por infrações ao Plano Geral de Metas para Universalização (PGMU). O Grupo Oi vem sendo multado, quase que diariamente, pela Anatel desde o último dia 15. 

O principal motivo destacado nos despachos da agência é o descumprimento de metas de qualidade na prestação dos serviços, especialmente na telefonia fixa. Até agora, a companhia foi punida em cerca de R$ 40 milhões em multas

Bahia Press: Bahia sedia encontro brasileiro sobre violação de direitos na mídia



A Bahia sediará, de 25 a 26 de fevereiro, na Escola Superior da Defensoria Pública , o Encontro Brasileiro dos Defensores Públicos, para discutir o tema “A Violação pela Mídia dos Direitos das Pessoas Privadas de Liberdade”. O evento, proposto e organizado pela Defensoria Pública da Bahia, pretende estabelecer e uniformizar procedimentos, no sentido de coibir práticas frequentes na mídia nacional de desrespeito aos direitos de pessoas privadas de liberdade. Além dos chamados programas “policialescos”, presentes na grade de programação de diversas emissoras, outros veículos de comunicação serão objeto de debate.De acordo com o defensor Alan Roque, subcoordenador da Especializada Criminal e um dos participantes da comissão organizadora, a iniciativa visa apresentar questões importantes para a realização de um amplo debate, não só envolvendo defensores públicos de todo o Brasil, mas também os segmentos organizados da sociedade civil. “Não é porque alguém está privado de liberdade que eles devem ser tratados de forma indigna e desrespeitosa”, afirmou. Para a defensora Fabiana Miranda, subcoordenadora da Especializada de Direitos Humanos e também membro da comissão, a questão envolve uma clara violação dos diretos fundamentais da pessoa humana. “Temos as mais diversas situações de constante processo de violação dos direitos dessas pessoas”.Segundo a organização do Encontro, para o primeiro dia estão previstas palestras e trocas de experiências entre defensores públicos e convidados. No segundo dia, vão acontecer mesas-redondas e debates com a participação de representantes de instituições públicas, entidades sociais e ONGs. A expectativa dos organizadores é que, a partir da realização do evento, as questões ligadas ao tema possam ganhar uma outra dimensão no diálogo com a sociedade civil.A Carta de Salvador, a ser elaborada pelos participantes do Encontro, apontará ações efetivas de enfrentamento da atual situação.

Local: Esdep – Rua Pedro Lessa, 123, Canela.

Horário: 9h às 18h

Contato: Ascom (71) 3116-3480

IDG Now!: Imagination Technologies promete investir na arquitetura MIPS



Empresa irá usar o nome MIPS em sua nova linha de processadores, mas continuará o desenvolvimento de GPUs PowerVR compatíveis com múltiplas arquiteturas.

A Imagination Technologies está prosseguindo com o desenvolvimento da arquitetura de processadores MIPS, tentando desfazer rumores sobre o futuro da tecnologia depois que adquiriu a MIPS Technologies por um preço muito baixo no final do ano passado. A empresa é amplamente conhecida pelas GPUs PowerVR usadas em processadores como o A5 e A6, da Apple, e nos chips para tablets da Intel. Os ativos adquiridos da MIPS Technologies serão a base para o desenvolvimento de futuras CPUs, disse Tony King-Smith, vice-presidente executivo de marketing da Imagination.

“Estamos chamado todas as nossas famílias de processadores de MIPS”, disse ele. 

A Imagination adquiriu a MIPS por US$ 60 milhões em novembro do ano passado no que foi considerado uma manobra astuta, levando junto 82 patentes e 160 funcionários. Separadamente a MIPS vendeu 498 patentes para um consórcio de fabricantes de processadores que inclui a rival ARM por US$ 250 milhões. A MIPS estava à venda por meses, mas não havia compradores até a Imagination se interessar.

Com a aquisição a Imagination Technologies, que é conhecida por sua tecnologia em processamento de imagens, inesperadamente se torna a terceira maior fornecedora de arquiteturas de processamento para smartphones, tablets e sistemas embarcados, atrás da ARM e fabricantes com produtos baseados na arquitetura x86 como a Intel e AMD. Processadores MIPS são usados em alguns tablets Android de baixíssimo custo, alguns deles à venda por menos de US$ 100 em países em desenvolvimento, mas tem uma grande presença no mercado de computação embarcada.

A aquisição aconteceu por causa de propriedade intelectual valiosa da MIPS e de seus funcionários, disse King-Smith. A Imagination agora tem uma grande equipe de engenheiros trabalhando tanto em CPUs quanto em processadores gráficos. Mas gráficos continuam sendo um dos principais negócios da empresa, na qual tanto a Apple quanto a Intel tem uma participação.

CPUs futuras da MIPS como os processadores Aptiv serão parte das ofertas da Imagination, disse King-Smith. A Imagination já oferece um processador para aplicações chamado Meta, cujo destino será anunciado no futuro, disse King-Smith. Os processadores Aptiv serão usados em smartphones, tablets e sistemas embarcados. Entretanto, executivos da Imagination não comentaram quando aparelhos equipados com os novos chips chegarão ao mercado. “Não ficaremos parados”, disse King-Smith.

A Imagination projeta CPUs e GPUs e licencia os designs, assim como a ARM. A empresa está mostrando equipamentos de rede e telecomunicações baseados em processadores MIPS atuais durante o Mobile World Congress em Barcelona, Espanha, nesta semana. A empresa também irá demonstrar sua próxima geração de GPUs, batizada de PowerVR 6, com um foco específico em dispositivos móveis.

Os processadores MIPS atuais tem múltiplos pontos fortes, incluindo bom suporte a multithreading e uma arquitetura de 64 Bits, segundo King-Smith. Analistas também avaliaram positivamente os componentes, destacando o baixo consumo de energia. O desenvolvimento de uma versão do sistema operacional Android, da Google, para os processadores Aptiv continua, disse o executivo.

A empresa não comentou se o sistema operacional Windows RT será compatível com os processadores MIPS no futuro. Entretanto, o diálogo entre a Imagination e a Microsoft continua, disse David Harold, um porta-voz da Imagination. A empresa há muito trabalha em conjunto com a Microsoft no suporte à tecnologia DirectX em suas GPUs PowerVR.

Apesar da aquisição da MIPS, a Imagination diz que sua GPU PowerVR continuará compatível com uma ampla variedade de arquiteturas, incluindo a ARM, MIPS, x86 e PowerPC. O suporte a múltiplas plataformas tem sido a chave do sucesso da PowerVR, disse King-Smith.

O objetivo imediato da Imagination é garantir aos seus clientes que novos processadores MIPS estão em desenvolvimento. A empresa tem uma pequena presença no mercado de mobilidade, e vem perdendo participação para a Intel e ARM no mercado de sistemas embarcados, onde tradicionalmente é forte. Produtos da MIPS também são populares em TVs, set-top boxes e equipamento de rede, entre outros.

Segundo Jim McGregor, principal analista da Tirias Research, será interessante ver como a Imagination se sai com sua estratégia para CPUs e GPUs. “Há benefícios significativos em desenvolver a CPU e a GPU juntos, como vem fazendo a ARM (com sua GPU Mali-400), mas a Imagination não vê as coisas por este ângulo. Eles acreditam que CPUs e GPUs tem de ser desenvolvidos separadamente”, disse o analista.

Isto irá fazer com que tanto a CPU quanto a GPU sejam mais “portáveis” e compatíveis com outros produtos, o que é positivo para a Imagination já que a maioria da renda da empresa está atrelada ao uso de suas GPUs na arquitetura ARM. Por exemplo, a Apple combina processadores ARM com GPUs PowerVR em seus chips A4, A5 e A6 para dispositivos portáteis. A Sony fez a mesma coisa com o processador do PlayStation Vita.

A Imagination pode estar procurando uma forma de converter alguns dos consumidores de suas CPUs para a arquitetura MIPS, disse McGregor. “Embora eu ache que isso seja possível, já que cada fabricante de chips sempre procura uma forma de se diferenciar, não será fácil ou rápido converter clientes que já adotaram o que se tornou o mais rico ecossistema de processadores, o ARM.”, disse McGregor.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Especialistas em TI se reúnem em Belém



Acontece em Belém a 121ª Reunião Ordinária dos Conselhos de Associadas (Roca) da Abep - Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Tecnologia da Informação e Comunicação. Durante a 121ª Roca, promovida pela Abep, serão discutidas melhores práticas no uso das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) na administração pública para aperfeiçoar a gestão dos governos.

No evento as afiliadas da ABEP de cada Estado e representantes de empresas de TI de todo país estarão reunidos para discutir assuntos diversos e relevantes para o setor como o projeto para a Copa do Mundo em 2014 no Brasil, que prevê sistemas de integração e centro de controle em no mínimo nove Estados.  O encontro também tratará de temas internos, entre eles, a eleição dos novos membros da diretoria da Abep para o mandato 2013-2014 e aprovação do orçamento executivo.

“O objetivo da Roca é promover a colaboração entre as entidades associadas com a troca de experiências, apresentação de cases e de projetos de sucesso das entidades de TI, que possam servir de exemplo e ser reaplicados em unidades da federação, além de enriquecer a discussão das políticas públicas sobre Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) governamentais”,esclarece Carlson Aquistapasse, presidente da Abep.

O evento acontecerá no Hotel Hilton Belém, no Pará, e contará com mais de 50 participantes. Para mais informações e acesso a programação completa do fórum acesse o site da Abep www.abep.sp.gov.br


DIRIGENTES DA ABEP 

Gestão 22/02/2013 a 22/02/2014

. Presidente: 

  Paulo Cesar Coelho Ferreira (Proderj/RJ) 



. Vice-Presidente Executivo: 

  Victor Murad Filho (Prodest/ES) 
. Vice-Presidente de Tecnologia: 
  Theo Carlos Flexa Ribeiro Pires (Prodepa/PA) 

. Vice-Presidente de Gestão: 
  George Henriques de Souza (Codata/PB) 

. Secretário Executivo: 
  René Lapyda (Prodesp/SP) 

. Presidente do Conselho de Associadas: 
  Carlson Janes Aquistapasse (Procergs/RS)

. Vice-Presidente do Conselho de Associadas: 

  Jacson Carvalho Leite (Celepar/PR) 



CONSELHO FISCAL  

Membros Efetivos:

Ezio Prata Faro (Emgetis/SE) 

Renata M. Canuto Dumont Galdino (Sutic/Seplan/DF) 

Gerlane Baccarin (CTI/RR) 

Membros Suplentes:
Tiago Monteiro de Paiva (Prodam/AM) 
Thiago Siqueira Gomes (ATI/PI) 
Maria Anunciada de Oliveira Guimarães (Itec/AL)

CORREIO: Receita libera programa gerador do Imposto de Renda 2013



A Receita Federal liberou nesta segunda-feira (25) às 8h o programa gerador da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2013. Para fazer o download, o contribuinte deve acessar o site da Receita Federal na internet, no endereço www.receita.fazenda.gov.br. Os contribuintes que entregarem a declaração no início do prazo, sem erros, e tiverem direito a restituição terão a chance de receber o dinheiro nos primeiros lotes.

O mesmo ocorre com as pessoas com idade superior a 60 anos, que terão prioridade em receber a restituição, em observância ao Estatuto do Idoso. O prazo para a entrega vai de 1º de março a 30 de abril. A declaração poderá ser feita pela internet ou em disquete a ser entregue nas agências da Caixa Econômica Federal ou do Banco do Brasil.

Estão obrigados a declarar os contribuintes que receberam rendimentos tributáveis cuja soma foi superior a R$ 24.556,65 em 2012. O valor foi corrigido em 4,5% em relação ao ano anterior. A obrigação de declarar alcança também aqueles que receberam rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40 mil.

A apresentação da declaração é obrigatória ainda para quem obteve, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos sujeito à incidência do imposto, realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas ou obteve receita bruta com atividade rural superior a R$ 122.783,25. Quem tinha, até 31 de dezembro de 2012, posse de bens ou propriedade, inclusive terra nua, com valor superior a R$ 300 mil, também está obrigado a declarar.

O valor limite para a dedução com instrução será R$ 3.091,35. Por dependente, o contribuinte poderá abater R$ 1.974,72. No caso das deduções permitidas com a contribuição previdenciária dos empregados domésticos, o valor do abatimento pode chegar a R$ 985,96. Não há limite para os gastos com despesas médicas.

A expectativa da Receita Federal é receber 26 milhões de declarações. Em 2012, um total de 25.244.122 contribuintes enviou a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física.

A Receita publicou um passo a passo na internet que mostra os procedimentos para a entrega da declaração.

Convergência Digital: Governo aumenta índice de nacionalização para PCs, tablets e servidores



Os computadores de mesa, servidores e tablets tiveram Processos Produtivos Básicos alterados – além da criação de um novo PPB, específico para memórias SSD. Nos próximos dias também deverá ser alterado o PPB dos notebooks.

A lógica para todos é a mesma: unificação das exigências de fabricação nacional. Nessa estratégia, os ganhos de fabricação nacional são mais sensíveis nos componentes placa-mãe, gabinete, fonte e memória HD. No caso dos notebooks, cuja nova PPB ainda está por ser publicada, deverá haver aumentos em percentuais de nacionalização de fonte, memória e bateria.

“Aproveitamos para ampliar esses percentuais. Foi uma boa negociação com os fabricantes e fornecedores, até porque, em breve, teremos também isenção de PIS e Cofins”, afirma o coordenador de microeletrônica do Ministério de Ciência e Tecnologia, Henrique Miguel. A desoneração de PIS e Cofins, no entanto, ainda depende de regulamentação – a medida faz parte da Lei 12.715/2012, mas sua aplicação prática ainda depende de um Decreto presidencial. A questão estacionou no governo, no entanto, especialmente pelo alcance dessa medida também aos smartphones.

As memórias SSD (do inglês Solid State Drive) ganharam um PPB específico diante do crescimento desse componente – com o crescente movimento de arquivos guardados na nuvem, esses dispositivos se tornam cada vez mais comuns nos novos equipamentos portáteis, notadamente nos ultrabooks. Na sexta-feira, 22/2, saíram três novos PPBs que seguem a mesma linha, voltados para desktops, computadores tudo-em-um (como iMacs) e tablets.

Ato contínuo, todos ganharam novas datas com novos percentuais de nacionalização – até então, a maioria dos casos previa índices até 2014 ou 2015, agora com novos degraus de cumprimento, em alguns casos até 2017. Em troca, o governo cedeu especialmente em dois pontos pedidos pelos fabricantes: foram reduzidos percentuais relativos à nacionalização de placas de comunicação sem fio, além de modificado o sistema de compensação no caso de metas não atingidas.

Em essência, os PPBs previam que os percentuais não cumpridos em determinado ano, deveriam ser compensados no ano seguinte, sendo que o ajusto máximo seria de 5%. Com a mudança, o mecanismo de compensação permanece, mas ampliado a até 10% do que deveria ter sido cumprido.