quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Information Week: Morte por hacker: Será a preocupação do futuro para a área TI?



A tecnologia já está virtualmente em todos os aspectos de nossas vidas, trazendo muitos pontos positivos e alguns negativos. Isso também significa que mundo se tornara altamente dependente da tecnologia. E conforme essa dependência aumenta, também aumenta nossa vulnerabilidade com falhas dos sistemas e com ataques cibernéticos.

Este ano, especialistas em cibersegurança preveem que a guerra cibernética patrocinada por países irá se ampliar e alguns acreditam que alguns ciberataques resultarão em mortes.

Basta observar rapidamente o papel da tecnologia e software na indústria de saúde e percebe-se o porquê de essa especulação não ser mais uma ameaça vã. E o setor de saúde não está sozinho: aumenta também as novas preocupações de quem fabrica esses produtos que dependem de softwares. Isso porque surgem questionamentos sobre acusações criminais de negligência se não levarem as vulnerabilidades de seus produtos a sério.

Os Estados Unidos possui o maior mercado de saúde do mundo. Inúmeros relatórios sugerem que mais da metade dos dispositivos médicos vendidos dentro do país, dependem de software. Jay Radcliffe, um paciente com diabetes, está entre os primeiros a mostrar com um hacker pode escanear uma bomba de insulina vulnerável a centenas de metros de distâncias e forçar o dispositivo médico a administrar uma dose letal de insulina. Isso chamou a atenção do Department of Homeland Security (DHS), dos reguladores governamentais, bem como de muitas organizações na comunidade médica.

No ano passado, o National Cibersecurity and Communications Integration Center, centro de comunicação e segurança do DHS, emitiu um documento não classificado – apenas para uso oficial – chamando atenção para o impacto potencial de ameaças cibernéticas no setor de saúde, calculada na casa de trilhões de dólares. Alertou as organizações a respeito de como “a falha na implementação de um programa robusto de segurança impactará na habilidade da organização em proteger os pacientes e suas informações médicas de perda ou dano, sendo esse intencional ou não”.

Enquanto alguns apenas deram uma olhada nesse aviso, outros perceberam que “proteger os pacientes” significava proteger suas vidas.

O DHS não é o único órgão chamando a atenção para o grande problema de cibersegurança. A Food and Drug Administration, responsável por regular dispositivos médicos no país, emitiu um alerta em junho para fabricantes, instituições de saúde e provedores, dizendo que havia sido informado de “vulnerabilidades e incidentes de cibersegurança que podiam impactar diretamente dispositivos médicos ou operações de rede dos hospitais”.

“Num mundo no qual as redes de comunicação e os dispositivos médicos podem ditar a vida ou a morte, esses sistemas, se comprometidos, são uma ameaça significativa para o setor público e privado”, declara o documento. Outros setores governamentais e privados também expressaram sua crescente preocupação em relação às vulnerabilidades potenciais de dispositivos médicos em redes de TI.

Com tudo isso combinado, há um claro quadro de risco; risco esse que deve ser avaliado imediatamente levando em conta o que está em jogo.

Quando se examina os softwares usados em dispositivos médicos, até mesmo as pessoas que não têm conhecimento técnico podem perceber riscos maciços que vêm com a distribuição dos patches (pacotes de correções). Especialistas em cibersegurança já avisam há muito tempo sobre quão crítico é aplicar correções de código em softwares regularmente para corrigir as vulnerabilidades conhecidas. Esqueçam o “Patch Tuesdays” para dispositivos e sistemas médicos! Há testes rigorosos exigidos que são aplicados quando mudanças/modificações são feitas em dispositivos e sistemas médicos.

A FDA desenvolveu uma abordagem de validação avançada com base no risco e emitiu orientações. Com base nas suas definições, a validação requer o estabelecimento usando evidências objetivas, de que um processo produz consistentemente um resultado ou que um produto atenda suas especificações pré-determinadas.

E mais importante, se a correção de software é aplicada no sistema operacional subjacente de um dispositivo ou sistema médico, deve ser refeito um teste para obter “evidência objetiva” de que o dispositivo ou sistema está funcionando adequadamente e vai ao encontro das especificações pré-determinadas.

O custo adicional da aplicação das correções e atualizações e a revalidação do software dos sistemas/dispositivos será repassado pra o proprietário/operador do dispositivo e sistema médico. Na maioria dos casos, isso exigiria um novo acordo de manutenção entre fabricante ou provedor de serviço, bem como o do proprietário/operador do aparelho. Tudo isso sendo adicionado a tempo, o documento deve considerar custo e atraso nas correções às vulnerabilidades descobertas desde que o dispositivo/sistemas foi projetado ou atualizado pela última vez.

Há outra questão que também é problemática. Quando as empresas testam as correções em seus respectivos ambientes, muitas vezes descobrem que a correção causa problemas com o software personalizado e outros aplicativos que usam. Uma vez que esse problema é identificado, deve ser diagnosticado, remediado, testado e então migrado pra dentro do ambiente de produção. Tudo isso leva tempo – e não estamos falando de minutos ou horas, mas dias, semanas, meses, talvez até mesmo anos.

A grande questão é: temos esse tempo? Alguém pode explorar uma vulnerabilidade, em um software comumente usado em dispositivos e sistemas médicos devido aos atrasos inerentes da atualização e revalidação do software? A resposta é sim.

Medidas adicionais devem ser tomadas para garantir a integridade desses sistemas até que a correção seja aplicada com segurança com um alto nível de confiança na operação do sistema ou dispositivo. Era a isso que o DHS se referia quanto ao “programa de segurança robusto”.

Bugs de software e vulnerabilidades de segurança são inevitáveis. Perder patches e atualizações é uma realidade – e uma que tem implicações muito além do setor de saúde. As organizações de vários setores lutam com o gerenciamento de vulnerabilidades e o problema de corrigir dispositivos especializados para encarar o aumento da sofisticação dos ciberataques.

Curiosamente, não consegui achar instruções para a avaliação de riscos de segurança de software da Occupational Safety and Health Administration para sistemas SCADA (supervisory control and data acquisition), mas é provável que logo eles sigam o exemplo.

Da mesma forma, o National Highway Traffic Safety Administration provavelmente terá que pesar as vulnerabilidades de software para transportes de veículos, especialmente após os recentes comentários de Richard Clarke. O ex-coordenador de proteção de infraestrutura de segurança e da luta contra o terrorismo afirmou que pesquisadores da universidade mostraram que “é relativamente fácil invadir o sistema de controle de um carro”.

Há também os céticos que acreditam que isso não é realmente um problemas e que os especialistas em segurança estão prontos para o desafio e para cuidar desses problemas. Eu sugiro a eles a leitura de “The Seven Deadly Myths of Software Security.” (Os sete mitos mortais de segurança de software)

O que muitos também não veem chegando é o aumento legal de riscos que os executivos encaram devido à ameaça de ciberataques. Enquanto pesquisava para a produção desse artigo, conversei com alguns advogados. O que começou como uma conversa sobre a responsabilidade do produto se tornou em uma discussão sobre os riscos de processos civis por negligência. Pode um fabricante, CIO ou CISO ser processado criminalmente por negligência se falharem em aplicar as correções e de forma adequada segurarem e manterem seus sistemas, no caso de um ataque cibernético que explore esses fatores resulte em morte de uma pessoa ou de várias?

Essa é uma pergunta capciosa e um vislumbre do que espera aqueles que não levarem o novo mundo de ameaças cibernéticas a sério.

Fonte:  "Morte por hacker: Será a preocupação do futuro para a área TI? - Information Week." Information Week. http://informationweek.itweb.com.br/15079/morte-por-hacker-sera-a-preocupacao-do-futuro-para-a-area-ti/ (accessed August 8, 2013).

CIO: Cloud requer a adoção de políticas internas de segurança



A computação em nuvem está deixando de ser tendência para virar um padrão. A questão não está mais na dúvida em usar ou não essa tecnologia, mas sim em como utilizá-la da melhor maneira para atender às necessidades da sua empresa com o máximo de segurança. Na era da mobilidade, da explosão de dados e da vulnerabilidade a que todos estão expostos essa preocupação se faz ainda mais essencial. É impossível ignorar esses fatos! A solução é armar-se com as tecnologias disponíveis para assegurar as suas informações.

Para fazer a melhor escolha e conquistar bons resultados é primordial conhecer as características individuais dos três modelos disponíveis no mercado. Dentre as opções que vão do SaaS (Software como serviço) à PaaS (Plataforma como serviço), passando pela IaaS (Infraestrutura como serviço), cada um deles tem suas vantagens adequadas à demandas específicas.

As companhias que têm interesse em proporcionar acesso remoto aos seus funcionários, trabalha com projetos temporários ou possui períodos de alta demanda, como envio de e-mail marketing, ou o oposto, para o uso de programas com baixo acesso, além da gestão de canais de relacionamento a solução mais indicada é o SaaS. Nesse modelo toda a solução é de responsabilidade do provedor de serviços. Apesar disso, a empresa deve ter consciência que ela tem como compromisso não expor suas informações, evitando a vulnerabilidade dos seus dados. Essa é a mesma tecnologia aplicada nos canais de busca de internet e webmail. Nesse modelo a aquisição de um software não está relacionado à compra de licenças, mas sim ao pagamento pelo período de utilização.

Com características muito semelhantes ao SaaS, a diferença da PaaS está na forma como a tecnologia é entregue, sendo adotada a web e com uma plataforma mais flexível. Utilizando componentes pré-definidos, esse modelo de computação em nuvem é ideal para serviços de colaboração em equipe, integração e triagem de serviços; integração de banco de dados e serviços de hospedagem. Outras vantagens são as facilidades para o design da aplicação, controle de versão do aplicativo, testes e implantação final para os usuários. Este serviço tem a provedora como a responsável por grande parte das operações, assim gera dois ganhos: maior dedicação dos funcionários para o core business do seu negócio e redução de custos.

A computação em nuvem IaaS tem a infraestrutura básica oferecida pelo provedor e os demais componentes e aplicativos sob responsabilidade do contratante. Ao invés de comprar servidores, software ou espaço em data center, estes recursos são usados como um serviço terceirizado, ou seja, pagam pelo serviço e não pelo produto. Esse modelo é recomendado quando as solicitações são inconstantes com picos de demanda, como ocorre nos e-commerce. Outro perfil onde o IaaS pode ser a melhor alternativa são para as empresas sem verba para realizar aportes em infraestrutura. Dentro deste modelo é possível ainda escolher entre nuvem pública, privada ou híbrida. A principal diferença entre elas está em que a primeira tem seu espaço compartilhado com outras companhias e a privada é a possibilidade de ter um espaço exclusivo para os seus dados. A opção híbrida é um misto dos dois, onde parte das informações é hospedada em cloud pública e parte em cloud privada. Na infraestrutura como serviço a cobrança é também com base no serviço e não em produto.

Independentemente do modelo de computação em nuvem escolhido é preciso ressaltar que todos têm alto índice de segurança, mas cabe às empresas fazerem sua parte e adotarem políticas internas que não exponham seus dados e não as deixem vulneráveis. No sentido de assegurar as informações confidenciais, o provedor de segurança deve realizar periodicamente uma gestão de vulnerabilidades, ameaças e riscos e compartilhar a politica de continuidade de negócios e plano de recuperação de desastres com a sua companhia.

Fonte: Santos, Alfredo dos . "Cloud requer a adoção de polí­ticas internas de segurança - CIO." CIO - Gestão, estratégias e negócios em TI para lí­deres corporativos. http://cio.uol.com.br/opiniao/2013/08/08/cloud-requer-a-adocao-de-politicas-internas-de-seguranca/ (accessed August 8, 2013).

Gizmodo: A internet quase foi chamada de Catenet


Mapa da ARPANET em abril de 1971, do artigo “Mapas Selecionados 
da ARPANET”, publicado na Computer Communications Review em outubro 
de 1990.

A tecnologia de rádio, em seus primórdios, foi muitas vezes chamada de telefone sem fio. O Xbox foi quase chamado de MEGA. Mas você sabia que a internet também quase acabou com um nome diferente? Na verdade, ela quase foi chamada de “catenet”.

Assim como a internet deriva seu nome da palavra “internetworking” (interligação de redes), o termo catenet veio da palavra “catenated” (concatenado), que significa unir em uma série conectada.

Dada essa origem, provavelmente a pronúncia era “ca-te-net” ao invés de “quei-te-net”. Mas, felizmente para as Kátias e Kates no mundo inteiro – que provavelmente ainda estariam sofrendo com trocadilhos indignos – o nome não pegou. (Quem se chama Mirtes não teve a mesma sorte…)

Em 1974, o pioneiro da internet Louis Pouzin escreveu um artigo chamado “Uma Proposta para Interconectar Redes de Comutação de Pacotes” e o apresentou na Universidade de Brunel, em Londres. Nessa apresentação, ele cunhou o termo catenet para descrever uma rede de redes que ele esperava ser adotada no futuro.

Isso, claro, foi antes da ARPANET começar sua migração para TCP/IP, protocolos que sustentam a nossa internet moderna. Vint Cerf, outro pioneiro da internet, escreveu um estudo para a DARPA em 1978, intitulado “O Modelo Catenet para Interligação de Redes“, que tentaria definir precisamente o que era esta catenet.

Pessoas dentro da comunidade de pesquisa, por vezes, ainda se referiam à internet como catenet até o início dos anos 1980. Mas, no final da década, praticamente todos estavam usando o termo mais aceito – internet.

Novas tecnologias exigem novas palavras que nos permitam falar sobre elas. Mas não há nada óbvio sobre qual nome uma determinada tecnologia deve receber. Em algum lugar do multiverso, um usuário da catenet está BackRub-ando alguma coisa – “BackRub” era um dos possíveis nomes para o Google.

Fonte: NOVAK, MATT . "A internet quase foi chamada de Catenet." Gizmodo Brasil | Tech Lovers. http://gizmodo.uol.com.br/internet-catenet/ (accessed August 8, 2013).

Convergência Digital: Algar lança portal para criação de aplicativos



A Algar Telecom, empresa de telecomunicações do Grupo Algar e detentora da marca CTBC, lançou o Coreo Beta, um portal web de criação de aplicativos que permite a qualquer usuário, no Brasil e no mundo, criar aplicações via web com diversos tipos de interação de telefonia, celular ou fixa, por meio de chamadas telefônicas, SMS e MMS.

“Atualmente para se usar um aplicativo é preciso que algum desenvolvedor o crie ou que já o tenha criado, mas com o Coreo é possível que qualquer pessoa interaja com o site e crie o seu aplicativo. Um exemplo é converter um arquivo de texto em voz e enviá-lo como uma ligação. É uma plataforma colaborativa onde todos podem contribuir de alguma maneira”, afirma a coordenadora de novos produtos da Algar Telecom, Zaima Milazzo.

O Coreo possui uma interface web amigável e diversos serviços úteis. É uma ferramenta colaborativa, que possui fóruns, wiki e blog para auxiliar o usuário na execução e resolução do problema. De simples cadastramento, é possível degustar o serviço por até 15 dias. 

Caso precise enviar SMS ou fazer ligações pela plataforma web Coreo, o usuário pode adquirir gratuitamente um número telefônico virtual e inserir créditos para uso. Além disto, está prevista a implantação de uma política de reconhecimento e recompensa aos desenvolvedores de aplicativos e componentes, bem como para aqueles aplicativos que tiverem maior uso.

“A principal inovação é unir telecom e internet em um único ambiente; além do Coreo ser aberto e colaborativo. Tecnicamente é uma plataforma que roda em um ambiente distribuído e de alta disponibilidade. É baseado em uma tecnologia que possibilita a execução simultânea de milhares de aplicativos”, complementa Zaima.

Como é uma plataforma que expõe serviços de telecom por meio de um portal web; isso só é possível graças a integração com o SDP (Service Delivery Platform) de Telecom. A operadora de Telecom disponibiliza, então, números e serviços de tarifas para SMS, MMS e ligações; e, via Coreo, é possível criar a lógica de utilização dessas funcionalidades. Atualmente, o Coreo já está integrado com a Algar Telecom, mas é possível integrá-lo com o SDP de qualquer operadora.

Uma das principais características do Coreo é que ele possui um módulo de controle, responsável por armazenar a capacidade do SDP. Através desse módulo é possível controlar, por exemplo, a quantidade de envio simultâneo de SMS, garantindo ao usuário maior controle sobre seus gastos e o sucesso de suas execuções. Além disso, o Coreo possui um módulo de segurança que garante privacidade dos dados transmitidos e recebidos. 

Este módulo, chamado Identity Server, foi desenvolvido internamente pela equipe de P&D e, através dele, é possível controlar a Autenticação, Autorização e Acesso às aplicações desenvolvidas pelos usuários. Todo o processo foi desenvolvido por uma equipe interna da Algar Telecom que tem como um dos principais pilares a Inovação.

O Coreo ainda pode auxiliar o usuário nas suas mais diversas funções, pois conta com componentes simples e úteis, tais como:

• Geo localização;

• Tradutor de texto;

• Conversor de texto em voz;

• Leitor de RSS;

• Envio de e-mail;

• Webscraper;

• WebService, que permite integração com qualquer sistema que se deseje;

• Banco de dados, pra armazenar dados úteis e acessá-los da forma que lhe convier: web, SMS, ligação de voz;

• Além dos básicos de Telecom: SMS, MMS e Ligações;

Fonte: "Algar lança portal para criação de aplicativos - Convergência Digital - Internet Móvel 3G e 4G." Convergência Digital. http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=34477&sid=17#.UgOWvdIp9Ns (accessed August 8, 2013).

Olhar Digital: Anel inteligente tranca portas e desbloqueia smartphones



Imagine que um simples anel seja capaz de trancar e destrancar portas, desbloquear smartphones e até compartilhar informações pelas redes sociais. Estas são as promessas do NFC Ring.

Feito de titânio, o anel é equipado com dois chips NFC – um para guardar suas informações privadas e outro para as públicas. Como a tecnologia é passiva, o acessório dispensa baterias.

Um aplicativo para Android permite configurar quais tipos de dados deverão ser armazenados. Assim, basta aproximar o acessório de outro equipamento com NFC para interagir com a tecnologia ou transmitir seus dados.

Como o NFC Ring é open source (código aberto), ele pode ser programado para funcionar com outros sistemas ou hackeado para desempenhar quaisquer outras funções determinadas.

Por enquanto, o produto não é compatível com alguns smartphones, como o Galaxy S4 e BlackBerry Z10, que exigem chips maiores de NFC e, consequentemente, um modelo mais largo do anel.

O ambicioso projeto está sendo financiado coletivamente no Kickstarter, onde pede 30 mil libras, mas já arrecadou cinco vezes mais. Por 18 libras (R$ 64), você pode reservar a sua unidade.

Confira abaixo um vídeo explicativo:


Fonte: "Olhar Digital: Anel inteligente tranca portas e desbloqueia smartphones." Olhar Digital: O futuro passa primeiro aqui. http://olhardigital.uol.com.br/pro/noticia/anel-inteligente-tranca-portas-e-desbloqueia-smartphones/36549 (accessed August 8, 2013).

INFO: Serasa nega violação de privacidade com dados do TSE



São Paulo - A Serasa Experian afirmou, por meio de nota, que o acordo firmado com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não prevê exclusividade no fornecimento de dados e que as informações são públicas.

Acordo de cooperação técnica entre o órgão e a empresa publicado em 23 de julho no Diário Oficial permite o repasse de informações cadastrais de 141 milhões de brasileiros, conforme reportagem do jornal O Estado de S.Paulo desta quarta-feira, 7.

Por meio de sua assessoria de imprensa, a empresa, que gerencia banco de dados sobre a situação de crédito dos consumidores do país, informou que não recebeu a base de dados do Tribunal e as informações previstas pelo acordo estão disponíveis no site do TSE.

"Este convênio não prevê qualquer exclusividade no fornecimento de dados pelo TSE à Serasa Experian, tendo como objetivo a verificação de dados para evitar fraudes contra consumidores brasileiros e também facilitar o acesso do cidadão ao crédito", diz a nota.

Pelo acordo firmado, o tribunal entrega para a empresa privada os nomes dos eleitores, número e situação da inscrição eleitoral, além de informações sobre eventuais óbitos.

O diretor-geral do TSE, Anderson Vital Corrêa, afirmou que itens como o nome da mãe ou data de nascimento serão apenas validados - ou seja, o órgão dirá à Serasa se a empresa dispõe ou não das informações corretas, mas não as corrigirá.

Para a Serasa, o acesso às informações previstas no acordo não viola o direito à privacidade do eleitor.

Nesta manhã, a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, pediu à corregedoria-geral do órgão, responsável pela medida, a suspensão do convênio até que o plenário do TSE analise o caso.

Fonte: "Serasa nega violação de privacidade com dados do TSE | INFO." INFO | Notícias, reviews, downloads, dicas e fóruns de tecnologia e internet. http://info.abril.com.br/noticias/seguranca/2013/08/serasa-nega-violacao-de-privacidade-com-dados-do-tse.shtml (accessed August 8, 2013).

Folha de S.Paulo: Tribunal dos EUA retoma disputa de patente da Apple contra o Google



Um tribunal dos EUA decidiu, nesta quarta-feira (7), que a Apple deve ser capaz de renovar os seus argumentos, na Comissão de Comércio Internacional, de que a unidade Motorola Mobility, do Google, violou duas patentes relacionadas ao iPhone.

O Federal Circuit Court of Appeals, em Washington, concluiu que a Comissão de Comércio Internacional (ITC, na sigla em inglês) errou quando invalidou uma patente da Apple e decidiu que a Motorola não violou outra. O tribunal devolveu o caso para a ITC para análise dessas questões, sob diferentes padrões legais.

Uma porta-voz da Apple se recusou a comentar e um porta-voz do Google não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.

A Apple tem realizado uma campanha de litígio global contra fabricantes de celulares que usam o sistema operacional Android, desenvolvido pelo Google.

A fabricante do iPhone tinha apresentado uma queixa contra a Motorola no ITC em outubro de 2010, que incluiu patentes relacionadas com tecnologia de toque de tela. Depois do início do litígio, o Google comprou a Motorola Mobility por US$ 12,5 bilhões.

As empresas muitas vezes fazem reclamações sobre patentes no ITC, onde os processos se movem muito mais rápido do que nos tribunais federais - e porque o ITC pode excluir produtos do mercado lucrativo dos EUA.

Fonte: "Folha de S.Paulo - Tec - Tribunal dos EUA retoma disputa de patente da Apple contra o Google - 07/08/2013." Folha Online. http://www1.folha.uol.com.br/tec/2013/08/1323041-tribunal-dos-eua-retoma-disputa-de-patente-da-apple-contra-o-google.shtml (accessed August 8, 2013).

PC WORLD: Google Chrome propositalmente expõe as senhas dos usuários. Veja como impedir


Problema afeta a todos que usam o gerenciador de senhas embutido no navegador, e pode causar dores de cabeça.


A Google está sendo seriamente criticada pela forma como o Chrome pode revelar senhas salvas a qualquer pessoa com acesso ao seu computador. Mas a empresa defende sua decisão, com o líder da equipe de segurança do navegador argumentando que outras medidas de proteção ofereceriam apenas uma “falsa sensação de segurança”.

O problema é relacionado à forma como o Chrome armazena as senhas salvas. Todas elas aparecem em uma lista acessível ao digitar chrome://settings/passwords na barra de endereços do navegador. Basta clicar em um item da lista e no botão “Mostrar” para ver a senha.


Basta um clique para ver os nomes de usuário e senhas salvas no 
Chrome.

Este não é um novo “recurso” do Chrome, mas foi trazido à tona recentemente pelo desenvolvedor de software Elliot Kember. “Os usuários não esperam que seja tão fácil acessar suas senhas”, disse Kember em um post no Facebook. “Todos os dias milhões de usuários estão salvando suas senhas no Chrome. Isto não está certo”.

Justin Schuh, líder da equipe de segurança do Chrome, defende a prática, dizendo que se alguém já tem acesso ao seu computador e à sua conta no sistema operacional, sua segurança já foi comprometida. Neste ponto, disse Schuh, um agressor poderia instalar malware no sistema ou acessar outras informações sensíveis. “Acreditamos que limites dentro da conta do usuário no sistema simplesmente não são confiáveis, e são apenas “teatro”, disse Schuh.

Schuh tem razão se estivermos falando de evitar ataques sérios. Mas e quanto à “bisbilhotagem” mais convencional, por um “amigo”, esposa ou colega de trabalho? Parece improvável que alguns destes usuários cheguem ao ponto de instalar malware, mas rápida “espiadinha” em uma conta do Facebook ou Twitter não parece estar fora de questão. Schuh não endereça este ponto.

E há outro problema com a lógica de Schuh: ele vê o Chrome como meramente um software que existe dentro de outro sistema operacional. Mas cada vez mais o Chrome é um sistema operacional por si só, hospedando apps como o Dropbox e o Google Drive, recheados de informações sensíveís. Alguém com breve acesso ao seu computador poderia dar uma espiadinha nestes apps, mas alguém com as senhas de acesso a eles pode continuamente monitorar suas contas a partir de qualquer outra máquina. E o Chrome torna fácil para qualquer pessoa perto de você conseguir estas senhas.

Elimine o problema

Se tudo isso te deixou preocupado, há algumas soluções. A primeira é não salvar senhas no Chrome clicando em Configurações / Mostrar configurações avançadas... e desmarcando a opção Ofereça para salvar senhas quando eu entrar na web em Senhas e formulários. Clique também em Gerenciar senhas salvas e limpe todas as senhas armazenadas.

Desmarque a segunda opção para evitar que o Chrome memorize suas senhas

Se você detesta ficar digitando e lembrando senhas, considere o uso de um gerenciador de senhas como o LastPass ou Dashlane, e use a autenticação via Google, Facebook ou Twitter para fazer login em sites sempre que possível. Outra opção é clicar no botão “Desconectar sua conta do Google” nas configurações do Chrome sempre que você deixar alguém usar seu computador.

Idealmente, a Google deveria pedir uma senha extra quando um usuário tenta visualizar senhas. Isso não irá impedir um hacker de acessar seu PC, mas manterá os bisbilhoteiros à distância sem grande prejuízo para o usuário. O Firefox, que também pode exibir as senhas salvas, dá ao usuário a opção de definir uma “senha mestra” para isso, mas ela deve ser habilitada manualmente.

Fonte: Newman, Jared . "Google Chrome propositalmente expõe as senhas dos usuários. Veja como impedir - PC WORLD." PC World - Guia de produtos, reviews, testes e dicas de tecnologia. http://pcworld.uol.com.br/noticias/2013/08/08/google-chrome-propositalmente-expoe-as-senhas-dos-usuarios-veja-como-impedir/ (accessed August 8, 2013).

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

SECOM - BA: Programas garantem oportunidades do primeiro emprego a jovens baianos




Jovens de todo o estado da Bahia poderão ampliar as chances de ingressarem no mercado de trabalho, por meio de ações voltadas à aprendizagem e qualificação profissional, oferecidas pelo governo estadual, que ajudam a garantir o primeiro emprego. As oportunidades estão em cursos de capacitação mantidos por programas como o Jovens Baianos, Mais Futuro, Programa de Aprendizado Jovem (Proaj) e o Programa Estadual de Inserção de Jovens no Mundo do Trabalho (Trilha).

Resultado de um convênio estabelecido entre o Governo do Estado, via Secretaria da Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-BA), o Proaj é destinado a estudantes da rede pública e oferece curso de qualificação profissional em áreas de Tecnologia da Informação e Comunicação e tem a previsão de capacitar, em quatro anos, dez mil jovens.

Dono de uma loja de serviços de informática em Periperi, no subúrbio de Salvador, Adenilton Ribeiro, 24 anos, fez curso do Proaj durante nove meses, aperfeiçoou os conhecimentos em rede de manutenção de computadores e conseguindo melhorar o próprio negócio. “Com a experiência e o conhecimento adquirido no curso pude ampliar os serviços, o que aumentou a quantidade de clientes”.

Trilha

Implementado pela Secretaria de Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), o Programa Trilha oferece oportunidade para jovens de baixa renda que necessitam de qualificação para entrar no mercado de trabalho. Há cursos de capacitação nas áreas de arte e cultura, comércio e serviço, turismo e hospitalidade, metal mecânica, beleza e estética, esporte e lazer e tecnologia da informação.

Somente em 2013 foram abertas pelo Trilha 3.500 vagas gratuitas de qualificação em 25 municípios baianos. O programa é voltado para jovens de 16 a 29 anos que tenham concluído ou que estejam frequentando regularmente o ensino médio na rede pública (ou cursos do programa Educação de Jovens e Adultos) e que pertençam a famílias cadastradas no Bolsa Família.

Rede TV Jovem

Outro destaque na preparação e capacitação profissional, o Programa Jovens Baianos, mantido pela Secretaria de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza (Sedes), é voltado para a formação de jovens na faixa etária de 16 a 24 anos. Por meio de parcerias e convênios com organizações não governamentais, o programa integra diferentes projetos e atende cerca de dois mil jovens a cada ano em cursos nas áreas da construção civil, audiovisual, design, informática e outras.

A Rede TV Jovem é um dos projetos do Jovens Baianos que oferece cursos de Roteiro, Edição, Fotografia, Técnica de Áudio, Produção para TV e Vídeo, Interpretação, Direção e Figurino em Salvador, e nos municípios de Irecê e Senhor do Bonfim. Graças ao convênio entre a Sedes e a ONG Ação pela Cidadania, Antônio Carvalho descobriu a profissão exercida hoje como cinegrafista na TV Pelourinho. “O curso me preparou para o mercado e para o mundo. Hoje estou trabalhando e incluído”.

Mais Futuro

Segundo o coordenador do programa, Jabes Soares, mais que a capacitação profissional, os projetos promovem a cidadania e o protagonismo juvenil. “Primeiro a ideia é que eles possam transformar a própria realidade de suas famílias, mas que possam também interferir também na comunidade”. Esta é também uma das preocupações do Programa Mais Futuro, uma iniciativa da Secretaria da Administração do Estado (Saeb) e das Voluntárias Sociais da Bahia (VSBA).

O objetivo do Mais Futuro é inserir jovens de 18 a 22 anos de escolas públicas e em situação de vulnerabilidade social no mercado de trabalho. A meta é beneficiar cinco mil jovens e adolescentes até 2014. Durante formação técnico-profissional, que inclui carga-horária teórica, os jovens escolhidos por meio de seleção pública atuam como aprendizes em órgãos públicos do Estado.

Com duração de dois anos, o contrato de aprendizagem garante o salário de R$ 634,21, além de vale-transporte, auxílio-lanche e plano de saúde. Ao final do programa, os jovens são encaminhados para vagas de emprego por meio do cadastro no banco de dados do Sistema de Intermediação para o Trabalho (SineBahia).

No caso de Rodrigo Almeida, a efetivação no emprego veio logo depois do término do contrato na Procuradoria Geral do Estado (PGE), onde foi contratado para o cargo de coordenador na Procuradoria Administrativa. “O diferencial do programa é o objetivo de não apenas inserir, mas capacitar o jovem para o mercado de trabalho”. Desde 2008, quando foi criado, o Mais Futuro já beneficiou mais de três mil jovens. Até 2014, a meta é alcançar cinco mil aprendizes beneficiados pelo programa.

Fonte: "Programas garantem oportunidades do primeiro emprego a jovens baianos — SECOM - BA :: Secretaria de Comunicação Social - Governo do Estado da Bahia." Secom - Secretaria de Comunicação Social - Governo da Bahia — SECOM - BA :: Secretaria de Comunicação Social - Governo do Estado da Bahia. http://www.comunicacao.ba.gov.br/noticias/2013/08/06/programas-garantem-oportunidades-do-primeiro-emprego-a-jovens-baianos (accessed August 7, 2013).

INFO: Espionagem dos EUA é grave e viola direitos humanos, diz Brasil


 
Sede da Onu: Brasil fez duras críticas aos EUA.

São Paulo - O Brasil denunciou nesta terça-feira na ONU que o programa de espionagem dos Estados Unidos é "grave", representa uma violação dos direitos humanos dos cidadãos e atenta contra a soberania dos países afetados.

"Atenta contra a soberania dos Estados e representa uma violação dos direitos humanos, e em particular do direito à privacidade e à informação", disse o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, em um debate no Conselho de Segurança presidido pela Argentina.

Patriota lembrou que os chanceleres do Mercosul transmitiram nesta segunda-feira ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, a posição do bloco sobre este assunto e anunciou que recorrerão a outras instâncias das Nações Unidas.

Para o chanceler brasileiro, a espionagem realizada pelas agências de inteligência dos EUA na América Latina e outras áreas do mundo representa uma "grave violação" que tem um impacto "profundo" no sistema internacional.

Além disso, Patriota fez uma chamada para que os esforços que a comunidade internacional faz para combater o terrorismo respeitem os direitos humanos e o direito internacional humanitário.

Fonte: "Espionagem dos EUA é grave e viola direitos humanos, diz Brasil | INFO." INFO | Notícias, reviews, downloads, dicas e fóruns de tecnologia e internet. http://info.abril.com.br/noticias/seguranca/2013/08/espionagem-dos-eua-e-grave-e-viola-direitos-humanos-diz-brasil.shtml (accessed August 7, 2013).

Convergência Digital: Banda larga: fabricantes temem pela continuidade do PNBL




Para os fabricantes de equipamentos, nativos ou multinacionais, o Plano Nacional de Banda Larga é um empurrão forte na demanda – seja pelo benefício direto nas encomendas às empresas brasileiras, seja indiretamente, pelos efeitos do programa nas redes das operadoras privadas. Mas entre avanços e insucessos, o maior temor é de que o PNBL permaneça.

“O principal desafio do PNBL é sua continuidade. Se pudermos fazer alguma coisa de útil a ele é assegurar que continue. Ajustes fazem parte da dinâmica, mas sem continuidade os investimentos podem não ter nenhum resultado”, avalia o presidente da Padtec, Jorge Salomão Pereira.

Mesmo sendo um projeto novo – foi formalmente apresentado em 2010, mas efetivamente só começou a investir efetivamente em ampliação de rede no ano seguinte – há sinais que alimentam a desconfiança. “A Telebras tem um orçamento de menos de R$ 100 milhões por ano. Até agora só teve R$ 19 milhões este ano”, destacou o presidente da Nokia Siemens Networks, Aluizio Byrro.

A Telebras é naturalmente citada por ser, na origem, o braço executivo do PNBL. O programa foi desenhado tendo a criação de uma rede de telecomunicações de abrangência nacional com “viés” neutro – ou seja, ser um insumo acessível para enfrentar as dificuldades de penetração no mercado diante da forte concentração nas ofertas de atacado.

A tarefa, no entanto, parece ter ficado pela metade. “Em que pese a pouca idade do PNBL brasileiro comparado a outros países, no que diz respeito ao backbone a Telebras está muito bem, tem mais de 15 mil km, é um dos maiores do Brasil e já passou por um primeiro grande teste que foi a copa das confederações”, destaca o diretor de relações governamentais da Ericsson, Alessandro Quattrini.

Ele ressalta, porém, que faltou dar a esse avanço na rede a capilaridade. “No objetivo de disseminar a banda larga, esse backbone não é correspondido no acesso, não é refletida no backhaul. No que diz respeito à rede da Telebras, o backhaul tem que ser revisto”, sustenta.

Ou, nas palavras do presidente da Nokia Siemens, a demanda é por acelerar o programa. “As medidas que o Brasil vem tomando vão na direção certa, mas temos que aumentar a velocidade. A Telebras precisa ter mais recursos, muito mais recursos do que tem hoje para atender aqueles locais onde ela é mais necessária”, insiste.

“O PIB da china cresce 7% a 8% ao ano. Disso, cinco pontos percentuais vêm da construção civil. Os outros dois ou três vêm da tecnologia, e deles, 80% de telecom. Portanto, o Brasil pode somar dois pontos percentuais ao crescimento de seu PIB com um programa como o PNBL, que leva ao desenvolvimento tecnológico e dá escala para competir no mundo”, conclui Pereira, da Padtec.

Fonte: Grossmann , Luís Osvaldo . "Banda larga: fabricantes temem pela continuidade do PNBL - Convergência Digital - Inclusão Digital." Convergência Digital. http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=34465&sid=14#.UgJFgNIp9Ns (accessed August 7, 2013).

INFO: Teles deverão explicar denúncias de espionagem, diz governo



Brasília - As comissões de Relações Exteriores do Senado e da Câmara vão chamar empresas de telecomunicações que atuam no Brasil para prestar esclarecimentos sobre denúncias de espionagens de comunicações telefônicas e eletrônicas de brasileiros.

Segundo o senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES), presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, foram aprovados requerimentos para ouvir empresas que operam com internet e telecomunicações, principalmente as que têm parceria com companhias norte-americanas.

Ele citou o caso de empresas como Facebook, Google, Twitter e Microsoft. “Nós estamos convidando, e quero crer que é uma oportunidade que essas empresas não estarão perdendo, sobretudo em razão da transparência e da credibilidade”, disse o senador.

Na tarde de hoje (6), as comissões de Relações Exteriores das duas casas do Congresso ouviu o jornalista Gleen Greenwald, do jornal britânico The Guardian. Segundo ele, operadoras brasileiras de telecomunicações estão trabalhando com uma grande empresa americana que fornece dados para a Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês).

“Eles têm acordos com empresas de telecomunicações brasileiras grandes, e com esses acordos eles têm acessos ao sistema, e a empresa americana está coletando os dados e dando para a NSA. A questão para os brasileiros é quais empresas brasileiras estão trabalhando com essas empresas”.

Aqui no Brasil, o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil) negou que as empresas do setor forneçam ou facilitem informações que possam quebrar o sigilo de seus usuários, salvo mediante ordem judicial na forma da lei brasileira.

Greenwald disse que conversa regularmente com o ex-consultor de informática Edward Snowden, que vazou os dados para o jornalista, mas as conversas são feitas por meio de criptografia. Perguntado se Snowden tem medo de morrer por causa das denúncias, Greenwald disse que o único medo dele é ter as informações ignoradas pelo mundo.

“O Snowden não tem medo de nada. A única coisa que ele teve medo foi de achar que iria se sacrificar para divulgar essa informação e o mundo não daria importância. Mas agora ele está vendo que tem um debate sério no mundo todo, então ele não tem nenhum medo, porque sabe que a escolha que ele fez está certa”.

Fonte: "Teles deverão explicar denúncias de espionagem, diz governo | INFO." INFO | Notícias, reviews, downloads, dicas e fóruns de tecnologia e internet. http://info.abril.com.br/noticias/seguranca/2013/08/teles-deverao-explicar-denuncias-de-espionagem-diz-governo.shtml (accessed August 7, 2013).

INFO: Ministro afirma que banda larga deve ser expandida nas periferias



São Paulo – Paulo Bernardo, ministro das Comunicações, esteve presente no lançamento da On Telecom e ressaltou a importância de que mais empresas atuem no mercado para ampliar o acesso à banda larga. “O Brasil tem quase 200 milhões de habitantes, mas um volume pequeno de conexões de banda larga fixa. Há um espaço extraordinariamente grande para o crescimento desse mercado”, disse.

O ministro também comentou que as empresas de telecomunicações devem expandir seus serviços para as regiões mais pobres do país, onde normalmente os serviços são caros e ruins. “Visitei a periferia de Brasília, onde as pessoas pagam 80 reais por uma internet a rádio, com tecnologia antiga e serviço precário. As grandes empresas não enxergam as regiões periféricas, mesmo com o aumento do poder de consumo”, afirmou.

De acordo com o político, é necessário que o governo crie condições para desenvolver o mercado e melhorar o ambiente de negócios, além de facilitar a instalação de infraestrutura e verificar possíveis mudanças na legislação. “É necessário que a banda larga consiga penetrar pelo país. Só o Ministério da Saúde pretende expandir a conexão em 13 mil postos de saúde, com serviços de telemedicina e diagnóstico à distância.”

João Batista de Rezende, presidente da Anatel, também esteve presente no evento e começou sua fala cobrando mais ousadia das empresas de telecomunicações. “Achei que vocês [On Telecom] foram tímidos no leilão, poderiam ter comprado o serviço para mais cidades. Há um mercado importante em diferentes regiões do Brasil”, afirmou.

Em tom bem humorado, Rezende afirmou que o investidor húngaro-americano George Soros, responsável por injetar 150 milhões de dólares na On Telecom, deve “abrir o bolso” para expandir a empresa em mercados como o Nordeste e o Sul. “Com mais uma empresa oferecendo o serviço da banda larga fixa, esperamos que o usuário possa ter uma experiência bem sucedida”, disse. 

Fonte: Tanji, Thiago . "Ministro afirma que banda larga deve ser expandida nas periferias | INFO." INFO | Notícias, reviews, downloads, dicas e fóruns de tecnologia e internet. http://info.abril.com.br/noticias/mercado/2013/08/ministro-afirma-que-banda-larga-deve-ser-expandida-nas-periferias.shtml (accessed August 7, 2013).

Olhar Digital: No Brasil, 95% dos jovens internautas se dizem viciados em tecnologia; faça o teste

No Brasil, 95% dos jovens internautas se dizem viciados em tecnologia; faça o teste


Segundo o Ibope Media, 95% dos jovens brasileiros entre 15 e 33 anos com acesso à internet se consideram viciados em tecnologia. O dado resulta de pesquisa realizada pelo painel online CONECTAí, em parceria com o portal youPIX, com a participação de 1063 internautas.

Todos que se classificam como dependentes usam o Facebook; 74% afirmam utilizar o Skype e 72% o Twitter. Serviços de internet banking estão presentes na rotina de 70% deles e aplicativos de mensagens instantâneas (Whatsapp) na de 63%. O percentual é o mesmo dos que acessam blogs.

O aplicativo para publicação de fotos Instagram é usado por 59% dos jovens internautas e os jogos online são um hábito para 56%. No total, 48% aderem à rede social corporativa Linkedin.

E você, se considera viciado em tecnologia? Faça o teste abaixo preparado em parceria peloOlhar Digital e pela psicóloga especialista em internet pela PUC/SP Luciana Ruffo.


 
 
(caso não consiga fazer o teste, clique aqui)

Fonte: "Olhar Digital: No Brasil, 95% dos jovens internautas se dizem viciados em tecnologia; faça o teste." Olhar Digital: O futuro passa primeiro aqui. http://olhardigital.uol.com.br/noticia/no-brasil-95-dos-jovens-internautas-se-dizem-viciados-em-tecnologia-faca-o-teste/36517 (accessed August 7, 2013). 

IDG Now!: Smartphones podem evoluir o suficiente para acabar com o uso de senhas



Segundo especialistas, celulares surgem como fortes candidatos a substituir senhas usadas na autenticação de serviços.

Os onipresentes smartphones, os quais muitas pessoas dependem tanto profissional quanto pessoalmente, surgem como fortes candidatos a substituir senhas usadas na autenticação de serviços.

Muitos especialistas concordam que um "assassino" de senhas é necessário para reforçar a segurança de sites. O gosto que as pessoas têm para criar senhas fáceis de adivinhar, frequentemente usadas em sites, enfraquece - e muito - a sua eficácia. Além disso, as sofisticadas tecnologias de decodificação fazem até mesmo senhas criptografadas serem facilmente quebradas por hackers.

Porque um smartphone é um dispositivo que poucas pessoas ficam sem, ele é visto como o lugar perfeito para armazenar credenciais. Adicione vários sensores em um telefone que podem ser usados para identificar seu dono, e o motivo de usá-lo para autenticação se torna mais forte.

"Eu acho brilhante", disse o analista da Gartner, Trent Henry, com relação ao uso de smartphones para autenticação. "Estamos descobrindo que este será o tipo de autenticação no futuro." 

Um número de fornecedores com a mesma opinião que Henry está dando o seu melhor para levar a indústria nessa direção. Authy, Clef e Duo Security são exemplos de tais fornecedores. 

Mesmo as grandes empresas de segurança estão entrando no mercado. No mês passado, a RSA adquiriu a PassBan, que fornece tecnologia que permite usar reconhecimento facial e de voz de um smartphone para autenticação multifatorial. 

Atualmente, a maioria dos fornecedores usam celulares para autenticação de dois fatores. Se um site oferece suporte ao serviço de um fornecedor, então, quando uma pessoa acessa o serviço, um número de identificação pessoal único (PIN) é enviado ao telefone. Introduzir o PIN completa o processo de entrada. 

Infelizmente, a maioria dos consumidores não está disposta a usar essas medidas adicionais, então a busca por um método mais fácil e melhor continua.

A Authy seguiu pelo mesmo caminho na semana passada, com a introdução de um aplicativoque conecta um telefone Android ou iPhone em um computador Apple via Bluetooth. A partir de então, quando uma pessoa visita o Facebook, o Dropbox, o Gmail ou outro site ao qual fornece suporte, a credencial armazenada no telefone é usada para entrar na rede automaticamente.

O fundador e CEO da Authy, Daniel Palacio, vê o aplicativo como apenas um começo. Com o tempo, os mesmos meios de autenticação podem ser usados com o Google Glass, um relógio digital ou qualquer outro tipo de tecnologia vestível.

O trabalho da Authy e de seus concorrentes reflete a busca da indústria pela solução perfeita, que ainda está distante.

"A experimentação superficial no mercado significa que ainda não se encontrou a solução certa, e que talvez nunca encontremos uma única que satisfaça todos os cenários", disse Eva Maler, analista da Forrester Research. "Senhas não são susceptíveis de serem totalmente suplantadas, a menos que uma única solução apareça algum dia."

Para que os celulares substituam as senhas, os dispositivos terão de saber quando o real proprietário está acessando um site e não um criminoso que roubou um telefone ou o encontrou. 

A biometria é uma resposta possível, contanto que scanners de impressões digitais altamente confiáveis e seguros e tecnologia de reconhecimento facial e de voz possam ser desenvolvidas.

Outra possibilidade são sensores de telefone que podem identificar o usuário pela forma como ele ou ela caminha. Tal tecnologia, chamada de "reconhecimento de marcha", está atualmente em fase de pesquisa no Instituto de Tecnologia da Geórgia e no Instituto de Tecnologia de Massachusetts.

Uma vez que a biometria se tornar bastante sólida em identificar o dispositivo de um usuário, "começaremos a ter um sistema de autenticação muito, muito, muito seguro, livre de problemas", disse Palacio. "As pessoas simplesmente irão comprá-lo e ele funcionará."

Enquanto tal sistema pode ser muito melhor do que as senhas atualmente em uso, isso não significa que crackers vão estar fora do negócio.

"Os atacantes continuarão a ir atrás dessas novas técnicas, por isso temos que ter muito cuidado com as propriedades de segurança", disse Henry. "Em outras palavras, ainda teremos que avaliar que tipo de ataque poderia ocorrer."

Fonte: Gonsalves, Antone . "Smartphones podem evoluir o suficiente para acabar com o uso de senhas - IDG Now!." IDG Now! - Notícias de tecnologia, internet, segurança, mercado, telecom e carreira. http://idgnow.uol.com.br/mobilidade/2013/08/06/smartphones-podem-evoluir-o-suficiente-para-acabar-com-o-uso-de-senhas/ (accessed August 7, 2013).

G1: Ministro defende regulação de distribuição de filmes e vídeos on-line


 
O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo,
participou de evento da ABTA nesta terça-feira (6).

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, defendeu nesta terça-feira (6) a regulação dos serviços de distribuição de filmes e vídeos por empresas que operam diretamente pela internet, como a Netflix.

Sem citar especificamente o nome de nenhuma empresa, o ministro considerou justa a reivindicação das empresas de TV por assinatura que operam no país, que pedem que as empresas que operam sob novos formatos de distribuição de conteúdo sejam submetidas às mesmas regras e carga tributária.

“Me parece pertinente a reclamação. Tem um serviço prestado diretamente pela internet que não tem as mesmas condições”, disse Bernardo, citando como exemplo as nova obrigações de cota de produção nacional.

A maior reclamação do setor, entretanto, é a diferença de carga tributária. Segundo o ministro, empresas que distribuem filmes via internet não costumam pagar determinados impostos.

“Não tem tributo nenhum porque não tem nenhuma regulação sobre esse serviço. Você paga hoje, assina, paga com um cartão de crédito internacional e o dinheiro vai lá para fora. De certa forma, para este segmento, nós somos um paraíso fiscal”, afirmou.

O ministro disse que já solicitou que a Anatel e Ancine estudem a questão, mas que ainda não há uma definição sobre prazos e modelo para a regulação.

“É um assunto complexo do ponto de vista jurídico, técnico e tributário, mas temos que enfrentar o problema”, disse Bernardo, em entrevista após participar da abertura da feira e congresso ABTA 2013, em São Paulo. “Eles podem ser tributados, porque vendem um serviço aqui. Agora precisamos saber a forma eficaz de fazer isso”.

Segundo o ministro, a carga tributária atual das empresas de TV por assinatura é em torno de 20%. “O ICMS da TV por assinatura é em torno de 10%, depende do estado. E os tributos federais variam entre 8% e 10%”, disse.

Segundo Bernardo, embora não exista um levantamento do governo do número de assinantes destes serviços via internet no Brasil, o volume já é relevante.

“Nos Estados Unidos, eles têm mais de 30 milhões de assinantes já. É o dobro dos assinantes da TV por assinatura que nós temos no Brasil. Então é evidente que é relevante”, disse Bernardo, lembrando que o país tem hoje cerca de 17 milhões de assinantes de Tv paga.

Isonomia

O presidente executivo da ABTA (Associação Brasileira de Televisão por Assinatura) Oscar Simões, cobrou condições isonômicas para todos os players do mercado. “A indústria de TV por assinatura não pode carregar um peso que não existe para os novos formatos de entrega”, criticou.

O presidente da Anatel, João Rezende, explicou que os serviços de distribuição de conteúdo diretamente via internet, a partir de outros países, não é regulado pela agência.

“Infelizmente, a internet é um serviço de valor adicionado, e a Anatel não regula”, afirmou. Na avaliação dele, esse tipo de questão deveria ser abordado pelo Marco Civil da Internet, que está em discussão no Congresso.

“O marco civil é que precisa pensar nesta questão de produção de conteúdo. Se o marco civil mudar isso, pode ser que a Anatel passe a discutir a questão”, disse Rezende.

Regulamentação

Paulo Bernardo também defendeu uma regulamentação que fixe cotas de conteúdo nacional e regional na TV aberta e nas rádios. Segundo o ministro, a ideia seria uma regra semelhante à criada para a lei de TV por assinatura.

“Não tem nada de absurdo nisso”, disse Bernardo, apontando que a regulamentação da TV aberta e das rádios está prevista na constituição. Questionado por jornalistas sobre a posição do Partido dos Trabalhadores (PT) e do governo sobre o assunto, o ministro afirmou que não se trata de regulação de conteúdo.

“Não estamos falando de regulação de conteúdo. Não vamos fazer regulação da mídia. Trata-se especificamente de rádio e televisão”, afirmou. “Não é dizer o que é o conteúdo, é dizer que tem que ter produção nacional, regional”, disse.

Em março deste ano, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou a regulamentação da nova lei de TV por assinatura que, entre as mudanças, reduziu as restrições à participação estrangeira em empresas do setor, estabeleceu cotas de conteúdo local na programação paga e permitiu a entrada das empresas de telefonia nesse mercado.

O ministro citou como exemplo as situações em que uma rede de dezenas de rádios distribui o mesmo sinal para todas as cidades, sem produções locais. “Acho que está errado, tem que ter produção local. Então sou a favor de ter essas cotas de conteúdo”, afirmou em entrevista, após participar da abertura da feira e congresso ABTA 2013.

Ele disse também que é contra a regulamentação da mídia impressa e internet e que a constituição não prevê este tipo de regulação para estes canais. “Sou rigorosamente contra fazer qualquer regulação para esse setor”, disse Bernardo.

O ministro afirmou ser favorável, porém, a alguma lei que vise garantir direito de resposta.

“Quando falamos que não vamos discutir conteúdo queremos dizer que não estamos preocupados com o que o noticiário, o locutor ou o articulista vai dizer. Ou é assunto para direito de resposta, se for considerado ofensivo, ou é assunto para polêmica, para briga política. Isso é a democracia”, disse.

Fonte: Alvarenga, Darlan . "Economia - Ministro defende regulação de distribuição de filmes e vídeos on-line." G1 - O portal de notícias da Globo . http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/08/ministro-defende-regulacao-de-distribuicao-de-filmes-e-videos-line.html (accessed August 7, 2013).