quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Canal Tech: Você sabe o que acontece em um único segundo na Internet?


Enquanto você lê essa simples frase, mais de 200 mil vídeos do YouTube são visualizados. Impressionante, não? Nem tanto, se pensarmos que nesse mesmo tempo mais de oito milhões de e-mails são enviados em todo o mundo. 

Os números da Internet são realmente impressionantes, e não param de crescer a cada dia, hora, minuto, segundo. Um projeto chamado "One Second on the Internet" nasceu para colocar esses números alucinantes em perspectiva e nos dar uma visão mais ampla do quanto as pessoas interagem com as mídias sociais.

O site traz gráficos que contam cada tweet, status do Facebook, e-mails, fotos no Instagram, entre outras atividades da web, que são realizadas a cada segundo enquanto você navega pela página. Você vai ficar assustado com a quantidade de informação que as pessoas jogam no mundo virtual em tão pouco tempo!

Confira a média de dados enviados em cada categoria de atividades na Internet, de acordo com o One second on the Internet:
Votos expressos no Reddit: 197 por segundo
Fotos no Instagram: 463 por segundo
Mensagens no Tumblr: 833 por segundo
Chamadas no Skype: 1.024 por segundo
Tweets: 3.935 por segundo
Arquivos enviados para o Dropbox: 11.574 por segundo
Pesquisas no Google: 33.333 por segundo
Vídeos assistidos no Youtube: 46.333 por segundo
Likes no Facebook: 52.083 por segundo
E-mails enviados: 1.670.000 por segundo


Fonte: "Você sabe o que acontece em um único segundo na Internet? - Internet." Canaltech. http://canaltech.com.br/noticia/internet/Veja-o-que-acontece-em-um-unico-segundo-na-Internet/ (accessed August 15, 2013).

INFO: Escolas melhoram ensino e criam novos negócios com big data



São Paulo – Se há uma lição que universidades e escolas aprenderam com as redes sociais e os gadgets móveis, é que a tecnologia tem tudo para ser uma grande aliada do ensino.

Um dos benefícios mais sensíveis percebidos pelas escolas foi a adoção de serviços de computação em nuvem. Afinal, com os dados disponíveis em servidores remotos, foi possível dar sentido à onda de mobilidade experimentada por alunos e estudantes, oferecendo apostilas, provas e conteúdo didático multimídia acessível de qualquer lugar, por qualquer dispositivo.

Agora, com os dados de desempenho de alunos e materiais didáticos digitalizados, os colégios experimentam uma segunda onda de inovação, a adoção de serviços de big data. Como o próprio nome sugere, essa tecnologia consiste no processamento e análise de grandes volumes de dados, recurso que pode oferecer informações preciosas para melhorar a eficácia de conteúdos ensinados, diminuir a evasão de alunos e até permitir às escolas a descoberta de novas áreas de atuação.

De acordo com o diretor de gestão da informação e performance da consultoria PwC, Rui Botelho, empresas estão desenvolvendo serviços de análise das informações registradas nos sistemas de TI de escolas e universidades para ajudá-las a interpretar esses dados. “Com essas análises, é possível descobrir em que classes há diferenças de aprendizagem e, no caso de escolas com muitas unidades, quais apresentam maior ou menor deficiência”, afirma Botelho.

Segundo o consultor, algoritmos de big data vasculham todas as informações geradas pelo histórico de matérias acessadas por alunos na nuvem e relacionam suas notas, ausências e comentários publicados ao seu aproveitamento escolar, gerando relatórios ricos, que servem de insumo para que os educadores identifiquem os pontos fortes e fracos de suas turmas. Uma das vantagens do binômio computação em nuvem e big data é permitir a análise de dados em tempo real. Assim, podemos observar a compreensão de um determinado conteúdo por meio de uma prova online aplicada logo após a aula e, depois, o próprio algoritmo de análise poderá sugerir livros ou identificar as deficiências de cada estudante, destaca Botelho.

Oportunidades para empreendedores – A digitalização da sala de aula deve abrir, ainda, novas oportunidades para empreendedores individuais ou escolas inovadoras. Uma possibilidade, por exemplo, é a venda de conteúdos em formato digital, um serviço que nem todas as escolas dominam plenamente e, por isso, podem necessitar de parceiros.

Outro aspecto que pode ser melhorado é a evasão de alunos, um problema comum a todas as universidades. Afinal, todos os anos, por razões variadas, boa parte dos alunos que ingressaram em um curso vai abandonar os estudos. Uma das formas de reduzir a taxa de desistência nas instituições é detectar os alunos com maior propensão a dar continuidade aos estudos e torná-lo um influenciador do curso em sua rede de relacionamentos. Identificando amigos que se conhecem, em tese, dá para identificar o perfil dessas pessoas e, dentro da rede virtual, criar ofertas e campanhas direcionadas para que alunos propensos a se formar influenciem os amigos a seguir em frente nos estudos e, ao mesmo tempo, criar campanhas específicas para fidelizar estudantes com maior probabilidade de desistir, indica Botelho.

De acordo com o professor do curso de pós-graduação da ESPM Gil Giardelli, com apoio em novas tecnologias, como nuvem e big data, as universidades brasileiras podem se articular entre si e criar cursos globais, abrindo novos mercados.

“Por que não podemos ganhar escala e tornar nossas escolas players da educação global?”, questiona. Segundo Giardelli, esse conceito já é explorado por universidades americanas e, do ponto de vista tecnológico, algo plenamente viável para as instituições brasileiras. O desafio é explorar as tecnologias de nuvem e big data em favor da educação e dos negócios.

Fonte: "Escolas melhoram ensino e criam novos negócios com big data | INFO." INFO | Notícias, reviews, downloads, dicas e fóruns de tecnologia e internet. http://info.abril.com.br/noticias/it-solutions/2013/08/escolas-melhoram-ensino-e-criam-novos-negocios-com-big-data.shtml (accessed August 15, 2013).

Olhar Digital: Confira 5 músicas brasileiras sobre tecnologia

Confira 5 músicas brasileiras sobre tecnologia


Não é de hoje que a tecnologia estimula os artistas. Em 1917, Ernesto dos Santos e Mauro de Almeida cantarolavam o samba “Pelo telefone” para comentar a novidade pouco conhecida à época.

O tempo passou, os avanços tecnológicos foram incorporados ao nosso dia a dia, e a música continua a se apropriar destes elementos para retratar a sociedade. Por isso separamos cinco canções brasileiras – de diferentes gêneros – que falam sobre o assunto. Confira:

Pela internet

Em 1997, a internet ainda engatinhava no Brasil quando Gilberto Gil transmitiu seu show pela web. Na apresentação, ele divulgou Pela internet, o primeiro single de seu discoQuanta. Em tempos que mal existiam redes sociais, Gil compôs para mostrar quão impressionado estava com os efeitos da rede.




Mamãe no Face

Zeca Baleiro tece interessantes comentários à imprensa cultural na música que faz parte de O Disco do Ano. O cantor comenta, em uma espécie de carta endereçada a sua mãe, o suposto sucesso de seu álbum e cita a relevância de ser um “megahit no YouTube” ou o “hype do Ringtones”.




Tribunal do Feicibuqui

Neste ano Tom Zé emprestou sua voz para a Coca-Cola e isso causou muita polêmica entre alguns de seus seguidores, que o chamaram de “vendido”. Irritado, o músico resolveu responder aos comentários com o EP Tribunal do Feicibuqui. A faixa-título, interpretada em parceria com o rapper Emicida, simula, ironicamente, uma série de comentários dos conhecidos “haters” apontando o dedo para o compositor.



Vou te excluir do meu Orkut – Ewerton Assunção

Você pode até não lembrar, mas um dia o Orkut foi a principal rede social no Brasil. E você provavelmente teve uma conta lá. Nessa época, muitos casais se conheceram e se relacionaram pelo site – alguns tinham, inclusive, até perfil conjunto. Por isso, nada mais justo do que a homenagem feita nesse forró de Ewerton Assunção.




Admirável Chip Novo

A faixa-título do disco de estreia da cantora Pitty. O single ajudou a roqueira a se destacar na cena nacional há 10 anos. A música, cujo título é uma clara referência ao livro Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, tenta dar à sociedade um ar de robô e dizer que nada mais é orgânico.

Fonte: "Olhar Digital: Confira 5 músicas brasileiras sobre tecnologia." Olhar Digital: O futuro passa primeiro aqui. http://olhardigital.uol.com.br/noticia/36746/36746 (accessed August 15, 2013).

G1: Coreia do Norte diz ter fabricado smartphone; especialista contesta


 
Smartphone norte-coreano aparentemente roda
o sistema operacional Android, do Google.

A Coreia do Norte afirma ter produzido seu primeiro smartphone com fabricação totalmente nacional. Mas um especialista contesta a notícia, dizendo que o aparelho usa tecnologia de Hong Kong.

O aparelho Arirang, cujo nome é uma referência a uma canção do folclore do país, foi apresentado à imprensa estatal pelo líder Kim Jong-un.

No ano passado, o país lançou um tablet próprio, mas especialistas em tecnologia disseram que o aparelho era de fabricação chinesa.

A descoberta foi feita por Martyn Williams, especialista em tecnologia norte-coreana, que percebeu que vários códigos de software do tablet foram criados originalmente por uma empresa de Hong Kong.

Agora, Williams diz que o novo smartphone também não tem tecnologia norte-coreana. O especialista diz que o aparelho provavelmente foi fabricado na China e enviado à Coreia do Norte. Segundo ele, não há imagens do aparelho sendo fabricado na Coreia do Norte. Os vídeos divulgados mostram apenas inspeções nas fábricas.

 
Kim Jong-un visita fábrica.

Significado 'educacional'

Kim Jong-un fez a visita à fábrica ao lado do ministro de propaganda e do diretor da Agência de Notícias Central da Coréia do Norte (KCNA) - o que indica que os telefones poderiam ser usados para disseminar conteúdo produzido pelo governo.

Kim testou o aparelho que aparentemente roda o sistema operacional Android, do Google.

Não foram divulgados detalhes sobre as especificações técnicas do smartphone.

A KNCA noticiou que o líder elogiou a resolução da câmera fotográfica do aparelho. A notícia diz que Kim vê no celular um 'significado educacional de fazer as pessoas amarem coisas da Coreia'.

Telefones celulares existem na Coreia do Norte desde 2008. A rede nacional é administrada em parceria do governo norte-coreano com a empresa egípcia de telecomunicações Orascom.

A rede é bastante restrita. Não há acesso à internet e os aparelhos só fazem ligações internas no país.

Por um curto período, estrangeiros conseguiam usar a internet em seus aparelhos, mas esse acesso foi revogado posteriormente.

Acredita-se que muitos na Coreia do Norte, em especial pessoas próximas à fronteira, usaram telefones celulares ilegais para contatar pessoas no exterior.

Fonte: "G1 - Coreia do Norte diz ter fabricado smartphone; especialista contesta - notícias em Tecnologia e Games." G1 - O portal de notícias da Globo . http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2013/08/coreia-do-norte-diz-ter-fabricado-proprio-smartphone-especialista-contesta.html (accessed August 15, 2013).

Olhar Digital: No Dia da Informática, relembre a história do computador


Há 67 anos surgia o primeiro dispositivo que se ousou chamar de computador e, por isso, a cada ano o dia 15 de agosto é lembrado como Dia da Informática. Trata-se de uma homenagem ao ENIAC, surgido em 1946.

Acrônimo de Computador e Integrador Numérico Eletrônico, o ENIAC foi desenvolvido por dois cientistas norte-americanos chamados John, o Mauchly e o Presper Eckert, ambos da Universidade da Pensilvânia.

O projeto começou em 1943 e a ideia era que o computador efetuasse cálculos balísticos para o Exército dos Estados Unidos, que estava envolvido com a Segunda Guerra Mundial.

Era um nível tecnológico inimaginável para muita gente. Funcionando a uma velocidade 1 mil vezes superior ao alcançado pelas máquinas da época, o ENIAC ganhou até o apelido de "cérebro gigante".

Hoje, é claro, os 5 mil cálculos que ele fazia por segundo não são sequer comparáveis aos quatrilhões de operações que o supercomputador chinês Tianhe-2 alcança no mesmo tempo - é o mais potente do mundo, atualmente.

Mas o que ocorreu entre aquele trambolho que pesava mais de 30 toneladas e o ultrabook que equipa salas por aí? Clique nos balões do resumo abaixo e descubra:

Fonte: "Olhar Digital: No Dia da Informática, relembre a história do computador." Olhar Digital: O futuro passa primeiro aqui. http://olhardigital.uol.com.br/noticia/especial-dia-da-informatica/36754 (accessed August 15, 2013). 

IDG Now!: Cresce número de malware Android distribuído por redes de publicidade



As redes de publicidade móvel podem fornecer uma abertura para servir a malware voltados a dispositivos Android, de acordo com pesquisadores da empresa de segurança Palo Alto Networks, que encontraram novas ameaças Android sendo distribuídas desta maneira.

A maioria dos desenvolvedores mobile incorporam estruturas de publicidade em suas aplicações, a fim de gerar receita. Ao contrário dos anúncios exibidos dentro de navegadores Web, propaganda exibida dentro de aplicativos móveis são servidos por um código que de fato faz parte dessas aplicações.

A incorporação do código para a rede de publicidade em uma aplicação móvel em si garante que anúncios sejam monitorados e que os desenvolvedores são pagos, mas ao mesmo tempo esse código de terceiros representa um backdoor no dispositivo, disse Wade Williamson, analista sênior de segurança da Palo Alto Networks, em um post no blog segunda-feira (12).

"Se a rede de publicidade móvel vira maliciosa, então um aplicativo completamente benigno poderia começar a trazer conteúdo malicioso para o dispositivo", disse Williamson. "O que você tem nesse momento é uma botnet pronta".

Há precedentes para este tipo de ataque. Em abril, a empresa de segurança móvel Lookout identificou 32 aplicativos hospedados na Google Play que estavam usando uma rede de publicidade maliciosa - mais tarde apelidada de "BadNews"

Os aplicativos eram benignos, mas a rede foi projetada para enviar malware direcionado a usuários de língua russa or meio desses aplicativos. O vírus se passava por atualizações para outras aplicações populares.

De acordo com Williamson, os pesquisadores da Palo Alto Networks recentemente identificaram um ataque similar na Ásia, que envolvia o uso de uma rede de publicidade fraudulenta para enviar códigos maliciosos por meio de outros aplicativos sem ser detectado por fornecedores de antivírus móveis.

A carga maliciosa implantada pela rede de anúncios é executada de forma silenciosa na memória do dispositivo e espera que os usuários iniciem a instalação de qualquer outro aplicativo, disse Williamson. Nesse ponto, o vírus solicita que o usuário também instale e conceda permissões para ele, aparecendo como se fosse parte do processo de instalação do novo aplicativo.

"Esta é uma abordagem muito elegante que realmente não requer que o usuário final faça qualquer coisa 'errada'", disse o pesquisador.

Uma vez instalado, o malware tem a capacidade de interceptar e ocultar mensagens de texto recebidas, bem como enviar SMS a fim de inscrever os usuários de serviços móveis pagos, explicou a Palo Alto Networks, em uma descrição do ataque enviada via e-mail.

Nova tática

Tais ataques são, provavelmente, específicos para determinadas regiões geográficas, disse o analista sênior de e-ameaça da Bitdefender, Bogdan Botezatu, na terça, via e-mail.

O especialista espera que a distribuição de malware por meio de redes de publicidade móvel se torne mais comum, especialmente em países onde os dispositivos móveis não podem acessar a loja official do Google Play, ou onde os usuários têm dificuldades na compra de aplicativos de maneira legítima, fazendo com que a maioria dos dispositivos Android sejam configurado para aceitar APKs (pacotes de aplicativos Android) de fontes desconhecidas.

Isso não significa que os aplicativos que fornecem malware por meio de redes de propaganda não podem fazer isso também pela Google Play, como pode-se verificar com o incidente da BadNews.

A loja online do Google verifica APKs para malware antes de aprová-los, então obter um APK infectado lá pode ser bastante difícil, disse Botezatu. No entanto, um servidor de publicidade malicioso pode permanecer "adormecido" até depois de a aplicação ser aprovada e, então, iniciar a entrega do malware, disse o pesquisador.

Botezatu acredita que os usuários são mais propensos a ser vítima de ataques de "malvertising" lançados por meio de aplicativos móveis do que em browsers. Isso porque tem havido muitos casos de infecções por malware baseadas em anúncio em computadores e os usuários são, portanto, provavelmente mais cuidadosos com onde clicam durante a navegação, disse.

Os usuários do Android devem se certificar de que seus dispositivos não estão configurados para permitir a instalação de aplicativos de fontes desconhecidas e devem executar uma solução antivírus móvel, que pode ser capaz de detectar aplicativos maliciosos entregues via redes de anúncios, disse.

Fonte: Constantin, Lucian . "Cresce número de malware Android distribuído por redes de publicidade - IDG Now!." IDG Now! - Notícias de tecnologia, internet, segurança, mercado, telecom e carreira. http://idgnow.uol.com.br/mobilidade/2013/08/13/cresce-numero-de-malware-android-distribuido-por-redes-de-publicidade/ (accessed August 15, 2013).

INFO: Serviço permite enviar mensagens criptografadas de graça



São Paulo - Após as denúncias de espionagem digital por parte dos Estados Unidos, serviços que oferecem troca de mensagens criptografadas passaram a ser cada vez mais procurados pelos usuários. 

No entanto, ainda há poucas opções disponíveis gratuitamente no mercado. Com foco nesses usuários, a empresa Vialink lançou um sistema online que criptografa mensagens enviadas por meio do navegador.

Pelo sistema ViaCRYPT qualquer usuário que queira enviar uma mensagem de conteúdo sensível pode utilizar o serviço gratuitamente. 

Basta digitar o conteúdo da mensagem na página e o sistema irá gerar um link para ser repassado ao destinatário. No entanto, este link só poderá ser aberto uma única vez e depois a mensagem será deletada. 

Enquanto o link não for aberto, a mensagem fica armazenada no servidor da Vialink de forma segura por meio de um algoritmo de criptografia, sem limite de prazo para que seja lida. Segundo os desenvolvedores, quebrar o código poderia levar milhares de anos e nem mesmo a empresa tem acesso aos dados. 

“O padrão de criptografia é forte o bastante para não ser quebrado. E como nem nós temos a senha, mesmo que alguém consiga copiar ou tenha acesso ao arquivo no servidor, nunca conseguirá saber que informação contém. É algo tão seguro que, com a arquitetura atual, nem mesmo com um mandato judicial a Vialink seria capaz de expor as informações, simplesmente porque não as possui”, afirma Marcelo Salhab, engenheiro de computação e diretor-executivo da Vialink. 

Segundo Salhab, as mensagens são criptografadas no próprio navegador do cliente por meio do algoritmo AES 256bits, que gera uma senha aleatoriamente. E então o conteúdo é armazenado nos servidores da Vialink com um identificador único. 

O endereço URL gerado é composto por um identificador único e uma senha aleatória. A senha nunca é enviada para os servidores da Vialink e só é utilizada para decodificar a mensagem no próprio navegador quando o link gerado for aberto.

Um código em Javascript é o responsável por analisar essa URL e resgatar a mensagem por meio do identificador único. Após abrir o link, o servidor então retorna a mensagem e a apaga. 

“Se o link original tentar ser aberto novamente ele vai apresentar erro de mensagem não encontrada, porque ele simplesmente não existe mais”, diz Salhab.

De acordo com o especialista, o ViaCRYPT pode ser utilizado para enviar senhas ou números de cartão de crédito, troca de chave pública do Bitcoin e mensagens que não podem ser vistas por terceiros. 

Além disso, o código fonte da página é aberto e os algoritmos utilizados para a criptografia também estão disponíveis para análise e uso por outros programadores. 

“É difícil prever os usos que serão dados para a ferramenta. Mas o que nos motivou a desenvolver a ferramenta, foi a troca segura de senhas e dados críticos, como cartão de crédito. Quando divulgamos para os primeiros usuários, um amigo enviou uma mensagem para quatro pessoas dizendo que pagaria um chopp para quem lê-se a mensagem primeiro”, disse Salhab.

Fonte: Campi, Monica . "Serviço permite enviar mensagens criptografadas de graça | INFO." INFO | Notícias, reviews, downloads, dicas e fóruns de tecnologia e internet. http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/2013/08/servico-permite-enviar-mensagens-criptografadas-de-graca.shtml (accessed August 15, 2013).

INFO: Não espere privacidade ao usar o Gmail, diz Google



São Paulo – O Google adverte: Não espere privacidade ao usar o Gmail. Portanto, se você é um dos mais de 400 milhões de usuários do serviço gratuito de e-mails da empresa, é bom ter em mente que as mensagens trocadas via Gmail não são exatamente restritas apenas aos remetentes e destinatários.

“Assim como o remetente de uma carta para um colega de trabalho não pode se surpreender se o assistente do destinatário a abrir, quem usa serviços de e-mail baseados na web não pode se surpreender com o fato de que suas mensagens são processadas pelo provedor”, declarou o Google.

O contexto do argumento é um pedido de indeferimento solicitado pela empresa à justiça americana e é a resposta do Google a uma ação judicial da qual é alvo.

Esta ação, revelada pela entidade de proteção ao consumidor Consumer Watchdog, alega que a empresa viola leis americanas quando acessa os e-mails para determinar quais anúncios serão exibidos aos usuários no Gmail.

Já o Google, por sua vez, diz que os termos de serviço e as políticas de privacidade do Gmail são claros e explicam detalhadamente o que acontece com as mensagens trocadas através dos seus servidores. Quem concorda em usar o Gmail, portanto, também está de acordo com os seus termos.

Google x privacidade - Apesar de dura, a posição da empresa em relação à privacidade dos usuários dos seus serviços não é uma novidade. O site Business Insider lembrou um episódio similar envolvendo Eric Schimidt, presidente do conselho do Google, em uma entrevista à rede americana CNBC, em 2009.

O executivo declarou que, na realidade, os mecanismos de buscas retêm informações dos seus usuários em certos momentos. “E, nos Estados Unidos, estamos sujeitos ao Patriot Act e é possível que tais informações sejam disponibilizadas às autoridades”, finalizou. 

*Matéria atualizada em 14/08, às 16h45: Em nota, o Google esclarece que “nenhum ser humano lê os e-mails ou a informação das contas dos nossos usuários para mostrar anúncios ou informações relacionadas. O processo é automático e faz parte da atividade normal de fornecer o serviço para o usuário. A privacidade e a segurança de nossos usuários sempre foi e continuará sendo a nossa prioridade”.


Fonte: Ruic, Gabriela . "Não espere privacidade ao usar o Gmail, diz Google | INFO." INFO | Notícias, reviews, downloads, dicas e fóruns de tecnologia e internet. http://info.abril.com.br/noticias/seguranca/2013/08/nao-espere-privacidade-ao-usar-o-gmail-diz-google.shtml (accessed August 15, 2013).

INFO: Arma 3D acende debate sobre impressão de objetos perigosos



Durante a Segunda Guerra, os Aliados produziram uma pistola de fabricação simples, capaz de disparar só uma vez, e a chamaram Liberator FP-45. A ideia era jogá-la de aviões para as forças de resistência aos nazistas na França e em outros países invadidos. A Liberator ressurgiu em uma versão que ilustra as inovações e os desafios de nossa época.

A nova Liberator é distribuída pela internet, e para fabricá-la não é preciso mais do que uma impressora 3D doméstica, vendida por cerca de 400 dólares. Um dos idealizadores do projeto, o estudante de direito da Universidade do Texas Cody Wilson, 25 anos, teria criado a arma para mostrar que a aprovação de leis de desarmamento nos Estados Unidos não impedirá que as pessoas tenham a liberdade de portar armas.

Mais do que isso, Wilson iniciou uma polêmica que está longe de chegar ao fim. Afinal, qual é o limite para a distribuição de objetos perigosos por meio da internet? Poucos dias após a publicação da Liberator, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos ordenou a remoção dos arquivos da internet. Até o polêmico Kim Dotcom se opôs ao projeto, impedindo que fosse hospedado no seu serviço,o Mega. Embora o estudante Wilson tenha acatado o pedido de retirar o esboço da arma do ar, já era tarde. O arquivo se espalhou e, em dois dias, foi baixado mais de 100 mil vezes. Segundo o grupo Defense Distributed, que publicou o link para o download da pistola Liberator, o Brasil foi o terceiro país que mais baixou o projeto.

Mas imprimir a arma no país é crime. “Uma coisa é baixar. Outra é fabricar. Isso fere o Estatuto do Desarmamento, que proíbe a produção não autorizada de armas, e pode gerar pena de quarto a oito anos de reclusão, mais multa”, afirma Coriolano Almeida Camargo, advogado e presidente da Comissão de Crimes de Alta Tecnologia da OAB-SP. Há também o risco de a arma machucar quem a manipula. Feita de plastic ABS, o mesmo usado nos tijolinhos da Lego, a pistola só tem uma peça metálica. Tratase de um prego, necessário para o disparo de balas de calibres como o .22 e o .380.

Como esse mecanismo é rudimentar, a pistola corre o risco de explodir no momento do tiro. A falta de precisão da arma, no entanto, não é a maior preocupação das autoridades. Hoje a produção da Liberator é artesanal demais para ser usada em larga escala por criminosos ou militares. Mas o projeto está vivo e qualquer pessoa pode modificá-lo.

Fonte: Gusmão, Gustavo . "Arma 3D acende debate sobre impressão de objetos perigosos." Info: Arma 3D acende debate sobre impressão de objetos perigosos. http://info.abril.com.br/noticias/blogs/gadgets/miscelanea/arma-3d-acende-debate-sobre-impressao-de-objetos-perigosos/ (accessed August 15, 2013).

G1: 'PC de vestir' não pode deixar usuário a cara do Homem de Ferro, diz criador


 
Sonny Vu, presidente-executivo da Misfit Wereables, 
mostra o sensor de atividades corporais Shine, do tamanho 
de uma moeda de R$ 0,25.

Os críticos do Google Glass que atacam o mais ilustre integrante da onda de computadores de vestir ganharam um argumento de peso de um dos desenvolvedores pioneiros na área.

"Muitos tipos de computadores de vestir não são muito 'vestíveis'. Isso ocorre por uma razão muito básica: eles foram desenhados sem ter em mente que deveriam ser vestidos", afirmou nesta quarta-feira (14) em São Paulo o vietnamita Sonny Vu, presidente executivo da Misfit Wereables, uma firma que desenvolve PCs para vestir.

"Muitos dos produtos que você vê agora, como medidores de batimentos cardíacos, relógios, braceletes, braçadeiras, parecem armaduras", brinca o empresário, comparando a aparência de quem veste esses equipamentos a do Homem de Ferro, personagem dos quadrinhos que foi para a tela do cinema. "Pode ser 'okay' para fazer exercícios físicos, mas há um abismo se você for usar no dia a dia. Ninguém vai vestir isso".

"O Homem de Ferro é muito legal, certo? Mas se vestir como ele é só para algumas pessoas. Talvez para atletas. Todas as outras pessoas se vestem como eu e você. Eles não querem usar uma armadura", afirmou ao G1.

Fenômeno dos anos 2000

Há 20 anos trabalhando com equipamentos eletrônicos para vestir, Sonny Vu é o fundador da AgaMatrix, a primeira companhia do mundo a fabricar dispositivos médicos que se conectassem ao iPhone. Também é o criador de outros 15 aparelhos aprovados pela FDA (agência do governo norte-americano voltada para a saúde).

Vu fundou a Misfit ao lado de John Sculley que, fora ter sido o homem que demitiu Steve Jobs da Applex em 1985, é um dos poucos executivos a ter no currículo os cargos de presidente executivo da Apple e da Pepsi.

Com seus produtos, Vu ganhou prêmios de design. Para exemplificar a aversão das pessoas a PCs de vestir que parecem bugigangas, Vu narra um episódio em que perguntou no Twitter quando as pessoas começariam a aderir a essas tecnologias. "Quando isso parar de me fazer parecer Tron", respondeu uma tuiteira, comparando roupas e acessórios inteligentes aos do filme futurista.

"Coletar dados é um fenômeno dos anos 2000. Por séculos, as pessoas não usavam roupas para coletar informação. Usavam porque estava na moda, era confortável ou protegia", diz. "Para fazer um grande produto ‘vestível’, ele tem de ser bonito ou invisível", sentencia Vu.


 
Tentando fazer da moda algo menos virtual para o mundo dos PCs de vestir, a Misfit criou o Shine, um sensor de atividades corporais do tamanho de uma moeda de R$ 0,25, que pesa 10g e pode ser usado como broche, pulseira ou bracelete.

Recarregando camisas

O botão inteligente ganhou fãs. Em janeiro de 2013, simpatizantes da ideia doaram US$ 846 mil para a tecnologia sair do papel. Para utilizar o sensor, é necessário instalar um aplicativo que, por enquanto, está disponível apenas para iPhones. Uma versão para celulares que rodam o Android começará a ser desenvolvida em 2014.

Funciona assim: o primeiro passo é inserir no app metas de exercício, e opções de atividades serão sugeridas; antes de começar a correr, nadar ou andar, é preciso sincronizar o Shine com o app (basta colocar o botão sobre o iPhone); durante os exercícios, o botão avisa quanto falta para o objetivo ser atingido; ao fim das atividades, após uma nova sincronização, o aplicativo exibe a evolução do desempenho que contém informações como calorias queimadas, passos dados e distância percorrida.

Além disso, o Shine pode funcionar como um relógio. Uma das vantagens sobre concorrentes é a bateria, que dura até 180 dias, enquanto concorrentes precisam ser recarregados semanalmente como o Fitbit, a cada cinco dias como o Fuelband, da Nike e a cada dez dias como o Jawbone.

"Há camisas que são sensores, mas é preciso recarregá-la a cada dois dias. Isso não é muito útil, pois quantas pessoas recarregam suas camisas aqui agora? Ninguém faz isso", brinca Vu. Para ele, o ideal é fazer equipamentos que não forcem as pessoas a mudarem seus hábitos.

Ainda este ano, a Misfit lançará outros dois computadores de vestir que também captarão dados. Mas diferentemente do Shine, focado em bem estar e exercícios, os produtos serão voltados para saúde.

Fonte: Gomes, Helton Simões '. "G1 - 'PC de vestir' não pode deixar usuário a cara do Homem de Ferro, diz criador - notícias em Tecnologia e Games." G1 - O portal de notícias da Globo . http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2013/08/pc-de-vestir-nao-pode-deixar-usuario-cara-do-homem-de-ferro-diz-criador.html (accessed August 15, 2013).

INFO: Empreendedor planeja rede social para mortos


 
O analista Dinart Azevedo morou no cemitério para 
criar software.

São Paulo – Com um sistema que controla de exumações até a limpeza de lápides, o analista de sistemas Dinart Azevedo, 30 anos, lucrou 80 mil reais em 2012. Mas seu software de gestão de cemitérios, o Sysgrave, é só o começo. Vem aí a Reviva Vida, uma rede social com perfis de pessoas mortas, para serem lembradas.

Desenvolver para cemitérios não foi uma ação planejada. A oportunidade surgiu há quatro anos, quando o empreendedor paraibano trabalhava em São Paulo. “Conheci investidores que ganharam a licitação de um cemitério no litoral paulista e queriam um sistema de controle”, afirma Azevedo. O Memorial de São Vicente faz cerca de 200 enterros e 300 exumações por mês. Para entender a dinâmica do negócio, Azevedo mudou-se para uma cabana dentro do cemitério, onde morou por seis meses. Estudava seu funcionamento durante o dia e programava à noite.

A estratégia deu certo. O Sysgrave reduziu em 200 mil reais os gastos por ano do cemitério. Com o apoio do programa de empreendedorismo BizSpark, da Microsoft, Azevedo agora busca investidores. Em paralelo,desenvolve a RevivaVida, rede social para quem está vivo lembrar dos que já partiram. O empreendedor diz que o público para o projeto está garantido. “Afinal, todo mundo morre um dia, não?”

Fonte: Rothman, Paula . "Empreendedor planeja rede social para mortos | INFO." INFO | Notícias, reviews, downloads, dicas e fóruns de tecnologia e internet. http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/2013/08/empreendedor-planeja-rede-social-para-mortos.shtml (accessed August 15, 2013).

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

INFO: Congresso Internacional Software Livre começa hoje em Brasília


 
Estudantes de escolas públicas participam do debate 
sobre inclusão digital e erradicação da miséria no 
4º Congresso Internacional de Software Livre e Governo 
Eletrônico (Consegi).

Brasília – Uma cadeira de rodas controlada com a força do pensamento e criada por estudantes universitários brasileiros será uma das tecnologias apresentadas no Congresso Internacional Software Livre e Governo Eletrônico (Consegi), que começa hoje (13) na Escola de Administração Fazendária. A inovação traduz o que pensa o cidadão em comandos. 

No Espaço de Robótica e Inovação também serão expostas, até quinta-feira (15), tecnologias como o robô capaz de apoiar o resgate de vítimas de incêndio, o mouse controlado por movimentos faciais e as lâmpadas que acendem ou apagam por meio do celular. Todas as inovações foram construídas a partir de tecnologias baseadas em softwares e hardwares livres.

Neste ano, o tema do evento é Portabilidade, Colaboração e Integração. A proposta do Consegi é reunir governo, academia e sociedade para trocar experiências e apresentar tecnologias que facilitem o acesso a serviços públicos e a melhorar o cotidiano das pessoas.

Os hackers também terão espaço no evento com o HackDay, onde ativistas e participantes do congresso se reúnem para desenvolver programas e aplicativos, a partir de dados disponibilizados pelo governo, que ajudem o cidadão na hora de fiscalizar o Poder Público.

No Festival de Instalação de Software Livre, instrutores vão promover um mutirão para instalar. Serão feitas ainda oficinas-relâmpago para explicar as principais funcionalidades de softwares livres que podem ser usados para diversão, educação e como instrumentos de trabalho. A programação completa pode ser acessada na página do evento. (http://www.consegi.gov.br/)

O congresso é promovido pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) e vai oferecer mais de 190 palestras, debates e oficinas gratuitas. Segundo a organização, além de pesquisadores e conferencistas, 720 alunos da rede pública e 600 alunos das universidades federais, estaduais, particulares e institutos federais devem participar do evento.

Fonte: "Congresso Internacional Software Livre começa hoje em Brasília | INFO." INFO | Notícias, reviews, downloads, dicas e fóruns de tecnologia e internet. http://info.abril.com.br/noticias/ti/2013/08/congresso-internacional-software-livre-comeca-hoje-em-brasilia.shtml (accessed August 14, 2013).

Diário Oficial Bahia: Empresa do Parque Tecnológico conquista certificação internacional



A empresa baiana ZCR Informática é a primeira do Norte/Nordeste a receber o certificado ISO 27001 concedido pela Bureau Veritas Certification (BV). A conquista da certificação foi comemorada ontem com um café da manhã, no Parque Tecnológico da Bahia. "A certificação comprova a eficiência da empresa na prestação de serviços na área de tecnologia, atendendo requisitos internacionais", disse o secretário de Ciência Tecnologia e Inovação da Bahia, Paulo Câmera.

De acordo com ele, "é muito importante a Bahia estar em consonância com a tendência mundial de investimentos neste segmento. Isso prova que a ZCR Informática está preparada para enfrentar o mercado", afirmou Câmera. A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado (Secti) tem o principal desafio de contribuir para que a Bahia tenha novo ritmo de desenvolvimento sustentável e o incremento de tecnologias de ponta, via Parque Tecnológico (foto), considerado centro de convergência do sistema estadual de inovação.

Segundo o diretor-presidente da ZCR Informática, Ruben Delgado, a empresa atua no parque desde a fundação, em abril de 2012. "Nosso objetivo é permanecer próximo das melhores empresas de tecnologia, além de estabelecer parcerias com companhias que atuam no mesmo ramo." Criada há 22 anos, a ZCR é especializada no desenvolvimento de softwares inovadores, está presente em Angola e possui clientes na Europa e África, além de realizar cooperação tecnológica com empresas espanholas.

Fonte: "Diário Oficial: Bahia." Egba - Empresa Gráfica da Bahia. http://www.egba.ba.gov.br/diario/_DODia/DO_frm0.html (accessed August 14, 2013).

Convergência Digital: Para teles, política pública deve priorizar Internet móvel



As operadoras privadas querem que o governo direcione as políticas públicas de massificação do acesso à Internet para a banda larga móvel, além de efetivar algumas iniciativas que não chegaram a frutificar ainda – como a Lei das Antenas e algumas das desonerações prometidas.

“O PNBL deveria se focar mais na massificação que na otimização. A banda larga fixa vai ter expansão nos mercados onde ela se encontra, até porque o percentual de fibra óptica ainda não é tão forte. Mas os 80% de acessos móveis têm que ser o foco de uma nova política”, defendeu em audiência na Câmara dos Deputados, realizada nesta terça-feira, 13/08, o diretor do sindicato nacional das teles, Carlos Duprat.

“Fibra óptica é um mercado das capitais – e nas pequenas isso ainda está longe. A agregação da nova demanda se dará pela banda larga móvel”, insistiu. Assim, o Sinditelebrasil listou como prioridades a liberação da faixa de 700 MHz – “essencial para o mundo móvel” – e a votação da Lei das Antenas. “É fundamental que seja agilizado. Temos grande dificuldade de implantação das antenas e depois dele precisamos fazer um périplo para sensibilizar os prefeitos.”

ICMS

Na reunião que discutiu a evolução do Plano Nacional de Banda Larga, o sindicato das operadoras também lamentou que uma das maiores dificuldades na disseminação do acesso é o impacto dos impostos, especialmente o ICMS, no preço do serviço. “Estivemos aqui há dois anos para falar de metas do PNBL, mas dois anos depois vemos que no lugar de redução, três estados aumentaram o ICMS.”

No ano passado, a Bahia subiu o ICMS de telecomunicações de 27% para 28%, o Amazonas de 25% para 30%, e o Mato Grosso foi de 30% a 32%. E mesmo assim nenhum deles chegou a bater a alíquota cobrada em Rondônia, a maior do país, de 35%. “Tivemos o convênio 38 [do Confaz, que permite a redução de imposto estadual para a banda larga], mas apenas 17 estados aderiram e deles cinco até agora não regulamentaram”, completou o diretor do Sinditelebrasil. 

Fonte: Grossmann , Luís Osvaldo . "Para teles, política pública deve priorizar Internet móvel - Convergência Digital - Telecom." Convergência Digital. http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=34551&sid=8#.UguG9tIp9Ns (accessed August 14, 2013).

CORREIO: Com apenas 13 mil profissionais no país, salário de gerente de projetos chega a R$ 18 mil


A gerente de projetos Bartira Lira já mudou de empresa algumas vezes por receber melhores propostas de emprego. “Recebo convites constantemente”, conta ela, que hoje trabalha no grupo Odebrecht. O professor Américo Pinto, da Fundação Getúlio Vargas, descobriu um ‘gap’ de mercado e ganha dinheiro terceirizando gerentes de projetos. “Tenho 170 profissionais na Noorden Group. As empresas que precisam, ligam pra lá e terceirizam por um, dois anos”. 

Bartira e Américo são personificações de um mercado em ascensão: o de gestão de projetos. Toda empresa, seja de que área for, precisa de profissionais que gerenciem e acompanhem os projetos. No entanto, em todo o Brasil, há apenas 13 mil profissionais certificados pela Project Management Institute (PMI), maior associação do mundo para a profissão. 

Cristina é gerente de projetos na Avansys: cargo bem remunerado, com vagas 
em todo tipo de mercado.

Mas se no Brasil há ainda muito espaço para crescer, na Bahia a situação é ainda pior. Ou melhor. São apenas 300 profissionais certificados. Isso faz com que a profissão seja bastante valorizada pelo mercado e tenha os salários inflacionados pela falta de oferta de mão de obra. Segundo o PMI, os salários variam de R$ 8 mil a R$ 18 mil. 

“Com o crescimento da economia e o aumento da competitividade, as empresas não podem mais errar. E um projeto bem gerido diminui o risco. Quanto melhor o projeto, melhor o resultado”, explica a presidente do PMI-BA, Cristina Serravalle. 

Segundo ela, a demanda na Bahia segue a tendência do restante do país. “Aqui, o governo é um bom contratante, também tem muitas obras no interior do estado, os polos industriais com cada vez mais empresas se instalando. A Ford, Jac, Itaipava; todas precisam de gestores de projetos”, contabiliza. 

“Toda e qualquer empresa sempre vai ter um projeto a realizar”, completa o professor e empresário Américo. Por isso, ele emenda, profissionais graduados em qualquer área, e até quem não é graduado, pode se especializar nisso. Os setores que mais demandam, no entanto, são a construção civil, o petróleo e as telecomunicações. “O profissional vale o quão raro ele é. Em petróleo, gente com formação em projetos é raríssima”.

Cristina Serravalle: ‘Quanto melhor o projeto, melhor 
o resultado’.

Cursos

Para se tornar um gerente de projetos, é preciso fazer um MBA ou um curso preparatório para tirar a certificação. Para quem tem curso superior, também são necessárias 4,5 mil horas de experiência em projetos. Quem não é graduado em nada precisa de mais do que isso: 7,5 mil horas. “A instrução não basta, a diferença está nos detalhes que só vêm com a experiência”, justifica Américo.

Foi o caso de Camila Loureiro, gerente de projetos da empresa de TI Avansys Tecnologia. “Eu me formei em Sistemas de Informação e comecei a trabalhar no setor que desenvolvia sites. Depois fui para a coordenação de projetos, me certifiquei e, há seis anos sou gerente”, conta ela que hoje se diz realizada profissional e financeiramente. “É um cargo bem remunerado, e o interessante é que tem vagas em todo tipo de mercado”, observa. 

Sobre a função em si, ela conta que seu trabalho começa nas análises de viabilidade e dos riscos dos projetos, para depois iniciar o planejamento e o acompanhamento de sua execução. 

A gerente Bartira, do Grupo Odebrecht, concorda que a experiência é importante. “O certificado não basta. Ser gerente de projetos é ter habilidades que só a experiência traz”, conclui. “Hoje o certificado deixou de ser diferencial, porque toda vaga vai exigir”. Como Camila, a entrada dela no mercado de projetos aconteceu de maneira natural. “Vim da área de desenvolvimento e comecei a me envolver com a parte do controle, a parte gerencial de um projeto. Então fiz a certificação porque o PMP (Project Management Professional, certificado mais bem aceito no mercado) é um título reconhecido”, conta. 

“Todos os editais de contratação de gerentes de projetos exigem o PMP como forma de garantir a qualidade do profissional e minimizar os riscos”, explica Cristina, do PMI. Segundo ela, a certificação é confiável por ser considerada difícil de conseguir. “Para obtê-la é necessário fazer uma prova com 200 questões”, completa.

Onde se especializar
3PTA - Tekes & Associados Brasil: curso para certificação. (71) 3012-6611/ 8883-0612

Centro de Excelência em Gestão: curso para certificação. (71) 9307-3493/ 9925-5545

Unijorge MBA (18 meses), no campus do Stiep. Matrículas abertas, por 18 x R$ 490

Unifacs MBA (19 meses), em Salvador e Feira de Santana. Matrículas abertas, por R$ 10.805,40 e R$ 7.647,30, respectivamente

Fac. Ruy Barbosa: MBA (18 meses), no campus da Pituba. Matrículas em outubro, por 20 x R$ 650

Gestão de projetos é tema de congresso a partir de hoje

O Project Management Institute (PMI), maior associação sem fins lucrativos do mundo para a profissão de gerenciamento de projetos, realiza a partir de hoje a terceira edição do Congresso Nacional de Gerenciamento de Projetos. O evento acontece até sexta no Fiesta Convention Center, e as inscrições podem ser feitas no local, a um custo entre R$ 120 a R$ 620, dependendo das atividades escolhidas.

Entre minicursos, worshops e palestras, a principal atração será a Comunicação Eficaz com Executivos Patrocinadores Garante o Sucesso, feita por William Moylan, do conselho diretivo do PMI. Segundo um estudo da associação, para cada US$ 1 bilhão gasto em projetos, US$ 135 milhões estão em risco, 56% desse montante (US$ 75 milhões) devido às comunicações ineficazes. As atividades têm início às 8h de hoje. Mais informações pelo: www.pmiba.org.br/cngp2013. 

Fonte: "CORREIO | O QUE A BAHIA QUER SABER: Com apenas 13 mil profissionais no país, salário de gerente de projetos chega a R$ 18 mil." CORREIO | O QUE A BAHIA QUER SABER: Capa. http://www.correio24horas.com.br/noticias/detalhes/detalhes-1/artigo/com-apenas-13-mil-profissionais-no-pais-salario-de-gerente-de-projetos-chega-a-r-18-mil/ (accessed August 14, 2013).

Imasters: Brasil chega a 105 milhões de pessoas conectadas à Internet


De acordo a empresa especializada em análise de audiências online Navegg, o Brasil registrou um total de 105 milhões de pessoas conectadas à Internet no primeiro trimestre de 2013.


O domínio dos acessos foi da classe C, que representou 61% dos internautas. As classes A e B somaram 37%, e a E, 2%.

O resultado revela um avanço da classe média, já que, no primeiro trimestre, 55% das pessoas conectadas à rede eram da classe C.

As pessoas com idade entre 25 e 34 anos também ampliaram sua dominância na Internet, chegando a 46% dos internautas no segundo trimestre – nos três meses anteriores, esse índice era de 42%. Jovens entre 18 e 24 anos somaram 27% dos acessos.

Mais de 11 milhões de pessoas acessaram a Internet via dispositivos aparelhos móveis, como tablets e smartphones, o que elevou as conexões mobile em 12%.

Fonte: "Brasil chega a 105 milhões de pessoas conectadas à Internet | iMasters ." iMasters - Artigos e Tutoriais sobre Internet e Desenvolvimento . http://imasters.com.br/noticia/brasil-chega-a-105-milhoes-de-pessoas-conectadas-a-internet/ (accessed August 14, 2013).

IDG Now!: Consumidores ainda resistem em gastar com segurança móvel, diz Gartner



Consumidores ainda não estão comprando esse tipo de produto em quantidades suficientes. E, mesmo quando o fazem, gastam menos dinheiro.

Os consumidores ainda estão relutantes para adquirir software antivírus móvel, o que pode resultar em baixas financeiras para os fornecedores de segurança, incapazes de gerar receita com a tendência BYOD. É o que prevê a empresa de analises Gartner.

De acordo com o relatório "BYOD Initiatives Offer New Opportunities for Consumer Security Providers", as vendas de PCs estão caindo, restando aos fornecedores competir em um mercado de crescimento lento de software de segurança.

O déficit poderia ser recuperado a partir de vendas de software de segurança móvel, se não fosse pelo fato de que os consumidores ainda não estão comprando esse tipo de produto em quantidades suficientes. Mesmo quando o fazem, eles estão gastando menos dinheiro.

Uma solução parcial para os vendedores poderiam ser o BYOD, ou "traga o seu próprio dispositivo", porque os consumidores podem colocar os produtos de segurança móvel em seus smartphones e tablets por intermédio do empregador, segundo a Gartner.

"Isso representa aos fornecedores de consumidor e de produtos de segurança de endpoints corporativos uma oportunidade para reforçar a segurança em dispositivos privados e potencialmente expandir a sua atuação voltada ao consumidor", disse o diretor de pesquisa da Gartner, Ruggero Contu.

"Consequentemente, os gerentes de produtos a fornecedores de segurança de consumo precisam adotar estratégias que permitam o uso seguro de dispositivos pessoais no ambiente de trabalho da empresa."

De acordo com o analista, o consumidor atualmente tem cerca de cinco dispositivos em casa com conexão à Internet. A sua vontade de defender esses equipamentos com softwares pagos pode variar no futuro dependendo da sua idade, sexo e habilidades de TI, disse a empresa sem entrar em detalhes sobre qual a combinação de motivos pode ser menos propensa a desembolsar dinheiro com antivírus.

A Gartner fez uma observação sobre a importância do BYOD, porque as empresas continuarão a investir em softwares de segurança, muitas vezes por motivos de conformidade. 

O que não está tão claro é: até que ponto as plataformas móveis serão integradas à segurança, tanto por razões regulatórias como praticidade.

Se a quantidade de malware móvel aumentar e se tornar um grande problema no Android, digamos, o Google provavelmente vai sentir que precisa resolver o problema por seus próprios meios, deixando produtos pagos em desvantagem.

"A atual consciência com relação à segurança e seu impacto sobre os usuários de dispositivos móveis tende a mudar", disse Contu.

"A Gartner espera que os ataques se concentrem cada vez mais em plataformas móveis, a medida que estas se tornam mais populares. É provável que isso faça com que os consumidores mostrem mais interesse por produtos de segurança voltador a dispositivos móveis e irão adquirir segurança móvel como parte de uma plataforma de segurança de endpoint mais ampla."

Fonte :Dunn, John E . "Consumidores ainda resistem em gastar com segurança m
móvel, diz Gartner - IDG Now!." IDG Now! - Notícias de tecnologia, internet, segurança, mercado, telecom e carreira. http://idgnow.uol.com.br/mobilidade/2013/08/13/consumidores-ainda-relutam-em-gastar-com-seguranca-movel-diz-gartner/ (accessed August 14, 2013).