sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

E-GOV Blog: Abertas as inscrições para o Prêmio e-Gov



Com a finalidade de reconhecer e incentivar ações inovadoras de tecnologia da informação em todos os segmentos da administração pública, a 13ª edição do Prêmio Excelência em Governo Eletrônico (e-Gov) abre suas inscrições. Os interessados poderão se inscrever até o dia 28 de março pelo site: http://www.premio-e.gov.br/ . Cada instituição pública pode participar com até três trabalhos nas categorias e-Serviços Públicos e e-Administração Pública.

A iniciativa é promovida anualmente pela Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Tecnologia da Informação e Comunicação (Abep) e pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG).

A divulgação dos finalistas do Prêmio e-Gov será no dia 28 de maio na abertura do Secop 2014, o principal fórum de TI pública do Brasil, que este ano será realizado em Foz do Iguaçu, em parceria com a Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar).

Representantes dos nove trabalhos ganhadores serão agraciados com passagem e hospedagem para participar do Secop 2014, que acontecerá entre os dias 28 e 30 de maio. Na ocasião os finalistas apresentarão, por meio de palestras, seus projetos aos participantes do evento. Três integrantes do projeto classificado em primeiro lugar terão direito a participar de um evento de tecnologia da informação no exterior com despesas de hospedagem e transporte pagas.

Segundo Paulo Coelho, presidente da ABEP, a premiação tem como objetivo, além de reconhecer projetos de sucesso, a troca de experiências e a divulgação de ações bem sucedidas que possam ser aplicadas em outras regiões e, com isso, gerar resultados positivos para o cidadão e a administração pública nacional.

Fonte: "E-GOV Blog." EGOV Blog. N.p., n.d. Web. 21 Feb. 2014. <http://egovblog.ciasc.gov.br/2014/02/20/abertas-as-inscricoes-para-o-premio-e-gov/>.




INFO: Cashback, sistema que devolve parte do dinheiro ao consumidor, cresce no e-commerce brasileiro



Fazer compras online não é nenhuma novidade para o brasileiro. Em 2013, o e-commerce cresceu cerca de 25% e quase 50 milhões de pessoas fizeram transações pela internet, segundo a empresa e-bit. Mas apenas uma parte desse enorme mercado sabe que existe sites onde é possível receber parte do dinheiro gasto de volta. Este modelo é chamado de Cashback (dinheiro de volta) no exterior e já tem algumas empresas que o adotam por aqui.

Neste sistema, o usuário não faz nenhuma compra direto no site das empresas. Ele é redirecionado para a loja que preferir e lá realiza o pagamento. Por levar o cliente à loja, os sites de Cashback recebem uma comissão. Parte dessa comissão é dada de volta ao consumidor, fechando o ciclo. 

A Meliuz, que trabalha também com cupons de desconto, começou a operar em 2011 e já tem mil lojas cadastradas e, em parte delas, devolve uma parcela do valor gasto ao usuário. "Começamos com 19 lojas de vendas online", conta Israel Salmen, sócio-fundador da empresa.

A Poup, de 2012, trabalha com mais de 100 lojas e oferece cashback em todas. Além destas, a Cashola e a Maxximo Fidelidade são outros exemplos que fazem parte do setor. 

Nenhuma dessa empresas, porém, é pioneira no Brasil. "Quem trouxe o Cashback pra cá foi a Compra3, em 2007", conta Gustavo Gorenstein, fundador da Poup. Na época, o e-commerce não tinha tanta força no país e a startup acabou fechando.

Nos EUA, receber parte do dinheiro de volta após a compra já era uma prática comum nas transações offline. Quem trouxe a ideia para o mundo virtual foi o Ebates, fundado em 1998. Hoje, o site fatura mais de US$ 1 bilhão por ano. Na Inglaterra, o cashback também é bastante difundido, mas, segundo Gorenstein, o mercado é restrito: "Tem mais gente online aqui que a população inteira de lá".

Concorrência ou alianças?

Segundo Salmen, o mais difícil é fazer as pessoas acreditarem na ideia que ele propõe. "Por não ter que colocar nenhum número de cartão ou fazer pagamentos no nosso site, as pessoas acabam usando para ver se é de verdade", diz. "Hoje, temos uma base de clientes muito fieis", completa. O site da Meliuz chega a 500 mil visitantes únicos por mês.

Diante de uma base de cerca de 50 milhões de usuários do e-commerce, Gorenstein não vê motivos para uma concorrência ferrenha entre as empresas do setor. "O que a gente quer é fazer mais gente acreditar nocashback. É melhor crescer junto", afirma. "Juntando todo mundo que usa o cashback no Brasil, estamos nas centenas de milhares. Não vale a pena brigar aqui em baixo. Têm milhões de pessoas para atingir".

Fonte: Ortega, João . "Cashback, sistema que devolve parte do dinheiro ao consumidor, cresce no e-commerce brasileiro." INFO. N.p., n.d. Web. 21 Feb. 2014. <http://info.abril.com.br/noticias/mercado/2014/02/cashback-sistema-que-devolve-parte-do-dinheiro-ao-consumidor-cresce-no-e-commerce-brasileiro.shtml>.

INFO: Brasil tem terceira conexão 4G mais veloz do mundo



Em um relatório chamado “State of LTE” (Estado da LTE), analisando o estado das conexões de 4G em 16 países, o Brasil ficou em 3º lugar na lista de melhor velocidade média.

O relatório foi organizado pela OpenSignal, uma organização que analisa torres e conexões móveis ao redor do mundo. De acordo com o trabalho, a velocidade média de download da conexão 4G do Brasil é de 21 Mbps (megabits por segundo). O primeiro colocado na lista, a Austrália, tem velocidade de 24,5 Mbps e a Itália, segunda colocada, velocidade de 22,2 Mbps.

Surpreendentemente, países com tradição de conexões velozes, como a Coreia do Sul ficaram para trás. O país asiático, por exemplo, ocupa a 8ª colocação. Os Estados Unidos, por sua vez, ficaram em 15º, ganhando apenas das Filipinas.

Por outro lado, o relatório mostra como a cobertura de 4G ainda é pobre no Brasil. No ranking de tempo gasto sob cobertura 4G, a média nacional é baixa. Daqueles que têm cobertura 4G, o tempo no qual a cobertura está disponível é de apenas 47% do tempo. O Brasil, nessa lista, ocupa o 14º lugar. Na Coreia do Sul, líder em cobertura, as operadoras permitem que seus assinantes passem 91% do tempo em locais com cobertura de 4G. 

O 4G mais rápido do mundo

Outra surpresa na lista foi no ranking que analisa as operadoras. A companhia que oferece maior velocidade no mundo todo é a brasileira Claro. Segundo o relatório, a velocidade média oferecida por ela é de 27,8 Mbps. O número é bem mais alto do que a velocidade da segunda colocada, a australiana Telstra Mobile, com 23,8 Mbps.

A segunda operadora brasileira melhor posicionada é a Vivo, que ocupa a 31ª posição na lista. As outras operadoras brasileiras não constam entre as quarenta melhor posicionadas.

Ao mesmo tempo em que a OpenSignal mede a velocidade, ela faz um gráfico relacionando a rapidez da conexão com a oferta de sinal. Apesar de estar na primeira colocação de velocidade, a operadora Claro consegue oferecer o 4G durante apenas 42% do tempo. Ou seja, o assinante que paga pelo plano passa mais tempo sem a cobertura do 4G do que com ele. Por conta disso, ocupa um quadrante chamado de “Cobertura pobre e alta velocidade”.

A Vivo, que oferece uma velocidade menor do que a Claro, no entanto, tem cobertura mais estável. Durante 51% do tempo, o assinante tem acesso ao 4G. Mesmo assim, a cobertura é instável, o que coloca a Vivo em um quadrante chamado de “Cobertura pobre e baixa velocidade”.

O 4G no Brasil

Um dos motivos para a alta velocidade no Brasil é o baixo número de usuários na rede. O funcionamento de uma rede móvel é parecida com uma estrada. Assim que mais pessoas tentam trafegar por ela, o trânsito fica mais lento. A ausência de pessoas em uma estrada, como é o caso atual da rede 4G no Brasil, faz com que a velocidade máxima a ser atingida seja mais alta.

A implantação de rede 4G no Brasil está sendo feita aos poucos. O governo havia estabelecido o objetivo de ter a rede nas capitais da Copa do Mundo até dezembro de 2013. As operadoras aproveitaram a deixa e já instalaram a rede em outras cidades.

De acordo com a Teleco, organização que observa conexões móveis no Brasil, em dezembro de 2013, 81 cidades brasileiras tinham cobertura de rede 4G.

Fonte: Caputo, Victor . "Brasil tem terceira conexão 4G mais veloz do mundo." INFO. N.p., n.d. Web. 21 Feb. 2014. <http://info.abril.com.br/noticias/ti/2014/02/brasil-tem-3-conexao-4g-mais-veloz-do-mundo.shtml>.

Olhar Digital: Intel lança site para profissionais de TI


Diálogo TI
(Foto: Divulgação)

Os profissionais brasileiros de TI passam esta semana a contar com uma nova fonte de informações sobre práticas e conteúdo especializado no segmento. O site Diálogo TI é a mais nova iniciativa da Intel para se aproximar do público do setor.

A plataforma traz informações técnicas, recomenda treinamentos de acordo com o perfil do usuário e aborda temas de seu interesse. Para ter acesso à programação personalizada com base no perfil profissional, é preciso se cadastrar no site.

“É fundamental manter contato constante com os tomadores de decisões de TI. Continuar trocando ideias e conhecimento contribui para que os profissionais das áreas tecnológicas escolham os melhores produtos do mercado e economizem graças aos bons serviços e produtos”, explica Bárbara Toledo, gerente de Marketing de Negócios da Intel para o Brasil.

Disponível para países de língua espanhola há sete anos, o site já ofereceu 41 mil cursos para os interessados em temas como Segurança da Informação, Gestão de TI, Empresas Digitais, Virtualização, Computação em Nuvem até ERP.

Fonte: "Uol." Uol. N.p., n.d. Web. 21 Feb. 2014. <http://olhardigital.uol.com.br/noticia/404

INFO: Google lança observatório mundial do desmatamento



Washington (AFP) - A gigante da internet Google, organizações ambientalistas e vários governos apresentaram nesta quinta-feira uma sofisticada base de dados para fazer um acompanhamento do desmatamento no mundo, com a expectativa de intensificar a luta contra um dos principais motivos do aquecimento global.

O site www.globalforestwatch.org permitirá observar o desaparecimento de árvores em todo o planeta a partir de imagens em alta resolução com atualizações frequentes. As informações poderão ser consultadas de graça.

A Terra perdeu 2,2 milhões de quilômetros quadrados de florestas entre 2000 e 2012, segundo dados coletados pelo Google e a Universidade de Maryland.

"O problema para reunir os dados não foi a falta de vontade, nem a ausência de leis para regular o desmatamento. O problema é, entre outros, a falta de capacidade para saber realmente o que está acontecendo", disse Andrew Steer, diretor-geral do World Resources Institute, líder na criação de base de dados.

"Quando o presidente da Indonésia aprovou boas leis para (proteger) as florestas, foi muito difícil para ele saber o que de fato estava acontecendo em tempo real", declarou Steer a jornalistas.

A base permitirá a qualquer pessoa verificar, através da internet, as florestas protegidas e inclusive as empresas que compram óleo de palma proveniente de plantações ilegais, acrescentou.

O desmatamento desempenha um papel crucial nas mudanças climáticas e nas florestas, que ocupam um terço do planeta, funcionam como depósitos naturais de gases causadores de efeito estufa, que, de outra forma, se dispersariam na atmosfera.

Para montar a base de dados, o Google compilou milhões de imagens de satélite mantidas durante mais de 40 anos pelo Instituto Americano de Geologia.

Rebecca Moore, engenheira da empresa, explicou que a maior dificuldade do projeto foi "gerar esta massa de dados" com um nível de detalhes pertinente e útil.

Os governos da Noruega, da Grã-Bretanha e dos Estados Unidos também participam da iniciativa.

Fonte: "Google lança observatório mundial do desmatamento." INFO. N.p., n.d. Web. 21 Feb. 2014. <http://info.abril.com.br/noticias/internet/2014/02/google-lanca-observatorio-mundial-do-desmatamento.shtml>.

Folha de S.Paulo: A lógica na compra de uma startup por US$ 19 bilhões




Quando uma empresa iniciante promissora é vendida por US$ 19 bilhões, fica claro que algo importante mudou no mundo. Mas antes de correr para se unir ao coro de "bolha!", vale a pena considerar se há algo mais acontecendo.

O montante que o Facebook está pagando pelo WhatsApp (que inclui um máximo adicional de US$ 3 bilhões em futuros pagamentos a engenheiros que optem por não se aposentar imediatamente em uma praia do Havaí) é mais de 10 vezes superior ao que o Google pagou pelo YouTube e também mais de 20 vezes maior que o valor pago pelo Facebook para adquirir o Instagram.

Uma mensagem é que os vendedores de companhias como essas estão mais espertos quanto ao que há em jogo.

Em um mercado em que todos os espólios cabem ao vencedor, as plataformas digitais que saem por cima tendem a ficar com parcela desproporcional da atividade dos usuários.

O US$ 1,65 bilhão que o Google pagou pelo YouTube ou o US$ 1,5 bilhão que o eBay desembolsou pelo PayPal pareciam preços muito elevados, quando essas transações ocorreram.

Mas as duas companhias vieram a dominar os segmentos de vídeo online e de pagamentos online - atividades essenciais na Internet. Em retrospecto, os vendedores dessas empresas abriram mão de duas das mais valiosas propriedades da internet a preço de banana.

RENDIMENTO ESPANTOSO

A Sequoia Capital, companhia de capital para empreendimentos que investiu nas duas então startups, também é a única investidora no WhatsApp.

Seu retorno de entre US$ 2,5 bilhões e US$ 3 bilhões com essa transação, por um investimento de quase US$ 60 milhões, sugere que a companhia aprendeu a lição.

A escala de atividade que as plataformas digitais vencedoras geram pode ser espantosa. O WhatsApp alega operar número de mensagens quase equivalente ao total somado de mensagens de texto de todos os sistemas mundiais de SMS.

É claro que nada disso significa que o serviço se provará tão valioso quanto o YouTube e o PayPal. É especialmente insensato aplicar velhas normas de avaliação a novos comportamentos digitais.

Ao justificar o alto preço que está pagando, o Facebook apontou que as mensagens de texto são um negócio de US$ 100 bilhões anuais - com a óbvia implicação de que uma grande proporção desse dinheiro agora fluirá da companhia de mensagens móveis para os cofres da compradora.

Mas os apps de mensagens para celulares floresceram exatamente porque são em larga medida gratuitos (não está claro que proporção dos 450 milhões de usuários do WhatsApp paga a assinatura anual de 99 centavos de dólar depois dos primeiros 12 meses de uso).

É um traço característico da Internet que grande parte do valor criado por serviços que perturbam o modelo existente flua para os usuários.

MONETIZAR

O Facebook está fazendo uma imensa aposta em que os gênios da monetização que fizeram de seu app móvel uma máquina de faturar executem o mesmo trabalho com o WhatsApp.

Se existe alguma lógica "setorial" na aquisição, ela parece advir disso. Mas o fato nada tem a ver com os US$ 100 bilhões faturados com serviços de mensagens de texto, que agora estão rapidamente evaporando.

A outra coisa que os vendedores de companhias como o WhatsApp aprenderam é que alguns compradores estão ficando desesperados - e eles têm muito dinheiro.

Logo que Mark Zuckerberg foi coroado como novo rei do Vale do Silício, ele se viu enfrentando um daqueles dilemas que as companhias de tecnologia precisam encarar periodicamente: como reorganizar seus negócios para um mercado inteiramente novo, nesse caso o móvel.

FACEBOOK MÓVEL

Existem duas maneiras de encarar sua onda de aquisições no mercado móvel. Se for um fato isolado, com o objetivo de ajudar o Facebook a superar o fosso que existe entre seu passado nos computadores e seu futuro nos aparelhos móveis, o dinheiro provavelmente terá sido bem gasto.

Três quartos do preço de aquisição do WhatsApp serão pagos em ações do Facebook, que hoje valem três vezes mais do que a cotação que tinham na metade do ano passado - e as ações da empresa subiram recentemente devido ao seu sucesso no mercado móvel.

Ao comprar serviços de fotos e mensagens instantâneas, o Facebook agora conta com operações em duas das principais atividades da Internet móvel.

Com o recente lançamento do Paper, um app bem recebido criado para mostrar seu feed de notícias, o Facebook também pode contar com um terceiro app forte em seu elenco, para o futuro.

Controlar um conjunto mais forte de apps não será o suficiente por si só. Entre os problemas do Facebook estará como garantir distribuição em um mundo dominado por plataformas de software móvel controladas por rivais e por operadoras de telefonia móvel que exigirão participação nos proventos. Mas ao menos a companhia terá uma cartada forte.

Se, por outro lado, as perturbações que o Facebook enfrenta refletirem mais que problemas isolados relacionados à transição para o mercado móvel, então o quadro será desfavorável.

Um modelo de negócios baseado na busca continuada de aquisições, enquanto o comportamento dos consumidores muda, parece fadado ao fracasso.

A companhia quase certamente não conseguirá antecipar as tendências novas em tempo, ou contar com dinheiro suficiente para manter o curso.

Fonte: WATERS, RICHARD . "Folha de S.Paulo."A lógica na compra de uma startup por US$ 19 bilhões. N.p., n.d. Web. 21 Feb. 2014. <http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2014/02/1415111-a-logica-na-compra-de-uma-startup-por-us-19-bilhoes.shtml>.

Folha de S.Paulo: Google mostra projeto de celular capaz de criar mapa 3D do seu entorno


Funcionário do Google mostra protótipo do Projeto Tango em funcionamento

O Google mostrou nesta quinta-feira (20) um protótipo de celular de criar automaticamente uma espécie de mapa 3D de seu entorno. O aparelho usa câmeras e sensores de movimentos para detectar e medir objetos próximos.

Segundo a empresa, entre as aplicações possíveis para a tecnologia, que ainda está em fase experimental, estão desde jogos de realidade aumentada até software que ajude deficientes visuais a se locomoverem.

O Google está agora a procura de desenvolvedores para testar um dos 200 aparelhos disponíveis e criar aplicativos para a plataforma.

O Projeto Tango, como é chamado, foi criado pela divisão ATAP (sigla em inglês de Tecnologias e Projetos Avançados) responsável pelo Projeto Ara, um smartphone composto por módulos removíveis.

A divisão pertencia à Motorola, mas foi mantida pelo Google na venda da empresa à Lenovo por US$ 2,91 bilhões.

Fonte: "Folha de S.Paulo." Google mostra projeto de celular capaz de criar mapa 3D do seu entorno. N.p., n.d. Web. 21 Feb. 2014. <http://www1.folha.uol.com.br/tec/2014/02/1415208-google-cria-celular-que-cria-mapa-3d-do-seu-entorno.shtml>.

Folha de S.Paulo: Google investe em start-up de segurança Ionic



O fundo de venture capital Google Ventures, do Google, participou de um investimento de US$ 25,5 milhões na Ionic Security, uma start-up sediada em Atlanta que desenvolve tecnologia para proteger dados corporativos em aparelhos móveis e na nuvem.

Outros investidores incluem Jafco Ventures, Webb Investment Network e a já acionista Kleiner Perkins Caufield & Byers, assim como executivos da indústria de segurança, como Phillip Dunkelberger e Paul Judge.

A Ionic Security, fundada em 2011, faturou US$ 38 milhões até o momento.

Fonte: "Folha de S.Paulo." Google investe em start-up de segurança Ionic. N.p., n.d. Web. 21 Feb. 2014. <http://www1.folha.uol.com.br/tec/2014/02/1415338-google-investe-em-start-up-de-seguranca-ionic.shtml>.

COMPUTERWORLD: Intel anuncia processador para atender aplicações de Big Data


Família é a linha Xeon E7 v2, que vem com a missão de aumentar a capacidade das companhias de processarem grandes volumes de dados em tempo real.


Para ajudar as empresas de diversas indústrias, do varejo à saúde, de bancos ao transporte, a transformarem os dados em informações acionáveis, a Intel Corporation apresenta a família do processador Intel Xeon E7 v2. O uso de soluções analíticas permite que as empresas tomem decisões que melhorem todos os resultados. 

Segundo a fabricante, a família do processador Intel Xeon E7 v2 fornece novas capacidades para processar e analisar grandes e variadas quantidades de dados a fim de descobrir informações anteriormente inacessíveis.

“Organizações que aproveitam os dados para acelerar a inovação empresarial terão uma grande vantagem nesta economia”, disse Diane Bryant, vice-presidente sênior e gerente geral do Grupo para Data Centers da Intel. 

De acordo com o executivo, os avanços em desempenho, capacidade de memória e confiabilidade da família do processador Intel Xeon E7 v2 permitem que as organizações de TI forneçam análises em tempo real de grandes conjuntos de dados para detectar e aproveitar as tendências, criar novos serviços e melhorar a eficiência empresarial.

A adoção do Big Data e da Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) tem gerado oportunidades para muitas organizações crescerem à medida que criam serviços que agregam receita, baseando-se nas informações obtidas com a apuração dos dados. É esperado que o mercado de tecnologia e serviços de Big Data cresça 27% anualmente até 2017 chegando a US$ 32,4 bilhões.

Uma das principais fontes de crescimento da indústria de TI é a imensa quantidade de dados provenientes de dispositivos conectados que formam a Internet das Coisas, com previsão de crescer até 30 bilhões de dispositivos em 2020. 

Investimentos nas tecnologias e soluções de análises de mais alto desempenho também podem resultar em economias significativas. Por exemplo, a organização de TI da Intel espera economizar e aumentar a receita em praticamente meio bilhão de dólares com o uso de soluções analíticas até 2016.

No Brasil, o novo processador Intel Xeon E7 v2 estará disponível para entrega a partir de 1° de março com o lançamento da nova família de servidores Primequest 2000, da Fujitsu, que oferece um grande salto em desempenho e capacidade de memória. 

Segundo a Intel 21 fabricantes de sistemas de todo o mundo anunciarão mais de 40 plataformas baseadas na família do processador Intel Xeon E7 v2. Entre os quais estão Dell, HP, Huawei, IBM, Lenovo e Oracle.

Fonte: "COMPUTERWORLD - O portal voz do mercado de TI e Comunicação."Computerworld. N.p., n.d. Web. 21 Feb. 2014. <http://computerworld.com.br/tecnologia/2014/02/20/intel-anuncia-processador-para-atender-aplicacoes-de-big-data/>.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

ABEP abre ciclo de reuniões em São Paulo

ABEP abre ciclo de reuniões em São Paulo

125ª Roca elegerá os novos membros da diretoria da entidade, contará com a apresentação de cases de empresas de TI e discutirá assuntos que visam contribuir para adoção de melhores práticas no uso das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) na administração pública

A partir de quinta-feira, São Paulo abrirá o ciclo 2014 de encontros dos associados da ABEP - Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Tecnologia da Informação e Comunicação. Trata-se da 125ª Reunião Ordinária dos Conselhos de Associadas (Roca). Durante dois dias (20 e 21) presidentes das afiliadas da ABEP de cada Estado e representantes de empresas de TI convidadas estarão reunidos para discutir assuntos diversos e relevantes para o setor. O encontro também tratará de temas internos como a eleição dos novos membros da diretoria da ABEP para o mandato 2014-2015 e aprovação do orçamento executivo para o ano vigente.

“O objetivo da Roca é promover o relacionamento e a colaboração entre as associadas com a troca de experiências, apresentação de cases e de projetos de sucesso das entidades de TI, que possam servir de exemplo e ser reaplicados em unidades da federação, além de enriquecer a discussão das políticas públicas sobre Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) governamentais”, esclarece, Paulo Coelho, presidente da ABEP.



O evento acontecerá no HB Ninety Hotel, em São Paulo, e contará com cerca de 50 participantes entre associadas, representantes de empresas de TI convidadas e entidades Municipais e Estaduais. Para mais informações e acesso a programação completa do fórum acesse o link aqui.

Sobre a ABEP

Criada em 1977 a Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Tecnologia da Informação e Comunicação – ABEP é uma entidade de apoio institucional às associadas e atua na promoção e fortalecimento da cooperação entre elas. Entre seus principais objetivos estão: fomentar a informática pública como ferramenta de aumento de produtividade do Estado, disponibilizando informações e serviços no atendimento ao cidadão; integrar e compartilhar esforços e recursos da informática e informação entre os Estados, e desses com os governos Municipais e Federal; difundir a tecnologia nacional, representar e defender os interesses da Informática Pública; manter intercâmbio com associações congêneres nacionais e internacionais e cooperar com os organismos encarregados da formulação política, padrões e normas de informática.

A ABEP promove reuniões e divulgações de informações, em seus três fóruns setoriais: Conselho de Associadas, Fórum de Diretores Administrativos-Financeiros e Fórum de Diretores Técnicos. Atua ainda na realização anual do SECOP - Seminário Nacional de TIC para Gestão Pública e do Prêmio Excelência em Governo Eletrônico (Prêmio e-Gov), bem como no intercâmbio com entidades públicas e privadas na promoção e disseminação de soluções junto à comunidade além de ser também uma referência na elaboração de leis e normas para a informática.

Sobre as Associadas


As entidades, associadas da ABEP, atuam na busca da modernização administrativa, aliada à qualidade e produtividade dos serviços que os governos estaduais prestam à sociedade em setores como os de educação, saúde, transportes, segurança pública, habitação, entre tantos outros. Estruturadas como sociedades de economia mista ou outra forma jurídica de organização, as entidades estaduais de informática procuram, constantemente, a reciclagem tecnológica, apresentando as melhores soluções ao administrador público no seu processo diário de tomada de decisão, contribuindo para a racionalização dos serviços prestados a comunidade.

Informações para a imprensa

Basic Comunicação e Produção

Erika Dantas – erika@basic.inf.br

Tatiana Silva Rodrigues – tatiana@basic.inf.br

Tel. (11) 2309-0222

INFO: Robô fará cirurgias de câncer no SUS de São Paulo



O governador Geraldo Alckmin entregou hoje (19) um robô que fará cirurgias de câncer no SUS de São Paulo. O equipamento importado dos Estados Unidos será responsável por fazer procedimentos mais precisos e menos invasivos.

Sentado à frente de um console, os cirurgiões podem acionar os comandos do robô e ter visão tridimensional, com profundidade. Isso permitirá maior precisão das intervenções em relação às cirurgias convencionais e às guiadas por laparoscopia. 

O robô funcionará no Instituto do Câncer de São Paulo (Icesp). Atualmente, alguns hospitais particulares já usam a tecnologia. Mas apenas três hospitais públicos do Brasil oferecem esse tipo de cirurgia.

“Trata-se de um projeto muito importante para comprovar a eficácia de equipamentos guiados por robôs nas cirurgias de câncer”, disse David Uip, secretário de Estado da Saúde de São Paulo, durante a apresentação do robô.

O equipamento custou R$ 10 milhões e a manutenção anual custará cerca de R$ 500 mil. Apesar do alto custo, o equipamento pode ser benéfico para a saúde pública. O robô pode fazer com que o tempo de recuperação após a cirurgia seja mais rápido e que o procedimento cause menos dor aos pacientes.

O uso do robô também diminui o risco de falha humana durante a cirurgia. E é provável que o tempo de internação no hospital diminua. Como consequência, pode aumentar a rotatividade dos leitos.

Três cirurgias já foram realizadas pelo Icesp com o novo robô para retirada de tumores malignos da próstata. As cirurgias com o robô irão acontecer em cinco diferentes especialidades oncológicas: urologia, ginecologia, cabeça e pescoço, aparelho digestivo e cirurgias do tórax.

Fonte: "Robô fará cirurgias de câncer no SUS de São Paulo." INFO. N.p., n.d. Web. 20 Feb. 2014. <http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/2014/02/robo-fara-cirurgias-de-cancer-no-sus-de-sao-paulo.shtml>.