sexta-feira, 11 de julho de 2014

Olhar Digital: Microsoft alerta para fim do suporte base do Windows 7 em 6 meses

Olhar Digital: Microsoft alerta para fim do suporte base do Windows 7 em 6 meses:


Conforme entramos no segundo semestre de 2014, a Microsoft decidiu emitir um alerta a seus usuários lembrando do fim do suporte base de muitos dos seus produtos, entre os quais está o tão popular Windows 7. O sistema operacional deve perder o suporte base a partir de 13 de janeiro de 2015, ou seja, em cerca de seis meses.


Isso não significa que o Windows 7 será abandonado, como aconteceu recentemente com o XP. A sétima versão do sistema ainda tem o suporte estendido pela frente até 2020. Isso vale para qualquer edição do software, seja voltada para usuários domésticos, seja para clientes corporativos.

O fim do suporte base significa que a Microsoft abre mão de lançar novos recursos para o Windows 7, mas ainda se compromete a lançar atualizações frequentes de segurança por mais cinco anos. Só então o sistema será abandonado.

A empresa também alerta para o fim do suporte base de outros produtos, como o Windows Phone 7.8, que se encerra em 9 de setembro de 2014, ou daqui a dois meses. Novamente, ele também continuará recebendo updates de segurança.

Você pode conferir a lista completa de produtos da Microsoft com suporte se encerrando até o fim do semestre clicando neste link.

Olhar Digital: LG promete TV de 60 polegadas que poderá ser enrolada




A LG mostrou nesta quinta-feira, 10, dois modelos de telas que pretende usar para montar televisores e monitores no futuro. Ambos têm 18 polegadas, sendo um flexível e o outro, 30% transparente.

O flexível tem 1200x810 pixels, com quase 1 milhão de megapixels, podendo ser enrolado a um raio de 3 centímetros sem perda de funcionalidade. A empresa diz que será possível fazer TVs enroláveis com mais de 50 polegadas.

Para alcançar essa curvatura, a LG substituiu o plástico que fica na traseira da tela por um filme de poliamida - que também ajudou a diminuir a espessura do painel.

"Estamos confiantes de que, até 2017, vamos desenvolver com sucesso um painel OLED Ultra HD flexível e transparente com mais de 60 polegadas, que terá mais de 40% de transparência e um raio de curvatura de 100r", escreveu In-Byung Kang, um dos vice-presidentes da LG.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Info: Óculos de realidade virtual Samsung Gear VR chega este ano


Acessório funcionará conectado ao smartphone 
Dois meses atrás o site de notícias de tecnologia Engadget reportou que a Samsung estaria trabalhando com a Oculus VR, a empresa por trás do Oculus Rift, para produzir uma versão do eletrônico de realidade virtual. O novo gadget se chamaria Samsung Gear VR.

A cooperação entre as empresas parece que dará frutos em breve. Segundo informações obtidas com exclusividade pelo site Sam Mobile, o Gear VR tem lançamento previsto para a feira de tecnologia IFA 2014, que ocorrerá em Setembro. O Gear VR fará par com o esperado Galaxy Note 4.

O site alega ainda que o novo óculos vai funcionar conectado via USB 3.0 com um dispositivo da família Galaxy. A conexão seria para aproveitar o poder de processamento e sensores como acelerômetro e giroscópio para captar os movimentos da cabeça – e ajustar a imagem na sequência. O painel do óculos será de AMOLED. E ele terá controles sensíveis ao toque acima das lentes.

A Samsung pretende disponibilizar aplicativos diretamente na sua loja Samsung Apps. Entre os primeiros estão: Theatre, 360 Player e Gallery. Haverá também um SDK para desenvolvedores criarem soluções específicas, semelhante ao que foi feito com os relógios inteligentes Gear.

Ainda que seja tudo especulação, dado a experiência que tivemos com o óculos de realidade virtual Oculus Rift, é difícil não imaginar que os grandes fabricantes não fiquem atraídos. A imersão proporcionada pelo óculos abre uma miríade de novas aplicações, especialmente para a indústria dos games.

Info: Organizações beneficentes implementam projetos com Google Glass



Cinco associações sem fins lucrativos foram escolhidas pelo Google para colocar em prática ideias de como utilizar o Google Glass para atingir seus objetivos beneficentes.

Os ganhadores que vão participar do projeto do Google foram selecionados entre 1.300 propostas de organizações beneficentes dos Estados Unidos, e receberão da empresa 25.000 dólares cada um e orientação dos engenheiros da gigante da tecnologia.

As propostas vencedoras incluem o uso do Glass para que estudantes vejam por meio dos olhos de atletas paralímpicos, fomentando, assim, a empatia pelas pessoas com deficiência.

Outras ideias são estimular as crianças a aprender matemática e ciências, e melhorar a comunicação com as pessoas com autismo, perda de audição ou problemas com a fala.

O Google Glass -muito esperado por alguns e temido por outros- está à venda no mercado americano desde maio por 1.500 dólares.

O fabricante tenta melhorar a imagem do dispositivo, que tem despertado preocupações relativas à privacidade, já que o dispositivo é capaz de registrar imagens e vídeo.

O Google Glass se conecta à internet por meio de pontos Wi-Fi, ou por smartphones, sem necessidade de cabos. As imagens ou vídeos captados pelo dispositivo podem ser compartilhadas pela rede social Google +.


G1 - Facebook ajuda a derrubar vírus que teria infectado 250 mil sistemas


Altieres Rohr

Suspeitos de serem criadores da praga foram presos na Grécia.Pelo menos 50 mil contas do Facebook teriam sido comprometidas.
O Facebook publicou detalhes de uma operação em que a empresa colaborou com autoridades para desativar uma praga digital chamada de "Lecpetex" e prender seus autores. A operação, divulgada nesta terça-feira (8), começou em dezembro de 2013, quando as primeiras mensagens em massa relacionadas ao vírus foram detectadas.

A praga era disseminada por mensagens no Facebook. Ao abrir o arquivo, um código era executado para baixar os demais componentes do vírus, que incluíam uma ferramenta de administração remota, que dava aos criadores do vírus o controle total sobre o sistema infectado, um código responsável pelo envio das mensagens no Facebook e também um software para realizar "mineração" da moeda virtual Litecoin.

Além de minerar Litecoin, a praga também a "carteira virtual" de outras moedas e monitorava o acesso a websites para roubar senhas. Segundo informações divulgadas pelo Facebook e obtidas junto a autoridades policiais gregas, os autores dos vírus estavam estabelecendo um serviço de Bitcoin para lavar as moedas roubadas.

O Lecpetex teria infectado 250 mil computadores e comprometido 50 mil contas do Facebook. De acordo com o Facebook, os países mais infectados foram Grécia, Polônia, Noruega, Índia, Portugal e Estados Unidos. "Como o Lecpetex se espalha pelas redes de amigos e contatos, a distribuição geográfica das vítimas tende a se concentrar", explicou o Facebook.

Canaltech: Slingshot não decola e Facebook não consegue emplacar aplicativo


As coisas não têm sido boas para o Slingshot, aplicativo de compartilhamento de fotos que se autodestroem depois de alguns segundos, similar ao Snapchat. Os dados podem ser vistos pelo site App Annie e foram divulgados pelo Business Insider.

Muitos apontaram, logo de início, que o Slingshot era um produto falho. A exigência de ter que enviar uma foto para desbloquear uma imagem recebida é um mecanismo confuso para os usuários, chato e que compromete significativamente a experiência do aplicativo. O resultado disso foi que o aplicativo sofreu uma queda expressiva no ranking de downloads na App Store, desde seu lançamento no mês passado.

Para o Facebook, esse é um sinal preocupante, já que a empresa está realizando altas apostas em aplicativos mobile. Além da criação do Slingshot para concorrer com o popular Snapchat, teve também o lançamento do Facebook Home (outro fracasso) e a compra bilionária do WhatsApp há alguns meses.


Com exceção do WhatsApp, que não foi um aplicativo criado pelo próprio Facebook, a rede social não consegue emplacar um aplicativo, apesar das recentes tentativas frustradas. O Messenger talvez seja o único que tenha sobrevivido e caído no gosto de boa parte dos usuários, no entanto, ele se trata de um aplicativo muito atrelado ao próprio produto Facebook.


IDG Now: Google, SAP e Dropbox juntam forças para combater trolls de patentes


Empresas lançaram a License on Transfer Network (Lotnet), entidade para compartilhar licença de patentes entre seus participantes.

As empresas Google, SAP, Dropbox Canon, Asana e Newegg apresentaram nesta quarta-feira (09/07) uma nova forma de se defender contra os infames trolls de patentes. Numa tentativa de parar essa prática, as seis empresas se juntaram para lançar a iniciativa License on Transfer Network, ou LOT Network (Lotnet).
Os membros da Lotnet mantêm o direito de propriedade e licenciamento das suas patentes mas concordam em fornecer uma licença gratuita entre si no caso de alguma dessas patentes ser vendida a terceiros. Isso quer dizer, por exemplo, que se a Dropbox vender uma patente de armazenamento de dados para um terceiro, a Google e todos os membros da Lotnet vão receber primeiro uma licença gratuita para uso dessa tecnologia.

Com esse mecanismo, as empresas acreditam que podem se proteger contra processos judiciais que venham a ser movidos pelos novos donos das patentes, minimizando portanto o risco de "trolagem" de patentes. O grupo está convidando mais empresas de tecnologia a fazer parte da iniciativa.

Práticas de pilhagem

Os trolls de patentes, ou as chamadas "entidades não praticantes", são empresas cujo modelo de negócio é comprar patentes antigas e ganhar dinheiro com elas processando outras companhias sob acusação de infringir seus direitos de uso. Elas geralmente pedem que as empresas acusadas de infração de patentes paguem uma taxa única de licenciamento (one-off licensing fee) para encerrar o processo judicial. Muitas empresas acabam pagando o valor pedido por ser mais barato do que entrar numa briga judicial para se defender das acusações.

Segundo um artigo publicado no blog oficial da Casa Branca, nos EUA, a prática é uma ameaça à economia americana e à inovação. Em 2011, as vítimas dos trolls de patentes, de empresas de alimentos a empresas de tecnologia, pagaram US$ 29 bilhões em ações judiciais ou acordos, um valor que representa crescimento de 400% comparado com 2005. Em 2012, segundo o artigo, o número de casos de "trolagem" cresceu 62% sobre 2011, representando mais de 4,5 mil processos.

Controle de armas
Essa "quase extorção" está se transformando num grande problema na área high-tech, em parte por conta da natureza complexa do software e hardware atuais, que muitas vezes envolvem dezenas de diferentes pedaços de tecnologias.

"A LOT Network é uma espécie de controle de armas para o mundo das patentes", declarou Allen Lo, conselheiro-geral adjunto de patentes da Google. "Trabalhando juntos podemos reduzir os litígios por patentes e nos focar em criar produtos."

Info: Dados de Androids podem ser recuperados mesmo após reset


Gustavo Gusmão

Uma pesquisa divulgada pela Avast nesta última terça-feira mostrou que, mesmo após um reset aos padrões de fábrica, aparelhos com Android ainda mantêm rastros de informações. A descoberta veio após a empresa, em uma experiência, adquirir 20 dispositivos usados no eBay e recuperar, após algumas análises, 40 mil fotos (inclusive íntimas), 750 e-mails e mensagens, 250 contatos e outros dados dos antigos donos dos smartphones.

O caso até é novidade nos smartphones, mas o conceito é parecido com o que acontece em HDs de computadores. Ao apagar um arquivo e removê-lo da Lixeira, ainda é possível recuperá-lo usando um programa como o popular Recuva. Como explica a própria Avast, quando os itens são deletados, o que some mesmo são os “apontadores correspondentes”.

Dessa forma, o espaço antes ocupado por um vídeo, por exemplo, aparece como livre, e o objeto indesejado pode acabar sobreposto por alguns outros arquivos novos futuramente – o que também explica por que os aplicativos como o citado Recuva se mostram bem menos eficientes em uma máquina que foi muito usada depois da remoção de um dado.

O problema é que, ao resetar um dispositivo móvel para os padrões de fábrica, o ideal seria que isso não acontecesse e as antigas informações fossem mesmo apagadas – ou ao menos criptografadas por padrão, como faz a Apple no iOS. Dessa forma, mesmo que um eventual comprador mal-intencionado coloque as mãos no aparelho usado e recupere os dados, ele (provavelmente) não terá como decifrar o conteúdo protegido.

Na experiência feita pela Avast, os donos dos smartphones comprados no eBay deram um reset nos aparelhos, mas sem saber que a formatação não era perfeita. Como resultado, usando o programa FTK Manager (que é legal e vendido por aqui) e outros métodos de análise detalhados aqui, a empresa de segurança conseguiu recuperar as milhares de fotos e as centenas de mensagens (inclusive do Facebook), buscas feitas no Google e contatos diversos.

Como evitar? – Não é preciso deixar de vender ou doar aparelhos antigos, e nem mesmo destrui-los para se livrar dos riscos. Como explicou o site CNET, quatro passos simples (mas não necessariamente rápidos) podem ser feitos antes da venda, como forma de impedir que alguém recupere arquivos antigos mesmo após o reset.

O primeiro é apelar para a criptografia: acesse as configurações do Android, toque em “Segurança” e depois em “Codificar telefone” ou “Criptografar telefone” – o comando varia de acordo com o aparelho. É preciso estar com a bateria cheia ou com o carregador conectado antes de iniciar a codificação (que pode levar uma hora) e definir o PIN, que precisará ser digitado sempre você religar o dispositivo para liberar acesso a tudo armazenado nele

Passada a etapa mais longa – que é basicamente o que a Apple faz em seus aparelhos quando eles são formatados –, o segundo passo é realizar o reset padrão ali em “Fazer backup e redefinir”, no menu das configurações. Ali, toque em “Restaurar dados de fábrica” para fazer a limpeza.

Com o aparelho “zerado”, encha-o com aquilo que o CNET chama de “dummy data”, que nada mais é nada mais do que arquivos sem importância, como músicas, que ocuparão o vazio deixado pelas velhas fotos, e-mails e mensagens. A memória ficou cheia? Então agora é só repetir o segundo passo – e o terceiro e o quarto várias outras vezes, como afirma o site, caso você ainda esteja com receio.

Pode parecer um pouco de exagero, mas é sempre bom evitar que alguém mal-intencionado tenha acesso fácil a fotos, contatos e mensagens. Nas palavras da Avast, “adicione a isso mensagens privadas do Facebook que incluem geolocalização, buscas no Google por um novo emprego em uma área específica, arquivos de mídia e contatos de telefone”, por exemplo, e você terá um quadro quase completo do antigo dono do aparelho. E se levarmos em conta que mais de 80 mil desses dispositivos são colocados à venda todos os dias só nos EUA, já são muitos e muitos retratos espalhados por aí.


IDG Now: Pesquisa: EUA, Índia e Brasil têm maior base de Windows Phone

Silvia Bassi

Dados são da empresa AdDuplex, especializada em ads para plataformas da Microsoft. Brasil tem 6,9% da base instalada global medida pela pesquisa


Uma pesquisa feita pela rede de apps AdDuplex, especializada em distribuição de publicidade dentro de aplicativos de Windows Phone e Windows 8, indica que as três maiores bases instaladas de smartphones com sistema operacional da Microsoft são, nessa ordem, Estados Unidos (11%), Índia (7,5%) e Brasil (6,9%).

A China fica em sexto lugar no ranking, com participação 3,7%.
A AdDuplex realiza pesquisas mensais com os dados coletados a partir da sua rede de distribuição e promoção de aplicativos para o ecossistema móvel da Microsoft. Em maio, ela mapeou os dispositivos instalados em diferentes países e incluiu um gráfico específico para o Brasil, mostrando que 45% da base instalada de smarpthones Windows Phone era do NokiaLumia 520, seguido do Lumia 710, com 15,7% e do Lumia 720, com 11,5%.

O estudo de julho foi publicado no blog da empresa e é baseado numa projeção dos dados coletados por 11 aplicativos e jogos globais que entregaram anúncios da AdDuplex no dia 8 de julho. Esses aplicativos serviram publicidade para 200 mil usuários nesse dia.

Segundo a AdDuplex, as apps medidas nesse dia foram "as mais globais possíveis", mas a empresa faz a ressalva de que por conta de variações de estratégia dos publishers de apps de país para país os dados podem ser afetados. A empresa realiza suas pesquisas mensalmente e promete aperfeiçoar a métrica de base instalada para os próximos relatórios.

IDG Now: Vevo libera novo app para Android com mais velocidade em vídeos HD


Aplicativo está disponível para download na Google Play. Plataforma tem catálogo com 100 mil vídeos musicais em HD e programação original
A maior atualização do aplicativo da Vevo para Android já está disponível no Google Play. No novo app, o usuário carrega os vídeos em HD com mais rapidez. A empresa também modificou o menu de navegação, simplificando a interface e adicionou recurso de real-time feed à tela inicial, permitindo acompanhar atualizações com lançamentos de videoclipes, shows originais Vevo, playlists recomendadas e novidades sobre os artistas.

O app também simplificou as operações de criar, modificar e apagar playlists e incorporou recurso de shuffle às playlists. O recurso de busca também foi melhorado, permitindo ao usuário procurar vídeos relacionados no catálogo da Vevo enquanto assiste o clipe. O novo aplicativo também fornece uma lista com vídeos sugeridos. E para garantir a melhor qualidade, a Vevo integrou o Nexstreaming como player de vídeo parceiro no Android.

A VEVO é uma plataforma global de entretenimento e vídeos de música que possui 5,5 bilhões de views mensais. Seu catálogo inclui 100 mil vídeos de música em HD e programação original exclusiva, incluindo shows ao vivo e on demand , acessíveis para todo o planeta, pela VEVO.com, mobile web, e aplicativos para mobile/tablets e TVs, ou pela VEVO TV, o canal de música 24 horas, com programação selecionada por uma equipe da VEVO. No Brasil, a VEVO TV está disponível na Samsung Smart TV e na Apple TV.

Versão de “Flappy Bird” surge como primeiro jogo para Android Wear

Monica Campi

Alguns dias após a plataforma Android Wear ganhar seus primeiros aplicativos na loja Google Play, desenvolvedores adicionaram um novo game para o sistema do Google dedicado a dispositivos vestíveis, como os relógios inteligentes.

E o primeiro jogo criado para a plataforma se trata de uma versão do popular jogo “Flappy Bird”, segundo informações do site Tech Crunch.
Chamado de “Flopsy Droid” o game traz o mascote símbolo do Android como personagem que deve voar e desviar dos tubos — se trata também do primeiro jogo criado para relógios inteligentes.

Além do “Flopsy Droid”, outros aplicativos como versões do PayPal, Soundwave e Pinterest foram criados para rodar em relógios com a plataforma Android Wear como o Moto 360 e o LG G Watch, que serão lançados ainda neste ano.

IDG Now: Microsoft pretende mudar ofertas do Office 365 para PMEs

Juan Carlos Perez

Planos Small businesses e Midsize Businesses vão ter novas funcionalidades a preços mais baixos
A Microsoft vai renovar o seu lineup de ofertas do Office 365 para pequenas e médias empresas (PMEs), adicionando recursos, baixando preços, recombinando recursos disponíveis nos planos existente hoje e até aplicações isoladas.

As mudanças são o resultado de reações e opiniões de parceiros e clientes do produto, e procuram tornar as ofertas mais atraentes para as pequenas e médias empresas e facilitar o negócio dos revendedores.

Sobre os novos planos do Office 365, a Microsoft pretende dar mais detalhes durante a próxima semana, na conferência mundial de parceiros, a Worldwide Partner Conference (WPC), que acontece em Washington. Deverão entrar em vigor a 1 de Outubro, envolvendo a substituição dos planos Small Business, Small Business Premium e Midsize Business.

O Plano Midsize Business deverá mudar de nome, passando a chamar-se “Business Premium”. Deverá ser mais barato, passando a custar 12,50 dólares por usuário/mês nos Estados Unidos, em vez de 15 dólares. No Brasil, o preço atual é de 34,50 reais por usuário.

Inclui um conjunto completo de aplicações de produtividade Office, como o Word, Excel, PowerPoint e o OneNote, assim como as versões em cloud computing de serviços como o Exchange Online, o Lync Online e o SharePoint Online. Oferecerá 1TB de capacidade no OneDrive, por usuário, integração com o Active Directory e o Yammer Enterprise. Pode ser implantado para conjuntos de até 300 usuários.

Enquanto isso, o novo Office 365 Business Essentials irá substituir o Office 365 Small Business. Custará 5 dólares por usuários/mês e terá também limite para até 300 usuários.

Para os clientes que querem apenas a suíte de aplicativos de produtividade Office e não os servidores em nuvem, a Microsoft está introduzindo um novo plano chamado Office 365 Business que irá oferecer uma opção mais barata para o Office 365 ProPlus hoje. Vai custar 8,25 dólares por usuário/mês e virá com Outlook, Word, Excel, PowerPoint, OneNote e Publisher, mas não com o Access e Lync, que estão incluídos no Office 365 ProPlus, que custa 12 dólares por usuário/mês. Outra diferença é que o Office 365 Business é limitado a 300 usuários, enquanto o Office 365 ProPlus pode ser estendido a um número ilimitado de usuários. Ambos incluem 1TB de armazenamento no OneDrive for Business por usuário.

Os três novos planos serão lançados em 1º de outubro deste ano, mas a Microsoft recomenda que os clientes atuais esperem para mudar na próxima data de renovação, após 1 de Outubro de 2015.

Info: Como deixar o seu iPhone mais rápido



O ciclo de atualização do iPhone acontece a cada três anos. Entretanto, conforme novas versões do iOS são lançadas, os aparelhos podem ficar mais lentos, algo que também ocorre de acordo com o tipo de uso.

INFO reuniu cinco dicas para deixar o seu iPhone mais rápido. Dessa forma, você pode aproveitar o seu smartphone por mais algum tempo sem sofrer com a típica lentidão de dispositivos relativamente antigos.



quarta-feira, 9 de julho de 2014

IDG Now: Alerta: atualize já o plug-in Flash do seu browser para evitar ataques


Engenheiro da Google descobre brecha que permite roubo de credenciais. Usuários do Safari, Firefox e Opera precisam instalar manualmente a correção liberada pela Adobe
Uma nova ferramenta de hacking batizada de Rosetta Flash, que foi divulgada hoje por Michele Spagnuolo, um engenheiro de segurança da Google na Suíça, coloca em risco todos os computadores que utilizam plug-in Flash Player, da Adobe, por tornar possível roubo de credenciais de um computador utilizando uma falha do Flash a partir de um arquivo malicioso SWF baixado da web.

A correção para a falha do Flash, que bloqueia possíveis ataques, foi liberada pela Adobe hoje e contém três ajustes, sendo que o mais importante é o que conserta a brecha recém-descoberta. Usuários do Google Chrome e das versões 10 e 11 do Internet Explorer (IE11 e IE10) da Microsoft não precisam se preocupar pois os browsers têm o plug-in embutido e fazem a atualização automática sempre que há update da Adobe.

Mas usuários de versões anteriores ao IE10 e usuários dos navegadores Safari, Firefox e Opera precisam correr para o site da Adobe para fazer o download e a instalação da correção manualmente, alertam os especialistas em segurança.

"Se você usa IE10 e IE11 pode colocar o Flash em segundo plano porque o browser faz isso automaticamente. Sua prioridade número um é instalar as 24 correções liberadas hoje pela Microsoft na Patch Tuesday de julho", diz Wolfgang Kandek, CTO da Qualys, referindo-se aos seis boletins de updates que fazem parte do pacote liberado pela Microsoft hoje.

Roubo de log-on

A ferramenta Rosetta Flash criada por Spagnuolo é capaz de criar arquivos .SWF maliciosos que, ao ser descarregados para o computador do usuário a partir de sites infectados na web, exploram uma vulnerabilidade do Flash e permitem ao invasor roubar credenciais de log-on do usuário para vários sites e serviços de internet, incluindo eBay, Instagram and Tumblr.

A falha foi identificada com o nome de CVE-2014-4671 na lista de Common Vulnerabilities and Exposures. A extensão .swf dos arquivos deriva do ShockWave Flash, programa que antecedeu o atual Flash, e cujo formato portanto é suportado por ele. Cibercriminosos podem atrair usuários para visitar sites que hospedem um arquivo malicioso gerado em Rosetta Flash que pode roubar senhas.

Primeiro em casa

Spagnuolo alertou primeiro sua empresa, Google, sobre a vulnerabilidade, antes de publicar o documento divulgando a ferramenta. Isso deu ao Google tempo para corrigir vários de seus serviços, incluindo Maps, Accounts - que permite o log-in em todas a ferramentas Google - e YouTube. "Por causa da alta sensibilidade dessa vulnerabilidade eu avisei primeiro internamente e depois ao pessoal da Adobe PSIRT (Product Incident Response Team)", admite Spagnuolo.

Alguns dias depois, antes de liberar o código e publicar o post no meu blog, eu também notifiquei o Twitter, eBay, Tumblr e Instagram", diz o engenheiro em seu post. Segundo ele, o Twitter também já endereçou o problema.

O engenheiro da Google também publicou no seu blog os passos que os donos de websites precisam tomar para bloquear ou derrubar exploits.

Reforço na segurança

O update da Adobe modificou a forma como o Flash Player lida com arquivos SWF permitindo que ele reconheça arquivos estranhos que possam ter sido criados pelo Rosetta Flash. "Esses updates incluindo validação adicional para garantir que o Flash Player rejeite conteúdo malicioso que tente explorar o CVE-2014-4671", escreveu a Adobe no seu boletim de segurança de hoje.

"Esse problema está agora definitivamente na rua, com o código liberado para o público", alertou Ross Barrett, gerente sênior da empresa de segurança Rapid7, por email. "Usuários de Flash precisam corrigir imediatamente o arquivo."

Olhar Digital: LG anuncia lançamento global de seu relógio inteligente G Watch



A LG anunciou nesta terça-feira, 8, o lançamento “global” (não é realmente mundial) do LG G Watch, seu primeiro relógio inteligente com o sistema operacional Android Wear. O dispositivo começa a ser vendido em 12 países, com outros 15 que devem receber o produto em breve, incluindo o Brasil. 

A empresa diz que os preços ainda serão anunciados localmente, o que signfica que ainda não está confirmado o valor de venda no Brasil. Por enquanto, sabe-se apenas seu preço nos Estados Unidos: US$ 230. 

No Brasil, o G Watch será distribuído por meio das grandes lojas do varejo, enquanto outros países poderão ter acesso ao produto pelo Google Play. Por aqui, a loja do Google não vende hardware. 

O relógio depende de conectividade com o celular para suas funções inteligentes, como todos os aparelhos com Android Wear. O pareamento requer a versão 4.3 do Android ou superior. O aparelho tem uma tela de 1,65 polegadas, com um processador Snapdragon 400 de 1,2 GHz, 4 GB de armazenamento e 512 MB de memória RAM e bateria de 400 mAh. 

Estados Unidos, Canadá, França, Irlanda, Alemanha, Itália, Espanha, Reino Unido, Austrália, Índia, Japão e Coreia do Sul são os primeiros a receber o aparelho. Os outros 15 que recebem o aparelho em breve incluem Brasil, México, Rússia, Cingapura e Nova Zelândia.


Olhar Digital: Microsoft alerta para fim do suporte base do Windows 7 em 6 meses



Conforme entramos no segundo semestre de 2014, a Microsoft decidiu emitir um alerta a seus usuários lembrando do fim do suporte base de muitos dos seus produtos, entre os quais está o tão popular Windows 7. O sistema operacional deve perder o suporte base a partir de 13 de janeiro de 2015, ou seja, em cerca de seis meses.

Isso não significa que o Windows 7 será abandonado, como aconteceu recentemente com o XP. A sétima versão do sistema ainda tem o suporte estendido pela frente até 2020. Isso vale para qualquer edição do software, seja voltada para usuários domésticos, seja para clientes corporativos.

O fim do suporte base significa que a Microsoft abre mão de lançar novos recursos para oWindows 7, mas ainda se compromete a lançar atualizações frequentes de segurança por mais cinco anos. Só então o sistema será abandonado.

A empresa também alerta para o fim do suporte base de outros produtos, como o Windows Phone 7.8, que se encerra em 9 de setembro de 2014, ou daqui a dois meses. Novamente, ele também continuará recebendo updates de segurança.

Você pode conferir a lista completa de produtos da Microsoft com suporte se encerrando até o fim do semestre clicando neste link.


Olhar Digital: Criador do Google defende 4 horas de trabalho por dia


Para Larry Page, um dos fundadores do Google, o futuro reserva empregos de meio período graças ao avanço da tecnologia."Essa ideia de que todos precisam trabalhar freneticamente para suprir as necessidades das pessoas simplesmente não é verdade", avalia.

A teoria de Page é a seguinte: embora as técnicas de produção tenham evoluído e agilizado o atendimento às necessidades básicas, como comida, habitação, saúde e segurança, a indústria ignora este novo cenário ao passo que cria novas funções para os empregados, mantendo a carga atual - de oito horas - em vez de diminuir a jornada diária.

Uma das soluções propostas pelo executivo é polêmica: contratar dois funcionários de meio período, ao invés de um em tempo integral, o que naturalmente afetaria o bolso das pessoas. Segundo ele, além de resolver o problema da sobrecarga de trabalho, a medida ajudaria a combater o desemprego.

IDG Now: De olho no WhatsApp, ICQ ganha novo design e novos recursos


A ideia é que o aplicativo possa concorrer diretamente com serviços como WhatsApp, Skype e Viber.
Quem aqui estava com saudades do característico toque do ICQ (algo como “ó ól”)? Pois agora você talvez tenha mais alguns motivos para reviver o aplicativo. 

O ICQ recebeu nessa segunda-feira (7) uma reforma no design e novos recursos que o deixaram mais parecido com o WhatsApp - o que faz dele um concorrente direto desse e outros apps do ramo, como Skype, WeChat e Viber.

O serviço de mensagens instantâneas permite conversar com amigos que utilizam o serviço (ou com vários de uma só vez com a criação de grupos de conversas) e fazer chamadas de voz e vídeo. Além disso, o usuário pode enviar SMS gratuitamente para pessoas que não estão utilizando o aplicativo

O ICQ existe desde 1996 e fez sucesso entre os usuários de Internet brasileiros nos anos 2000 e era o aplicativo de bate-papo favorito de muita gente - mas acabou perdendo a força e foi deixado de lado por muitos usuários com o surgimento do MSN Messenger.

Desde 2012, o ICQ permite ao usuário enviar não só mensagens de texto, mas também fotos e vídeos, além de integrar listas de amigos de redes sociais como Facebook, Twitter, Google Talk, entre outros, para que recebam o conteúdo compartilhado por esses sites. O usuário também podia visualizar atualizações de status dos amigos em outras redes sociais, além de opções para compartilhamento da localização, indicação de mensagem entregue, por meio do feed.

terça-feira, 8 de julho de 2014

IDG Now: A transformação digital já está por toda parte



Interagindo com executivos C-level de muitas organizações ficou claro para mim que o conceito de transformação digital está ganhando substância. Os C-level estão bem mais envolvidos que há dois anos atrás, estão bem mais conscientes que o futuro e a vantagem competitiva das suas empresas está no mundo digital. Mas as ações ainda estão incipientes e por várias razões, que vão da dificuldade de se estabelecer métricas que permitam valorizar os investimentos digitais à carência de expertise e processos de negócio engessados. Além disso, alguns C-level com quem falei afirmaram que estão conscientes da importância de uma transformação digital em suas empresas, mas encontram dificuldades em expressar esta importância em valor mensurável para o negócio.

Destas conversas ficou bem patente que não poderá haver mais estratégia de negócios sem cobertura de uma estratégia digital. As estratégias de negócio passam a ser também estratégias digitais. Uma frase que sintetiza isso muito bem é a de Bob Johansen, do Institute for the Future (http://www.iftf.org/) que disse “it is now too late to have a digital strategy. What you need is a strategy that includes digital, and that is a big shift”.

Mas chegar a este patamar exige muito esforço. A maioria das organizações sabe disso, mas ainda não incorporou a estratégia digital em suas estratégias de negócio. Claro que existem muitas iniciativas de exploração das novas ondas tecnológicas, como mobilidade, Cloud e Big Data. Mas são em sua maioria isoladas, muitas vezes desenvolvidas por equipes separadas de grupos específicos de estratégia digital, geralmente na área de marketing, que operam fora das áreas de TI. Estas ações produzem resultados imediatos, mas pecam por não estarem envolvidas em uma estratégia maior da organização.

Uma estratégia de negócios digital envolve muito mais que ações de marketing, pois afeta não apenas o relacionamento e engajamento com clientes, mas inclui redesenho de processos, inclusão de inteligência nos produtos e mesmo criação de novos modelos de negócio.

Uma conversa com um CIO foi bastante emblemática da situação de muitas áreas de TI. Ele me disse que está envolvido em diversas ações que envolvem novas tecnologias como mobilidade, mas todas elas afetam processos já existentes e apenas provocam pequenas melhorias incrementais. Nenhuma criou um novo processo ou permitiu o lançamento de um novo e inovador produto. Uma das razões para isso, segundo ele, é que apesar do discurso da importância de “ser digital”, muitos C-level continuam olhando a TI como uma área operacional, gerenciada por custos.

Para ele o portfólio de suas aplicações demonstra a visão de TI ser vista como operacional: a imensa maioria dos sistemas e investimentos de TI são em sistemas ERP e de apoio a operações básicas como na área de RH. Esta área foi bem exemplificada por ele: o sistema atende a operação transacional de RH mas não envolve por exemplo uma inteligência maior, como uma correlação algorítmica entre o perfil dos funcionários e os cargos que ocupam. Fica claro este contexto quando em situações de crise, TI sofre os mesmos cortes de outras áreas operacionais.

Uma conversa com outro CIO sinalizou um sintoma semelhante. A empresa tinha diversas ações de mídias sociais, mas totalmente sob controle da área de marketing e focadas em criar uma maior interação com seus clientes. Entretanto, por não estar integrada com os sistemas de back-office não conseguiam melhorar a eficiência dos processos de engajamento com os próprios clientes. Uma reclamação de um cliente era respondida rapidamente pelo setor de marketing pelas próprias mídias sociais, como Facebook ou Twitter, mas o problema gerador da reclamação não era repassado internamente e nada se fazia para evitar futuras reclamações similares. Além disso, seus sistemas e processos de negócio não permitiam que a empresa atuasse realmente como uma operação multicanal. Cada canal de contato com o cliente mostrava uma faceta diferente.

Interessante que a imensa maioria dos CIOs com quem conversei sobre transformação digital não consideravam prioritariamente a criação de novos modelos de negócio, proporcionados pelo “ being digital” da organização. Na minha opinião este é um dos objetivos principais de uma estratégia de negócios que envolva a estratégia digital: romper com o status quo e criar vantagens competitivas em relação à concorrência. Um exemplo seria entrar em novos negócios, acoplando inteligência aos produtos e com isso passando de fabricante à empresa de serviços.

Estas conversas geraram vários insights que compartilho aqui. Por exemplo, existem muitos funcionários que tem boas ideias que podem ser aproveitadas em apps inovadoras. Que tal então incentivar hackatons internos que podem ser uma boa fonte geradora de ideias criativas? Por que não aproveitar o hype das redes sociais e incentivar a criação de comunidades de prática, que alavanquem inovação colaborativa? Porque não explorar a possibilidade levantada pela Internet das Coisas para colocar inteligência nos produtos e com isso gerar novos serviços, onde o produto passe a ser meio e não o fim?

Um ponto que me chamou atenção nas conversas com CIOs é a ainda pouca ação em Big Data. Muito hype mas poucos projetos além de POCs. Observei que muitas empresas ainda usam os dados apenas para as atividades básicas para os quais foram criados. Depois de seu uso primário, são armazenados puramente por exigências legais. Mas podem ser verdadeiras minas de ouro e se garimpadas adequadamente podem mudar inclusive a percepção arraigada que os executivos tem de seus clientes, dos seus processos e do próprio mercado.

Outro desafio é que uma estratégia de negócios que integre a estratégia digital demanda que os C-level de negócios e o CIO atuem de forma integrada e com pensamento estratégico. Isto significa reposicionar TI para ser IT & Strategy, ligada diretamente ao CEO, com seu executivo atuando no board de decisões. Envolve também envolvimento cada vez menor com aspectos puramente tecnológicos e mais e mais com negócios e estratégia. O CIO deixa de ser um nerd que consegue traduzir a hermética linguagem tecnologia para os C-level para ser ele mesmo um executivo estratégico, com poder de decisão. Claro que não é uma transição fácil e nem todos conseguirão fazê-la com sucesso.

Clientes cada vez mais conectados, processos cada vez mais automatizados, objetos inteligentes e sofisticados algoritmos analíticos não são futurologia. Já estão aparecendo aqui e ali, provocando mudanças em setores de negócio, chegando a abalar alguns. Negócios inteiros são baseados no mundo digital, com algoritmos sofisticados como vantagem competitiva como Netflix, Amazon, eBay e Booking.com. E será que isso só vale para empresas que nasceram no mundo digital? Creio que não!

Esta situação deve ser enfrentada de frente. E para criar uma estratégia de negócios que envolva a estratégia digital é absolutamente necessário reposicionar a tradicional TI que opera a infra e os ERPs de hoje. Reposicionar TI não é apenas colocá-la debaixo do CEO. Demanda novos processos e um novo pensar. Por exemplo, sistemas de engajamento com clientes, através de apps, devem ser desenvolvidos e entregues com rapidez. Time-to-market é essencial. O parâmetro básico de TI que era ser a mais eficiente possível (fazer mais com menos) precisa ser ajustado à velocidade de entrega. O clássico dilema da TI em escolher qualidade x velocidade x custo precisa ser resolvido. Não é mais um ou outro mas sim todos ao mesmo tempo. Como? Este é o desafio para os CIOs…

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