segunda-feira, 14 de julho de 2014

Folha de S.Paulo:Veja como tornar sua empresa mais visível na internet


FILIPE OLIVEIRA

O ex-proprietário do restaurante Serbian Crown, que funcionou por 40 anos em Washington (EUA), está processando o Google. Segundo ele, uma informação errada no serviço de mapas da empresa fez com que o número de clientes caísse, o que o levou à falência em 2013.

O Google Maps indicava que o local fechava aos fins de semana. Em entrevista à revista americana "Wired" na semana passada, Rene Bertagna, dono do estabelecimento, disse que nunca havia usado a internet e que foi alertado por um cliente.

Empreendedores no Brasil também estão alheios à internet, perdendo oportunidades de divulgação. Segundo estimativa do Google, do universo de cerca de 6 milhões de pequenas empresas brasileiras, 85% não têm um site ou uma página nas redes sociais.

Para tornar parte desse público anunciante de seu site de buscas, a companhia lançou em junho o aplicativo Meu Negócio, que reúne ferramentas da empresa voltadas para empreendedores.
Gislaine Gallette, que fabrica chocolates, gasta R$ 25 por dia com anúncios no Google

O objetivo é que o internauta possa criar rapidamente uma página na rede social Google+ e sinalizar que é dono do estabelecimento no mapa da cidade no Google Maps. Também pode anunciar e verificar o resultados de suas campanhas (com as ferramentas AdWords Express e Google Analytics).

As ferramentas de divulgação da gigante das buscas são apenas uma das possibilidades. Em alguns casos, pode ser mais interessante fazer ações em redes sociais ou sites de nicho, como blogs ou sites especializados, diz Caio Soldi, presidente da agência CVS.

Dona da empresa Gallette, Gislaine Gallette, 44, fabrica e vende chocolates artesanais em um site e uma loja física. Ela conta que, desde 2012, gasta cerca de R$ 25 por dia com anúncios no Google. Como resultado, sua página recebe cerca de 60 visitas de quem clica nesses links.

Gislaine diz que os anúncios no buscador tendem a dar mais retorno para vendas corporativas e ela recebe em média quatro pedidos de orçamentos por dia. Para atrair clientes no varejo, o Facebook costuma ser mais efetivo, diz.

Uma opção para empreendedores que querem profissionalizar sua divulgação é contratar uma agência digital. Conrado Adolpho, especialista em marketing digital, sugere que se comece a divulgar a empresa por conta própria, para adquirir conhecimentos básicos.

Isso dará mais autonomia ao empresário para explicar quais são seus objetivos e para avaliar os resultados. Tarcisio Marchiorato, consultor de marketing da Trajeto Digital, diz que uma agência especializada em links patrocinados cobra entre R$ 700 e R$ 5.000 ao mês, mais uma comissão de 30% sobre o valor gasto na ação.






Folha de S.Paulo:Facebook deixa usuário ver todos os arquivos guardados; leia depoimentos

ALEXANDRE ARAGÃO

Aonde você estava na manhã do dia 14 de julho de 2012, há dois anos? A lembrança pode demorar a vir na sua memória, mas há boas chances de que o Facebook tenha a resposta na ponta da língua –e até compartilhe, com você e com anunciantes.

Desde outubro de 2010 há uma ferramenta que permite a usuários baixar as informações armazenadas sobre seus perfis. O arquivo inclui mensagens, postagens de mural, fotos, vídeos e até cutucadas.

Entretanto, o mais surpreendente são as informações que vêm de "metadados" –de onde, a que horas e de que endereço IP a rede foi acessada, por exemplo– que o Facebook extrai. Há dados como as palavras-chave usadas para colocar anúncios, além de uma lista de todos os banners já clicados.

Uma parte desses arquivos é usada pela empresa para construir perfis publicitários mais apurados. Se um cliente quiser anunciar para jovens de uma região determinada de qualquer cidade, que tenham gostos bastante específicos, o Facebook é capaz de acertar o alvo dada a grande massa de informação.

Sem ter "curtido" uma página ou pesquisado um tema, é possível ser ligado a ele. A rede faz juízos de valor não só a partir das "curtidas" e do que é publicado, como o tamanho da roupa usado pelo usuário, mas também de gostos que não estão diretamente ligados ao que usuários publicaram expressamente.

Até a última sexta-feira (11), o Facebook não respondeu aos questionamentos feitos pela reportagem.

O QUE COMPARTILHAM

Boa parte da política de privacidade do Facebook mudou desde sua criação, bem como a interface do site. Essas mudanças têm influência na quantidade e no modo como usuários compartilham, argumenta Alessandro Acquisti, professor da Universidade Carnegie Mellon (EUA).

Os motivos para as alterações não são claros. "Como pesquisadores, não sabemos as motivações por trás de uma ou outra mudança", diz Acquisti. "Entretanto, podemos mostrar como certas escolhas de design podem afetar sutilmente o comportamento dos usuários, sejam intencionalmente ou não."

Mesmo assim, Acquisti descobriu algo esclarecedor. Ele analisou as informações públicas de 5.076 perfis entre 2005 e 2011. Apesar de a amostra não ser representativa, o pesquisador aponta que quanto mais usam a rede, as pessoas tendem a compartilhar menos informações publicamente.

Tem uma pegadinha: aumenta a quantidade de informações para grupos mais restritos. E mesmo que somente os amigos mais próximos possam ver o local em que o usuário está, por exemplo, o Facebook também pode.

Enquanto isso, grupos de pressão tentam obrigar empresas de internet a disponibilizarem ainda mais informações aos usuários.

Como a EFF (Electronic Frontier Foudantion), um dos principais. "Não sabemos se o Facebook apaga informações que 'aprendeu' ou se usa certos aspectos desindexados de um perfil mesmo após a saída do dono", diz Adi Kamdar, porta-voz da fundação.

O dia em que o Facebook me convenceu a comprar um sofá

Navegar no mar de dados que o Facebook me devolveu de forma compactada me mostrou o que era um achismo: como eu rejeito pedidos de amizades! Mas, uma vez a pessoa no meu rol, tenho pudores de excluí-la –foram apenas duas em quatro anos.

Nessa mesma linha, porém, sou usuária pesada da geladeira. É bem longa a listas cujas publicações eu escolhi não ver mais.

Longuíssima listagem é também a de locais de acesso, que comprova o vício em acessar o tempo todo.

E no quesito garimpar interesses, não é que o Facebook identificou e registrou meu atual interesse por reformas e acertou em cheio ao exibir um anúncio de sofás? Cliquei no bendito e comprei.

CAMILA MARQUES, editora de "Tec"

Ele me acha depressivo, mas não temos um relacionamento sério

Eu e Facebook nunca tivemos um relacionamento sério. Larguei-o pela 13ª vez há uma semana. É complicado.

Quando baixei tudo o que guardou sobre nós, o Face expôs minhas preferências –os dias e horários favoritos de login eram segundas e quintas entre as 11h e as 12h. Lembrou ainda que troquei 49.776 mensagens em sua presença.

E os juízos de valor? Entre as categorias de anúncios atribuídas ao meu perfil está "depressão nervosa" (em inglês, "major depressive disorder"), como se eu estivesse triste com o nosso romance.

Ele também armazenou alguns endereços que frequentei, como o do hotel em que fiquei em Curitiba, a trabalho, em dezembro. Não gosto de me relacionar com alguém tão controlador.

ALEXANDRE ARAGÃO

Rede social nos rouba o direito de esquecer e de ser esquecido

Tenho mais de 200 ex-amigos no Facebook. Gente com quem me indispus ou pessoas que não faziam parte da minha vida e nunca deveriam ter tido acesso a minhas informações pessoais. Há também algumas 'baixas de guerra' –inocentes feridos em batalhas que findaram relações amorosas. O número é próximo ao da minha lista de amigos atuais, de 299 pessoas.

Ao dificultar a exclusão de amigos e fotos, e registrar indefinidamente nomes, sobrenomes e datas de início e fim da 'amizade virtual' e mais um amontoado de dados, o Facebook me faz criar um laço perene que me rouba uma das coisas mais importantes que o mundo real precisa para funcionar: o direito de esquecer e ser esquecido.

ALEXANDRE ORRICO

Passado maníaco no Farmville, mas vida adulta Jedi estabelecida

Acessar o histórico do meu Facebook estampou na minha tela um tempo em que ele tinha uma única utilidade para mim: jogar "Farmville". Entre 2009 e 2010, minha linha do tempo foi um amontoado de pedidos por tábuas, pregos, porcos e patos.

Antes disso, em 2008, eu praticamente não existia na rede. Hoje, apareço bem mais no Face, mas com pelo menos 400 laços cortados depois de parar e ver exatamente quem fazia parte da minha lista de 'amigos'.

Já o super algoritmo da rede mostrou conclusões reais sobre mim: fui enquadrada em vida adulta estabelecida (tenho quase 30), e recebi 19 menções a "Star Wars" para definir anúncios que são exibidos, revelando meu fanatismo.

STEFANIE OLIVEIRA

Info: BBM Messenger chega ao Windows Phone em versão beta

                                                                                                                                    Adeline Daniele

A BlackBerry anunciou que seu app de troca de mensagens, BBM, já está disponível para aparelhos com Windows, porém ainda em versão de testes.
O serviço que antes era disponível apenas para aparelhos BlackBerry já havia atrasado sua entrada nas lojas Google Play e Apple Store – que receberam o app apenas em outubro do ano passado.
A interface do app explora a experiência nativa do Windows Phone e permite navegar através das abas Contacts, Chats, e Feeds. Segundo a empresa, na primeira versão do BBM para Windows Phone o foco é permitir que usuários possam compartilhar experiências com um ou mais amigos imediatamente e com privacidade.
Além das mensagens de texto, na janela de bate-papos é possível compartilhar fotos, notas de voz, contatos e localização. Outros recursos como adesivos, BBM Voice, BBM Channels e compartilhamento de localização do Glympse devem ser adicionados nas próximas versões do app.

Apesar de o BBM Messenger estar em beta público, os usuários que quiserem baixar o app em seus aparelhos precisam realizar um cadastro nesta página.

Info: 5 questões bem estranhas já feitas em entrevistas no Google

Camila Pati

As entrevistas de emprego no Google já foram recheadas de perguntas bizarras. Esta época parece ter acabado.
Como bem declarou Laszlo Bock, vice-presidente de operações para pessoas do Google, ano passado, questões de quebrar a cabeça ou com pegadinhas não serviam para nada, apenas como mecanismo para que os recrutadores da empresa se sentissem mais espertos do que os candidatos.
Já há algum tempo, têm vez no Google as entrevistas com foco comportamental, essas sim, segundo Bock, muito mais efetivas na qualidade de seleção dos futuros googlers.

Assim, perguntas como estas cinco estão fora do repertório da empresa de Larry Page. Mas estas e mais de uma centena de perguntas bizarras estão reunidas em uma lista no site Impact Interview. Veja uma amostra do tamanho da “encrenca” de que os candidatos escaparam e também as possíveis respostas:

1. Quanto você cobraria para lavar todas as janelas de Seattle?

Esta pergunta, feita a candidatos ao cargo de gerente de produto, é na verdade, uma grande pegadinha. Ao invés de se desesperar tentando imaginar quantas janelas existem na cidade, uma possível resposta seria algo muito mais simples do que possa parecer: 10 dólares por janela. A dica vem do site Business Insider.

2. Porque as tampas de bueiro são redondas?

Engenheiros de software já precisaram responder a esta pergunta. Segundo, o Wikipedia a forma redonda evitaria que a tampa entrasse pelo bueiro em caso de enchente. É que formas quadradas e retangulares quando na diagonal poderiam passar pelo buraco.

3. Quantas vezes os ponteiros de um relógio se sobrepõem nas 24 horas de um dia?

Acertaram os candidatos a gerente de produto – para quem esta pergunta foi dirigida- que responderam 22 vezes. A resposta está no WikiAnswers.

4. Faça um plano de evacuação para a cidade de São Francisco

A intenção dos recrutadores é verificar as habilidades de planejamento dos candidatos a gerente de produto no Google. Assim, a sugestão do Business Insider e a de que a resposta comece com outra pergunta: para qual catástrofe o plano de evacuação será feito? 

5. Explique o que é um banco de dados para seu sobrinho de 8 anos

A tarefa proposta para potenciais gerentes de produto testava a capacidade de comunicação deles. Como explicar algo complexo de um jeito fácil e simples de entender? Dizer que um banco de dados é uma máquina que guarda um monte de informação e que é usada para ajudar a lembrar destas informações é uma das sugestões do Business Insider.

IDG Now: Twitter Analytics agora inclui dados detalhados sobre todos os tweets



Mudança na ferramenta a torna útil não apenas para anunciantes, mas também para editores e usuários de contas verificadas
O Twitter acaba de lançar um novo poderoso conjunto de ferramentas de análise que dão a anunciantes, editores e usuários de contas verificadas a capacidade de acompanhar o desempenho de todos os tweets.

É possível ver quantas vezes os usuários leram e foram engajados aos tweets orgânicos, para que seja possível otimizar as estratégias de conteúdo mais efetivamente.
Com o novo painel, você pode:
1 - Ver como seus tweets estão realizando em tempo real. 
2 - Comparar impressões (quantas vezes um tweet é visto por qualquer pessoa na web ou nos apps para Android ou iOS, incluindo usuários registrados fora) e o total de retweets e de favoritos, mês a mês. 
3 - Usar a página de detalhes do tweet para ver quantos retweets, respostas, favoritos e cliques cada tweet recebeu. 
4- Exportar suas métricas de desempenho para um arquivo CSV, que agora inclui tweets orgânicos e tweets promovidos.
A versão anterior do Twitter Analytics tinha uma opção para ver o desempenho de tweets não promovidos, mas não com tanta riqueza de detalhes.
A intenção do Twitter é dar aos usuários informações relevantes para ajudá-los a criar conteúdos que tenham maior alcance, e a capacidade de amplificar a mensagem ainda mais por meio de ações como retweets ou menções.


IDG Now!:Grupo holandês desafia usuários a ficar sem Facebook por 99 dias


A ONG 99 Days of Freedom (99 dias de liberdade) propõe aos frequentadores da rede social que deixem de usá-la por três meses para ver se são mais felizes

O que você faria se não usasse o Facebook por três meses? Deixar de lado comentários, posts, likes e selfies lhe daria mais tempo para ler um livro, sair com amigos ou andar de bicicleta? Você seria mais feliz?

Essa é a proposta da ONG holandesa 99 Days of Freedom (99 Dias de Liberdade), que está convidando os frequentadores da rede social a deixar de usá-la por 99 dias consecutivos e contar se isso os deixou mais felizes. O desafio acontece a reboque de toda a polêmica sobre o experimento psicológico feito secretamente pelo Facebook com 700 mil usuários em janeiro de 2012 e só agora descoberto.

Em busca da felicidade

Merijn Straathof, um dos organizadores do movimento, declarou que, embora muitos usuários tenham ficado irritados em saber das experiências secretas do Facebook, a meta do desafio não é danificar a imagem da rede social.

"O Facebook é uma plataforma incrível. Somos todos usuários e acreditamos que há muitas coisas boas no serviço. Mas também sentimos que há benefícios emocionais óbvios no uso moderado da plataforma e vamos saber daqui a 99 dias", diz Straathof. Segundo ele, nas discussões entre os participantes ficou claro que a verdadeira pergunta que as pessoas precisam fazer é "Como você se sente quando não usa o Facebook?"

Segundo dados do Facebook, seus usuários passam em média 17 minutos por dia na rede social. O que significa que, se aceitar o desafio da ONG e cumprir, você terá 1653 minutos, ou quase 28 horas, para usar com outras coisas na vida.

O grupo divulgou que já tem 1,6 mil pessoas aceitando o desafio. Isso é uma gota d'água no oceano de mais de 1 bilhão de frequentadores da rede social, mas os organizadores esperam que o número de participantes cresça na medida em que a informação sobre o movimento se espalhe.

Ajuda para deixar a rede

A ONG criou um documento com dicas para ajudar os usuários a "dar um tempo" no relacionamento com a rede social. Por exemplo, as instruções sugerem trocar sua foto de perfil pela imagem "99 days of freedom e explicam como criar um relógio de contagem regressiva para os 99 dias.

Os participantes também são convidados a completar anonimamente uma "pesquisa de felicidade" quando completarem as marcas de 33, 66 e 99 dias do desafio. Os resultados serão publicados no site 99daysoffreedom.com que também hospeda um fórum para que os participantes discutam entre si a experiência.

O Facebook não quis comentar sobre o desafio da 99 Days of Freedom.

Viciados em Facebook

Patrick Moorhead, analista da Moor Insights & Strategy, acredita que o desafio é uma resposta emocional ao Facebook e que poderá fazer muitos usuários da rede questionarem o que, de fato, estão fazendo com seu tempo e com que frequência visitam o Facebook.

"Acredito que várias pessoas vão se beneficiar de ficar longe por um tempo mas rapidamente vão voltar. De certa forma estamos viciados no Facebook. Nossos amigos e familiares estão lá, portanto é mais difícil sair", diz Moorhead.

Folha de São Paulo:Microsoft encerrará suporte ao Windows Phone 7 em setembro


BRUNO ROMANI
A Microsoft já tem data para abandonar definitivamente o Windows Phone 7.

A partir do dia 9 de setembro, as versões da plataforma, entre elas o Windows phone 7.8, não receberão mais atualizações, incluindo melhorias de segurança.

Assim, a empresa encerra o ciclo de um sistema operacional que já era considerado um rascunho antes mesmo do seu lançamento, em 2010.

Telefones com Windows Phone 7 não podem ser atualizados para Windows Phone 8. O Windows Phone 8 continuará a receber suporte.

QUEDA NOS TABLETS

Pela primeira vez desde que o iPad original abriu o mercado de tablets em 2010, a demanda por aparelhos da categoria caiu.

Segundo a consultoria NPD DisplaySearch, no primeiro trimestre deste ano, 56 milhões de unidades foram entregues ao varejo global. No mesmo período do ano passado, o número foi de 59 milhões.

A firma alega que a competição entre smartphones de tela grande, com 5,5 polegadas, e tablets pequenos, com telas de 7 polegadas, está causando prejuízo para as pranchetas. Novas quedas são esperadas.

ACERVO

A Music Vault disponibilizou em seu canal do YouTube mais de 12 mil registros de shows de grandes artistas da música.

SEMELHANÇA

A atriz Lindsay Lohan decidiu processar a Rockstar Games por considerar que um personagem de "GTA 5" usa a sua imagem. No jogo, Lacey Jones é uma jovem atriz loira que precisa fugir dos papparazi e também tem um distúrbio alimentar.

MOVIMENTO

A segunda geração do Kinect para Windows chegará amanhã às lojas dos EUA. Custará US$ 199. Ele tem câmera de 1.080p e melhor ângulo de visão.

LOUROS

O Netflix está consolidando sua posição como produtor de conteúdo de respeito. O serviço de streaming recebeu 31 indicações para o Emmy. O sucesso do Netflix no prêmio é encabeçado por "House of Cards" e "Orange is the New Black".

GIGANTE

A Apple teria feito uma ordem inicial de 68 milhões de unidades do iPhone 6 junto aos fabricante asiáticos, segundo o blog "BGR".

sexta-feira, 11 de julho de 2014

G1 - Justiça anula 'justa causa' de mulher demitida por criar grupo no WhatsApp

G1 - Justiça anula 'justa causa' de mulher demitida por criar grupo no WhatsApp

WhatsApp Facebook (Foto: AP)
A Justiça anulou a demissão por justa causa de uma mulher que foi mandada embora de uma loja por ter criado um grupo no aplicativo de mensagens WhatsApp, usado pelos funcionários para falar mal dos chefes. Agora, a companhia terá que pagar à ex-funcionária todas as verbas rescisórias.

Daniela Machado de Souza ocupou o cargo de subgerente da loja de celulares e artigos telefônicos Lig Celular, no Distrito Federal, de março e agosto de 2013. Para organizar o trabalho, ela criou um grupo no aplicativo de bate-papo.

Por meio do app, é possível enviar não só mensagens de texto mas também notas de áudio, fotos e vídeos. Pelo seu potencial de atrair usuários, o serviço de mensagens instantâneas foi comprado pelo Facebook por US$ 16 bilhões, em um negócio que pode chegar a US$ 19 bilhões.

A Lig Celular não viu o grupo de conversa com bons olhos. Demitiu Daniela por justa causa. Argumentou que a subgerente deu apelidos pejorativos a uma das funcionárias e ao diretor executivo da companhia. Para a empresa, as mensagens eram “atos lesivos à honra e a boa fama” da Lig Celular.

Celulares particulares
A juíza Rosarita Machado de Barros Caron, da 2ª Vara do Trabalho de Taguatinga (DF), entendeu que não há provas de que ex-funcionária ofendeu outros funcionários nem que tinha responsabilidade pelo que os outros falavam pelo grupo. Daniela “não controlava as conversas do grupo, visto que os celulares eram particulares”, afirmou a juíza, em sentença de junho deste ano.

“Os trechos extraídos das mensagens e transcritos na peça defensiva, ao contrário do que pretendia demonstrar a Reclamada [Lig Celular], não indica que a Reclamante [Daniela] tenha realizado quaisquer manifestação pejorativa a algum empregado ou preposto da empresa”, afirmou a juíza.

Contou a favor da decisão o depoimento de duas testemunhas da Lig Celular. Uma delas afirmou que Daniela não fez comentários sobre seus superiores. Outra não fazia parte do grupo no WhatsApp, porque não possuía sequer um smartphone.

A juíza indicou ainda que Daniela não tinha o dever de repreender seus subordinados caso falassem mal dos chefes. “Registre-se, ainda, que a Reclamante, enquanto gerente da empresa, não tinha direito ou obrigação de censurar o teor das conversas havidas dentro do grupo pelo celular, dado o próprio caráter privado da troca de informações em questão e do direito à livre manifestação de pensamento assegurado também pela Carta Constitucional.”

Com a reversão da demissão por justa causa, a empresa terá de pagar as verbas rescisórias à ex-empregada, como aviso prévio de 30 dias e multa fundiária de 40%, além do FGTS, férias e décimo terceiro proporcionais.

INFO: Casal chinês vende filhos para manter vida em jogos online

 INFOCasal chinês vende filhos para manter vida em jogos online 

A Hui, pai das crianças que foram vendidas
Um casal chinês vendeu um de seus filhos, ainda bebê, para poder comprar itens virtuais dentro de jogos.

Segundo o site Games In Asia, o casal A Hui e A Mei (nomes abreviados), venderam seu segundo filho para sustentar o vício do pai em games online. A esposa disse a uma TV local que a maior parte da renda da família era direcionada para comprar itens nos jogos, e que os dois achavam que não teriam condições de manter essa vida e criar o filho - então preferiram vender a criança.

Hui e Mei já haviam feito isso antes: a primeira gravidez do casal foi indesejada e eles "não tinham intenção de dar apoio financeiro" à criança, o que fez com que a vendessem para mercadores de bebês locais.

O tráfico de seres humanos é crime punível com morte na China. Crianças compradas dessa forma são revendidas para outros casais dentro do país e até orfanatos, para que as crianças possam ser adotadas por famílias do exterior. O país também tem um sério problema de vício em jogos online, assim como a Coreia do Sul.

Olhar Digital: Concurso elege as melhores fotos feitas com drones

Olhar Digital: Concurso elege as melhores fotos feitas com drones:

Um concurso organizado pelo site Dronestagram, foi criado para eleger as melhores fotos tiradas com drones. O concurso recebeu imagens do mundo todo e deu prêmios para o 1º, 2º e 3º lugares em duas categorias, sendo uma delas votada pelo site e pela National Geographic, enquanto a outra foi eleita por votação popular, contando o número de curtidas na página do Facebook.

Primeiro, ficam as fotos votadas pelo Dronestagram e a National Geographic:

1º Lugar - Capungaero


2º Lugar - Jericsaniel


3º Lugar - Drone-CS


Também foram premiadas fotos eleitas por votação popular:

1º Lugar - PostAndFly


2º Lugar - Jams69


3º Lugar - IceFire


Entre os prêmios recebidos pelos vencedores estão drones e ampliações de alta qualidade das fotografias.
Fonte: "Olhar Digital: Concurso elege as melhores fotos feitas com drones." Olhar Digital. N.p., n.d. Web. 11 July 2014. <http://olhardigital.uol.com.br/noticia/4299





Olhar Digital: Análise: ICQ é tão bom quanto WhatsApp

Olhar Digital: Análise: ICQ é tão bom quanto WhatsApp:




Uma das mais antigas ferramentas de comunicação da internet, o ICQ andava esquecido até lançar a versão 8, nesta semana, que o colocou em pé de igualdade com produtos como WhatsApp, Viber, WeChat e Skype. A possibilidade de se conectar através de um número de telefone, fazer chamadas em vídeo, trocar stickers, entre outras coisas, deu mais peso para o ICQ, mas vale a pena baixá-lo?

O ICQ é bom. No smartphone, funciona de forma rápida e sem engasgar. Tem um visual limpo e funcionalidades que atualmente precisam estar num comunicador: chat individual, em grupo, em vídeo, troca de imagens e vídeos, uma boa variedade de pacotes de stickers (inclusive um só de memes que deixa a conversa mais interessante).

Dá para conversar até com quem não usa o aplicativo, de forma gratuita, porque o contato recebe um sms com o conteúdo. E a resposta vem no ICQ, e não no app padrão do aparelho. Há também a possibilidade de enviar qualquer tipo de arquivo, seja PDF, DOC, JPG etc.

É possível baixar o ICQ no computador ou usar o serviço pelo navegador e falar também com os contatos do Facebook por ele. Quem tem site pode disponibilizar o ICQ por meio de um plug-in e usá-lo para aumentar o tráfego e a permanência dos visitantes.

Tudo isso e, se você está na faixa dos 25 anos, ainda vai gostar de ouvir o nostálgico "oh-ow" sempre que receber uma mensagem. O ICQ só tem um problema sério: a base de usuários. O serviço pode ser muito útil no desktop, mas no celular a concorrência é muito acirrada, principalmente porque o mercado tem um serviço dominante que é o WhatsApp.

Quando baixei o ICQ, tive de pedir a amigos que o baixassem também para que eu conseguisse testá-lo. A reação geral foi positiva, mas a maioria das pessoas depende de outro aplicativo para chegar aos contatos.

Dá pra arriscar que ele representa um perigo para o WhatsApp, mas é difícil imaginar que um dia haverá tanta força para destroná-lo. Se bem que, com o lançamento da versão atual, o ICQ chagou ao topo nas lojas de aplicativos, com 100 registros por minuto só no Brasil... será que é um começo?


Olhar Digital: Samsung enfrenta novas acusações de trabalho infantil em fábricas

Olhar Digital: Samsung enfrenta novas acusações de trabalho infantil em fábricas:


A Samsung pode ter problemas com relação a trabalho infantil na China. A organização China Labor Watch, que combate o emprego de mão de obra de menores de idade, alega ter encontrado vários irregularidades na Shinyang Electronics, um dos fornecedores de componentes para a coreana.

Em resposta às acusações, a Samsung diz já estar investigando com urgência a situação para “tomar as devidas providências de acordo com nossas políticas de prevenção a qualquer caso de trabalho infantil nos nossos fornecedores”, segundo um comunicado divulgado.

A Shinyang Electronics teria o hábito de contratar menores temporariamente, por períodos de 3 e 6 meses, em períodos muito movimentados, quando há urgência por mão de obra. Nestes casos, a empresa traz crianças e estudantes para trabalho na fábrica. Estes jovens trabalhariam por 11 horas ao dia, mas recebem apenas por 10 delas.

A empresa em questão é responsável pela produção de capas para celulares e outros componentes utilizados nos smartphones da coreana.

De acordo com a China Labor Watch, os menores encontrados nas fábricas tinham 15 anos e estavam usando documentos de outras pessoas.

A Samsung diz que conduz inspeções e monitora seus fornecedores frequentemente para garantir que este tipo de situação não aconteça.

Olhar Digital: Em vídeo, Dilma promete internet rápida e barata para todos

Olhar Digital: Em vídeo, Dilma promete internet rápida e barata para todos:


Faltando três meses para as eleições, a presidenta Dilma Rousseff já começou a fazer promessas de campanha relacionadas a tecnologia. A primeira delas foi divulgada nesta quinta-feira, 10, pelo Facebook: internet rápida, barata e segura para todos por meio de um programa chamado “Banda Larga para Todos”.

A chefe de estado foi categórica ao afirmar que o plano é promover a universalização do acesso de todos os brasileiros.

Segundo o vídeo publicado na rede social, o programa vai além de levar o acesso a quem não tem ainda. A ideia é estimular também a ampliação da infraestrutura para difusão da fibra óptica, que poderia garantir velocidades de acesso maiores.

Dilma lembra de que a internet não é apenas um espaço para socialização, mas que pode ser uma ferramenta importante para educação, participação nas decisões do governo e também o lazer.

Com ou sem eleição, a reforma na estrutura de internet viria bem a calhar. Recentemente, o Olhar Digital aproveitou a Copa do Mundo para fazer uma brincadeira comparando a velocidade da rede em cada um dos participantes do torneio. Com muito atraso, o Brasil ficou no fundo do ranking, com o posto de 4ª pior internet entre os países na competição, sem contar cinco cujos dados não foram disponibilizados pela Akamai.

Olhar Digital: Operação da Microsoft contra o cibercrime liberta 4,7 milhões de PCs

Olhar Digital: Operação da Microsoft contra o cibercrime liberta 4,7 milhões de PCs:


A Microsoft recentemente participou de uma ação de combate ao cibercrime que acabou considerada a mais bem sucedida da história. O resultado do ataque a cibercriminosos teria libertado 4,7 milhões de computadores que estavam sendo comandados por uma botnet. O Brasil era um dos países com maior número de máquinas infectadas, acompanhado por Índia, Paquistão, Egito, Argélia e México.

Pelo menos outros 4,7 milhões de computadores infectados também foram identificados, mas muitos ainda devem estar sob o controle do cibercriminoso.

A empresa, por meio de Richard Domingues Boscovich, um dos diretores da unidade de combate ao crime digital da Microsoft, diz que os endereços de IP dos infectados serão repassados aos governos locais com o intuito que eles ajudem os usuários a remover estes vírus.

Para localizar os PCs afetados, a Microsoft interceptou o tráfego de uma empresa chamada Vitalwerks, que estaria sendo usada pelos cibercriminosos para comandar as máquinas infectadas.


A Vitalwerks, no entanto, acabou não ficando nem um pouco satisfeita com o modo de operação da Microsoft, que acabou interferindo severamente nos serviços oferecidos pela empresa. Cerca de 1,8 milhões de clientes ficaram sem serviço por vários dias devido à ação. A Vitalwerks diz que teria colaborado com a Microsoft, que pediu desculpas pelos transtornos, caso houvesse uma conversa, sem necessidade de derrubar o serviço dos clientes legítimos.

A operação começou no dia 30 de junho e tinha permissão jurídica para acontecer, mesmo com os problemas. A Microsoft mirava softwares maliciosos conhecidos como Bladabindi e Jenxcus, criados e distribuídos por desenvolvedores no Kuwait e na Argélia.

Olhar Digital: Relógio inteligente da LG começará a ser vendido no Brasil neste mês

Olhar Digital: Relógio inteligente da LG começará a ser vendido no Brasil neste mês:




O Android Wear não deve demorar muito para chegar ao Brasil, e o primeiro dispositivo a chegar ao mercado nacional deve ser o G Watch, da LG. A empresa confirmou ao Olhar Digital os planos de iniciar as vendas do relógio inteligente ainda no mês de julho.

A coreana realizará um evento no dia 22 de julho em São Paulo, onde apresentará seu novo smartphone top de linha, o LG G3. A ocasião também deve ter mais informações sobre o relógio de pulso.

O lançamento “global” (não realmente mundial) do LG G Watch aconteceu em 8 de julho, quando começou a ser vendido em 12 países. Na ocasião, a empresa também informou que outros 15 devem receber o produto em breve, incluindo o Brasil.

A empresa diz que os preços ainda serão anunciados localmente, o que signfica que ainda não está confirmado o valor de venda no Brasil. Por enquanto, sabe-se apenas seu preço nos Estados Unidos: US$ 230. 

O relógio depende de conectividade com o celular para suas funções inteligentes, como todos os aparelhos com Android Wear. O pareamento requer a versão 4.3 do Android ou superior. O aparelho tem uma tela de 1,65 polegadas, com um processador Snapdragon 400 de 1,2 GHz, 4 GB de armazenamento e 512 MB de memória RAM e bateria de 400 mAh.

Olhar Digital: Microsoft alerta para fim do suporte base do Windows 7 em 6 meses

Olhar Digital: Microsoft alerta para fim do suporte base do Windows 7 em 6 meses:


Conforme entramos no segundo semestre de 2014, a Microsoft decidiu emitir um alerta a seus usuários lembrando do fim do suporte base de muitos dos seus produtos, entre os quais está o tão popular Windows 7. O sistema operacional deve perder o suporte base a partir de 13 de janeiro de 2015, ou seja, em cerca de seis meses.


Isso não significa que o Windows 7 será abandonado, como aconteceu recentemente com o XP. A sétima versão do sistema ainda tem o suporte estendido pela frente até 2020. Isso vale para qualquer edição do software, seja voltada para usuários domésticos, seja para clientes corporativos.

O fim do suporte base significa que a Microsoft abre mão de lançar novos recursos para o Windows 7, mas ainda se compromete a lançar atualizações frequentes de segurança por mais cinco anos. Só então o sistema será abandonado.

A empresa também alerta para o fim do suporte base de outros produtos, como o Windows Phone 7.8, que se encerra em 9 de setembro de 2014, ou daqui a dois meses. Novamente, ele também continuará recebendo updates de segurança.

Você pode conferir a lista completa de produtos da Microsoft com suporte se encerrando até o fim do semestre clicando neste link.

Olhar Digital: LG promete TV de 60 polegadas que poderá ser enrolada




A LG mostrou nesta quinta-feira, 10, dois modelos de telas que pretende usar para montar televisores e monitores no futuro. Ambos têm 18 polegadas, sendo um flexível e o outro, 30% transparente.

O flexível tem 1200x810 pixels, com quase 1 milhão de megapixels, podendo ser enrolado a um raio de 3 centímetros sem perda de funcionalidade. A empresa diz que será possível fazer TVs enroláveis com mais de 50 polegadas.

Para alcançar essa curvatura, a LG substituiu o plástico que fica na traseira da tela por um filme de poliamida - que também ajudou a diminuir a espessura do painel.

"Estamos confiantes de que, até 2017, vamos desenvolver com sucesso um painel OLED Ultra HD flexível e transparente com mais de 60 polegadas, que terá mais de 40% de transparência e um raio de curvatura de 100r", escreveu In-Byung Kang, um dos vice-presidentes da LG.