terça-feira, 22 de julho de 2014

Folha de S.Paulo:Relatório prevê futuro "sombrio" para a internet


QUENTIN HARDY

Fazer previsões é complicado. O futuro chega até nós em alta velocidade hoje em dia, e há muitas variáveis para que sejam feitas afirmações precisas. Previsões, porém, podem ser úteis: são uma excelente maneira de examinar as paixões do momento.

O Pew Research Center, uma das mais conhecidas organizações de produção de conhecimento estratégico, publicou recentemente o terceiro volume de uma série batizada de "A Vida Digital em 2025". Ainda que visto como um retrato dos dias atuais, e não dos que estão por vir, o relatório, chamado "Ameaças à Rede", é sombrio.

O Pew Internet Project, em colaboração com o Centro para a Imaginação da Internet da Universidade Elon, entrevistou 1.400 importantes pensadores de tecnologia.

Coletivamente, os especialistas postularam que acontecerão novas violações das liberdades on-line por governos; que haverá mais monitoramento e uma queda da confiança; ocorrerá um "esmagamento" da criatividade individual por causa do controle de grandes companhias.

Existem perigos originados até na personalização de conteúdo: essa personalização, uma maneira de limitar a sobrecarga de informação, também foi vista como uma ameaça às descobertas que fazemos por acaso com o que lemos, assistimos e pensamos.

"Perguntamos sobre as ameaças e oportunidades para o conteúdo livre na internet, e recebemos respostas elaboradas", disse Lee Rainie, diretor do Pew Internet Project e coautor do estudo. Comparado com o passado, disse ele, "há uma sensação mais palpável de temor" em relação à vida on-line.

Essa visão problemática surgiu quando o grupo, cujos membros eram em boa parte otimista no início, recebeu pedido para descrever "as ameaças mais sérias ao acesso, ao compartilhamento e ao conteúdo na internet".

Não é surpreendente, então, que a palavra "ameaça" apareça 57 vezes no relatório, enquanto "esperança" e variáveis surjam só 12 vezes. "Corporativa" e "corporação" aparecem 31 vezes –apenas uma delas de forma positiva.

Anteriormente, um grupo de especialistas consultados pelo Pew havia previsto os efeitos de uma internet onipresente, enquanto outra pesquisa observava as implicações da chamada internet das coisas. De forma geral, eram projeções positivas.

Então, quão assustados deveríamos estar com o mundo que está por vir? A época em que o relatório foi produzido ajuda a entender. As perguntas foram feitas on-line entre novembro e janeiro, quando as revelações de Edward Snowden de espionagem da NSA contra cidadãos comuns dominaram o noticiário de tecnologia, o que, segundo Rainie, afetou os palpites das pessoas. "Definitivamente, esse é um ambiente pós-Snowden", diz ele.

Sobre os medos de que companhias famintas por lucros irão limitar o acesso ou explorar o nosso lado preguiçoso, Rainie observou que "há uma preocupação crônica sobre a comercialização de tudo on-line".

Claramente, as revelações de Snowden são importantes para como pensamos a respeito da internet, embora a descoberta de que a NSA espia a vida on-line pareça não ter mudado muito o comportamento das pessoas. Há também outras maneiras sobre como os especialistas poderiam ter pensado a respeito do futuro do conteúdo na rede. A maioria dos especialistas do Pew se identificou como norte-americana.

Eles parecem ter implicitamente definido "conteúdo" como algo pessoal e criado por humanos, valorizando a liberdade de expressão e a diferença. Embora louvável, para alguns críticos essa perspectiva pode já conter um certo tipo de parcialidade do presente. "Passei um tempo nos Emirados Árabes Unidos, e as pessoas de lá poderiam dizer que essa tal de 'internet livre' é um tipo de oligopólio subsidiado vindo do imperialismo cultural ocidental" disse Steven Weber, professor na Escola de Informação da Universidade da Califórnia em Berkeley.

Um ponto sobre o qual os especialistas do Pew e os árabes poderiam concordar, observa ele, é que "eles também acham que a internet é um lugar onde a NSA espiona você". Para Weber, "'O mundo está ficando menos livre e criativo?' é uma retórica exagerada que eu ouvi dos mesmos 'especialistas' da década passada".

Tão importante quanto isso são as mudanças na internet e no conteúdo que não foram citadas. Os especialistas parecem pensar que a internet é um lugar aonde as pessoas vão, ou algo que visitam periodicamente. Cada vez mais, esse parece ser menos o caso –algumas pessoas checam seus smartphones até 150 vezes ao dia, segundo a analista de internet Mary Meeker, mas não é só por isso.

Os dispositivos com dados de localização, os vestíveis (como monitores de saúde que enviam informações à "nuvem"), e um mundo cheio de sensores significam que os hábitos da internet se espalharam por todo o mundo.

Logo, quase toda atividade humana e a internet serão inextricáveis. Meu batimento cardíaco, conectado a um monitor de saúde na nuvem, é conteúdo que funde o homem e máquina. O vídeo ao qual assisto é conteúdo, mas também é onde e por quanto tempo eu o assisti, e o que fiz em seguida.

Claro, esse está longe de ser o tipo de conteúdo e mundo ao qual os especialistas se referiam ao instituto Pew. Isso é compreensível e o porquê de fazer previsões é uma tarefa sobre o presente: A coisa mais difícil de imaginar sobre o futuro é que não estamos nele de alguma forma que nos reconhecemos.

Tradução de BRUNO ROMANI

segunda-feira, 21 de julho de 2014

UOL: Anos depois, Google promete consertar bug conhecido do Chrome


Carlos L. A. da Silva 

Por anos, o Chrome vem consumindo mais energia que qualquer outro navegador no mercado. É um bug que já foi reportado para o Google, mas só agora a empresa promete resolvê-lo de uma vez por todas.
O problema é que o Chrome para Windows exige mais do que deveria do processador do sistema quando o usuário não está usando.Em circunstâncias normais, o processador é ativado 64 vezes por segundo para identificar se há atividade no sistema. O Chrome ativa o processador 1000 vezes neste mesmo período, sem necessidade.

Esta falha pode gerar um consumo de energia 25% maior do que outros navegadores, mesmo quando o Chrome está minimizado e sem uso. O bug reduz a duração da carga de bateria em notebooks e dispositivos móveis que usem esta versão do navegador.

A falha foi reportada inicialmente para os desenvolvedores em 2010 e pelo menos um destes relatórios data de 2012. O problema, contudo, não chamou a atenção do Google até ser trazido à tona pela revista Forbes na semana passada. Somente então, a empresa se comprometeu a corrigi-lo.

Em declaração para a PCWorld, o Google afirmou que o bug ganhou prioridade máxima em seu time de desenvolvimento interno. Por enquanto, não há previsão de quando a falha de quatro anos atrás finalmente será corrigida.


Uol: Os melhores apps da semana para Android


 Giovanni Santa Rosa

Semana cheia de novidades para o Android, como as chegadas dos games Nuts! e Game of Thrones Ascent à Play Store. Veja estas e outras dicas na nossa lista:
Clarisketch (grátis): O Clarisketch é um app que permite fazer anotações numa tela em branco ou numa imagem enquanto você grava sua voz. O resultado é um vídeo que pode ser enviado para qualquer um, pois roda em qualquer browser. Bem útil para tutoriais e explicações.


MyRoll (grátis): O MyRoll é um app de galeria que mostra suas fotos por inteiro — sim, nada de previews quadrados, ele dá um jeito de encaixar todas as suas fotos na tela do seu celular ou tablet. Além disso, ele é muito bom para compartilhar várias fotos para diversos serviços.


Olhar Digital: Brasileiros criam cópia do aplicativo Yo


Muita gente torceu o nariz para o Yo quando ele ficou famoso, afinal, qual seria o potencial de um aplicativo cuja única finalidade é o envio e recebimento de "yos" por meio do smartphone? Houve, por outro lado, quem acreditasse na proposta, inclusive um grupo de brasileiros que resolveu copiá-la.
Três estudantes da Universidade de São Paulo criaram o hey!, que faz exatamente a mesma coisa que o Yo. E talvez não seja possível dizer que a ideia era trazer o conceito para os brasileiros, porque o hey! está todo em inglês - assim como sua descrição nas lojas da Apple e do Google.

Em entrevista ao Estadão, Vinicius Figueiredo Néris, um dos estudantes, reconhece que o aplicativo "surgiu como uma oportunidade de aproveitar o sucesso da plataforma Yo", porque eles entenderam que poderiam desenvolver algo melhor - mesmo que a ideia do Yo seja, justamente, a simplicidade.

Ele tem como companheiros Pedro Góes e Maurício Giordano, que também trabalham com Néris numa startup para que organizadores de eventos se comuniquem com o público. O trio espera alcançar 100 mil usuários antes do fim do ano com o aplicativo.

O Yo chamou muita atenção por mexer com um fenômeno cultural conhecido como "chamada perdida", que no Brasil pode ser melhor entendido como "dar um toque": quando alguém liga para outra pessoa e desliga antes que ela atenda, na intenção de passar um recado que faz sentido para o momento - "cheguei", "me ligue", "já fiz o que combinamos" etc.

Durante a Copa do Mundo, podia-se adicionar uma conta que mandava "yos" sempre que saía um gol, tem gente adicionando plugins do serviço a blogs para que os leitores sejam avisados sobre novos posts e há até relatos de que o Yo está sendo usado como alerta antibombas em regiões de conflitos.

UOL: Netflix está testando um modo de uso que mantém em segredo os programas vistos pelo usuário

 Joaogan

Assine a tag netflix para ser avisado sempre que novos conteúdos marcados pela tag forem publicados
Um dos maiores motivos da grande popularização do Netflix é seu recurso de sugerir novos filmes e séries de acordo com o que os usuários já assistiram, "aprendendo" o gosto deles. Mas pode ser que. às vezes, uma pessoa queira experimentar algo novo, mas não quer que isso influencie nas próximas sugestões, ou simplesmente um cara não quer que seus amigos saibam que ele adora "O Fabuloso Destino de Amélie Poulain" (Thiago Santana). O Netflix está trabalhando numa nova configuração que pode resolver essa questão.

O "modo de privacidade", atualmente em fase de testes, permite ao usuário assistir aos programas que quiser sem que eles apareçam nos "vistos recentemente" e, mais importante, sem que eles influenciem em suas recomendações futuras. Usuários selecionados já estão experimentando o modo e, se aprovado, logo ele será disponibilizado como um recurso novo da plataforma.


Folha de S.Paulo:Noticiário de 'Tec' passa a ser incluído em 'Mercado'


A partir desta semana, o noticiário sobre tecnologia de "Tec" deixará de circular como caderno e passará a ser incluído às terças-feiras em "Mercado", que já abrigava a cobertura diária do setor.

A coluna de Ronaldo Lemos ganhará mais espaço na edição impressa.

Além de Lemos, os colunistas Luli Radfahrer, Marion Strecker e Daniel Pellizzari continuarão sendo publicados no site de "Tec", assim como a seção de quadrinhos.

A cobertura on-line será reforçada, atendendo a uma demanda crescente. Entre os suplementos, "Tec" tem o maior volume de leitores médios por mês no site, com pico de audiência comparável ao de editorias diárias no dia em que circula no impresso.

Cadernos especiais temáticos continuarão sendo editados, assim como o blog da editoria.

Olhar Digital: Designer imagina como seriam os antigos Nokias com Windows Phone


O site alemão Curved Labs publicou hoje em seu site uma galeria com fotos que reimaginam o antigo Nokia 3310 como um telefone moderno, rodando Windows Phone, ainda mantendo o design antigo. Existem imagens de versões coloridas e monocromáticas, tanto do Nokia 3310 como do Ericsson T28, também bastante popular na época. Veja como ficaram:


Ah, aquela telinha riscada teria se tornado uma telona riscada!

Será que com uma câmera bruta de 41 megapixels dessa a bateria ia durar do mesmo jeito? E como tirar fotos com uma tela monocromática?
Com a tela colorida o aparelho parece mais atraente, não?
Se bem que ele é meio grossinho, né?
Veja como ficou o Ericsson T28:
Essa curva aí no meio da tela é esquisita, mas era um belo smartphone pra ganhar uma versão Android, não?
Tudo bem, o Whatsapp, o Foursquare e o Twitter até daria pra usar tranquilo em uma tela monocromática, mas Instagram? Perderia um pouco a graça...


Olhar Digital: Cresce uso da internet em escolas públicas brasileiras


Uma recente pesquisa feita pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, chamada de "Tecnologias da Informação e Comunicação na Educação", mostra que as escolas públicas brasileiras têm aumentado seu uso de internet durante as aulas.

Em 2013, 46% dos professores do país se mostraram dispostos a utilizar a internet em suas aulas para a exibição de vários recursos, entre eles fotos, vídeos, jogos, softwares e para encontrar questões de provas.

Apesar do avanço, a baixa velocidade da internet na rede pública pode ser um dos motivos pelos quais o número não é maior, já que 52% das escolas públicas pesquisadas possuem velocidades inferiores a 2 Mbps. 43% das escolas particulares, no entanto, possuem conexões entre 5 Mbps e 10 Mbps.

A pesquisa foi realizada entre setembro e dezembro de 2013, em 994 escolas púbilicas e privadas do país, tendo sido entrevistados 939 diretores, 870 coordenadores, 1.987 professores e 9.657 alunos. Apesar do aumento na utilização da internet nas escolas, ela é o local predominante de acesso para apenas 7% dos alunos de escolas públicas e 2% dos alunos de escolas privadas, sendo que 68% dos alunos de escolas públicas e 93% dos alunos de escolas privadas dizem que utilizam a internet durante o maior tempo em suas próprias casas.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

CIO: Quatro formas de melhorar a imagem da TI

 CIO:Quatro formas de melhorar a imagem da TI -



Para ser levado a sério, o departamento de TI deve mostrar o potencial das tecnologias inovadoras e comprovar resultados para a área de negócios
Aproveitar as novas tecnologias com espírito empreendedor pode ajudar o CIO e sua equipe a criarem uma imagem mais positiva para as áreas de negócio. Mais do que isso, a pensarem em projetos de baixo custos que tragam grandes oportunidades para a organização.


Para ser levado a sério, o departamento de TI deve mostrar o potencial das tecnologias inovadoras e comprovar resultados para a área de negócios. Essa é a chave para tirar o estigma de que o CIO lidera uma equipe operacional e mostrar o quanto os profissionais do TI podem ser estratégicos e dinâmicos.

Claro que desenvolver um projeto inovador requer mais do que simples entendimento sobre a tecnologia em questão. É necessário fazer análises de custo, benefícios e observar profundamente o potencial de geração de receitas - questões nem sempre fáceis para o departamento de TI. 

Para evitar que a nova atitude “queime” o profissional mais do que ajude, o melhor é começar com projetos de baixo risco.

Na sequência, acompanhe quatro exemplos de projetos que têm condições de melhorar a imagem da TI na organização, tornando-a mais estratégica.

1 - APIs
As APIs (do inglês Application Programming Interfaces) estão entre os grandes trunfos dos negócios Web bem sucedidos, que as utilizam para compartilhar informações e tirar o máximo dos dados que conseguem reunir.

Em uma corporação, funciona da mesma maneira: uma API é capaz de enriquecer as aplicações da empresa, permitindo, por exemplo, uma integração maior entre informações com empresas parceiras, como o compartilhamento de base de consumidores.

Impulsionadas por outras tendências como Cloud, Mobilidade, SOA (Arquitetura Orientada a Serviços) e Internet das Coisas, muitas empresas começam a demonstrar interesse em fornecer APIs para seus parceiros e clientes, como também, e de forma mais abrangente, para o ecossistema de desenvolvimento de Apps, para que ele possa fazer com que as informações da empresa cheguem a lugares onde não poderiam chegar com as tradicionais integrações caso a caso.

Vejamos:

@ Mobilidade: o desenvolvimento de aplicativos móveis é sensivelmente facilitado quando a empresa já possui, em seu backend, as APIs para consultas e transações que precisam ser usadas pelos aplicativos móveis;

@ SOA: o uso de APIs tem sido a mola propulsora para levar o valor de SOA para além das fronteiras das empresas;

@ Cloud: as APIs são tipicamente disponibilizadas como uma camada de fronteira localizada na nuvem, que intermedia o acesso aos serviços internos localizados nos sistemas corporativos das empresas.

Segundo o Gartner, 75% das empresas listadas na Fortune 500 abrirão suas APIs em 2014.

Mas o uso de APIs deve ser feito com recursos avançados de segurança, pois ao mesmo tempo em que promovem a automação, elas podem abria a porta para ameaças virtuais.

Claro que desenvolver um projeto inovador requer mais do que simples entendimento sobre a tecnologia em questão. É necessário fazer análises de custo/benefício e observar profundamente o potencial de geração de receitas - questões nem sempre fáceis para o departamento de TI. Com as APIs, o departamento de negócios pode entrar como parceiro no projeto para analisar qual o máximo de ganho que pode ser obtido com o compartilhamento de dados com os parceiros.

2 – Social Business
Social Business é a capacidade de uma empresa produzir conhecimento de forma colaborativa, gerir conhecimento, compartilhar informações, eliminar barreiras, acelerar processos, inovar e aproximar clientes, fornecedores e parceiros.

A implantação de uma iniciativa social deve estar atrelada a um objetivo da empresa ou a um propósito, o qual irá originar um plano de implantação, que será analisado por meio de métricas pré-determinadas e monitorado, de preferência, por um gestor de comunidade. Durante o processo de implantação, é importante revisar as políticas internas da empresa e, se for o caso, adaptar para uma versão que suporte a iniciativa de social business. Essa fase é estratégica para fomentar o engajamento por parte dos usuários e pode seguir cinco etapas: preparação, lançamento, expansão, monitoramento e aprimoramento.

Mas os gerentes de negócios ainda quebram a cabeça tentando encontrar maneiras de tirar vantagem do poder das redes sociais. Os planos que os departamentos de negócios elaboram são complicados e envolvem um grande volume de programação, às vezes sem garantia de resultado. Você pode começar com passos simples.

Twitter, Facebook, Google+ e Linkedin facilitam o compartilhamento de conteúdo por visitantes de sites de terceiros. Qualquer mensagem pode ser adicionada, facilitando a vida dos visitantes que querem compartilhar conteúdo ou anúncios do site. Quando os usuários clicam nesses links, eles serão levados para sua rede preferida. Se não estiverem logados, a própria rede se encarregará de exigir a autenticação. Em outras palavras, isso livra a empresa de ter de lidar com a responsabilidade da autenticação.

Há ainda a opção de verificar a identidade do usuário com protocolos específicos, garantindo uma integração mais detalhada e ferramentas mais complexas. O chamado login social.

De fato, o Social Login como alternativa para o preenchimento de um formulário de cadastro tem vários benefícios para o administrador do site:

1. Aumenta as taxas de opt-in, fazendo login do visitante processo mais fácil;
2. Fortalece a percepção social de sua marca;
3. Melhora a coleta de dados através da captura de um perfil de visitante e armazená-lo em seu banco de dados;
4. Ajuda a ajustar suas estratégias aos diferentes tipos de dados que vão receber, dependendo da rede social usada pelo visitante para entrar no seu site.

Mas convencer o departamento de negócios de que isso é necessário pode ser difícil. E é aí que entram os primeiros exemplos, cuja experimentação é mais simples. A ideia é começar pequeno, mostrar resultados e convidar o departamento de negócios a contribuir com ideias para aprimorar as ferramentas. Fica mais fácil vender o projeto.

3 – Aplicativos móveis
O smartphone já é plataforma dominante nas corporações, mas criar um aplicativo para este dispositivo pode ser um pesadelo. A demanda por desenvolvedores especializados é alta e alguns fabricantes, como a Apple, são muito criteriosos sobre o que é permitido nos equipamentos.

Claro que essa abordagem tem mais valor para alguns negócios do que para outros, como no caso daqueles que têm muito trabalho remoto a ser feito, ou em deslocamento. O segredo é identificar dados e transações mais importantes para esse tipo de funcionário e oferecer opções em tecnologia móvel. Para tanto, é uma boa ideia manter diálogo com os usuários, principalmente áreas de vendas e desenvolvimentos de negócios, para o desenvolvimento de um plano.

O primeiro aplicativo móvel é sempre um desafio para os líderes de TI. Por um lado, os CIOs ficam entusiasmados com o potencial dos aplicativos móveis, mas na maioria das vezes trabalham pressionados a entregar novos apps, cada vez mais atraentes para usuários móveis, executivos e clientes.

Os líderes de TI já entenderam que para serem realmente úteis, os aplicativos móveis têm de nascer como móveis e não meras adaptações de aplicativos prévios feitos para o Windows, o Mac OS ou a Web. Eles precisam ser desenvolvidos a partir do zero, não só para funcionar bem dentro dos limites das telas de dispositivos móveis, memória e poder de computação limitados, mas também para tirar proveito de recursos que tradicionalmente não estão disponíveis em desktops, como múltiplas câmeras, telas sensíveis ao toque, animação e comunicação multimídia.

Mas migrar para o conceito de “móvel primeiro” exige que os gestores de TI repensem a mistura de talentos e especialização que eles possuem nos times de design de aplicações, desenvolvimento, gerenciamento e manutenção.

Para facilitar as coisas, um website pronto para smartphones é uma boa saída. Desenvolver um aplicativo em linguagem HTML, em vez de focar em sistemas operacionais individuais, facilita a implementação em múltiplas plataformas. Usar um código nativo para cada plataforma pode melhorar o desempenho e a integração com recursos bult-in, mas exigirá muito mais esforço.

A principal vantagem desse modelo de App Web é que ele é do tipo “escreva uma vez, transporte para qualquer lugar” ou perto disso. Adaptar para diferentes tipos de equipamentos móveis é fácil. E os programadores podem usar linguagens familiares de web, como o HTML5. 

O problema? Tais aplicativos não conseguem tirar vantagem dos recursos dos smartphones e tablets, como GPS e múltiplas câmeras. Para isso, é preciso escrever diferentes versões de cada aplicação usando linguagens de programação, plug-ins e APIs específicas para equipamentos móveis, seja um iPhone ou uma versão específica de Android.

Mas com o avanço do HTML os gestores de TI agora têm uma terceira opção, híbrida, que usa código baseado em web para o corpo do aplicativo e código nativo e plug-ins para tirar proveito dos recursos proprietários de cada sistema operacional móvel. O facilitador disso é o protocolo HTML5, do Worldwide Web Consortium’s (W3C), com recursos poderosos de animação e interação em web e pode rodar em múltiplas plataformas. O W3C ainda precisa ratificar completamente certos elementos do protocolo, como o cachê, que permite aos usuários móveis trabalharem offline. Mas isso não impede muitos gestores de TI de usar ou ter planos de uso para ele.

Empresas que lidam diretamente com consumidores não têm muitas alternativas a não ser dar suporte a múltiplas plataformas. Mesmo quando se trata de usuários internos, executivos de TI reportam diferentes graus de sucesso no controle ou limitação dos aparelhos móveis que os empregados, particularmente os executivos, vão carregar. 

A boa notícia é que há uma avalanche de plataformas de desenvolvimento de aplicativos móveis vinda de empresas como Sybase, Appcelerator, IBM, Sencha, Syclo e até Intel, que pode assumir boa parte do trabalho bruto de programar apps móveis que podem rodar em modo nativo em várias plataformas.

Mas lembre-se: desenvolver apps é só um pedaço de uma estratégia bem-sucedida. Primeiro, desenvolver aplicativos não quer dizer apenas escrever códigos, mas também testá-los, o que é essencial para uso interno e entre empresas (B2B). Avalie se você possui tempo e equipe suficientes para testar e resolver os bugs do software, especialmente ao desenvolver para várias plataformas. Isso vai reduzir suas escolhas por plataformas ou em usar uma solução comercial (off-the-shelf). Segundo, uma vez que você se comprometa com o desenvolvimento de aplicativos móveis, especialmente para consumidores, terá de atualizá-las frequentemente – mais do que em um website tradicional. Isso não é fácil ou barato, mas é necessário.

4 – Soluções geográficas
Todo departamento de TI tem bancos de dados que poderiam adicionar mais duas colunas: latitude e latitude. É um recursos que cresce muito nos dias de hoje, graças a smartphones e browsers. E que, se bem utilizados, podem trazer um ganho enorme.

Adicionar dados geográficos pode ser muito importante para saber de tendências, regiões de foco, relatórios estatísticos, entre outras coisas. E os testes são fáceis de serem realizados, com tantas ferramentas disponíveis.

Segundo a Gartner, o serviço de GPS já estão em mais de 3/4 dos telefones móveis, e isso deverá estimular a criação de aplicativos, embora as questões de privacidade requeiram atenção constante.

É bom lembrar também que nem todos os usuários aprovam a revelação das coordenadas exatas, mas um simples CEP já pode fazer muito por esse tipo de sistema.

Não há limites para experimentações
As ideias acima servem mais como linhas guias do que podem ser projetos com o potencial de melhorar o fluxo de caixa e gerar oportunidades de negócios. Nenhum dos exemplos vai mudar os fundamentos da companhia, mas mostram que alguns ajustes extras são sim capazes de trazer ganhos.

O ideal é que os profissionais pensem em seus próprios projetos de baixo risco e vá plantando a semente. Todos os novos produtos, tecnologias e ferramentas trazem oportunidades como estas. É apenas questão de se antecipar e aproveitar as chances.

Mas, lembre-se: quando o assunto é inovação, a falta de alinhamento entre as áreas do negócio, de autoridade do gestor de TI para monetizar algumas ideias e de atualização dos profissionais envolvidos prejudicam os resultados dos projetos e geram frustração por parte do board.

Para evitar as decepções relacionadas ao padrão aberto de inovação, quando estiverem no comando desses projetos, CIOs devem prestar atenção e priorizar os seguintes quesitos:

• Alinhamento: o gestor de TI deve orientar colaboradores envolvidos no processo de inovação para garantir que suas metas estejam de acordo com as necessidades do negócio ou demandas do mercado na qual a companhia está inserida. É preciso focar as energias nos programas que agradarão consumidores, parceiros, melhorarão o fluxo de trabalho interno ou outra atividade que traga resultados práticos. Para tanto, os líderes devem elaborar políticas eficazes de comunicação com suas equipes;

• Autoridade: o CIO deve ter o poder e a credibilidade suficientes para influenciar o board no sentido de investir nas iniciativas propostas pelos colaboradores e que têm potencial para beneficiar a operação. Além disso, os diretores de TI devem assegurar que a empresa tenha a infraestrutura necessária para pesquisar e desenvolver mecanismos para monetizar as ideias;

• Atualização: um dos maiores desafios enfrentados durante um processo de estímulo à inovação é o desenvolvimento pessoal e profissional dos colaboradores da companhia. Sem funcionários extremamente capacitados, a chance de alcançar os objetivos de criar processos e/ou produtos que tragam resultado positivo ao negócio é quase nula.


Fonte: "Quatro formas de melhorar a imagem da TI - CIO." CIO. http://cio.com.br/gestao/2014/07/02/quatro-formas-de-melhorar-a-imagem-da-ti-na-corporacao/ (accessed July 18, 2014).

Olhar Digital: Garoto de 13 anos desenvolve seus próprios óculos inteligentes

Olhar Digital: Garoto de 13 anos desenvolve seus próprios óculos inteligentes:

Clay Haight, de 13 anos, acaba de criar seu próprio Google Glass. Usando a plataforma Arduino, desenvolvida para construir protótipos eletrônicos, o garoto uniu armação impressa em 3D, tela de LCD e um bocado de fios, criando seus óculos inteligentes.

O dispositivo utiliza comandos de voz para abrir a agenda do dia, exibir mapas e fornecer informações de temperatura e meteorologia. Para evitar que o protótipo caia para o lado direito, onde fica a tela, um elástico o prende na parte de trás da cabeça.

Clay afirma que utilizar sua invenção é extremamente confortável e que, só por diversão, anda pela casa informando seus pais sobre a temperatura do ambiente.

Abaixo, um vídeo mostra o óculos inteligente criado pelo garoto:



Autor: "Olhar Digital: Garoto de 13 anos desenvolve seus próprios óculos inteligentes." Olhar Digital. http://olhardigital.uol.com.br/noticia/43128/43128 (accessed July 18, 2014).

Inovação Tecnológica:Matemática torna internet até 10 vezes mais rápida

Inovação Tecnológica: Matemática torna internet até 10 vezes mais rápida:




Equações matemáticas prometem tornar as comunicações pela internet mais rápidas sem precisar alterar nenhuma infraestrutura.

Uma equipe de pesquisadores da Dinamarca e dos EUA idealizou uma nova técnica que substitui o padrão atual de transmissão de dados pela rede.

Em testes com equipamentos reais, a taxa de transferência de dados chegou a ser 10 vezes maior.

No caso de um vídeo, o arquivo foi baixado cinco vezes mais rápido do que nas melhores condições de rede atuais e sem nenhuma interrupção - para comparação, a transmissão com a tecnologia atual travou 13 vezes, precisando ser reiniciada automaticamente pelo protocolo de troca de dados.

"E esta tecnologia pode ser usada em comunicações via satélite, telefonia e internet móvel e comunicação regular pela internet a partir de computadores," afirma Frank Fitzek, da Universidade Aalborg, na Dinamarca, um dos idealizadores da nova técnica.

Adeus aos pacotes

A transmissão de dados pela internet é feita por meio de "pacotes". O arquivo é quebrado em pequenas partes - os pacotes - que são enviados em sequência, podendo trilhar rotas separadas até o destino, onde o arquivo original é remontado.

É claro que ocorrem muitos erros na transmissão, o que significa que é necessário retransmitir vários pacotes várias vezes, fazendo com que a transmissão demore mais.

Os pesquisadores superaram esse problema usando um tipo especial de codificação que utiliza a matemática para armazenar e enviar o sinal de uma maneira diferente.

"Com os sistemas atuais, nós enviamos o pacote 1, o pacote 2, o pacote 3 e assim por diante. Nós substituímos isso por uma equação matemática. Nós não enviamos pacotes. Nós enviamos uma equação matemática," explica Fitzek.

A grande vantagem é que os erros não exigem que um pacote seja enviado novamente - a equação matemática reconstrói o dado que falta a partir dos dados anteriores e daqueles que chegam imediatamente a seguir.

"Você pode comparar [o mecanismo] com o tráfego de carros. Agora podemos fazer tudo funcionar sem sinais vermelhos. Podemos fazer os carros passarem por um cruzamento vindos de todas as direções, sem terem de parar uns para os outros. Isso significa que o tráfego flui muito mais rápido," acrescenta o pesquisador.

Protocolo RNLC

A equipe patenteou a tecnologia, que eles batizaram de RNLC (Random Linear Network Coding - codificação de rede linear aleatória).

Eles também já fundaram uma empresa, chamada Steinwurf, para licenciar sua tecnologia proprietária para os fabricantes de equipamentos.

Segundo o grupo, sua empresa emergente já está "em negociações secretas com fabricantes de hardware que trarão benefícios para os consumidores".


Autor: "Matemática torna internet até 10 vezes mais rápida." Matemática torna internet até 10 vezes mais rápida. http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=matematica-torna-internet-10-vezes-mais-rapida&id=010150140718#.U8kqjuNdXQR (accessed July 18, 2014).

IDG Now!:Site móvel da Receita Federal permite consultar restituição do IR

IDG Now!:Site móvel da Receita Federal permite consultar restituição do IR 




Ao acessar o site por um smartphone, o usuário poderá ler notícias, consultar a restituição imposto de renda e a agenda tributária

Depois do app para declaração do imposto de renda através dos tablets, chegou a hora da Receita Federal laçar seu site móvel, para acesso através de smartphones.

Já nesta quinta-feira, 17/7, ao entrar no site da receita a partir do navegador do smartphone, o usuário será apresentado à versão “móvel” do site, com a opção de acesso à versão "clássica" e a algumas informações e serviços, como notícias, consultas da restituição imposto de renda de pessoa física e da agenda tributária. Novas funcionalidades estarão disponíveis em breve.

Segundo Cláudia Maria de Andrade, Coordenadora-Geral da Coordenação de Tecnologia da Receita Federal, o escopo do desenvolvimento dessa primeira versão considerou os serviços de maior utilidade para esse perfil de contribuintes.

Só no mês de junho, o site da Receita Federal teve 50,2 milhões de visitantes e um total de 142,8 milhões de page views.

Autor: "Site móvel da Receita Federal permite consultar restituição do IR - IDG Now!." IDG Now!. http://idgnow.com.br/mobilidade/2014/07/18/site-movel-da-receita-federal-permite-consultar-restituicao-do-ir/ (accessed July 18, 2014).

IDG Now!:Facebook inicia testes com o botão "Comprar"

IDG Now!:Facebook inicia testes com o botão "Comprar"


Usuários vão poder adquirir produtos diretamente de seu feeds de notícias

Primeiro foi o Twitter. Agora o Facebook também está testando um botão "comprar" que permite aos usuários fazer compras diretamente de seus feeds de notícias. Um número limitado de pequenas e médias empresas dos EUA está envolvido no teste.

O botão “Comprar” (Buy, em inglês) aparecerá nas janelas de anúncios veiculados no feed de notícias das versões web e móveis, abrindo a ferramenta de e-commerce sem que o usuário precise sair da rede social.

O Facebook garante ter tomado todo o cuidado para proteger a privacidade dos usuários e a segurança do pagamento. A API do Facebook permite que as pessoas façam pagamentos através de aplicativos de terceiros. Os usuários poderão escolher se querem salvar suas informações de pagamento no Facebook para compras futuras. Nenhuma informação do cartão de débito ou crédito fornecida ao Facebook será compartilhada com outros anunciantes.

botãocomprarFB

Autor: "Facebook inicia testes com o botão." IDG Now!. http://idgnow.com.br/internet/2014/07/17/facebook-testa-o-botao-comprar/ (accessed July 18, 2014).

INFO: Golpe na internet usa mensagem sobre Enem para enganar usuários

 INFO:Golpe na internet usa mensagem sobre Enem para enganar usuários


Enem

Um e-mail criado por golpistas circula na internet com o provável intuito de roubar dados das pessoas ou instalar programas maliciosos nos computadores. Os golpistas, desta vez, procuram, prioritariamente, enganar os inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

"Identificamos que ocorreu um erro na emissão do cartão de inscrição do candidato com o email@radiobras.gov.br cadastrado em nosso sistema, podendo resultar no cancelamento de sua inscrição em até 48 horas. Evite o bloqueio do seu cadastro pois o Enem é a única forma de ingresso para 2015 em faculdades públicas, requisições para PROUni, Fies e outros programas aos quais o Governo Federal oferece a população", consta no e-mail.

Outro motivo para acreditar ser um golpe é que não foi encontrada a nota oficial nº 12838-2014, lançada pela assessoria de imprensa do Ministério da Educação (MEC) sobre candidatos com erros em no cadastro, como consta na mensagem.Algumas divergências podem causar estranhamento ao destinatário do e-mail, como o uso do endereço eletrônico da Radiobras, empresa extinta que deu lugar à Empresa Brasil de Comunicação (EBC) em 2007.

Como em diversos e-mails, cujo objetivo é se apropriar de dados de terceiros, os golpistas pedem que as pessoas preencham um formulário com seus dados ou de parentes. O texto mostra isso claramente: "Preencha manualmente o recadastramento passo a passo e normalize já sua situação (repare que algum parente pode ter usado seu email para cadastro de informações). Segue abaixo o link para consulta e regularização do seu cadastro."

Golpes parecidos com esse são frequentes na internet, principalmente pela curiosidade que essas mensagens despertam nas pessoas. O ideal é ficar atento, instalar antivírus no computador e não abra e-mails considerados suspeitos.

Autor: "Golpe na internet usa mensagem sobre Enem para enganar usuários." INFO. http://info.abril.com.br/noticias/seguranca/2014/07/golpe-na-internet-usa-mensagem-sobre-enem-para-enganar-usuarios.shtml (accessed July 18, 2014).

Olhar Digital: Google ensina a desenvolver apps para Android








O Google vai mostrar o "caminho das pedras" aos interessados em criar aplicativos para Android. O curso, feito em parceria com a organização educacional on-line Udacity, é destinado a novos desenvolvedores do sistema operacional que já possuem noções de programação.


Entre os temas abordados estão os passos básicos da construção de um aplicativo e as melhores práticas de desenvolvimento móvel, não só do Android. As aulas serão realizadas pela internet e todo o material necessário está disponível aqui para download gratuito. Todo o conteúdo está em inglês.

Há uma alternativa paga, e quem optar por ela ganhará certificado do curso, acompanhamento de treinadores e feedback contínuo sobre os estudos. Para tal, é preciso desembolsar US$ 150 mensais.


O vídeo abaixo, em inglês, explica a ideia: 


Fonte: "Olhar Digital: Google ensina a desenvolver apps para Android." Olhar Digital. http://olhardigital.uol.com.br/noticia/43122/43122 (accessed July 18, 2014).

Olhar Digital: Demissão em massa da Microsoft pode afetar funcionários brasileiros

Olhar Digital: Demissão em massa da Microsoft pode afetar funcionários brasileiros:




Nesta quinta-feira, a Microsoft anunciou um plano massivo de reestruturação, com a demissão de 18 mil funcionários. O que não foi dito é que os funcionários da filial brasileira também podem sofrer com o projeto.

O Olhar Digital consultou a Microsoft Brasil para confirmar se havia algum plano específico para os funcionários brasileiros. A resposta foi clara ao detalhar que o plano de reestruturação vale para o mundo todo.

“O plano de reestruturação da Microsoft é uma ação global. O anúncio feito hoje por Satya Nadella, CEO mundial da Microsoft, reforça os planos da companhia para simplificar operações e alinhar a aquisição do negócio de dispositivos e serviços da Nokia à estratégia global da Corporação”, diz o comunicado.

Assim, caso isso se confirme, como no restante do mundo, os principais afetados devem ser os funcionários da Nokia no Brasil, que podem perder a função com a transição para a Microsoft. No entanto, a assessoria informa que ainda não há detalhes por país.


FonteSantino , Renato . "Olhar Digital: Demissão em massa da Microsoft pode afetar funcionários brasileiros." Olhar Digital. http://olhardigital.uol.com.br/pro/noticia/43134/43134 (accessed July 18, 2014).