segunda-feira, 11 de agosto de 2014

IDG Now: Justiça restabelece validade do regulamento da Anatel que estebelece direitos dos consumidores


Decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região derruba a liminar concedida à Telcomp, desobrigando as empresas a cumprirem algumas regras do RGC
O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) restabeleceu nesta sexta-feira (8/8) a eficácia de todos os itens do Regulamento Geral de Direitos do Consumidor de Serviços de Telecomunicações (RGC). Na semana passada, uma decisão liminar concedida à Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas (Telcomp), desobrigou empresas associadas à entidade do cumprimento de algumas regras estabelecidas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) que beneficiam os consumidores.

Apoiadas pela liminar, Claro, Embratel, GVT, Net, Nextel, Sky, TIM Celular, Oi Móvel, Vivo e Algar Telecom estavam desobrigadas de retornar imediatamente as ligações feitas aos call centers, que tivessem sofrido interrupção, e de estender para os clientes antigos os mesmos benefícios das ofertas praticadas para captar novos clientes.

Agora, a juíza federal substituta da 21ª Vara Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal, Célia Regina Ody Bernardes, decidiu manter a vigência de todos os itens do RGC, que entrou em vigor no dia 8 de julho, acatando recurso da Advocacia-Geral da União.

No pedido feito ao TRF, a Telcomp argumentou que o prazo para o atendimento das obrigações, de 120 dias, foi irrisório, e nesse período as exigências contidas no regulamento ainda não eram totalmente claras para as prestadoras do setor, redundando em diversas reuniões entre as empresas do setor e a Anatel, o que tornou mais exíguo o tempo destinado para a implementação das mudanças.

Segundo a Telcomp, a decisão de recorrer à Justiça foi tomada em assembleia geral pela maioria das empresas associadas, que entendem que alguns artigos do RGC não estão de acordo com a legislação vigente, violam direitos ou não atendem interesses dos consumidores, criam ônus desproporcionais aos possíveis benefícios e estipulam prazos de implantação que não podem ser cumpridos.

Olhar Digital: Samsung lança Galaxy S5 com dois chips no Brasil por R$ 2,6 mil


A Samsung surpreendeu e lançou no Brasil o Galaxy S5 Duos, uma versão de seu top de linha com a possibilidade de utilização de dois chips SIM. A notícia é interessante porque raramente aparelhos nesta faixa de preço acabam recebendo esta capacidade, normalmente relegada a celulares de entrada e intermediários.

O aparelho é praticamente idêntico ao S5 comum, com a diferença do nome, que incluiu a palavra “Duos”, e os dois slots para chips. Por dentro, ele continua com o processador Snapdragon 801 quad-core no clock de 2,5 GHz, 2 GB de RAM, 16 GB de armazenamento interno com entrada para cartão microSD, e tela de 5,1 polegadas com resolução Full HD.

Em relação a preço, também não houve alterações. O aparelho já está à venda por aqui nas principais redes do varejo pelo preço sugerido de R$ 2,6 mil, exatamente o mesmo valor do S5 comum.

Raras são as tentativas de levar as possibilidades de dois chips para smartphones "premium". O mais perto que existe no mercado é da própria Samsung, que produz a linha Galaxy Grand Duos, que chegou à segunda edição recentemente. No entanto, ele tem algumas restrições em relações a configurações e está numa categoria de preço bastante inferior.

IDG Now: O Planalto, a Wikipédia e a impossibilidade de identificação de um criminoso


A rede de internet do Palácio do Planalto foi usada para alterar os perfis, no site Wikipédia, de dois jornalistas renomados, Miriam Leitão e Carlos Alberto Sardenberg, incluindo calúnias e difamações. O fato ocorreu em maio de 2013, mas só agora foi tornado público. Em um primeiro momento, o Palácio do Planalto disse ser “tecnicamente impossível” identificar em sua rede o computador que fez a solicitação de acesso à enciclopédia virtual. E as alegações para tal impossibilidade acabaram chamando a atenção do público para um problema sobre os qual peritos digitais vêm alertando, desde o início das discussões do Marco Civil da Internet: conhecer o IP não é garantia de se chegar ao autor do delito.

Como? Há casos em que é impossível identificar o autor de um crime cometido na Internet? A verdade, nua e crua, é que sim, há. A questão é saber se o ocorrido no Planalto se encaixa ou não entre as exceções. Até porque, espera-se que a rede que serve à Presidência da República siga as boas práticas de mercado que recomendam preservar os registros para identificação inequívoca.

“O Planalto deveria ter pelo menos um proxy server, firewall, filtro de conteúdo ou mesmo, na pior das hipóteses, um roteador para que as pessoas conectadas a esse IP saíssem para a internet”, comenta Leandro Bennaton, executivo de segurança com quem trabalhei, professor da FIAP.

Nesse caso, seria possível identificar a máquina que fez o acesso por correlação de eventos, através do equipamento que gravou os registros (IP da rede interna) de acesso à página da Wikipédia naquele período de tempo e confrontar o DHCP server para identificar para qual estação estava atribuído e ao Active Directory para saber quem estava autenticado na estação.

Na opinião de Bennaton, mesmo que os logs tivessem sido apagados, seria possível descobrir quem os apagou e através de uma perícia forense tentar recuperar os dados, ou pelo menos parte deles. Aqueles que apontam o acesso à Wikipédia. Mas isso leva tempo.

O próprio servidor de rede deveria ser capaz de identificar o endereço físico do computador, conhecido como mac address. Uma prática muito comum, lembrada em entrevista à Globonews por Carlos Affonso Souza, diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade. Mas para isso, é preciso que esta informação seja preservada nos registros de log.

Impossibilidade de identificação
Inicialmente, o Planalto chegou a alegar que a identificação seria impossível porque, até julho deste ano, os conteúdos da rede de internet eram armazenados por, no máximo, seis meses.

Também segundo o Planalto, o número IP do Palácio é o mesmo também para rede WiFi de acesso público. Ou seja, qualquer pessoa, mesmo que estivesse em visita ao Planalto, poderia ter realizado as alterações.

Dois problemas que, há muito, vêm preocupando os peritos e profissionais de segurança, sobretudo após a aprovação do Marco Civil da internet.

Nas últimas três semanas, participei de dois seminários sobre cibersegurança onde esses temas foram abordados. Em um deles, promovido pela PPP Treinamentos, os participantes discutiram muito o formato e o prazo obrigatório para a guarda de logs. O Marco Civil, já em vigor, obriga a guarda de logs por provedores de conexão (por 1 ano, portanto prazo inferior aos três anos estabelecidos pelo Código Civil) e provedores de conteúdo (por 6 meses).

Nas discussões aparece sempre a mesma dúvida. Empresas ou entidades que ofereçam acesso para funcionários e também para visitantes, estão sujeitas às mesmas regras dos provedores de conexão? O administrador da rede de uma empresa ou órgão público que ofereça acesso WiFi gratuito para clientes/visitantes, a partir da sua rede, é um provedor de conexão? Se sim, está impedido de bloquear, monitorar, filtrar ou analisar o conteúdo dos pacotes de dados?

Mais do que uma discussão penal ou civil, como fica o aspecto segurança, se alguém pode entrar na rede da empresa ou do órgão público (Planalto) para fazer algo que o administrador de rede não controla, não filtra, não monitora, não analisa?

Discussões à parte, as alegações do Planalto deixam algumas dúvidas no ar. Em nota, o governo afirma que só após a entrada em vigor da Lei 12.965 (Marco Civil), passou a ser obrigatório para todos os gestores de serviço de acesso à internet o armazenamento dos registros de conexão.

Isso significa que os logs de maio de 2013 já não existem mais? E, como estamos em agosto, não existiriam mesmo após a entrada em vigor do Marco Civil?

E quanto ao uso do Wifi? Quem usa a rede sem fio do Planalto não precisa se autenticar, identificar? Informações que permitissem o rastreamento do mac address não estariam mais disponíveis?

Possibilidades de identificação
Em entrevista à rádio CBN, na noite desta sexta-feira (8/8), Giuliano Giova, diretor do Instituto Brasileiro de Peritos, diz não acreditar que a rede do Planalto não tenha os logs de acesso de maio de 2013. Até porque, trata-se da mesma época das denúncias de Edward Snowden sobre a vigilância do governo americano da presidente Dilma Rousseff.

De acordo com o governo, a Secretaria de Administração da Presidência da República vai investigar o ocorrido, a partir de elementos colhidos pela Diretoria de Tecnologia. O procedimento tem prazo de 60 dias para sua conclusão. Tempo suficiente para seguir os passos descritos por Giova durante a entrevista, na opinião do próprio perito.

De acordo com Giova, a investigação desse caso deveria partir da identificação mais recente dos usuários da rede do Planalto que fazem acessos regulares à Wikipédia para fazer atualizações de verbetes (os registros de consulta e publicação são diferentes), e ir avançando no tempo, mais remotamente, até maio de 2013, ou até enquanto existirem registros. Outro caminho possível para a identificação do autor do delito é o exame de cada computador do Planalto que tenha feito acessos estranhos às suas atividades institucionais como alterar páginas na Wikipedia, já que os computadores costumam guardar históricos de acesso de mais de dois anos. Tarefa bem mais complexa e demorada, dependendo da quantidade de computadores existentes no Palácio.

“Vale lembrar que o Código Civil estabelece responsabilidade por 3 anos. Penso que isso se aplica também à Presidência da República, assim não bastam 6 meses”, lembrou Giova em conversa por por e-mail. “E que uma coisa é Internet outra é a segurança da rede interna doa Presidência da república, não é aceitável confundir a questão como se fossem a mesma coisa”.

Além de tudo isso, a operadora Oi é a empresa responsável pelo controle de incidentes do IP do Planalto. Possivelmente a própria Oi tenha um registro destes acessos, lembra o perito.

Apuração
Ontem, o secretário-geral da Presidência da República, ministro Gilberto Carvalho, classificou as alterações nos perfis dos profissionais de imprensa como um ato “abominável” e garantiu que o fato será apurado.

“Da nossa parte, nós faremos todo o possível para procurar encontrar um responsável e o punir duramente, porque isso não é aceitável na democracia, contra qualquer cidadão, e sobretudo contra profissionais de imprensa que são expostos. Apurar nos interessa, porque uma situação dessa só faz mal para nós”, acrescentou o ministro.

Hoje, a presidente Dilma também condenou o uso da rede do Planalto para alteração de perfis de jornalistas na Wikipédia.

A presidente determinou à Casa Civil uma investigação com a participação do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), do Ministério da Justiça, da Polícia Federal, da Secretaria-Geral da Presidência e da Controladoria-Geral da União (CGU).

“Eu, particularmente, acho, pela experiência que a gente sabe que existe, que é possível descobrir. Não vou chegar e falar ‘vai ser descoberto’, mas acho que é possível descobrir”, acrescentou.

Muita gente com quem conversei concorda que, em tese, é possível sim, decoibrir o responsável, especialmente em uma rede controlada como deve ser a do Planalto.

NAT e CGNAT
A propósito, outra situação muito comum hoje, que dificulta a vida dos peritos forenses digitais, é a de condomínios, empresariais ou residenciais, com redes unificadas, na qual se tem um IP e NAT distribuído para todo os condôminos. Nesses casos, a identificação do terminal que foi utilizado para a prática criminosa pode ser muito difícil. A identificação do IP, pura a simplesmente, serve para muito pouco. É preciso conhecer também a porta utilizada durante a conexão.

Ouvi queixas de peritos forenses sobre o uso de NAT tanto no seminário da PPP Treinamentos, quanto no VI Congresso Fecomercio de Crimes Eletrônicos e Formas de Proteção realizado pela FecomercioSP. Especialmente diante do uso generalizado do Carrier Grade NAT (CGNAT) pelas empresas de telecomunicações.

Como bem lembra Everson Probst, em texto publicado no blog “Queira o Sr. Perito”, o Marco Civil não obriga os provedores de conexão a adicionarem aos registros de conexões a informação sobre a porta utilizada, embora seja esperado que o façam. A questão é que “mesmo que a empresa de telecomunicação guarde junto com os registros de conexão a porta utilizada, se somente o endereço IP com data e hora for informado em um processo de quebra de sigilo, a empresa de telecomunicações pode ser incapaz de cumprir com a obrigação de informar o usuário da conexão”.

Responsabilidades
Há ainda mais uma questão que também tem sido muito debatida: na impossibilidade de identificação inequívoca, o dono do IP responde pelo delito cometido através da sua rede? Em alguns casos, a lei é clara em prever que a responsabilidade é do responsável pela conexão à Internet (empresa ou usuário doméstico). Mas não é bem assim quando se ingressa no campo penal.

O dono do IP pode ser responsabilizado na esfera cível por negligência em relação aos cuidados que deveria ter tomado em sua rede de Internet sem fio, que acabou sendo utilizada para fins ilícitos. Mas até essa discussão envolve uma série de questões, segundo o advogado Paulo Sá Elias.

“Quando se fala em crime, há necessidade de se levar em conta as diferenças de tratamento que são dadas à verdade no processo penal. Há que procurar pela verdade processualmente válida, ou seja, a existência material do fato, do nexo de causalidade e todos os elementos que são indispensáveis para se atribuir um fato criminoso a alguém. Tanto é verdade, que a decisão na esfera penal prevalece sobre decisões cíveis e/ou administrativas. Como dizia o jurista Luiz Vicente Cernicchiaro, O processo penal, ao contrário do processo civil, não transige com o princípio da verdade real’”, explica Elias.

Na opinião do advogado, esse episódio só poderá gerar os efeitos penais que estão sendo ventilados pela imprensa, no tocante aos crimes contra a honra, se realmente for provado o nexo de causalidade, ou seja, que determinada conduta, gerou tal resultado e a autoria seja realmente identificada.

“A responsabilidade civil pode até cair sobre o responsável por uma rede de Internet sem fio desprotegida (por conta da negligência do proprietário), mas jamais será possível ver a responsabilidade criminal recair sobre ele sem que se tenha certeza da autoria, nexo de causalidade, etc”, afirma Elias.

Segundo o advogado, até mesmo a responsabilidade civil por negligência em relação aos cuidados que se deve tomar na disponibilização de uma rede de Internet sem fio gera uma série de discussões. A falha de acesso que a possibilitou prática de ato ilícito pode ter ocorrido em decorrência de um defeito de hardware e software, por exemplo. “Lembro-me de roteadores de uma determinada marca, que mesmo após o usuário ter configurado a senha para acesso, o roteador apresentava um defeito e voltava às configurações originais de fábrica, abrindo a rede sem fio sem exigência de senha, contra a vontade do proprietário que nesse caso não foi negligente, nem imprudente e nem apresentou imperícia. Seguiu todos os passos corretamente, mas a falha do equipamento gerou o problema. O proprietário pode ser responsabilizado sozinho até nesses casos? Eu não aceitaria uma tese como essa”, explica Elias.

Olhar Digital: Ex-funcionário da Apple, Sam Sung leiloa crachá


Surgiu esta semana um item particularmente raro no site de leilão eBay: o crachá de um profissional chamado Sam Sung da época em que ele, ironicamente, trabalhou na maior rival da companhia asiática no segmento de smartphones, a Apple.

Dois dias depois da publicação do anúncio, às 10h de hoje, o valor alcança US$ 5.300 (R$ 12.060). O kit à venda inclui também uma camiseta com o emblema da maçã. De acordo com Sam Sung (o funcionário, não a empresa), o dinheiro arrecadado será doado à instituição Children's Wish, que realiza desejos de crianças doentes. 


Sung diz ter gostado de trabalhar na Apple e espera que o vencedor do leilão seja um entusiasta da fabricante americana. Outro desejo dele é que o futuro dono do crachá tenha senso de humor e goste de ajudar as crianças.

Se você quiser dar um lance no leilão, clique aqui. A campanha se encerrará na sexta-feira da semana que vem.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Olhar Digital: Jogo brasileiro combate desperdício de água

Olhar Digital: Jogo brasileiro combate desperdício de água:

O Projeto Água – Conhecimento para Gestão lança nesta quinta-feira o jogo eletrônico educacional Água em Jogo. O game simula os impactos das ações do homem sobre os recursos hídricos de uma bacia hidrográfica. O desafio do jogador é garantir água em quantidade e qualidade para as atuais necessidades dos moradores e para as futuras gerações. O jogo é online e gratuito. Conheça.

O Água em Jogo tem duração de 30 minutos, tempo em que são simulados quatro anos fictícios. A bacia é formada por diversos cenários, como áreas industriais, rurais, de moradia, de lazer, entre outras. Cada região tem necessidades diferentes relacionadas a água e cabe ao jogador, que assume papel de administrador dos recursos hídricos, decidir como será usada.

Os níveis de qualidade quantidade são apresentados em formato de indicadores, que precisam ser analisados o tempo todo. Se o jogador identificar, por exemplo, que uma indústria está consumindo muita água e poluindo, ele pode tirar a outorga de direito de uso de recursos hídricos até que a indústria se regularize.

Para garantir bons resultados, o jogador conta com o uso de algumas ferramentas, como fiscalização, cobrança pelo uso da água e outorga – que são instrumentos da Política Nacional de Recursos Hídricos. Também é possível usar recursos disponíveis, investir em melhorias, como: plantio de mata ciliar e construção de estações de tratamento de esgoto.

Durante o jogo, acontecem eventos inesperados, como estiagem e inundações, que afetam negativamente os indicadores de qualidade e quantidade de água. Estes indicadores, aliados ao conjunto de investimentos e decisões tomadas, formarão a pontuação final do jogador. Os 100 melhores terão seu nome registrado em um ranking público.

Através do jogo, busca-se conscientizar os jovens sobre os conflitos e dificuldades relacionadas ao uso e conservação das águas, a fim de despertar o interesse no assunto. Este game poderá ser utilizado por professores em sala de aula, para trabalhar com os adolescentes temas como água, meio ambiente, poluição, bacia hidrográfica, administração de recursos financeiros, mediação de conflitos, entre outros.

O jogo também poderá ser usado por comitês de bacia hidrográfica a fim de apresentar alguns dos problemas e necessidades enfrentadas por seus gestores, e conscientizar a comunidade sobre a importância de sua participação na tomada de decisões que dizem respeito a gestão dos recursos hídricos.

Fonte: "Olhar Digital: Jogo brasileiro combate desperdício de água." Olhar Digital. N.p., n.d. Web. 8 Aug. 2014. <http://olhardigital.uol.com.br/noticia/game-brasileiro-combate-desperdicio-de-agua/43479>.

Olhar Digital: Brasileiro de 20 anos ganha campeonato mundial de Excel

Olhar Digital: Brasileiro de 20 anos ganha campeonato mundial de Excel:
O estudante de engenharia Ian Leitão Ferreira, de 20 anos, é o primeiro brasileiro a vencer o campeonato mundial de Excel 2007, uma das versões do software de planilhas da Microsoft. Além do troféu, ele levou para casa uma bolsa de estudos de R$ 11,5 mil e um tablet Surface Pro 3.

“Passei um ano inteiro estudando, me preparando muito com meus professores. Estudei em casa e trabalhei duro para estar aqui”, conta Ferreira. “Fiquei muito orgulhoso e feliz com o resultado do esforço", comemorou.

A competição Certiport Microsoft Office Specialist World Champion aconteceu nos Estados Unidos, no fim de julho, e reuniu mais de 400 mil candidatos de 130 países. Os participantes competiram para demonstrar domínio sobre os recursos oferecidos pelos produtos Microsoft Office. 

Na rodada final, 123 estudantes disputaram os primeiros lugares. Os candidatos foram submetidos a testes exclusivos baseados em projetos a fim demonstrar sua capacidade de criar planilhas para informações apresentadas em Excel.

Para Margo Day, vice-presidente de educação da Microsoft nos EUA, "o mercado de trabalho de hoje exige proficiência no uso do computador e todos os indivíduos que conquistam a certificação têm uma credencial valiosa que atesta suas habilidades".

A edição 2015 do evento também será realizada em território americano, em Dallas. Para saber como participar do próximo campeonato, visite o site oficial, clicando aqui.

Fonte: "Olhar Digital: Brasileiro de 20 anos ganha campeonato mundial de Excel."Olhar Digital. N.p., n.d. Web. 8 Aug. 2014. <http://olhardigital.uol.com.br/pro/noticia/brasileiro-de-20-anos-ganha-campeonato-mundial-de-excel/43443>.

Olhar Digital: Google começa a privilegiar sites com HTTPS nas buscas

Olhar Digital: Google começa a privilegiar sites com HTTPS nas buscas:


Nos últimos meses, o Google tem adotado a criptografia de seus services como padrão. Agora, a empresa quer que outros sites acrescentem uma camada de segurança extra, ao ponto de beneficiar nos resultados das buscas as páginas que adotam o protocolo SSL para criptografia.

Zined Ait Bahaji e Gary Illyes, funcionários do Google, explicam que o uso do HTTPS foi acrescentado ao algoritmo do Google como um sinal de ranqueamento. No entanto, até o momento, é um sinal leve.

Isso significa que sites com criptografia SSL aparecerão um pouco melhor nas buscas, mas a diferença não chegará a ser brusca, pelo menos por enquanto. A empresa, porém, já fala na possibilidade em fortalecer este critério ao longo do tempo.

O Google também está preparando uma série de posts em blogs para ajudar os sites sem criptografia a fazer esta transição.

Olhar Digital: Designer refaz logotipo e identidade visual da Samsung

Olhar Digital: Designer refaz logotipo e identidade visual da Samsung:


A Samsung é uma potência de mercado e investe fortunas em marketing para se manter neste patamar. No entanto, no quesito de cuidado com sua marca e consistência em sua linha de produtos, deixa muito a desejar em relação à principal rival Apple, e foi exatamente isso que um designer chamado Aziz Firat tentou corrigir em seu blog.
Firat, que não tem vínculo algum com a Samsung, repensou toda a estratégia de marca da empresa coreana, incluindo um novo logotipo, novo emblema, fontes e tudo mais que mudasse completamente o que é aplicado hoje pela companhia.
O conceito basicamente não muda fisicamente os eletrônicos da Samsung, mas é interessante ver como pequenas mudanças fazem diferença, como a remoção do logotipo da empresa da parte de frente dos smartphones, por exemplo.
Veja abaixo algumas das ideias de Firat. Para conferir tudo, acesse seu blog clicando aqui.
Reprodução
Reprodução
Reprodução
Reprodução
Reprodução

Fonte: "Olhar Digital." Olhar Digital. N.p., n.d. Web. 8 Aug. 2014. <http://olhardigital.uol.com.br/noticia/designer-refaz-logotipo-e-identidade-visual-da-samsung/43478>.

Olhar Digital: Novo processador da IBM imita funcionamento do cérebro humano

Olhar Digital: Novo processador da IBM imita funcionamento do cérebro humano:


A IBM revelou nesta quinta-feira, 7, um novo microprocessador, chamado TrueNorth, que tem o objetivo de simular a forma de pensar do cérebro humano para resolver problemas, em vez de confiar na força bruta dos cálculos matemáticos para a resolução.

Ao contrário dos processadores modernos, o TrueNorth foi criado para compreender o ambiente, lidar com ambiguidades e tomar ações em tempo real compatíveis com o contexto. A proposta seria também criar um dos chips mais eficientes em consumo da energia da história, já que não seriam mais necessários tantos cálculos pesados para realizar uma ação, segundo o gerente da IBM Dharmendra Modha,

O TrueNorth conta com 5,4 bilhões de transistores, o maior número que a IBM já conseguiu colocar em um chip. Além disso, também estão inclusos 1 milhão de neurônios e 245 milhões de sinapses programáveis. Ele é modelado com base no cérebro humano, mas não chega perto dos 100 trilhões de sinapses dos humanos.

Mesmo assim, Modha diz que a quantidade é suficiente para fazer funcionar dispositivos que consigam emitir alertas de tsunamis, monitorar vazamentos de óleo, entre outras tarefas. Tudo isso consumindo o mesmo tanto de energia que um aparelho auditivo.

Em tese, o chip poderia utilizar muito menos processamento para tarefas complexas, o que pouparia energia. Um exemplo é que um robô como existe hoje depende do processamento da imagem e um grande poder computacional para entender que está andando na direção de uma pilastra e desviar antes de colidir. Já o TrueNorth permitiria sentir o pilar e desviar do perigo como um humano faria.

Uma das possibilidades de aplicação da tecnologia é ajudar pessoas cegas a andar tranquilamente por um ambiente sem problemas.

O chip tem sido destaque por possivelmente ajudar a superar a arquitetura de Von Neumann, usada em basicamente todos os computadores desde 1948, que confia no sistema matemático para processamento. Assim, a máquina seria capaz de perceber e pensar em coisas de forma autônoma de forma semelhante aos seres vivos.

A empresa ainda não tem previsão de lançamento do TrueNorth. O chip já está em sua segunda geração e está em fase de pesquisas e testes e prazos de chegada ao mercado ainda são algo distante da realidade.

Fonte: "Olhar Digital: Novo processador da IBM imita funcionamento do cérebro humano." Olhar Digital. N.p., n.d. Web. 8 Aug. 2014. <http://olhardigital.uol.com.br/noticia/novo-processador-da-ibm-imita-funcionamento-do-cerebro-humano/43476>.

Olhar Digital: Sony lança caixa de som sem fio que se conecta ao smartphone

Olhar Digital: Sony lança caixa de som sem fio que se conecta ao smartphone:

A Sony Brasil lança nesta quinta-feira o SRS-X5, modelo compacto de caixa de som sem fios equipado com Bluetooth, NFC, potência de 20W RMS e bateria interna recarregável que promete durar 8 horas. O preço sugerido é R$ 1.000.


Por meio dos recursos de conectividade, basta aproximar os smartphones para tocar as músicas diretamente na caixa de som. Também é possível atender ligações, utilizando o microfone embutido. O acessório pesa 1,2 kg.


De acordo com a Sony, o áudio portátil vem ganhando força com o crescimento na venda de smartphones. O desenvolvimento do setor, aposta a companhia, alimenta a procura por features e aplicativos dedicados ao consumo de música.

Fonte: "Olhar Digital: Sony lança caixa de som sem fio que se conecta ao smartphone."Olhar Digital. N.p., n.d. Web. 8 Aug. 2014. <http://olhardigital.uol.com.br/noticia/sony-lanca-caixa-de-som-sem-fio-que-se-conecta-ao-smartphone/43470>.

Olhar Digital: Microsoft cria touchscreen que dá a sensação física de cliques

Olhar Digital: Microsoft cria touchscreen que dá a sensação física de cliques:

A Microsoft está desenvolvendo uma tecnologia que pode revolucionar o touchscreen de dispositivos móveis como tablets e celulares. Em um vídeo divulgado no canal de pesquisas da empresa no YouTube, é possível observar um protótipo de tela construída com materiais com piezoeletricidade e eletrostática háptica. Na prática, ela pode proporcionar sensações diversas ao usuário de acordo com o toque.
Ao digitar em um teclado, por exemplo, o usuário sente com a ponta dos dedos como se estivesse pressionando uma tecla ao clicar em um botão, algo parecido com o clique no mouse. Ao arrastar pastas ou grupos de arquivos, será possível sentir o peso deles.
Para desenvolver as sensações, a Microsoft criou uma tela que se curva lentamente, criando diferentes efeitos e texturas. Outra ideia é utilizar o sistema de eletrovibração, que alterna a voltagem aplicada à superfície do vidro. O resultado é a mudança do atrito entre o material e a ponta do vidro, proporcionando sensações diferentes. Nesse caso, os sensores viriam na parte da moldura dos dispositivos. Por enquanto, o touchscreen físico é apenas uma ideia.
Fonte: "Olhar Digital: Microsoft cria touchscreen que dá a sensação física de cliques."Olhar Digital. N.p., n.d. Web. 8 Aug. 2014. <http://olhardigital.uol.com.br/noticia/microsoft-cria-touchscreen-que-da-a-sensacao-fisica-de-cliques/43467>.

INFO: Versões do Spotify para Android apresentam brecha de segurança

INFO: Versões do Spotify para Android apresentam brecha de segurança 

spotify
Uma análise feita pela empresa de segurança Trend Micro revelou que versões anteriores à 1.1.1 do Spotify para Android apresentam uma brecha bem preocupante. Por ela, eventuais invasores conseguem controlar o que é exibido na interface do aplicativo, podendo inserir ali páginas falsas e lançar ataques de phishing para roubar dados.

A vulnerabilidade, segundo o relato no blog da Trend, está em um recurso usado normalmente para exibir páginas do próprio Spotify sobre o aplicativo. Os dados dos sites são “exportados para se tornarem visíveis a outros programas instalados no telefone”, mas a falha faz com que outros apps ou processos também consigam ativar a função – e é aí que mora o problema.

Com a ajuda de algum software malicioso que o usuário por acaso instalar no smartphone, o cracker pode aproveitar a brecha e começar a controlar o que o Spotify mostra. Nos testes, a Trend conseguiu inserir na tela do app a home Google, mas um cibercriminoso pode muito bem fazer o programa exibir uma página falsa do serviço, pedindo por dados do cliente.

E não é difícil para alguém cair no golpe. Visto que o aplicativo tem uma versão premium e que a solicitação por dados viria de dentro do próprio programa, um usuário poderia muito bem inserir na tela suas informações e número de cartão de crédito, acreditando ser aquilo um processo de renovação de assinatura ou checagem de cadastro, por exemplo.

Mas evitar ter as informações roubadas também não é difícil. No caso dessa falha no Spotify, especificamente, basta seguir o conselho da empresa e atualizar o app, já que ela não aparece nas versões atuais. Também vale desconfiar de quaisquer pedidos por dados sensíveis, como documentos e número de cartão – e isso é algo que ajuda a fugir do phishing de forma geral.

INFO: Robôs-origami se desdobram sozinhos e saem andando

INFO: Robôs-origami se desdobram sozinhos e saem andando

robo-origami
Inspirados nos origamis, a arte japonesa da dobradura de papéis, cientistas americanos criaram um robô que promete revolucionar o setor, tanto na Terra quanto no espaço: é chato como uma folha de papel até começar a ganhar vida, desdobrar-se e sair andando.
Este novo tipo de robô poderia, um dia, ser usado na exploração espacial, deslizar sob os escombros nos trabalhos de resgate ou acelerar a manufatura em linhas de montagem, disseram especialistas nesta quinta-feira.
Embora a comercialização desta máquina ainda esteja a anos-luz, o informe publicado na revista especializada Science destacou que os últimos avanços abrem o caminho para um novo gênero no mundo da robótica personalizada.
Em primeiro lugar, o material é barato - custa apenas 100 dólares. Mas, além disso, o robô pode se reprogramar facilmente para executar diferentes tarefas, disse Sam Felton, cientista do instituto tecnológico Wyss de engenharia e da escola de ciências aplicadas da Universidade de Harvard.
"Da mesma forma que você pode ter um documento do Word, mudar algumas palavras e simplesmente voltar a imprimi-lo, da mesma forma se pode pegar o plano digital do robô, mudar uma ou duas coisas e voltar a programá-lo", explicou Felton a jornalistas.
O minúsculo robô é formado por camadas, algumas delas de papel, uma camada de cobre intermediária com uma rede de condutores elétricos gravados e outra camada externa, feita de um polímero com memória que se dobra e desdobra quando esquenta.
Assim que as baterias e o motor se ativam, o robô se desdobra de forma similar aos brinquedos Transformers, e escapole como um caranguejo.
Felton disse que o custo total do equipamento usado para desenvolver este robô foi de 11.000 dólares.
O robô-origami em si custa cerca de 80 dólares com baterias e motor, mais US$ 20 com os materiais. "Se tivesse que fabricar outro, custaria 100 dólares", disse Felton.
Estes robôs têm muitas aplicações em potencial. Como se apresentam inicialmente no formato plano, podem ser implementados para a busca e o resgate em espaços confinados, como prédios desmoronados, onde o aparelho pode se desdobrar automaticamente em locais que de outra forma seriam inacessíveis.
Graças à forma plana, também poderiam ser enviados em grande número ao espaço e com menor custo, pois são mais leves.
Em órbita, poderiam desdobrar-se sozinhos para realizar diferentes missões científicas, disseram os cientistas.
A pesquisa foi financiada pela National Science Foundation, o Wyss Institute de Harvard e o braço de pesquisas científicas da Força Aérea Americana.
Os criadores esperam apresentar seu trabalho no sexto encontro internacional de origami em ciência, matemática e educação, que será celebrado em Tóquio entre 10 e 13 de agosto.
Fonte: "Robôs-origami se desdobram sozinhos e saem andando." INFO. N.p., n.d. Web. 8 Aug. 2014. <http://info.abril.com.br/noticias/ti/2014/08/robos-origami-se-desdobram-sozinhos-e-saem-andando.shtml?utm_src=fotologhome&utm_fotoposition=4

INFO: 10 dicas para fugir de golpes na hora de fazer compras online

INFO: 10 dicas para fugir de golpes na hora de fazer compras online


carrinhoO Dia dos Pais está chegando, e como em todas essas datas comemorativas,promoções e mais promoções aparecem pela web visando atrair a atenção de quem busca um presente. Mas junto das ofertas, também vem um crescimento nas tentativas de golpes, que visam roubar algum dinheiro ou mesmo dados de compradores mais desavisados.
São, especialmente, ataques seguindo táticas de phishing, como apontou aINFO o especialista da McAfee Thiago Hyppolito. E os mais comuns, segundo ele, são aqueles que usam páginas falsas de lojas online. Nelas, as vítimas são estimuladas a digitar informações e dados do cartão, como se estivessem fazendo uma compra legítima – de um produto que acabam nunca recebendo.
Esse aumento nos golpes é estimulado não só pelo crescimento ocasionado pelos feriados, mas também pela expansão do mercado de e-commerce brasileiro como um todo. Segundo uma pesquisa recente da E-Bit, só no primeiro semestre de 2014, o setor cresceu 26% em relação ao mesmo período do ano passado, com faturamento batendo a marca dos incríveis 16 bilhões de dólares, alta de 21% em relação a 2013.
A tendência é que esses números cresçam ainda mais, empurrados especialmente pelo aumento nas compras feitas em dispositivos móveis. E como o aumento deve atrair ainda mais a atenção de cibercriminosos, é bom saber como identificar e fugir de golpes. Então, com uma contribuição da McAfee, fizemos um resumo com 10 dicas para ajudar você. Confira as sugestões a seguir.
1 - A empresa de segurança recomenda nunca acreditar logo de cara em ofertas “boas demais para ser verdade”, algo que já foi reforçado por um executivo daAVG aqui. Se a promoção aparece no site de uma loja que você não conhece, “verifique sempre o endereço físico e o número de telefone” da empresa, para não acabar enganado por um fantasma.
2 - Se esses dados apontarem para uma loja que realmente existe, vale procurar depois por avaliações de outros clientes “para verificar os antecedentes”, como escreve a McAfee. Sites como o ReclameAqui podem ser um bom ponto de partida para isso.
3 - Ainda que a oferta pareça estar no site de uma marca conhecida, tome cuidado. Erros ortográficos na descrição já são motivos para desconfiar de uma página falsa, clonada. E se você ainda notar fotos e logotipos em baixa resolução, alterações (mesmo pequenas) no endereço ali da barra superior, e falta de um HTTPS (o cadeado verde) na página da compra, fuja. Um “walmartfifa2014.com.br” não tem nada a ver com o “walmart.com.br” de verdade, como vimos em um exemplo recente.
4 - “É bom também sempre desconfiar das mensagens que chegam por e-mails de sites que você não costuma acessar”, diz Hyppolito. Esses anúncios de promoções não solicitados já costumam parar automaticamente na caixa de spam, o que é outro motivo para não botar muita fé nelas. Aliás, mesmo mensagens que chegam de remetentes conhecidos, com links ou anexos, não são 100% confiáveis – e o ideal mesmo é até checar com a pessoa se foi ela mesma quem enviou.
5 - Segundo a McAfee, é bom utilizar um cartão de crédito para efetuar o pagamento de uma compra online. “Eles oferecem melhor proteção contra fraude do que os de débito”, diz a empresa – e você pode cancelá-los antes que o dinheiro saia da conta. Ter um cartão separado só para isso, com limite baixo, ou usar serviços de pagamento online, como PagSeguro e BoaCompra, também são opções.
6 - Não faça compras em computadores públicos, que podem já estar infectados com algum malware. E evite também redes Wi-Fi abertas e desprotegidas, tanto no PC ou notebook quanto nos smartphones e tablets – elas são tentadoras, mas alguém pode muito bem interceptar o tráfego e ver o que você está fazendo no seu dispositivo.
7 - Na hora de criar uma conta em uma loja online, utilize senhas fortes, que sejam longas e combinem números, letras e símbolos. Se acha que corre o risco de esquecê-las, soluções como o LastPass, o KeePass, o Key ou o Vault servem como cofres e podem ajudar a mantê-las protegidas por combinação-mestra. Aliás, não programe o computador para memorizar essas palavras-chave – é melhor guardá-las com você. E o conselho vale também para números de cartões de crédito.
8 - É bom também ter um antivírus instalado na máquina utilizada. A solução pode detectar e barrar malwares que tentarem infectar o computador e atrapalhar na hora de fazer compras – e, em alguns casos, até alertar que o site em que você está é falso.
9 - A mesma sugestão também pode valer para smartphones e tablets, especialmente se você costuma baixar e instalar apps por fora das lojas oficiais – Google Play e Amazon App Store, no caso do Android. Como explica Hyppolito, como a adoção desses dispositivos acontece cada vez mais cedo, nem todos estão cientes dos riscos oferecidos por certas práticas – e ainda “deve levar alguns anos para que essa conscientização ocorra”.
10 - Por fim, fechada a aquisição, “guarde uma cópia do número do pedido e do recibo da compra e tome nota do cartão de crédito que foi usado”, recomenda a empresa de segurança.

Fonte: "10 dicas para fugir de golpes na hora de fazer compras online." INFO. N.p., n.d. Web. 8 Aug. 2014. <http://info.abril.com.br/noticias/seguranca/2014/08/10-dicas-para-fugir-de-golpes-na-hora-de-fazer-compras-online.shtml?utm_src=fotologhome&utm_fotoposition=3