quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Idg Now: Publicidade digital ganha manual de boas práticas de privacidade de dados


Quais são os limites? Até onde a publicidade digital pode ir, sem ferir os direitos dos consumidores? Como assegurar a transparência e a privacidade desejadas por todos nós, impactados cada vez mais por publicidade segmentada?

Para garantir que o mercado publicitário brasileiro possa se beneficiar cada vez mais do Big Data e das tecnologias digitais para coleta, tratamento e uso de dados dos consumidores, especialmente após a entrada em vigor do Marco Civil da Internet, o IAB Brasil finaliza a edição de um manual de boas práticas de privacidade de dados.

A elaboração do manual teve início há seis meses e a previsão é a de que esteja disponível em 30 dias, segundo Cristiano Nóbrega, da Tail Target, relator do trabalho.

O texto, de 30 páginas, tem como principais referências documentos semelhantes gerados no mercado americano e europeu. Os pontos mais relevantes foram apresentados por Nóbrega no painel de abertura do evento Adtech & Data 2014, realizado pelo IAB nesta terça-feira, 12/8, em São Paulo.

De acordo com Cris, o documento foi montado em cima de dois grandes grupos de dados, os PII (Personally identifiable information, dados pessoalmente identificados) e os Non-PII (Non-Personally Identifiable Information ou dados anônimos), já que as práticas de mercado e os cuidados necessários para coleta e tratamento de dados variam de acordo com esses dois tipos de dados.

Outro ponto importante é onde o dado é coletado – se é um 1st, 2nd, ou 3rd Party Data. O First-party data é um dado coletado dentro da própria propriedade (alguém coletando dado no seu próprio site). No Second-Party Data a coleta acontece no ambiente de um terceiro, para benefício de quem está coletando (rodar uma campanha no site onde o anunciante está coletando algum dado). E o Third-Party Data é o dado coletado no site de um terceiro que será ofertado para todos que tenham interesse em trabalhar com aqueles dados).

O documento também aborda o tratamento dos chamados dados sensíveis, de uso extremamente restritivo por serem dados que, seja pelo uso indevido, sem a devida autorização ou pela ocorrência de um vazamento, podem colocar em risco ou afetar financeiramente e/ou moralmente o indivíduo dono do dado. São dados financeiros, de área de saúde, religiosos, étnico-raciais, políticos e de orientação sexual. E o seu uso requer autorização prévia explícita.

O manual trata de aplicações típicas desses diferentes dados por práticas correntes de mercado publicitário.

O dado anônimo, por exemplo, é tipicamente usado para segmentação simples (para identificação em cima de uma ação pontual e/ou de um comportamento específico diante de uma ação pontual), uma segmentação mais complexa (combinando múltiplas variáveis para inferir o perfil demográfico, interesses, estilo de vida) e segmentações preditivas (onde o dado anônimo é usado para inferir o que determinado grupo de indivíduos está mais propenso a fazer, se estão convergindo para uma possível ação de interesse do anunciante).

De acordo com o manual de boas práticas, o uso de dados anônimos para essas finalidades prescinde de alguns cuidados. “Existe uma presunção de opt-in”, explica Cris. “Dados anônimos não requerem consentimento expresso prévio. “Mas deve assegurar que, no ambiente onde esteja acontecendo a coleta do dado, haja menção na Política de Privacidade sobre a possibilidade de que terceiros estejam fazendo esta coleta com objetivo de entrega de publicidade mais contextualizada ou um conteúdo customizado e também acesso ao OptOut para eventual exclusão”, completa.

Em outras palavras, o manual recomenda que a agência/anunciante declare o que está coletando o dado e o que quer fazer com ele.

No caso dos dos PII, há duas formas específicas de trabalho: on boarding (dados do CRM sendo usados no ambiente online, após o matching das credenciais on e off line) e off boarding (o dado online enriquecendo o CRM). Nos dois casos há necessidade de consentimento prévio expresso por parte do cliente. O que pode acontecer com a oferta do opt-in no momento do matching, declarando o objetivo claro do que será feito a partir dele. E, simultaneamente, um duplo opt-in para que o usuário esteja ciente de que este dado será usado para enriquecimento do CRM. “É uma via de mão-dupla onde o consentimento prévio explícito é mandatório”, afirma Cris. O aceso ao OptOut também tem que estar presente, sempre.

“Um dos pontos importantes para gente é garantir que todos tenham certeza de que gente não quer fazer nenhum tipo de restrição ao uso da tecnologia e ao uso de dados”, afirma Luiz Felipe Barros, do Viber. “O que a gente quer é poder construir cases incríveis, que gerem resultados espetaculares, dentro da legislação. Uma preocupação que a gente precisa ter é o quão protegidas nossas empresas estão, para não sofrer processos duros depois, e sermos responsáveis ou co-responsáveis pelos problemas que possam ser gerados”, explica Luiz Felipe, recorrendo à analogia do futebol no qual as regras são feitas para tornar o jogo mais competitivo, mais aberto para todos bonito e mais bonito, e não para deixá-lo mais complexo ou complicado.

“Um dos meus sonhos é que a minha avó, que não entende nada de internet mas usa bastante, pare de reclamar que tem um banner perseguindo ela. Que esse banner deixe de ter 18 vezes de frequência. Que o anunciante entenda que talvez isso não seja razoável para fazer a minha avó comprar um produto”, diz Luiz Felipe.

O consumidor deve ficar feliz com a coleta do dados. Entender que as marcas fazem isso para oferecer serviços e produtos melhores, ofertas mais qualificadas, em vez de sentir que teve a sua privacidade invadida. “Para isso é preciso educar o nosso mercado e o consumidor”, argumenta Luiz Felipe.

Uma educação que leva tempo, mas que o IAB Brasil entendeu que deve fazer.

Os próximos passos do IAB são dar início a um trabalho de relacionamento com o mercado, visitando agências, anunciantes, data providers e os principais DMPs e players de mídias programáticas para mostrar o material e a um trabalho divulgação através do site do IAB, de workshops e Webnars. E também a construção de uma agenda positiva com o governo, junto ao grupo que vem trabalhando com os temas privacidade e proteção de dados pessoais, para explicar práticas de mercado.

Idg Now: Google aumenta filtragem de spam no Gmail


Empresa vai bloquear e-mails maliciosos que exploram semelhanças entre caracteres Unicode para enganar os usuários
O Google anunciou que está atualizando seu algoritmo de filtragem de spam no Gmail para ficar à frente dos spammers. A intenção é aumentar a capacidade do Gmail para detectar e bloquear e-mails maliciosos de spammers e golpistas que explorem semelhanças entre caracteres Unicode para enganar os usuários e lavá-los a clicar em links de sites falsos.

O Unicode fornece um padrão para a codificação de caracteres para todos os sistemas de escrita do mundo, incluindo símbolos, pontuação e outros caracteres de texto.

Para enganar os usuários, os spamers têm usado diferentes combinações de letras que podem se assemelhar a letras latinas tradicionais, fazendo com que URLs de falsos sites pareçam legítimas aos olhos dos desavisados.

Por exemplo, o endereço internet de um banco pode ser "imitado" usando uma mistura de caracteres Unicode, tornando a URL parecida com a URL real do banco. Algo como "ShဝppingSite" em vez de "ShoppingSite" ou "MyBɑnk" em lugar de "MyBank".

Em seguida, os criminosos incluem o link para esse site malicioso em spam com phishing-scam, esperando que as pessoas cliquem nele.

"A comunidade Unicode identificou combinações suspeitas de letras que podem ser enganadoras, e agora o Gmail começará rejeitar e-mails com essas combinações", escreveu Mark Risher, exeutivo do time de Spam & Abuse do Google.

O Google vai usar um padrão "Highly Restricted" do Consórcio Unicode, que acredita ser um bom equilíbrio "entre os usos legítimos destes novos domínios e as possibilidade de abusos​​", escreveu Risher.

O padrão de codificação Unicode fornece a base para "o processamento, armazenamento e intercâmbio de dados de texto em qualquer idioma em todos os protocolos", segundo o Consórcio Unicode.

Info: Portugal Telecom quer reformular sua fusão com a Oi


A operadora Portugal Telecom assumiu que dificilmente recuperará os 900 milhões de euros investidos em títulos da holding Rioforte, pertencente ao não financeiro do colapsado Grupo Espírito Santo (GES), motivo pelo qual propôs a reformulação de sua fusão com a brasileira Oi.
Em um longo comunicado enviado à Comissão de Bolsa de Valores portuguesa, a Portugal Telecom explicou a situação da empresa aos acionistas antes da assembleia geral de 8 de setembro.
O objetivo principal da iniciativa é amortecer o impacto que a falta de pagamento da Rioforte pode ter no projeto de ambas empresas.

Por isso, a Portugal Telecom submeterá à aprovação uma permuta com a Oi na qual a empresa portuguesa ficará com a dívida da Rioforte (897 milhões de euros) e na qual entregará uma parte das ações que tinha na Oi (16,9%) à empresa brasileira.

"Os instrumentos da Rioforte que a Portugal Telecom adquirirá (...) poderão acabar por não ter nenhum valor", assumiu a empresa portuguesa.

Além disso, a Portugal Telecom decidiu com a Oi que não é "viável" a fusão como tal, motivo pelo qual buscará uma forma alternativa para prosseguir a integração das duas estruturas sem haver fusão das entidades jurídicas.

"Está se analisando uma estrutura alternativa com a meta de, na medida do possível, conseguir os efeitos que resultariam da fusão: a unificação das bases acionistas", comentou a empresa portuguesa.

A dívida da Rioforte, que entrou em reunião de credores em julho, já provocou a renúncia de todos seus cargos do presidente-executivo do grupo Portugal Telecom, Henrique Granadeiro.

Em sua carta de renúncia na quinta-feira passada, Granadeiro, de 70 anos, se declarou "surpreendido" pelo descumprimento "generalizado" das obrigações do Banco Espírito Santo (BES) com a Portugal Telecom, "no marco da implosão do Grupo Espírito Santo".

A Portugal Telecom e a Oi tinham anunciado em outubro de 2013 que se fundiriam para se transformar em uma das 20 maiores "gigantes" em nível mundial do setor das telecomunicações, com pelo menos 100 milhões de clientes distribuídos em quatro continentes.

G1: Amazon anuncia leitor de cartões de crédito e débito e aplicativo de vendas


Novo sistema tem foco em negócios de pequeno e médio porte.
Iniciativa marca nova investida da varejista on-line no mundo físico.
A Amazon revelou nesta quarta-feira (13) um aplicativo para dispositivos móveis e um leitor de cartões de crédito e débito de US$ 10. A iniciativa marca a investida mais recente da varejista on-line norte-americana para ampliar sua presença no mundo físico.

A jogada coloca a Amazon contra uma série de rivais, incluindo a startup Square, que popularizou um dispositivo de pagamentos que permite a negócios de pequeno e médio porte, como vans de alimentos, cafeterias e personal trainers, aceitarem de maneira rápida pagamentos com cartões de crédito e débito.

O novo sistema de ponto de venda, chamado Amazon Local Register, pode dar à Amazon dados cruciais sobre como os consumidores dos Estados Unidos compram fora da internet. Mais de 90% das vendas de varejo nos EUA ainda ocorrem em lojas físicas, segundo dados do governo norte-americano.

A Amazon espera cortejar pequenos negócios em parte ao cobrar taxas menores que o PayPal, unidade do eBay, e a Square. Aqueles que se registrarem no programa da Amazon antes de 31 de outubro serão cobrados em 1,75% por cada transação com cartões até janeiro de 2016.

Para aqueles que se registrarem depois de outubro, a Amazon levará um fatia de 2,5% de cada transação com cartão, ainda menos que a taxa única de transação de 2,75% da Square e os 2,7% do PayPal.

G1: Praga para iPhone desbloqueado redireciona anúncios no aparelho


Em quatro meses, 'AdThief' atingiu 75 mil celulares.
Código teria redirecionado 22 milhões de impressões de anúncio.
A pesquisadora de segurança Axelle Apvrille da empresa de segurança Fortinet publicou na revista Virus Bulletin uma análise da praga digital AdThief que ataca sistemas iOS (iPhones e iPads) desbloqueados. O código é capaz de interferir com a operação de 15 kits de publicidade, redirecionando os anúncios e dando todo o crédito e faturamento aos criadores do programa. O artigo foi publicado nesta terça-feira (12).

O AdThief estaria ativo desde dezembro de 2013 e foi identificado pela primeira vez em março de 2014 pelo pesquisador Claud Xiao. Os detalhes técnicos sobre o funcionamento do código, no entanto não estavam claros, o que levou Apvrille a realizar uma análise mais aprofundada.

O software, segundo a análise, depende da plataforma Cydia Substrate, que só está disponível em aparelhos desbloqueados (jailbroken). Durante a investigação, Apvrille conseguiu identificar um indivíduo chinês relacionado com o software. Em um fórum, ele admitiu ter programado alguns componentes do programa, mas negou ser o responsável pela disseminação.

O número de infecções foi publicado por Xiao em março e não há uma fonte para eles. Segundo Xiao, eles foram obtidos em um "canal privado". Para Apvrille, o número de 75 mil dispositivos infectados não é alto. "No entanto, há uma estimativa de 22 milhões de anúncios redirecionados, então o malware deve ter conseguido um impacto considerável e gerou um faturamento significativo para seus criadores", afirmou a especialista.

Como os anúncios são "sequestrados", desenvolvedores de outros apps instalados no telefone não receberão o dinheiro gerado pela publicidade. Não há informações sobre como o vírus chegava aos aparelhos, mas ele teria se espalhado principalmente na China.

Imunidade
Casos de pragas digitais para os smartphones da Apple são bastante raros. Manter o telefone bloqueado garante "imunidade" contra diversos problemas.

Documentos sigilosos da empresa Gamma International, especializada em ferramentas de espionagem para autoridades, apontam que o software da companhia, o "FinSpyMobile", também só funciona em iPhones desbloqueados. Os documentos da empresa foram vazados por uma página no Twitter, "gammagrouppr", no início de agosto.

G1: Galaxy Alpha é primeiro smartphone da Samsung com borda de metal


Aparelho tem tela de 4,7 polegadas e câmera traseira de 12 Megapixels.
Modelo irá competir com possíveis novos iPhones de tela grande.
Galaxy Alpha, smartphone da Samsung com borda de metal e tela de 4,7 polegadas 
A Samsung apresentou nesta quarta-feira (13) o Galaxy Alpha, primeiro smartphone da empresa com borda de metal. O aparelho tem tela Super Amoled de 4,7 polegadas, resolução de 1.280 x 720 pixels e câmera traseira de 12 Megapixels, capaz de filmar em 4K. O Alpha vem ainda com processador octa-core e a versão 4.4.4 do sistema Android KitKat.

O Galaxy Alpha chega para competir diretamente com os possíveis novos iPhones de tela grande, que devem ser anunciados em um evento em setembro.
Além do acabamento em metal, que lembra a aparência dos iPhones 5, 5C e 5S, a tela de 4,7 polegadas do Alpha é do mesmo tamanho de ao menos um dos novos smartphones da Apple.
Apesar de inferior em alguns aspectos em relação ao Galaxy S5, que ostenta um display de 5,1 polegadas e resolução 1080p, o Galaxy Alpha é tratado como um smartphone top de linha pela Samsung. O aparelho vem com leitor de digitais, recurso introduzido pelo iPhone 5S e reproduzido no Galaxy S5, e armazenamento interno de 32 GB.

O modelo é bem compacto e tem apenas 6,7 mm de espessura, "um dos dispositivos Galaxy mais finos já feitos", segundo a Samsung, e pesa 115 gramas. Com cinco opções de cores – preta, branca, dourada, prateada e azul – o Galaxy Alpha deve ser lançado no início de setembro. O preço do smartphone não foi revelado.

G1: Empresa lança serviço no Brasil que imprime boneco 3D do cliente


Bonecos da Avatoys usam foto tirada na hora e custam a partir de R$ 150.
Primeiro quiosque funcionará em shopping de São Paulo.
Cliente pode criar boneco 3D próprio usando serviço da Avatoys
Quem quiser ter um boneco com a sua aparência, já pode usar um novo serviço de impressão 3D que começa a funcionar no Brasil a partir de 21 de agosto. A Avatoys, empresa especializada em captura de imagens para impressão 3D, oferecerá bonecos tridimensionais, com entre 10 cm e 14 cm de altura por a partir de R$ 150.

O primeiro local a ter o serviço será no shopping Morumbi, na Zona Sul da cidade de São Paulo. Os preços dos bonecos são: modelo com 10 cm de altura, R$ 150; modelo com 12 cm de altura, R$ 200; e modelo com 14 cm de altura, R$ 250.
Clientes podem fazer a pose que desejarem para
criar seu boneco em 3D
No quiosque haverá um local para tirar a foto do cliente para criar o boneco. A tecnologia utilizada no processo de captura e processamento de imagens 3D é exclusiva e foi desenvolvida pela própria Avatoys. Os dados são enviados para um estúdio na capital paulista, onde está a impressora 3D de grande porte onde são produzidos os Avatoys. O cliente deve ficar imóvel por alguns segundos e pode fazer a pose que desejar para que o boneco seja construído.

Após a captura de imagens 3D, os Avatoys impressos ficam prontos em até cinco dias úteis, com retirada no próprio shopping. O pagamento pode ser feito em dinheiro ou parcelado no cartão de crédito. Além disso, a empresa também vai vender vale-compras para os consumidores darem um Avatoy de presente.

“É um modo simples e rápido de eternizar quem a gente gosta. Acredito que todo mundo gostaria de se ver em 3D com o máximo de detalhes”, explica Caio Alegre, fundador e diretor-geral da Avatoys. Para o consumidor, criar seu avatar 3D é um processo divertido, simples e rápido. “Basta visitar o quiosque e ser fotografado. É você em 3D”.

A primeira fase de lançamento da Avatoys inclui os três formatos iniciais de bonecos e campanhas de conteúdo da marca nas redes sociais. Em um futuro próximo, a companhia avalia a expansão para outros shoppings e o lançamento de mais serviços personalizados de impressão 3D sob demanda do consumidor.
O processo de fabricação dos bonecos 3D pela Avatoys segue rigorosas regras de qualidade. “A peça impressa em 3D, porém, deve ficar guardada na redoma de acrílico ou protegida do alcance de crianças, já que um Avatoy não é considerado um brinquedo, mas sim um souvenir”, comenta Caio Alegre. “Também garantimos a privacidade do consumidor, sem compartilhar dados ou imagens que ficam armazenadas no nosso banco de dados. Caso o consumidor queira reimprimir um boneco que já foi feito, não há problemas”.
Bonecos 3D da empresa têm três tamanhos diferentes