segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

G1 - Hackers relatam ataques a sites do Brasil contra bloqueio ao Megaupload - notícias em Tecnologia e Games



G1 - Notícias em Tecnologia e Games: Hackers relatam ataques a sites do Brasil contra bloqueio ao Megaupload

Grupo também atacou site da presidência da França na última sexta.

Ações seriam protesto contra fechamento de página de downloads pelo FBI.

Os protestos de hackers contra o fechamento do Megaupload, um dos maiores sites de compartilhamento de dados do mundo, também teriam atingido sites brasileiros neste sábado (21), dois dias depois de o FBI tirar o serviço do ar e prender o fundador da empresa, acusado de pirataria digital.

O grupo Anonymous, o mesmo que na última quinta (19) disse ter derrubado os sites do FBI, do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, da Universal Music, da Associação de Filmes dos EUA e da Associação da Indústria Fonográfica do país, postou mensagem no Twiiter neste sábado, relatando ataques a sites brasileiros com domínio 'df.gov.br' - do governo do Distrito Federal. Os posts apontam para perfis brasileiros, que teriam realizado o ataque, e mencionavam o Megaupload.

As ações teriam ocorrido na madrugada. Na manhã deste sábado, os endereços mencionados funcionavam normalmente. O G1 fez contato com a assessoria do governo do DF, que confirmou que houve uma tentativa de ataques ao sistema do governo por volta de 1h40 deste sábado que foi detectada e controlada por técnicos.


 
Site de Paula Fernandes estava fora do ar
às 9h deste sábado e exibia mensagem
citando Megaupload (Foto: Reprodução)

FrançaO site da presidência da França também foi alvo na última sexta (20). Os autores do ataque colocaram o slogan "We are legion" ("Somos legião") na barra de navegação do site, relatou a imprensa francesa. Às 10h, a página não apresentava mais nenhum sinal de invasão e era acessada normalmente.

O governo francês apoiou a prisão do fundador do Megaupload, na última quinta (19). À agência France Presse, o ministro da Cultura, Frederic Mitterrand, disse: "É delinquência, é roubo. A verdade é que eles estão roubando em larga escala."

Site de cantora

O site da cantora brasileira Paula Fernandes também estava fora do ar na manhã deste sábado. Na página inicial, havia um desenho de um coringa e a mensagem: "If Megaupload is down.... You Are Down Too!!!" ("Se o Megaupload está derrubado, você também está", em tradução livre do inglês). A assessoria de imprensa da cantora informou ao G1 que está apurando o que houve com o site oficial e que o mesmo é produzido pela Universal Music. Por volta das 11h45, a página já estava no ar.

O endereço da Banda Calipso também ficou fora do ar durante a tarde de sábado, mas a mensagem não fazia menção do grupo Anonymous ou ao Megaupload. O recado deixado pelo grupo que invadiu o endereço dizia ser conhecido como "Team DXP HaCkErS".

Olhar Digital: Adeus, SOPA: Lamar Smith, principal apoiador, desiste do projeto


Olhar Digital: Adeus, SOPA: Lamar Smith, principal apoiador, desiste do projeto:

Segundo ele, a causa será abandonada "até que haja um amplo acordo sobre uma solução". No entanto, Anonymous pede que fiquemos de olho 


O dia de hoje, 20 de janeiro, deve ser lembrado como o dia em que os internautas venceram. O mundo inteiro fez diversas manifestações e protestos - desde ataques do Anonymous a sites do governo e órgãos relacionados à indústria do entretenimento, até empresas que deixaram seus sites fora do ar para mostrar-se contra o SOPA, ou Stop Online Piracy Act. Depois de tanto barulho, Lamar Smith, o principal apoiador do projeto de lei, abandonou a causa. 

Segundo o Mashable, o Senador retirou o projeto "até que haja um amplo acordo sobre uma solução". Ele ainda comentou que o roubo de propriedade intelectual americana não é diferente de roubar um produto em uma loja, continua sendo ilegal e a lei tem que ser reforçada em ambos os aspectos. 

Porém, Smith admite que há a necessidade de rever a abordagem a ser tomada para resolver o problema que, segundo ele, é causado por "ladrões estrangeiros que roubam e vendem produtos e invenções americanas". 

De acordo com Smith, esse "roubo de propriedade intelectual americana" ocasiona um prejuízo de mais de US$100 bilhões (cerca de R$170 bi) anuais para a economia dos EUA, além de causar a diminuição de centenas de empregos no país. 

Já a votação para o PIPA, ou Protect IP Act, foi adiada "devido aos recentes acontecimentos", segundo o Senador Harry Reid. O irônico, aqui, é que esse anúncio aconteceu apenas 2 dias após Reid dizer que não voltaria atrás com o SOPA. 

Porém, baixada a poeira das comemorações da vitória da internet, os internautas não podem soltar as rédeas. Para o Anonymous, "o SOPA pode estar morto agora, mas a motivação para a promulgação das leis ainda está viva. Não parem de lutar por uma internet livre. Diga não à censura", concluíram.

Tribuna da Bahia Online - Notícia: Empresas baianas ficam de fora do Parque Gerson


Tribuna da Bahia Online - Notícia: Empresas baianas ficam de fora do ParqueGerson

 
Causou desconforto no meio empresarial de tecnologia da Bahia, a não inclusão de empresas baianas no Parque Tecnológico. Até empresas como a Softwell Solutions, ganhadora de todos os prêmios nacionais de inovação e considerada, pela Finep (Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência e Tecnologia), a empresa mais inovadora do Brasil em 2010 e 2011, foi preterida no Edital da Secretaria da Ciência,Tecnologia e Inovação da Bahia.

Aguarda-se que na segunda etapa a Secti venha contemplar as empresas baianas, que têm investido muito no setor e obtido reconhecimento nacional e até internacional (a exemplo da própria Softwell que este ano foi convidada a fazer parte do Parque Tecnológico de Óbidos, na grande Lisboa, Portugal), mesmo sem alcançarem o reconhecimento na própria Bahia onde têm sede e geram empregos de alto nível.

No resultado divulgado pela Secti a prioridade recaiu sobre empresa de porte multinacional, a exemplo da IBM, Indra Brasil e Portugal Telecom, além da Sabiá Experience Tecnologia, a única brasileira da lista, que é sediada em Santa Catarina e, segundo especialistas, sem muita performance no mercado de TI. O parque deve ser inaugurado no primeiro semestre desse ano e é voltado ao desenvolvimento tecnológico, o que dará à Bahia uma posição de destaque no setor desde quando o projeto seja bem encaminhado.

O Tecnocentro, como é conhecido o primeiro edifício do parque, está implantado numa área de 25,9 mil m² , na Avenida Paralela, e tem como principal objetivo “servir de centro dinamizador do Parque Tecnológico baiano, abrigando centros de pesquisa e instituições públicas e privadas, incubadoras e empresas de base tecnológica, oferecendo-lhes estrutura e serviços de apoio adequados à sua instalação e funcionamento”, segundo consta no edital que criou o parque.

As empresas que concorreram a uma vaga no Parque Tecnológico foram avaliadas por uma comissão julgadora e passaram pelas etapas de qualificação técnica e habilitação. Apesar dos protestos dos empresários baianos que ficaram de fora da primeira chamada, a expectativa das empresas baianas agora está concentrada na divulgação da segunda lista de classificados, o que deve ocorrer, segundo representantes da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação, até o mês de fevereiro.

Olhar Digital: O site da sua empresa foi atacado. E agora? O que fazer?




Analista de segurança conta como se dão os ataques de negação, invasões e quais as melhores ações a serem tomadas 



O time responsável pelos servidores de um site sempre sofre quando acontece um ataque virtual. Nessa onda de protestos do grupo de hackers como o Anonymous, por exemplo, tem muita empresa de infraestrutura web tendo que trabalhar dobrado para resolver os danos causados por esses impulsos. E os primeiros momentos da "guerra" exigem ações rápidas para evitar maiores danos.

Existem dois tipos de ataques: os de negação de serviço, conhecidos como DDoS (Denial of Service, na sigla em inglês), e as invasões. Em cada um dos casos, a equipe que coordena os servidores deve agir de uma maneira diferente. Segundo Guilherme Bistolfi, analista de segurança da Ananke, nos ataques de negação, o fluxo de acessos do site muda - ou seja, de repente, um número de "pessoas" muito acima do normal tenta acessá-lo ao mesmo tempo. Portanto, é preciso identificar a causa dessa anormalidade.

Imaginem que o Olhar Digital está sendo atacado. O analista dos nossos servidores avalia de onde estão vindo os acessos, quem são as pessoas que estão acessando e quais as páginas que estão gerando esses acessos. Caso o motivo desse aumento de acessos não seja justificado por uma matéria bombástica (morte do Steve Jobs, por exemplo), eles percebem que estão sendo atacados.

Como os ataques DDoS utilizam uma rede de máquinas zumbis que tentam acessar ao mesmo tempo a página de um site, há uma sobrecarga no servidor que fica, então, impossibilitado de atender a todas as requisições simultâneas de acesso. É o mesmo que você abrir vários programas no seu computador ao mesmo tempo: uma hora, ele vai ficar lento e até travar. Para evitar que o servidor entre em colapso e pare de funcionar, o analista pede para que o seu fornecedor barre os acessos.

"É como se fosse um condomínio em que o prédio é o Data Center e o elevador é o link interno que leva as informações para o térreo (site). O que fazemos é pedir que o fornecedor barre os acessos desses computadores zumbis já na entrada do prédio, assim ele não cai. Imagine se o elevador fica lotado, o que pode acontecer”, brinca.

Já na invasão o esquema é bem diferente. De acordo com Guilherme, quando um hacker invade o site não há alteração do fluxo de acessos e é bem mais difícil identificar o ataque. Isso porque o hacker invade o site explorando uma falha na programação. Por se tratar de algo completamente diferente, as ações tomadas pelos analistas também divergem bastante. O primeiro passo das empresas de Data Center é iniciar um trabalho investigativo para encontrar o erro que foi explorado. "Se o site invadido tiver dados de terceiros o melhor a se fazer é tirá-lo do ar para encontrar com calma a vulnerabilidade e consertá-la", explica.

Na maioria dos casos de invasões, os responsáveis deixam mensagens dentro das páginas avisando que aquele site foi hackeado. Então, segundo Guilherme, o ideal é retirar essa mensagem do ar e monitorar o site para que, quando a pessoa voltar a inserir a mensagem, fique mais fácil de descubrir onde está a falha. "Se houver mensagem e se o site não possuir informações confidenciais, dá para aguardar o hacker invadir de novo e pegá-lo no flagra", comenta.

Ambos os casos são bastante comuns, segundo Guilherme. Mas, os métodos são utilizados em situação diferentes. Enquanto o DDoS tem conseqüência imediata (derruba o site), as invasões deixam seqüelas, especialmente se dados confidenciais do site forem roubados. Grupos como o Anonymous trabalham com as duas modalidades, porém, dependendo da situação eles avaliam qual é a melhor forma. Para fazer retaliações, como o que aconteceu com o site do FBI, eles optam por ataques rápidos e certeiros de DDoS. Já para expor corrupções ou fraudes, eles preferem perder um pouco mais de tempo e encontrar vulnerabilidades nos sites, assim, eles conseguem publicar informações confidenciais.

Você já foi atacado ou invadido? Conte nos comentários abaixo o que você fez.

INFO Online: Notícias - Mercado - Lucro menor derruba valor das ações do Google

INFO OnlineNotícias - Mercado - Lucro menor derruba valor das ações do Google




São Paulo - A ação do Google caiu oito por cento após a gigante da Internet divulgar uma rara queda em seus lucros trimestrais e dizer que o total pago por anunciantes em buscas recuou pela primeira vez em dois anos.
A companhia de buscas teve performance pior do que a esperada tanto na receita quanto nos lucros, apesar dos níveis recordes de comércio online durante a temporada de férias, fazendo com que vários corretores diminuíssem seus preços-alvo para a ação da companhia.
A ação do Google recuou 8,3 por cento, a 586,47 dólares, na tarde de sexta-feira, após ter chegado ao patamar mínimo de 584,81 dólares, na maior queda percentual em 9 meses. O Nasdaq registrava queda de 0,1 por cento.
Executivos do Google culparam as flutuações de câmbio pela queda nos resultados, mas analistas se perguntam se anúncios em celulares -que têm preço menor- tiveram um papel mais importante do que a empresa admitiu.
A queda em custo por cliques havia levado a uma série de questionamentos de analistas durante a teleconferência após o anúncio dos resultados na quinta-feira.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Inovação Tecnológica:Física quântica garante computação em nuvem totalmente segura


Física quântica garante computação em nuvem totalmente segura

Os dados e o programa são codificados em feixes de dados superpostos de tal forma que o processamento pode ser feito em um servidor remoto sem descriptografá-los.

Cientistas conseguiram combinar o poder da computação quântica com a segurança da criptografia quântica.

O feito não apenas significa que é possível criar nuvens de computaçãototalmente seguras, como também será possível gerar níveis de segurança impensáveis hoje.

Por exemplo, imagine que você tenha criado um programa para um computador quântico e, por um golpe de sorte, fica sabendo que uma empresa acaba de criar o primeiro computador quântico do mundo.

Mas você não conhece a empresa - e, portanto, não confia nela - e nem tampouco a empresa conhece você - e, portanto não confia em você.

Nesse mundo de desconfianças, você acha que, se entregar seu código quântico, a empresa poderá copiá-lo. Ao mesmo tempo, a empresa desconfia que você pode ser um espião querendo roubar seu projeto.

É aqui que entra a inovação, criada por uma equipe da Universidade de Viena, na Áustria, e que dá uma solução segura para você e para a empresa.


Uma nuvem da computação quântica terá qubits entrelaçados no servidor remoto, garantindo privacidade total das informações do usuário. [Imagem: woogieworks.animation.studio]

Computação quântica cega

A solução chama-se "computação quântica cega", um tipo de computação infinitamente mais seguro do que qualquer coisa existente no mundo dos computadores clássicos.

O protocolo manipula bits quânticos (qubits) individuais, um processo que se baseia em duas características estranhas, mas fundamentais, da física quântica: a aleatoriedade das medições quânticas e oentrelaçamento quântico, a famosaação fantasmagórica à distância de Einstein.

O primeiro passo é dado pelo usuário, que deve enviar seus dados para o computador quântico de um terceiro. Ele faz isto preparando os qubits em um estado que apenas ele conhece.

Os cientistas fizeram isto usando fótons, ou "partículas de luz", para codificar os dados, forçando um processador quântico experimental a entrelaçar os qubits de uma forma que é impossível decifrá-los.

A seguir eles os enviaram para um "servidor quântico", onde as computações são feitas - o servidor quântico é o computador da empresa desconfiada onde será rodado o seu programa quântico.

O segundo passo também é dado pelo usuário, que deve preparar o programa para rodar sobre seus dados, contidos nos qubits, e também enviá-lo para o computador - neste experimento, a "computação" consistiu meramente na leitura dos qubits.

Os cientistas fizeram isto criando as instruções de medição para o estado particular de cada qubit - o equivalente ao programa a ser rodado - e também enviaram as instruções para o servidor quântico.

Segurança absoluta

Finalmente, depois que o programa roda, os resultados são enviados de volta para o usuário, o único que sabe como interpretá-lo, podendo então ver os resultados.

Ou seja, os dados de entrada, o processamento desses dados e os resultados, tudo permanece absolutamente desconhecido para o próprio computador quântico que faz os cálculos - daí o termo computação quântica cega.

Mesmo que o operador do computador quântico, ou um espião no meio do caminho, tente ler os qubits, ele não entenderá nada porque não saberá o estado inicial dos qubits.




Embora seja um marco no desenvolvimento da computação e da criptografia quânticas, um sistema totalmente quântico de computação em nuvem está a anos de se tornar uma realidade prática. [Imagem: Barz et al./Science]

Além do mundo clássico

Stefanie Barz e seus colegas afirmam que o aparato experimental é um feito crucial para a construção de redes de computadores quânticos absolutamente confiáveis e à prova de espionagem.

De fato, um sistema de computação em nuvem funcionando com base nesse princípio seria absolutamente confiável do ponto de vista de todos os utilizadores, uma vez que não haveria forma de os provedores lerem as informações que estão sendo processadas, e nem mesmo o programa que as está processando.

Os dados dos usuários permanecem inteiramente privados, uma vez que o servidor quântico não tem meios para saber o que ele próprio está fazendo, uma funcionalidade que não pode ser obtida no mundo clássico.

Embora este experimento represente um marco no desenvolvimento da computação e da criptografia quânticas, a disponibilidade prática de um sistema totalmente quântico de computação em nuvem está a anos de ser realizado.

Todo o aparato experimental é bastante rudimentar do ponto de vista de um processamento prático, usando poucos qubits, e em um ambiente supercontrolado de laboratório.

Olhar Digital: Brasil se prepara para possíveis guerras cibernéticas



Brasil se prepara para possíveis guerras cibernéticas

Conheça o simulador de ataques cibernéticos que vai ajudar o exército a criar guerreiros virtuais


Ciberguerra

O cenário de guerra mudou conforme a evolução da tecnologia. Se antes os guerreiros usavam espadas ou espingardas, hoje nem mesmo os mísseis são os artefatos mais modernos. Atualmente, os ataques são cibernéticos. Eles podem ser até menos letais, porém são igualmente nocivos aos países, especialmente para nações como o Brasil, que não possui proteção de seus bancos de dados.

A exposição a esses riscos no Brasil é considerada alta, já que o país é um dos maiores propagadores de vírus e spams na rede mundial. Por conta disso, o CCOMGEX (Centro de Comunicações e Guerra Eletrônica do Governo) inaugurou uma iniciativa para criar simulações de ataques em uma eventual guerra cibernética. O objetivo dos treinamentos é criar os chamados "guerreiros cibernéticos", os futuros operadores do simulador.

"O país está em posição de destaque no mundo e essa evidência pode ser bastante perigosa neste aspecto. Temos ativos e patrimônios para proteger. Se algum país quiser nos atacar não precisa soltar bombas, basta atacar nossa rede", comenta Carlos Rust, sócio-diretor da Decatron, vencedora da licitação realizada pelo Centro de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército para desenvolver o primeiro simulador nacional de operações cibernéticas, o SIMOC.

O simulador pode criar diversos cenários para que os instrutores do treinamento deem missões aos seus futuros guerrilheiros cibernéticos. É possível criar redes virtuais no SIMOC e fazer experiências tanto de proteção como de ataques. "Existe um módulo de criação de cenários que permite dizer quantos roteadores, servidores ou impressoras tem aquele local e um outro módulo que elabora a missão a ser cumprida", explica Rust.

As tarefas são as mais diversas possíveis como derrubar um servidor, por exemplo. Além disso, o software grava todas as ações dos alunos para que o instrutor analise quais os recursos utilizados pela pessoa e dê dicas do que poderia ter sido feito para que o objetivo fosse alcançado de maneira mais eficaz ou mais rápida. "Existem softwares como esses na Itália ou Israel, mas o exército queria ter algo nacional. Vamos gerar um produto completo no mesmo nível das principais soluções estrangeiras disponíveis no mercado. E ainda existe a vantagem de termos 100% do controle da solução", conclui.

Uma equipe formada por doutores e mestres na área de Tecnologia da Informação trabalham exclusivamente no projeto. O aplicativo utiliza tecnologia de virtualização, que executa vários sistemas operacionais em um único equipamento, e componentes de software de código livre para atender aos requisitos identificados. De acordo com o diretor, em julho o SIMOC deverá entrar em ação nos treinamentos militares do CCOMGEX. O investimento para o desenvolvimento do software foi de R$ 5 milhões.

G1 - Lucro por ação da IBM sobe 11% e supera estimativas - notícias em Tecnologia e Games


Lucro por ação da IBM sobe 11% e supera estimativas


Ganhos da companhia foram de US$ 4,71 por ação.

IBM teve receita de US$ 29,5 bilhões.
A IBM divulgou nesta quinta-feira (19) um crescimento de 11% em seu lucro do quarto trimestre de 2011, superando estimativas e ressaltando sinais de confiança no mercado após o temor de que dificuldades econômicas afetassem os gastos com tecnologia.
A IBM afirmou nesta quinta-feira que seu lucro no quarto trimestre, excluindo itens extraordinários, foi de US$ 4,71 por ação, acima da expectativa de US$ 4,62 por ação, segundo a Thomson Reuters I/B/E/S.

A IBM, uma referência no setor devido ao seu alcance e escala global, apurou receita de US$ 29,5 bilhões, contra US$ 29 bilhões no mesmo período do ano passado e pouco abaixo das estimativas de US$ 29,7 bilhões.
 
A IBM espera ter lucro por ação em 2012 de ao menos US$ 14,16 por ação e lucro por ação operacional excluindo itens extraordinários de ao menos US$ 14,85.

Folha.com - Tec - Facebook vira alvo favorito de cibercriminosos para disseminar pragas - 20/01/2012



Folha.com - Tec - Facebook vira alvo favorito de cibercriminosos para disseminar pragas - 20/01/2012:

Facebook vira alvo favorito de cibercriminosos para disseminar pragas


Com 800 milhões de usuários ativos, o Facebook não é um sucesso apenas entre os adeptos de redes sociais. A popularidade do site também cresce entre cibercriminosos, que aproveitam o serviço para espalhar pragas virtuais.

Segundo a AVG, de 2008 a 2011, os ataques diários no site cresceram 20 vezes. Em 2010, a AVG encontrou 20 mil páginas contaminadas nas 50 redes sociais mais populares do mundo. O Facebook abrigava 60% delas (ou 137.505).

O principal interesse dos criminosos é o roubo de credenciais para o site, que pode abrir as portas para problemas maiores, como a obtenção de dados bancários.

Para conseguir infectar perfis no Facebook, o golpe mais comum é chamado de "clickjacking" (sequestro de clique, em tradução literal).
Nele, o usuário é levado a crer, por exemplo, que está clicando no link para algum vídeo compartilhado por alguém da sua rede de amigos.
O clique então é "sequestrado" e executa um código malicioso escondido, que pode infectar o perfil e até a máquina do usuário.

Segundo o "Wall Street Journal", o Facebook afirma que menos de 4% do conteúdo em suas páginas é malicioso, mas admite que o volume está crescendo mais rápido do que sua base de usuários. Diariamente, 4 milhões de pessoas seriam atingidas.

Editoria de Arte/Folhapress

CONFIANÇA
"A disseminação de código malicioso em redes sociais é dez vezes mais efetiva do que outros métodos de distribuição", diz Fábio Assolini, analista da Kaspersky Lab.
Uma das razões para isso, segundo os especialistas consultados pela reportagem, é que os criminosos se aproveitam da relação de confiança que existe em redes sociais.
"Os cibercriminosos exploram a confiança que temos nas pessoas em nossa rede de amigos para espalhar códigos maliciosos", diz Mariano Sumrell Miranda, diretor de marketing da AVG Brasil.
É mais fácil, afinal, acreditar que um amigo está indicando um vídeo curioso no seu mural do Facebook do que em um e-mail escrito por um príncipe africano, que informa sobre uma herança milionária deixada para você.
BRASIL
Para quem viveu o auge do Orkut, no fim da década passada, a história não soa tão nova, mas os perigos no Facebook para o brasileiro ainda estão engatinhando.
A primeira ameaça no Facebook criada por brasileiros para atacar brasileiros foi descoberta em junho do ano passado. Ela usava o chat do serviço para tentar sequestrar o clique de usuários e foi bloqueada rapidamente.
Outras ameaças se seguiram desde então e, segundo a Kaspersky, o Facebook já é a rede social mais atacada do país. O Orkut é a segunda.

UOL Tecnologia - Da Redação: Dono do Megaupload trancou-se em 'cofre' e portava espingarda durante prisão, diz polícia



Funcionários do Megaupload na Corte Distrital de Auckland, da esq. para a dir.: Bram van der Kolk, Finn Batato, Mathias Ortmann, e o fundador do site, Kim ''Dotcom'' Schmitz 

Além de decretar a prisão preventiva do fundador do Megaupload, serviço de compartilhamento de arquivos, a Justiça da Nova Zelândia congelou nesta sexta (20) o equivalente a R$ 15,6 milhões em bens do acusado no país. Kim Schmitz, 37, também conhecido como Dotcom, foi preso pela polícia em sua casa na cidade de Auckland e, segundo as autoridades, trancado em uma sala cofre e com uma espingarda de cano curto.

De acordo com o detetive da polícia de Auckland, Grant Wormald, o fundador do Megaupload, acusado pelos Estados Unidos de promover pirataria em seu site, tentou se esconder em uma sala fortificada (bunker) quanto notou a chegada das autoridades. “Ele ativou uma série de mecanismos eletrônicos para fechar portas. Quando a polícia neutralizou as fechaduras, ele se trancou dentro da sala cofre”, disse Wormald.

As autoridades dos EUA tiraram o Megaupload do ar nesta quinta-feira (19) por considerar que o site faz parte de "uma organização delitiva responsável por uma enorme rede de pirataria virtual mundial" que causou mais de US$ 500 milhões em perdas ao transgredir os direitos de propriedade intelectual de companhias.Quando conseguiram abrir a sala, as autoridades encontraram Dotcom com uma espingarda de cano curto. “Definitivamente não foi tão simples quanto bater na porta da frente e entrar”, comentou o policial.

Segundo o FBI, sete pessoas são acusadas de operarem o Megaupload e sites relacionados, sendo que quatro delas foram presas. O detalhamento da ação inclui na acusação lavagem de dinheiro e infrações graves de direitos autorais. A pena máxima pelos crimes é de 20 anos. Elas pedem ainda a extradição dos acusados para julgamento no país.
Prisão preventiva

O juiz David McNaughton, do tribunal do distrito de North Shore, na cidade de Auckland, ditou que Schmitz e os outros três diretores da empresa que também foram detidos permanecerão presos até que se produza a decisão sobre seu pedido de liberdade mediante pagamento de fiança, informou a agência neozelandesa "APNZ".

Junto ao fundador do Megaupload, também conhecido como Kim Dotcom, foram postos em prisão preventiva os diretores da mesma nacionalidade Finn Batato e Mathias Ortmann, assim como o holandês Bram van der Kolk. Todos eles foram detidos em operações policiais realizadas em Auckland em resposta a uma requisição feita pelas autoridades americanas, que solicitaram a extradição dos três alemães e do holandês.

A Polícia neozelandesa informou que confiscou dos detidos e da empresa bens avaliados em US$ 4,8 milhões, além de US$ 8 milhões depositados em contas abertas em diversos bancos da Nova Zelândia.

No entanto, as autoridades da Nova Zelândia não devem apresentar acusações formais contra o Megaupload, apesar de considerar que a empresa também infringiu as leis sobre propriedade intelectual deste país.

Além das quatro detenções na Nova Zelândia, foram realizadas operações nos Estados Unidos e em outros nove países, entre eles Holanda e Canadá.
Ataque hacker em represália

Apesar de a decisão, em tese, afetar apenas usuários americanos do Megaupload, a página de compartilhamento também estava indisponível quando acessada do Brasil na noite desta quinta. O bloqueio foi realizado um dia depois de diversos sites norte-americanos protestarem contra dois projetos de lei antipirataria

Poucas horas após o anúncio da ação contra o Megaupload, hackers do grupo Anonymous divulgaram pelo Twitter um ataque aos sites da Universal Music, uma das companhias que acusam o Megaupload de pirataria, ao site do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, e ao site do FBI. Os três sites ficaram inacessíveis após a divulgação da retaliação. Em comunicado, o grupo Anonymous afirmou: “A ação contra o Megaupload mostrou que não é necessária uma lei como a Sopa ou sua irmã, a Pipa, para tirar um site do ar.” (veja como hackers derrubaram os sites)

Em entrevista ao “New York Times”, Ira P. Rothken, advogado do Megaupload, afirmou que ainda não viu o processo. Ainda assim afirmou: "Obviamente temos preocupações sobre a legalidade desse procedimento. A ação foi tomada sem a realização de uma audiência". 

De acordo ainda com o jornal americano, alguns minutos antes de o site sair do ar, o Megaupload publicou um comunicado informando que não há só conteúdo que viola direitos autorais no serviço. “O fato é que a maioria do tráfego gerado pelo Megaupload é legítimo e nós estamos aqui para ficar. Se a indústria de entretenimento quiser tirar vantagem de nossa popularidade, nós estamos dispostos a iniciar um diálogo. Nós temo algumas boas idéias. Por favor, vamos manter contato.”
'Indústria do crime'

A “indústria do crime”, como cita o órgão americano, é chefiada por Kim Dotcom, fundador do Megaupload, que mantém residência na Nova Zelândia e em Hong Kong, sede do site de compartilhamento.

“Por mais de cinco anos, o site operou de forma ilegal reproduzindo e distribuindo cópias de trabalhos protegidos por direitos autorais, incluindo filmes – disponíveis no site antes do lançamento –, músicas, programas de TV, livros eletrônicos e softwares da área de negócios e entretenimento”, diz o órgão.

O site Megaupload tem mais de 150 milhões usuários registrados, 50 milhões de visitantes diários e soma 4% de todo tráfego da internet mundial.

De acordo com o FBI, o modelo de negócios do site de compartilhamento de arquivos promovia o upload de cópias ilegais. Tanto é que o usuário era recompensado pelo site quando incluía arquivos que eram baixados muitas vezes. Além disso, o Megaupload pagava usuários para criação de sites com links que levavam para o serviço.

Conforme alegado no processo, os administradores do site não colaboraram na remoção de contas que infringiam direitos autorais, quando solicitados pelas autoridades. Para citar o “descaso” da empresa, o FBI comenta que quando solicitado, o site ia lá e removia apenas uma cópia, deixando disponível outras milhares de cópias do arquivo pirateado.
Vídeo controverso de apoio

Em dezembro, em função de um processo da gravadora Universal contra o Megaupload, o site lançou um vídeo em que vários artistas americanos – também vítimas de cópias ilegais distribuídas no serviço – apoiam o que a página faz. Em um dos trechos, Will.i.am, do grupo Black Eyed Peas, diz: “Quando eu quero enviar alguns arquivos pelo mundo, eu uso o Megaupload."

Artistas como o ator Jamie Foxx, a jogadora de tênis Serena Willians e o rapper americano Kanye West aparecem no vídeo apoiando o site dizendo que “gostam do Megaupload”.

Alguns dias após o lançamento do vídeo, o cantor Will.i.am informou que ele não havia autorizado o uso da sua imagem na campanha. O vídeo chegou a ser removido do YouTube, mas há várias cópias dele disponíveis no site.

Projeto de lei antipirataria

O site foi fechado um dia depois que diversas páginas nos Estados Unidos protestaram contra dois projetos de lei parecidos, chamados Pipa (do inglês, lei para proteger a propriedade intelectual) e Sopa (do inglês, lei para impedir a pirataria online). A Wikipedia ficou fora do ar por 24 horas na quarta (18), enquanto diversos outros endereços exibiram imagens de protesto contra as duas propostas.

Embora tenham recebido o apoio da indústria cinematográfica de Hollywood e da indústria musical, o projeto Sopa enfrenta a oposição de associações que defendem a livre expressão, com o argumento de que essa lei permitirá ao governo americano fechar sites, inclusive no exterior, sem necessidade de levar a questão à Justiça.

Debatido no Congresso, o Sopa permitiria ao Departamento de Justiça dos EUA investigar e desconectar qualquer pessoa ou empresa que possa ser acusada de publicar material com direitos de propriedade intelectual dentro e fora do país – caso do Megaupload.

CORREIO | O QUE A BAHIA QUER SABER: Grupo hacker diz ter derrubado site do FBI

CORREIO | O QUE A BAHIA QUER SABER: Grupo hacker diz ter derrubado site do FBI:


Grupo hacker diz ter derrubado site do FBI

Anonymous já teria tirado do ar o site do Departamento de Justiça dos EUA. Ação seria protesto contra a derrubada do site Megaupload.com



Foto: Reprodução

Perfil do Anonymous no Twitter anuncia que tirou site do FBI do ar
O grupo hacker Anonymous afirmou na noite de quinta-feira (19) por meio de seus perfis no Twitter que derrubou o site do FBI, a polícia federal dos Estados Unidos. Às 23h50, o endereço "www.fbi.gov" estava inacessível. O site ficou fora do ar por cerca de 1 hora. O governo americano não afirmou se foi uma falha nos servidores ou se realmente houve um ataque.

Nesta quinta, o Anonymous também disse ter sido responsável pela saída do ar dos sites do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, da Universal Music, da Associação de Filmes dos EUA e da Associação da Indústria Fonográfica do país, dentre outros endereços.

No Twitter, o grupo diz "a internet contra-ataca", e que a luta é pela “liberdade da internet”. Em uma das mensagens, o Anonymous também ameaçou um ataque contra o site da Casa Branca.


"Parece que o justice.gov (site do Departamento de Justiça dos Estados Unidos) foi atacado por navios piratas", diz postagem em perfil no Twitter do grupo Anonymous
O Megaupload, um dos maiores sites de compartilhamento de arquivos do mundo, foi tirado do ar na quinta-feira (19). O fundador da companhia e vários de seus executivos foram acusados formalmente de violar leis antipirataria nos Estados Unidos, informaram promotores federais do país. A acusação alega que o site deu aos detentores de direitos autorais mais que US$ 500 milhões em prejuízo por facilitar a pirataria de filmes e outros tipos de conteúdo.

Em comunicado, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos disse que o fundador do Megaupload, Kim Dotcom (também conhecido como Kim Schmitz), e outros três executivos da empresa foram presos nesta quinta-feira na Nova Zelândia a pedido de oficiais norte-americanos.

O Megaupload é único não somente pelo grande volume de downloads que possibilita, mas pelo apoio que tem de celebridades e músicos, geralmente vistos como vítimas da violação das leis antipirataria. Antes de ser tirado do ar, o site trazia o “apoio” de nomes como a socialite orte-americana Kim Kardashian e os músicos Alicia Keys e Kanye West. As celebridades chegaram a gravar um vídeo de apoio à companhia, mas as imagens foram tiradas do ar pelas gravadoras.

SOPA e PIPA
A derrubada dos sites acontece um dia depois que diversos endereços, incluindo a Wikipédia e a Craigslist, tiraram seus sites do ar em protesto com o SOPA e o PIPA, dois projetos de lei antipirataria que circulam nos Estados Unidos.

O Stop Online Piracy Act (SOPA) é um projeto de lei com regras mais rígidas contra a pirataria digital nos EUA. Ele prevê o bloqueio no país, por meio de sites de busca, por exemplo, a determinado site acusado de infringir direitos autorais. O foco está principalmente em sites estrangeiros, contra os quais as empresas americanas pouco podem agir. No Senado, circula o Protect IP Act, conhecido como PIPA (ato para proteção da propriedade intelectual), outro projeto sobre direitos autorais que mira a internet.

Ambos são apoiados por empresas de entretenimento, constantes alvos de pirataria, mas são questionados por companhias de internet, como Google, Facebook, Amazon e Twitter, que interpretam as medidas como um tipo de censura aos sites e à liberdade de expressão. O SOPA ainda está sendo avaliado por comissão na Câmara; a PIPA deve ir à votação no Senado ainda neste mês. As informações são do G1.

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Fusion4D – Interface Natural e Imersiva para Manipulação de Objetos 3D

Fusion4D – Interface Natural e Imersiva para Manipulação de Objetos 3D
Fusion4D é uma interface inovadora que utiliza óculos 3D e o Kinect para permitir ao usuário interagir com objetos 3D como se estivessem realmente em suas mãos, podendo movê-los, girá-los, aumentá-los, explodi-los em detalhes e até mesmo vê-los como seriam no passado e no futuro. Assim, a interface transmite ao usuário a sensação de imersão total em uma realidade aumentada.

Para utilizá-la é simples: o usuário só precisa usar óculos 3D, comandos de voz e as mãos para manipular os objetos. Além disso, todo o sistema usa apenas dispositivos de baixo custo, como o Kinect, e não requer o uso de monitores especiais para a exibição da imagem 3D, ficando ao alcance de todos.

Olhar Digital: Ataques dos Anonymous: entenda como funciona o sistema para derrubar os grandes sites

Olhar Digital: Ataques dos Anonymous: entenda como funciona o sistema para derrubar os grandes sites:

Ataques dos Anonymous: entenda como funciona o sistema para derrubar os grandes sites

 

Hackers usam "computadores zumbis" para se infiltrarem nas páginas que desejam atacar

DDoS



Uma espécie de guerra virtual começou após o fechamento do Megaupload pelo FBI, na tarde desta quinta-feira (19/01). Logo em seguida, o grupo de hackers Anonymous iniciou uma série de ataques a outros sites - Universal Music, Departamento de Justiça dos Estados Unidos, US Copyright Office, Warner Music Group e até o próprio FBI -, em protesto ao fim do conhecido site de arquivos digitais.




Mas como fuciona esse sistema usado pelo Anonymous para atacar e derrubar grandes portais? Por mais complicado que pareça, é tudo bem simples, e conhecido popularmente como ataque de negação de serviço, ou simplesmente DDoS (Denial of Service, na sigla em inglês).


Para realizar as invasões, os hackers utilizam uma rede de máquinas zumbis, formada por milhares de computadores. Essas redes zumbis são criadas quando usuários acessam links contaminados por códigos maliciosos. A partir daí, o hacker passa a controlar remotamente essas máquinas.


Por meio de um comando que parte de uma ou várias "máquinas mestres", o hacker ordena que os PCs zumbis acessem um endereço específico na mesma data e horário. Esse servidor pode ser responsável por diferentes tipos de serviços - como manter uma página de internet ativa, completar transações bancárias online, entre outras. O mais comum é que os ataques aconteçam nos servidores web, onde estão hospedados os sites de uma empresa.


Como um número muito grande de computadores tenta acessar ao mesmo tempo a página de um site, há uma sobrecarga no servidor, que fica, então, impossibilitado de atender a todas as requisições simultâneas de acesso dos "usuários". Alguns desses servidores podem simplesmente reiniciar ou parar de funcionar.
Reprodução






Vale lembrar que não é só um site que pode sair do ar com um ataque DDos. Serviços de e-mail, cloud computing e outros serviços que estejam no mesmo servidor também pode ser atacados.


Continue acompanhando a nossa cobertura em tempo real dos ataques do Anonymous clicando aqui.

G1 - Falha na internet prejudica usuários do Speedy - notícias em São Paulo


Falha na internet prejudica usuários do Speedy

Telefônica, que administra o Speedy, diz que situação já foi resolvida.


Problema ocorreu no serviço que liga Brasil com EUA, afirma empresa.

 

 
Usuários de redes sociais relataram falhas no acesso à internet em conexões Speedy na noite desta quinta-feira (19). A instabilidade atingiu principalmente o acesso a sites internacionais, segundo relatos no Twitter.

A Telefônica, que administra o Speedy, reconheceu o problema e disse que a situação já foi resolvida. Segundo a assessoria de imprensa, houve instabilidade no serviço internacional que liga o Brasil aos Estados Unidos, o que "pode ter causado a alguns clientes Speedy dificuldades de acesso a websites hospedados naquele país".
Internautas também relataram problemas com o Virtua. O G1 tentou contato com a NET, mas não conseguiu falar com a assessoria de imprensa da empresa.

Olhar Digital: Por que é tão difícil encontrar um bom sinal Wi-Fi em hotéis?



Olhar Digital: Por que é tão difícil encontrar um bom sinal Wi-Fi em hotéis?:
 
Por que é tão difícil encontrar um bom sinal Wi-Fi em hotéis?
Artigo de especialista explica a dificuldade de se formar uma boa rede sem fios em grandes espaços

Wi-Fi


A tecnologia 802.11 avançou muito nos últimos 10 anos – hoje é mais robusta, mais rápida e mais escalável. Porém, um problema ainda assombra o Wi-Fi: a confiabilidade.

Não tem nada mais frustrante para o administrador da rede de um hotel do que hóspedes que reclamam do fraco desempenho do Wi-Fi, da cobertura irregular e das conexões instáveis. A maior dificuldade: o ambiente Wi-Fi é invisível e está mudando constantemente, e essas mudanças são causadas pela frequência de rádio (RF).

Os hóspedes de qualquer hotel viajam com uma grande variedade de dispositivos e esperam sinais fortes de Wi-Fi, cobertura total, conexões cada vez melhores e mais estáveis e um desempenho consistente.

Praticamente qualquer dispositivo que emite sinais eletromagnéticos - desde telefones sem fio até fones de ouvido Bluetooth, microondas e até mesmo medidores inteligentes - pode gerar interferência RF. Mas a maioria dos hotéis não sabe que a maior fonte de interferência Wi-Fi é sua própria rede Wi-Fi.

Ao contrário do espectro licenciado que vende uma determinada largura de banda à empresa que oferece o maior lance, o Wi-Fi é um meio compartilhado por todos e que opera em frequências de rádio (RF) não licenciadas dentro da faixa de 2.4GHz a 5GHz.

Quando um dispositivo cliente 802.11 encontra um novo sinal, seja um sinal Wi-Fi ou qualquer outro, ele para de transmitir. A interferência que ocorre durante a transmissão de dados também causa a perda de pacotes, o que requer a retransmissão dos mesmos pacotes por meio da rede Wi-Fi. Essas retransmissões reduzem a taxa de transferência, reduzindo o desempenho da rede para todos os usuários que compartilham o mesmo ponto de acesso.

Soluções Comuns para Administrar Interferências

Existem três soluções mais comuns para administrar a interferência RF: reduzir a taxa de transmissão física de dados (PHY), reduzir a potência de transmissão do AP afetado ou alterar o canal atribuído ao AP. Cada uma dessas soluções pode resolver parte do problema, mas nenhuma delas resolve o problema fundamental da interferência RF.

Parece nada lógico, mas um AP configurado para transmitir dados usando taxas de transferências menores, e com isso reduzir o número de pacotes perdidos, pode piorar a situação. Com a taxa de transmissão mais lenta, os pacotes passam mais tempo no ar. Ou seja, existe uma chance maior de perdê-los, já que demoram mais para serem recebidos e, por esse motivo, são mais suscetíveis a interferências pontuais.

Uma nova abordagem Wi-Fi, divulgada e patenteada pela Ruckus Wireless, utiliza uma matriz de antenas adaptativas e adota uma metodologia baseada em uma série de testes de desempenho que levam em conta três fatores presentes em hotéis: as taxas de transferência, a relação sinal-ruído e o tipo de aplicação da rede. Dessa forma, é possível oferecer o melhor desempenho possível.

A técnica de mudar o canal de transmissão é útil para reduzir interferências constantes em determinada frequência, mas a interferência tende a ser altamente variável e intermitente. Com um número limitado de canais à nossa disposição, essa técnica pode criar mais problemas do que soluções.

Atenuando Interferências com Antenas Inteligentes

O objetivo maior do Wi-Fi é enviar um sinal Wi-Fi diretamente para o usuário e monitorar esse sinal para garantir a melhor taxa de transferência possível – enquanto isso, as transmissões de Wi-Fi são constantemente redirecionadas por caminhos sem interferência e sem mudar de canal.

Esses sistemas adotam padrões de antena diferentes para cada cliente, mudando o padrão ao detectar qualquer problema. Por exemplo, ao detectar uma interferência, a antena inteligente pode selecionar um padrão de sinal com atenuação direcionada para a interferência, aumentando a SINR e eliminando a necessidade de reduzir a taxa física de dados.

Antenas baseadas na formação de feixes utilizam vários elementos direcionais da antena para criar milhares de padrões de antena, ou caminhos, entre o AP e o cliente. Com isso, a energia RF é irradiada pelo melhor caminho que produz a maior taxa de dados com a menor perda de pacotes.

Mas talvez o maior benefício dessa nova tecnologia seja o fato de funcionar sem sintonia manual ou intervenção humana. Outros benefícios incluem:

• Os funcionários do hotel podem usar dispositivos Wi-Fi para acessar as ferramentas de reservas e administração de forma segura e em qualquer lugar do hotel, garantindo níveis mais elevados de serviço;

• Os sistemas de ponto de venda (PoS) sem fio permitem realizar pedidos de alimentos e outras amenidades na beira da piscina ou em outras áreas do hotel;

• A comunicação de voz sem fio entre os funcionários do hotel pode ajudar a manter o hotel funcionando perfeitamente;

• Dispositivos portáteis podem ser usados para fazer o check-in do hóspede na hora de deixar o carro com o manobrista;

• Os hotéis podem oferecer Wi-Fi gratuito ou como parte de um pacote de comunicação no quarto do hóspede ou em áreas comuns;

• Os hóspedes podem usar o Wi-Fi em seus dispositivos de áudio e vídeo em alta definição, como iPods ou tablets.

Para administrar a interferência RF no futuro, é preciso entender as principais tendências dessa tecnologia. Mas, para isso, precisamos de uma abordagem mais inteligente e flexível para administrar as frequências de rádio que estão fora de controle e que causam esse tipo de interferência.

* André Queiroz é Diretor Regional - Enterprise, Ruckus Wireless