segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

UOL: Gadget do Google transforma televisor em smart TV, mas é limitado


Flávio Carneiro

O Chromecast é um gadget, desenvolvido pelo Google, que promete transformar um televisor comum (com entrada HDMI) em uma smart TV (modelo de que se conecta com a internet). Durante os testes do UOL Tecnologia o acessório se mostrou funcional, porém limitado.

A instalação é simples, dispensando qualquer curva de aprendizado. Depois de plugar o produto na entrada HDMI e em uma fonte de energia (porta USB ou tomada), basta colocar a senha da rede Wi-Fi e a TV já está online.

Chromecast é um bom gadget, mas é limitado
Em seguida, o usuário deve instalar um aplicativo no celular (ou acessar um site no notebook) para sincronizar o smartphone, notebook ou tablet com a TV. Esses aparelhos servem como "controle remoto": o conteúdo que aparece na TV é controlado pelo produto que foi alinhado com o televisor. Em vez de pausar na TV, por exemplo, o comando deve ser feito no notebook. Essa simplicidade deixa o manual do Chromecast abandonado e empoeirado, para felicidade do usuário.

Depois de tudo pronto, é hora de explorar os recursos do produto criado pelo Google – pena que eles são poucos. Não há nenhuma diferença entre as ferramentas disponíveis em solo norte-americano ou por aqui. As limitações são as mesmas.

DIRETO AO PONTO
Nome: Chrome Cast
Entrada: HDMI
Conectividade: Wi-Fi
Preço: US$ 35 (R$ 81)
Pontos positivos: tem bons recursos; barato; portátil
Pontos negativos: tem poucos recursos; precisa estar na tomada ou USB para funcionar

O aplicativo instalado inicialmente – aquele para sincronizar Chromecast e computador - não serve mais para nada. Por isso, é preciso utilizar os outros apps que possuem compatibilidade com o Chromecast. Entre os principais estão o Youtube, Netflix, HBO GO, Play Movies e o Play Music. Só isso.

O Play Movies e Play Music possuem um problema grave. Eles são bloqueados para compartilhar com a TV os vídeos e músicas armazenados no celular – o recurso só funciona com produtos adquiridos na loja do Google. Na prática, isso significa que você não vai poder transmitir na TV aquele vídeo constrangedor do seu amigo e fazer todos rirem.

Uma boa notícia é o preço: tão pequeno quando a lista de funcionalidades do aparelho. Ele pode ser encontrado por US$ 35 (cerca de R$ 81) em lojas como Amazon e Best Buy. O produto ainda não é vendido oficialmente no Brasil.

Pelo baixo custo, o Chromecast vale o investimento. Além disso, existe uma tendência de que novos apps ganhem suporte ao gadget, como aconteceu recentemente com o HBO GO (aplicativo que transmite o conteúdo da rede de TV). Uma boa adição ao produto seria a capacidade de ler e-mails, navegar na internet e abrir fotos diretamente no televisor – isso sem que seu preço aumente com as novas funcionalidades.

Fonte: Carneiro, Flávio. "Gadget do Google transforma televisor em smart TV, mas é limitado - Notícias - Tecnologia."Gadget do Google transforma televisor em smart TV, mas é limitado - Notícias - Tecnologia. N.p., n.d. Web. 2 Dec. 2013. .

COMPUTERWORLD: Veja seis dicas para avaliar se o seu CRM está atualizado

O CRM, tecnologia para gerenciar o relacionamento com o cliente, serviu no passado ao propósito simples de manter registrados os dados dos clientes. Hoje, há desafios maiores como integrá-lo a redes sociais e transmitir instantaneamente informações do cliente para o call center. 

O importante é ter um olhar mais atento sobre a infraestrutura de CRM. Com todas as novas funcionalidades disponíveis nas atuais ferramentas, é preciso avaliar se o seu sistema ainda está atendendo às necessidades dos negócios e dos clientes.

Mas enquanto os aplicativos de CRM e todos os seus dados forem críticos para o negócio, a análise real tem de começar com a estratégia de relacionamento do cliente dentro da empresa, diz Mary Wardley, analista da IDC. “Sem saber o que você quer, onde você foi e onde você vai, será difícil de alcançar os objetivos”, diz ela.

“Um dos meus princípios sobre CRM é a necessidade de construir uma estratégia para ele dentro da organização”, diz Mary. “Não importa que tipo de empresa você está, é necessário ter um plano para gerenciar o relacionamento com o cliente, porque é uma estratégia de serviço ao cliente”.

De posse dessa estratégia, o segundo passo é a implementação de aplicações de CRM, que a viabilizem e ajudem a empresa a atender às metas de negócios, de vendas e de receita.

Um ponto importante para manter o CRM atualizado, segundo Mary, é ajustá-lo sempre que acontecerem alterações na estratégia. Ela destaca que é preciso ir ao mercado com frequência para saber das evoluções do segmento de atuação, por vezes diariamente, dependendo do negócio e do panorama competitivo.

“Esses dados sempre estão em mutação e estar update pode ajudar a empresa a tomar decisões corretas sobre como os sistemas de CRM estão funcionando e o que precisa ser atualizado, reformulado ou substituído”, diz Mary.

A executiva lista algumas perguntas que as empresas devem fazer para saber se o CRM está atualizado:

1 • Possui recursos que os usuários estão solicitando?

2 • É necessário upgrade para adicionar os recursos necessários?

3 • É possível adicionar módulos para expandir a capacidade do CRM?

4 • Qual é a estratégia correta para o negócio?

5 • Existem recursos hoje que não estavam disponíveis quando da implantação do sistema?

6 • É necessário integrar agora novos recursos?

De acordo com Mary, as respostas vão depender da estratégia que a empresa traçou para o cliente. Ela lembra que as alterações que a companhia avalia serem necessárias, não categorizam o atual sistema de CRM como falho, mas se realizadas, poderão torná-lo mais eficiente para fortalecer a estratégia traçada.

Os sistemas de CRM de hoje abordam as mídias sociais, que não existiam há dez anos, quando a maioria das empresas começou a implementá-los. Sendo assim, prossegue Mary, é necessário saber se o sistema irá precisar de uma cirurgia simples ou de grande porte.

É o momento em que entra a análise de como o sistema de CRM existente pode atender às necessidades de negócios e de clientes. Mary recomenda também perguntar se a atualização para o CRM é algo que pode ser feito por meio de complementos simples ou se será necessária uma grande reformulação.

A empresa tem sistemas antiquados, porém com recursos que gosta, mas talvez precisem ser atualizados por meio de alguns add-ons, tais como análise de redes sociais ou recursos para adicionar dados, como identificador de Twitter do cliente. Se assim for, diz Mary, talvez a atualização possa acontecer sem grandes esforços de reconstrução. Por outro lado, prossegue a executiva, pode surgir a necessidade de uma substituição completa.

Um fator que tem peso importante nessa avaliação e no processo de decisão é a idade da infraestrutura do CRM. “Obviamente, as mais antigas não serão capazes de aceitar a profunda integração com novos sistemas, particularmente com tecnologias de nuvem”, diz. 

Se o sistema é antiquado e a empresa deseja uma estratégia multicanal, com recursos de call center, chat de serviço ao cliente, recursos móveis e entrada para redes sociais, o cenário de mudanças será mais complexo.

Outro complicador, na opinião de Mary, é que talvez não seja possível adicionar módulos disponíveis para mobilidade e redes sociais porque eles dependem de tecnologias baseadas em IP, que provavelmente não estão presentes nos aplicativos de CRM mais antigos. Se for esse o caso, diz Mary, então certamente a empresa não poderá seguir em frente com o sistema que tem.

Um dos clientes de Mary constatou que as personalizações de CRM feitas há muito tempo não funcionaram com atuais dados [colhidos por meio do cartão fidelidade de um cliente]. Os dados acrescentados e combinados não puderam ser carregados na tela de um atendente de call Center, no momento do atendimento. Isso porque os novos aplicativos de CRM nem sempre trabalham bem com aplicações personalizadas mais antigas.

“Se você comprou um pacote de software em 1999 e está tentando implementar um aplicativo novo hoje, pode ser que eles não consigam trabalhar juntos. Ao longo do tempo, fica mais árdua a tarefa e menos provável que seja possível manter esse aplicativo ou encontrar profissionais qualificados para fazê-lo. E mesmo se o fizer, a manutenção pode sair cara”, diz Mary.

Fonte: WEISS , TODD R. . "COMPUTERWORLD - O portal voz do mercado de TI e Comunicação." Computerworld. http://computerworld.uol.com.br/gestao/2013/12/02/veja-seis-dicas-para-avaliar-se-o-seu-crm-esta-atualizado/ (accessed December 2, 2013).

G1: Amazon planeja usar mini-drones para entrega de mercadorias


Serviço entregaria encomendas em até 30 minutos, diz Jeff Bezos.
'Amazon Prime Air' pode estar operacional dentro de 4 ou 5 anos.

O fundador da gigante do varejo on-line Amazon, Jeff Bezos, anunciou no domingo (1º) que sua empresa planeja em poucos anos usar mini-drones – veículos aéreos não tripulados – para entregar em até 30 minutos pacotes pequenos a seus clientes.

O ambicioso projeto exige testes de segurança e a aprovação das autoridades de aviação dos Estados Unidos, mas, segundo Bezos, a "Amazon Prime Air" poderia estar operacional dentro de 4 ou 5 anos.

Um vídeo de demonstração divulgado no site da empresa mostra minúsculos aparelhos robóticos transportando objetos em pequenas caixas amarelas, dos depósitos até a casa dos clientes que encomendaram os produtos 30 minutos antes na Amazon.com.

"Eu sei que parece ficção científica, mas não é", declarou Bezos no programa "60 Minutes" do canal CBS.

"Podemos entregar em meia hora e podemos carregar objetos pesando até 2,3 kg, o que representa 86% das mercadorias que nós entregamos", acrescentou.

Os mini-drones têm motores elétricos e podem operar em um raio de 16 km ao redor do depósito, com acesso a uma grande parte da população em áreas urbanas.

"É muito ecológico, é melhor do que os caminhões de transporte", ressaltou o chefe de vendas da gigante on-line.

Fonte: "Amazon planeja usar mini-drones para entrega de mercadorias." Tecnologia e Games. N.p., n.d. Web. 2 Dec. 2013. .

Folha de S.Paulo: Lumia 1020 e S4 Zoom têm as melhores câmeras dos smartphones; veja comparação

A câmera se tornou tão importante na hora de escolher um smartphone que as fabricantes criaram um nicho de aparelhos especializados no assunto, os chamados "camerafones".

Selecionamos quatro aparelhos (o novo iPhone 5s, o Nokia Lumia 1020, o Sony Xperia Z1 e o Samsung Galaxy S4 Zoom) e fizemos testes em diferentes cenários: paisagem, com pouca luz, em movimento, com contraste de iluminação, entre outras.

No fim, o resultado foi dividido. Considerando apenas a câmera, o S4 Zoom vence.

Ele produz imagens definidas e com boas cores, mas sua maior vantagem sobre os demais é o zoom ótico de 10x, que permite aproximação do objeto fotografado sem perda de qualidade.

O problema é que, além de ter especificações bem inferiores a de seus concorrentes, o aparelho da Samsung tem um design que o torna quase impraticável como telefone.

Com cerca de 2,5 cm em seu ponto mais espesso, ele parece mais uma câmera --que, por acaso, também faz ligações-- do que um celular.

Assim, o Lumia 1020 da Nokia aparece como a melhor opção para quem quer tirar ótimas fotografias sem ter carregar um volume incômodo nos bolsos.

Ele não é tão versátil quanto o S4 Zoom, mas tem o maior sensor entre os testados (maior até do que a boa parte das câmeras compactas), um aplicativo simples de usar, e foi o que se deu melhor com pouca luz.

Como pontos negativos estão a lentidão do disparo e a fraca ferramenta de "panorama", que produz imagens com falhas.

Fonte: FERNANDO DONASCI, BRUNO FÁVERO. "Folha de S.Paulo." Folha online. N.p., n.d. Web. 2 Dec. 2013. .

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

G1: Telebras assina contrato de R$ 1,3 bilhão para projeto de satélite


Satélite geoestacionário terá funções de defesa e telecomunicações.
Sistema produzido com consórcio europeu será lançado em 2016.



A Telebras assinou nesta quinta-feira (28) um contrato de R$ 1,3 bilhão para a fabricação de um novo satélite geoestacionário que será usado para funções de defesa e para telecomunicações.

O Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGCD) será desenvolvido pela estatal e pela Visiona, uma empresa conjunta entre a Telebras e a Embraer, informaram fontes oficiais.

A Telebras e a Visiona fabricarão o satélite em colaboração com o consórcio europeu Thales Alenia Space, que foi vencedor de uma licitação realizada no último mês de agosto.

As empresas também utilizarão parte do orçamento para contratar outras subministradoras além da Thales, segundo explicou um porta-voz do Ministério da Defesa à Agência Efe.

Na licitação também foi escolhida a empresa europeia Arianespace para realizar o lançamento do satélite, que será propriedade do governo e, previsivelmente, será posto em órbita em 2016.

O satélite, que será operado pela Telebras, terá uma faixa para uso civil que será dedicada a levar o serviço de internet em banda larga a regiões remotas e uma faixa de uso exclusivo militar.

Fonte: "Telebras assina contrato de R$ 1,3 bilhão para projeto de satélite." Tecnologia e Games. N.p., n.d. Web. 29 Nov. 2013. .