quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Convergência Digital - Internet - Banda Larga: Brasil fechou 2011 com 58 milhões de acessos



O Brasil fechou 2011 com quase 58 milhões de acessos em banda larga, o que representa um crescimento de quase 70% em relação a 2010. De acordo com levantamento da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), divulgado nesta quinta-feira, 19/01, 23,3 milhões de novos acessos foram ativados ao longo do ano passado.

O mesmo ritmo acelerado de crescimento foi verificado também na cobertura da banda larga móvel, que dobrou seu alcance em 2011, chegando a 2.650 municípios. Do total de conexões, 16,7 milhões são de banda larga fixa e 41,1 milhões de banda larga móvel. Na banda larga fixa a expansão em 2011 foi de 20,6%, com 2,8 milhões de novos acessos durante o ano. A banda larga móvel, por sua vez, cresceu 99,3%, com 20,5 milhões de novos acessos adicionados à base em 2011.

Do total de acessos móveis à internet rápida, 7,9 milhões são modems e 33,2 milhões são celulares de terceira geração (3G), entre eles os smartphones. No ano passado, o número de modems cresceu 31% e o de celulares 3G, 128%.

Ainda de acordo com o SindiTelebrasil, a cobertura 3G chegou a 2650 municípios, cobrindo, segundo a entidade, 83% da população do país. A expansão da banda larga móvel foi de 105% em 2011, num ritmo de ativação de quase quatro (3,7) municípios por dia. No ano passado, 1.363 deles receberam a rede de 3G, somando-se aos 1.287 municípios que já tinham conexão no fim de 2010.

Olhar Digital: Expectativa: até 2014, roteadores com velocidade de 1 Gbps serão maioria no mercado


Padrão 802.11ac já está aprovado e deve começar a aparecer nas lojas ainda este ano

wifi




Com a evolução da internet e o aumento da velocidade no tráfego de dados, é necessário que os equipamentos também acompanhem esse processo. E os roteadores, que, até então, atingem velocidades máximas de 450 Mbps, precisarão ficar ainda mais rápidos. Por isso, dois novos protocolos Wi-Fi, que vão permitir transferências de dados sem fio com mais velocidade, devem começar a surgir no mercado em 2012.





O Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) está trabalhando na versão 802.11ac, de 1 Gigabit por segundo, e na 802.11ad, de 7 Gigabits por segundo. De acordo com o Instituto, a versão de 1 Gigabit também está sendo desenvolvida paralelamente, porque o padrão 802.11ad , de 7 Gigabits, "ilumina" uma área muito menor com o sinal. Portanto, os 2 modelos, mesmo com velocidades bastante diferentes, podem se tornar complementares no futuro.


Roteadores com o padrão 802.11ac já devem estar disponíveis no mercado ainda este ano, e a expectativa é que até 2014, eles já sejam a maioria entre os aparelhos.

PC WORLD - Notícias - Brasil teve 46,6 milhões de internautas online em dezembro


Apesar de 78,5 milhões de brasileiros terem acesso à rede, férias escolares e recesso do trabalho fizeram com que movimento online fosse menor.O Ibope divulgou na última terça-feira (17/01) dados referentes à Internet no Brasil. Segundo o instituto, em dezembro, 46,6 milhões de pessoas acessaram a rede de casa ou do trabalho, o que representa uma queda de 2,9% em relação ao mês anterior.
A baixa já era esperada, por conta das férias escolares e do recesso do trabalho. Em relação ao mês de dezembro de 2010, porém, houve crescimento de 7,6%. Embora o instituto ainda não tenha o acumulado do ano, informou o que País fechou o terceiro trimestre com 78,5 milhões de internautas - o que inclui os de lan houses.
Por mais que o movimento online diminua em dezembro, a publicidade costuma aumentar, por conta das festas de fim de ano. O mês terminou com 131,4 mil campanhas, veiculadas por quase 6 mil portais.
O Ibope destacou também o crescimento nas visitas a sites de hotéis no período. Eles atraíram 5,8 milhões de usuários únicos, ante 2,8 milhões em julho – o outro mês em que os alunos entram em férias. Isso indica que, em geral, o brasileiro deixa para viajar no fim de um ano ou no começo do outro, motivado, provavelmente, pelo verão.
No total, 63,5 milhões de pessoas têm acesso à Internet de casa ou do trabalho, número 18,4% maior que em 2010, quando 51,8 milhões tinham acesso.

Olhar Digital: Gigantes da tecnologia se unem para fazer frente ao serviço de nuvem da Amazon



Empresas querem criar um padrão para permitir que clientes movam seus dados armazenados na nuvem com mais facilidade
cloud computing
Grandes empresas de tecnologia estão querendo tornar mais fácil a movimentação de dados de clientes disponíveis na nuvem. As companhias estão criando uma tecnologia padrão que irá permitir que todos movam suas aplicações de um serviço de cloud computing para o outro mais facilmente. O grupo em questão inclui empresas como a 3M, CA Technologies, Cisco, Citrix, EMC, IBM, Red Hat, SAP, Software AG e outras. Já empresas como Amazon, Microsoft e Google estão fora dessa lista - a Amazon, líder do setor, tem motivos óbvios.





Um dos maiores problemas da computação na nuvem é que algumas aplicações, especialmente destas grandes empresas que não fazem parte do grupo citado, exigem características tecnológicas bastante peculiares. Dessa forma, não é fácil ou barato para outras companhias obter esse mesmo conjunto de configurações de armazenamento para hospedar dados de seus clientes. Portanto, o novo modelo de computação na nuvem propõe justamente uma reformulação desses complexos sistemas para que se criem ambientes uniformes na nuvem, capazes de serem suportados por diversas companhias diferentes.


Segundo o site Business Insider, o novo padrão está se iniciando da maneira correta, sob o escudo do respeitado OASIS, um conjunto de regras que permite que aplicações da web compartilhem informações. Ele também traz algumas normas de segurança importantes da web e do formato OpenDocument, responsável pelo compartilhamento de textos, planilhas e outros documentos concorrentes do Office.


A ausência da Microsoft no grupo, no entanto, é surpreendente, uma vez que a companhia é um dos principais patrocinadores corporativos do grupo sem fins lucrativos OASIS. Já a omissão da Amazon é mais compreensível, pois a plataforma de computação na nuvem da empresa é predominante no mercado e não se baseia em padrões, justamente para que seus clientes não movam suas aplicações com tanta facilidade para outros serviços semelhantes.


Nada foi dito sobre o Google, mas, aparentemente, a ausência no grupo a favor da padronização da cloud computing se deu pela mesma razão da Amazon: impedir a movimentação de seus clientes.

INFO Online: - Internet - Notícias - Google e Facebook esvaziam dia de protestos na internet

INFO Online:- Internet - Notícias - Google e Facebook esvaziam dia de protestos na internet 



São Paulo - O dia de manifestações na web contra a Sopa, um projeto de lei americano que pode restringir a liberdade na web, terminou esvaziado pela não adesão dos principais serviços de internet, como Google, Facebook e Twitter. Dos 10 maiores sites em audiência no mundo, apenas a Wikipedia ficou fora do ar nesta quarta-feira.
No final de 2011, tanto Google como Facebook e Twitter manifestaram-se publicamente contra o projeto de lei chamado de Sopa que prevê bloquear sites e cortar seu acesso a serviços de pagamento digital, como Paypal, quando estes forem acusados de fomentar a pirataria online.
Nesta quarta-feira (18), dia agendado para o protesto, no entanto, os principais serviços da internet mantiveram suas operações inalteradas. O Google publicou um link para um manifesto, em sua página inicial Google.com, mas não deixou nenhum serviço fora do ar. Já o Facebook limitou-se a publicar uma mensagem no perfil de seu fundador, Mark Zuckerberg, condenando a proposta que tramita no Congresso americano.
A posição mais controversa foi a exibida pelo Twitter. Embora o serviço de microblog tenha manifestado, no início deste ano, repúdio ao projeto Sopa, Dick Costolo, CEO do Twitter, não só vetou a entrada de seu site na onda de protestos como classificou como “bobagem” tirar sites internacionais do ar por conta de uma lei que afetará exclusivamente o mercado americano.
Na verdade, como grande parte dos sites acessados em todo o mundo está hospedada nos Estados Unidos, a aprovação de uma lei rigorosa lá acarretaria em limitações ao acesso à web em todo o mundo.
Entre as grandes empresas de tecnologia e internet, Apple e Microsoft mantêm uma postura discreta em relação ao projeto Sopa, embora alguns de seus porta-vozes tenham manifestado preocupação com exageros no texto da lei proposta pelo deputado republicado Lamar Smith, autor da Sopa, cujo significado, em inglês, é Stop Online Piracy Act.

INFO Online: - Tecnologia pessoal - Notícias -Firefox terá uma versão para empresas

INFO Online:- Tecnologia pessoal - Notícias -Firefox terá uma versão para empresas



São Paulo – A Mozilla divulgou que o próximo lançamento do Firefox trará também uma versão com suporte estendido dedicado às empresas.
Segundo a Mozilla, o modelo atual de atualizações do Firefox tem recebido críticas de administradores de sistemas em empresas, pois cada update traz dados novos muitas vezes limitando a utilização de páginas ou extensões que haviam sido criadas para determinada versão do navegador.
As versões normais do Firefox estão sendo atualizadas a cada 6 semanas, em média, trazendo alguns updates com melhorias dentro deste período. Porém, ao ser lançada uma nova versão, a anterior perde seu suporte e desenvolvimento.
Assim, uma simples alteração de código de uma versão para a outra, poderia deixar de funcionar essas ferramentas criadas especificamente para aquela empresa, uma vez que a atualização do browser ocorre de maneira manual.
Agora, a partir da versão 10 que é esperada para o final de janeiro, o Firefox trará uma versão com suporte estendido (ESR – Extended Support Release). Empresas, instituições públicas, escolas e organizações que utilizam o navegador de forma centralizada poderão optar por essa versão.
A nova versão estendida terá um ciclo de atualizações distinto, garantindo o suporte de segurança e melhorias por um período de 12 meses. Ao encerrar esse ciclo, uma nova versão será disponibilizada.
Ao ser substituída por uma nova versão estendida, a Mozilla afirma que irá manter atualizações para a versão anterior por 12 semanas, para que os administradores tenham tempo para realizar as alterações necessárias.
Embora essa versão estendida seja desenvolvida em conjunto com a versão liberada para os usuários finais, a ESR terá um número limitado de melhorias, focando apenas em atualizações de segurança.

Olhar Digital: Dia do IPv6: empresas marcam início do uso do protocolo para 6 de junho


Empresas como Facebook, Google, Bing e Yahoo vão dar o pontapé inicial para a mudança de padrão

Internet IPv6
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No dia 6 de junho, grandes empresas da internet como Facebook, Google, Bing e Yahoo! vão dar o pontapé inicial para a mudança de padrão de endereços da web - o IPv4 dará lugar para o IPv6. A mudança foi necessária por não haver mais espaço no IPv4, que possui um limite de 4,3 bilhões de endereços.





Para que a internet pudesse continuar a crescer, foi criado o IPv6, que, de acordo com a BBC, tem tanto espaço que "mesmo se todos os homens, mulheres e crianças da Terra tivessem bilhões de dispositivos cada, com endereços em IPv6, não chegaríamos nem perto do número de endereços disponíveis".


As mudanças serão feitas de forma que não prejudiquem em nada o consumidor. Por isso mesmo, as páginas continuarão a aceitar acessos de ambos os sistemas. Para Jay Parikh, vice-presidente de engenharia de infraestrutura do Facebook, "disponibilizar permanentemente o IPv6 é vital para manter a internet aberta e as pessoas conectadas, para que os números de usuários da internet e de dispositivos continuem a crescer".

Olhar Digital: Redes sociais: qual delas tem o terreno mais fértil para a sua marca aparecer?



Redes sociais: qual delas tem o terreno mais fértil para a sua marca aparecer?

Infográfico mostra a influência de Facebook, Twitter e Google+ nas marcas mais presentes nas redes sociais

Marketing




Já se perguntou que efeito uma rede social pode ter em sua marca? Usar um site de relacionamentos de forma corporativa já deixou de ser novidade bem antes do Facebook se tornar "O" Facebook. As páginas oficiais são só uma versão atualizada dos "perfis reconhecidos" no Twitter ou das comunidades do Orkut. Uma coisa que não muda: se sua empresa quer ter a imagem de bom relacionamento com o público, uma página dedicada ou um Twitter oficial são ótimos lugares para começar.



O problema é que são tantas opções de redes sociais que os mais incautos podem ficar meio perdidos. Pensando nisso, o site Social Bakers elaborou uma pesquisa - registrada nos infográficos abaixo - relacionando o potencial de marca e mídia dentro de três redes sociais: Google+, Facebook e Twitter. Quem se dá melhor? E como foi o crescimento delas nos últimos meses?

Reprodução

A ideia do Social Bakers foi analisar por dois escopos diferentes: o primeiro leva em conta marcas comerciais, como Coca-Cola, Amazon e afins (colunas à esquerda), enquanto veículos opinativos e imprensa em geral, como Mashable, New York Times e outros ficam na coluna à direita. A análise levou em consideração a quantidade atual de fãs e o crescimento em um período de 30 dias. E, pelo jeito, o Google+ vem despontando como a rede em que as marcas apresentam o maior índice de crescimento. De qualquer forma, ainda é impossível abandonar Facebook e Twitter, por causa do grande número de pessoas presentes nesses ambientes.

Pelas conclusões do site, o Facebook ainda é líder nesse quesito, mas a taxa de crescimento é bem maior no Google Plus. Isso se dá pelo fato da estrutura do Google ser mais direcionada à publicação de fotos e mensagens. Entretanto, o Twitter ainda supera seus rivais quando o assunto é comunicação rápida, o que justifica um aumento mais expressivo de fãs. O Facebook parece contar a seu favor o fato de estar com uma base de usuários crescente (próximo de 1 bilhão).

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

INFO Online: - Ciência - Notícias - Wi-Fi pode afetar previsão do tempo

INFO Online: Ciência - Notícias - Wi-Fi pode afetar previsão do tempo

São Paulo - As agências meteorológicas temem que o Wi-Fi possa afetar as previsões do tempo. A tecnologia sem fio pode dificultar a identificação de desastres e o envio de alertas.
Os meteorologistas estão temerosos com relação a proliferação e as consequências do Wi-Fi e outras aplicações sobre o espectro radioelétrico, que podem ter um impacto negativo nas bandas de frequências usadas para prever o tempo e vigiar o clima. Vale destacar que as frequências radioelétricas são essenciais para os sistemas de alarme adiantados de desastres naturais.
Preocupada com isso, a Organização Meteorológica Mundial (OMM) apresentará um documento na Conferência Mundial de Radiocomunicações com detalhes dos diversos usos das frequências usadas para fins meteorológicos e a importância de mantê-las protegidas. O evento acontecerá em Genebra, entre os dias 23 de janeiro e 17 de fevereiro, no marco da União Internacional de Telecomunicações.
Durante o anúncio, a OMM também lembrou que os serviços meteorológicos dependem das observações da Terra, da atmosfera e dos oceanos. Também contribuem para evitar mortes e a destruição dos meios de subsistência de populações carentes.
Porém, nada disso é possível sem a recompilação de dados, a qual depende das frequências radioelétricas. As agências meteorológicas consideram que a forte demanda por essas frequências pode afetar a qualidade das observações, a possibilidade de fazer previsões e os esforços para entender e prever as mudanças climáticas.
Quando uma banda de frequência usada para fins meteorológicos é usada para outras aplicações incompatíveis com a meteorologia, essas bandas se tornam inúteis para os sistemas prognósticos de desastres naturais, segundo Michel Jarraud, secretário-geral da OMM.

G1 - Google não sai do ar, mas publica manifesto contra lei de internet


"Site de classificados Craigslist também apresenta mensagem de protesto.
Wikipedia saiu do ar contra projeto de lei que será votado nos EUA."

Site de classificados Craigslist também apresenta mensagem de protesto.
Wikipedia saiu do ar contra projeto de lei que será votado nos EUA.


Google não sai do ar, mas publica link com mensagem de protesto contra os projetos de lei SOPA e PIPA (Foto: Reprodução)
Google não sai do ar, mas publica link com

mensagem de protesto contra os projetos de lei

SOPA e PIPA (Foto: Reprodução)

O Google não retirou seu site de buscas do ar, mas publicou uma mensagem em sua página inicial nos Estados Unidos em que se manifesta contra o projeto de lei "Stop Online Piracy Act" (pare com a pirataria on-line, em tradução), ou Sopa, que está no Congresso norte-americano, e "Protect IP Act" (ato para proteção do IP), ou Pipa, que está no Senado. O site de classificados Craigslist se uniu à enciclopédia virtual Wikipedia, cuja versão em inglês saiu do ar na madrugada desta quarta-feira (18).
Diversos endereços na web prometeram interromper seus serviços nesta quarta-feira (18) em protesto contra os projetos de lei.
Os usuários que acessam a versão em inglês da página de buscas do Google são recebidos com uma mensagem discreta que diz: "avise ao Congresso: por favor, não censure a internet". Ao clicar no texto, o usuário é levado para uma página que explica os motivos do Google para não apoiar os projetos de lei. Moradores dos Estados Unidos podem, ainda, preencher um abaixo assinado que será encaminhado para o Congresso e o Senado do país.
Craigslist apresenta mensagem de protesto para quem tenta acessar a página. Segundos depois, é possível acessar o serviço normalmente (Foto: Reprodução)
Craigslist apresenta mensagem de protesto para

quem tenta acessar a página. Segundos depois,

é possível acessar o serviço normalmente
(Foto: Reprodução)
O site Craigslist também publicou uma mensagem contra os projetos de lei. Quem tentar acessar o serviço de classificados on-line entrará em uma página que fala da lei e pede que o usuário se manifeste contra ela. O acesso ao site, contudo, continua normalmente após alguns segundos.
A versão em inglês do Wikipedia está com acesso bloqueado em protesto, mas a edição no idioma português pode ser acessado normalmente. Há uma pequena mensagem explicando o projeto de lei e a página ficará 24 horas fora do ar.
WordPress publicou mensagem contra projetos de lei (Foto: Reprodução)
WordPress publicou mensagem contra projetos

de lei (Foto: Reprodução)
O site de criação e hospedagem de blogs WordPress também se uniu aos outros sites, publicando uma grande mensagem ao entrar em sua página principal e pedindo que os usuários preencham um abaixo assinado. É necessário descer a página até o final para conseguir acessar um link que pemite acessar o conteúdo do WordPress.
O Twitpic, que permite o compartilhamento de fotos no microblog Twitter, dedicou uma página para explicar os dois projetos de lei, também pedindo que internautas se manifestem contra eles.
TwitPic se manifestou contra os projetos de lei SOPA e PIPA (Foto: Reprodução)
TwitPic se manifestou contra os projetos de lei

SOPA e PIPA (Foto: Reprodução)
O Twitter, embora apoie as manifestações contra a Sopa e a Pipa, não interrompeu o serviço. "É muita irresponsabilidade nossa parar um serviço global por conta de uma lei nacional", disse o CEO do microblog, Dick Costolo, na terça-feira (17).
O que é o projeto de lei

O Stop Online Piracy Act (Sopa) é um projeto de lei com regras mais rígidas contra a pirataria digital nos EUA. Ele prevê o bloqueio no país, por meio de sites de busca, por exemplo, a determinado site acusado de infringir direitos autorais. O foco está principalmente em sites estrangeiros, contra os quais as empresas americanas pouco podem agir.

O projeto tramita no Congresso e é apoiado por empresas de entretenimento, constantes alvos de pirataria, mas é questionado por companhias de internet, como Google, Facebook, Amazon e Twitter, que interpretam a medida como um tipo de censura aos sites e à liberdade de expressão. O Sopa ainda está sendo avaliado por comissão na Câmara, mas uma proposta semelhante, a Protect IP Act (Pipa), deve ir à votação no Senado no dia 24 de janeiro.

Olhar Digital: SOPA pode ser alterado após pressão de empresas da internet


Projeto de lei que combate a pirataria online encontrou forte resistência na internet e foi criticado pela Casa Branca

SOPA




A internet está vencendo. O SOPA, polêmico projeto cujo objetivo é combater a pirataria online, deve ser alterado e, se voltar a ser discutido, não deverá apresentar muitos dos pontos criticados por seus opositores, de acordo com aReuters.




O projeto de lei de combate à pirataria na web, defendido por produtores de conteúdo, foi bastante criticado por empresas de internet, que chegaram a planejar boicotes e apagões em forma de protesto à lei.


No final de semana, a Casa Branca criticou abertamente o projeto, afirmando que ele pode sufocar a internet. De acordo com post feito no blog da presidência dos Estados Unidos, não é possível apoiar "um projeto de lei que reduz a liberdade de expressão, amplia os riscos de segurança na computação ou solapa o dinamismo e a inovação na internet."


O SOPA era visto como prioridade entre companhias produtoras de conteúdo no combate à pirataria online. Caso fosse aprovada, a lei permitiria o bloqueio de acesso a sites que disponibilizam conteúdo protegido por direitos autorais.


Empresas de internet se opuseram ao SOPA e chegaram a organizar um dia em que serviços online fossem desligados - a Wikipedia, por exemplo, prepara um apagão para quarta-feira (18/1). Além disso, defensores da liberdade de expressão incentivam boicote a qualquer empresa que se posicione a favor do projeto, acusando o SOPA de uma forma de censura online.


O projeto, agora, será alterado para voltar a ser discutido. Entre os pontos que devem ser mantidos estão cláusulas que fazem serviços de busca desativarem links para conteúdo protegido por direitos autorais, e corte de publicidade para sites que violem propriedades intelectuais.


Já pontos como a exigência que provedores cortem o acesso a sites que contenham pirataria, por exemplo, não devem ser mantidas na nova versão do projeto.