terça-feira, 3 de abril de 2012

Gizmodo:Como funcionam os celulares antigrampo?




Ganhou notoriedade o caso do senador Demóstenes Torres (DEM-GO), que recebeu do bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, um celular aparentemente antigrampo – mas a Polícia Federal conseguiu interceptar as ligações. Celulares antigrampo não caíam tanto na atenção do público desde 2007, época da crise dos grampos no Supremo Tribunal Federal. Como eles impedem que outros escutem sua conversa, e qual foi o erro dos celulares de Cachoeira?
Celulares antigrampo

O sistema antigrampo funciona em geral através de software instalado nos aparelhos, e emprega criptografia RSA de até 4.096 bits na ligação. Como é um serviço de software, você não precisa de um celular antigrampo separado. Mas há um detalhe: eles funcionam em pares, ou seja, quem liga e quem recebe precisa ter o serviço, ou há o risco de grampo.

O programa “embaralha” os dados de tal forma que, em um grampo, o que se ouve é apenas ruído. Nem mesmo a operadora consegue identificar o teor da conversa – na verdade, em alguns serviços antigrampo, a ligação nem passa por ela. As pessoas na ligação se entendem normalmente porque, junto com sua voz criptografada, vai uma chave que a decodifica – e só o outro aparelho consegue fazer isso.



Conversamos por e-mail com Alessandra Godoi, diretora comercial da SecurStar. A empresa oferece o serviço antigrampo PhoneCrypt, usado até mesmo no Supremo Tribunal Federal. Alessandra explica que há duas versões do PhoneCrypt: em hardware e em software. A versão em hardware é um módulo que funciona em qualquer celular com entrada de fone de ouvido. Com o módulo instalado, se você ligar para alguém com o mesmo módulo, a ligação passa pela operadora, mas é criptografada. Ela diz, no entanto, que a SecurStar não atualiza a solução de hardware há 18 meses, porque a versão em software tem maior sucesso e praticidade.

O software PhoneCrypt Mobile funciona “como se fosse um Skype” porém usando um túnel de criptografia, segundo Alessandra: “a gente usa canal de dados, não de voz… então a operadora não tem a mínima consciência ou conhecimento de que você está em uma ligação de voz”. No site, a SecurStar diz que “o software utiliza conexão com internet através de 3G, UMTS, HSPA, W-CDMA, EDGE, GPRS e WiFi”. O aparelho envia sua voz já criptografada, e com ela vai uma chave que a decodifica; só o outro aparelho consegue decodificar. Alessandra explica:

O software recebe a gravação da voz e a transforma em pacotes de dados que são automaticamente criptografados e enviados ao receptor. Esse processo é feito diretamente, não passando pela [rede de voz da] operadora telefônica: um túnel criptografado liga a solução PhoneCrypt ao servidor e encaminha os pacotes até a outra ponta. Esta recebe a chave de criptografia que foi criada ao início da conversa, e decriptografa os dados transformando-os novamente em voz. Neste processo, a chave é alterada pelo sistema a cada 4 segundos.

A versão em software do PhoneCrypt é compatível com iOS (iPhone e iPod), Android, Blackberry, Symbian e Windows Mobile. Ela usa um discador próprio: para ligações criptografadas, há um app específico. O serviço PhoneCrypt custa de R$950 a R$3.500 por ano, “dependendo do nível de criptografia adquirido e serviços inclusos”, explica Alessandra.

Outras empresas fornecem serviço semelhante, como a CryptoCell e a Cryptech. Em seu site, a CryptoCell explica que oferece solução em software que “não requer nenhum hardware adicional” e não passa pela rede de voz da operadora. Como em toda solução antigrampo, ambas as partes precisam usar o mesmo sistema; você também pode realizar ligações normais com o aparelho.

O bicheiro e o senador
O senador Demóstenes Torres
Então o serviço antigrampo é relativamente complexo. Como a Polícia Federal conseguiu violá-lo? Aparentemente, o erro de Cachoeira foi bem básico: os celulares simplesmente não estariam protegidos contra grampos.

Segundo a revista Época, o bicheiro Carlinhos Cachoeira distribuiu 15 aparelhos de rádio Nextel entre contatos de confiança – incluindo aí o senador Demóstenes Torres. Cachoeira habilitou os aparelhos em Miami (EUA) pois achava que, assim, os aparelhos estariam imunes a grampos legais e ilegais. Não estavam: a Polícia Federal gravou quase 300 conversas entre o bicheiro e o senador, e entregou à Justiça Federal 36 volumes só com a transcrição de interceptações telefônicas do grupo “14 + 1″; o “1″ é o senador.

O próprio senador disse à Época que mantinha amizade com Cachoeira e recebeu dele o aparelho, usado somente para conversas entre os dois. Demóstenes disse não saber que Cachoeira ainda estava envolvido em atividades ilegais: o bicheiro passou a dizer que não era mais bicheiro – dedicava-se apenas a negócios na área farmacêutica. Mas Cachoeira agora está preso em segurança máxima, apontado como líder de uma quadrilha que operava máquinas caça-níqueis em Brasília e Goiás.

O senador Demóstenes disse que só conversava “trivialidades” com Cachoeira, mas os diálogos revelam algo diferente: segundo a Época, “Demóstenes fez lobby para Cachoeira no Congresso Nacional, na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e na Infraero” e também pedia favores a Cachoeira – queria que ele ajudasse um amigo a conseguir contratos em Mato Grosso para a Copa do Mundo. E lembra que o bicheiro mudou para o ramo farmacêutico? Pois Demóstenes defendeu interesses da Vitapan Indústria Farmacêutica, de Cachoeira.

Demóstenes já pediu afastamento da liderança do DEM no Senado, mas o Supremo Tribunal Federal (STF) vai abrir inquérito para investigá-lo; a OAB pede a renúncia imediata do senador; e há um movimento na Câmara dos Deputados para instalar uma CPI do caso Cachoeira.

Toda a crise surpreende porque Demóstenes foi, nos últimos nove anos, uma principais vozes em Brasília no combate à corrupção. Lembra o protesto que espalhou vassouras em Brasília para simbolizar o movimento contra a corrupção política? Segundo o Jornal do Brasil, foi Demóstenes quem pagou pelas vassouras. Ele chegou ao Senado em 2003, graças ao discurso de “tolerância zero” enquanto comandava a Secretaria de Segurança de Goiás, e ficou famoso por adotar um estilo linha-dura em CPIs e no plenário, colecionando desafetos na oposição e até mesmo entre aliados. A imagem anticorrupção de Demóstenes se estilhaçou em questão de dias.
Crise dos grampos


Celulares antigrampo não caíam tanto na atenção do público desde a crise dos grampos. Em agosto de 2007, a Abin (Agência Brasileira de Inteligência) foi suspeita de grampear irregularmente ligações de ministros do Supremo Tribunal Federal, após reportagem da revista Veja. Quatro meses depois, abriu-se a CPI dos Grampos. Prevista para durar 120 dias, ela recebeu inúmeras prorrogações e acabou mudando de foco: passou a investigar se a Abin e a Polícia Federal usaram escutas ilegais durante investigações da Operação Satiagraha, comandada pelo delegado Protógenes Queiroz. A operação prendeu (por pouco tempo) o banqueiro Daniel Dantas, o investidor Naji Nahas e o ex-prefeito paulistano Celso Pitta.

Em agosto de 2008, nova reportagem da Veja diz que uma conversa telefônica entre o então presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, e o senador Demóstenes Torres – sim, o mesmo do grampo com Cachoeira – teria sido grampeada. A conversa era casual e não incriminava ninguém, mas o arquivo de áudio nunca apareceu, nem o autor do grampo. Toda a cúpula da Abin, inclusive o diretor Paulo Lacerda, foi afastada pelo presidente Lula. O caso ajudou a impulsionar a CPI.

Em maio de 2009, 16 meses depois do início da CPI, sai o relatório final, no qual apenas Dantas é indiciado – Protógenes Queiroz e Paulo Lacerda ficaram de fora do texto aprovado. A CPI não criou uma nova lei nem acabou com a prática disseminada dos grampos. Segundo o deputado Nelson Pellegrino, um dos relatores da CPI, em 2007 foram instalados 75.000 grampos. Em 2008, cerca de 380.000. Estes são apenas os grampos legais, autorizados pela Justiça; os ilegais não dá para saber. Os dados foram revelados por causa da CPI; não há dados públicos sobre o tema nos anos seguintes.

Devido à crise dos grampos, o Supremo Tribunal Federal comprou 55 aparelhos criptografados no final de 2008. Cada um dos ministros conta com dois celulares criptografados: um aparelho fica com o ministro e o outro com uma pessoa escolhida por ele. O serviço é fornecido pela SecurStar e a diretora comercial Alessandra Godoi confirma que a empresa fornece o PhoneCrypt ao STF até hoje. O Supremo também já propôs a instalação de um sistema criptografado de telefonia fixa.

Folha: Samsung Galaxy X é o melhor smartphone com Android à venda no Brasil


A maior estrela do Galaxy X, da Samsung, é o Android 4.0, a versão mais recente do sistema do Google.

O aparelho faz parte da família Nexus, que leva a marca da gigante das buscas e traz o Android puro --ou seja, sem modificações feitas por fabricantes e por operadoras de telefonia celular.

Galaxy X, celular da Samsung com Android 4.0 

Totalmente redesenhado, o Android está mais bonito e mais fácil de usar em sua versão 4.0. Além disso, o Google criou uma série de diretrizes para que desenvolvedores criem aplicativos em harmonia com a nova interface.

Com definição e brilho ótimos, a tela de 4,65 polegadas e resolução de 1.280x720 pixels está em um patamar próximo ao do admirável display do iPhone 4S, da Apple.

Mas, como ela é muito grande, fica difícil alcançar seu topo com o dedão --curiosamente, para ir à tela inicial dos aplicativos básicos do sistema, é preciso tocar em seu ícone no canto superior esquerdo da tela, justamente o lugar mais difícil de alcançar quando se segura o aparelho com a mão direita.

Revestido por plástico, o Galaxy X tem acabamento inferior ao de concorrentes como o iPhone 4S e o Lumia 800, da Nokia, mas, ao menos, sua bateria é removível.

Outra mudança recente do Android é o fim dos botões físicos frontais. Os principais comandos de navegação (voltar, ir à tela inicial e alternar entre aplicativos abertos) viraram botões virtuais na parte inferior da tela.

O esquema funciona bem, e apps desenvolvidos para versões anteriores do sistema rodam normalmente.

Como o Windows Phone, o sistema multitarefa do Android 4.0 mostra miniaturas dos aplicativos abertos --uma vantagem em relação ao iOS, assim como o sistema de notificações, que agora exibe a foto dos remetentes de e-mails e permite descartar avisos deslizando o dedo sobre eles.

Com 5 Mpixels, a câmera traseira é muito rápida de boa qualidade, mas inferior à de aparelhos com o Galaxy S 2, da própria Samsung. O aplicativo da câmera inclui efeitos de apelo humorístico para vídeos, como os do Photo Booth, da Apple, e filtros para fotografias, semelhantes aos do Instagram.

RECONHECIMENTO FACIAL

Uma das principais novidades do Android 4.0 é o desbloqueio da tela por reconhecimento facial: basta apontar a câmera frontal para o rosto para começar a usar o aparelho.

Se o celular não consegue identificá-lo --em um ambiente escuro, por exemplo--, ele muda rapidamente para um método secundário, como senha numérica.

O recurso funciona bem, mesmo em diferentes ângulos e níveis de luminosidade.

Para aprimorar a precisão, é possível tirar mais fotos suas em outras situações: com óculos, sem e com barba, em um lugar escuro.

Nos testes da Folha, foi possível desbloquear o aparelho usando uma foto do repórter --o próprio Google alerta que o desbloqueio facial não oferece um nível adequado de segurança.

Isadora Brant/Folhapress 

Vista lateral do Galaxy X, celular da Samsung com Android 4.0 

SEM INTERVENÇÕES

Principalmente por causa dos avanços do Android 4.0, o Galaxy X é o melhor aparelho com o sistema do Google à venda hoje no Brasil.

Mas é triste constatar que ele será provavelmente a única opção para quem quiser evitar as intervenções quase sempre antiquadas e confusas que os fabricantes e as operadoras costumam impor aos celulares com Android.

FICHA TÉCNICA

SAMSUNG GALAXY X

PROCESSADOR 1,2 GHz de núcleo duplo

SISTEMA Android 4.0 (Ice Cream Sandwich)

TELA 4,65 polegadas com resolução de 1.280x720 pixels

CÂMERAS Traseira (5 Mpixels e 1.080p) e frontal (1,3 Mpixel e 720p)

ARMAZENAMENTO 16 Gbytes

DIMENSÕES 13,6x6,8x0,89 mm

PESO 135 g

QUANTO *

Claro: R$ 1.999

Oi: R$ 1.899

TIM: R$ 1.999

Vivo: R$ 2.149

Terra: Apple deve abrir livraria digital no Brasil até final do mês:


A Apple é uma fabricante de software e hardware, como o iPad, iPhone e iMac
Foto: AFP

A Apple deve abrir a primeira livraria digital iBookStore no Brasil até o final do mês. De acordo com a Folha de S. Paulo, fontes das editoras e próximas às negociações afirmaram que um grupo de executivos da Apple veio a São Paulo e ao Rio de Janeiro para uma série de reuniões com as principais editoras do País. A princípio, a Apple sairia na frente da Amazon pela fatia do mercado nacional no quesito livros digitais.

"Eles vieram se apresentar e demonstrar o interesse no mercado brasileiro", afirmou Marcos Pereira, editor e sócio da Editora Sextante. A Apple não se manifestou oficialmente sobre o assunto, mas o presidente de outra editora disse que a livraria deve começar a funcionar até o final do mês, mas com uma seleção de títulos bastante limitada.

Olhar Digital: Dell faz aquisição da Wyse Technology e entra para o mercado de cloud computing


A Wyse Technology oferece serviços de soluções em nuvem para gestão e virtualização de desktops, notebooks e dispositivos móveis 

02 de Abril de 2012

A Dell anunciou hoje (02/04)a aquisição de umaempresa para aumentar sua oferta de virtualização dedesktops. A Wyse Technology oferece serviços em nuvem para gestão avançada e suporte desoftwares para desktops,notebooks e dispositivos móveis.

A empresa ainda possui parcerias para data centers, redes e até prestadores colaborativos, isso tudo visando ajudar seus clientes a aproveitar os benefícios da nuvem de forma segura, com nuvens pessoais, públicas e até governamentais.

A Wyse foi fundada em 1981 e oferece até um serviço chamado PocketCloud, que transforma smartphones e tablets em desktops virtuais, permitindo o controle de qualquer software de seu PC diretamente dos dispositivos móveis.


Mais de 200 milhões de pessoas interagem todos os dias por meio de seus produtos. A empresa também é detentora de mais de 180 patentes, cobrindo soluções, softwares e propriedade intelectual diferenciada.

Segundo a Dell, a Wyse "vai expandir as capacidades de virtualização dedesktops da Dell e oferecerá novas soluções e oportunidades de serviço para todo o mercado corporativo". Valores e termos do acordo não foram divulgados.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Olhar Digital: Ex-funcionários do Google criam interface inteligente para o Gmail

Olhar Digital: Ex-funcionários do Google criam interface inteligente para o Gmail:
O Fluent funciona como uma timeline de redes sociais e permite que o usuário visualize e responda emails de forma mais rápida

Reprodução

Três ex-funcionários doGoogle - Dhanji Prasanna, Cameron Adams e Jochen Bekmann - criaram uma aplicação que funciona como uma interface diferente para o Gmail. O Fluent transforma o serviço de email do Googleem algo mais rápido e bastante semelhante às principais redes sociais.

O serviço funciona mais ou menos como a timeline do Facebook ou Twitter. Seus emails aparecem um embaixo do outro, já abertos, e com comandos como "apagar" ou "responder" ao lado. Ou seja, você visualiza facilmente as mensagens e pode responder em uma caixinha.

Para anexar um arquivo, basta arrastá-lo para a caixa da mensagem e clicar em "enviar". Além disso, você pode checar emails de outras contas com apenas um clique, já que há uma barra na lateral esquerda que dá acesso a diversos serviços. A busca também é bem simples e pode ser filtrada. É possível, por exemplo, achar imagens e anexos com uma única palavra.

O Fluent ainda não está totalmente aberto ao publico. Para começar a usá-lo é necessário enviar seu email mostrando o seu interesse. Em alguns dias eles liberam uma senha e você pode testá-lo. Se ficou curioso, veja abaixo o vídeo de demonstração.

INFO: Ipea estuda soluções para ampliar o acesso à internet no Brasil



Brasília - Para ampliar o acesso da população à internet de alta velocidade, o país deve investir em novas formas de acesso à rede, como o telefone móvel e o televisor, além de oferecer planos de internet pré-paga, tarifas diferenciadas e investir na capacitação da população.

Essa é uma das conclusões do estudo Panorama da Comunicação e das Telecomunicações no Brasil 2011/2012, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em parceria com a Federação Brasileira das Associações Científicas de Comunicação (Socicom).

Segundo o artigo do pesquisador Rodrigo Abdalla Filgueiras do Ipea, a atual política de desoneração de tributos para computadores pessoais não é suficiente para aumentar o uso de computadores em domicílios aos patamares almejados pelo Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).

“Novas formas de acesso – em especial o telefone móvel e o televisor – devem ser consideradas como opções de acesso à internet pela população de baixa renda e, consequentemente, na política de desoneração fiscal. Além disso, mais telecentros públicos devem ser colocados à disposição da população como forma complementar de acesso à internet”.

O pesquisador também disse que a capacitação da população avança em ritmo mais lento que o desejado pelo PNBL e aponta a necessidade de estimular a criação de novos cursos e ampliar vagas nos já existentes, utilizando, por exemplo, o Sistema S.

Em relação ao pagamento pela internet banda larga, o pesquisador sugere que seja ampliada a oferta de planos pré-pagos e de preços fracionados para acesso à internet. Segundo ele, em vez de planos mensais, é necessário oferecer acessos por faixas de horário ou capacidade de tráfego. “A inclusão digital das famílias na base da pirâmide também depende da criação de modelos de negócios inovadores, condizentes com sua disponibilidade de renda”.

Outro artigo do estudo, escrito pelos pesquisadores do Ipea Rodrigo Abdalla Filgueiras de Sousa e Carlos Roberto Paiva da Silva, sugere o uso de satélites na formação da infraestrutura de comunicação do país, especialmente para a expansão da banda larga. “Um país de tamanho continental, como é o caso do Brasil, não pode prescindir do uso do satélite na formação de sua infraestrutura de comunicação”.

INFO: Visa e Mastercard alertam sobre vazamento de dados




São Paulo - As operadoras de cartões de crédito Visa e Mastercard informaram na sexta-feira (30) que dados de seus clientes podem estar em mãos desconhecidas.

A brecha na segurança ocorreu após invasão a dados de uma empresa responsável por processar pagamentos nos Estados Unidos, a Global Payments of Atlanta, informou o jornal britânico Financial Times.

Segundo Brian Krebs, especialista em segurança digital, cerca de 900 contas registraram operações suspeitas desde o ataque. A estimativa é de que cerca de 60.000 cartões estejam comprometidos. O ataque expõe sobretudo cartões de cidadãos americanos, mas não está descartada a possibilidade de vazamento de dados de pessoas que fizeram compras no país.

A Global Payments, considerada a sétima maior processadora de pagamentos eletrônicos nos EUA, afirmou que a falha de segurança foi detectada no começo de março, quando avisou as autoridades sobre o problema.

“Identificamos acesso ilegal a uma porção de nosso sistema e estamos investigando. Notificamos todas as partes para que providências possam ser tomadas”, afirmou a companhia em nota. Após o anúncio, as ações da empresa caíram 9,1% chegando ao valor de 47,50 dólares.

As informações adquiridas podem ser utilizadas em fraudes bancárias. Em comunicado à imprensa americana, a Visa afirmou que dados de outras operadoras menores também podem estar comprometidos. As bandeiras American Express e Discover informaram que estão verificando se houve movimentações suspeitas recentemente.

No ano passado, um ataque ao Citigroup, que expôs dados de cartões de centenas de clientes, fez crescer o debate à respeito da segurança digital.

A reportagem não conseguiu, na noite de sexta-feira, contato com as bandeiras no Brasil.

Gizmodo: Todas as grandes provedoras de cartão de crédito dos EUA foram potencialmente hackeadas




de Leo Martins
A Global Payments, uma gigantesca empresa de processamento de cartões de crédito, aparentemente foi hackeada. Isso significa que cada uma das quatro grandes empresas de cartão de crédito e, em números estimados, um número de até 10 milhões de usuários americanos, podem ter sido expostos.

A história explodiu na manhã de hoje. No momento, eis o que sabemos: hackers obtiveram acesso a uma conta administrativa com privilégios em uma empresa de táxi de Nova York e, durante vários meses, roubaram 10 milhões de números de cartões de créditos. Eles estavam guardando-os, esperando o momento para usá-los todos de uma vez e maximizar os lucros antes que eles fossem bloqueados.

O “Wall Street Journal” estima que número de contas afetadas é de 50 mil, o que está longe dos já ditos 10 milhões. O número enorme surge de um post de um analista do Gartner, e apesar de parecer um bocado exagerado que uma empresa de táxi tenha conseguido coletar tantos milhões de cartões, ainda é cedo para afirmar que trata-se de um erro.

Tanto a Visa quanto a Mastercard enviaram um posicionamento explicando a brecha, mas frisaram que suas redes próprias não contêm brechas. O que não quer dizer muita coisa caso o usuário tenha sido afetado pelo hack na Global Payments. A American Express e a Discover ainda não se posicionaram, mas ambas também são aceitas em táxis de NY. O Bank of America e a Chase aparentemente estavam avisando seus clientes há semanas sobre a brecha.

Empresas de processamento por terceiros, como a Global Payments ou o PayPal, simplificam o uso de cartões de crédito, cobrando uma pequena quantia dos comerciários. Ou seja, um táxi usando a solução da Global Payments é o mesmo que um vendedor do eBay usando o PayPal, e esta brecha afeta os usuários do mesmo jeito que uma brecha no PayPal afetaria. Ou seja: de forma muito, muito séria. A Global Payments chegou no Brasil no ano passado para competir com outras empresas de processamento, como Cielo e Redecard.

Todos os envolvidos parecem estar correndo para entender o que aconteceu, incluindo as empresas de cartão de crédito. O que sabemos até então é que provavelmente a brecha só afetou a cidade de Nova York, e só as pessoas que usaram cartões de crédito em táxis. Se você fez isso recentemente, sugiro que você dê uma bela conferida. [Gartner, PhysOrg, CNN, WSJ]

Giz modo: Esta máquina de Coca-Cola oferece internet grátis em vez de refrigerante



Está vendo essa máquina da Coca-Cola aí em cima? Se você colocar um copo nela, não sai refrigerante; mas se colocar um smartphone, você recebe internet grátis. Três filiais brasileiras da agência de publicidade Ogilvy & Mather criaram esta máquina, que está instalada no Rio de Janeiro e pode se expandir pelo Brasil.

De acordo com a Ad Age, a máquina – com um Mac e um teclado por dentro – está na loja-conceito da Coca-Cola em um quiosque aberto na praia de Copacabana, Rio de Janeiro. Ela funciona assim:

[U]m usuário de celular segura-o no dispenser em vermelho brilhante, e ele baixa créditos de dados e um navegador da Coca-Cola. Para facilitar, o navegador tem apenas três botões: rádio Coke FM para ouvir música, redes sociais incluindo Facebook e Twitter, e a previsão do tempo (porque estamos em uma praia do Rio de Janeiro). Cada “refil” de dados tem 20 megabytes… Eles podem voltar para mais refis.

A ideia da Coca-Cola para o projeto é ser “algo que conecta a Coca-Cola, dispositivos móveis e o consumidor da classe média”, diz a executiva Adriana Knackfuss. Ela explica que “este é um piloto para nós testarmos a reação do consumidor, e entender qual o papel que a Coca-Cola deveria ter no espaço móvel”.

O projeto será testado durante um mês por 50 jovens cariocas, escolhidos pela operadora Oi; eles usam smartphones Android. Daniel Tartaro, que desenvolveu o projeto na Ogilvy, espera expandir o projeto para outras plataformas e operadoras. E se o projeto der resultado, ele pode surgir em outras cidades do Brasil e em outros mercados emergentes.

INFO: 8 dicas para entrar para o mercado de TI sem ter experiência



São Paulo - Atuar na área de TI pode dispensar diplomas e certificados, mas exige conhecimentos de internet, linguagens de programação e funcionamento de redes.

Segundo Marcos Abellón, diretor geral da consultoria W5 Solutions, o crescimento do setor facilita a entrada de jovens com pouca experiência no mercado. Abellón afirma, no entanto, que para crescer na carreira ou conquistar uma posição nas grandes companhias de tecnologia, o profissional precisará estudar muito e acumular experiência.

Veja abaixo oito recomendações que podem ajudar quem deseja iniciar uma carreira neste promissor setor da economia.

1 - Amplie seu networking – Profissionais mais experientes podem dar muitas dicas sobre a profissão, além de conhecerem empresas com vagas abertas. De acordo com André Lima, 36 anos, que não possui ensino superior na área e hoje é coordenador de operações da empresa de hospedagem Locaweb, conviver com pessoas da área é imprescindível para um iniciante. Lima diz que a adquiriu a maior parte do seu conhecimento por meio da “interação com outros especialistas”.

2 - Leia muito sobre a área pretendida - Acompanhe os sites que cobrem o setor de TI e compre livros sobre segmentos que lhe interessem mais, como computação em nuvem, redes ou mercado de aplicativos. De acordo com Lima, comprar livros estrangeiros pela internet é vantajoso devido ao preço ser mais barato em relação ao Brasil, além da quantidade maior de títulos sobre TI. Segundo Francisco Freire, 28 anos, coordenador de computação em nuvem da Locaweb, a internet fornece o necessário para estar sempre atualizado. “As novidades divulgadas na imprensa internacional podem ser lidas instantaneamente e de graça”, diz.

3 - Aprimore seu conhecimento de áreas correlatas à TI – Lima, que trabalhava com manutenção na companhia de energia elétrica Eletropaulo antes de entrar para a equipe da Locaweb, afirma que aprendeu muito ao atuar com atividades relacionadas ao setor de TI. “O contato com as pessoas enriqueceu o meu conhecimento. Era realmente necessário entender sobre o assunto. Eu não conhecia todas as tecnologias, portanto, estudei sobre o que eu ainda não tinha familiaridade”, conta o coordenador. De acordo com Abellón, “todo conhecimento funcional de outras áreas, especialmente em negócios, é sempre valorizado”.

4 – Aprenda com os erros – Lima recomenda buscar a excelência ao realizar qualquer atividade por meio de correções dos possíveis enganos. “O iniciante dificilmente dominará o assunto e praticará erros. Recomendo buscar informações e estudar muito sobre qualquer dúvida que surgir. Evite repetir qualquer engano”, diz.

Gizmodo: IBM investe US$43 milhões em computador que lida com 1.000.000 terabytes por dia



de Felipe Ventura

Quando estiver pronto, o Square Kilometer Array será o maior radiotelescópio do mundo. Então, quando ele for ativado, ele vai cuspir 1.000.000 terabytes de dados todo dia – e a IBM está tentando criar um computador que consiga lidar com tudo isso.

Segundo a IBM, o radiotelescópio terá milhões de antenas para capturar sinais de rádio, formando uma área somada de um quilômetro quadrado, mas espalhado em uma região com 3.000km de largura. O SKA pode ser instalado na Austrália ou na África do Sul – o ASTRON, instituto holandês de radioastronomia, ainda vai decidir.

Uma vez instalado, ele vai produzir muitos, muitos dados. Para dar um pouco de contexto, 1.000.000 (hum milhão) de terabytes – ou um exabyte – é o dobro do que circula pela internet em um só dia. É uma quantidade insana de dados.

Por isso a IBM anunciou que vai investir US$43 milhões em um supercomputador capaz de lidar com a tarefa. Ele será diferente de qualquer computador já construído: pense em nano-ótica, empilhamento 3D de chips e memória com mudança de fase – e a IBM tem menos de 12 anos para tornar isto realidade. Boa sorte! 

sexta-feira, 30 de março de 2012

Ambiente Livre: PRODEB capacita equipe de Business Intelligence em Pentaho BI Open Source

 Foto oficial do Treinamento ministrado para a equipe PRODEB
 pelo Instrutor Marcio Junior Vieira

Entre os dias 19 e 27 de Março, aconteceu o treinamento Pentaho Business Intelligence, fundamental e avançado, na PRODEB ( Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia ) em Salvador. O mesmo foi ministrado para a COADA ( Coordenação de Administração de Dados e Objetos ). Este foi o primeiro treinamento de Software Livre ministrado no CAB ( Centro Administrativo da Bahia ) pela Ambiente Livre Tecnologia.

Uma experiente equipe de BI da PRODEB participou das atividades. A empresa Baiana já utiliza Talend e o Oracle Business Intelligence Discoverer nas implantações de BI desenvolvidas para os seus clientes, e observaram no Pentaho mais uma opção viável para desenvolvimento de projetos em diversas secretárias do estado da Bahia. Novamente a ferramenta que mais surpreendeu no treinamento foi a evolução do Projeto Saiku ( OLAP ) , que foi o projeto selecionado pela equipe da PRODEB para receber um agradecimento especial com "tempero Baiano". O cartaz desenhado no Gimp e montado na foto oficial do treinamento traz a frase: "O Saiku é Porreta" , adjetivo usado na Bahia para Lindo, bom, excelente!

Bahia Notícias: Uneb suspende contrato com empresa acusada de firmar convênio superfaturado com ministro das Cidades

Bahia Notícias: Uneb suspende contrato com empresa acusada de firmar convênio superfaturado com ministro das Cidades

por Evilásio Júnior



As denúncias de irregularidades contra a Ideia Digital Sistemas, Consultoria e Comércio Limitada, veiculadas na edição de domingo (25) do programa Fantástico, da TV Globo, renderam prejuízos à empresa nos contratos que mantém com o governo do Estado. O saldo é de dois contratos rompidos e um suspenso, em uma monta de R$ 4.338.750,80. A organização, sediada na Rua Tomaz Antônio Gonzaga, 226, Pernambués, em Salvador, é acusada de superfaturar a implantação de um sistema de internet grátis sem fio em João Pessoa em 2010, época em que o atual ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro (PP), era o titular de Ciência e Tecnologia na capital da Paraíba. Nas gravações da emissora, um representante da Ideia Digital admite cobrar propina de 5% a 10% para efetivar negócios e sugere desvio de até 20% na implementação de um projeto. Na Bahia, a empresa lista em sua página na internet ter como clientes diversos órgãos do governo, a exemplo das secretarias da Fazenda, do Trabalho e da Educação; órgãos como as companhias de Desenvolvimento Urbano (Conder) e a de Processamento de Dados (Prodeb); empresas públicas como a Embasa e a Bahiatursa; e até mesmo o Ministério Público, os tribunais regionais Eleitoral (TRE) e do Trabalho (TRT) e instituições acadêmicas.




Em janeiro deste ano, a Ideia Digital venceu uma licitação, no valor de R$ 1,895 milhão, para a “ampliação da infraestrutura da rede lógica e elétrica” da Universidade do Estado da Bahia (Uneb) em um prazo de um ano. Dois meses depois, com a explosão do escândalo, o centro de ensino, em nota enviada ao Bahia Notícias, informou que “decidiu suspender qualquer pagamento à citada empresa, referente aos contratos que possui com a mesma, ao tempo em que aguarda orientação da Secretaria da Administração do Estado da Bahia (Saeb), órgão normativo dos contratos realizados no âmbito da Administração Pública Estadual, para adoção de outras providências”. Contatada pela reportagem, entretanto, a Saeb se eximiu da responsabilidade. “A Saeb é sistêmica, ou seja, ela diz como deve fazer. Toda a normatização é feita pela Saeb, claro, com o apoio da Procuradoria-Geral [do Estado, PGE]. Cada setorial responde pelos seus atos administrativos”, informou. Já a PGE também esclareceu não ter solicitado nenhum rompimento de contrato.

 

O BN conseguiu apurar que, em 18 de janeiro deste ano, a Conder expediu uma apostila “com o objetivo de adequar orçamentariamente” o contrato celebrado com a Ideia Digital para manutenção dos seus serviços de informática. A assessoria da autarquia não foi localizada para explicar os motivos do ajuste. Já a Secretaria de Ciência e Tecnologia (Secti) informou o rompimento de dois convênios com a empresa.





G1: TSE quer novo teste com UnB em urnas que apresentaram brechas

G1: TSE quer novo teste com UnB em urnas que apresentaram brechas


 
Especialistas da Universidade de Brasília recebem
certificados do Tribunal Superior Eleitoral após
detectarem fragilidade em sistema das urnas
eletrônicas. (Foto: Natália Godoy/G1)

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) afirmou nesta quinta-feira (29) que pretende chamar o grupo de acadêmicos da Universidade de Brasília (UnB) para realizar os próximos testes em urnas eletrônicas.

"Nesse caso, onde houve sucesso na tentativa implementada pela equipe da UnB, nós pretendemos chamá-los novamente para testar as correções que nós vamos implementar", afirmou o secretário de Tecnologia da Informação do tribunal, Giuseppe Tutrajanino.

O evento de testes de urnas eletrônicas brasileiras, que aconteceu em meados de março, reuniu especialistas de todo o país, divididos em nove equipes, que simulam ataques para avaliar a segurança do sistema eletrônico de votação.
saiba mais
UnB diz que descobriu fragilidade na segurança da urna eletrônica
Especialistas simulam ataques para testar segurança da urna eletrônica

O secretário reafirmou que dos 20 testes apresentados, "só um obteve sucesso definitivo, que foi o da Universidade de Brasília".

O professor da faculdade de Ciência da Computação da UnB que coordenou o grupo de testes da universidade, Diego Aranha, explicou de maneira simples o que foi descoberto pelos investigadores. "Encontramos uma fragilidade que permite reverter o embaralhamento dos votos, como em uma urna física, com votos de papel. Encontramos uma maneira de ordenar os votos", afirmou.

Segundo ele, o embaralhamento que era realizado pelas urnas eletrônicas era "fraco" e, a partir das sugestões feitas pela equipe, se implementadas pelo tribunal, será possível que o "embaralhamento fique mais forte". Sugestões foram propostas pela equipe da UnB à Secretaria de Tecnologia de Informação do TSE.

Certificados
Foram entregues nesta quarta , na sede do TSE em Brasília, certificados aos grupos de investigadores que, mesmo não quebrando o sigilo do voto, contribuíram para os testes das barreiras de segurança das urnas eletrônicas.

"Em outros grupos não houve êxito na quebra de sigilo, mas o material e a estratégia apresentada nesses testes já nos serve muito para sugestões preventivas. Já é material suficiente para termos oportunidade de melhorar", disse o secretário de TI do tribunal, Giuseppe Tutrajanino.

O presidente do TSE, ministro Ricardo Lewandowski, afirmou no último dia 22 que não houve violação da urna eletrônica durante o teste, porque os especialistas tiveram acesso a um código que ajudou a testar o sistema de votação. Segundo ele, o objetivo foi buscar formas de aperfeiçoamento.

Segundo o TSE, a equipe da UnB conseguiu refazer o sequenciamento dos votos apresentados pelo Registro Digital do Voto (RDV), "que é uma lista emitida após o processo de votação e apuração dos votos, que permite aos partidos políticos e outros interessados realizarem uma recontagem dos votos caso seja necessário". O TSE afirma que o RDV é um processo posterior, "totalmente apartado do sistema de totalização dos votos".

O tribunal afirma que os votos digitados na urna são gravados de forma aleatória, a partir de um algoritmo computacional, o que impede seu sequenciamento, uma vez que são embaralhados digitalmente na hora em que são gravados. "O teste da equipe da UnB conseguiu, a partir do RDV, refazer a ordem com que os votos foram digitados, mas não conseguiu identificar os eleitores que efetivamente digitaram os votos no equipamento."

Brecha em 2009
É a segunda vez que o TSE promove esse tipo de teste com a urna eletrônica. O primeiro foi realizado em 2009 e, segundo o tribunal, nenhum participante foi capaz de manipular votos. Porém, na ocasião, o especialista em tecnologia da informação Sérgio Freitas conseguiu capturar ondas eletromagnéticas que, em tese, permitiriam detectar o voto do eleitor, pois, segundo Freitas, cada tecla tem um som específico.

Na época, ele classificou como muito improvável a possibilidade de violação do sigilo do voto do eleitor no dia de uma eleição, pois seria inviável captar interferências nas seções eleitorais.

Pela descoberta, Freitas ganhou um prêmio de R$ 5 mil. O segundo lugar foi para a equipe da Controladoria-Geral da União (CGU), que recebeu R$ 3 mil, e o terceiro, para o grupo da Cáritas Informática, empresa privada de auditoria, que levou R$ 2 mil. A equipe conseguiu lacrar o envelope que guarda a “flash memory” da urna eletrônica sem deixar qualquer vestígio. A sugestão serviria, segundo o TSE, para aprimorar o lacre.

Folha.com: - Tec - Paraty recebe a primeira edição da Virada Digital


Foi lançada nesta quinta-feira no Circo Voador, no Rio, a primeira Virada Digital. Assim como as homônimas Virada Cultural e Virada Esportiva, o evento propõe 72h ininterruptas de atividades gratuitas ligadas a inovação, interatividade e sustentabilidade, para agradar tantos os amantes da tecnologia como os curiosos.

Com um quê de Campus Party, as ações serão concentradas em Paraty (RJ) nos dias 11, 12 e 13 de maio e transmitidas ao vivo em "hubs" -- terminais interativos digitais, criados especialmente para o evento --instalados nos Arcos da Lapa, no Rio, no Vale do Anhangabaú, em São Paulo, e ao lado Museu de Arte Moderna, em Brasília.

"É um grande encontro de conhecimento", explica o diretor executivo da Virada, Roberto Andrade. "A população vai poder mexer, entender e se aproximar da tecnologia."

Entre as atrações destacam-se demonstrações e experimentos na área de novas tecnologias, além de oficinas e palestras com estudiosos de diversas partes do mundo.

Depois de passar por Paraty, a Virada volta de forma itinerante em novembro quando planeja percorrer em seis meses, em formato de caravana, as 12 cidades brasileiras que irão receber a Copa, voltando novamente ao Rio em maio de 2013 para a segunda edição do evento.

O projeto encerra em maio de 2014, quando volta as cidades que receberão a Copa, dessa vez para uma Virada Digital simultânea.

Olhar Digital: Usuários de Mac são alvo de hackers por causa do... Microsoft Office

Olhar Digital: Usuários de Mac são alvo de hackers por causa do... Microsoft Office

Por conta de uma brecha de segurança no software, hackers assumem controle total do produto da Apple

29 de Março de 2012 

A AlienVault, empresa de segurança, descobriu um grande risco para usuários de computadores da Apple. A empresa alerta que os usuários de Mac podem se tornar alvos de hackers por causa de uma brecha que já existe há três anos no Microsoft Office para a plataforma.

Em um post no site de notícias da Kaspersky, outra empresa de segurança, Dennis Fisher conta que o malware consiste em duas partes distintas. A primeira é um documento do Word infectado e malicioso. A outra é alguma técnica que mantém o malware dentro dos computadores infetados, que copia dados para uma pasta específica, executando um script.

Para ter acesso à máquina, o hacker precisa enviar um arquivo de Word especialmente criado para o ataque contra a vítima. Esse texto contém uma carta endereçada à Comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas, discutindo o aniversário da revolta tibetana contra a China. Quando o usuário abre o documento, o sistema do Mac passa a ser controlado, permitindo que o hacker faça o que quiser na máquina da vítima.

Com isso, há a possibilidade de visualização, mudança ou exclusão de dados e criação de novas contas com direitos de usuário. No último caso, aqueles que estipularam contas com menos direito serão menos impactados do que aqueles que colocaram direitos de administrador. Toda vez que o usuário ligar o computador, os comandos necessários para o controle remoto serão ativados.

Aqui, os cuidados de sempre são válidos: é preciso ter cuidado ao abrir documentos que você recebeu de desconhecidos e sempre manter seu anti-vírus atualizado.

Info: Programa instala Windows 8 de um pen drive

Info: Programa instala Windows 8 de um pen drive



O Windows 8 USB Installer Maker é um aplicativo simples e portátil que permite instalar o Windows 8 a partir de um pen drive.

Com uma única janela de opções, o programa disponibiliza uma função bem útil para quem deseja instalar o Windows 8 de maneira prática. Ele cria um instalador a partir de um arquivo em ISO para ser colocado em um dispositivo USB.

Assim, tudo que o usuário precisa fazer ao utilizar o software é escolher em qual dispositivo USB deseja gravar a imagem e selecionar o arquivo em ISO.

É importante lembrar que para ter o sistema operacional em seu pen drive é preciso ter pelo menos 4GB livre.

Além disso, o programa ainda disponibiliza uma opção extra: é o botão “Fix USB boot”, que serve para corrigir erros no carregamento de arquivos durante o boot. Outra ferramenta importante que pode ser utilizada antes de criar o instalador é a opção “Format drive” – que quando selecionada formata o pen drive antes de copiar o arquivo.

Pc world: Emulador gratuito permite rodar apps Android no PC

Pc world: Emulador gratuito permite rodar apps Android no PC
Agam Shah
29-03-2012


Bluestacks App Player permite que usuário jogue Angry Birds e rode outros apps do sistema operacional da Google diretamente no computador.
A companhia de software Bluestacks está tentando diminuir o abismo entre o Windows e o sistema operacional Android com seu aplicativo App Player. Trata-se de um emulador que permite rodar apps do sistema operacional da Google em computadores com Windows 7, Vista e XP. Os usuários podem instalar o software e aproveitar mais de 450 mil aplicativos, incluindo Angry Birds e Fruit ninja, afirmou a desenvolvedora.

Além dos PCs, o App player poderia permitir que tablets com Windows, como o Slate 2 da HP e o Latitude ST da Dell rodem aplicativos Android. O emulador possui uma nova tecnologia chamada Layercake, que tira proveito da GPU do PC para melhorar a performance dos jogos Android no Windows.

O sistema operacional da Google geralmente utiliza as GPUs Mali da ARM, Tegra da Nvidia ou PowerVR da Imagination Technologies para acelerar os gráficos em 3D, entretanto o Layercake é capaz de tirar proveito de GPUs "de mesa" como as da AMD, bem como as soluções integradas em alguns processadores Intel.

O App Player tem apenas 3.6MB e pode ser baixado no site da empresa. O software, depois de instalado, já fornece uma opção para baixar conteúdos da loja de aplicativos da Google. Angry Birds Space, lançado recentemente pela Rovio, rodou tranquilamente em um PC a partir da ferramente, porém redimensionar a janela para modo tela cheia requer que a aplicação seja iniciada novamente. O software também oferece uma opção para sincronizar apps e contatos com um dispositivo Android.