segunda-feira, 30 de julho de 2012

Folha : iPhone 5 será o primeiro grande teste para a Apple pós-Jobs - 29/07/2012



Prepare-se para o maior dos lançamentos.

Foi essa a mensagem que a Apple enviou no começo da semana passada. As vendas do iPhone 4S já começaram a cair; a chegada do iPhone 5 representará o primeiro teste real para os sucessores de Steve Jobs.

Até sob os exigentes padrões da Apple, será um lançamento grandioso. É difícil exagerar a importância desse aparelho para a mais valiosa empresa do mundo. Se as vendas do quarto trimestre registrarem mesmo os relativamente modestos 20% de crescimento que hoje em dia caracterizam um mau trimestre para a Apple, o iPhone 5, que chegará no fim do ano, registraria vendas de US$ 30 bilhões no quarto trimestre.

Isso equivale às vendas totais da IBM no quarto trimestre de 2011, sempre um dos períodos mais fortes para o seu desempenho.

A volatilidade que surgiu no ciclo de vendas do iPhone, revelada no mais recente balanço da Apple, divulgado na semana passada, demonstra que gerir o mais bem-sucedido produto de consumo global se tornou um desafio muito difícil.

As vendas do iPhone subiram 120% no último trimestre de 2011, depois que um novo modelo foi lançado. Na sequência, caíram 7% no primeiro trimestre e 30% no segundo trimestre de 2012. O fato de o mais recente recuo nas vendas equivaler a US$ 6 bilhões de queda de receita oferece uma indicação sobre o efeito montanha-russa que o ciclo de produto do iPhone enfrenta.

O principal argumento de venda do iPhone nunca esteve em especificações técnicas revolucionárias, mas, por oferecer poucas mudanças em seu mais recente modelo, surgiu o risco de o mercado considerar que a Apple precisa recuperar o atraso. Os tamanhos das telas dos celulares inteligentes vêm crescendo, e a Samsung se posicionou como líder tecnológica da categoria.

A vantagem intrínseca oferecida pela App Store continua significativa, mas a Apple enfrenta desafios por atrair a atenção com suas novas invenções a cada geração do iPhone. Os aplicativos que deveriam ter bancado o sucesso das duas mais recentes versões --o programa de videoconferência Face Time e o sistema Siri de orientação por voz-- continuam a ser apenas truques interessantes e não conseguiram se tornar utilitários essenciais.

O novo serviço de mapeamento da Apple será ingrediente essencial nos futuros iPhones, mas dificilmente será visto como diferenciador.

Realizar o maior lançamento da história da empresa é apenas uma parte do ato de equilibrismo que Tim Cook e os demais integrantes da equipe de gestão mais respeitada do setor de tecnologia terão de enfrentar neste final de ano.

O segundo desafio será provar que são capazes de expandir o mercado do iPhone e do iPad e que não se deixarão apanhar na armadilha do preço alto. Isso envolverá adotar preços menores sem com isso prejudicar as margens de lucro.

É uma situação que começa a causar inquietação em Wall Street. Dos 47,4% que mantinha no começo do ano, a Apple agora prevê que sua margem de lucro bruta cairá a 38,5% neste trimestre, nível que detinha dois anos atrás. Os preços médios de venda do iPhone e do iPad caíram em média 4% no trimestre mais recente.

Com a transferência do crescimento aos emergentes e a novas oportunidades nos países desenvolvidos, como educação, as decisões de preço começam a ganhar grande importância.

A estratégia que a Apple adotou difere da que escolheu para o iPod. Aquele aparelho se tornou um exemplo de segmentação efetiva, já que permitira que a companhia dominasse todas as porções do mercado.

No caso do iPhone e do iPad, o caminho escolhido foi outro, e a Apple resiste a diluir os produtos; em lugar disso, oferece os modelos mais antigos a preços mais baixos.

O desafio para a Apple vem sendo administrar tudo isso sem abandonar um sistema de formação de preços que permite que rivais entrem e conquistem fatias generosas de um mercado em expansão.

O momento em que Cook terá de provar que sua empresa merece a liderança do novo setor de computadores acionados por comandos de tela e celulares inteligentes se aproxima rapidamente. Como sempre acontece com a Apple, as hipérboles devem ser ensurdecedoras.

Folha: Aplicativos de smartphones turbinam GPS com ferramentas sociais



Navegadores de GPS convencionais costumam mostrar o trajeto mais curto, mas nem sempre exibem o mais rápido.

Fatores como engarrafamentos, obras e acidentes recém-ocorridos podem ser mais relevantes para quem tem pressa do que a distância a ser percorrida.

Um aplicativo de GPS para iOS e Android, o Waze, com cerca de 20 milhões de usuários no mundo, calcula as rotas mais rápidas com base em dados de tráfego enviados pelos próprios usuários, constantemente atualizados.

Ele tende a desviar de vias em que usuários acusam tráfego intenso quando há alternativas mais viáveis.


Telas do aplicativo Waze 

"É o equivalente a uma Wikipédia para o trânsito", diz Uri Levine, criador do app.

O Waze, que chegou ao Brasil em junho com um mapa completo do país, é um de vários aplicativos que integram recursos sociais às funcionalidades comuns do GPS.

Há alguns dias, foi lançado nos EUA o Twist, para iOS. Desenvolvido por Mike Belshe, um dos criadores do browser Chrome, ele é semelhante ao Glympse, app para Android, iOS e Windows Phone (fora do Windows Marketplace brasileiro, por enquanto).

Com ambos os apps, o usuário compartilha com amigos o trajeto que está fazendo em tempo real. Contatos adicionados recebem por e-mail um link para ver o percurso, com uma estimativa de quando a pessoa chegará ao destino.

Diferentemente de ferramentas como o Google Latitude (para várias plataformas) e o Find My Friends (para iOS), o Twist e o Glympse se propõem a responder não só à pergunta "onde você está?", mas também a questões como "você está vindo?" e "a que horas você vai chegar?".

Apesar de não deixar ver a evolução do trajeto em tempo real, o Waze também permite compartilhar estimativas de chegada --e elas tendem a ser mais precisas que as do Twist e do Glympse, por considerarem o trânsito.

A confiabilidade do Waze depende, no entanto, da base de usuários. No Brasil, cerca de 480 mil pessoas têm o aplicativo, metade delas na cidade de São Paulo. Em Israel, onde fica a sede do serviço, são 2 milhões.

Lá, o mapa foi todo construído pelos usuários --o app desenha rotas ainda não registradas à medida que carros passam por elas. No Brasil, para acelerar a adesão, o Waze gerou mapas em parceria com a empresa de mapas digitais Multispectral.

Assim como alguns aparelhos de GPS convencionais, o Waze pode enviar alertas sobre radares, e usuários podem avisar sobre a presença de policiamento.

Nesse sentido, ele é menos completo do que o Trapster, app com mais de 16 milhões de usuários no mundo todo cujo foco são alertas do tipo.

O Trapster (para iOS, Android e Windows Phone) tem em seu registro quase 6 milhões de radares em diversos países. Outros 21 tipos de alertas são possíveis, como avisar sobre um animal morto na pista. "É uma versão high-tech da piscada de faróis para aletar sobre incidentes", diz o site do aplicativo.

UOL Notícias: Tire suas dúvidas sobre a implantação do nono dígito nos celulares de DDD 11


1 – Quais municípios receberão o nono dígito? 

No total, 64 municípios receberam o nono dígito nos telefones. São eles: Alumínio, Araçariguama, Arujá, Atibaia, Barueri, Biritiba-Mirim, Bom Jesus dos Perdões, Bragança Paulista, Cabreúva, Caieiras, Cajamar, Campo Limpo Paulista, Carapicuíba, Cotia, Diadema, Embu, Embu-Guaçu, Ferraz de Vasconcelos, Francisco Morato, Franco da Rocha, Guararema, Guarulhos, Igaratá, Itapecerica da Serra, Itapevi, Itaquaquecetuba, Itatiba, Itu, Itupeva, Jandira, Jarinu, Joanópolis, Jundiaí, Juquitiba, Mairinque, Mairiporã, Mauá, Mogi das Cruzes, Morungaba, Nazaré Paulista, Osasco, Pedra Bela, Pinhalzinho, Piracaia, Pirapora do Bom Jesus, Poá, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, Salesópolis, Salto, Santa Isabel, Santana de Parnaíba, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, São Lourenço da Serra, São Paulo, São Roque, Suzano, Taboão da Serra, Tuiuti, Vargem, Vargem Grande Paulista e Várzea Paulista. 

2 – É possível escolher não ter o nono dígito no telefone? 

Não é possível optar por não ter o nono dígito no telefone celular. 

3 – Até quando será possível fazer ligações usando oito dígitos? 

Gradativamente, as ligações para números com oito dígitos vão parar de serem completadas. Em 90 dias, nenhuma ligação para oito dígitos será completada. 

4 – Telefones celulares de outros locais também vão receber o nono dígito? 

Sim. Mas a Anatel não tem previsão de mudanças. 

5 – O que irá acontecer com mensagens de texto enviadas para os números antigos? 

Durante 90 dias, as mensagens chegarão ao destino. Após este período, não serão mais entregues. 

6 – Telefones fixos e à rádio irão receber o nono dígito? 

Não. A mudança é limitada a aparelhos celulares. A Anatel não prevê mudanças para fixos. 

7 – O que acontece se alguém usar o nono dígito em uma ligação para telefone fixo ou para Nextel? 

A ligação não será completada e você receberá um aviso de que o número tem oito dígitos. 

8 - Celulares de São Paulo em roaming também terão o nono dígito? E celulares de fora que estão na região do DDD 11? 

Celulares em roaming manterão os números das cidades de origem. 

9 – Como os telefones do DDD 11 irão aparecer no identificador de chamadas? 

A partir do dia 29/07, os telefones vão aparecer no identificador de chamadas com nove dígitos. 

10 – É possível que aconteça a adição de um décimo dígito nos telefones? 

É possível, mas é improvável. Antes de colocar o décimo dígito, a Anatel ainda pode usar os números 8, 7 e 5 à frente dos telefones. 

11 – Qual é o limite de dígitos em números de telefones? 

Com base em acordos internacionais, nenhum telefone poderá ter mais do que 15 dígitos em DDI. Ou seja, celulares brasileiros têm o limite de 11 dígitos. 

12 – Quanto a mudança vai custar? 

De acordo com a Anatel, as mudanças custarão R$ 300 milhões. O valor é custeado pelas operadoras. 

Desde domingo (29), todos os telefones celulares que estão na região com DDD 11 (que abrange São Paulo e mais 63 municípios) passaram a ter nove dígitos. Os aparelhos móveis agora contam com o nove na frente do número atual. Exemplo: um telefone com o número 9876-5432 passou a ser 99876-5432. 

As mudanças foram necessárias porque o número de linhas telefônicas na região da grande São Paulo estava chegando perto do limite de combinações possíveis com oito dígitos. Sem a implementação do número nove, o limite de linhas é de 44 milhões. Com o nono dígito, o número sobe para 90 milhões. 

De acordo com a Anatel, o DDD 11 conta com 34 milhões de linhas ativas e oito milhões na posse das operadoras. “Acreditamos que este limite seria estourado em cerca de cinco meses”, afirma Adeilson Nascimento, Gerente de interconexões da Anatel. Com o acréscimo do nono dígito, a Anatel acredita ter linhas para, no mínimo, até 2025. 

A mudança é obrigatória e atinge todos os usuários de telefonia celular das operadoras Claro, Vivo, TIM e Oi. Usuários de telefonia via rádio (da operadora Nextel) e de telefones residenciais também continuam com oito dígitos. 

Uso do nono dígito se estenderá para todos os celulares do Brasil 

A Anatel garante que todos os telefones móveis do Brasil terão o nono dígito. “A padronização de um sistema é muito importante para a assimilação de uma mudança por parte dos usuários”, afirma Nascimento. Porém, a Anatel ainda não tem previsão de quando começará a fazer as mudanças em outros telefones. 

A tendência é que o próximo local a receber o nono dígito seja a área de DDD 21 (da região da cidade do Rio de Janeiro). De acordo com a Anatel, demoraria de dois a três anos para o Rio de Janeiro alcançar o número de 44 milhões de linhas telefônicas. Além do Rio de Janeiro, as regiões com maior número de linhas ativas são as de DDD 31 (Belo Horizonte), 51 (Porto Alegre), 81 (Recife) e 19 (Campinas). Esta medida deve valer apenas para telefones celulares. 

Se uma pessoa levar 30 segundos para editar um número na agenda telefônica e tiver 150 contatos, ela vai perder uma hora e quinze minutos para arrumar a agenda. Se o usuário tiver um smartphone, pode usar aplicativos que mudam automaticamente o número na agenda telefônica.

inovação tecnológica: Internet em casa com fibras ópticas

Internet em casa com fibras ópticas:



Universidades e empresas demonstraram que a arquitetura funciona. Agora eles partirão para os primeiros testes reais de campo. [Imagem: Sardana Project]

Sonho internético

Internet extremamente rápida, conexões mais robustas e um grande aumento na capacidade da rede, mesmo em áreas rurais, tudo com custo baixo.

É o tipo de fantasia que mantém os executivos das empresas de telecomunicações e os usuários da internet sonhando acordados ... até agora.

Uma nova tecnologia de fibras ópticas desenvolvida por um consórcio europeu promete tudo isso e muito mais.

O grupo de engenheiros de universidades, institutos de pesquisa, fornecedores de equipamentos e operadores de telecomunicações se uniu em torno do projeto SARDANA (Scalable advanced ring-based passive dense access network architecture).

Internet a velocidade da luz

O objetivo era desenvolver técnicas pioneiras para melhorar drasticamente a escalabilidade e a robustez das redes de fibras ópticas.

O grupo estava especialmente interessado em viabilizar a chegada das fibras ópticas até as residências, escritórios e empresas.

O projeto demonstrou a viabilidade de velocidades de conexão de até 10 Gigabits por segundo (Gbps) - cerca de 2.000 vezes mais rápido do que a maioria das conexões à internet de hoje.

Mais importante para que isso se torne uma realidade, os pesquisadores mostraram que tais velocidades podem ser atingidas com um custo extra relativamente modesto, usando a infraestrutura de fibras ópticas já existente e componentes já disponíveis no mercado.

Redes ópticas passivas

As redes de fibras ópticas que chegam até as residências (fibre-to-home networks), também conhecidas como redes ópticas passivas, têm uma estrutura em árvore, com o papel de raiz desempenhado por uma central de comutação.

O termo "passivo" refere-se à utilização de divisores ópticos que não precisam de energia adicional para funcionar.

Da central, um grosso tronco principal de cabos se espalha em ramos cada vez mais finos, até que uma única fibra chegue até as casas ou empresas.

As redes passivas convencionais usam o protocolo TDM (Time Division Multiplexing), um método de multiplexação no qual os sinais são transferidos de forma aparentemente simultânea, como sub-canais em um canal de comunicação. Mas, na realidade, eles estão fisicamente se revezando no canal.

Na prática, isso significa que uma conexão de 5 Gbps no escritório central pode se transformar em uma conexão de 30 Mbps na casa ou empresa do cliente. Pior do que isso é que a banda de subida, que transmite os dados do cliente para a internet, é apenas uma fração disso.

De árvores a anéis

Os pesquisadores do projeto Sardana estão propondo uma abordagem diferente e totalmente nova, permitindo não apenas conexões muito mais rápidas, mas também maiores capacidade e robustez.

Em vez de uma única grande árvore, eles estão propondo usar várias árvores menores ramificando até os usuários finais a partir de um anel principal.

O anel transmite os sinais bidirecionalmente a partir da central utilizando o protocolo WDM (Wave Division Multiplexing), uma tecnologia de multiplexação que permite o transporte simultâneo de diferentes sinais na mesma fibra óptica, utilizando diferentes comprimentos de onda de laser - lasers de várias cores.

Em nós remotos ao longo do anel, os sinais são separados em árvores de fibras únicas que irão até as residências e empresas, utilizando a tecnologia TDM.

A abordagem do anel bidirecional aumenta a robustez da rede, porque se o cabo for interrompido em qualquer ponto no anel WDM, o sinal continuará chegando até os usuários finais pelo outro lado. Ele também resulta em aumentos maciços na velocidade de conexão.

Embora ainda em fase experimental, se implantada comercialmente, a tecnologia marcaria um grande salto no desempenho das redes totalmente ópticas, solucionando um dos maiores desafios atualmente enfrentados pelos prestadores de serviços e pelos consumidores: maior velocidade e segurança na manutenção dos sinais.

INFO: Comitê Olímpico pede moderação no uso de Twitter e SMS




Londres - Os espectadores dos Jogos Olímpicos em Londres foram orientados pelos organizadores do evento a evitarem o envio de mensagens de texto e publicações no Twitter que não fossem urgentes durante as competições, alegando que a rede sobrecarregada estava afetando a cobertura televisiva.

A cobertura de uma corrida de ciclismo masculino no sábado deixou muitos espectadores no escuro algumas vezes. Comentaristas ficaram impedidos de obter dados quanto ao tempo da corrida por interferências na rede de comunicação do sistema de navegação do satélite GPS.

A situação foi incômoda particularmente para os telespectadores, que sintonizaram para assistir a uma das maiores chances da Grã-Bretanha levar uma medalha de ouro. Muitos demonstraram revolta pela falta de informações no Twitter.

Um porta-voz do Comitê Olímpico afirmou ter ocorrido um problema de rede, causado por milhares de fãs, que ocuparam as ruas de Londres para torcer pelo time britânico, enviando mensagens.

"É claro que se você quiser enviar algo, não vamos dizer ´não, você não pode´, e nunca proibiríamos o público", disse o porta-voz. "É apenas que, se não for urgente, vá com calma".

"Não queremos que as pessoas parem de interagir nas redes sociais, mas estamos pedindo que enviem mensagens por outros meios", acrescentou.

O uso de celulares para acessar a Internet e tirar e enviar fotos e vídeos disparou nos últimos anos, fazendo dos Jogos em Londres a primeira competição das redes sociais, mas também resultando em maior pressão sobre as redes de comunicação.

INFO: Apple e Twitter não discutem negócios no momento





São Francisco - A Apple e o Twitter não estão em discussões no momento para que o gigante de tecnologia móvel tenha uma participação no popular site de rede social, disseram fontes familiarizadas com o assunto.

Nos últimos meses, a Apple tem mantido negociações com o Twitter para explorar investimentos de centenas de milhões de dólares na empresa, informou o New York Times na sexta-feira, citando pessoas que conhecem o assunto.

O Wall Street Journal disse que a discussão aconteceu há mais de um ano, citando uma pessoa familiarizada com o assunto.

Não está claro se as duas empresas conversaram sobre um acordo no passado e em que nível tais conversas aconteceram, mas não há conversas formais atualmente entre as duas empresas sobre investimentos ou aquisições, disseram as fontes.

Tanto a Apple e o Twitter se recusaram a comentar.

A fabricante do iPhone e do iPad normalmente não investe em participações em empresas e prefere adquirir tecnologias, comprando empresas menores que são menos conhecidas.

Executivos do Twitter disseram várias vezes que não estão com pressa de buscar financiamento adicional, seja ele privado ou em mercados aberto, já que eles têm "caminhões" de dinheiro.

TI INSIDE: Apple compra empresa de segurança por US$ 356 milhões


A Apple confirmou, nesta sexta-feira, 27, a aquisição da empresa de segurança AuthenTec, especializada em hardware e software para computadores e dispositivos móveis, por US$ 356 milhões. Na realidade, o negócio já havia sido fechado há algum tempo, mas só veio à tona agora com o arquivamento do acordo de compra na Security Exchange Commision (SEC), órgão regulador do mercado de capitais dos Estados Unidos. A Apple vai pagar aos acionistas da AuthenTec US$ 8 por ação, o que representa um prêmio de 60% sobre o valor dos papéis da empresa no fechamento do pregão da última quinta-feira, 26.
A AuthenTec é conhecida por fabricar sensores de impressões digitais e outros produtos de segurança para dispositivos móveis e tem como clientes vários fabricantes de smartphones, tais como Motorola, Nokia e Samsung, que atualmente trava uma batalha feroz por patentes com a Apple. Na verdade, a compra de AuthenTec e de suas patentes podem dar a fabricante do iPhone uma vantagem extra contra a rival coreana. No início deste mês, a AuthenTec anunciou que a Samsung usará um produto seu na nova linha de smartphones e tablets equipados com o Android, do Google.
A Apple vai pagar US$ 20 milhões pelo direito de adquirir licenças não exclusivas e "outros direitos com relação à tecnologia de hardware, software e patentes", de acordo com o documento arquivado na SEC. Ela terá 270 dias para decidir se vai licenciar certas tecnologias e patentes a "base não exclusiva”, por até US$ 115milhões, segundo o New York Times.
A aquisição é a segunda maior da Apple, após a compra da Anobit Technologies, no ano passado, por US$ 400 milhões, de acordo com a Standard & Poor da Capital IQ. 

TI INSIDE: Receita da Net cresce 18,3% em um ano e chega a R$ 1,927 bilhão no segundo trimestre


A Net Serviços anunciou na quinta-feira, 26, seus resultados do segundo trimestre de 2012. A receita líquida da operadora de TV, dados e voz cresceu 18,3%, em comparação com o mesmo período de 2011, chegando a R$ 1,927 bilhão. Segundo a Net, o aumento foi decorrente principalmente do crescimento da base de assinantes. O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) cresceu 10,8%, também em comparação com o segundo trimestre do ano anterior, atingindo R$ 515,863 milhões.
Já o lucro líquido da empresa caiu, totalizando R$ 29,567 milhões, contra R$ 124,928 milhões no primeiro trimestre de 2011, o que representa uma queda de 76,3%. Em seu balanço, a Net Serviços aponta a variação cambial registrada no período como a principal responsável, mas afirma que isso não afetou significativamente o caixa da companhia.
Os custos operacionais e as despesas com vendas, gerais e administrativas da Net cresceram, comparando com o segundo trimestre do ano anterior. Os custos operacionais aumentaram 21,1%, chegando a R$ 955,596 milhões, enquanto as despesas com vendas, gerais e administrativas cresceram 21,8%, atingindo R$ 455,814 milhões.
A companhia fechou o segundo trimestre com total passivo e patrimônio líquido de R$ 9,062 bilhões, contra R$ 8,527 bilhões no mesmo trimestre no ano anterior. 

INFO: Google cria recurso que permite usar desenho para fazer buscas



Movimento dos dedos sobre a tela define busca

Madri - O Google estreou, esta semana, a ferramenta Handwrite, que permite ao usuário de aparelhos sensíveis ao toque usarem o dedo para escrever a informação que desejam procurar no buscador.

A partir de agora, ao invés de utilizar o teclado virtual que aparece na tela de celulares ou tablets, o usuário poderá escrever com o dedo utilizando toda a superfície da tela.

A companhia de Mountain View (Califórnia) explicou em seu blog oficial que com o Handwrite o buscador reconhecerá as letras manuscritas, que se transformarão em texto digital. A ferramenta será facilitava pela função "autocompletar", que oferece resultados assim que se coloca algum texto no buscador.

O Google assegurou que a opção é útil em momentos quando utilizar o teclado é mais complicado para o usuário, como por exemplo quando ele está em movimento.

Esta função já está disponível para dispositivos móveis com os sistemas operacionais da Apple iOS (com versão 5 ou superior) e do Google Android (versão 2.3 ou superior no caso de smartphones, e a partir de 4.0 para tablets).

sexta-feira, 27 de julho de 2012

INFO: TSE alerta sobre e-mail falso que coleta dados pessoais



São Paulo - O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) divulgou nesta quinta-feira (26) que um e-mail falso usa o nome do tribunal para coletar dados dos eleitores.

O comunicado eletrônico diz que o título de eleitor do internauta está suspenso e pede a regularização do documento. A mensagem também recomenda preencher um formulário com os dados pessoais.

O tribunal recomenda apagar qualquer mensagem com estas características. Em nota, o TSE afirma que muitas pessoas entraram em contato por telefone para esclarecer dúvidas sobre o e-mail falso.

Além disso, o TSE diz que não usa o e-mail para comunicar sobre pendências ou cancelamento de títulos. Apenas as respostas de dúvidas dos eleitores são enviadas por meio do correio eletrônico.

TechTudo: Estudantes desenvolvem robô que cria spot móvel de internet Wi-Fi


Um grupo de estudantes da Universidade de Boston criou um robô móvel que carrega em suas costas um ponto de internet Wi-Fi. Feito quase que completamente de alumínio, o robô pode até carregar uma pessoa. No entanto, sua função principal é servir como um roteador de internet. Ele pode ser controlado de longe e conta também com webcam e GPS instalados.



Robô Wi-Fi desenvolvido por estudantes da
Universidade de Boston

A máquina pode largar seus repetidores em qualquer lugar para que o sinal aumente além da faixa de 1 km de capacidade. Fora isso, ele pode de transmitir vídeos e fotos – o que pode servir muito bem para o uso militar. Neste sentido, ele oferece também visão noturna e 12 horas de autonomia de bateria.

Seja para levar internet a lugares inabitados ou de difícil acesso, ou como um suporte para o exército, o robô é uma excelente invenção. Em relação ao seu custo de produção, o engenheiro que criou o projeto, Glen Chiacchieri, responde apenas com uma “cara de triste” em seu blog. Mesmo assim, não vai demorar muito até algum grande patrocinador (ou o exército norte-americano) produza o robô em grande escala.

Convergência Digital :TCU recomenda fiscalização online, defende conselheiro da Anatel




Para justificar a sua proposta de novo regulamento de fiscalização, o conselheiro Rodrigo Zerbone, deixou claro que o acesso online, em tempo real, aos dados das operadoras de telecom - é uma 'evolução de processo e do uso da tecnologia e atende a melhoria de serviços da Anatel recomendada pelo Tribunal de Contas da União".

O novo regulamento de fiscalização é um tema polêmico, se arrasta há tempos, as teles já se mostraram contrárias durante a consulta pública realizada pela agência, e, nesta quinta-feira, 26/07, na reunião do Conselho Diretor, a conselheira Emília Ribeiro pediu vistas. Ele pode voltar à pauta na próxima semana.

Durante a exposição da sua nova proposta, Zerbone deixou claro que a evolução da tecnologia precisa e deve ser usada para ampliar o poder de fiscalização da agência reguladora. Chegou a citar que o processo online, em tempo real, seria de grande valor em áreas como o da Universalização, onde as regiões Norte e Nordeste sofrem mais com a falta de serviços que o Sul e Sudeste e há menos recursos para a ação fiscalizatória.

"Não há como dizer que o acesso online, em tempo real, seja diferente ou mais invasivo que a presença fisíca de um fiscal. Tudo será feito de forma transparente e com os recursos tecnológicos necessários para a preservação dos dados e do sigilo", sustentou Zerbone. Para ele, o uso da ferramenta online permitirá ainda à Anatel atuar de forma preventiva e não mais reativa, como acontece hoje. "Sei que isso exige uma mudança organizacional na Anatel", destacou.

Para reforçar ainda mais a sua proposta , Zerbone lembrou que a medida atende as recomendações feitas em 2006 pelo TCU e que, na semana passada, foram, mais uma vez, reapresentadas pelo plenário do Tribunal. "A fiscalização online não abre brechas e só permitirá o acesso de informações que, hoje, já são entregues, mas de maneira presencial", ponderou.

O conselheiro garantiu que o tratamento sigiloso das informações concorrenciais - um dos questionamentos colocados à mesa pelas teles - está assegurado. Além do mais, observou, as teles terão plena ciência de quais dados estão sendo acessados pela Anatel. A proposta, no entanto, não foi aprovada. A conselheira Emília Ribeiro decidiu pedir vistas e o tema deve voltar à pauta na próxima semana.


Folha : Executivo não valoriza redes sociais no Brasil




O Brasil é o segundo maior país no Facebook (atrás apenas dos EUA), segundo a empresa de análise de mídia digital Socialbakers. Ainda assim, para dois em cada cinco executivos brasileiros, a presença em redes sociais não agrega valor ao negócio.

O dado integra um estudo da consultoria Maksen com 350 executivos de diversos setores, dois terços deles no eixo Rio-São Paulo. A pesquisa aponta ainda que, para esses 40%, o investimento em atuação nessas plataformas não compensa o risco.

O rápido crescimento desses canais, a uma velocidade proibitiva para o amadurecimento de análise dentro das empresas, é apontado como uma das causas desse comportamento refratário.

"Muitas empresas ainda discutem se relacionamento em mídias sociais é assunto da tecnologia, do marketing ou do jurídico", considera Gil Giardelli, diretor-executivo da empresa de inteligência de mídias sociais Gaia Creative.

Sérgio do Monte Lee, diretor da Maksen no Brasil, afirma que ainda são muito presentes mitos como o do controle total da informação pela ausência oficial nas redes.

Atuar no Facebook, no Twitter e em outras plataformas pode favorecer a sensação de perda de controle. "Mas é muito fácil propagar qualquer informação, certa ou errada, com ou sem a empresa lá."

INFO: Nono dígito dobrará capacidade de celulares em São Paulo




Brasília – Começa a valer no domingo (29) a resolução da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) que determina a inclusão do dígito 9 à frente de todos os números de telefones celulares da área 11, que engloba 64 municípios de São Paulo, inclusive a capital. Com isso, a capacidade de numeração celular da região vai passar dos atuais 44 milhões para 90 milhões.

Atualmente, são utilizados mais de 42 milhões de números, ou seja, próximo do limite da capacidade. Segundo o gerente de Interconexão da Anatel, Adeilson Nascimento, desde 2008 a agência previa o esgotamento iminente da numeração na região. A resolução que determinou a inclusão de mais um dígito passou por consulta pública em 2010.

Com a mudança, todas as ligações feitas para celulares da área 11 a partir de domingo deverão ser acrescidas do dígito 9 antes do número do telefone. Haverá um período de transição, até o dia 7 de agosto, no qual a chamada será completada normalmente, mesmo sem o novo dígito. “Se houver esquecimento, ou se o usuário utilizar a agenda do celular que ainda não está atualizada, a chamada poderá ser completada por um determinado tempo”, explicou Nascimento à Agência Brasil.

Depois disso, começa um período em que as ligações serão gradualmente interceptadas e receberão uma mensagem explicando as mudanças. Ficará a cargo das operadoras decidir se, depois da mensagem, a ligação será completada ou interrompida. Depois do período de transição, nenhuma ligação sem o dígito 9 será completada.

A inclusão de mais um dígito vai permitir o uso de numerações atualmente iniciadas por 2, 3, 4 e 5, que hoje só são utilizadas na telefonia fixa. Nesta etapa, todos os números de celulares vão receber o dígito 9. “Eventualmente, no futuro, depois de esgotada a capacidade novamente, poderá ser possível adotar um outro número inicial”, disse o gerente da Anatel.

G1 :Cartões de visitas em SP já trazem o nono dígito no número do celular



Gráficas fazem promoções e clientes procuram se antecipar à mudança.
Nono dígito passa a integrar os celulares de DDD 11 no domingo (29).

Fernando Dantas, dono de empresa de distribuição
de água que já tem cartão novo
(Foto: Márcio Pinho/G1)

A mudança dos celulares de São Paulo para nove dígitos só ocorre oficialmente no domingo (29), mas já movimenta a rotina de empreendedores. Gráficas da capital paulista começaram a receber nesta semana pedidos de confecção de cartões de visitas já com o “nove” na frente dos demais algarismos. Até promoções são oferecidas para que os clientes renovem seus estoques.

Entre os mais interessados estão os que distribuem grande quantidade de cartões diariamente. É o caso de Fernando Dantas, diretor da empresa fornecedora de Água Sacia-me, que usa esse instrumento para divulgar sua empresa para produtores de eventos para os quais fornece galões e garrafas. “Teve cliente que já perguntou se o número ia mudar ou não. Para não terem dúvidas, já mandei produzir cartões.”

Dantas buscou as primeiras unidades na quinta-feira (27) e começa a fazer a distribuição na segunda-feira (30) para produtores de eventos para os quais fornece água.

Após o DDD 11, o cartão traz o número nove e depois um hífen, ligando os oito números restantes. Para o empresário, quem receber o cartão vai se familiarizar gradativamente com a nova apresentação.

Silas Nunes, da gráfica SNDesing, afirma que não são todos os clientes que pedem cartões com os nove dígitos. Alguns analisam que o “nove” funcionará como um DDD complementar e que não será falado como parte do número, mas sim antes, de forma isolada. A gráfica baixou o preço do milheiro em cerca de 20%. Segundo Nunes, a inclusão do número é uma oportunidade para a gráfica receber um grande número de clientes.

Outra empresa, a Media Tall, disparou e-mails para seus clientes com falando sobre a mudança. Um banner foi colocado no site da empresa, e todos os pedidos recebidos pelo departamento comercial recebem uma resposta informando sobre as mudanças. A empresa já teve quatro interessados nesta semana.

Uma delas foi a fisioterapeuta Paloma Martins Vilela, que já aprovou o design dos novos cartões e espera recebê-los já na próxima semana. O '9' também aparece de forma isolada antes dos demais oito números. Paloma admite até perder parte do atual estoque de cartões que informam apenas os oito dígitos. “Quanto mais impecável a informação, melhor”, diz. Ela utiliza cerca de 500 cartões a cada três meses. Eles ficam na recepção do consultório e são levados também a clientes em tratamentos a domicílio.

Novidade

Os celulares dos 64 municípios da área com DDD 11 em São Paulo ganharão o dígito “9”. A medida foi determinada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para manter a oferta de novos números.

A mudança será gratuita e de responsabilidade das operadoras. A introdução do nono dígito aumentará o número de combinações possíveis de 44 milhões para 90 milhões.

VEJA COMO SERÁ A MUDANÇA 

AFETADO 

Todos telefones celulares com prefixo 11 ganham nono dígito. O código 11 é usado em 64 cidades da Grande SP 

QUANDO 

A partir de 29 de julho de 2012 

CRONOGRAMA 

A partir de 29 de julho 

Ligações com oito dígitos ainda serão completadas. 

A partir de 8 de agosto 

Começa a fase de interceptação, com avisos sobre a mudança, que serão dados de forma alatória. Operadores poderão optar por completra automaticamente a ligação após dar o aviso. 

A partir de 18 de agosto 

Todas as ligações feitas de fora do Estado para um DDD 11 sem o uso do nono dígito serão interceptadas e não mais serão completadas automaticamente.

A partir de 28 de agosto 

Todas as ligações dentro do Estado de São Paulo para telefones de DDD 11 sem o uso do nono dígito serão interceptadas e não serão mais completadas automaticamente. 

A partir de 16 de outubro 

Ligações na Grande SP sem o uso do nono dígito serão interceptadas e não poderão mais ser completadas automaticamente. 

A partir de 15 de janeiro 

Deixam de ser emitidos avisos para todos os casos de ligações que precisam da inclusão do nono dígito. 

PERGUNTAS E RESPOSTAS:

A mudança vai atingir quais usuários?Quem tiver número de celular com código 11 será afetado. São usuários que têm telefones celulares em 64 cidades da Grande São Paulo.


O nono dígito será adicionado aos números de todo o Brasil?


O processo de inclusão do nono dígito ocorre inicialmente apenas nos municípios do estado de São Paulo com DDD 11. A mudança deve ser ampliada para todo o Brasil, mas não há previsão.


Quando os telefones móveis no DDD 11 terão nove dígitos?A partir de 29 de julho de 2012.





Qual é a lista das cidades com código 11?


As cidades são, segundo a Anatel: Alumínio, Araçariguama, Arujá, Atibaia, Barueri, Biritiba-Mirim, Bom Jesus dos Perdões, Bragança Paulista, Cabreúva, Caieiras, Cajamar, Campo Limpo Paulista, Carapicuíba, Cotia, Diadema, Embu, Embu-Guaçu, Ferraz de Vasconcelos, Francisco Morato, Franco da Rocha, Guararema, Guarulhos, Igaratá, Itapecerica da Serra, Itapevi, Itaquaquecetuba, Itatiba, Itu, Itupeva, Jandira, Jarinu, Joanópolis, Jundiaí, Juquitiba, Mairinque, Mairiporã, Mauá, Mogi das Cruzes, Morungaba, Nazaré Paulista, Osasco, Pedra Bela, Pinhalzinho, Piracaia, Pirapora do Bom Jesus, Poá, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, Salesópolis, Salto, Santa Isabel, Santana de Parnaíba, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, São Lourenço da Serra, São Paulo, São Roque, Suzano, Taboão da Serra, Tuiuti, Vargem, Vargem Grande Paulista e Várzea Paulista.

Os números dos telefones fixos também irão mudar?Não. Continuarão com 8 dígitos.

Os números de rádio irão mudar?

Não. Os números que são usados como terminais de rádio não irão mudar.

O usuário pode optar por não incluir o 9?Não, a mudança será automática e obrigatória.

A mudança de número custa algo?

Não, ela é gratuita e de responsabilidade das operadoras.

Será preciso incluir o nono dígito para enviar SMS?

Sim, a mudança também afeta o envio de mensagens.

Quem ligar de fixo para celular da área 11 também precisará incluir o nono dígito?Sim. Quem ligar de qualquer telefone - seja fixo ou móvel - para um telefone móvel da área 11 terá de discar o nono dígito para que a ligação seja completada.

Como serão feitas as ligações de outros estados?Da mesma forma como são feitas hoje, mas com a inclusão do nono dígito. Exemplo: 0 + código da operadora + 11 + 9XXXX-XXXX.

As ligações serão completadas caso não seja incluído o número 9?Nos primeiros dez dias, serão completadas normalmente. A partir de 8 de agosto, as ligações serão interceptadas gradualmente, e o cliente receberá um aviso sobre a mudança do número.

Quando as chamadas usando os números antigos deixam de ser completadas?As chamadas feitas para números do DDD 11 usando números com 8 dígitos não serão mais completadas 90 dias após a mudança e o assinante será orientado a usar a nova numeração. Mensagens não serão mais enviadas. O aviso deixa de ser dado em 15 de janeiro.

O cliente tem um pedido de portabilidade pendente. O que acontecerá com ele?O processo de portabilidade acontecerá normalmente.


O que irá acontecer com os créditos do cliente quando o número for mudado?O saldo dos assinantes, em créditos, nos telefones pré-pagos, não será alterado pela mudança da numeração.

Por que os números de celulares terão o nono dígito?

Para aumentar o número de combinações entre os números e, assim, aumentar o número de linhas possível. Na região do DDD 11 já existem 42 milhões de chips em uso ou já aprovados para venda (95% do possível).

Há previsão do uso de dez dígitos para números do DDD 11?Não. Com o inclusão do nono dígito, ficam liberadas para celular as combinações com oito números que hoje só são usadas para fixos e que começam com 2, 3, 4 e 5, além do número 1. Com isso, as combinações possíveis chegarão a 90 milhões. O zero após o nove não será usado inicialmente para não haver confusão com as chamadas a cobrar, que começam com o “90”.

Quando ocorreu a última mudança?Em 1998, algumas prestadoras originárias do Sistema Telebrás operavam com sete dígitos. Naquele ano, a Anatel publicou uma resolução padronizando o uso do celular no Brasil, e todas as operadores passaram a oferecer linhas com oito dígitos. A adaptação ocorreu até 2003.

As promoções feitas para conquistar clientes, como a distribuição de chips pré-pagos, é responsável por esse crescimento? É algo que deve ser mudado?A Anatel diz não ver problema nas estratégias de distribuição de chips. Ao contrário, avalia que se enquadram na atribuição da agência de disseminar a telefonia no Brasil.

TI INSIDE :Nova solução para centros cirúrgicos usa tecnologia de videogame




O Fórum Saúde Digital, principal encontro para discussões sobre tecnologias da informação e comunicações (TICs) no setor de saúde, que acontece no dia 22 de agosto, em São Paulo, apresentará uma nova tecnologia desenvolvida para centros cirúrgicos. Trata-se do aplicativo “Intera – Centro Cirúrgico”, desenvolvido pelo departamento de TI do Hospital Evangélico de Londrina (HE). Cezar Martinelli, gerente de TI da Associação Evangélica Beneficente de Londrina (AEBEL) fará a apresentação desta nova tecnologia que utiliza o Kinect para que os médicos consultem imagens radiológicas em centros cirúrgicos.
O Kinect é um sensor de movimentos muito usado nos jogos eletrônicos, com o qual é possível utilizar apenas os movimentos do corpo para se jogar, dispensando controles de mão ou joysticks. Assim, ao contrário do negatoscópio (caixa de luz), equipamento normalmente utilizado para a leitura dos filmes de raios-X no ambiente cirúrgico, que é estático e necessita da interferência dos profissionais de saúde na manipulação dos exames e na troca dos filmes, o Intera permite selecionar e visualizar imagens diversas ao mesmo tempo apenas com os gestos das mãos, à distância. Também é possível ampliar, excluir, organizar as imagens e ainda assistir vídeos e exames em movimento, como no caso das arteriografias.
Para o diretor da Associação Evangélica Beneficente de Londrina (AEBEL), mantenedora do HE, Luiz Soares Koury, também neurocirurgião, o INTERA é um conceito que faz parte dos projetos de inovação do hospital. Segundo Cezar Martinelli, “o Intera Centro Cirúrgico é apenas o começo de uma série de aplicativos que já estão sendo desenvolvidos para facilitar o cotidiano dos profissionais de saúde, visando otimizar, dar autonomia, reduzir riscos, como infecções hospitalares ou a falta dos exames do paciente para a cirurgia, dentre outros.“
Setor de TIC na Saúde
O setor de TIC na área de saúde passa por um processo de elevado crescimento, com a padronização de processos, digitalização de documentos, uso de soluções de gerenciamento (ERP) e atendimento (CRM), modernização e consolidação de infraestrutura, adoção de ferramentas de segurança e certificação, telediagnósticos e telemedicina, entre outros.
Essa modernização, como o conceito de e-health, prevê melhor atendimento e compartilhamento de informações entre médicos, enfermeiros e paciente, que podem acessá-las inclusive por dispositivos móveis, como smartphones e tablets. O aspecto da comunicação também ganha relevância, pois as redes da banda larga e, em breve, as redes 4G, permitirão a troca de grandes arquivos de imagens, comuns ao setor.
Essa integração entre tecnologia, soluções, inovações e negócios é importante para toda a cadeia da Saúde, quer pública ou privada, e estará presente nas discussões e apresentações da 3ª edição do Fórum de Saúde Digital. Mais informações sobre o evento e inscrições poderão ser obtidas no site www.convergecom.com.br/eventos ou pelo 0800 77 15 028. 

G1: Google lança serviço que lê buscas escritas com o dedo



Handwrite está disponível para aparelhos com tela sensível ao toque.
Ferramenta lê palavras que usuário escreve com a ponta do dedo.

O Google anunciou nesta quinta-feira (26) uma ferramenta que permite que os usuários escrevam com o dedo o que querem buscar. O serviço funciona em aparelhos equipados com uma tela sensível ao toque.

“A Handwrite permite que você faça a busca apenas escrevendo as letras da palavra com o dedo na tela do seu aparelho”, explica Rui Ueyama, engenheiro de software do Google.

A ferramenta está disponível para aparelhos da Apple que funcionem a partir do sistema iOS 5, celulares com Android a partir da versão 2.3 do sistema e tablets com Android a partir da versão 4 do software.

Para usar, basta acessar Google.com e procurar a parte de configurações –ela fica no canto direito superior da tela, nos tablets. Em seguida, é preciso permitir a função Handwrite.

Ferramenta do Google permite fazer buscas com o dedo (Foto: Reprodução)

TI INSIDE: Telco Systems faz acordo com Anatel e teles e expande operações no Brasil





A Telco Systems, fornecedora de soluções baseadas no padrão Ethernet para operadoras de telecomunicações, anunciou nesta quinta-feira, 26, que firmou acordo com a Anatel para a realização de testes de suas soluções. Segundo a companhia, algumas operadoras como America Móvil, Telefônica e Telemar serão as responsáveis pela realização dos testes.

De acordo com Hector Menjivar, vice-presidente de vendas para a América Latina da Telco Systems, a parceria com a agência reguladora e as operadoras faz parte da estratégia da companhia em expandir suas operações no Brasil. “Num primeiro momento, contrataremos uma pessoa em São Paulo, que ficará responsável pelo início de nossa atuação no país”, disse o executivo, durante o NetEvents Americas Press & Analyst Summit 2012, conferência de tecnologia que acontece até esta quinta-feira, 26, em Miami, nos Estados Unidos.
Também faz parte dos planos da companhia a instalação de uma subsidiária em São Paulo, a primeira no país, nos próximos anos. “O Brasil é um novo e importante mercado para nós, para a interoperabilidade da Telco. O país possui uma rica variedade de empresas que atuam em nosso segmento”, ressaltou Menjivar.
Na América Latina, região que representa atualmente 20% do faturamento da Telco Systems, a companhia pretende ampliar a participação em até 30%, principalmente com a expação da atuação no Brasil.
* A jornalista viajou a Miami a convite da organização do NetEvents. 

INFO: Google Earth para iOS ganha mapas em 3D


O Google lançou hoje uma nova atualização do
Google Earth para iPhone e iPad.

A principal novidade do app está no suporte para imagens detalhadas em 3D em algumas cidades no iPhone e iPad.

O app ainda passa a contar com o recurso “guia de turismo” do Google Earth que permite descobrir novos locais e cidades interessantes para explorar. São várias opções de lugares turísticos em todo o mundo.

Por enquanto, é possível conferir imagens em 3D de cidades cini Roma, São Francisco, Boston, e outras nos Estados Unidos. O novo recurso deve estar disponível nas versões para Windows e Mac no final desse ano.

O lançamento da atualização do app pode apresentar um enorme desafio para a Apple, que pretende lançar seu próprio software de mapas nativo para o iOS 6.


INFO: Facebook desenvolve smartphone com HTC, diz site



A HTC já produz dois smartphones com
botões dedicados para acesso ao Facebook,
ChaCha e Salsa 

São Paulo — O persistente rumor de que o Facebook está desenvolvendo seu próprio smartphone ganhou um reforço, nesta semana, com um relato da agência de notíciasBloomberg.

Segundo a agência, a empresa de Mark Zuckerberg trabalha em parceria com a taiwanesa HTC. As duas companhias pretendiam lançar o aparelho neste ano, mas adiaram o plano para a metade de 2013.

A Bloomberg diz que o Facebook está desenvolvendo um sistema operacional modificado especialmente para seu Facephone. Para isso, a empresa teria contratado vários engenheiros que trabalharam na Apple, na equipe responsável pelo software do iPhone. A agência não diz qual sistema operacional o Facebook estaria modificando. Mas é muito provável que seja o Android.

A notícia, é claro, já circulou antes. Em abril, o noticiário taiwanês Digitimes falou do plano das duas empresas de criar um Facephone. E, em maio, o New York revelou a contratação dos engenheiros da Apple pelo Facebook.

Não se sabe que modelo de negócios Zuckerberg tem em mente para seu smartphone. Mas é um fato conhecido que mais da metade dos 900 milhões de inscritos na rede social acessam o site por meio de smartphones. A empresa, que ganha dinheiro com anúncios, tem tido dificuldade em encontrar uma maneira de lucrar com essa audiência móvel. À medida que o acesso móvel cresce, a rentabilidade do Facebook diminui.

Por enquanto, o Facebook está presente nos dispositivos móveis de duas maneiras. Primeiro, há os aplicativos da rede social para diversas plataformas. Segundo, a turma de Mark Zuckerberg mantém parcerias com alguns fabricantes para que os aparelhos tenham acesso fácil à rede social.

A própria HTC possui dois modelos de smartphones – ChaCha e Salsa – que contam com botões dedicados para compartilhamento de fotos e outros conteúdos no Facebook. A empresa britânica Inq também vende um aparelho com foco na rede social. E a Apple integrou o acesso ao Facebook à próxima versão do seu sistema operacional móvel, o iOS 6, que será lançado junto com o iPhone 5.

Ter um smartphone próprio pode dar, a Zuckerberg, um controle maior sobre o acesso móvel, já que os aparelhos de outras marcas carregam interesses diversos. O Google, por exemplo, tende a promover sua própria rede social Google+ no Android, deixando o Facebook em segundo plano. A compra da Motorola pelo Google, no ano passado, veio reforçar isso. E o iPhone já tem integração com o Twitter desde o ano passado, enquanto o acesso nativo ao Facebook só virá em setembro ou outubro.

Naturalmente, o Facebook não tem estrutura e nem canais de revenda para comercializar smartphones. Para isso, a empresa de Zuckerberg vai depender da HTC, que tem boa presença na Europa, nos Estados Unidos e na Ásia, mas é muito fraca em países como o Brasil.

Um estudo divulgado hoje pela Juniper Research coloca a empresa de Taiwan em terceiro lugar no mercado mundial, com 11,6 milhões de smartphones vendidos no segundo trimestre. A líder disparada é a Samsung, com 52 milhões de unidades. A Apple vem em seguida, com 26 milhões. Já a Nokia vendeu apenas 10,2 milhões e caiu para o quarto lugar.

Na análise da Juniper, a HTC parecia promissora, mas não teve os recursos para competir com o poderoso marketing da Samsung. Por isso, não conseguiu ter um crescimento mais expressivo. Talvez a visibilidade da marca Facebook possa ajudá-la a chegar ao bolso de mais consumidores.