sexta-feira, 18 de julho de 2014

CIO: Quatro formas de melhorar a imagem da TI

 CIO:Quatro formas de melhorar a imagem da TI -



Para ser levado a sério, o departamento de TI deve mostrar o potencial das tecnologias inovadoras e comprovar resultados para a área de negócios
Aproveitar as novas tecnologias com espírito empreendedor pode ajudar o CIO e sua equipe a criarem uma imagem mais positiva para as áreas de negócio. Mais do que isso, a pensarem em projetos de baixo custos que tragam grandes oportunidades para a organização.


Para ser levado a sério, o departamento de TI deve mostrar o potencial das tecnologias inovadoras e comprovar resultados para a área de negócios. Essa é a chave para tirar o estigma de que o CIO lidera uma equipe operacional e mostrar o quanto os profissionais do TI podem ser estratégicos e dinâmicos.

Claro que desenvolver um projeto inovador requer mais do que simples entendimento sobre a tecnologia em questão. É necessário fazer análises de custo, benefícios e observar profundamente o potencial de geração de receitas - questões nem sempre fáceis para o departamento de TI. 

Para evitar que a nova atitude “queime” o profissional mais do que ajude, o melhor é começar com projetos de baixo risco.

Na sequência, acompanhe quatro exemplos de projetos que têm condições de melhorar a imagem da TI na organização, tornando-a mais estratégica.

1 - APIs
As APIs (do inglês Application Programming Interfaces) estão entre os grandes trunfos dos negócios Web bem sucedidos, que as utilizam para compartilhar informações e tirar o máximo dos dados que conseguem reunir.

Em uma corporação, funciona da mesma maneira: uma API é capaz de enriquecer as aplicações da empresa, permitindo, por exemplo, uma integração maior entre informações com empresas parceiras, como o compartilhamento de base de consumidores.

Impulsionadas por outras tendências como Cloud, Mobilidade, SOA (Arquitetura Orientada a Serviços) e Internet das Coisas, muitas empresas começam a demonstrar interesse em fornecer APIs para seus parceiros e clientes, como também, e de forma mais abrangente, para o ecossistema de desenvolvimento de Apps, para que ele possa fazer com que as informações da empresa cheguem a lugares onde não poderiam chegar com as tradicionais integrações caso a caso.

Vejamos:

@ Mobilidade: o desenvolvimento de aplicativos móveis é sensivelmente facilitado quando a empresa já possui, em seu backend, as APIs para consultas e transações que precisam ser usadas pelos aplicativos móveis;

@ SOA: o uso de APIs tem sido a mola propulsora para levar o valor de SOA para além das fronteiras das empresas;

@ Cloud: as APIs são tipicamente disponibilizadas como uma camada de fronteira localizada na nuvem, que intermedia o acesso aos serviços internos localizados nos sistemas corporativos das empresas.

Segundo o Gartner, 75% das empresas listadas na Fortune 500 abrirão suas APIs em 2014.

Mas o uso de APIs deve ser feito com recursos avançados de segurança, pois ao mesmo tempo em que promovem a automação, elas podem abria a porta para ameaças virtuais.

Claro que desenvolver um projeto inovador requer mais do que simples entendimento sobre a tecnologia em questão. É necessário fazer análises de custo/benefício e observar profundamente o potencial de geração de receitas - questões nem sempre fáceis para o departamento de TI. Com as APIs, o departamento de negócios pode entrar como parceiro no projeto para analisar qual o máximo de ganho que pode ser obtido com o compartilhamento de dados com os parceiros.

2 – Social Business
Social Business é a capacidade de uma empresa produzir conhecimento de forma colaborativa, gerir conhecimento, compartilhar informações, eliminar barreiras, acelerar processos, inovar e aproximar clientes, fornecedores e parceiros.

A implantação de uma iniciativa social deve estar atrelada a um objetivo da empresa ou a um propósito, o qual irá originar um plano de implantação, que será analisado por meio de métricas pré-determinadas e monitorado, de preferência, por um gestor de comunidade. Durante o processo de implantação, é importante revisar as políticas internas da empresa e, se for o caso, adaptar para uma versão que suporte a iniciativa de social business. Essa fase é estratégica para fomentar o engajamento por parte dos usuários e pode seguir cinco etapas: preparação, lançamento, expansão, monitoramento e aprimoramento.

Mas os gerentes de negócios ainda quebram a cabeça tentando encontrar maneiras de tirar vantagem do poder das redes sociais. Os planos que os departamentos de negócios elaboram são complicados e envolvem um grande volume de programação, às vezes sem garantia de resultado. Você pode começar com passos simples.

Twitter, Facebook, Google+ e Linkedin facilitam o compartilhamento de conteúdo por visitantes de sites de terceiros. Qualquer mensagem pode ser adicionada, facilitando a vida dos visitantes que querem compartilhar conteúdo ou anúncios do site. Quando os usuários clicam nesses links, eles serão levados para sua rede preferida. Se não estiverem logados, a própria rede se encarregará de exigir a autenticação. Em outras palavras, isso livra a empresa de ter de lidar com a responsabilidade da autenticação.

Há ainda a opção de verificar a identidade do usuário com protocolos específicos, garantindo uma integração mais detalhada e ferramentas mais complexas. O chamado login social.

De fato, o Social Login como alternativa para o preenchimento de um formulário de cadastro tem vários benefícios para o administrador do site:

1. Aumenta as taxas de opt-in, fazendo login do visitante processo mais fácil;
2. Fortalece a percepção social de sua marca;
3. Melhora a coleta de dados através da captura de um perfil de visitante e armazená-lo em seu banco de dados;
4. Ajuda a ajustar suas estratégias aos diferentes tipos de dados que vão receber, dependendo da rede social usada pelo visitante para entrar no seu site.

Mas convencer o departamento de negócios de que isso é necessário pode ser difícil. E é aí que entram os primeiros exemplos, cuja experimentação é mais simples. A ideia é começar pequeno, mostrar resultados e convidar o departamento de negócios a contribuir com ideias para aprimorar as ferramentas. Fica mais fácil vender o projeto.

3 – Aplicativos móveis
O smartphone já é plataforma dominante nas corporações, mas criar um aplicativo para este dispositivo pode ser um pesadelo. A demanda por desenvolvedores especializados é alta e alguns fabricantes, como a Apple, são muito criteriosos sobre o que é permitido nos equipamentos.

Claro que essa abordagem tem mais valor para alguns negócios do que para outros, como no caso daqueles que têm muito trabalho remoto a ser feito, ou em deslocamento. O segredo é identificar dados e transações mais importantes para esse tipo de funcionário e oferecer opções em tecnologia móvel. Para tanto, é uma boa ideia manter diálogo com os usuários, principalmente áreas de vendas e desenvolvimentos de negócios, para o desenvolvimento de um plano.

O primeiro aplicativo móvel é sempre um desafio para os líderes de TI. Por um lado, os CIOs ficam entusiasmados com o potencial dos aplicativos móveis, mas na maioria das vezes trabalham pressionados a entregar novos apps, cada vez mais atraentes para usuários móveis, executivos e clientes.

Os líderes de TI já entenderam que para serem realmente úteis, os aplicativos móveis têm de nascer como móveis e não meras adaptações de aplicativos prévios feitos para o Windows, o Mac OS ou a Web. Eles precisam ser desenvolvidos a partir do zero, não só para funcionar bem dentro dos limites das telas de dispositivos móveis, memória e poder de computação limitados, mas também para tirar proveito de recursos que tradicionalmente não estão disponíveis em desktops, como múltiplas câmeras, telas sensíveis ao toque, animação e comunicação multimídia.

Mas migrar para o conceito de “móvel primeiro” exige que os gestores de TI repensem a mistura de talentos e especialização que eles possuem nos times de design de aplicações, desenvolvimento, gerenciamento e manutenção.

Para facilitar as coisas, um website pronto para smartphones é uma boa saída. Desenvolver um aplicativo em linguagem HTML, em vez de focar em sistemas operacionais individuais, facilita a implementação em múltiplas plataformas. Usar um código nativo para cada plataforma pode melhorar o desempenho e a integração com recursos bult-in, mas exigirá muito mais esforço.

A principal vantagem desse modelo de App Web é que ele é do tipo “escreva uma vez, transporte para qualquer lugar” ou perto disso. Adaptar para diferentes tipos de equipamentos móveis é fácil. E os programadores podem usar linguagens familiares de web, como o HTML5. 

O problema? Tais aplicativos não conseguem tirar vantagem dos recursos dos smartphones e tablets, como GPS e múltiplas câmeras. Para isso, é preciso escrever diferentes versões de cada aplicação usando linguagens de programação, plug-ins e APIs específicas para equipamentos móveis, seja um iPhone ou uma versão específica de Android.

Mas com o avanço do HTML os gestores de TI agora têm uma terceira opção, híbrida, que usa código baseado em web para o corpo do aplicativo e código nativo e plug-ins para tirar proveito dos recursos proprietários de cada sistema operacional móvel. O facilitador disso é o protocolo HTML5, do Worldwide Web Consortium’s (W3C), com recursos poderosos de animação e interação em web e pode rodar em múltiplas plataformas. O W3C ainda precisa ratificar completamente certos elementos do protocolo, como o cachê, que permite aos usuários móveis trabalharem offline. Mas isso não impede muitos gestores de TI de usar ou ter planos de uso para ele.

Empresas que lidam diretamente com consumidores não têm muitas alternativas a não ser dar suporte a múltiplas plataformas. Mesmo quando se trata de usuários internos, executivos de TI reportam diferentes graus de sucesso no controle ou limitação dos aparelhos móveis que os empregados, particularmente os executivos, vão carregar. 

A boa notícia é que há uma avalanche de plataformas de desenvolvimento de aplicativos móveis vinda de empresas como Sybase, Appcelerator, IBM, Sencha, Syclo e até Intel, que pode assumir boa parte do trabalho bruto de programar apps móveis que podem rodar em modo nativo em várias plataformas.

Mas lembre-se: desenvolver apps é só um pedaço de uma estratégia bem-sucedida. Primeiro, desenvolver aplicativos não quer dizer apenas escrever códigos, mas também testá-los, o que é essencial para uso interno e entre empresas (B2B). Avalie se você possui tempo e equipe suficientes para testar e resolver os bugs do software, especialmente ao desenvolver para várias plataformas. Isso vai reduzir suas escolhas por plataformas ou em usar uma solução comercial (off-the-shelf). Segundo, uma vez que você se comprometa com o desenvolvimento de aplicativos móveis, especialmente para consumidores, terá de atualizá-las frequentemente – mais do que em um website tradicional. Isso não é fácil ou barato, mas é necessário.

4 – Soluções geográficas
Todo departamento de TI tem bancos de dados que poderiam adicionar mais duas colunas: latitude e latitude. É um recursos que cresce muito nos dias de hoje, graças a smartphones e browsers. E que, se bem utilizados, podem trazer um ganho enorme.

Adicionar dados geográficos pode ser muito importante para saber de tendências, regiões de foco, relatórios estatísticos, entre outras coisas. E os testes são fáceis de serem realizados, com tantas ferramentas disponíveis.

Segundo a Gartner, o serviço de GPS já estão em mais de 3/4 dos telefones móveis, e isso deverá estimular a criação de aplicativos, embora as questões de privacidade requeiram atenção constante.

É bom lembrar também que nem todos os usuários aprovam a revelação das coordenadas exatas, mas um simples CEP já pode fazer muito por esse tipo de sistema.

Não há limites para experimentações
As ideias acima servem mais como linhas guias do que podem ser projetos com o potencial de melhorar o fluxo de caixa e gerar oportunidades de negócios. Nenhum dos exemplos vai mudar os fundamentos da companhia, mas mostram que alguns ajustes extras são sim capazes de trazer ganhos.

O ideal é que os profissionais pensem em seus próprios projetos de baixo risco e vá plantando a semente. Todos os novos produtos, tecnologias e ferramentas trazem oportunidades como estas. É apenas questão de se antecipar e aproveitar as chances.

Mas, lembre-se: quando o assunto é inovação, a falta de alinhamento entre as áreas do negócio, de autoridade do gestor de TI para monetizar algumas ideias e de atualização dos profissionais envolvidos prejudicam os resultados dos projetos e geram frustração por parte do board.

Para evitar as decepções relacionadas ao padrão aberto de inovação, quando estiverem no comando desses projetos, CIOs devem prestar atenção e priorizar os seguintes quesitos:

• Alinhamento: o gestor de TI deve orientar colaboradores envolvidos no processo de inovação para garantir que suas metas estejam de acordo com as necessidades do negócio ou demandas do mercado na qual a companhia está inserida. É preciso focar as energias nos programas que agradarão consumidores, parceiros, melhorarão o fluxo de trabalho interno ou outra atividade que traga resultados práticos. Para tanto, os líderes devem elaborar políticas eficazes de comunicação com suas equipes;

• Autoridade: o CIO deve ter o poder e a credibilidade suficientes para influenciar o board no sentido de investir nas iniciativas propostas pelos colaboradores e que têm potencial para beneficiar a operação. Além disso, os diretores de TI devem assegurar que a empresa tenha a infraestrutura necessária para pesquisar e desenvolver mecanismos para monetizar as ideias;

• Atualização: um dos maiores desafios enfrentados durante um processo de estímulo à inovação é o desenvolvimento pessoal e profissional dos colaboradores da companhia. Sem funcionários extremamente capacitados, a chance de alcançar os objetivos de criar processos e/ou produtos que tragam resultado positivo ao negócio é quase nula.


Fonte: "Quatro formas de melhorar a imagem da TI - CIO." CIO. http://cio.com.br/gestao/2014/07/02/quatro-formas-de-melhorar-a-imagem-da-ti-na-corporacao/ (accessed July 18, 2014).

Olhar Digital: Garoto de 13 anos desenvolve seus próprios óculos inteligentes

Olhar Digital: Garoto de 13 anos desenvolve seus próprios óculos inteligentes:

Clay Haight, de 13 anos, acaba de criar seu próprio Google Glass. Usando a plataforma Arduino, desenvolvida para construir protótipos eletrônicos, o garoto uniu armação impressa em 3D, tela de LCD e um bocado de fios, criando seus óculos inteligentes.

O dispositivo utiliza comandos de voz para abrir a agenda do dia, exibir mapas e fornecer informações de temperatura e meteorologia. Para evitar que o protótipo caia para o lado direito, onde fica a tela, um elástico o prende na parte de trás da cabeça.

Clay afirma que utilizar sua invenção é extremamente confortável e que, só por diversão, anda pela casa informando seus pais sobre a temperatura do ambiente.

Abaixo, um vídeo mostra o óculos inteligente criado pelo garoto:



Autor: "Olhar Digital: Garoto de 13 anos desenvolve seus próprios óculos inteligentes." Olhar Digital. http://olhardigital.uol.com.br/noticia/43128/43128 (accessed July 18, 2014).

Inovação Tecnológica:Matemática torna internet até 10 vezes mais rápida

Inovação Tecnológica: Matemática torna internet até 10 vezes mais rápida:




Equações matemáticas prometem tornar as comunicações pela internet mais rápidas sem precisar alterar nenhuma infraestrutura.

Uma equipe de pesquisadores da Dinamarca e dos EUA idealizou uma nova técnica que substitui o padrão atual de transmissão de dados pela rede.

Em testes com equipamentos reais, a taxa de transferência de dados chegou a ser 10 vezes maior.

No caso de um vídeo, o arquivo foi baixado cinco vezes mais rápido do que nas melhores condições de rede atuais e sem nenhuma interrupção - para comparação, a transmissão com a tecnologia atual travou 13 vezes, precisando ser reiniciada automaticamente pelo protocolo de troca de dados.

"E esta tecnologia pode ser usada em comunicações via satélite, telefonia e internet móvel e comunicação regular pela internet a partir de computadores," afirma Frank Fitzek, da Universidade Aalborg, na Dinamarca, um dos idealizadores da nova técnica.

Adeus aos pacotes

A transmissão de dados pela internet é feita por meio de "pacotes". O arquivo é quebrado em pequenas partes - os pacotes - que são enviados em sequência, podendo trilhar rotas separadas até o destino, onde o arquivo original é remontado.

É claro que ocorrem muitos erros na transmissão, o que significa que é necessário retransmitir vários pacotes várias vezes, fazendo com que a transmissão demore mais.

Os pesquisadores superaram esse problema usando um tipo especial de codificação que utiliza a matemática para armazenar e enviar o sinal de uma maneira diferente.

"Com os sistemas atuais, nós enviamos o pacote 1, o pacote 2, o pacote 3 e assim por diante. Nós substituímos isso por uma equação matemática. Nós não enviamos pacotes. Nós enviamos uma equação matemática," explica Fitzek.

A grande vantagem é que os erros não exigem que um pacote seja enviado novamente - a equação matemática reconstrói o dado que falta a partir dos dados anteriores e daqueles que chegam imediatamente a seguir.

"Você pode comparar [o mecanismo] com o tráfego de carros. Agora podemos fazer tudo funcionar sem sinais vermelhos. Podemos fazer os carros passarem por um cruzamento vindos de todas as direções, sem terem de parar uns para os outros. Isso significa que o tráfego flui muito mais rápido," acrescenta o pesquisador.

Protocolo RNLC

A equipe patenteou a tecnologia, que eles batizaram de RNLC (Random Linear Network Coding - codificação de rede linear aleatória).

Eles também já fundaram uma empresa, chamada Steinwurf, para licenciar sua tecnologia proprietária para os fabricantes de equipamentos.

Segundo o grupo, sua empresa emergente já está "em negociações secretas com fabricantes de hardware que trarão benefícios para os consumidores".


Autor: "Matemática torna internet até 10 vezes mais rápida." Matemática torna internet até 10 vezes mais rápida. http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=matematica-torna-internet-10-vezes-mais-rapida&id=010150140718#.U8kqjuNdXQR (accessed July 18, 2014).

IDG Now!:Site móvel da Receita Federal permite consultar restituição do IR

IDG Now!:Site móvel da Receita Federal permite consultar restituição do IR 




Ao acessar o site por um smartphone, o usuário poderá ler notícias, consultar a restituição imposto de renda e a agenda tributária

Depois do app para declaração do imposto de renda através dos tablets, chegou a hora da Receita Federal laçar seu site móvel, para acesso através de smartphones.

Já nesta quinta-feira, 17/7, ao entrar no site da receita a partir do navegador do smartphone, o usuário será apresentado à versão “móvel” do site, com a opção de acesso à versão "clássica" e a algumas informações e serviços, como notícias, consultas da restituição imposto de renda de pessoa física e da agenda tributária. Novas funcionalidades estarão disponíveis em breve.

Segundo Cláudia Maria de Andrade, Coordenadora-Geral da Coordenação de Tecnologia da Receita Federal, o escopo do desenvolvimento dessa primeira versão considerou os serviços de maior utilidade para esse perfil de contribuintes.

Só no mês de junho, o site da Receita Federal teve 50,2 milhões de visitantes e um total de 142,8 milhões de page views.

Autor: "Site móvel da Receita Federal permite consultar restituição do IR - IDG Now!." IDG Now!. http://idgnow.com.br/mobilidade/2014/07/18/site-movel-da-receita-federal-permite-consultar-restituicao-do-ir/ (accessed July 18, 2014).

IDG Now!:Facebook inicia testes com o botão "Comprar"

IDG Now!:Facebook inicia testes com o botão "Comprar"


Usuários vão poder adquirir produtos diretamente de seu feeds de notícias

Primeiro foi o Twitter. Agora o Facebook também está testando um botão "comprar" que permite aos usuários fazer compras diretamente de seus feeds de notícias. Um número limitado de pequenas e médias empresas dos EUA está envolvido no teste.

O botão “Comprar” (Buy, em inglês) aparecerá nas janelas de anúncios veiculados no feed de notícias das versões web e móveis, abrindo a ferramenta de e-commerce sem que o usuário precise sair da rede social.

O Facebook garante ter tomado todo o cuidado para proteger a privacidade dos usuários e a segurança do pagamento. A API do Facebook permite que as pessoas façam pagamentos através de aplicativos de terceiros. Os usuários poderão escolher se querem salvar suas informações de pagamento no Facebook para compras futuras. Nenhuma informação do cartão de débito ou crédito fornecida ao Facebook será compartilhada com outros anunciantes.

botãocomprarFB

Autor: "Facebook inicia testes com o botão." IDG Now!. http://idgnow.com.br/internet/2014/07/17/facebook-testa-o-botao-comprar/ (accessed July 18, 2014).

INFO: Golpe na internet usa mensagem sobre Enem para enganar usuários

 INFO:Golpe na internet usa mensagem sobre Enem para enganar usuários


Enem

Um e-mail criado por golpistas circula na internet com o provável intuito de roubar dados das pessoas ou instalar programas maliciosos nos computadores. Os golpistas, desta vez, procuram, prioritariamente, enganar os inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

"Identificamos que ocorreu um erro na emissão do cartão de inscrição do candidato com o email@radiobras.gov.br cadastrado em nosso sistema, podendo resultar no cancelamento de sua inscrição em até 48 horas. Evite o bloqueio do seu cadastro pois o Enem é a única forma de ingresso para 2015 em faculdades públicas, requisições para PROUni, Fies e outros programas aos quais o Governo Federal oferece a população", consta no e-mail.

Outro motivo para acreditar ser um golpe é que não foi encontrada a nota oficial nº 12838-2014, lançada pela assessoria de imprensa do Ministério da Educação (MEC) sobre candidatos com erros em no cadastro, como consta na mensagem.Algumas divergências podem causar estranhamento ao destinatário do e-mail, como o uso do endereço eletrônico da Radiobras, empresa extinta que deu lugar à Empresa Brasil de Comunicação (EBC) em 2007.

Como em diversos e-mails, cujo objetivo é se apropriar de dados de terceiros, os golpistas pedem que as pessoas preencham um formulário com seus dados ou de parentes. O texto mostra isso claramente: "Preencha manualmente o recadastramento passo a passo e normalize já sua situação (repare que algum parente pode ter usado seu email para cadastro de informações). Segue abaixo o link para consulta e regularização do seu cadastro."

Golpes parecidos com esse são frequentes na internet, principalmente pela curiosidade que essas mensagens despertam nas pessoas. O ideal é ficar atento, instalar antivírus no computador e não abra e-mails considerados suspeitos.

Autor: "Golpe na internet usa mensagem sobre Enem para enganar usuários." INFO. http://info.abril.com.br/noticias/seguranca/2014/07/golpe-na-internet-usa-mensagem-sobre-enem-para-enganar-usuarios.shtml (accessed July 18, 2014).

Olhar Digital: Google ensina a desenvolver apps para Android








O Google vai mostrar o "caminho das pedras" aos interessados em criar aplicativos para Android. O curso, feito em parceria com a organização educacional on-line Udacity, é destinado a novos desenvolvedores do sistema operacional que já possuem noções de programação.


Entre os temas abordados estão os passos básicos da construção de um aplicativo e as melhores práticas de desenvolvimento móvel, não só do Android. As aulas serão realizadas pela internet e todo o material necessário está disponível aqui para download gratuito. Todo o conteúdo está em inglês.

Há uma alternativa paga, e quem optar por ela ganhará certificado do curso, acompanhamento de treinadores e feedback contínuo sobre os estudos. Para tal, é preciso desembolsar US$ 150 mensais.


O vídeo abaixo, em inglês, explica a ideia: 


Fonte: "Olhar Digital: Google ensina a desenvolver apps para Android." Olhar Digital. http://olhardigital.uol.com.br/noticia/43122/43122 (accessed July 18, 2014).

Olhar Digital: Demissão em massa da Microsoft pode afetar funcionários brasileiros

Olhar Digital: Demissão em massa da Microsoft pode afetar funcionários brasileiros:




Nesta quinta-feira, a Microsoft anunciou um plano massivo de reestruturação, com a demissão de 18 mil funcionários. O que não foi dito é que os funcionários da filial brasileira também podem sofrer com o projeto.

O Olhar Digital consultou a Microsoft Brasil para confirmar se havia algum plano específico para os funcionários brasileiros. A resposta foi clara ao detalhar que o plano de reestruturação vale para o mundo todo.

“O plano de reestruturação da Microsoft é uma ação global. O anúncio feito hoje por Satya Nadella, CEO mundial da Microsoft, reforça os planos da companhia para simplificar operações e alinhar a aquisição do negócio de dispositivos e serviços da Nokia à estratégia global da Corporação”, diz o comunicado.

Assim, caso isso se confirme, como no restante do mundo, os principais afetados devem ser os funcionários da Nokia no Brasil, que podem perder a função com a transição para a Microsoft. No entanto, a assessoria informa que ainda não há detalhes por país.


FonteSantino , Renato . "Olhar Digital: Demissão em massa da Microsoft pode afetar funcionários brasileiros." Olhar Digital. http://olhardigital.uol.com.br/pro/noticia/43134/43134 (accessed July 18, 2014).

quinta-feira, 17 de julho de 2014

G1: 67% dos brasileiros não fazem compras pela internet, diz pesquisa


Estudo da Mintel diz ainda que 9% adquiriram só1 item em 12 meses.Setor de comércio eletrônico cresceu 250% no país nos últimos 5 anos.

Embora tenha crescido fortemente nos últimos anos, o setor de comércio eletrônico ainda tem pouca participação dos brasileiros, segundo estudo da Mintel, multinacional fornecedora de inteligência de mídia e mercado.

O primeiro relatório feito pela empresa sobre e-commerce no Brasil aponta que 67% dos consumidores brasileiros não compraram nenhum produto via internet nos últimos 12 meses e que 9% adquiriram somente um item neste período.

Segundo o levantamento, o setor de vendas online de diárias de hotel e passagens é o que tem a maior penetração entre os brasileiros, com 14% dos consumidores afirmando que adquiriram esses itens nos últimos 12 meses.

As vendas relacionadas a eletroeletrônicos como TVs, computadores e telefones celulares também aparece no topo da lista, com penetração de 13%.

Na outra ponta, apenas 3% dos consumidores mencionam que fizeram alguma compra de comida ou bebida pela internet nos últimos 12 meses.

Crescimento de 250% em 5 anos
O relatório destaca que o setor de comércio eletrônico brasileiro cresceu 250% nos últimos 5 anos. O valor de mercado das empresas que atuam na área saltou de R$ 14,8 bilhões em 2008 para R$ 51 bilhões em 2013, segundo a Mintel. As empresas de venda de hotéis e passagens representam 50% do setor, com valor de mercado estimado em R$ 25,2 bilhões.

O estudo projeta que o setor irá ultrapassar a barreira dos R$ 100 bilhões em 2017, atingindo os R$ 102 bilhões, e chegando a R$ 115 bilhões até 2018.

“O crescimento econômico rápido, juntamente com a melhoria da acesso à internet no país, impulsionam o comércio eletrônico. As receitas impressionantes desse setor são comparáveis a áreas mais maduras e tradicionais da indústria brasileira, como alimentos e bebidas, e varejo de carros", diz Victor Fraga, analista sênior de Varejo, da Mintel.

Segundo ele, categorias como às ligadas ao turismo têm desempenho melhor do que outras pelo fato de que não necessitam de uma inspeção mais detalhada antes da compra.

"Como os varejistas nunca conseguirão ultrapassar totalmente essa barreira, eles poderiam adicionar imagens em 3D e fotos em alta resolução dos produtos, mas ainda serão sempre desprovidas de textura e cheiro. Para enfrentar essa situação, aplicativos mais complexos e melhorias logísticas - como mais horários flexíveis de entrega - também podem ser implementados. Mas o fato de que muitos dos consumidores têm comprado itens de vestuário e calçados on-line nos últimos 12 meses mostra que é possível superar essas barreiras”, sugere o analista.

Principais temores

O estudo mostra ainda que a maioria dos brasileiros não se preocupa com a autenticação de pagamento quando faz compra online. Porém há uma exceção. Um em cada quatro consumidores, 25%, cita que prefere não fazer compras nos websites de comerciantes que solicitam o número de CPF (Cadastro de Pessoa Física).

Os golpes online são o maior temor dos brasileiros. Entre os entrevistados, 30% afirmam que estão preocupados com fraudes quando fazem compras pela internet. Em seguida, aparecem como principais preocupações o receio de que o produto não seja original (22%) e da entrega demorar muito (19%). Apenas 3% responderam que preferem fazer compras na internet porque é mais seguro que ir às lojas pessoalmente.

O relatório informa também que 17% dos brasileiros mencionam que visitam sites de varejistas motivadas por anúncios no Facebook, tendência mais forte entre os clientes jovens.

Folha de S.Paulo:Google cria equipe de 'hackers de elite' para melhorar segurança na internet


O Google anunciou a criação do Project Zero, um grupo de especialistas em segurança na internet que terá a responsabilidade de procurar vulnerabilidades em softwares por toda a rede.

"Estamos contratando os melhores pesquisadores de vulnerabilidade e empregando 100% do tempo deles em aprimorar a segurança pela internet", diz um post feito na terça-feira (15) no blog de segurança na web da empresa.

A equipe vai se concentrar principalmente nas vulnerabilidades chamadas de "Zero-day", aquelas que exploram falhas que ainda não foram descobertas e corrigidas pelos desenvolvedores.

Segundo o comunicado, o projeto vai analisar softwares desenvolvidos por qualquer empresa, não necessariamente ligados ao Google, que sejam utilizados por uma grande quantidade de usuários.

As falhas de segurança descobertas pela equipe serão reportadas aos desenvolvedores responsáveis e, após corrigidas, tornadas públicas em umbanco de dados externo.

A iniciativa pretende evitar novos casos como o da falha "Heartbleed", erro no padrão de encriptação de páginas da internet que deixou vulneráveis informações sigilosas de milhões de usuários da web em abril.

Criminosos exploram vulnerabilidades em softwares para obter dados privados de usuários

Folha de S.Paulo:Para chefe de direitos humanos da ONU, Snowden não deveria ser julgado


Laura Poitras


Ex-consultor da NSA, Edward Snowden foi responsável
por revelar ações secretas dos EUA em 2013
A principal autoridade da ONU para o tema dos direitos humanos sugeriu nesta quarta-feira que os Estados Unidos deveriam abandonar os esforços para julgar Edward Snowden, dizendo que as revelações dele sobre a vigilância em grande escala dos governos foi de interesse público.

A alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, Navi Pillay, disse que Snowden, ex-prestador de serviços da Agência de Segurança Nacional dos EUA, abriu um debate global que levou a pedidos pela restrição dos poderes dos governos para monitorar cidadãos na Internet e armazenar seus dados.

"Aqueles que revelam violações dos direitos humanos devem ser protegidos, nós precisamos deles", disse Pillay em entrevista coletiva.

"Eu vejo um pouco disso aqui no caso do Snowden, porque suas revelações vão no centro do que estamos dizendo sobre a necessidade de transparência", afirmou.

"Nós devemos muito a ele por ter revelado este tipo de informação."

Os Estados Unidos acusam Snowden de espionagem, roubo de propriedade governamental, comunicação não autorizada de informação de defesa nacional e revelação intencional de comunicações de inteligências confidenciais para pessoa não autorizada.

Pillay recusou-se a dizer se o presidente dos EUA, Barack Obama, deveria perdoar Snowden, alegando que ele ainda nem foi condenado.

"Como ex-juíza eu sei que se ele está enfrentando procedimentos judiciais e nós devemos esperar o resultado", disse. Mas ela acrescentou que Snowden deveria ser visto como "defensor dos direitos humanos".

Pillay fez as declarações após divulgar um relatório sobre vigilância dos governos. O documento diz que os Estados devem aceitar fiscalizações mais rigorosas sobre seus poderes de vigilância de dados e que as companhias precisam ampliar sua resistência aos pedidos dos governos por informações de usuários.

As revelações feitas com base em documentos vazados por Snowden sobre a vigilância na Internet realizada pelo governo dos EUA provocaram indignação de vários países alvo da espionagem norte-americana, incluindo Brasil, Alemanha e México. Snowden está asilado na Rússia atualmente.

Folha de S.Paulo:Internet 'profunda' abriga universo criminoso


ALEXANDRE ARAGÃO

A "deep web" é uma parte da internet inacessível a partir de navegadores comuns –como o Chrome e o Internet Explorer– e cujos sites não podem ser achados por buscadores –como o Google.

Para acessar a "deep web" é preciso usar o navegador TOR (The Onion Router), que embaralha diversas vezes as informações antes de transmiti-las pela rede. Ao enviar um dado, o software o codifica em camadas –daí o "onion" da sigla (cebola, em inglês).

Diferentemente do que ocorre na web comum, em que as informações são trocadas utilizando IPs (os "endereços virtuais" dos usuários), o sistema da web profunda combina um ponto de encontro para que todas as informações sejam trocadas.

O sistema TOR foi criado em 2002 pelo Laboratório de Pesquisa Naval dos EUA, que procurava um método seguro de transmitir informações.

O projeto é independente do governo há 11 anos e, desde 2006, passou a ter uma organização que o financia.

Em outubro de 2013, o FBI (a polícia federal americana) tirou do ar um site chamado Silk Road, que ficava hospedado na "deep web" e era, à época, o maior comércio eletrônico de drogas do mundo.

G1:Airbnb reformula logotipo e visual de site e aplicativos


Internautas compararam o 'símbolo de pertencimento' do logo a vagina.
Empresa de contratação on-line de aluguéis é avaliada em US$ 10 bilhões.
Novo logotipo do Airbnb, que contém, além do nome da empresa, o 'símbolo de pertencimento' Bélo. 

O Airbnb anunciou nesta quarta-feira (16) uma reformulação de sua página na internet e um novo logotipo, que, além do nome da startup, inclui um “símbolo de pertencimento”, comparado por internautas a uma vagina. Além disso, também foi renovado a identidade visual dos aplicativos da empresa nas lojas do Google e da Apple.

“O pertencimento é a ideia que define o Airbnb, mas a maneira que nós temos representado o Airbnb para o mundo até agora ainda não foi o suficiente para passar essa ideia. Por isso, para melhor representá-la, criamos uma nova marca para o Airbnb, inspirada em nossa comunidade. É uma marca icônica para nossas janelas, nossas portas e para os valores que compartilhamos”, informou a empresa no blog corporativo.

Criada em 2007, a empresa que faz o gerenciamento na internet dos aluguéis de curta temporada de apartamentos, casas criou um símbolo que tem até nome. “Temos orgulho e apresentar a Bélo: a nova marca do Airbnb, que simboliza um mundo onde as portas estão sempre abertas. Um mundo onde você chegará a cidades que nunca viu e saberá que lá tem uma família à sua espera. Um mundo onde você pode viajar sozinho, mas jamais se sentirá solitário.”

De uma operação com duas pessoas há sete anos, o Airbnb se transformou em uma companhia avaliada em US$ 10 bilhões. Nem o sucesso financeiro impediu os internautas de compararem o novo logotipo ao órgão sexual feminino.

“O novo logo do Airbnb é um teste de Rorscharch em que a única resposta certa é vagina”, escreveu um internauta no Twitter. “Airbnb nomeou seu logo... Imagino que um monte de gente dá nome às suas genitálias”, escreveu outro. As brincadeiras começaram após o blog “Valley Wag”, do site “Gawker”, iniciar as comparações.

G1: Senha fraca e repetida é 'estratégia' válida para segurança, diz estudo

Altieres Rohr

Microsoft colaborou com pesquisa.
Usuários precisam minimizar perdas e esforços.
Um estudo que será apresentado durante a conferência de segurança USENIX 2014 em agosto tenta mudar as dicas que são dadas para que usuários criem e gerenciem suas senhas. Para o trio de pesquisadores formado por Dinei Florêncio e Cormac Herley, da Microsoft, e Paul C. van Oorschot, da Universidade de Ottawa, no Canadá, o uso de senhas fracas e repetidas não deve ser evitado. Por outro lado, essas senhas devem fazer parte da rotina do internauta.
Os pesquisadores chegaram a essa conclusão analisando o esforço necessário para que um internauta memorize todas as suas senhas. Para quem tem muitas senhas, memorizar tudo é impossível. Usar apenas senhas complexas também dificulta a memorização de todas elas, o que pode inviabilizar o uso de uma senha ainda mais forte nos serviços mais importantes. Logo, o ideal é usar senhas fracas e repetidas para serviços menos importantes, enquanto senhas realmente fortes devem ser reservadas para contas de maior valor.

O estudo avalia que o uso de gerenciadores de senha não resolve o problema, pois uma praga digital instalada no computador da vítima é suficiente para obter todas as senhas armazenadas no gerenciador. Além disso, as pessoas ainda terão de memorizar algumas senhas para utilizá-las quando o gerenciador não estiver disponível.

Os pesquisadores dizem que a reutilização de senha pode ser realizada de maneira segura. Para isso, as contas precisam der divididas em grupos que levem em consideração a importância daquela senha e probabilidade de que o serviço venha a sofrer um ataque que revele a senha para hackers. Se um serviço é seguro e importante, ele faz parte de um grupo; quando o serviço é menos valioso e mais vulnerável a ataques, ele faz parte de outro grupo e, portanto, usará outra senha.

De acordo com o estudo, as orientações a respeito do uso e criação de senhas levam em conta somente a redução dos riscos ou perda das contas, desconsiderando o esforço necessário para memorizar todas essas senhas quando o número de sites acessados aumenta. O objetivo do uso de senhas fracas e repetidas em grupos é obter o mais baixo nível de risco dentro das capacidades da memória humana.

G1: Google+ deixa de exigir somente nomes reais no cadastro


Restrição, diz empresa, 'excluiu muitas pessoas que queriam fazer parte'.
Novidade surge após o Google anunciar o fim do Orkut.
O Google+ parou de exigir que os usuários utilizem seus nomes verdadeiros para entrar na rede social on-line, uma medida que visa a ganhar terreno diante do concorrente mais poderoso, oFacebook.

"Quando lançamos o Google+, há mais de três anos, colocamos muitas restrições com relação ao nome que se podia colocar no perfil", informou o Google, em um texto publicado na própria rede social. A novidade ocorre poucos dias após o anúncio no fim de junho de que a outra rede social mantida pelo Google, o Orkut, será aposentado em setembro.

"Isto ajudou a criar uma comunidade de gente de verdade, mas também excluiu muitas pessoas que queriam fazer parte dela, sem usar seus nomes verdadeiros", acrescentou. "Não há mais restrições ao nome que se pode usar", emendou.

"Sabemos que vocês estavam pedindo esta mudança há tempos. Sabemos que nossa política de nomes não era clara e isto levou a algumas experiências difíceis desnecessárias para alguns dos nossos usuários", prosseguiu.

"Pedimos desculpas por isso e esperamos que a mudança de hoje seja um avanço para fazer do Google+ o lugar acolhedor e inclusivo que queremos que seja", concluiu.