sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

UOL Tecnologia - Da Redação: Dono do Megaupload trancou-se em 'cofre' e portava espingarda durante prisão, diz polícia



Funcionários do Megaupload na Corte Distrital de Auckland, da esq. para a dir.: Bram van der Kolk, Finn Batato, Mathias Ortmann, e o fundador do site, Kim ''Dotcom'' Schmitz 

Além de decretar a prisão preventiva do fundador do Megaupload, serviço de compartilhamento de arquivos, a Justiça da Nova Zelândia congelou nesta sexta (20) o equivalente a R$ 15,6 milhões em bens do acusado no país. Kim Schmitz, 37, também conhecido como Dotcom, foi preso pela polícia em sua casa na cidade de Auckland e, segundo as autoridades, trancado em uma sala cofre e com uma espingarda de cano curto.

De acordo com o detetive da polícia de Auckland, Grant Wormald, o fundador do Megaupload, acusado pelos Estados Unidos de promover pirataria em seu site, tentou se esconder em uma sala fortificada (bunker) quanto notou a chegada das autoridades. “Ele ativou uma série de mecanismos eletrônicos para fechar portas. Quando a polícia neutralizou as fechaduras, ele se trancou dentro da sala cofre”, disse Wormald.

As autoridades dos EUA tiraram o Megaupload do ar nesta quinta-feira (19) por considerar que o site faz parte de "uma organização delitiva responsável por uma enorme rede de pirataria virtual mundial" que causou mais de US$ 500 milhões em perdas ao transgredir os direitos de propriedade intelectual de companhias.Quando conseguiram abrir a sala, as autoridades encontraram Dotcom com uma espingarda de cano curto. “Definitivamente não foi tão simples quanto bater na porta da frente e entrar”, comentou o policial.

Segundo o FBI, sete pessoas são acusadas de operarem o Megaupload e sites relacionados, sendo que quatro delas foram presas. O detalhamento da ação inclui na acusação lavagem de dinheiro e infrações graves de direitos autorais. A pena máxima pelos crimes é de 20 anos. Elas pedem ainda a extradição dos acusados para julgamento no país.
Prisão preventiva

O juiz David McNaughton, do tribunal do distrito de North Shore, na cidade de Auckland, ditou que Schmitz e os outros três diretores da empresa que também foram detidos permanecerão presos até que se produza a decisão sobre seu pedido de liberdade mediante pagamento de fiança, informou a agência neozelandesa "APNZ".

Junto ao fundador do Megaupload, também conhecido como Kim Dotcom, foram postos em prisão preventiva os diretores da mesma nacionalidade Finn Batato e Mathias Ortmann, assim como o holandês Bram van der Kolk. Todos eles foram detidos em operações policiais realizadas em Auckland em resposta a uma requisição feita pelas autoridades americanas, que solicitaram a extradição dos três alemães e do holandês.

A Polícia neozelandesa informou que confiscou dos detidos e da empresa bens avaliados em US$ 4,8 milhões, além de US$ 8 milhões depositados em contas abertas em diversos bancos da Nova Zelândia.

No entanto, as autoridades da Nova Zelândia não devem apresentar acusações formais contra o Megaupload, apesar de considerar que a empresa também infringiu as leis sobre propriedade intelectual deste país.

Além das quatro detenções na Nova Zelândia, foram realizadas operações nos Estados Unidos e em outros nove países, entre eles Holanda e Canadá.
Ataque hacker em represália

Apesar de a decisão, em tese, afetar apenas usuários americanos do Megaupload, a página de compartilhamento também estava indisponível quando acessada do Brasil na noite desta quinta. O bloqueio foi realizado um dia depois de diversos sites norte-americanos protestarem contra dois projetos de lei antipirataria

Poucas horas após o anúncio da ação contra o Megaupload, hackers do grupo Anonymous divulgaram pelo Twitter um ataque aos sites da Universal Music, uma das companhias que acusam o Megaupload de pirataria, ao site do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, e ao site do FBI. Os três sites ficaram inacessíveis após a divulgação da retaliação. Em comunicado, o grupo Anonymous afirmou: “A ação contra o Megaupload mostrou que não é necessária uma lei como a Sopa ou sua irmã, a Pipa, para tirar um site do ar.” (veja como hackers derrubaram os sites)

Em entrevista ao “New York Times”, Ira P. Rothken, advogado do Megaupload, afirmou que ainda não viu o processo. Ainda assim afirmou: "Obviamente temos preocupações sobre a legalidade desse procedimento. A ação foi tomada sem a realização de uma audiência". 

De acordo ainda com o jornal americano, alguns minutos antes de o site sair do ar, o Megaupload publicou um comunicado informando que não há só conteúdo que viola direitos autorais no serviço. “O fato é que a maioria do tráfego gerado pelo Megaupload é legítimo e nós estamos aqui para ficar. Se a indústria de entretenimento quiser tirar vantagem de nossa popularidade, nós estamos dispostos a iniciar um diálogo. Nós temo algumas boas idéias. Por favor, vamos manter contato.”
'Indústria do crime'

A “indústria do crime”, como cita o órgão americano, é chefiada por Kim Dotcom, fundador do Megaupload, que mantém residência na Nova Zelândia e em Hong Kong, sede do site de compartilhamento.

“Por mais de cinco anos, o site operou de forma ilegal reproduzindo e distribuindo cópias de trabalhos protegidos por direitos autorais, incluindo filmes – disponíveis no site antes do lançamento –, músicas, programas de TV, livros eletrônicos e softwares da área de negócios e entretenimento”, diz o órgão.

O site Megaupload tem mais de 150 milhões usuários registrados, 50 milhões de visitantes diários e soma 4% de todo tráfego da internet mundial.

De acordo com o FBI, o modelo de negócios do site de compartilhamento de arquivos promovia o upload de cópias ilegais. Tanto é que o usuário era recompensado pelo site quando incluía arquivos que eram baixados muitas vezes. Além disso, o Megaupload pagava usuários para criação de sites com links que levavam para o serviço.

Conforme alegado no processo, os administradores do site não colaboraram na remoção de contas que infringiam direitos autorais, quando solicitados pelas autoridades. Para citar o “descaso” da empresa, o FBI comenta que quando solicitado, o site ia lá e removia apenas uma cópia, deixando disponível outras milhares de cópias do arquivo pirateado.
Vídeo controverso de apoio

Em dezembro, em função de um processo da gravadora Universal contra o Megaupload, o site lançou um vídeo em que vários artistas americanos – também vítimas de cópias ilegais distribuídas no serviço – apoiam o que a página faz. Em um dos trechos, Will.i.am, do grupo Black Eyed Peas, diz: “Quando eu quero enviar alguns arquivos pelo mundo, eu uso o Megaupload."

Artistas como o ator Jamie Foxx, a jogadora de tênis Serena Willians e o rapper americano Kanye West aparecem no vídeo apoiando o site dizendo que “gostam do Megaupload”.

Alguns dias após o lançamento do vídeo, o cantor Will.i.am informou que ele não havia autorizado o uso da sua imagem na campanha. O vídeo chegou a ser removido do YouTube, mas há várias cópias dele disponíveis no site.

Projeto de lei antipirataria

O site foi fechado um dia depois que diversas páginas nos Estados Unidos protestaram contra dois projetos de lei parecidos, chamados Pipa (do inglês, lei para proteger a propriedade intelectual) e Sopa (do inglês, lei para impedir a pirataria online). A Wikipedia ficou fora do ar por 24 horas na quarta (18), enquanto diversos outros endereços exibiram imagens de protesto contra as duas propostas.

Embora tenham recebido o apoio da indústria cinematográfica de Hollywood e da indústria musical, o projeto Sopa enfrenta a oposição de associações que defendem a livre expressão, com o argumento de que essa lei permitirá ao governo americano fechar sites, inclusive no exterior, sem necessidade de levar a questão à Justiça.

Debatido no Congresso, o Sopa permitiria ao Departamento de Justiça dos EUA investigar e desconectar qualquer pessoa ou empresa que possa ser acusada de publicar material com direitos de propriedade intelectual dentro e fora do país – caso do Megaupload.

CORREIO | O QUE A BAHIA QUER SABER: Grupo hacker diz ter derrubado site do FBI

CORREIO | O QUE A BAHIA QUER SABER: Grupo hacker diz ter derrubado site do FBI:


Grupo hacker diz ter derrubado site do FBI

Anonymous já teria tirado do ar o site do Departamento de Justiça dos EUA. Ação seria protesto contra a derrubada do site Megaupload.com



Foto: Reprodução

Perfil do Anonymous no Twitter anuncia que tirou site do FBI do ar
O grupo hacker Anonymous afirmou na noite de quinta-feira (19) por meio de seus perfis no Twitter que derrubou o site do FBI, a polícia federal dos Estados Unidos. Às 23h50, o endereço "www.fbi.gov" estava inacessível. O site ficou fora do ar por cerca de 1 hora. O governo americano não afirmou se foi uma falha nos servidores ou se realmente houve um ataque.

Nesta quinta, o Anonymous também disse ter sido responsável pela saída do ar dos sites do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, da Universal Music, da Associação de Filmes dos EUA e da Associação da Indústria Fonográfica do país, dentre outros endereços.

No Twitter, o grupo diz "a internet contra-ataca", e que a luta é pela “liberdade da internet”. Em uma das mensagens, o Anonymous também ameaçou um ataque contra o site da Casa Branca.


"Parece que o justice.gov (site do Departamento de Justiça dos Estados Unidos) foi atacado por navios piratas", diz postagem em perfil no Twitter do grupo Anonymous
O Megaupload, um dos maiores sites de compartilhamento de arquivos do mundo, foi tirado do ar na quinta-feira (19). O fundador da companhia e vários de seus executivos foram acusados formalmente de violar leis antipirataria nos Estados Unidos, informaram promotores federais do país. A acusação alega que o site deu aos detentores de direitos autorais mais que US$ 500 milhões em prejuízo por facilitar a pirataria de filmes e outros tipos de conteúdo.

Em comunicado, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos disse que o fundador do Megaupload, Kim Dotcom (também conhecido como Kim Schmitz), e outros três executivos da empresa foram presos nesta quinta-feira na Nova Zelândia a pedido de oficiais norte-americanos.

O Megaupload é único não somente pelo grande volume de downloads que possibilita, mas pelo apoio que tem de celebridades e músicos, geralmente vistos como vítimas da violação das leis antipirataria. Antes de ser tirado do ar, o site trazia o “apoio” de nomes como a socialite orte-americana Kim Kardashian e os músicos Alicia Keys e Kanye West. As celebridades chegaram a gravar um vídeo de apoio à companhia, mas as imagens foram tiradas do ar pelas gravadoras.

SOPA e PIPA
A derrubada dos sites acontece um dia depois que diversos endereços, incluindo a Wikipédia e a Craigslist, tiraram seus sites do ar em protesto com o SOPA e o PIPA, dois projetos de lei antipirataria que circulam nos Estados Unidos.

O Stop Online Piracy Act (SOPA) é um projeto de lei com regras mais rígidas contra a pirataria digital nos EUA. Ele prevê o bloqueio no país, por meio de sites de busca, por exemplo, a determinado site acusado de infringir direitos autorais. O foco está principalmente em sites estrangeiros, contra os quais as empresas americanas pouco podem agir. No Senado, circula o Protect IP Act, conhecido como PIPA (ato para proteção da propriedade intelectual), outro projeto sobre direitos autorais que mira a internet.

Ambos são apoiados por empresas de entretenimento, constantes alvos de pirataria, mas são questionados por companhias de internet, como Google, Facebook, Amazon e Twitter, que interpretam as medidas como um tipo de censura aos sites e à liberdade de expressão. O SOPA ainda está sendo avaliado por comissão na Câmara; a PIPA deve ir à votação no Senado ainda neste mês. As informações são do G1.

Bit a Bit | O Blog da Engenharia de Computação da POLI-USP


Fusion4D – Interface Natural e Imersiva para Manipulação de Objetos 3D

Fusion4D – Interface Natural e Imersiva para Manipulação de Objetos 3D
Fusion4D é uma interface inovadora que utiliza óculos 3D e o Kinect para permitir ao usuário interagir com objetos 3D como se estivessem realmente em suas mãos, podendo movê-los, girá-los, aumentá-los, explodi-los em detalhes e até mesmo vê-los como seriam no passado e no futuro. Assim, a interface transmite ao usuário a sensação de imersão total em uma realidade aumentada.

Para utilizá-la é simples: o usuário só precisa usar óculos 3D, comandos de voz e as mãos para manipular os objetos. Além disso, todo o sistema usa apenas dispositivos de baixo custo, como o Kinect, e não requer o uso de monitores especiais para a exibição da imagem 3D, ficando ao alcance de todos.

Olhar Digital: Ataques dos Anonymous: entenda como funciona o sistema para derrubar os grandes sites

Olhar Digital: Ataques dos Anonymous: entenda como funciona o sistema para derrubar os grandes sites:

Ataques dos Anonymous: entenda como funciona o sistema para derrubar os grandes sites

 

Hackers usam "computadores zumbis" para se infiltrarem nas páginas que desejam atacar

DDoS



Uma espécie de guerra virtual começou após o fechamento do Megaupload pelo FBI, na tarde desta quinta-feira (19/01). Logo em seguida, o grupo de hackers Anonymous iniciou uma série de ataques a outros sites - Universal Music, Departamento de Justiça dos Estados Unidos, US Copyright Office, Warner Music Group e até o próprio FBI -, em protesto ao fim do conhecido site de arquivos digitais.




Mas como fuciona esse sistema usado pelo Anonymous para atacar e derrubar grandes portais? Por mais complicado que pareça, é tudo bem simples, e conhecido popularmente como ataque de negação de serviço, ou simplesmente DDoS (Denial of Service, na sigla em inglês).


Para realizar as invasões, os hackers utilizam uma rede de máquinas zumbis, formada por milhares de computadores. Essas redes zumbis são criadas quando usuários acessam links contaminados por códigos maliciosos. A partir daí, o hacker passa a controlar remotamente essas máquinas.


Por meio de um comando que parte de uma ou várias "máquinas mestres", o hacker ordena que os PCs zumbis acessem um endereço específico na mesma data e horário. Esse servidor pode ser responsável por diferentes tipos de serviços - como manter uma página de internet ativa, completar transações bancárias online, entre outras. O mais comum é que os ataques aconteçam nos servidores web, onde estão hospedados os sites de uma empresa.


Como um número muito grande de computadores tenta acessar ao mesmo tempo a página de um site, há uma sobrecarga no servidor, que fica, então, impossibilitado de atender a todas as requisições simultâneas de acesso dos "usuários". Alguns desses servidores podem simplesmente reiniciar ou parar de funcionar.
Reprodução






Vale lembrar que não é só um site que pode sair do ar com um ataque DDos. Serviços de e-mail, cloud computing e outros serviços que estejam no mesmo servidor também pode ser atacados.


Continue acompanhando a nossa cobertura em tempo real dos ataques do Anonymous clicando aqui.

G1 - Falha na internet prejudica usuários do Speedy - notícias em São Paulo


Falha na internet prejudica usuários do Speedy

Telefônica, que administra o Speedy, diz que situação já foi resolvida.


Problema ocorreu no serviço que liga Brasil com EUA, afirma empresa.

 

 
Usuários de redes sociais relataram falhas no acesso à internet em conexões Speedy na noite desta quinta-feira (19). A instabilidade atingiu principalmente o acesso a sites internacionais, segundo relatos no Twitter.

A Telefônica, que administra o Speedy, reconheceu o problema e disse que a situação já foi resolvida. Segundo a assessoria de imprensa, houve instabilidade no serviço internacional que liga o Brasil aos Estados Unidos, o que "pode ter causado a alguns clientes Speedy dificuldades de acesso a websites hospedados naquele país".
Internautas também relataram problemas com o Virtua. O G1 tentou contato com a NET, mas não conseguiu falar com a assessoria de imprensa da empresa.

Olhar Digital: Por que é tão difícil encontrar um bom sinal Wi-Fi em hotéis?



Olhar Digital: Por que é tão difícil encontrar um bom sinal Wi-Fi em hotéis?:
 
Por que é tão difícil encontrar um bom sinal Wi-Fi em hotéis?
Artigo de especialista explica a dificuldade de se formar uma boa rede sem fios em grandes espaços

Wi-Fi


A tecnologia 802.11 avançou muito nos últimos 10 anos – hoje é mais robusta, mais rápida e mais escalável. Porém, um problema ainda assombra o Wi-Fi: a confiabilidade.

Não tem nada mais frustrante para o administrador da rede de um hotel do que hóspedes que reclamam do fraco desempenho do Wi-Fi, da cobertura irregular e das conexões instáveis. A maior dificuldade: o ambiente Wi-Fi é invisível e está mudando constantemente, e essas mudanças são causadas pela frequência de rádio (RF).

Os hóspedes de qualquer hotel viajam com uma grande variedade de dispositivos e esperam sinais fortes de Wi-Fi, cobertura total, conexões cada vez melhores e mais estáveis e um desempenho consistente.

Praticamente qualquer dispositivo que emite sinais eletromagnéticos - desde telefones sem fio até fones de ouvido Bluetooth, microondas e até mesmo medidores inteligentes - pode gerar interferência RF. Mas a maioria dos hotéis não sabe que a maior fonte de interferência Wi-Fi é sua própria rede Wi-Fi.

Ao contrário do espectro licenciado que vende uma determinada largura de banda à empresa que oferece o maior lance, o Wi-Fi é um meio compartilhado por todos e que opera em frequências de rádio (RF) não licenciadas dentro da faixa de 2.4GHz a 5GHz.

Quando um dispositivo cliente 802.11 encontra um novo sinal, seja um sinal Wi-Fi ou qualquer outro, ele para de transmitir. A interferência que ocorre durante a transmissão de dados também causa a perda de pacotes, o que requer a retransmissão dos mesmos pacotes por meio da rede Wi-Fi. Essas retransmissões reduzem a taxa de transferência, reduzindo o desempenho da rede para todos os usuários que compartilham o mesmo ponto de acesso.

Soluções Comuns para Administrar Interferências

Existem três soluções mais comuns para administrar a interferência RF: reduzir a taxa de transmissão física de dados (PHY), reduzir a potência de transmissão do AP afetado ou alterar o canal atribuído ao AP. Cada uma dessas soluções pode resolver parte do problema, mas nenhuma delas resolve o problema fundamental da interferência RF.

Parece nada lógico, mas um AP configurado para transmitir dados usando taxas de transferências menores, e com isso reduzir o número de pacotes perdidos, pode piorar a situação. Com a taxa de transmissão mais lenta, os pacotes passam mais tempo no ar. Ou seja, existe uma chance maior de perdê-los, já que demoram mais para serem recebidos e, por esse motivo, são mais suscetíveis a interferências pontuais.

Uma nova abordagem Wi-Fi, divulgada e patenteada pela Ruckus Wireless, utiliza uma matriz de antenas adaptativas e adota uma metodologia baseada em uma série de testes de desempenho que levam em conta três fatores presentes em hotéis: as taxas de transferência, a relação sinal-ruído e o tipo de aplicação da rede. Dessa forma, é possível oferecer o melhor desempenho possível.

A técnica de mudar o canal de transmissão é útil para reduzir interferências constantes em determinada frequência, mas a interferência tende a ser altamente variável e intermitente. Com um número limitado de canais à nossa disposição, essa técnica pode criar mais problemas do que soluções.

Atenuando Interferências com Antenas Inteligentes

O objetivo maior do Wi-Fi é enviar um sinal Wi-Fi diretamente para o usuário e monitorar esse sinal para garantir a melhor taxa de transferência possível – enquanto isso, as transmissões de Wi-Fi são constantemente redirecionadas por caminhos sem interferência e sem mudar de canal.

Esses sistemas adotam padrões de antena diferentes para cada cliente, mudando o padrão ao detectar qualquer problema. Por exemplo, ao detectar uma interferência, a antena inteligente pode selecionar um padrão de sinal com atenuação direcionada para a interferência, aumentando a SINR e eliminando a necessidade de reduzir a taxa física de dados.

Antenas baseadas na formação de feixes utilizam vários elementos direcionais da antena para criar milhares de padrões de antena, ou caminhos, entre o AP e o cliente. Com isso, a energia RF é irradiada pelo melhor caminho que produz a maior taxa de dados com a menor perda de pacotes.

Mas talvez o maior benefício dessa nova tecnologia seja o fato de funcionar sem sintonia manual ou intervenção humana. Outros benefícios incluem:

• Os funcionários do hotel podem usar dispositivos Wi-Fi para acessar as ferramentas de reservas e administração de forma segura e em qualquer lugar do hotel, garantindo níveis mais elevados de serviço;

• Os sistemas de ponto de venda (PoS) sem fio permitem realizar pedidos de alimentos e outras amenidades na beira da piscina ou em outras áreas do hotel;

• A comunicação de voz sem fio entre os funcionários do hotel pode ajudar a manter o hotel funcionando perfeitamente;

• Dispositivos portáteis podem ser usados para fazer o check-in do hóspede na hora de deixar o carro com o manobrista;

• Os hotéis podem oferecer Wi-Fi gratuito ou como parte de um pacote de comunicação no quarto do hóspede ou em áreas comuns;

• Os hóspedes podem usar o Wi-Fi em seus dispositivos de áudio e vídeo em alta definição, como iPods ou tablets.

Para administrar a interferência RF no futuro, é preciso entender as principais tendências dessa tecnologia. Mas, para isso, precisamos de uma abordagem mais inteligente e flexível para administrar as frequências de rádio que estão fora de controle e que causam esse tipo de interferência.

* André Queiroz é Diretor Regional - Enterprise, Ruckus Wireless

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Convergência Digital - Internet - Banda Larga: Brasil fechou 2011 com 58 milhões de acessos



O Brasil fechou 2011 com quase 58 milhões de acessos em banda larga, o que representa um crescimento de quase 70% em relação a 2010. De acordo com levantamento da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), divulgado nesta quinta-feira, 19/01, 23,3 milhões de novos acessos foram ativados ao longo do ano passado.

O mesmo ritmo acelerado de crescimento foi verificado também na cobertura da banda larga móvel, que dobrou seu alcance em 2011, chegando a 2.650 municípios. Do total de conexões, 16,7 milhões são de banda larga fixa e 41,1 milhões de banda larga móvel. Na banda larga fixa a expansão em 2011 foi de 20,6%, com 2,8 milhões de novos acessos durante o ano. A banda larga móvel, por sua vez, cresceu 99,3%, com 20,5 milhões de novos acessos adicionados à base em 2011.

Do total de acessos móveis à internet rápida, 7,9 milhões são modems e 33,2 milhões são celulares de terceira geração (3G), entre eles os smartphones. No ano passado, o número de modems cresceu 31% e o de celulares 3G, 128%.

Ainda de acordo com o SindiTelebrasil, a cobertura 3G chegou a 2650 municípios, cobrindo, segundo a entidade, 83% da população do país. A expansão da banda larga móvel foi de 105% em 2011, num ritmo de ativação de quase quatro (3,7) municípios por dia. No ano passado, 1.363 deles receberam a rede de 3G, somando-se aos 1.287 municípios que já tinham conexão no fim de 2010.

Olhar Digital: Expectativa: até 2014, roteadores com velocidade de 1 Gbps serão maioria no mercado


Padrão 802.11ac já está aprovado e deve começar a aparecer nas lojas ainda este ano

wifi




Com a evolução da internet e o aumento da velocidade no tráfego de dados, é necessário que os equipamentos também acompanhem esse processo. E os roteadores, que, até então, atingem velocidades máximas de 450 Mbps, precisarão ficar ainda mais rápidos. Por isso, dois novos protocolos Wi-Fi, que vão permitir transferências de dados sem fio com mais velocidade, devem começar a surgir no mercado em 2012.





O Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) está trabalhando na versão 802.11ac, de 1 Gigabit por segundo, e na 802.11ad, de 7 Gigabits por segundo. De acordo com o Instituto, a versão de 1 Gigabit também está sendo desenvolvida paralelamente, porque o padrão 802.11ad , de 7 Gigabits, "ilumina" uma área muito menor com o sinal. Portanto, os 2 modelos, mesmo com velocidades bastante diferentes, podem se tornar complementares no futuro.


Roteadores com o padrão 802.11ac já devem estar disponíveis no mercado ainda este ano, e a expectativa é que até 2014, eles já sejam a maioria entre os aparelhos.

PC WORLD - Notícias - Brasil teve 46,6 milhões de internautas online em dezembro


Apesar de 78,5 milhões de brasileiros terem acesso à rede, férias escolares e recesso do trabalho fizeram com que movimento online fosse menor.O Ibope divulgou na última terça-feira (17/01) dados referentes à Internet no Brasil. Segundo o instituto, em dezembro, 46,6 milhões de pessoas acessaram a rede de casa ou do trabalho, o que representa uma queda de 2,9% em relação ao mês anterior.
A baixa já era esperada, por conta das férias escolares e do recesso do trabalho. Em relação ao mês de dezembro de 2010, porém, houve crescimento de 7,6%. Embora o instituto ainda não tenha o acumulado do ano, informou o que País fechou o terceiro trimestre com 78,5 milhões de internautas - o que inclui os de lan houses.
Por mais que o movimento online diminua em dezembro, a publicidade costuma aumentar, por conta das festas de fim de ano. O mês terminou com 131,4 mil campanhas, veiculadas por quase 6 mil portais.
O Ibope destacou também o crescimento nas visitas a sites de hotéis no período. Eles atraíram 5,8 milhões de usuários únicos, ante 2,8 milhões em julho – o outro mês em que os alunos entram em férias. Isso indica que, em geral, o brasileiro deixa para viajar no fim de um ano ou no começo do outro, motivado, provavelmente, pelo verão.
No total, 63,5 milhões de pessoas têm acesso à Internet de casa ou do trabalho, número 18,4% maior que em 2010, quando 51,8 milhões tinham acesso.

Olhar Digital: Gigantes da tecnologia se unem para fazer frente ao serviço de nuvem da Amazon



Empresas querem criar um padrão para permitir que clientes movam seus dados armazenados na nuvem com mais facilidade
cloud computing
Grandes empresas de tecnologia estão querendo tornar mais fácil a movimentação de dados de clientes disponíveis na nuvem. As companhias estão criando uma tecnologia padrão que irá permitir que todos movam suas aplicações de um serviço de cloud computing para o outro mais facilmente. O grupo em questão inclui empresas como a 3M, CA Technologies, Cisco, Citrix, EMC, IBM, Red Hat, SAP, Software AG e outras. Já empresas como Amazon, Microsoft e Google estão fora dessa lista - a Amazon, líder do setor, tem motivos óbvios.





Um dos maiores problemas da computação na nuvem é que algumas aplicações, especialmente destas grandes empresas que não fazem parte do grupo citado, exigem características tecnológicas bastante peculiares. Dessa forma, não é fácil ou barato para outras companhias obter esse mesmo conjunto de configurações de armazenamento para hospedar dados de seus clientes. Portanto, o novo modelo de computação na nuvem propõe justamente uma reformulação desses complexos sistemas para que se criem ambientes uniformes na nuvem, capazes de serem suportados por diversas companhias diferentes.


Segundo o site Business Insider, o novo padrão está se iniciando da maneira correta, sob o escudo do respeitado OASIS, um conjunto de regras que permite que aplicações da web compartilhem informações. Ele também traz algumas normas de segurança importantes da web e do formato OpenDocument, responsável pelo compartilhamento de textos, planilhas e outros documentos concorrentes do Office.


A ausência da Microsoft no grupo, no entanto, é surpreendente, uma vez que a companhia é um dos principais patrocinadores corporativos do grupo sem fins lucrativos OASIS. Já a omissão da Amazon é mais compreensível, pois a plataforma de computação na nuvem da empresa é predominante no mercado e não se baseia em padrões, justamente para que seus clientes não movam suas aplicações com tanta facilidade para outros serviços semelhantes.


Nada foi dito sobre o Google, mas, aparentemente, a ausência no grupo a favor da padronização da cloud computing se deu pela mesma razão da Amazon: impedir a movimentação de seus clientes.

INFO Online: - Internet - Notícias - Google e Facebook esvaziam dia de protestos na internet

INFO Online:- Internet - Notícias - Google e Facebook esvaziam dia de protestos na internet 



São Paulo - O dia de manifestações na web contra a Sopa, um projeto de lei americano que pode restringir a liberdade na web, terminou esvaziado pela não adesão dos principais serviços de internet, como Google, Facebook e Twitter. Dos 10 maiores sites em audiência no mundo, apenas a Wikipedia ficou fora do ar nesta quarta-feira.
No final de 2011, tanto Google como Facebook e Twitter manifestaram-se publicamente contra o projeto de lei chamado de Sopa que prevê bloquear sites e cortar seu acesso a serviços de pagamento digital, como Paypal, quando estes forem acusados de fomentar a pirataria online.
Nesta quarta-feira (18), dia agendado para o protesto, no entanto, os principais serviços da internet mantiveram suas operações inalteradas. O Google publicou um link para um manifesto, em sua página inicial Google.com, mas não deixou nenhum serviço fora do ar. Já o Facebook limitou-se a publicar uma mensagem no perfil de seu fundador, Mark Zuckerberg, condenando a proposta que tramita no Congresso americano.
A posição mais controversa foi a exibida pelo Twitter. Embora o serviço de microblog tenha manifestado, no início deste ano, repúdio ao projeto Sopa, Dick Costolo, CEO do Twitter, não só vetou a entrada de seu site na onda de protestos como classificou como “bobagem” tirar sites internacionais do ar por conta de uma lei que afetará exclusivamente o mercado americano.
Na verdade, como grande parte dos sites acessados em todo o mundo está hospedada nos Estados Unidos, a aprovação de uma lei rigorosa lá acarretaria em limitações ao acesso à web em todo o mundo.
Entre as grandes empresas de tecnologia e internet, Apple e Microsoft mantêm uma postura discreta em relação ao projeto Sopa, embora alguns de seus porta-vozes tenham manifestado preocupação com exageros no texto da lei proposta pelo deputado republicado Lamar Smith, autor da Sopa, cujo significado, em inglês, é Stop Online Piracy Act.

INFO Online: - Tecnologia pessoal - Notícias -Firefox terá uma versão para empresas

INFO Online:- Tecnologia pessoal - Notícias -Firefox terá uma versão para empresas



São Paulo – A Mozilla divulgou que o próximo lançamento do Firefox trará também uma versão com suporte estendido dedicado às empresas.
Segundo a Mozilla, o modelo atual de atualizações do Firefox tem recebido críticas de administradores de sistemas em empresas, pois cada update traz dados novos muitas vezes limitando a utilização de páginas ou extensões que haviam sido criadas para determinada versão do navegador.
As versões normais do Firefox estão sendo atualizadas a cada 6 semanas, em média, trazendo alguns updates com melhorias dentro deste período. Porém, ao ser lançada uma nova versão, a anterior perde seu suporte e desenvolvimento.
Assim, uma simples alteração de código de uma versão para a outra, poderia deixar de funcionar essas ferramentas criadas especificamente para aquela empresa, uma vez que a atualização do browser ocorre de maneira manual.
Agora, a partir da versão 10 que é esperada para o final de janeiro, o Firefox trará uma versão com suporte estendido (ESR – Extended Support Release). Empresas, instituições públicas, escolas e organizações que utilizam o navegador de forma centralizada poderão optar por essa versão.
A nova versão estendida terá um ciclo de atualizações distinto, garantindo o suporte de segurança e melhorias por um período de 12 meses. Ao encerrar esse ciclo, uma nova versão será disponibilizada.
Ao ser substituída por uma nova versão estendida, a Mozilla afirma que irá manter atualizações para a versão anterior por 12 semanas, para que os administradores tenham tempo para realizar as alterações necessárias.
Embora essa versão estendida seja desenvolvida em conjunto com a versão liberada para os usuários finais, a ESR terá um número limitado de melhorias, focando apenas em atualizações de segurança.

Olhar Digital: Dia do IPv6: empresas marcam início do uso do protocolo para 6 de junho


Empresas como Facebook, Google, Bing e Yahoo vão dar o pontapé inicial para a mudança de padrão

Internet IPv6
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No dia 6 de junho, grandes empresas da internet como Facebook, Google, Bing e Yahoo! vão dar o pontapé inicial para a mudança de padrão de endereços da web - o IPv4 dará lugar para o IPv6. A mudança foi necessária por não haver mais espaço no IPv4, que possui um limite de 4,3 bilhões de endereços.





Para que a internet pudesse continuar a crescer, foi criado o IPv6, que, de acordo com a BBC, tem tanto espaço que "mesmo se todos os homens, mulheres e crianças da Terra tivessem bilhões de dispositivos cada, com endereços em IPv6, não chegaríamos nem perto do número de endereços disponíveis".


As mudanças serão feitas de forma que não prejudiquem em nada o consumidor. Por isso mesmo, as páginas continuarão a aceitar acessos de ambos os sistemas. Para Jay Parikh, vice-presidente de engenharia de infraestrutura do Facebook, "disponibilizar permanentemente o IPv6 é vital para manter a internet aberta e as pessoas conectadas, para que os números de usuários da internet e de dispositivos continuem a crescer".

Olhar Digital: Redes sociais: qual delas tem o terreno mais fértil para a sua marca aparecer?



Redes sociais: qual delas tem o terreno mais fértil para a sua marca aparecer?

Infográfico mostra a influência de Facebook, Twitter e Google+ nas marcas mais presentes nas redes sociais

Marketing




Já se perguntou que efeito uma rede social pode ter em sua marca? Usar um site de relacionamentos de forma corporativa já deixou de ser novidade bem antes do Facebook se tornar "O" Facebook. As páginas oficiais são só uma versão atualizada dos "perfis reconhecidos" no Twitter ou das comunidades do Orkut. Uma coisa que não muda: se sua empresa quer ter a imagem de bom relacionamento com o público, uma página dedicada ou um Twitter oficial são ótimos lugares para começar.



O problema é que são tantas opções de redes sociais que os mais incautos podem ficar meio perdidos. Pensando nisso, o site Social Bakers elaborou uma pesquisa - registrada nos infográficos abaixo - relacionando o potencial de marca e mídia dentro de três redes sociais: Google+, Facebook e Twitter. Quem se dá melhor? E como foi o crescimento delas nos últimos meses?

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A ideia do Social Bakers foi analisar por dois escopos diferentes: o primeiro leva em conta marcas comerciais, como Coca-Cola, Amazon e afins (colunas à esquerda), enquanto veículos opinativos e imprensa em geral, como Mashable, New York Times e outros ficam na coluna à direita. A análise levou em consideração a quantidade atual de fãs e o crescimento em um período de 30 dias. E, pelo jeito, o Google+ vem despontando como a rede em que as marcas apresentam o maior índice de crescimento. De qualquer forma, ainda é impossível abandonar Facebook e Twitter, por causa do grande número de pessoas presentes nesses ambientes.

Pelas conclusões do site, o Facebook ainda é líder nesse quesito, mas a taxa de crescimento é bem maior no Google Plus. Isso se dá pelo fato da estrutura do Google ser mais direcionada à publicação de fotos e mensagens. Entretanto, o Twitter ainda supera seus rivais quando o assunto é comunicação rápida, o que justifica um aumento mais expressivo de fãs. O Facebook parece contar a seu favor o fato de estar com uma base de usuários crescente (próximo de 1 bilhão).