quinta-feira, 26 de abril de 2012

COMPUTERWORLD: Empresas usam virtualização para ganhar competitividade





Polícia Militar de São Paulo, Reed, Irmãos Fischer, 
Univen e Seade ainda descobriram na virtualização
 o caminho para economizar.

Mobilidade é palavra de ordem na Polícia Militar de São Paulo. Depois da experiência bem-sucedida com a virtualização de servidores, há três anos, eliminando mainframes e servidores RISK, agora parte para a virtualização de desktops (VDI).

Para o coronel Alfredo Deak Júnior, diretor de Tecnologia da PM de São Paulo, a VDI, além de possibilitar a realização de atividades a qualquer lugar e hora, permite aos comandantes executá-las de forma eficiente, mais interativa.

A tecnologia vai ajudar a aprimorar a ação da PM de São Paulo, que recebe 180 mil ligações telefônicas diárias no call center. Elas geram perto de 36 mil despachos ou empenho de patrulhas em campo. Com isso, são mais de 40 milhões de ações policiais registradas por ano nos bancos de dados da PM. “Temos perto de 10 milhões de vistorias de veículos por mês e todas essas informações são armazenadas em nossos bancos de dados”, contabiliza.

Nesse cenário de responsabilidades diárias com a população, a PM necessita sobremaneira de mobilidade. Para isso, entre as 37 mil máquinas que as apoiam, conta com notebooks e tablets, interligados nas viaturas, em tempo real, à essa infraestrutura, com mais de 2 mil links de comunicação de dados. Um ambiente virtualizado capaz de facilitar o acesso a cerca de 2 milhões de fotografias dos 500 mil criminosos do estado de São Paulo.

“Hoje, o usuário para se comunicar com a central tem de habilitar uma VPN, depois autenticar-se na rede e isso demanda muito tempo. Com a VDI, farão uso do IPv6, e os dados dos notebooks serão criptografados de forma automatizada, sem a necessidade de interação ou suporte técnico”, relata Deak, acrescentando que a redução de tempo será radical. “Esse novo mundo vai facilitar muito o trabalho de gestão da TI.”

Segundo o coronel, todos os notebooks dos comandantes serão virtualizados e os equipamentos de atendimento de emergência e críticos do 190 e 193 migrarão para thin clients também virtualizados. 

As tecnologias que protagonizam o ambiente virtualizado são a VDI da Microsoft, para os notebooks, e o Citrix MetaFrame, da Citrix, que suporta o atendimento de emergência dos serviços 190 e 193.

“São 8 mil dispositivos dos comandantes e pretendemos virtualizar 100%. Atualmente, um robô está fazendo a formatação dos notebooks e ele reinstala o Windows e o software de virtualização, faz bloqueio e proteção de portas USB e os conecta à nova estrutura de rede”, diz, acrescentando que essa operação começou em março, inicialmente envolvendo 2 mil notebooks. “A expectativa é finalizar todo o processo até abril.” 

Na avaliação do coronel, é muito importante a interação entre os comandantes, estabelecendo comunicação de maneira segura e ágil. Eles usam os notebooks para planejamento e inteligência policial em reuniões semanais. “Precisam acompanhar, em tempo real, as operações e o andamento das suas atividades operacionais.”

A PM está utilizando várias ferramentas do System Center do Windows, da Microsoft, para que a avaliação dos ativos seja remota. Segundo eles, é para garantir a automação do inventário. E irão mais além. Com VDI, eliminarão os desktops, afirma Deak. “Nessa primeira fase, já eliminamos 4 mil.” 

Alguns comandantes já estão desfrutando da vantagem de ter seus desktops emulados em seus dispositivos móveis. Nas viaturas, são usados tablets que rodam Android, o MXT, da Maxtrack. Os cerca de cem coronéis, integrantes do primeiro escalão da instituição, usam iPad 2 e iPhone 4. Outros tablets atendem a 100% da frota. São nada menos do que 13 mil dispositivos móveis na PM, entre tablets e smartphones. 

Os tablets, que já figuram na PM há cerca de um ano, são usados para ajudar no planejamento, e auxiliam muito o trabalho dos coronéis, que têm menos tempo e necessitam do máximo de mobilidade. “Os comandantes foram os primeiros a contar com virtualização de desktops, utilizamos software no próprio iPad para acessar o Windows remotamente, de maneira virtualizada.” 

Há três anos, quando a PM ingressou na tecnologia com a virtualização de servidores, a experiência, que reduziu significativamente o número de servidores físicos, além do mainframe e RISK, serviu de esteira para que ousem em implementar VDI e se estender para os dispositivos móveis.

Hoje, são cerca de 300 servidores virtualizados em 48 servidores físicos de médio e grande portes, que suportam o atendimento de emergência, gestão administrativa, inteligência policial, entre outros processos.

Deak lista uma série de benefícios que conquistou com a nova arquitetura. Ele diz que agora possuem um ambiente estabilizado. “Nosso trabalho é crítico, porque os atendimentos do 190 e do 193 não podem parar. A padronização e a redução da complexidade aprimoraram a estabilidade da infraestrutura, ganhamos escalabilidade. Hoje, criar servidores virtualizados, expandir e balancear carga de processamento são tarefas bem simples e rápida”, relata.

Reed Exhibitions Alcantara Machado

Em geral, as empresas ingressam na tecnologia virtualizando servidores. Depois de desfrutar das inúmeras vantagens, e, mais experientes, é comum partirem para a virtualização de desktops (VDI). Na Reed Exhibitions Alcantara Machado foi diferente. Desde 2008, por ser uma empresa organizadora de eventos de negócios e consumo em todo o País, dependente de mobilidade para agilizar processos, partiu direto para VDI. A integradora ADD IT foi responsável por ajudar a empresa a ingressar com segurança em virtualização de desktops, uma aplicação ainda bastante tímida na ocasião.

Dessa forma, a organizadora de eventos passou a contar com uma estrutura de comunicação itinerante em todos os eventos, tendo disponíveis informações estratégicas em real time para todo o staff.

Antonio Américo Viana Cabral Júnior, CIO da Reed, afirma que a VDI está no DNA da companhia, desde a joint venture entre a Reed Exhibitions e a Alcantara Machado Feiras de Negócios, que aconteceu em 2007. “Percebemos que a virtualização iria proporcionar a flexibilidade que temos até hoje. Em 2008, já tínhamos 100% dos nossos dsktops virtualizados”, diz. Somente entre 2009 e 2010 é que 50% do parque de servidores foi virtualizado, concluindo o processo em 2011.

Montar e desmontar a infraestrutura de comunicação nos eventos, práticas comuns na empresa que organiza feiras tradicionais como Agrishow e Salão do Automóvel, hoje são tarefas fáceis. São thin clients, da Wyse, virtualizados, capazes de trazer até os usuários seus desktops, em qualquer lugar onde esteja acontecendo o evendo. “É um escritório itinerante. E garante total produtividade do nosso time composto por 30 a 45 pessoas que trabalham na organização”, diz Cabral Júnior.

A tecnologia de virtualização é Citrix e, segundo o CIO, proporciona benefícios como melhor gerenciamento da rede, menor custo operacional, redução drástica dos chamados no help desk e um ótimo ROI (retorno do investimento), em razão de estender a vida útil do hardware a até dez anos, em vez de cinco anos, com máquinas tradicionais.

“No primeiro ano, o investimento é maior. Mas com o passar do tempo, esse custo é diluído em razão dos ganhos como redução do consumo de energia elétrica e de custos com help desk”, garante o executivo.

Para servir ao parque de thin clients, a Reed investiu fortemente na modernização do seu data center. “Precisamos mantê-lo atualizado para que todas as aplicações rodem de maneira eficiente e garanta alta disponibilidade, fundamental no nosso negócio”, diz Cabral Júnior.

A virtualização tornou tão simples o processo de organização dos eventos, em especial o acesso e a troca de informações, que o CIO nem mesmo tem ideia de como seria construir uma estrutura com um ambiente tradicional, com desktops físicos. “Nascemos dessa forma, com uma infraestrutura muito leve, prática e ágil. Tudo em razão da VDI”, finaliza.

Irmãos Fischer 

A indústria metalúrgica catarinense Irmãos Fischer, fabricante de eletrodomésticos, bicicletas e equipamentos para construção civil, também rendeu-se às vantagens da virtualização. A estratégia incluiu a virtualização da infraestrutura de TI com as soluções VMware ESX Standard e VMware View. A decisão foi tomada com base na necessidade de adequar os recursos de TI ao crescimento orgânico, de produção e de demanda por processamento, armazenamento de dados e aplicações robustas.

Marcos Antonio Popper, gerente de TI da Irmãos Fischer, afirma que a virtualização proporcionou redução de gastos de consumo de energia, otimizou o uso do espaço físico, melhorou a infraestrutura e permitiu a capacidade de expandir plataformas de TI.

“Cada servidor ou desktop passou a utilizar os recursos de memória e disco necessários para o processamento das aplicações. Quando não usam os recursos, podem ser compartilhados com outros equipamentos virtuais, situação que não acontecia na estrutura anterior, de máquinas físicas. Sem falar da economia de energia, espaço, centralização e monitoramento de todo ambiente em um só console”, explica o executivo.

Quando a indústria começou a perceber o crescimento de demanda de processamento, reavaliou a infraestrutura de servidores descentralizados. O desenho anterior mantinha dois servidores DL 385 em rack, baseados em plataforma Linux, com banco de dados Oracle; um servidor DL 360, apoiado em OS Windows para o BI; um servidor Proliant ML350 para aplicativos; um Proliant ML350 para base de testes; e um TC2120 servidor WTS.

Ao adotar as soluções VMware ESX Standard e VMware View com o apoio da consultoria da Sercompe Business Technology, a Irmãos Fischer centralizou sua infraestrutura em um só data center configurado com quatro servidores físicos e dez virtuais em lâminas Blade. Antes, havia os sistemas administrativos, de aplicações e de ERP e BI, distribuídos em seis servidores.

A possibilidade de virtualizar os desktops é outra vantagem apontada por Popper, que tem planos de expandir o número de desktops virtuais para 70 em curto período.

Folha.com: Facebook anuncia parceria com empresas de antivírus


COLABORAÇÃO PARA FOLHA

O Facebook anunicou, nesta quarta-feira (25), uma parceria com as empresas de antivírus McAfee, Sophos, Symantec, Microsoft e TrendMicro.

A rede social tem como objetivo aumentar sua "lista negra" de links suspeitos ao somar os bancos de dados das companhias parceiras ao seu próprio.

Facebook deverá oferecer mais segurança
aos seus usuários 

Cada vez que um usuário do Facebook acessar um link da lista, ele será informado sobre os perigos daquela URL.

Em contrapartida, a rede social também lançou o "AV Marketplace", serviço que oferece pacotes gratuitos de antivírus das empresas parceiras por seis meses ou um ano.

Information Week: TI se torna diferencial para empresa logística

TI se torna diferencial para empresa logística


Héctor Fernández, responsável por projetos e sistemas 
logísticos da Exologísticas, afirma que clientes já miram
 tecnologia como diferencial

Melhorar segurança dos dados e reduzir custo de manutenção. Essas eram algumas das premissas da Exologística, empresa com sede na Argentina e representação no Brasil e no Uruguai, quando iniciou o desenho de substituição de um dos seus principais sistemas: o WMS, ou sistema de gerenciamento de armazém.

Por trabalhar com todos os serviços da cadeia de abastecimento (controle, recepção, armazenamento, roteiro de despacho e preparação), Héctor Fernández, responsável por projetos e sistemas logísticos na empresa, sabe que, dentro de um negócio tão complexo, o investimento em TI pode ser um grande diferencial competitivo.

Só para citar alguns números, eles gerenciam 400 mil metros de depósitos de armazenamento e entre os clientes atendidos estão Nike, Phillips, P&G, Pepsico, Unilever e LG Eletronics. Diante de um cenário onde a dependência de uma infraestrutura obsoleta poderia comprometer a qualidade do serviço prestado, em 2008 a Exologística iniciou um processo de escolha do novo fornecedor. Embora a companhia precisasse trocar o WMS e também o TMS, que faz a gestão de transporte, nesta primeira etapa o foco ficou na gestão dos armazéns.

Foram seis meses de trabalho e conversas com diversos provedores, como lembrou Fernández. Ao final, para substituir o WMS S400, ficaram três finalistas: Infor, RedPrairi e Manhatann. Esta última, por custo muito elevado foi eliminada na primeira análise. A RedPrairi cumpria bem vários requisitos, mas a falta de suporte local pesou. Além do suporte local, o fato de o software antigo ser da Computer Associates, adquirida pela Infor, influenciou a compra.

“Iniciamos o processo de migração para o WMS da Infor com duas operações. Nos primeiros meses estava tudo muito complexo. Não tínhamos na empresa e precisávamos de capacitação. Além disso, a versão para instalar ainda não estava totalmente madura e isso veio com o tempo”, relembra o executivo.

Uma das premissas da área de TI da Exologística é manter o software sem personalização, com o intuito de facilitar implantação e atualização e também reduzir o custo. Ele lembra que quando iniciou a migração, a Nike, especificamente, havia ficado preocupado, por ter enfrentado problemas com um operador logístico no Brasil que havia trocado de sistemas. “Tinha muita pressão em cima da gente. Mas tudo correu bem, durou entre seis e nove meses e em 2011 estava rodando. Coincidiu com uma migração global de SAP da Nike.”

Esse temor do cliente é factível. Como explicou Fernández, existe uma camada de integração da plataforma WMS com o ERP do cliente, para que possa haver troca de informações e qualquer problema com essa interface pode prejudicar todo o processo. Ele conta que nas primeiras implantações contou com ajuda da Infor e, depois, optou por montar uma equipe interna mutidisciplinar, com duas pessoas da TI especialistas em Infor, um analista e um líder funcional e uma pessoa de engenharia que ajuda a armar com o responsável pela operação o modelo que descreve como a informação será trabalhada.

O ERP, por enquanto, é o Condor, de um fabricante local, mas como a Exologística é parte de um grupo maior, em breve, migrará para a plataforma SAP. Mas o WMS permanecerá da Infor, até pela facilidade de integração e possuir uma interface intuitiva. Já o TMS, segue sendo da S400, mas a empresa já abriu uma disputa para efetuar a troca. Eles já tiveram conversas com fornecedores, mas boa parte dos sistemas não se adéqua às regras de Brasil e Argentina.

“Custos logísticos é um tema extremamente crítico, a rentabilidade tem reduzido e a TI oferece uma alternativa de redução de custo e, por isso, ferramentas versáteis, que melhoram produtividade e reduzam custos logísticos, são fundamentais. A tecnologia tem sido variável importante”, garante.

COMPUTERWORLD: IBM lança tecnologias para acelerar estratégia de Big Data


DB2 10 e InfoSphere warehouse 10 chegam ao mercado com a promessa de aprimorar processos de negócios e ajudar a lidar com o grande volume de dados.

DA REDAÇÃO


A IBM anunciou duas tecnologias para empresas lidarem com o Big Data, ou grande quantidade de dados: o DB2 10 e o InfoSphere warehouse 10, que prometem ainda acelerar processos de negócios. Segundo a fabricante, o processo de decisão nas organizações será mais ágil a partir da correta extração de conhecimentos dos dados. 

A companhia afirma que as plataformas são baseadas em inovações dos laboratórios da IBM e são capazes de acessar, comprimir e analisar dados continuamente. “Ao longo dos últimos quatro anos, mais de cem clientes, 200 parceiros de negócios e centenas de especialistas dos Laboratórios de Desenvolvimento de Software e da área de Pesquisa da IBM em todo o mundo colaboraram para desenvolver os software”, diz a IBM em comunicado.

Entre os pontos fortes das novidades, assinala a IBM, está a integração de funcionalidades para a análise de dados em tempo real que oferece a possibilidade de extrair conhecimentos de forma mais rápida a partir de dados não estruturados, como informações de redes sociais ou conteúdo de dispositivos móveis.

Além disso, a compressão de dados, prossegue a IBM, acelera o fluxo e melhora o gerenciamento de grandes volumes de informações para serem usados por aplicativos de inteligência analítica. As tecnologias também avaliam automaticamente a frequência de acesso ao dado e o move para uma base de armazenamento mais eficiente.

“Durante os testes, os clientes executaram consultas de arquivos de dados até dez vezes mais rápidas, acelerando o processo de tomada de decisões e liberando espaço de armazenamento em até 90%”, detalha o comunicado da companhia.

Information Week: 20% dos usuários devem trocar email por rede social



Amit Singh, VP mundial do Google, cita movimentos
de comunicação que mudaram o processo do ambiente 
corporativo de 30 anos atrás

Em dois anos, até 2014, 20% dos internautas irão trocar o e-mail por redes sociais para se comunicar. A previsão foi divulgada nesta terça-feira (24/04), durante o primeiro Atmosphere on Touch realizado pelo Google no Brasil, por Amit Singh, vice-presidente mundial da companhia.

“Para nossa geração, isso pode parecer loucura. Mas não podemos nos esquecer das demais. A primeira coisa que meu filho faz quando abre o computador não é checar o e-mail, mas sim olhar sua conta no Facebook”, comentou.

O indiano comentou que, ao deixar seu país de origem para trabalhar nos Estados Unidos, a distância da família era uma preocupação. “Coloco imagens mostrando onde estou no Google+ e compartilho com os meus pais. Todo sábado ou domingo, eles se conectam conosco via Hangouts para ver os netos crescendo”, comentou.

“Tudo se move extremamente rápido. Eric Schmidt, nosso chairman, costuma dizer: todos os dias criamos mais informações do que a humanidade toda o fez até o ano de 2000”, comentou.

O executivo corroborou, em apresentação, o que o mercado já está acostumado a ouvir: a tecnologia será ditada por três pilares: cloud computing, mobilidade e social business. Nuvem é até desnecessário explicar: uma companhia que nasceu com cloud, e cujo conceito massificado de cloud nasceu com ela. No caso da mobilidade, foi relembrado que os smartphones e tablets atuais têm mais poder de processamento do que a última teração de PCs.

E o fenômeno da conexão e colaboração não poderia ser mais lembrado. “Tudo está ficando mais social – como trabalhamos, compartilhamos e nos relacionamos. A característica mais forte do ser humano é compartilhar e se conectar com outros. Colocar as pessoas como centro da informação realmente mudou a vida e a forma de trabalhar”, adicionou.

Neste contexto, há 30 anos o foco do ambiente corporativo era produtividade pessoal, em escritórios físicos, com horário comercial padrão e dispositivos fixos, que ficavam no ambiente e não traziam a capacidade de locomoção ao colaborador. Depois de movimentos de comunicação, que Singh citou com o lançamento de ferramentas como ICQ e Instant Messenger, o processo mudou. “Desde então o consumo de tecnologia decolou e com cloud e mobilidade, surgiram novos princípios: produtividade coletiva, em qualquer lugar, a qualquer hora e por meio de qualquer tipo de dispositivo.

E é então que o social toma lugar do e-mail. Além da substituição de um pelo outro, conforme explicado no primeiro parágrafo, o movimento de cloud computing permitirá que, ainda neste ano, 20% dos negócios ao redor do globo não terão assets de TI. No ano passado, o mercado de smartphones e tablets superou o de PCs e desktops.

“É um ótimo momento para estar vivo. É um ótimo momento para ser consumidor”, disse o executivo, no início da apresentação, ao comentar sobre o momento atual da tecnologia e a integração de produtos e serviços com cloud computing. “As novas tendências tecnológicas melhoram as dinâmicas do consumidor e formam uma web melhor para os negócios”, finalizou.

R7: Computador perde a vez para laptop e tablet, diz pesquisa


No mundo, desktop cai na preferência do consumidor


Odd Anderson/AFP

Laptops e tablets já são os prediletos dos consumidores, aponta uma pesquisa feita pelo Ibope Inteligência, junto com a WIN (Worldwide Independent Network of Market Research). Neste ano, 32% dos consumidores do mundo devem optar por comprar laptop, enquanto 24% se interessam por adquirir um tablet. Apenas 22% dos consumidores estão planejando comprar um desktop.

A marca que lidera na preferência dos consumidores é a Dell, tanto para laptops (18%) quanto para desktops (15%). Em seguida, vêm as marcas Apple (com 16% e 13% respectivamente), HP (13% em ambas categorias), Acer (9% e 16%) e Samsung (7% e 6%).

No Brasil, as marcas Apple e LG são as mais requisitadas pelos consumidores na compra de laptops. Para a compra do tablets, a empresa de Steve Jobs lidera, com 47%.

Em 2011, a venda de laptops tornou-se estável no mundo todo. Já o desktop, perdeu espaço no mercado, com uma queda de 73% para 68% na participação das vendas.

Olhar Digital: ESET descobre novo tipo de golpe direcionado exclusivamente a internautas brasileiros




O phishing se diferencia pelo fato de afetar apenas endereços 
IP que estejam no Brasil, o que reflete uma tendência
 de 'geolocalização' das ameaças 

A ESET, fornecedora de soluções de segurança, acaba de identificar um novo ataque de phishing – golpe eletrônico que tem como objetivo furtar dados pessoais, tais como número de CPF e informações bancárias – direcionado a usuários de um importante banco brasileiro. O golpe, que se propaga por meio de um e-mail com o link malicioso, chamou a atenção dos especialistas da ESET pelo fato de representar uma nova tendência, em que a ameaça virtual é direcionada especificamente a internautas de um determinado país.

Nesse caso específico, os cibercriminosos utilizam uma tecnologia de geolocalização, por meio da qual detectam o endereço IP de origem do usuário e só executam o phishing, por meio de um site com conteúdo fraudulento, em máquinas provenientes do Brasil. Nos demais casos, os internautas recebem uma mensagem de acesso negado.

O objetivo dos criminosos ao atacar apenas usuários brasileiros é otimizar os resultados do golpe, uma vez que só pessoas situadas no Brasil podem ter contas bancárias na instituição afetada e, por consequência, vão entrar no site infectado, que simula a página inicial do banco, escrita em português. Por outro lado, ao não permitir que estrangeiros acessem a página com conteúdo fraudulento, os golpistas reduzem as chances de que o site no qual está ophishing tenha uma sobrecarga de usuários e seja retirado do ar.

Quanto ao funcionamento do golpe, quando o usuário entra na página infectada – que simula o internet banking da instituição financeira – é solicitado que ele insira algumas informações pessoais, como agência, conta e senha. Em seguida, os cibercriminosos solicitam mais duas senhas do usuário. Por fim, a vítima recebe um aviso de que o procedimento foi concluído com sucesso e que, a partir daquele instante, poderá aproveitar os novos recursos de segurança oferecidos pela instituição financeira.

"Os cibercriminosos têm desenvolvido ataques cada vez mais sofisticados. Esse recém-descoberto golpe voltado exclusivamente a usuários brasileiros representa um exemplo dessa tendência", pontua Camillo Di Jorge, country manager da ESET no Brasil. "A única forma de não ser vítima desse tipo de ação é sempre que for informar dados confidenciais, certificar-se de que se trata de uma página confiável. Além disso, o usuário só deve acessar a internet de computadores e dispositivos móveis que tenham um antivírus instalado e atualizado", conclui. 

Folha.com : Em busca de negócios atípicos na internet, investidores apostam no Brasil



A Atomico partiu em nova direção na hora 
de investir no Brasil, e não só em termos geográficos.

No ano passado, Haroldo Korte, sócio dessa empresa de capital de risco, dirigiu 480 km pelo interior paulista para encontrar Paulo Biancalana, um empreendedor local que havia transformado uma loja de autopeças em uma próspera empresa na internet.

Trabalhando num imóvel caindo aos pedaços, ele se tornou o maior vendedor brasileiro do site Mercado Livre e criou a Connect Parts --juntas, as duas coisas lhe rendem um faturamento anual de US$ 10 milhões.

Biancalana inicialmente ficou desconfiado dos investidores estrangeiros. Após meia dúzia de reuniões, a Atomico investiu US$ 7,5 milhões na start-up, que agora também está sendo cortejada por outras firmas de investimentos.

"Todas as condições estavam contra ele", disse Korte. "Então eu disse: temos alguém e alguma coisa especiais aqui."


O cofundador do Skype Niklas Zennström em 2006, ano em que criou a empresa de capital de risco Atomico 

Com o aquecimento da concorrência entre empresas da internet, a Atomico --criada em 2006 por um cofundador do Skype, Niklas Zennstrom-- procura investimentos atípicos.

A firma londrina valoriza empreendedores que tiveram sucesso fora do Vale do Silício, na Califórnia.

Três quartos das empresas da Atomico ficam fora dos EUA, incluindo a 6Wunderkinder, desenvolvedora de aplicativos de Berlim, e a finlandesa Rovio, criadora de "Angry Birds" e de outros games. Ela já investiu na Argentina e no Uruguai.

A Atomico procura start-ups lucrativas e enxutas, que ainda não tenham atraído capital de risco.

"Passamos bastante tempo na China, mas já vimos muitos investidores ocidentais por lá", disse Zennstrom.

Em 2010, a Atomico abriu uma filial em São Paulo e contratou Korte e Carlos Pires, que antes haviam dirigido o Skype no Brasil. Um sócio da Atomico, Geoffrey Prentice, primeiro funcionário do Skype, também se instalou lá.

A Atomico concorre com grandalhões do Vale do Silício, que têm mais dinheiro e histórico de investimentos.

A Atomico captou apenas US$ 165 milhões para o seu segundo fundo global, bem menos do que sua meta de US$ 266 milhões.

Em dezembro, a empresa investiu US$ 3 milhões na paulistana Bebê Store, apostando na forte demanda on-line por produtos para bebês.

"Eu não queria investidor nenhum", disse Leonardo Simão, que criou a Bebê Store em 2009, com a mulher. Ele queria "ter o controle" para manter um crescimento confortável, sem interferências.

Recentemente, a Atomico incentivou Simão a ampliar agressivamente seu negócio, por causa da crescente concorrência. Simão "já havia escutado muitas vezes para ser conservador e não perder dinheiro", disse Prentice.

"Ninguém tinha lhe dado a confiança de que ele podia [assumir o risco]", acrescentou. "É isso que levamos de importante para a mesa."

COMPUTERWORLD: Bancos investiram R$ 18 bilhões em TI em 2011, indica Febraban




Instituição destaca o uso de internet banking, 

que puxou alta de transações bancárias no País
 e ainda o salto de 50% no uso de mobile banking.

No ano passado, as instituições financeiras investiram cerca de 18 bilhões de reais em tecnologia da informação (TI), crescimento de 27% em comparação com 2009, de acordo com dados da pesquisa “O setor bancário em números”, divulgada hoje (25/4) pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Em 2010, as despesas em TI foram de 16.115 bilhões de reais, indica o estudo, número revisado pela entidade que havia divulgado aporte de 22 bilhões de reais.

De acordo com o levantamento, a aquisição de hardware apresentou estabilidade, mas ainda é o principal investimento dos bancos e em 2011 representou 4.572 bilhões de reais do total. Já o investimento em software soma mais de 30% do total. A terceirização de desenvolvimento de software é a modalidade que mais saltou, de um investimento de 2.712 milhões de reais em 2010 para 3.700 milhões de reais no ano passado.

Esse cenário mostra que os bancos estão se preparando para os desafios do futuro que incluem aceleração do uso do mobile banking e do mobile payment, diz Luis Antonio Rodrigues, diretor de Tecnologia da Febraban. “O setor é um dos que mais buscam eficiência operacional por meio de TI, sendo que a maioria dos bancos se dedica à eficiência operacional. Tecnologia da informação será cada vez mais usada para esse fim”, sintetiza.

Rodrigues aponta que o Brasil tem participação relevante nos gastos com TI, à frente de Índia, México e Austrália. Os Estados Unidos lideram por terem direcionado 94.266 bilhões de dólares em 2011 para a aquisição de tecnologias. Instituições financeiras que atuam em território nacional vão aumentar o aporte em tecnologia da informação em cerca de 45% até 2015, acima da média mundial de 18%.

Diante desse quadro, aponta, os bancos brasileiros terão o desafio de planejar o investimento de forma adequada, alinhando-o com a necessidade de buscar eficiência e aprimorar a experiência do consumidor utilizando plataformas integradas de canais e ofertas aos clientes. “Big Data e CRM serão vitais para a exploração dos canais com o objetivo de ampliar a capacidade de processamento e melhorar o relacionamento com os consumidores”, avalia.

Entre os destaques do levantamento está a expansão do mobile banking, impulsionada pela venda de smartphones no País. Segundo o estudo, foram 3,3 bilhões de contas correntes acessadas por meio de mobile banking em 2011, salto de 49% em comparação com o ano anterior. Um dos motivos para a alta, de acordo com a entidade, é o acesso à banda larga, associado ao investimentos em segurança. “Ainda há espaço relevante para mobile banking penetrar no Brasil e atingir mais usuários”, projeta o executivo.

Internet banking também está ganhado mais adeptos, aponta, conquistando o mesmo nível dos países desenvolvidos. Hoje, a modalidade responde por 25% das operações bancárias, uma expansão de 11% de 2010 para 2011. O total de transações bancárias foi de cerca de 66 bilhões no ano passado, sendo 15,7 bilhões a partir do internet banking. Mais uma vez, diz Rodrigues, a tecnologia da informação será vital para maximizar o uso do modelo, dando a liberdade de o cliente escolher a forma que deseja acessar o banco.

“Com base na pesquisa, nos próximos cinco a sete anos acreditamos em maior convergência tecnológica para acelerar a expansão do uso de serviços bancários a partir de dispositivos móveis. Se isso acontecer, mobile banking vai crescer fora da curva e terá a mesma relevância do internet banking”, projeta. 

Para ele, esse quadro vai fazer com o papel do CIO de instituições financeiras mude e seja mais complexo. “Esse profissional terá uma responsabilidade maior em relação ao gerenciamento para entrega de produtos e serviços que atendam as demandas dos clientes”, observa.

A pesquisa indica ainda a evolução do número de ATMs [caixas eletrônicos]. No total são 182 mil unidades, ou 9,1 para cada 10 mil habitantes. “O brasileiro ainda tem o hábito de efetuar saques, mais do que a média mundial”, justifica. Já o número de agências avançou 7%, para 34,2 mil, e o número de contas correntes ativas cresceu 3,8% somando 92 milhões.

PC WORLD: Microsoft Office 15 terá suporte ao padrão ODF 1.2 de documentos abertos


O pacote de escritório "na nuvem" da Microsoft, o Office 365, também terá suporte ao padrão.



A Microsoft demonstrou suporte ao padrão Open Document Format (ODF) 1.2 - o formato de documento nativo do OpenOffice.org 3 e LibreOffice 3 - em uma apresentação da próxima suite de produtividade Office 15, e planeja lançar uma versão beta com o recurso nos próximos meses. A apresentação foi feita durante o Plugfest ODF, realizado em Bruxelas na semana passada.

O Plugfest, ou teste de interoperabilidade, foi organizado pela Sociedade OpenDoc, criada para promover o ODF no momento em que a Microsoft tentava tranformar o formato de documentoproprietário OOXML padrão ISO. O ODF 1.0 já havia sido adotado como um padrão internacional, ISO / IEC 26300, e uma variante do OOXML foi adotado mais tarde como ISO / IEC 29500.

O uso de formatos de documentos abertos padrão é importante para o arquivamento e o intercâmbio de informações. Os documentos legados em formatos proprietários podem se tornar inacessíveis se o software original usado para criá-los não estiver mais disponível. Em contrapartida, é possível continuar a decodificar os documentos salvos em formatos abertos ou padrão, pois qualquer aplicação compatível com os padrões é capaz de fazer o trabalho.

A versão atual do Microsoft Office já pode ler e gravar documentos em formato ODF 1.1, mas o padrão mudou: A The Organization for the Advancement of Structured Information Standards (OASIS) aprovou a versão 1.2 em setembro passado , e além da OpenOffice.org e da LibreOffice, já é suportado pelo Gnumeric, Google Docs, Office Softmaker, EuroOffice, WebODF, Zoho Office, AbiWord e a suite Calligra.

Michiel Leenaars, vice-presidente da OpenDoc Society, saudou a decisão da Microsoft de suportar o ODF 1.2.

A adoção do padrão de documentos abertos permitirá que os clientes da Microsoft possam se comunicar melhor com usuários de outros software de produtividade. O uso do ODF liberta os usários que tradicionalmente estavam ligadas a um ambiente de software, explica Leenaars. "O tempo que só tinhamos um computador em nossa mesa ficou para trás. Nós agora temos tablets, telefones celulares e uma variedade de outros dispositivos para acesso à informação".

A Microsoft planeja lançar uma versão beta pública do Office 15 no segundo trimestre, mas alguns desenvolvedores já estão fazendo testes com uma versão Technical Preview, sob NDA (acordo de não revelação de informações).

No Plugfest, a Microsoft permitiu que os participantes fizessem o upload de documentos no formato ODF 1.2 através de uma interface Web para uma visualização da máquina executando o Office 15, evitando a necessidade de assinatura do NDA. Essa máquina, em seguida, devolveu o documento ODF ou um arquivo PDF para mostrar como o Office poderia imprimi-lo.

Quando a Microsoft lançar o Office 15, ele irá atualizar os clientes Office, Office 365, Exchange e Sharepoint para dispositivos móveis e PCs, ao mesmo tempo .

Olhar Digital: Pesquisa: mídia online é a mais utilizada para a busca de notícias sobre tecnologia





O uso de tablets para acessar notícias aumenta consideravelmente 

A internet continua sendo o meio mais popular entre os executivos seniores na hora de procurar notícias sobre a indústria de tecnologia. É o que mostra a pesquisa anual de 2012 realizada pela Eurocom Worldwide, rede global de relações públicas, em conjunto com o GrupoCASA, sediado em São Paulo. 78% dos entrevistados dizem procurar notícias sobre tecnologia a partir de mídias online, sensivelmente à frente dos 42% que procuram notícias em mídias sociais.

Os jornais impressos ocupam a terceira posição dentre as mídias mais populares para a pesquisa de notícias sobre tecnologia, sendo consultados por 40% dos entrevistados. 37% acessam notícias sobre tecnologia em jornais de alcance nacional. Um terço acessa as notícias através de pesquisas.

"Apesar de a mídia online ser o principal canal de notícias tecnológicas, a mída impressa tem se mantido notavelmente forte", comenta Sandra Sinicco, do GrupoCASA. A pesquisa da Eurocom Worldwide revela que quase 70% dos entrevistados leem algum jornal impresso sobre a indústria de tecnologia ao menos uma vez ao mês, enquanto que 40% o fazem ao menos uma vez por semana.

"O desafio da mídia online, seja sobre tecnologia ou notícias em geral, continua sendo transformar número de acessos em dinheiro", comenta Mads Christensen, diretor-geral da Eurocom Worldwide. "Evidências das nossas agências-membro pelo mundo sugerem que tanto os jornalistas de internet quanto os de mídia impressa estão tendo que trabalhar e produzir mais com menos recursos".

Segundo a pesquisa, 83% dos entrevistados acessam notícias digitais através de notebooks, em contraste aos 27% que usam desktops. 61% acessam as notícias pelo celular e, em relação à pesquisa do ano passado, o número de pessoas que utiliza tablets para ler notícias quase dobrou (de 16% para 30%). É a primeira vez em que os tablets ultrapassam os desktops na pesquisa.

"A melhoria na leitura dos tablets unida ao seu rápido crescimento pode encorajar a assinatura de conteúdos por novos usuários. Porém ainda não é certo que as publicações específicas para os tablets serão mais populares que as da mídia impressa", acrescenta Sandra Sinicco, do GrupoCASA.

A pesquisa sobre a confiança em tecnologias, realizada pela Eurocom Worldwide, foi feita pela internet por agências-membro da Eurocom Worldwide entre janeiro e fevereiro de 2012. No total, houve 318 respostas, sendo que cerca de 80% delas vieram da Europa e 11% do continente americano. 

PC WORLD: Descubra se seus aplicativos do Facebook são seguros



Ferramenta gratuita promete avaliar apps da rede social. 
Resultados não são animadores

Os jogos e aplicativos do Facebook são uma tortura para os usuários cuidadosos há um bom tempo. Violações de privacidade e aplicativos maliciosos são as piores coisas que podem acontecer, e mesmo com a rede social aumentando as exigências de privacidade, algumas pessoas ainda hesitam em entrar nesse mundo.

Uma ferramenta lançada nesta semana pretende acabar com o seu medo de apps do FB, ou ao menos deixá-lo munido de informações sobre quais aplicativos protegem a sua privacidade e quais não.

A Privacyscore, uma empresa que estima o risco de privacidade ao usar um website baseado em como ele lida com seus dados pessoais e de rastreio, apresentou uma aplicação que mede a privacidade de outros apps do site de Mark Zuckerberg e os classifica em uma escala de 0 a 100. Para saber o quão seguro são seus aplicativos, - ou algum que você esteja pensando em usar – basta visitar a página e procurar pelo nome do aplicativo.

Como cada app do FB possui sua própria política de privacidade, é difícil para os usuários se sentirem seguros e entenderem quais deles irão usar suas informações, de acordo com o CRO da PrivacyChoice, Jim Brock. “O Facebook não controla as práticas de privacidade dos aplicativos, então o risco de dividir seus dados pessoais com um deles é todo seu”, disse ele.

Quando você procura por algum deles no campo de busca, o Privacyscore mostra uma contagem geral, assim como uma lista de pontos de dados que contribuíram para essa marca. O aplicativo “Words with Friends”, por exemplo, retornou com 79 pontos – a média de pontuação dos apps do FB foi 78. Quando você clica em “mais detalhes”, é direcionado para uma página com mais informações, explicando sobre como funciona a avaliação.

E como se saíram no teste algumas das maiores desenvolvedoras de aplicativos do Facebook? De acordo com o Privacyscore, a Playdom e seus apps receberam a maior pontuação de todas, com 93 de 100. A Electronic Arts ficou em segunda com 91. A gigante dos jogos Zynga e suas aplicações marcaram 82 pontos, enquanto a K-Factor Media obteve 72.

PC Word: Segundo estudo, tablets dominarão mercado em quatro anos



De acordo com analistas da Forrester, categoria 
alcançará vendas de 375 milhões de unidades em 2016.
 Estimativa é quase o dobro do previsto pela IDC

Os tablets vão se tornar o aparelho principal de computação para a maioria dos usuários nos próximos quatro anos, afirma o analista da consultoria Forrester Research, Frank Gillett. O especialista publicou ontem, 23/4, uma previsão de que 375 milhões de tablets serão vendidos no mundo em 2016. Esse prognóstico é quase duas vezes maior do que o previsto pela consultoria IDC, que afirma que veremos cerca de 200 milhões de tablets vendidos globalmente daqui a quatro anos.

Uma grande diferença no tamanho da previsão de Gillett é o quão central os tablets ficarão em muitos locais, incluindo o ambiente de trabalho, onde esses aparelhos são úteis para compartilhamento e trabalhos em grupo. “Não há barreira de uma tela vertical, nenhum barulho de teclado distraindo e simplesmente parece natural passar um tablet, como uma folha de papel, em comparação a ficar andando em volta de um notebook”, escreve o analista no seu blog. “Os tablets vão se tornar o aparelho principal e preferido de milhões de pessoas no mundo.”

Em 2016, um terço dos 375 milhões de tablets vendidos irão para usuários corporativos, afirma o especialista. Em comparação, as vendas de tablets totalizaram 56 milhões de unidades em 2011, de acordo com a Forrester.

A Forrester também prevê que a base de tablets vendidos alcance 760 milhões de unidades em 2016.

O analista da Forrester define um tablet como sendo um aparelho com capacidades touschreen (tela sensível ao toque), pesando menos de 800g com uma tela de tamanho entre 7 e 14 polegadas, com bateria de duração de oito horas pelo menos e funcionamento constante.

Mesmo com as vendas de tablets crescendo, eles vão apenas “canibalizar parcialmente os PCs”, escreveu Gillet. “Eventualmente, os tablets vão diminuir as vendas de laptops, mas aumentar as de PCs desktop.” Muitos profissionais de comunicação e tecnologia ainda precisarão de PCs convencionais para trabalhos criativos que exigem grande poder de processamento ou uma tela grande.”

Gillett também escreveu um relatório de 17 páginas junto com outros analistas da Forrester que descreveram maneiras pelas quais os tablets e smartphones se encaixarão em uma nova forma de computadores. Chamados de “frames”, esses novos PCs serão essencialmente telas com sensores, poder de processamento e dock wireless para funcionar com aparelhos móveis de todos os tipos.

Os frames ficarão localizados em salas de reunião, cafeterias e mais, prevê a Forrester. Os tablets usados com frames vão substituir os laptops em grande volume, aponta o relatório.

Os tablets se tornarão o aparelho central na computação pessoal porque são fáceis de usar e compartilhar; portáteis; possuem baterias que duram o dia todo; e são flexíveis tanto para consumo de conteúdo quanto para tarefas criativas e produtivas, aponta o relatório da Forrester.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Olhar Digital: Brasil sediará WWW2013, um dos principais eventos mundiais da internet



Virgilio Almeida, presidente do CGi, recebeu chave símbolo do encontro ao final do WWW2012, na França. O Rio de Janeiro foi a cidade escolhida 

Rio de Janeiro será sede do WWW2013, conferência global da web. presidente do CGI já recebeu chave símbolo 

Virgilio Almeida, secretário de Política de Informática doMCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação) e presidente do CGI (Comitê Gestor da Internet) recebeu, na última sexta-feira (20/04), a chave símbolo do WWW, conferência mundial da internet, que acontecerá noBrasil no ano que vem. O evento tem o objetivo de reunir as principais autoridades, cientistas e pesquisadores para discutir e debater a evolução da web, a padronização das tecnologias utilizadas na rede e o impacto dessas tecnologias na sociedade e na cultura.

O Rio de Janeiro foi a cidade escolhida para receber o evento, que acontece desde 1994. Esta será a primeira vez que o WWW chega ao hemisfério sul e à América Latina. 


Virgilio recebeu a chave símbolo no término da WWW2012, que ocorreu em Lyon, na França. Para mais informações, acesse o site da WWW, ou daWWW2013. Veja também o vídeo oficial da conferência de 2013:

TI INSIDE Online - Especialistas alertam para ataques a sistemas durante grandes eventos


Representantes de forças de segurança e inteligência federais afirmaram nesta terça-feira, 24, que ataques envolvendo tecnologia devem ser uma das maiores preocupações na segurança dos grandes eventos que ocorrerão no Brasil nesta década, como a Conferência Rio+20, a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Eles participaram de audiência pública para discutir as questões de segurança e defesa em relação a estes grandes eventos. A reunião está sendo realizada no âmbito da Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência do Congresso Nacional e das comissões de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara e do Senado.

Segundo o subchefe de operações da Chefia de Preparo e Emprego do Ministério da Defesa, major-brigadeiro do ar Gerson Nogueira, apesar da preocupação da sociedade ser maior com atentados terroristas, outros perigos não podem ser descartados. “Um hacker entra no site da Gol, da TAM, da American Airlines e acaba com um grande evento”, afirmou. “Estamos trabalhando para combater esse tipo de crime que vai gerar um caos muito maior do que matar pessoas”, comparou ainda Nogueira. Segundo ele, mesmo um centro de controle pode ficar inútil se tiver seus sistemas de comunicação atacados.

O diretor do Departamento de Integração do Sistema Brasileiro de Inteligência da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Carlos Ataíde Trindade, afirmou que a Conferência Rio+20, sobre desenvolvimento sustentável, será um desafio por causa das “proporções gigantescas e grandes inovações tecnológicas”. Segundo Ataíde, as ações de inteligência serão feitas a partir do padrão implementado nos Jogos Pan-Americanos que ocorreram no Rio de Janeiro em 2007. À época, foi usado um centro de inteligência integrado. “O Pan foi uma grande escola porque mostrou a necessidade imperiosa dos vários órgãos de segurança e inteligência trabalharem juntos”, afirmou.

Prevenção ao terrorismo

O consultor legislativo do Senado Joanisval Brito Gonçalves questionou a preparação das forças de segurança para combater possíveis atos terroristas. Segundo Gonçalves, organizações terroristas poderiam usar os grandes eventos no Brasil para dar mais visibilidade a suas causas. Ele foi um dos debatedores da audiência pública. “A imagem que fica de Munique é de um evento que deveria ser marcado pela alegria e foi de terror e incapacidade das autoridades públicas”, disse, ao lembrar as Olimpíadas na cidade alemã em 1972, em que 11 atletas israelenses foram mortos.

Os deputados Alfredo Sirkis (PV-RJ) e Jaqueline Roriz (PMN-DF) também demonstraram preocupação com possíveis atividades terroristas. Os representantes dos órgãos de segurança pública responderam que o governo está atento a possíveis atentados terroristas e que a segurança dos eventos será garantida.
Os participantes também ressaltaram a importância do legado que os grandes eventos deixarão para a segurança pública brasileira.

Na opinião do assessor de Relações Institucionais para Grandes Eventos do Ministério da Justiça, José Monteiro Neto, a estrutura de segurança pública montada deve ser deixada como um legado para o País no futuro. “Não pensar nas estruturas de inteligência adquiridas é desperdiçar o dinheiro público”, afirmou.

Gerson Nogueira concordou com Monteiro Neto e disse que, além da infraestrutura física, a capacitação dos servidores dos diversos órgãos de segurança e inteligência para os grandes eventos serão revertidos em benefício da população.

Política nacional

Para a presidente da Comissão Mista de Inteligência e da Comissão de Relações Exteriores, deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC), ainda há uma sobreposição de funções na área de inteligência e falta uma política nacional para o setor. “Temos uma debilidade na discussão de uma política nacional de inteligência que, na minha opinião, não existe”, afirmou.

Atualmente, o Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin), composto por 26 órgãos de 13 ministérios, é responsável pela gestão da inteligência do País e fica sob a coordenação da Abin.

A parlamentar afirmou ainda que a Jornada Mundial da Juventude, que acontece em julho de 2013, deve ser objeto de uma preocupação maior das autoridades, pois deve ser o evento com o maior número de participantes e é o menos abordado pela imprensa. A estimativa, segundo as autoridades de segurança presentes na audiência, é que o encontro conte com 3,5 milhões de participantes.As informações são da Agência Câmara.