quarta-feira, 13 de junho de 2012

Olhar Digital: Novos registros de domínio marcam grande mudança na web


ICANN divulgará amanhã novas extensões de domínio em ação que vai mudar a forma como acessamos sites na internet 


A ICANN vai divulgar amanhã novas extensões de domínio de internet em uma ação que vai mudar a web de diversas maneiras.

As mudanças não vão ser restritas à forma de acessar a web, que ganhará, por exemplo, endereços "usuário.youtube" para entrar em uma conta no serviço de vídeos, mas também vai criar uma corrida pode novos domínios.

O Google, por exemplo, pediu diversos endereços. Parte deles tem relação com seus produtos - como o .Google, ou o .docs. Outros, no entanto, são vistos como oportunidades futuras para a empresa - como o .lol.

Mas não são só empresas que querem os novos endereços. Para algumas pessoas, a corrida por domínios é uma boa oportunidade de ganhar dinheiro.

Frank Schilling não é representante de nenhuma empresa, mas pode ganhar muito dinheiro com a mudança, segundo a CNET. Ele já é milionário e criou a sua fortuna comprando domínios que poderiam interessar a companhias um dia, e segurou os endereços até alguém comprar. Ao todo, ele é o dono de mais de 320 mil domínios apenas com esse objetivo - vendê-los para outras empresas.

Ele investiu US$ 60 milhões do seu próprio dinheiro para fazer pedido de novos domínios também com esse objetivo - ao todo, ele quer 54 novos endereços.

O anúncio da ICANN de amanhã marcará uma das maiores mudanças da história da web desde o meio dos anos 1990, quando empresas passaram a comprar os domínios .com para divulgar as suas marcas. Agora, a internet será diferente. 

Folha.com: Reino Unido reabre a investigação sobre Google Street View

Reino Unido reabre a investigação sobre Google Street View 

O órgão regulador de informação britânico reabriu a investigação sobre o Google Street View, dizendo na terça (12) que um questionamento feito por autoridades nos EUA trouxe à tona novas dúvidas sobre o programa.
DA ASSOCIATED PRESS, EM LONDRES

Carro do Google Street View passa em frente
 ao Masp (Museu de Arte de São Paulo),
na avenida Paulista 

Steve Eckersley, chefe do ICO (Information Comissioner's Office), disse que o Google tem respostas a dar sobre o Street View, projeto que envia veículos dotados de câmeras para criar mapas tridimensionais das ruas, rodovias e passeios de todo o mundo.

Mas os veículos não estavam apenas tirando fotos: eles também estavam espiando senhas, endereços web, e-mails e outras informações pessoais transmitidas por meio de redes Wi-Fi desprotegidas.

Houve protestos dos dois lados do Atlântico quando a obtenção irregular de informação foi revelada, no começo de 2012, e o ICO foi um dos diversos órgãos de governos europeus que investigaram o Street View pós-escândalo.

Mas em novembro daquele ano, o ICO emitiu apenas uma advertência ao Google e disse que a companhia não seria penalizada caso não voltasse a infringir a lei de proteção de informação britânica.

À época, Google insistiu que tudo fora um acidente.

OPS, ROUBEI SUAS INFORMAÇÕES

"Não queríamos estas informações e nunca as utilizamos em nossos produtos e serviços, além de termos deletado todas elas tão rápido quanto foi possível", afirmou a empresa americana em nota oficial.

Paul Sakuma/AP 
Bicicleta do Street View nos EUA 

Evidências divulgadas pelo órgão regulador americano FCC (Federal Communications Comission) tornaram flácida a alegação do Google de "ops, roubei suas informações".

Em um relatório de 13 de abril, o FCC divulgou que a coleta de dados feita pelo Street View era uma decisão de um engenheiro do Google, e que seus colegas haviam sido informados da atividade.

Também foi relatado que investigações na França, no Canadá e na Holanda mostravam que o Google havia interceptado dados como mensagens de e-mail completas, registros de mensageiros instantâneos (como MSN ou Gtalk), áudio, vídeo e até dados de sites de encontro ou pornográficos.

Em uma carta enviada ao executivo do Google Alan Eustace, datada desta segunda (11), Eckersley disse que o relatório do FCC contradizia frontalmente o que dissera a empresa ao órgão à época da investigação.

"O Google nos disse que tudo não passava de um engano", diz a carta. "Se as informações foram coletadas deliberadamente, então essa informação diverge do que nos foi dito em abril de 2010."

Eckersley disse que o ICO está reabrindo sua investigação, demandando cópias do design do software originalmente desenvolvido pelo Google para o Street View e requerendo uma "explicação substancial" do porquê de o Google não ter provido mais informações anteriormente.

"Agradeceria se me fosse enviada uma resposta imediata", prossegue a carta.

O Google respondeu por meio de uma nota enviada a jornalistas. "Sentimo-nos felizes em responder as questões do ICO", adicionando que a companhia "sequer olhou" para a informação coletada.

Olhar Digital: O que faz um tweet de notícia ser popula


Estudo da UCLA em parceria com a Hewlett-Packard descobre o algoritmo do tweet perfeito 


Um estudo realizado pela UCLA em parceria com a Hewlett-Packard descobriu o algoritmo do tweet de notícias perfeito - ou ao menos aquele que mais dá retorno. A pesquisa analisou critérios como a fonte da notícia, a categoria em que ela se encaixa, se a linguagem era objetiva ou emocional, e se os tweets mostravam celebridades ou marcas notáveis.

Ao contrário de estudos anteriores, que focavam na trajetória de um tweet durante sua vida útil, a pesquisa atual avalia quais características prejudicam ou ajudam o tweet a se tornar viral. Foram analisados mais de 40 mil tweets de notícias, coletados através do aplicativo Feedzilla em nove dias de agosto de 2011.

Segundo a estimativa, o tweet mais 'retwitável' envolve o perfil de uma grande marca de mídia, tem linguagem sóbria em vez de exagerada ou engraçadinha, envolve uma personalidade ou grande marca e é preferencialmente da área de tecnologia (seguida pelos nichos de 'saúde' e 'diversão'). Não que todas essas características tenham que estar envolvidas para um tweet se tornar popular, mas cada uma delas faz a mensagem ganhar alguns pontos com o público.

Agora o grupo de pesquisadores está focado no desenvolvimento de uma ferramenta que possa ajudar os usuários do Twitter, em especial as marcas que estão por lá, na criação de mensagem mais efetivas. Segundo os pesquisadores, seria possível criar um tweet com 84% de chances de se tornar viral. Para ler mais sobre os planos do grupo e o estudo completo,clique aqui.

TI INSIDE Online: Apple faz acordo com Tom Tom e desiste de usar Google Maps no iPhone


Discretamente, entre os vários lançamentos feitos durante a Worldwide Developers Conference (WWDC), sua conferência anual para desenvolvedores, que aconteceu na cidade de São Francisco, na Califórnia, na segunda-feira, 11, a Apple divulgou um acordo com a holandesa Tom Tom para o fornecimento de mapas para o iPhone, o que representa, na prática, a desistência de usar o Google Maps. O anúncio, feito horas depois do keynote de abertura do evento, passou despercebido diante da apresentação dos novos MacBook e atualizações dos sistemas operacionais da fabricante.
Os mapas da TomTom estarão disponíveis na próxima atualização do iOS para smartphones. A nota de duas linhas, publicada no site da TomTom, não dá nenhum tipo de detalhe de como será o serviço. O certo é que a medida foi interpretada por analistas como uma decisão clara da Apple de se desvincular do Google, principal rival no mercado de de sistemas operacionais para smartphones com o Android.
A TomTom atualmente fornece mapas para o Google, mas o contrato, assinado há quatro anos, está em vias de expirar. Um dos trabalhos atuais do gigante das buscas é a construção de sua base própria de mapas, o que dá a entender que muito provavelmente a parceria com a TomTom não será mantida, de acordo com o The Wall Street Journal. Uma alternativa, a Navteq, está fora de cogitação, já que foi adquirida pela Nokia há quatro anos, por US$ 8,1 bilhões.
A TomTom já possui aplicativos para iPhone e iPad ao preço de 40 a 80 euros, dependendo do país a ser coberto. Com 29 euros adicionais, a companhia fornece serviços de trânsito em tempo real. Além disso, é a fornecedora de mapas e conteúdos relacionados para fabricantes como a Research In Motion (RIM), HTC e Samsung.
De acordo com um porta-voz da Tom Tom ouvido pelo jornal, a negociação com a Apple levou um ano para se concretizar. Segundo ele, o pacto não afetará os contratos anteriores com outras companhias do segmento de smartphones. Ele definiu como “contribuição significativa” o montante pago pela Apple em relação às vendas e lucro da empresa.
A Tom Tom iniciou suas atividades em 2004, produzindo dispositivos de navegação via satélite para automóveis, mas esse mercado enfraqueceu na Europa em meados de 2008 e um ano depois, nos Estados Unidos. Desde então, a receita da empresa vem caindo constantemente, passando de 1,67 bilhão de euros, em 2008, para 1,27 bilhão no ano passado. No último trimestre, de acordo com a empresa, foram vendidos 2 milhões de dispositivos desse tipo na Europa em comparação com 2,4 milhões no mesmo período de 2011. Nos EUA, o resultado foi ainda mais desanimador recuando de 2,12 milhões para 1,4 milhão, na mesma base de comparação. A hipótese é que os consumidores trocam GPS por funções equivalentes em seus smartphones.
As ações da TomTom abriram em alta de 14% na bolsa de Amsterdã nesta terça-feira, 12, reflexo da parceria com a Apple. Os papéis perderam cerca de um terço de seu valor nas últimas 52 semanas. 

INFO: Sky leva frequência de banda larga em 12 áreas



São Paulo - Encerrada a primeira rodada de leilão de lotes regionais do 4G, a Sky levou a frequência para internet banda larga - sem voz - em 12 áreas de registro, enquanto a Sunrise venceu a disputa em duas áreas de prestação.

Dos 66 primeiros lotes regionais de 2,5 gigahertz (GHz) licitados e que não poderiam ser disputados pelas operadoras de telefonia que já compraram pela manhã os lotes nacionais de 4G, apenas 14 foram disputadas por Sky e Sunrise, sendo que a companhia do megainvestidor George Soros apresentou proposta para apenas três deles.

A Sky conquistou frequências de 4G em parte dos municípios do Estado de São Paulo com DDDs 11 (exceto capital), 14 e 15. Além disso, a empresa levou partes dos municípios do Rio de Janeiro com DDDs 21 e 22, 24, cidades de Santa Catarina com DDD 47, Rio Grande do Sul com DDD 51, Paraná com DDD 41, Distrito Federal e Entorno com DDD 61, Bahia com DDD 71 e Amapá com DDD 96. O total pago pela Sky por esses 12 lotes foi R$ 90,576 milhões, com ágio médio de 19,87%.

Já a Sunrise conquistou as faixas para internet 4G em parte dos municípios de São Paulo com DDDs 12 e 19. O total desembolsado pela companhia de George Soros nesses dois lotes foi R$ 19,094 milhões, com ágio médio de 43,15%.

IDG Now!: Usuários do Megaupload terão de pagar caso queiram reaver dados

Usuários do Megaupload terão de pagar caso queiram reaver dados


Governo dos Estados Unidos diz que não possui arquivos, e não se opõe caso usuários queiram recuperar suas perdas
Jeremy Kirk, IDG News Service


Promotores federais dos Estados Unidos estão de acordo em usuários do Megaupload recuperem seus dados. Desde que eles paguem por isso.

A posição do governo foi explicada em uma ação judicial que aconteceu na sexta-feira (8/6), considerando um dos muitos lados interessantes da questão que surgiu a partir do encerramento das atividades do Megaupload, um dos sites mais utilizados para compartilhamento de dados.

Os promotores estão respondendo a uma proposta apresentada pela Electronic Frontier Foundation, no fim do mês de março, em nome de Kyle Goodwin, repórter esportivo de Ohio que utilizava o Megaupload legalmente para armazenamento de vídeos.

Goodwin tinha o disco rígido quebrado, por isso armazenava seus arquivos no Megaupload, como um backup. Mas ele perdeu o acesso ao site quando este foi fechado em 19 de janeiro por infringir a lei de direitos autorais.

Existe uma lei nos Estados Unidos que permite a terceiros reclamarem caso tenham interesse em propriedades confiscadas. O problema é que o governo argumenta que apenas copiou parte dos dados que o Megaupload e que os servidores físicos nunca foram realmente apreendidos. Os 1103 servidores do Megaupload - os quais armazenam mais de 28 petabytes de dados - ainda estariam sob o poder da Carpathia Hosting, fornecedora de serviços de hospedagem.

"O acesso não é a questão - se fosse, o Sr. Goodwin poderia simplesmente contratar um especialista forense para reaver o que ele afirma ser de sua propriedade e reembolsar a Carpathia pelos serviços associados", dizem os promotores. "A questão é que o processo de identificação, cópia e retorno de dados ao Sr. Goodwin será demasiadamente caro, e o Sr. Goodwin quer que o governo, ou o Megaupload ou a Carpathia, ou qualquer outra pessoa que não ele, para assumir os gastos."

O governo também sugere que se o Megaupload ou a Carpathia violaram um termo de serviço no contrato, Goodwin pode "processar o Megaupload ou a Carpathia para recuperar sua perda".

A questão sobre o que fazer com os dados armazenados no Megaupload está circulando faz um bom tempo. Carpathia afirma que custa 9 mil dólares, por dia, para mantê-los. Os bens do Megaupload estão congeladas, por isso pediu ao tribunal para que o Departamento de Justiça pague para que os dados sejam preservados, os quais podem ser necessários para a sua defesa. Até agora, a questão continua sem solução.
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TI INSIDE Online: Pela primeira vez, FTC multa empresa por uso de dados de usuários de redes sociais


A Comissão de Comércio Federal dos Estados Unidos (FTC, na sigla em inglês) aplicou multa à Spokeo pela utilização de dados pessoais coletados em redes sociais. Ela atua justamente na coleta de e venda de dados para empresas que divulgam o perfil de candidatos a vagas de trabalho. A companhia foi autuada em US$ 800 mil. Esta é a primeira vez que a FTC autua uma empresa pelo uso de dados pessoais, sem autorização.
A Spokeo concordou com o pagamento, mas não assumiu a veracidade das acusações feitas pelo órgão. As autoridades entenderam que houve violação da lei Fair Credit Reporting, por transformar em marketing perfis de consumidores, sem deixar claro o propósito de seu uso, além de falhar em assegurar a precisão dos fatos e negligenciar ao prestar contas sobre sua responsabilidade legal nos Estados Unidos. Entre 2008 e 2010, a Spokeo “vendeu perfis coerentes de pessoas” que incluiam endereço, número de telefone, estado civil, idade, hobbies, etnia, religião, participação em mídias sociais, fotos e outras informações, alega a FTC.
Na condenação também foram citados comentários falsos e recomendações forjadas em sites de tecnologia e blogs sobre o assunto, redigidos e promovidos pelos próprios funcionários da empresa, segundo o New York Times. Eles falavam como se fossem usuários satisfeitos da ferramenta oferecida pela empresa.
Em nota publicada no blog oficial, a Spokeo informou algumas mudanças nas políticas internas para atender às recomendações da FTC. “Somos uma empresa de tecnologia que organiza dados pessoais disponibilizados de maneira inovadora. Não criamos nosso próprio conteúdo, não possuímos ou temos acesso a informações privadas financeiras e não oferecemos relatórios sobre os usuários”, diz o comunicado. 

terça-feira, 12 de junho de 2012

E-Gov: 11º Prêmio Excelência em Governo Eletrônico



G1 : Redes de TV dos EUA indicarão classificação etária na internet



Restrição será exibida nas programações dos sites das empresas.
Diretrizes não funcionam em serviços como o Netflix e o Hulu.

As principais redes de TV dos Estados Unidos anunciaram nesta segunda-feira (11) que indicarão a classificação etária dos seus programas transmitidos pela internet.

ABC, CBS, Fox, NBC, TeleFutura, Telemundo e Univision emitiram uma declaração conjunta intitulada "Dando Poder aos Pais na Era Digital", assumindo o compromisso de indicar a classificação para programas que sejam exibidos na íntegra em seus sites a partir de 1o de dezembro.

Cada rede escolherá o formato, mas a indicação deve aparecer no começo dos programas e nas grades de programação dos sites.

As redes hoje incluem voluntariamente indicações sobre a presença de conteúdo sexual, violência ou palavrões nos programas, classificando-os para todos os públicos ou para maiores de 14 ou 17 anos.

Mas essas diretrizes não estão disponíveis para os programas exibidos nos sites das redes e em portais como Netflix e Hulu, cada vez mais usados por adolescentes.

A Comissão de Monitoramento das Diretrizes Parentais na TV divulgou em abril uma pesquisa mostrando que 61% dos adolescentes norte-americanos veem programas em laptops, consoles de games ou outros aparelhos que não sejam televisores comuns.

Segundo essa pesquisa, 72% dos pais adotam regras para o uso da TV, e 36% usam um chip ou outro dispositivo de controle para bloquear programas considerados inadequados.

IDG Now!: Google é acusado de manipular resultados de buscas por dinheiro


































CEO da Nextag, Jeffrey Kats, acusa a gigante de estar 
selecionando seus resultados em função de anúncios pagos



O Google está se defendendo de forma agressiva contra as acusações de que ele manipularia seus resultados de pesquisas baseados em seus anúncios pagos, e está encorajando usuários a procurar outros serviços, caso não gostem do que a gigante está fazendo.

Jeffrey Katz, CEO do site de comparação de compras Nextag, criticou a Google e suas práticas em um artigo publicado no Wall Street Journal, na semana passada. Katz escreveu que seu site de comparação de compras analisa o tráfego de pesquisas que recebe do Google e, por conta disso, ele pode dizer que "quando o Google modifica seus algoritmos pune efetivamente seus concorrentes", incluindo a Nextag.

"Nossos dados, os quais compartilhamos com o Comitê Judiciário do Senado em 21 de setembro de 2011, mostram sem sombra de dúvidas que o Google fez tais modificações. E, como resultado, passou de um site de busca para um de comércio - site esse cujo algoritmo de busca favorece produtos e serviços do Google e de empresas que são capazes de gastar mais com propagandas", escreveu Katz.

Mas a Google foi bem rápida em se defender. O vice-presidente sênior de engenharia da empresa, Amit Singhal, disse que os resultados da busca deles não são influenciados por pagamentos e que os seus "anúncios e experiências comerciais são claramente identificados e distintos dos resultados não pagos, e que recentemente anunciou novas melhorias para a rotulagem dos resultados comerciais."

O Google anunciou essas "melhorias" para 31 de maio e disse que, ao final do ano, sua busca para produtos estará limitada a anúncios pagos e terá um espaço reservado no chamado Google Shopping. A companhia disse que os resultados para compras serão melhor conduzidos dessa maneira porque "tendo contato comercial com as marcas, isso irá encorajá-las a manterem seus produtos sempre novos e atualizados."

Katz não é o único que vê problemas em como a Google está conduzindo seus serviços atualmente. "Inclusões pagas são um dos pecados originais que a Google listou como parte da filosofia "não seja mal". Mas, nos dias de hoje, parece que a companhia está bem confortável com as inclusões pagas, aumentando potenciais preocupações para editores e pesquisadores", escreveu Danny Sullivan, da Marketing Land.

Em resposta à acusação de Katz, Singhal afirmou que a Google faz mais de 500 modificações em seus algoritmos de busca por ano, visando ajudar os usuários, não os sites. "Nossos algoritmos são sempre projetados para dar aos usuários os resultados mais relevantes - e, algumas vezes, os melhores resultados não são sites e sim, um mapa ou previsões do tempo, um fato, uma resposta rápida ou uma imagem especializada, compras, voos ou um filme. E não é somente o Google. Bing, Yahoo e outros buscadores fazem o mesmo", escreveu.

O mais interessante, no entanto, foi o conselho que Singhal deu a qualquer um que não gostar dos resultados que site apresenta: eles podem ir em frente e procurar outro serviço. Ele, inclusive, compartilhou links diretos para o Bing, Yahoo, DuckDuckGo e Google Minus Google.

G1 :Novo aplicativo permite compartilhar acesso móvel à internet

Open Garden forma rede de transmissão de acesso entre usuários.
Serviço permite pegar 'carona' na conexão de outro usuário.
Da Reuters


Telas do Open Garden 

Em busca de acesso à internet em sua viagem? Um novo aplicativo para celulares inteligentes permite compartilhar acesso móvel à web gratuitamente com outras pessoas próximas que possuem o mesmo programa.

O aplicativo Open Garden (veja o site do programa) forma uma rede que permite que todas as pessoas conectadas transmitam acesso umas às outras.

"Todo celular inteligente é tanto um computador quanto um roteador, e por isso imaginamos que tivesse chegado a hora de interconectar todos esses aparelhos para tornar mais presente o acesso geral", disse Micha Benoliel, co-fundador e presidente-executivo da Open Garden, em San Francisco.

"Enquanto os aparelhos estiverem próximos, eles se reconhecem automaticamente, e se um dos integrantes da rede conta com acesso à internet, os demais podem se beneficiar disso", disse Benoliel.

Se um usuário de celular inteligente equipado com o Open Garden estiver em um café ou hotel e não tiver acesso a uma rede WiFi, poderá pegar carona na conexão de outra pessoa.

Benoliel disse que a função poderia ser especialmente útil para viajantes interessados em evitar os preços salgados de roaming.

"Você pode estar viajando, chegar a um aeroporto e, em lugar de pagar tarufas caras de roaming, se conectar a alguém no aeroporto que tenha o Open Garden", ele disse.

Se a rede não contar com uma conexão direta à Internet, o app acessa a web por meio de conexões com outros aparelhos, como laptops ou celulares. Caso a pessoa cuja conexão estiver sendo compartilhada deixe a rede, o aplicativo se conecta automaticamente à melhor conexão disponível que tenha restado

O programa está disponível para Android, Windows e Mac, e só funciona caso os usuários o baixem para formar conexões pessoa a pessoa.

Benoliel diz que ele pode ser usado também para conectar diferentes aparelho, por exemplo um iPhone e tablets, gratuitamente.

A empresa está trabalhando em controles que ajudariam um usuário a limitar o uso de suas conexões de Internet e dados e que volume de dados alocariam ao aplicativo.

Em futuras versões, a empresa diz que os usuários poderão se conectar a redes sociais para definir quem poderá compartilhar sua rede.

Apesar das críticas de operadoras de telefonia móvel preocupadas com a perda de receita, Benoliel diz que o aplicativo poderia beneficiá-las ao ajudar a descongestionar redes 3G e 4G sobrecarregadas, transferindo parte do acesso a redes WiFi.

Olhar Digital: Leilão do 4G acontece nesta terça, às 10 horas



Vivo, TIM, Oi, Claro, Sky e Sunrise disputarão lotes 
da internet móvel de alta velocidade 

Às 10 horas desta terça-feira, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) dará início à venda dos lotes da internet móvel de alta velocidade, ou 4G. Os lotes serão disponibilizados em um leilão do qual participarão seis operadoras - Vivo, TIM, Oi, Claro, Sky e Sunrise. Amanhã, o governo descobrirá quantos dos 273 lotes de frequências caberão a cada empresa, quando serão abertos os envelopes com as propostas financeiras de cada uma delas. Se elas forem vendidas pelo preço mínimo, pelo menos R$ 3,8 bilhões devem ser arrecadados. Vencerá quem oferecer o menor preço para o usuário final.

Em 2011, existiam cerca de 6 bilhões de usuários de telefonia celular no mundo, mas somente 7,4 milhões já eram atendidos pela telefonia celular de quarta geração (4G). A principal razão é o preço para o usuário final, ainda bastante caro mesmo nos países que já contam com a rede há mais tempo. As operadoras alegam que os preços elevados se dão por causa do investimento necessário em infraestrutura, que seria cerca de quatro vezes maior do que na rede 3G. Os vencedores do leilão no Brasil terão que arcar com R$ 16 bilhões apenas em garantias do cumprimento das obras.

O que muda: Com a mudança do padrão de velocidade na rede móvel, mudam também os hábitos dos consumidores – serviços de videoconferência ou de entretenimento em vídeo devem ganhar muitos acessos, já que não serão mais prejudicados pela sofrível conexão 3G brasileira.

A mudança de 3G para 4G também deverá motivar os usuários a trocarem de celulares, já que os smartphones vendidos por aqui não estão adaptados à nova conexão. As frequências de 4G leiloadas operam na faixa de 2,5 GHz e são destinadas à tecnologia Long Term Evolution, conhecida como LTE, uma espécie de banda larga móvel com velocidade de até 100 Mbps.

Além das frequências de 4G, a Anatel oferecerá também faixas de 450 MHz para o fortalecimento do serviço móvel rural.

Prazos: A expansão do 4G se dá de forma razoavelmente atrasada no Brasil, pois já há tempos a conexão já está disponível nas operadoras dos Estados Unidos, Europa e Ásia. Meio que às pressas, o leilão do 4G se destina principalmente à modernização da estrutura de internet do Brasil às vésperas de grandes eventos, como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.

De acordo com o edital lançado pelo governo federal, todos os municípios com mais de 100 mil habitantes deverão ter cobertura 4G até 31 de dezembro de 2016. As cidades sedes da Copa das Confederações deverão estar cobertas por 4G até 30 de abril de 2013, enquanto as sedes e subsedes da Copa do Mundo terão o serviço até 31 de dezembro de 2013.

Até 31 de dezembro de 2015, as áreas rurais até 30 km da sede de todos os municípios brasileiros terão cobertura na faixa de 450 MHz, com serviços de voz e dados. A licitação prevê o preço de R$ 0,31 para minuto pré-pago e de R$ 30,60 para franquia mensal de 100 minutos no pós-pago. A franquia mensal de dados será de R$ 32,59 por velocidade de 256 Kbps.

PC WORLD: Microsoft posiciona Windows Server 2012 e Azure como “Cloud OS” para datacenters




Softwares permitem que equipes de TI iniciem “a era do sistema operacional na nuvem” em suas organizações

A Microsoft abriu a edição norte-americana de sua conferência TechEd com uma palestra que cobriu vários tópicos e teve poucas grandes novidades, mas se esforçou para posicionar o Windows Server 2012, Windows Azure e outros produtos para servidores como componentes chave do que a empresa está chamando de “a era do Cloud OS”.

Empresas precisam de ferramentas para servidores e sistemas operacionais em seus data centers que possam atender e suportar uma ampla variedade de aparelhos conectados à internet e aplicativos web sempre em atividade, disse Satya Nadella, presidente da divisão de servidores e ferramentas na Microsoft.

Estes novos requisitos oferecem às organizações e seus departamentos de TI “uma enorme oportunidade para se reinventar”, disse Nadella, que liderou a apresentação de 90 minutos e foi auxiliado por vários funcionários da Microsoft que demonstraram o Windows Server, Azure, SQL Server 2012 e outros produtos.

Como versões anteriores do Windows para servidores, o Server 2012 ainda desempenha as tarefas básicas de gerenciar o hardware e fornecer uma plataforma para os aplicativos, mas agora a escala mudou para as proporções de um data center, disse o executivo. Os aplicativos ficam na nuvem e precisam estar disponíveis em uma variedade de dispositivos, levando em conta a identidade do usuário e oferecendo recursos sociais, completou. O Windows Server 2012 ainda está em versão beta, sob testes.

O Windows Server 2012 e o Windows Azure - a plataforma para hospedagem e desenvolvimento de aplicativos “na nuvem” da Microsoft - foram projetados com estes requisitos em mente, “para que você possa iniciar a era do sistema operacional “na nuvem” em sua própria organização”, disse ele.

A Microsoft também anunciou uma nova versão da ferramenta de gerenciamento de PCs e dispositivos móveis Windows Intune, que segundo a empresa agora tem mais recursos para gerenciamento de dispositivos móveis. 

A empresa também lançou um preview público do Microsoft Team Foundation Service, uma ferramenta para o gerenciamento do ciclo de vida de uma aplicação, hospedada no Windows Azure e projetada para simplificar o desenvolvimento e distribuição de aplicações.

Além disso a Microsoft anunciou que o LightSwitch, uma ferramenta para o desenvolvimento rápido de aplicações, agora é capaz de exibir páginas em HTML5, permitindo a criação de aplicativos para aparelhos e plataformas que suportem este padrão.

Olhar Digital: Número de usuários da internet no Brasil chega a 82,4 milhões




Pesquisa da Ibope Nielsen foi divulgada nesta segunda-feira 

De acordo com uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira pela Ibope Nielsen, o número de internautas noBrasil cresceu para 82,4 milhões de pessoas neste primeiro trimestre de 2012. Segundo o estudo, o crescimento foi de 3% em relação ao mês anterior e 5% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados levam em conta os acessos em casa, no trabalho ou em lanhouses. O número de usuários que usaram a web em casa ou no trabalho em abril foi de 48,9 milhões, crescimento de 14% em relação ao mesmo período de 2011. 40 milhões de pessoas acessaram a internet majoritariamente de suas casas, crescimento de 14,2% se o dado for comparado com os colhidos em abril do ano passado.

O estudo ainda descobriu aumento do tráfego em sites de certos nichos, se comparados com o mês anterior – eventos (14,2%), estilo de vida (8,2%) gastronomia (5,5%) finanças (4,3%), hotéis (3,2%) são as áreas mais expressivas. 

INFO: Facebook cresce em ritmo menor nos EUA



São Paulo –O Facebook cresce em ritmo cada
 vez menor nos Estados Unidos.

De acordo com relatório da empresa comScore, a rede social criada em 2004 cresceu apenas 5% em abril deste ano em seu país sede, contra 24% no mesmo período em 2011, e 89% em 2010, sempre levando em consideração números do ano anterior.

Atualmente, os Estados Unidos são o país mais populoso na rede social, com 158 milhões de clientes. O Brasil aparece na segunda posição, com 48 milhões.

O país do hemisfério norte possui cerca de 221 milhões de usuários de internet – o que garante ao Facebook penetração de cerca de 71% na região.

Engajamento

Os usuários americanos têm passado mais tempo dentro da rede social. Em abril, cada usuário gastou, em média, seis horas mês dentro do site.

Entretanto, esse crescimento de 16% também é menor se comparado aos anos de 2011 e 2010, que registraram alta de 23% e 57%, respectivamente.

O país foi responsável por cerca de 56% da receita da empresa em 2011.

No total, o Facebook conta com mais de 901 milhões de usuários – 54% deles já acessam o serviço por meio de dispositivos moveis, como smartphones e tablets.

Olhar Digital: Stuxnet tem semelhanças com o Flame, diz Kaspersky


 

Alguns trechos do código-fonte dos dois vírus seriam idênticos  


O vírus Stuxnet, supostamente utilizado por Estados Unidos e Israel para espionar o programa nuclear iraniano, teria componentes do poderoso malware Flame. Quem encontrou a conexão foi o Kaspersky Lab, laboratório especializado no combate de vírus.

Segundo Eugene Kaspersky, presidente-executivo do laboratório, seus pesquisadores teriam descoberto diversos trechos em que o código-fonte do Flame idêntico ao de uma versão de 2009 do Stuxnet. Foi o próprio Kaspersky quem anunciou a descoberta do Flame, no mês passado.

O Flame é um vírus que se disfarça de softwares comuns de negócios para roubar dados e copiar conversas do computador em que se instala. Já o Stuxnet, ainda sem paternidade reconhecida, foi descoberto em 2010 após ter parado centrífugas que enriqueciam urânio no Irã. Acredita-se que ele pode ser uma arma na ciberguerra entre EUA e o país do Oriente Médio. 

PC WORLD: Chrome OS cresce, mas ainda pode melhorar



Nova versão do sistema operacional “na nuvem” da Google funciona de forma muito mais similar a um PC com Windows ou OS X, mas ainda tem alguns probleminhas.

A primeira versão do sistema operacional Chrome OS, da Google, que analisamos em meados do ano passado, não era muito mais que o navegador Google Chrome rodando em tela cheia com alguns “apps”. Parecia mais um desafio - “Quem precisa de armazenamento local?” - do que um sistema operacional no qual você pudesse confiar.

Um ano e meio depois a Google está anunciando uma nova versão do sistema e uma nova geração de máquinas mais poderosas, como o Samsung Series 5 Chromebook e o desktop Samsung Chromebox(que lembra um Mac Mini). O Chrome OS ganhou alguns dos recursos de um sistema operacional tradicional: um gerenciador de arquivos (viva!), um desktop e a capacidade de usar discos, pendrives e cartões de memória plugados a uma porta USB. E o sistema Google Cloud Print até torna fácil a tarefa de imprimir um documento.


Chromebox da Samsung, uma das novas máquinas com o Chrome OS

A única coisa que falta é a capacidade de continuar editando um documento ou uma planilha mesmo quando offline. Era possível fazer isso usando o Google Gears, mas desde que o projeto foi cancelado no início de 2010, serviços como o Google Docs e Google Drive só funcionam completamente quando você tem uma conexão à internet (o Vice-Presidente de Chrome e Apps do Google, Sundar Pichai, disse à audiência do evento All Things D no início de junho que uma versão “Offline” do Google Drive será lançada em algumas semanas).

As vantagens do Chrome OS permanecem as mesmas. O novo Chromebook Samsung Series 5 550, uma das primeiras máquinas com a nova versão do sistema, que testei leva apenas 10 segundos para estar pronto para uso, a partir do momento em que é ligado, e se desliga em 5 segundos. Quando você faz o login, não precisa esperar os programas carregarem. Você simplesmente volta à última janela de navegador na qual estava trabalhando, com as mesmas abas que estavam abertas quando desligou o computador. Pular entre janelas (agora é possível ter mais de uma) é instantâneo. As novas máquinas são rápidas, e é difícil imaginar o que possa deixar um Chromebook mais lento com o passar do tempo, já que não há registro para corromper ou software local para deixar “lixo” no HD quando desinstalado. A autonomia de bateria também é ótima, consegui trabalhar por um dia inteiro com uma única carga.

E ao contrário da geração anterior, comprar um Chromebook agora é um bom negócio: a máquina que testei, com uma tela de 12.1 polegadas, custa US$ 499 nos EUA. Um notebook similar, o Samsung Series 5 com tela de 13.3 polegadas, custa US$ 400 a mais.

O novo gerenciador de arquivos do ChromeOS

O novo gerenciador de arquivos do Chrome OS é rudimentar, mas sua própria existência é algo importante. Ele aparece como uma aba de navegador que mostra os diferentes dispositivos de armazenamento em sua máquina. Há até uma pasta Downloads, armazenada na unidade SSD interna de 16 GB. Você também pode armazenar arquivos em um pendrive ou cartão de memória, e movê-las de um “disco” para o outro, embora não haja a comodidade do “arrastar e soltar” de outras plataformas. É necessário usar o bom e velho comando “copiar e colar”.

Imprimir usando o Google Cloud Print é simples, embora eu não tenha acesso a uma impressora oficialmente compatível com a tecnologia. Eu configurei esse recurso no Google Chrome em meu PC no trabalho, e o Chromebook foi capaz de imprimir em qualquer impressora acessível ao PC, incluindo aquelas em nossa rede interna.

O desktop é básico: papel de parede, barra de tarefas e área de status

O Chrome OS também tem um novo “desktop”, embora você provavelmente não vá passar muito tempo lidando com ele. Há uma barra de tarefas, onde você pode colocar atalhos para apps que usa frequentemente, e uma área de status que relata coisas como o estado da conexão Wi-Fi e a autonomia de bateria. Mas não consegui encontrar um meio de colocar um atalho para um arquivo no desktop.

Agora é possível trabalhar com múltiplas janelas no Chrome OS, embora todas elas sejam em sua essência janelas do navegador. Ainda assim é um recurso útil, e você pode alternar entre uma janela e outra com o atalho Alt+Tab (como no Windows) ou clicando em um botão na tela. Cada janela tem um botão que parece com o botão “Maximizar” nas janelas do Windows, mas que opera de quatro formas diferentes através de gestos. Se você clicar e arratá-lo para baixo, a janela será minimizada. Se arrastar para cima, ela entra em tela cheia. Arraste para a esquerda ou direita e a janela é “atracada” ao lado correspondente, ocupando metade da tela. É uma inovação divertida.

Finalmente é possível trabalhar com múltiplas janelas no Chrome OS

Os Chromebooks ainda tem um teclado incomum. O maior incômodo é a ausência da tecla Caps Lock, substituída por uma tecla de busca que é um tanto desnecessária, já que tudo o que ela faz é abrir uma nova aba, o que pode ser feito com o atalho Ctrl+T. Felizmente é possível redefinir essa tecla para que funcione como Caps Lock nas preferências do sistema;

Algumas outras decisões fora do comum quanto ao teclado funcionam melhor. Gostei do botão para alternar entre as janelas abertas e do que coloca os aplicativos em tela cheia. Também há botões dedicados para funções do navegador como Voltar, avançar e recarregar, que fazem bastante sentido em uma máquina construída para a web. Tecle Ctrl+Search e você verá uma grade com atalhos para os seus aplicativos, como em um smartphone. E se você tem uma memória melhor do que a minha, poderá decorar uma dezena de atalhos de teclado: basta teclar Ctrl+Alt+? para ver a lista completa.

Lista de aplicativos instalados lembra a interface de um smartphone

No geral, o Chrome OS e os novos Chromebooks parecem ter dado vastos passos à frente. Acredito que nunca serão uma boa solução para pessoas que estão constantemente sem acesso à web (embora, nos EUA, as máquinas tenham conexão à rede de banda larga da Verizon, com 100 Mb de tráfego mensal grátis) ou que dependem de software especializado no desktop. Ou aqueles que não querem ter sua vida amarrada ao ecossistema Google, com GMail, Google Drive, Google Calendar, etc.

Mas, se a maior parte das coisas que você faz acontecem em frente ao computador, um Chromebook tem várias vantagens. É mais barato que um notebook, rápido, simples de operar e tem ótima autonomia de bateria. E o sistema é seguro, constantemente atualizado e há uma imensa variedade de “aplicativos” disponíveis, muitos deles gratuitos.

Em resumo, o Chrome OS cresceu muito no último ano e meio, e os Chromebooks já são uma boa alternativa para muitas pessoas. Se a Google adicionar a peça que falta e possibilitar que o usuário trabalhe tão bem offline quanto online, todos os consumidores deverão levá-los em conta na hora de comprar uma nova máquina.

G1: Facebook deve entrar para índice que mede desempenho de empresas



Lista mede performance de companhias norte-americanas.
Facebook abriu capital em maio e tem ações negociadas na Nasdaq.
Do G1, com Reuters


O Facebook está na lista preliminar para fazer parte do índice Russell 3000, de acordo com a Russell Investments nesta segunda-feira (11). O índice mede a performance de uma lista de companhias baseadas nos Estados Unidos.

A rede social abriu capital em maio. Entre outras inclusões feitas após ofertas públicas iniciais de ações (IPOs, em inglês) estão a fabricante de software Splunk e a fornecedora de serviços financeiros EverBank.

O total de valor de mercado das ações no Russell 3000, que reflete cerca de 98% das companhias dos Estados Unidos em que é possível fazer investimento, cairá de US$ 16,7 trilhões em 31 de maio de 2011 para US$ 15,8 trilhões exatamente um ano depois.

"A reformulação do índice reflete a queda do mercado no último ano. Ou seja, os retornos nem de longe foram uniformes", disse o estrategista chefe para a América do Norte da Russell Investments, Steve Wood.

"Mesmo com a piora da crise da zona do euro, o desaquecimento da China e os números da economia dos Estados Unidos relativamente baixos tendo pesado sobre a confiança do investidor nas últimas semanas, os mercados globais mostraram resiliência quando vistos ao longo do ano. Além disso, os índices Russell refletiram retornos diversos e menores correlações entre mercados globais no último ano, reforçando da importância de um portfólio diversificado", completou Wood.

Folha: Apple substitui mapas do Google por serviço próprio em novo sistema

 Apple substitui mapas do Google por serviço próprio em novo sistema 

A Apple passará a usar seu próprio serviço de mapas no próximo semestre, que irá substituir o popular e onipresente aplicativo do Google, colocando um fim na parceria de cinco anos das duas empresas e abrindo um novo mercado para a firma de Cupertino.

O principal destaque do novo aplicativo Maps estará nas imagens 3D, coletadas com ajuda de três companhias de mapeamento compradas em anos recentes: PlaceBase, C3 Technologies e Poly9.



Scott Forstall, vice-presidente sênior de iOS, apresenta o serviço de mapas da empresa durante o WWDC, nos EUA

O Flyover, como a Apple chama o modo de visualização tridimensional, terá visualização "fotorrealística", segundo a empresa, será baseado em vetores e será interativo.

O serviço estará disponível no iOS 6, próximo sistema operacional para aparelhos móveis, anunciado nesta segunda (11) e que deve chegar entre setembro e dezembro deste ano.

A Siri, assistente de voz da Apple, estará integrada ao Maps e dará direções aos usuários, além de um serviço mais detalhado de trânsito e até mesmo acidentes.

Será possível, por exemplo, perguntar ao aplicativo de reconhecimento: "Onde estamos agora?", para saber quanto tempo falta para chegar ao destino.

Na nova navegação curva-a-curva, o Maps sugerirá alterações de rota, que incluirão a provável economia de tempo causada pela mudança de percurso.

O Maps também terá parcerias com o Yelp e terá a fichas completas de lojas, restaurantes e outros estabelecimentos, incluindo fotos e críticas. Segundo a Apple, mais de 100 milhões de informações sobre estabelecimentos serão disponibilizadas com o novo Maps.

Scott Forstall, vice-presidente de desenvolvimento do iOS, mostrou o novo serviço com imagens em 3D pela Austrália, com um novo serviço que "voa" pela cidade.

O anúncio da Apple já era previsto pela indústria. Na semana passada, o Google anunciounovidades em seu aplicativo de mapas, incluindo mais imagens em 3D e serviço offline, embora apenas para clientes de seu sistema operacional móvel Android.

O Google começou a investir no mercado de mapas online há oito anos e hoje domina o mercado, cobrindo mais de 180 países e 26 milhões de milhas. Recentemente, um aumento nas taxas do uso fez com que desenvolvedores procurassem alternativas.

O anúncio foi feito na abertura do World Wide Developers Conference, um evento anual da Apple voltado para desenvolvedores, que têm a chance rara de conversar com engenheiros da empresa, tirar dúvidas e aprender sobre novos produtos.

Este é o primeiro WWDC sem Steve Jobs, fundador da Apple, que morreu em outubro. Os cerca de 5.000 ingressos se esgotaram em menos de duas horas (em 2011, foram 10 horas).

INFO: Facebook terá integração com o iOS 6




Donos de iPhones e iPads poderão atualizar
status e publicar fotos sem acessar o app da
rede social

São Paulo – A Apple anunciou ontem, durante sua conferência anual para desenvolvedores WWDC, que a nova versão de seu sistema operacional móvel terá integração com o Facebook. 

Entre outros, usuários do iOS 6 poderão atualizar seu status por meio da central de notificação sem acessar o app da rede social. O recurso também estará disponível para usuários do Twitter e para chineses clientes do Weibo.

Fotos também poderão ser enviadas diretamente de seu iPhone ou iPad para o mural do Facebook. 

Além disso, o usuário também poderá compartilhar com seus contatos apps, vídeos, músicas, e-books etc., que ele tenha consumido em seu dispositivo. 

As empresas também irão disponibilizar aos desenvolvedores a API da integração. 

Em sua página no Facebook, o brasileiro e cofundador do Facebook, Mark Saverin, comentou a novidade. “Facebook e iOS 6, o que vocês acham?”, perguntou ele. A atualização foi curtida 2.120 vezes.

O Facebook possui cerca de 901 milhões de usuários - 54% deles já acessam o serviço por meio de dispositivos móveis.

Durante a apresentação, a Apple anunciou também que já vendeu 365 milhões de dispositivos equipados com o iOS. A nova versão do sistema operacional deve ser disponibilizada para os usuários em outubro. 

Nova versão do sistema operacional já está 

disponível para desenvolvedores em beta.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Convergência Digital - Governo - Governo faz chamada pública para e-Ping



Na última terça-feira, 05/06, em Brasília, foi assinada a chamada pública de submissão de projetos de interoperabilidade na abertura do Seminário e-Ping 2012 "Interoperabilidade para um governo melhor". Promovida pela Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI), o objetivo desta chamada é obter contribuições que promovam ainda mais a integração e a interoperabilidade dentro das ações governamentais.


Anualmente, estudantes, trabalhadores em TI, empresas e centros de pesquisa são convidados a participar desse processo, quando ocorrem consultas e audiências públicas. As inscrições para a chamada podem ser feitas por meio do portal Governo Eletrônico.

"Interoperar significa reúso, gestão de conhecimento, economia, transparência. O papel da e-Ping é essencial, dinâmico e colaborativo", ressaltou Delfino de Souza, secretário da SLTI. "Hoje, cada vez mais o espírito do colaborativismo, a transparência e a integração marcam presença nos eixos governamentais: temos a Lei de Acesso à Informação; o Portal de Dados Abertos, dentre outras iniciativas. O estabelecimento de padrões nos leva a refletir sobre a importância do compartilhamento de dados e informações governamentais", disse Delfino.

O secretário também enfatizou a importância da e-Ping como marco brasileiro de interoperabilidade e dos esforços que acontecem no governo, desde 2003, para consolidar esta arquitetura. Segundo ele, os avanços alcançados ao longo dos últimos nove anos reforçam a conscientização de todos os órgãos da administração direta, autárquica, fundacional e parceiros institucionais, entre eles o Serpro, sobre a necessidade do contínuo aperfeiçoamento da e-Ping, em consonância com as iniciativas de padronização de governo eletrônico. 

O diretor de infraestrutura tecnológica da Companhia de Processamento de Dados da Bahia (Prodeb), Napoleão Lemos, ressaltou que a e-Ping é fundamental para a integração de informações, de forma que a gestão pública se torne cada vez mais eficiente. André Machado, do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação, contextualizou a participação do Instituto na infraestrutura de chaves-públicas e falou sobre a situação atual da certificação digital no Brasil. "Hoje, temos 2 milhões e meio de certificados emitidos. O grande desafio é a massificação de certificação digital para a pessoa física", disse André.

e-Ping

A arquitetura e-Ping (Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico) define um conjunto mínimo de premissas, políticas e especificações técnicas que regulamentam a utilização da Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) no Governo Federal, estabelecendo as condições de interação com os demais poderes e esferas de governo e com a sociedade em geral. 

O projeto é coordenado pela Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação, do Ministério do Planejamento (SLTI/MP), pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informação, da Presidência da República (ITI/PR) e pelo Serpro.

As áreas cobertas pela e-Ping estão segmentadas em: interconexão; segurança; meios de acesso; organização e intercâmbio de informações e áreas de integração para governo eletrônico. Políticas e especificações claramente definidas para interoperabilidade e gerenciamento de informações são fundamentais para propiciar a conexão do governo, tanto no âmbito interno como no contato com a sociedade e, em maior abrangência, com governos dos países e empresas atuantes no mercado mundial.


Secom: Empresas estrangeiras de base tecnológica querem se instalar em Camaçari













Duas multinacionais do setor de tecnologia estudam a possibilidade de se instalar na Bahia, no Centro de Pesquisas e Desenvolvimento (Ceped), em Camaçari. Na terça-feira (5), representantes da empresa sueca Elekta e da alemã Comsat visitaram a área disponível para a instalação, acompanhados pelo secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, Paulo Câmera, e o diretor do Centro, Miguel Angel Lobo.

De acordo com o secretário, a intenção da Secti é utilizar os espaços ociosos do Ceped para atrair empresas intensivas em tecnologia, com a finalidade de produzir equipamentos e softwares. “Será um prolongamento do Parque Tecnológico da Bahia, só que, em vez de produzir pesquisa, as empresas vão gerar inovação com produtos para a sociedade, além de criar empregos e movimentar a nossa economia”.

O Ceped tem vários galpões e espaços para laboratório disponíveis, além de uma grande área para construção. A iniciativa da Secti conta com a parceria da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb) e prefeitura de Camaçari, que vai apoiar os novos empreendimentos com infraestrutura e incentivos fiscais. A secretaria entra coordenando o processo de revitalização e gestão do empreendimento.

Equipamento de ponta

Segundo o diretor-geral da clínica Delfin e representante da Elekta, Delfin Gonzalez Miranda, a área tem potencial para despertar o interesse dos suecos, que buscam implantar uma quinta fábrica na América Latina. Atualmente a empresa atua na Suécia, Inglaterra, China e Estados Unidos, fabricando equipamentos de ponta para radioterapia.

O representante da Comsat, Asdrúbal Brandão, destacou que a área tem potencial, mas precisa ser revitalizada. A empresa alemã trabalha com equipamentos de telecomunicações e possui um escritório de desenvolvimento de tecnologia em Salvador, mas busca ampliar sua atuação no estado. “Pretendemos participar da segunda etapa do Parque Tecnológico”, destaca Asdrúbal.