quinta-feira, 27 de setembro de 2012

G1: País produz em São José milésima radiobase para banda larga 4G



Das mil estações produzidas no Vale do Paraíba, 70% serão exportadas.
Expectativa é que 20 mil bases estejam integradas ao 4G até 2013.

O ministro das Telecomunicações, Paulo Bernardo, esteve na tarde desta quarta-feira (26) na fábrica da Ericsson, em São José dos Campos, no interior de São Paulo, em evento que marcou a produção da milésima estação radiobase equipada com a tecnologia 4G no país. A empresa, no Vale do Paraíba, é pioneira na implementação de infraestrutura para a banda larga de quarta geração.

A estimativa do presidente da Ericsson para América Latina e Caribe, Sérgio Quiroga, é que das 60 mil radiobases operadas pelas empresas de telefonia móvel no Brasil, entre 15 e 20 mil sejam integradas ao 4G até o final de 2013.

Dos mil equipamentos produzidos em São José, a maioria é para exportação - 70%. Os outros 30% foram comercializados para a Claro, operadora que iniciou a fase de testes da banda larga 4G. A previsão é que a tecnologia esteja disponível na fase comercial em 2014, ocasião da Copa.

Ministro Paulo Bernardo durante cerimônia na
Ericsson. (Foto: Suellen Fernandes/G1)

Durante o evento, Quiroga apresentou ainda um novo modelo de estação que deve ser utilizado no futuro pelas operadoras. Uma antena integrada ao radio transmissor que substitutirá a necessidade das antenas físicas como as que atualmente são utilizadas nas cidades. O modelo ainda não é fabricado no Brasil.

Para o ministro Paulo Bernardo, essa pode ser uma solução para questões urbanas. "Essa estações que são muito menos agressivas do ponto de vista urbano. Na lei que está sendo discutida no Congresso, nós inclusive estamos colocando um dispositivo na lei que incentiva o uso dessas estações mais modernas, elas teriam uma licença mais facilitada do que os grandes modelos que agridem mais o visual, o ambiente e a paisagem urbana", disse.

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TI INSIDE : Celular pode ser alternativa à segurança de transações feitas com PCs, diz especialista




Mais do que possibilitar aos correntistas realizar operações bancárias pelo celular, o mobile banking – ou m-banking, como também é chamado – se mostra como uma alternativa à segurança de transações realizadas por meio de computadores, frente ao crescimento das ameaças cibernéticas. É o que defende o diretor de tecnologia da BRToken, Alexandre Cagnoni, que participou nesta quarta-feira, 26, do Fórum Mobile+, em São Paulo, evento organizado pela Converge Comunicações que edita este noticiário.
Segundo ele, o uso de um canal único para transações online aumenta os riscos de ataque de um malware, seja em PCs ou smartphones. Apesar da preocupação de empresas e usuários finais com fraudes em celulares, Cagnoni sugere que o aparelho seja utilizado como suporte ao m-banking, com aplicativos de segurança associados. "Riscos à segurança em smartphones sempre existirão. A primeira ameaça foi detectada antes mesmo de muitos bancos lançarem aplicativos para essas plataformas, em 2010", argumenta.
A proposta de Cagnoni de uso de celulares como ferramenta adicional às chaves de segurança no internet banking vai ao encontro das recomendações propostas pelo Conselho Federal de Examinação de Instituições Financeiras dos Estados Unidos (FFIEC, na sigla em inglês). Após detectar o desvio de US$ 1,5 milhão de contas de correntistas do país para a China, em apenas dois meses, por meio de fraudes na web, o órgão recomendou aos clientes e aos bancos o uso de dupla autenticação em canais diferentes na realização de transações a fim de diminuir riscos. "Por ser um dispositivo conectado portátil, o celular se mostra como alternativa viável", defende Cagnoni. 

Para o executivo, o primeiro passo para estimular o m-banking é promover uma interface amigável e adotar procedimentos simples, porém, seguros."É importante que mecanismos de m-banking aliem segurança e usabilidade, pois é isso que fará crescer o uso dessa modalidade de operação no país", explica. Duas possibilidades apresentadas por soluções da BRToken englobam notificações push, comuns no sistema iOS, do iPhone, e leitores de QR Code. 

Riscos do Android 

No que diz respeito ao sistema operacional Android, do Google, que equipa a maioria dos smartphones em uso hoje no mercado mundial, Cagnoni faz um alerta. "Esse sistema operacional ajudou na popularização de uso de smartphones e tablets, mas é um código tão aberto que praticamente todos os dados são manipuláveis", afirma.
Ele compara o tempo de aprovação de um aplicativo em lojas da Apple e do Blackberry, que chega a mais de duas semanas devido a testes e verificações preventivas, com o do Android Market. "No dia seguinte ao enviar um app, ele já se torna disponível para download. Isso é um risco. Ou o teste da equipe do Android é excelente e ultraveloz, ou ele nem acontece", questiona.

Folha: São Paulo terá orelhão com acesso à internet



Por meio dele é possível realizar videochamadas, enviar SMS, navegar em sites da internet, descobrir quais são os estabelecimentos comerciais ao seu redor e até realizar chamadas telefônicas.

Apesar de executar funções de um celular, ter tela de cristal líquido e câmera de 1.2 megapixel, o aparelho em questão é um telefone público. "Saímos de uma plataforma que explora só voz para uma que trabalha com serviços", diz Marcos Aurélio Pegoreti, pesquisador do CPqD responsável pelo aparelho.

O projeto que transformou o telefone público em uma central multimídia de serviço, como vem sendo chamado, começou há três anos para tirar os equipamentos do ostracismo.

A novidade começa a ser finalizada quando os smartphones, dispositivos que utilizam intensamente a internet, tornam-se febre nos celulares. Em 12 meses, eles dobraram a participação e chegaram a 25% das vendas no primeiro semestre deste ano, segundo a IDC. Para surfar nessa onda, o orelhão também será uma zona de wi-fi.

Desde o meio de agosto, há um orelhão multimídia funcionando na sede da Vivo, em São Paulo. Até o fim do ano, a operadora instalará até dez em outros pontos na cidade, segundo os profissionais envolvidos no desenvolvimento. A Vivo informa que, por enquanto, o aparelho não está em fase comercial.

Como faz parte de um projeto piloto, a maioria ficará em prédios da própria empresa. A decisão dos pontos ocorre em outubro.

Telefone que será instalado em dez pontos de SP este ano 

IMPLEMENTAÇÃO

Os pesquisadores do CPqD e os profissionais da Icatel, fabricante de orelhões parceira no projeto, devem implementar até o fim do ano, quando encerra a etapa de desenvolvimento, outras funções, como o 3G e uma aplicação para o aparelho "ler" bilhetes únicos e cartões de vale alimentação.

À época das privatizações, a instalação de telefones públicos foi uma exigência do governo para a concessão da exploração da telefonia.

O negócio não é rentável para as operadoras, porque o custo de manutenção é permanente e as chamadas remuneram pouco. Segundo a Folha apurou, por pressão das teles a Anatel já reduziu a densidade de orelhões por habitantes -era de 8 a cada mil; agora é de 4 a cada mil. (HELTON SIMÕES GOMES)

Olhar Digital: Operadoras vão compartilhar antenas ainda neste ano



Normatização será definida até o começo de
 novembro, garante o governo 

Até o final deste ano, as operadoras de telefonia móvel começarão a compartilhar suas antenas para difusão das tecnologias de terceira e quarta gerações. Quem garantiu foi o ministro Paulo Bernardo, das Comunicações.

Em um evento da Embratel, ele disse que "isso vai ser votado e incluído no PGMC (Plano Geral de Metas de Competição)". "Pode eventualmente ter uma antecipação das empresas. O PGMC vai ser votado até o fim de outubro", afirmou, segundo a Reuters.

O governo espera ainda que o Senado aprove a chamada "lei das antenas", que institui o compartilhamento do espaço pelas operadoras.

"A lei das antenas nós achamos que vai sair logo", afirmou Bernardo. "Mas independentemente disso, o compartilhamento vai ser definido até o início de novembro, porque o PGMC vai ser votado até o fim de outubro." 

Olhar Digital: Brasileiro cria mapa colaborativo que mostra onde 3G não funciona



Ferramenta ainda ajuda a descobrir quais são
 as operadoras com a pior cobertura 

O designer de interações Daniel Souza desenvolveu um mapa colaborativo para que as pessoas ajudem a mostrar quais são os piores locais com sinal 3G no Brasil e as operadoras que prestam o pior serviço de internet móvel.

O mapa mostra os pontos com mais reclamações e as cores respectivas a cada operadora. Além disso, é possível ver os relatos mais detalhados de usuários criticando o sinal ruim do 3G.

Em entrevista ao Olhar Digital, Souza defende o valor da ideia. "Se você procurar no site das operadoras, tem somente um mapa de cobertura, mas não existe um que mostre as falhas. Meu objetivo é bem simples: muitas vezes vamos para um lugar e precisamos saber se o 3G funciona ou não antes de ir para lá", diz.

Para alimentar o serviço, basta enviar um simples relatório dizendo onde o seu3G não funciona, informar qual a operadora e fornecer dados facultativos como nome e e-mail. Há também a possibilidade de criar um tuíte geolocalizado com a hashtag #3GFail. Além disso, o serviço conta com aplicativo para Android ou iOS.

"Muitas vezes somos surpreendidos com áreas cegas de cobertura, conexões lentíssimas e instáveis. E você só descobre que um local não tem cobertura quando tenta usar seu 3G", diz Daniel em seu blog. "Há algum tempo tinha percebido que a Anatel só 'dorme no ponto', e fiquei pensando em como resolver este problema, ou pelo menos entender o tamanho dele", completa.

Souza explica que a intenção é que, no futuro, o usuário consiga fazer o relato sem precisar de internet já que a ideia da reclamação normalmente surge exatamente quando o 3G falha. "Essa é uma plataforma que poderia ser usada, por exemplo, pela Anatel", comenta Souza.

Até às 16h36 desta quarta-feira, 26, a líder de insatisfação era a Tim, com 20 reclamações, seguida por Claro (13), Vivo (11) e Oi (9). 

TI INSIDE: Correios pretendem ter operadora móvel virtual até o fim de 2013




O vice-presidente de tecnologia dos Correios, Antonio Luiz Fuschino, declarou nessa quarta, 26, no Forum Mobile+, que a instituição deve ter sua própria operadora móvel virtual (MVNO, na sigla em inglês) até o fim de 2013. Segundo o executivo, os Correios estão em etapa de negociações sigilosas com os correios italianos a respeito do assunto e já contrataram uma empresa consultora para auxiliar no processo. A ideia é que, por meio da operadora virtual, os clientes dos Correios tenham acesso a aplicativos em que poderão realizar transações postais e financeiras. 

INFO: Embratel lança data center em São Paulo




São Paulo - A Embratel lançou nesta quarta-feira (26) um data center na cidade de São Paulo. No início, apenas clientes corporativos poderão assinar os serviços de computação em nuvem que a operadora fornece.

Segundo a empresa, a unidade custou 100 milhões de reais, ocupa sete mil metros quadrados do bairro da Lapa e possui capacidade para até 150 mil servidores. Este é o quinto data center da Embratel no Brasil.

Os serviços comercializados são hosting monitorado, hosting gerenciado, recuperação de dados e tecnologia para transferir documentos virtuais entre a empresa e os servidores da Embratel.

O data center está conectado aos servidores da operadora América Móvil nas cidades de Bogotá, Buenos Aires e México.

A Embratel afirma também que o data center conta com os requisitos necessários para processar os dados que serão gerados durante a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.

INFO: Google compra energia eólica para data center




São Paulo - O Google firmou acordo nesta quarta-feira para comprar 48 megawatts (MW) em energia eólica do projeto instalado em Canadian Hills, que deve começar a operar até o fim deste ano, para seu data center em Oklahoma.

Em comunicado, o Google disse que tem trabalhado com a companhia elétrica local, a Grand River Dam Authority, para adquirir energia renovável adicional desde a inauguração do data center em 2011.

Além da eletricidade que a Grand River Dam Authority já fornece ao Google para operar seu data center, o Google disse que pagará um prêmio para adquirir energia renovável gerada pela instalação de Canadian Hills.

O data center do Google é localizado em Mayes County, cerca de 274 quilômetros a nordeste da capital, Oklahoma City. O Google disse que a compra eleva o total de energia renovável já contratada a mais de 260 MW. Um MW tem a capacidade de energizar cerca de 1.000 moradias.

A Atlantic Power controla 99 por cento da usina eólica de Canadian Hills, que tem capacidade geradora de 298 MW. A Atlantic Power disse que vende toda a energia gerada em Canadian hills para três companhias elétricas: Southwestern Electric Power Authority, Oklahoma Municipal Power Authority e Grand River Dam Authority.

TI INSIDE:Cisco compra fabricante de software de análise de dados de localização




A Cisco anunciou a compra da ThinkSmart Technologies, fabricante irlandesa de software de análise de dados de geolocalização por meio de redes Wi-Fi. O valor da transação não foi revelado. Com a compra da tecnologia da empresa europeia, a Cisco diz que reforça a oferta de infraestrutura de redes com serviços de análise para provedores e clientes corporativos.
As informações coletadas pela solução da ThinkSmart incluem padrões de comportamento de tráfego em horários e, de acordo com a Cisco, esse tipo de dado permite que as organizações melhorem a experiência do usuário ao identificar níveis apropriados de entrega de serviço, reduzindo tempos de espera. A finalidade é otimizar processos de negócios e melhorar o fluxo de dados na rede.
Com a conclusão do negócio, prevista para o primeiro trimestre do ano fiscal 2013, a ThinkSmart passará a fazer parte da divisão do Grupo de Rede sem Fio da Cisco. 

Portal NE10:Ainda há muita desinformação sobre Classe C na internet « Mundobit ?"



A classe C dominou as discussões econômicas nos últimos anos e pautou diversos setores de consumo no Brasil. Claro que nas redes sociais esse tema também esteja presente. Uma mesa no Social Media Week, que aconteceu em São Paulo essa semana tentou refletir o que se passa realmente na cabeça desse público. Pra começar, será que eles se identificam com essa denominação?

“A questão é quem é essa Classe C. Existem várias, e dentro dela diversos estilos de pessoas e pensamentos diferentes”, diz Fábio Mariano, professor da ESPM e Diretor da Insearch Tendências e Estudo de Mercado “Existem ao menos sete critérios oficiais para definir essa fatia da sociedade”, diz. O grande ‘achismo’ em relação a esse grupo gera diversos problemas e mostra desconhecimento das marcas.


Um dos textos bastante citado foi o de Leandro Machado, jornalista no blog Mural, ?De Repente, Classe C?, que saiu na Folha. “ou ex-pobre. “Todos querem me vender geladeira agora. O trem ainda quebra todo dia, o bairro alaga. Mas na TV até trocaram um jornalista para me agradar”, diz.

G1:Celulares no Vale do Paraíba e Rio vão ganhar o nono dígito em 2013



Informação foi confirmada pelo presidente da Anatel em São José.
No Vale do Paraíba, a medida vai afetar mais de 3 milhões de usuários.
Celulares terão nono dígito no Vale do Paraíba
em 2013 (Foto: Carlos Santos/G1)

A partir de 2013, os 39 municípios do Vale do Paraíba, com DDD 12, terão o dígito 9 a frente do número atual do celular. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a medida visa dobrar a oferta de novos números na região. A alteração vai afetar mais de 3,5 milhões de usuários da telefonia móvel.

A informação, que segue o modelo já adotado desde julho na capital e Grande São Paulo, foi dada ao G1 pelo presidente da agência, João Rezende, em evento na Ericsson, em São José dos Campos, na tarde desta quarta-feira (26).

Segundo ele, no começo do próximo ano terá início a implantação do nono dígito nas linhas do Rio de Janeiro, com DDD 21, e na sequência, a previsão é ampliar o modelo para o Vale do Paraíba. "Nós estamos fazendo este processo onde há uma demanda maior por telefones. Paulatinamente, isso será feito em todo o Brasil. O Vale do Paraíba possivelmente recebe a alteração na metade do ano", afirmou Rezende ao G1.

No interior paulista, o Vale do Paraíba tem a maior proporção de usuários de telefonia móvel por habitante - são 158 linhas para cada grupo de 100 habitantes.

A mudança vai afetar apenas números de celular e valerá tanto para quem estiver fazendo uma chamada de telefone fixo para celular ou de telefones móveis entre si. Os telefones fixos e rádios não serão alterados. A modificação é obrigatória, gratuita e a cargo das operadoras.

DDD11

Desde julho deste ano o nono dígito foi acrescentado nas linhas dos celulares com DDD 11, em um processo que teve início em dezembro de 2010.

A medida afetou 64 cidades entre a capital paulista, a grande São Paulo e a região bragantina e elevou as combinações numéricas de celulares de 44 milhões para 90 milhões de números.

Evento na Ericson em São José, para anunciar 
a produção de mil rádio-bases equipadas com 
a tecnologia 4G produzidas no país (Foto: Suellen Fernandes/G1)

Tribuna: Falha na plataforma Java deixa 1 bilhão de computadores vulneráveis




Uma brecha de segurança no programa Java permite que pessoas mal-intencionadas instalem programas com vírus em quase todos os computadores Mac e Windows, aproximadamente 1 bilhão de máquinas.

As versões Java 5, Java 6 e Java 7 têm a falha, segundo descoberta da empresa polonesa de antivírus Security Explorations, em informação divulgada pelo site "Computerworld", nesta quarta (26/9).

A empresa Oracle, proprietária do Java, afirmou que eliminará a falha em uma atualização futura, mas não informou a data. 

De acordo com o "Computerworld", a próxima atualização trimestral do Java está marcada para o dia 16 de outubro. Usuários do Java para celulares e tablets não estão expostos.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

SECOM: Bahia terá empresa especializada em tecnologia da informação

Bahia terá empresa especializada em tecnologia da informação 



O Governo do Estado, a IBM, a Caixa Econômica Federal (CEF) e a Fundação dos Economiários Federais (Funcef) assinaram nesta terça-feira (25) protocolo de intenções para a instalação na Bahia de uma empresa especializada em tecnologia da informação ligada a serviços. Inicialmente a organização da IBM vai oferecer uma nova ferramenta online para a aquisição de crédito imobiliário junto à CEF. 

De acordo com o presidente da nova empresa, Paulo Portela, o objetivo é facilitar a vida de quem deseja adquirir um imóvel, reduzindo o tempo de espera pela avaliação do perfil e permitindo que, pela internet, por meio de um computador, smartphone ou tablet o cliente possa acompanhar o andamento do processo de aquisição do crédito.

“Todo o processo de solicitação de crédito, que demanda idas e vindas e muito papel, a partir de agora, será feito online. Os documentos vão ser digitalizados, assim como o tramite interno de análise do imóvel e as aprovações.”, afirma Portela. Ele explica que o usuário poderá entrar a qualquer momento na internet e acompanhar em que etapa está o processo, inclusive com acesso a avisos como a falta de um documento.

Mais emprego

O governador Jaques Wagner destacou que a empresa vai atuar com inovação, melhoria de processos e oferta de serviços. “É uma empresa que agrega valor ao estado e tem uma característica que agrada muito, que é o grande número de empregos que cria. Para se ter uma idéia, o centro deles em São Paulo tem cerca de sete mil pessoas trabalhando. É claro que é um centro mais antigo e consolidado, mas o potencial de geração de emprego é enorme para a Bahia também”.

A previsão inicial é que a empresa entre em funcionamento em fevereiro de 2013 e contrate cerca de 800 funcionários, número que deve aumentar muito nos anos seguintes. A seleção para as vagas vai ser realizada pelo SineBahia. Poderão se candidatar pessoas com nível médio completo ou superior incompleto, em qualquer área, com preferência para quem fala inglês, não sendo necessária experiência. O anúncio oficial para o início da seleção será feito na próxima semana.

Grandes marcas são atrativo para novos empreendimentos no estado

“A chegada de grandes organizações como a IBM, que se instalou no Parque Tecnológico e agora anuncia a criação de uma nova empresa na Bahia, está qualificando o perfil empresarial do estado e criando mais um fator de atração para grandes coorporações.” A afirmação foi feita pelo governador Jaques Wagner, durante a cerimônia de assinatura do protocolo de intenções para a criação da parceria entre a IBM e a CEF.

“Quando você atrai uma bandeira do peso da IBM, você abre caminho para vir uma fila atrás. É o mesmo papel do parque tecnológico, porque os concorrentes pensam, se eles estão lá eu também quero estar”, disse Wagner, enfatizando que isso acontece porque a IBM é referência no mercado. “Acho que para a Bahia é uma grande evolução. O estado já tem a BASF, Braskem, Ford, Monsanto, uma bela cadeia de turismo e agora chega essa de serviços também”, completou.

SineBahia é destacado na intermediação de mão de obra

Os diretores da IBM ressaltaram a importância do SineBahia para a concretização do empreendimento. Segundo informaram, a escolha da Bahia foi fortemente influenciada pela qualidade do serviço de intermediação de mão de obra oferecido pelo SineBahia. “Há uma forma de selecionar muito bem organizada que facilita a contratação da mão de obra e representa um apoio enorme para nossas operações e isso influenciou muito em nossa decisão de vir para a Bahia”, afirmou Paulo Portela. O processo de seleção que será iniciado na próxima semana vai escolher candidatos para as primeiras 200 vagas. 

De acordo com o secretário estadual do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Nilton Vasconcelos, que coordena o SineBahia, “não basta investir em qualificação e formar os trabalhadores. Em paralelo a isso, é preciso fazer a ligação entre o trabalhador e as empresas e nós fazemos isso.” O SineBahia é apontado como uma das ferramentas que ajudaram o estado a bater a marca de 500 mil empregos com carteira assinada criados nos últimos cinco anos.

Convergência Digital: 3G será a tecnologia da Copa 2014




Apesar das expectativas em torno do 4G, as operadoras trabalham para reforçar a capilaridade da rede 3G - HSPA+- para suportar o tráfego de voz, dados e, especialmente, vídeo nos jogos do Brasil.

"Não tenho dúvida que a maior parte da demanda da Copa, que será excepcional, será demandada pelo 3G", sustentou Janilson da Silva Bezerra Junior, diretor de INovação da TIM. Presidente da Telefónica/Vivo, Antonio Carlos Valente, não prevê problemas para a Copa das Confederações, mas pede agilidade do governo para 2014.

O tema Copa do mundo e capacidade de atendimento ao público foi um dos que estiveram em pauta no IV Seminário de Telecomunicações, realizado na Fiesp, na capital paulista, nesta terça-feira, 25/09. Além de reforçarem o 3G, as operadoras também valorizaram o papel do Wi-Fi para atender, principalmente, o público que irá ao estádio.

"O provimento de serviço para quem está trabalhando na Copa já está definida pela Fifa ( a Oi ganhou o contrato). O nosso desafio é atender quem está no estádio, quem quer roaming e mandar seu vídeo, seu MMS para seu país", disse Valente, da Telefónica/Vivo.

Atender a demanda de 4G para a Copa das Confederações, em 2013, não será tarefa complicada. "São poucos estádios e a cobertura será centralizada, além disso, haverá poucos terminais disponíveis e o serviço será ainda de valor elevado. O nosso desafio é aumentar o 3G e contornar o problema das antenas para as metas de 2014", destacou ainda o executivo.

Info: Governo quer mais antenas para serviços de internet




São Paulo - O governo vem ampliando a conversa com os prefeitos das cidades-sede da Copa das Confederações para reduzir os empecilhos relativos à dificuldade para a instalação de um número maior de antenas, que serão essenciais para prestação dos serviços de internet de banda larga de quarta geração (4G) a partir de abril de 2013.

"Estamos percebendo uma enorme sensibilidade (com as prefeituras) sobre este tema", afirmou o secretário-executivo do Ministério das Comunicações, Cezar Alvarez, após participar nesta terça-feira de seminário sobre o setor de telecomunicações na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Segundo ele, porém, os prefeitos não querem abrir mão da integridade do território e dos espaços urbanos. Alvarez citou o exemplo da cidade do Rio de Janeiro, que poderia passar a contar com um maior número de antenas em sua orla marítima. "É preciso ter uma negociação e uma discussão com prefeitos, não só sobre a densidade e as distâncias (entre as antenas), mas também sobre o paisagismo e o ambiente urbano", afirmou.

O governo está preparando a chamada Lei das Antenas, com abrangência nacional, como forma de poder acelerar a instalação dessa infraestrutura. A dificuldade para a instalação das antenas se deve às mais de 250 legislações municipais que impõem dificuldades para expansão e colocação dessa infraestrutura, como regras ambientais. Segundo a Fiesp, no Brasil há cerca de 50 mil antenas que cobrem o 3G, número próximo ao da Itália, que conta com um território de tamanho semelhante ao de Goiás.

Alvarez acrescentou que, devido às eleições municipais, em outubro, a discussão com as prefeituras sobre a legislação restritiva à instalação das antenas deverá ser retomada a partir de novembro. Questionado se poderia ficar para 2013, ele foi enfático ao dizer que não. "Estamos trabalhando com os prefeitos das sedes da Copa das Confederações para a aceleração das obras (de infraestrutura de telecomunicações)", afirmou.

Com o 4G, o número de antenas precisará ao menos ser triplicado, em relação aos serviços prestados pelo 3G. Apesar da maior capacidade de tráfego de dados, a antena com o sistema de 4G tem uma abrangência de sinal menor e, portanto, requer uma distância menor entre elas. Para triplicar o número de antenas, o departamento de infraestrutura da Fiesp calcula ser necessário investimentos de aproximadamente R$ 37 bilhões.

INFO: Rede 4G pode ter problemas em 2014, dizem teles




São Paulo - A dificuldade de construir novas antenas poderá levar a problemas na rede de telefonia móvel de quarta geração (4G) em 2014, quando a demanda por esses serviços for maior, disseram executivos das operadoras Vivo e TIM nesta terça-feira.

"Essa é uma das grandes preocupações que temos com 4G", afirmou o presidente da Telefônica Vivo, Antonio Carlos Valente, em evento na Fiesp.

"O problema não é algo que vai se manifestar em 2013, mas já para dezembro de 2013 começa a preocupar a velocidade para novos sites (de antenas)", acrescentou.

As operadoras terão que oferecer serviços de 4G nas cidades que receberão os jogos da Copa das Confederações já no próximo ano, devendo ampliar o numero de municípios atendidos posteriormente.

Para Valente, o compartilhamento de antenas, que já é feito em diferentes escalas pelas operadoras, terá que aumentar, mas não será suficiente. "Ainda que haja compartilhamento, vamos ter a necessidade de novos sites", afirmou.

Janilson Bezerra da Silva Junior, diretor de Inovação Técnica da TIM, afirmou que as diversas legislações municipais preocupam o setor.

"A questão das antenas é complicada pela legislação municipal... Mas para 2013 o problema não é tão significativo porque não teremos ainda grande demanda nessas redes", disse.

O governo vem tentando lidar com os entraves para a instalação de antenas em vista do 4G, para o qual o setor estima que exigirá cerca de três vezes mais antenas do que há atualmente.

As quatro maiores operadoras do país --Vivo, TIM, Claro e Oi-- venceram em junho licitação pelas licenças nacionais para operar na faixa de radiofrequência a partir de 2,5 gigahertz, destinada para o 4G.

TI INSIDE :Governo deixará de arrecadar R$ 4,2 bi neste ano com Lei de Informática




O governo federal deixará de arrecadar cerca de R$ 4,2 bilhões em tributos, somente este ano, por conta da Lei de Informática (8.248/91), que prevê isenção fiscal para indústrias que investem em projetos inovadores. Segundo dados do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o valor deve ser o maior desde a sua criação, em 1991.

O montante da renúncia fiscal, de fato, tem crescido a cada ano. Em 2009, alcançou R$ 3,1 bilhões, enquanto em 2010 chegou a R$ 3,5 bilhões. No ano passado, a estimativa é de que o governo federal tenha deixado de arrecadar R$ 4,1 bilhões.

Para terem esse incentivo, as empresas devem investir parte de seu faturamento em projetos de pesquisa e desenvolvimento (P&D) por meio de parceria com instituições científicas e tecnológicas cadastradas no MCTI. 

Convergência Digita: Internet Móvel 3G - Minicom diz que lei sobre pagamento móvel vai ao Congresso em 45 dias




Uma proposta de legislação sobre o uso de celulares para fazer pagamentos, costurada entre o Banco Central e o Ministério das Comunicações, pode ser apresentada ao Congresso em 45 dias – segundo uma projeção do ministro Paulo Bernardo.

“Nossa avaliação é de que estamos fechando”, afirmou o ministro, após nova reunião com o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini. Uma proposta de lei começou a ser tratada formalmente em março. “Em 40, 45 dias vamos mandar para o Congresso”, completou.

Antes, o texto vai circular para colher opiniões na Secretaria Nacional do Consumidor, do Ministério da Justiça; na Secretaria de Acompanhamento Econômico, do Ministério da Fazenda; e no Ministério do Desenvolvimento Social.

Segundo Paulo Bernardo, a proposta – que dará base para uma norma do Banco Central sobre os pagamentos móveis – não entra no campo da tecnologia. “Queremos é criar uma solução de pagamento para dar mais uma opção aos consumidores”, disse.

O ministro revelou que o uso dos pagamentos móveis será discutido pelo Banco Central com a federação dos bancos (Febraban), e pelo Ministério das Comunicações com o sindicato das teles (Sinditelebrasil).

TI INSIDE : Fraude financeira é principal razão para ataques a dispositívos móveis, diz estudo




Um estudo encomendado à consultoria GfK pela F-Secure, desenvolvedora de soluções de segurança em software, para avaliar o nível de preocupação dos consumidores com a privacidade e segurança de seus dados, no Brasil e em vários países do mundo, revela que 90% deles estão muito mais apreensivos com a possibilidade de perder o conteúdo armazenado em seus dispositivos móveis do que propriamente com o roubo do equipamento, seja um smartphone ou tablet.
O mais curioso é que, apesar disso, apenas 3% desses mesmos consumidores disseram possuir alguma ferramenta para proteção de seus dados digitais, conforme mostrou Ascold Szymanskyj, vice-presidente para a América Latina da F-Secure, durante apresentação em worshop no Forum Mobile +, evento promovido nesta terça-feira, 25, pela Converge Comunicações, em São Paulo. Ele atribui essa contradição ao desconhecimento da grande maioria dos usuários, mais até do que um descaso.
Corrobora a alegação de Szymanskyj dados que apontam que a grande maioria dos usuários está preocupada com a privacidade e segurança de seus dados. O levantamento revela que 59% se dizem apreensivos com roubo de seus dados quando navegam na internet e 54%, preocupados com a privacidade enquanto estão on-line.
As razões para as preocupações, aponta o estudo, se devem ao fato de os crimes e ameaças digitais estarem aumentando. No caso específico dos dispositivos móveis, as ameaças cresceram quase 120% de um ano para o outro. Levantamento da F-Secure mostra que o número de aplicativos motivados a extrair informações financeiras de usuários de dispositivos móveis saltaram de 18 no segundo trimestre do ano passado para 39 aplicativos no mesmo período deste ano.
Szymanskyj diz que um dos primeiros malwares para obtenção de dados bancários em dispositívos móveis é o FakeToken.A, que reproduz fielmente as funções de um gerador de códigos tipo token para bancos. Quando o usuário executa o programa de token, uma tela pede a senha bancária. Se o usuário entra com a senha, o Faketoken.A envia via SMS dados como senha digitada, IMEI, IMSI, modelo, SID, verão SDK. O executivo observa, aliás, que o ganho financeiro é a razão número 1 pela qual são desenvolvidos malwares para dispositívos móveis.
Com base em diversos estudos, o vice-presidente da F-Secure chama atenção para o fato de que 1 milhão de pessoas são prejudicadas diariamente no mundo por causa de crimes cibernéticos. O prejuízo anual beira os U$ 400 bilhões mundialmente, valor maior que tráfico de drogas. No Brasil, prejuízo anual é de aproximadamente R$ 40 bilhões. 

TI INSIDE: Itaú Unibanco anuncia plano de investimento de R$ 10,4 bilhões em tecnologia até 2015




O Itaú Unibanco anunciou nesta quarta-feira, 25, investimentos de R$ 10,4 bilhões em tecnologia até 2015, o que inclui um novo data center em Mogi Mirim, no interior de São Paulo, a renovação da infraestrutura e telecomunicações, aquisição de software e desenvolvimento de sistemas. Com previsão da primeira etapa da obra de ser concluída em 2014, o data center deve consumir R$ 2,3 bilhões do total, enquanto a atualização da infraestrutura e telecomunicações irá absorver R$ 2,7 bilhões e a aquisição de software, R$ 800 milhões.
A fatia maior do orçamento, no entanto, caberá ao desenvolvimento de sistemas, para o qual foram destinados R$ 4,6 bilhões. De acordo com a instituição financeira, entre os investimentos em desenvolvimento de sistemas, há a previsão de aplicar R$ 710 milhões em atendimento, para evolução nos canais como autoatendimento, call center e internet banking, e outros R$ 116 milhões em processos de cobrança.
O novo data center terá uma área maior do que 120 campos de futebol e capacidade para suportar a expansão das operações do banco nas próximas décadas. Quando for concluída a primeira fase das obras do centro tecnológico, o Itaú Unibanco terá ampliado em dez vezes sua capacidade de processamento e em 20 vezes a capacidade de armazenar informação, segundo o vice-presidente da área de tecnologia, Alexandre de Barros.
Mogi Mirim também será beneficiada. A estimativa é que apenas com o recolhimento de encargos referentes ao sistema de água e esgoto, o novo data center trará um incremento de R$ 524 mil mensais a receita do município. Além disso, a previsão é que sejam criados 700 novos postos de trabalho, segundo Barros, ressaltando que haverá uma equiple que fará operações dos sistemas do data center localizado na avenida do Estado, na capital paulista. O banco diz que o novo data center será um dos maiores do mundo.
O objetivo da iniciativa é aumentar a eficiência, proporcionando qualidade e agilidade nas operações. "Estamos investindo para melhorar nossa operação, uma necessidade importante diante de um ambiente de margens mais apertadas. Queremos antecipar tendências e atingir os mais altos graus de excelência na prestação de serviços, alinhado à nossa visão de ser o banco líder em performance sustentável e em satisfação dos clientes", explica Roberto Setubal, presidente executivo do Itaú Unibanco. 

TI INSIDE Online - Acesso à web cresce 16% em um ano no Brasil, indica Ibope




O número de pessoas com acesso à internet no Brasil subiu de 61,2 milhões de pessoas, em agosto de 2011, para 70,9 milhões de usuários, no mesmo mês neste ano, segundo pesquisa do Ibope Nielsen Online divulgada nesta terça-feira, 25. Os dados consideram o acesso feito no local de trabalho ou em residências. Quando considerados todos os ambientes (domicílios, trabalho, escolas, lan houses e outros locais), o acesso à web slata para 83,4 milhões no segundo trimestre de 2012.
Das 67,8 milhões de pessoas que moram em domicílios com acesso no Brasil, 41,5 milhões foram usuárias ativas em agosto, o que representou aumento de 17% sobre os 37 milhões de agosto de 2011. Já das 70,9 milhões de pessoas que têm acesso em casa ou no trabalho, 50,7 milhões foram usuárias ativas em agosto, o que significou um crescimento de 5% sobre o mês anterior e de 13% sobre os 44,9 milhões registrados no mesmo mês um ano antes.
A maior parte do crescimento no acesso à internet no Brasil ocorre em residências. O total de pessoas com acesso em casa chegou a 67,8 milhões, ou evolução de 17% no espaço de um ano e de 41% em dois anos. Na comparação com os outros países acompanhados pela pesquisa, o país continua registrando a maior expansão do acesso à internet domiciliar. O crescimento do acesso em casa acompanha a transição para conexões de banda larga de maior velocidade. Em agosto de 2010, 17% das pessoas com acesso domiciliar tinham conexões com capacidade superior a 2 Mb. Dois anos depois, cerca de 45% já têm esse tipo de conexão.
Os sites que mais cresceram em agosto na comparação com o mês anterior foram os de pesquisa de trabalhos escolares, livros digitais, cartões de felicitação, portais e celular. Nos últimos meses, cresceram também a audiência de páginas de destinos de viagens, fotografias e esportes. 

Convergência Digital: Banda larga: Acesso nos lares cresce 17% e chega a 67,8 milhões de usuários




O número de brasileiros com acesso à Internet atingiu recorde de 83,4 milhões no segundo trimestre, segundo dados divulgados pelo Ibope Nielsen Online,nesta terça-feira, 25/09.

Se considerados os acessos apenas no local de trabalho ou em residências, o número de usuários chegou a 70,9 milhões em agosto, crescimento de 16% em 12 meses.

Segundo o levantamento, das 70,9 milhões de pessoas que têm acesso em casa ou no trabalho, 50,7 milhões foram usuárias ativas em agosto, aumento de 5% sobre o mês anterior e de 13% ante igual período de 2011.

O número de pessoas com acesso em residências apresentou o maior crescimento, de 17% em um ano, para 67,8 milhões de usuários.

Os sites cujos acessos mais subiram em agosto na comparação com julho foram os de pesquisa de trabalhos escolares, livros digitais, cartões de felicitação, portais e celulares.

COMPUTERWORLD: Interactive Intelligence trará contact center na nuvem para o Brasil



Investimento somará R$ 2 milhões e terá 
Alog como data center para colocation.

O contact center na nuvem da Interactive Intelligence, fornecedora global de soluções de comunicações empresariais unificadas IP, será oferecido no Brasil. É o Communication-as-a-Service (CaaS), que possibilita o armazenamento das licenças do software CIC 4.0 em servidores próprios, instalados – juntamente com a infraestrutura de comunicação e de storage – em modelo de colocation, no data center da Alog de Tamboré, em São Paulo. 

A empresa investiu R$ 2 milhões em toda a infraestrutura de hardware, software e serviços por trás da oferta de contact center na nuvem. A gestão das soluções para contact center da Interactive Intelligence hospedadas na nuvem é realizada por profissionais da própria empresa. 

De acordo com a empresa, o CaaS inclui, entre outros recursos, a possibilidade de escolha do dispositivo de telefonia IP que será utilizado pelo atendente em sua mesa. “A pujança do mercado brasileiro de contact center, um segmento que emprega mais de um milhão de pessoas, nos levou a investir pesadamente para sermos os primeiros a trazer uma oferta completa, com sólida infraestrutura e políticas de redundância e segurança ao Brasil”, destaca Eric Lieb, country manager da Interactive Intelligence do Brasil. No período entre 2010 e 2011, a procura global pelo modelo CaaS da Interactive Intelligence cresceu 88%. 

Lieb espera conquistar, até o final de 2012, cinco clientes operando neste formato. Segundo o executivo, trata-se de empresas que já estão em negociação com a Interactive Intelligence do Brasil. “São companhias lideradas por pessoas que percebem claramente os ganhos que nossa oferta CaaS traz: reduzir custos, encurtar de meses para semanas o prazo de implementação do novo contact center e aumentar a disponibilidade de todo o ambiente”.

Convergência Digital: Nasdaq contrata nuvem da Amazon para reduzir custo de cliente




A Nasdaq lançou nesta terça-feira, 25/09, uma plataforma de computação em nuvem desenvolvida pela Amazon Web Services (AWS) que, segundo a operadora de bolsa, permitirá uma redução do custo do armazenamento de dados financeiros para os seus clientes.

O sistema, chamado FinQloud, é uma resposta às crescentes demandas de reguladores para que as empresas forneçam dados mais detalhados sobre suas operações.

Formuladores de políticas nos Estados Unidos e na Europa querem que bancos e corretoras forneçam informações mais detalhadas sobre suas operações diárias para ajudar as autoridades a detectarem práticas de negociação ilícitas ou de risco.

Os maiores bancos e corretoras do mundo historicamente utilizam sistemas internos para armazenamento de dados, citando preocupações de segurança quanto a plataformas externas.

Nasdaq e AWS afirmaram que a computação em nuvem oferece um caminho mais barato para a conformidade regulatória. A AWS disse que todas as conexões ao FinQloud passarão por rigoroso sistema de criptografia para que a plataforma cumpra requerimentos de segurança de reguladores.

INFO: Vírus em e-mail aumentou 56% no primeiro semestre




São Paulo – Os ataques por e-mail cresceram 56% nos seis primeiros meses de 2012. Segundo pesquisa realizada pela empresa de segurança digital FireEye, termos de notificações e nomes de instituições financeiras são usadas com frequência pelos criminosos na web. As palavras “pagamento”, “alerta” e “fatura” são os mais populares em e-mails maliciosos.

O relatório expõe um exemplo de arquivo que poderia ser usado pelos criminosos para infectar máquinas de clientes. “Alerta-Confirmação-Entrega-UPS-Abril-2012.zip” ou então “Reembolso_IR.zip.” são dois tipos de malware que geralmente enganam os internautas.

Além disso, a FireEye também aponta que arquivos com extensões .zip são os mais aproveitados pelos criminosos. Dentro destes arquivos compactados existem outros de formato executável (.EXE) ou de documento (.PDF), que aproveitam de brechas do sistema operacional para contaminar os computadores e enviar dados pessoais aos criminosos.

TI INSIDE: Ideal Clinical Software inicia operações no Brasil com investimento de R$ 6 milhões




A Ideal Clinical Software (ICS), empresa portuguesa que desenvolve software para a área de saúde, iniciou as operações no Brasil. Para tal, a empresa investiu R$ 1 milhão na abertura de um escritório próprio na capital paulista, que será inaugurado no início de outubro, e aplicará mais R$ 5 milhões para montar sua estrutura comercial no país, com a implantação de uma rede de revendas e distribuidores.

A expectativa da companhia é de criar 50 novos postos de trabalhos para profissionais qualificados, dos quais 95% serão brasileiros, nos próximos dois anos. Atualmente a ICS está presente na Europa, América do Norte e do Sul, com previsão de, em breve, entrar no mercado asiático. 

terça-feira, 25 de setembro de 2012

TI INSIDE: Projeto permite que empresas virtuais funcionem em área residencial




Tramita na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado projeto que garante às empresas que operam exclusivamente por meio virtual o direito de ter como sede endereço residencial. O autor, senador Humberto Costa (PT-PE), explica que o objetivo do PLS 641/2011 é facilitar a livre iniciativa econômica com a possibilidade de redução de despesas.
Ao justificar o projeto, o senador argumenta que as restrições impostas pelos municípios ao funcionamento de empresas em áreas destinadas à moradia vêm tolhendo a liberdade de trabalhar de muitos profissionais. “Em decorrência, esses empreendedores são obrigados a comprar ou locar imóvel em outro lugar, o que caracteriza uma despesa elevada e muitas vezes excessiva”, lembra.
De acordo com a proposição, o direito de funcionar em residências valerá para as empresas de produção ou circulação de bens ou de serviços que operarem por meio exclusivamente virtual. Nesses casos, ainda que o zoneamento urbano não permita, a autoridade responsável deverá expedir o alvará de funcionamento.
A matéria será votada em decisão terminativa na CCJ. Ainda não há relator designado para o projeto. As informações são da Agência Senado.