segunda-feira, 25 de março de 2013

IDG Now!: Será que o Google Keep consegue competir com o Evernote?


Novo serviço permite criar, armazenar e organizar anotações, imagens e listas de tarefas, mas comete alguns deslizes no smartphone e na web

A Google está desafiando o popular Evernote com o lançamento do Keep, um serviço que permite armazenar anotações, listas de tarefas, links para sites e fotos de coisas das quais você tem que se lembrar.

Rumores sobre o serviço surgiram em meados deste mês de março, depois que ele se tornou brevemente disponível para um pequeno número de usuários do Google Drive. Mas foi só na última quarta-feira (20/03) que a Google apresentou oficialmente seu mais novo produto. O Keep está disponível na forma de um app para o Android 4.0 ou superior, e também no navegador em drive.google.com/keep.

Mas mesmo que a Googe esteja oferecendo uma forma de acessar suas notas em um PC, não se engane pensando que o serviço foi feito tanto para desktops quanto para dispositivos móveis. A versão atual do Keep enfatiza a criação de notas em seu aparelho Android, e o acesso a elas a partir de qualquer lugar. Você pode até criar notas usando a interface web, mas há limitações que não existem na versão mobile. 

Conhecendo o Keep

A Google apresenta o Keep como um substituto para aquele monte de notinhas amarelas espalhadas por sua mesa, monitor e geladeira. A principal vantagem, claro, é que você pode acessar suas notas e lembretes de qualquer lugar com acesso à internet, já que tudo é sincronizado com o Google Drive.

Criar uma nota na versão Android do Keep é fácil: no topo da tela há um menu com ícones que permitem criar uma nota de texto, lista de tarefas, nota de áudio ou tirar uma foto. Um recurso muito útil é capaz de trascrever sua fala em texto, com a gravação original integrada ao corpo da nota. Fotos incluem um espaço para você adicionar texto se quiser. Você também pode criar uma nota rápida tocando na área “Adicionar nota rápida” acima dos ícones.


Google Keep num Nexus 4

É possível fazer buscas em cada uma das notas que você criou e todas são mostradas sob a barra de menu usando a metáfora de “cartões” que a Google usa em outros serviços como o Google Now. Por padrão as notas são organizadas em uma “grade”, mas também é possível mostrá-las em uma coluna única. Tocar em uma nota mostra seu conteúdo em tela cheia, e arrastá-la para a esquerda ou direita a arquiva. Você pode consultar o arquivo tocando na opção “Ver notas arquivadas” no rodapé da tela.

As notas podem ter diferentes cores, basta clicar no ícone da paleta ao vê-las em tela cheia. Isso pode ser útil se você quer, por exemplo, separar listas de tarefas de lembretes, ou identificar rapidamente quais notas contém fotos. Há oito cores a escolher, entre elas a branca. Dica: se você mudar a cor de uma nota que está criando usando o campo “Adicionar nota rápida”, ela será a cor padrão para todas as notas futuras.

Compartilhando Notas

Usuários de Android podem compartilhar notas entre si selecionando o ícone de compartilhamento dentro que qualquer nota em tela cheia. O compartilhamento usando o app do GMail é particularmente útil: listas de tarefas são compartilhadas em texto simples, com colhetes ([ ]) substituindo as caixas, e fotos são enviadas como anexos convencionais. O assunto da mensagem é definido automaticamente, com base no título da nota.

Você também pode adicionar notas a partir de outros aplicativos usando as opções de compartilhamento do Android. Por exemplo, a partir do Chrome você pode compartilhar uma página com o Keep, armazenando-a para ler mais tarde. Você pode até adicionar um texto extra para ajudar a identificar a nota. O Keep tenta capturar um “preview” do site quando a nota é criada, mas ainda não faz isso muito bem. Ele deveria armazenar o título e URL da nota, além de uma imagem da página. Mas em meus testes ele não conseguiu mostrar a imagem em páginas salvas de vários sites, entre eles o TechHive, The New York Times e ABC.com.

Versão Desktop

A versão Android do Keep ainda pode ter algumas arestas a aparar, mas é muito mais capaz do que a interface web. Em primeiro lugar, embora as notas sejam salvas no Google Drive os serviços ainda não estão integrados, ou seja, não há um meio de chegar até o Keep a partir do Google Drive. É necessário digitar manualmente o endereço: drive.google.com/keep.

A versão web permite que você veja suas notas em uma grade ou como uma única coluna. Também é possível digitar novas notas, criar listas, enviar imagens, fazer buscas, excluir e arquivar notas ou ver as que estão arquivadas. Mas há alguns recursos óbvios que estão ausentes: se você pega URL de uma página e a adiciona a uma nota no PC, o Keep não cria um preview da página e salva a URL como texto puro, ou seja, ela não é “clicável”. 

É possível enviar imagens do PC e adiconá-las a uma nota, mas não é possível usar uma webcam para capturar uma imagem. Usar a webcam para capturar uma imagem rápida de um recibo ou produto do qual você quer se lembrar é uma opção muito útil na versão desktop do Evernote.

Se você não tem um smartphone com Android 4.0 ou mais recente, pode até tentar usar a versão web do Keep em seu aparelho, mas eu não a recomendo. Tentei usar a versão web em um tablet Google Nexus 7 e notei grande lentidão na rolagem de texto e digitação de uma nova nota, a ponto de tornar o serviço impossível de usar.

Quem usa o Google Drive para armazenar todo o seu conteúdo e ainda não usa um aplicativo para coletar e armazenar anotações irá ficar muito satisfeito - ou ao menos contente - com o Keep. Mas se você leva suas anotações à sério, as falhas no produto da Google são suficientes para fazê-lo voltar ao Evernote rapidinho.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Raio Laser - Tribuna da Bahia

Raio Laser - Tribuna da Bahia: "Problemático
Prestadores de serviço do Estado adoraram ter visto o Planserv culpando a Prodeb pela demora na implantação do FIPLAN. Para os órgãos que precisam dos serviços da Prodeb, tem ficado cada vez mais claro que a nova gestão da Prodeb, que sucedeu o hoje secretário Elias Sampoio (Sepromi), tem criado mais dificuldades do que facilidades para todos."

Olhar Digital: Senado aprova projeto que prevê emissão gratuita de RG com chip



O Senado aprovou, na última quarta-feira, 20, projeto que prevê a emissão gratuita do RG com chip. A gratuidade será válida apenas para a emissão.

A mudança do documento foi anunciada em 2010. Na época, o projeto previa que seriam cobrados R$ 40 por sua emissão. No entanto, a recém-aprovada proposta do deputado Ciro Nogueira (PP-PI) desqualifica a cobrança por ser “muito alta” para diversos brasileiros.

O RG eletrônico será único para o país inteiro e contará com dez digitos. O governo quer trocar todos os 150 milhões de documentos nos próximos dez anos. Até que todos sejam substituídos, ambos os modelos serão aceitos.

O senador Benedito de Lira, relator do projeto, acredita que a troca do RG tradicional pelo eletrônico vai proporcionar mais segurança e eficiência na identificação do cidadão, mas concorda que não é justo cobrar por isso. 

TI INSIDE: Minicom quer banda larga 0800 funcionando até maio



Técnicos do Ministério das Comunicações estão correndo contra o tempo para superar indefinições e apresentar, até maio, um projeto mais robusto do programa "Banda Larga 0800". A ideia é conseguir parceiros públicos e privados para dar corpo à iniciativa, que prevê a cessão de acesso gratuito a sites de interesse público por meio de telefones móveis.

Segundo o gerente de projetos da Secretaria de Telecomunicações do Minicom, Marcelo Ferreira, há interesse em firmar parceria com empresas públicas e de capital misto. Assim, quem entrar no projeto terá de disponibilizar os acessos aos sites e arcar com os custos de conexão de quem visitar a página por meio do Banda Larga 0800. A primeira empresa a ser procurada é justamente os Correios, ligada ao Ministério das Comunicações.

Uma alternativa que se descortina para essa primeira fase do programa é uma possível parceria com a Rede ICP Seguros, entidade que atua junto ao mercado de seguros. O gestor da Rede ICP Seguros, Manuel Matos, afirmou que a intenção é criar mecanismos para incentivar a distribuição de microsseguros para a classe C através de dispositivos móveis. "O mercado sempre espera para ver quem será o primeiro a investir, e depois todo mundo acaba seguindo", comentou.

Durante debate sobre o projeto, promovido pelo escritório de advocacia Almeida Corporate Law na manhã desta quinta-feira, 21, Ferreira disse também que está em discussão interna no Minicom a criação de uma regulamentação para o projeto. E, caso isto aconteça, a lei trará apenas diretrizes técnicas de como deve funcionar o projeto para que o usuário não tenha problemas de, por exemplo, acessar sites que consomem banda própria sem a devida sinalização.

Segundo ele, o Ministério vem trabalhando desde o ano passado em um piloto realizado em São Sebastião (GO), onde as pessoas tinham acesso a informações públicas locais. "Percebemos que há um grande interesse por parte da população, que deixa de usar a Internet por conta do custo que ainda é considerado alto". 

idg now!: Segunda fase do Start-up Brasil selecionará 100 empresas inovadoras



O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, anunciou nesta quinta-feira (21), durante o Congresso Global de Empreendedorismo, no Rio de Janeiro, o edital do programa Start-Up Brasil que irá selecionar empresas nascentes de base tecnológica como parte do Programa TI Maior. Até 100 startups serão apoiadas pela chamada pública do programa.

O edital será publicado no Diário Oficial da União no dia 1º de abril. Mas a inscrição das startups pode ser feita a partir de 31 de março, por meio de formulário eletrônico disponível no site do programa. Para acessar o formulário, o interessado deverá procurar a opção “inscrições” e selecionar a opção correspondente para empreendedores nacionais ou estrangeiros.

As empresas selecionadas receberão recursos públicos e privados e terão o apoio de nove aceleradoras, que irão abrigá-las por um período de seis meses a um ano, de maneira que os projetos possam buscar amadurecimento rápido para a adequada inserção no mercado.

A chamada pública para startups candidatas é a segunda etapa do programa, que começou em fevereiro com a escolha das nove aceleradoras.

As aceleradoras habilitadas para apoiar as 100 startups que serão contempladas pelo programa são as empresas 21212, Aceleratech, Microsoft, Papaya, Pipa, Wayra, Acelera MG, Outsource Brasil e Start You Up.

Cada startup escolhida contará com R$ 200 mil na forma de bolsas para pesquisa, desenvolvimento e inovação e concedidas pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI). Além disso, a aceleradora poderá investir recursos adicionais, que variam de R$ 20 mil a R$ 1 milhão, no projeto.

O programa Start-up Brasil visa fortalecer o ecossistema de startups no país para ampliar a competitividade e estimular o desenvolvimento econômico. Criada pelo MCTI, como parte do Programa Estratégico de Software e Serviços de Tecnologia da Informação (TI Maior), a iniciativa baseia-se em cinco pilares: desenvolvimento econômico e social; posicionamento internacional; inovação e empreendedorismo; produção científica, tecnológica e de inovação; e competitividade.

“O objetivo é fomentar a inovação e o empreendedorismo. Queremos criar pontes, por exemplo, entre os jovens cheios de ideias e as universidades com projetos avançados de tecnologia”, ressaltou o secretário de Política de Informática do MCTI, Virgilio Almeida. “A intenção é posicionar o Brasil como um player [ator] global de desenvolvimento e oferta de produtos de alto valor agregado. Estamos fazendo um evento dentro de um setor-chave para o Brasil, a economia digital. Em 2012, essa área cresceu 10,8%, enquanto a economia como um todo cresceu, aproximadamente, 1%.”

O COO do Start-up Brasil, Felipe Matos, destacou que se sente honrado em participar do projeto. “O ecossistema de startups no país tem se desenvolvido. Há três anos, a gente tinha duas aceleradoras operando no Brasil. Hoje, já são quase 30”.

Inova Empresa

Durante o lançamento do edital, o ministro Marco Antonio Raupp ressaltou que atualmente há um volume de recursos inusitado para a inovação. “No dia 14 de março, lançamos o plano Inova Empresa, com o objetivo de tornar as empresas brasileiras mais competitivas no mercado global por meio da inovação tecnológica”.

As linhas de financiamento do Inova Empresa serão executadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Finep, financiadora vinculada ao MCTI.

“Estamos prevendo um investimento na ordem de R$ 32 bilhões nos próximos dois anos [pelo no Inova Empresa]. Precisamos recuperar o atraso e fortalecer os projetos já existentes nessa área”, explicou o presidente da agência de fomento, Glauco Arbix.

INFO: Serasa lança consulta online para registro de imóveis



São Paulo - A Serasa Experian lançou, nesta quinta-feira, uma ferramenta que fornece acesso, pela internet, à base de informações de todos os cartórios de registro de imóveis do Estado de São Paulo.

Segundo a empresa, o instrumento tem o objetivo de facilitar a consulta a imóveis que serão financiados ou oferecidos como garantia. A solução deverá agilizar cerca de 250 mil financiamentos imobiliários que ocorrem por ano no Estado.

Batizada de Central de Crédito Imobiliário, uma de suas principais utilidades deve ser a verificação de impedimentos em imóveis que servem de garantias hipotecárias ou serão alienados dentro de contratos de financiamentos. A ferramenta também permitirá aos clientes da Serasa a visualização e o monitoramento da matrícula do imóvel registrado em qualquer cartório do Estado; a obtenção da certidão da matrícula imobiliária; e a localização de propriedades e seus donos.

A Serasa pretende ainda lançar, em breve, uma ferramenta adicional para a checagem de indisponibilidades de bens vetados por autoridade judicial. "Estamos colocando na mesma ferramenta informações sobre o comprador, o vendedor e e imóvel", afirmou Ricardo Loureiro, presidente da Serasa.

CIO: Como saber se a empresa está pronta para a nuvem



O modelo de infraestrutura aplicado na computação em nuvem reflete bem as melhores práticas em andamento nos data centers de nova geração. O que diferencia esses ambientes é o fato de que na nuvem não há espaço para experiências ou 'jeitinhos', diz o vice-presidente do Gartner, Chris Wolf.

Especialistas elencam os quatro itens que precisam ser avaliados na hora da TI decidir levar parte de sua infraestrutura ou soluções para o modelo de cloud computing:

1. Integração de aplicativos

Diferente do que se pensa, esse quesito é de longe um dos mais fundamentais em qualquer migração para a nuvem, mas não tem recebido a devida atenção por parte dos provedores de serviços, segundo o vice-presidente da Enstratius, Bernard Golden.

O vice-presidente da Oracle, Tom Fisher, afirma que erra quem entende por integração rotinas de transmissão de dados entre aplicativos uma ou duas vezes ao dia, como era comum com os mainfraimes.

A capacidade de gerenciar e de configurar identidades de usuários para um conjunto extenso de aplicativos a partir de um único lugar é decisiva não ter problemas com cloud.


2. Segurança

Na tarefa de construir uma nuvem funcional é absolutamente crítico poder conectar de maneira segura duas redes diferentes, sem que isso signifique uma fusão entre os ambientes, sugere Golden, da Enstratius.

No cumprimento dessa tarefa entram em cena camadas de segurança, entre as quais destacam-se autenticação com base em múltiplos fatores, gerenciadores de identidade e de acesso e, em alguns casos, prestadores de serviço externos incumbidos da tarefa de providenciar controle administrativo de alto padrão.

De acordo com Chris Wolf, essa demanda irá originar um segmento tecnológico inédito até então: equivale a criar uma entidade com autoridade para agir como repositório central de segurança de informações e de gerenciamento de aplicativos, de dados e de plataformas estabelecidas na estratosfera virtual. Ele adiciona que a única maneira de viabilizar isso no momento é com base em partes de diferentes aplicativos.

Ainda está por surgir uma tecnologia com o potencial de cobrir todas as plataformas de maneira a oferecer controle efetivo, mesmo no caso da cloud privada, sublinha Wolf.


3. I/O virtual

De acordo com o gerente da área corporativa de arquitetura de TI da DigitalGlobe, Bill Welty, fornecer dados para uma dezena de máquinas virtuais a partir de um par de centros de informações de rede será um fator impeditivo no escalonamento das máquinas virtuais para a demanda na nuvem.

“Durante a fase de desenvolvimento e de testes, oito a dez cabos ethernet gigabit por terminal constituem uma tarefa de identificação das mais complicadas”, afirma Welty. A migração para o ambiente virtual constitui predominantemente uma mudança conceitual. Não se podem tocar os cabos, mesmo assim, haverá um tráfego intenso de dados em canais de comunicação bastante robustos, em que reconfigurar as conexões SAN ou as redes locais irá dispensar o esforço físico de conectar diferentes cabos.

Concentrar tamanho fluxo de dados em um único dispositivo leva a economia de espaço, de energia e de estrutura física, aumenta a performance e culmina na economia em equipamento de rede.

4. Armazenamento

Conforme mencionado anteriormente, o poder de armazenamento permanece o tendão de Aquiles na questão de virtualização e migração para o ambiente das nuvens; é também o recurso mais dispendioso de toda a operação.

Na opinião de Golden, o custo com armazenamento irá representar a maior fatia na planilha de gastos com a virtualização. Converter 90% dos servidores em imagens não resolve a questão, pois mesmo assim terão de ser hospedados em algum lugar.

Olhar Digital: Uso incorreto de eletrônicos pode causar danos físicos permanentes



Dispositivos eletrônicos pessoais como computador de mesa, notebook, celular e tablet estão cada vez mais presentes em nosso cotidiano, o que significa que é preciso abrir os olhos para os males que eles podem causar. O uso incorreto desses aparelhos pode gerar complicações físicas sérias, às vezes até permanentes.

Os problemas são geralmente causados pelo uso excessivo combinado a erros de postura e repetição de algumas articulações, músculo e tendões, conforme explica o ortopedista e traumatologista Daniel Jorge, coordenador das equipes de coluna que atuam nos hospitais Santa Virgínia, Beneficência Portuguesa, São Luiz e AACD.

"A coluna acaba sofrendo por posturas inadequadas mantidas por períodos prolongados, com lesões ligamentares, musculares e até discais por sobrecarga sobre tais cartilagens que estão entre as vértebras", diz ele, em entrevista ao Olhar Digital. "Além de movimentos de repetição em uso de computadores e tablets que podem levar a patologias como tendinites, bursites e até roturas miotendíneas - em situações extremas."

E os danos podem ser permanentes, caso o agravo não seja retirado ou corrigido de forma adequada.

Para evitar algum problema, o especialista diz ser necessário se atentar sempre à postura assumida no momento em que for mexer nesses aparelhos, além de alongar os músculos e os tendões mais solicitados antes e ao final do uso.

Outra dica é praticar atividades físicas regularmente para manter o tônus e o bom preparo dos grupos musculares mais utilizados, como paravertebrais da coluna, músculos trapézios na cervical, músculos flexores e extensões dos antebraços e braços, tendões dos ombros - como supraespinhal, infraespinhal e subescapular -, além de musculatura intrínseca das mãos, no caso dos digitadores.

Seria interessante, na opinião do ortopedista, que vendedores e fabricantes incluíssem nos manuais orientações sobre posturas e formas saudáveis de utilização sobre dispositivos. Também deveriam constar "períodos de intervalos no uso apropriados a cada equipamento e dicas de alongamentos específicos dos grupos musculares mais utilizados em cada aparelho", sugere. 

COMPUTERWORLD: CEO da ICANN sugere movimento global para defesa da internet livre



Defensores de uma internet livre e aberta "estão enfrentando um momento muito perigoso", com entidades de diversos de países incentivando a censura e o controle da Internet através das agendas na União Internacional de Telecomunicações e outros fóruns internacionais, alerta Fadi Chehade, CEO da Internet Corporation for Assigned Names and Numbers (ICANN), organização sem fins lucrativos responsável pela supervisão dos nomes de domínio na Internet. 

Para fazer frente a estas ameaças, Chehade fez um apelo aos defensores dea uma Internet livre global que incentivem outras nações a participarem engajarem-se a órgãos de governança multisetoriais como a própria ICANN.

Durante a Conferência Mundial das Telecomunicações de Dubai (WCIT-12), realizada em dezembro de 2012, os membros da UIT estiveram perto de aprovar resoluções que teriam dado atribuições da ICANN à UIT, possibilitando às nações que pedem censura maior voz na coordenação do sistema de Domain Name System (DNS).

Na opinião do novo CEO da ICANN _ Chehade assumiu em outubro de 2012 _ o engajamento de ativistas de internet dos EUA e da Europa pode ajudar a impulsionar o modelo de governança multisetorial, como o brasileiro, a outros países, especialmente da América Latina e da África.

Para muitos africanos, essa não é apenas uma questão "sobre a liberdade na Internet, mas de oportunidades na Internet", que podem ser perdidas, na opinião de Chehade.

O líder da ICANN visitou 11 países nos últimos meses, incluindo o Brasil. Em alguns desses países, funcionários de empresas de telecomunicações nunca tiveram qualquer interação com a ICANN.

Aqui no Brasil, a entidade acaba de estabelecer uma representação formal, a primeira em um país. Até então, as representações da ICANN eram regionais. O cargo de ICANN Stakeholder Management Manager Brazil será ocupado por Everton Lucero, que tem a missão aproximar a ICANN da comunidade internet no país, nos diversos setores, do governo à sociedade civil. Vai se reportar diretamente ao vice-presidente da ICANN para a América Latina e o Caribe, Rodrigo de la Parra.

Planserv culpa FIPLAN, Fazenda e Prodeb por atraso no pagamento de prestadores de serviço:



Em nota publicada por meio de um popup em seu site, o Planserv (Plano de Saúde dos Servidores Estaduais) coloca a culpa pelo atraso no pagamento de prestadores de serviço do governo do Estado no novo Sistema Integrado de Planejamento, Contabilidade e Finanças do Estado da Bahia (FIPLAN) e na secretaria estadual da Fazenda e na Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia (Prodeb), responsáveis por sua implantação. Segundo a nota, desde o início do mês o Planserv está fazendo pagamentos referentes a janeiro, “pórem muitos ainda faltam ser processados e enviados para o banco”. A nota completa: “A área de tecnologia da Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz) e da Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia (Prodeb) ainda necessita efetuar alguns ajustes para melhorar a performance geral do sistema FIPLAN”. O anúncio do Planserv deixou prestadores de serviço do Estado apavorados, avaliando que a situação é mais grave do que imaginavam e este site já havia antecipado. Por este motivo, alguns enviaram imediatamente email pedindo a confirmação do anúncio, o que já foi feito. Este Política Livre foi o primeiro veículo a denunciar os problemas ocasionados pela implantação do FIPLAN, conforme pode ser conferido abaixo:



G1: Ataque cibernético a Seul expõe 'guerra digital' norte-coreana


Cliente na frente de caixas automáticos de uma agência do Banco Shinhan, em Seul, durante ‘apagão’ nos servidores da instituição financeira.
Um ataque cibernético que afetou três redes de TV e dois grandes bancos da Coreia do Sul foi considerado pela maioria dos analistas como uma demonstração de força da Coreia do Norte, num momento de excepcional tensão na dividida península coreana.

Autoridades sul-coreanas atribuíram a violação de quarta-feira (20) a um servidor da China, país já usado no passado por hackers norte-coreanos. Isso demonstra a vulnerabilidade da Coreia do Sul – a economia mais conectada do planeta – a guerras não-convencionais.

A chancelaria chinesa disse que os hackers são um "problema global", anônimo e transfronteiriço. "Hackers costumam usar endereços IP de outros países para realizar seus ataques", disse a jornalistas um porta-voz do ministério chinês, Hong Lei.

Uma fonte governamental em Seul atribuiu o ataque diretamente ao regime comunista norte-coreano, mas a polícia e a agência nacional de crimes informáticos disse que a apuração das responsabilidades pode levar meses.

Universidade de hackers

Jang Se-yul, ex-soldado norte-coreano que formou hackers numa academia militar de Pyongyang antes de desertar para o Sul, em 2008, estima que o Norte tenha cerca de 3 mil militares, incluindo 600 hackers profissionais, na sua unidade cibernética.

O local onde Jang estudou, a Universidade Mirim, se chama hoje Universidade da Automação. Ela foi criada no final da década de 1980 para contribuir com a automação militar norte-coreana, e tem atualmente uma turma especial para formar hackers profissionais. Os "guerreiros cibernéticos" norte-coreanos desfrutam de regalias como apartamentos de luxo, disse Jang à Reuters.

Segundo ele, Pyongyang vê os ataques digitais como uma nova frente na sua "guerra" contra a Coreia do Sul. "Não acho que eles irão parar em uma disfunção temporária. A Coreia do Norte pode facilmente derrubar outro países em um ataque de guerra cibernética", afirmou.

Como acontece com quase tudo na Coreia do Norte, é difícil determinar ao certo as capacidades cibernéticas do país. A vasta maioria dos norte-coreanos não tem computador nem acesso à internet, uma política que o regime de Kim Jong-un adota para limitar a influência estrangeira sobre a população.

O funcionário indicado para ser o próximo chefe da inteligência sul-coreana disse recentemente ao Parlamento que o Norte é suspeito de ter causado a maior parte dos 70 mil ataques cibernéticos registrados nos últimos cinco anos contra instituições públicas do país, segundo relato do canal de "TV YTN".

Recentemente, a Coreia do Norte ameaçou os EUA com um ataque nuclear, e disse que bombardearia a Coreia do Sul em resposta a exercícios militares "hostis" realizados conjuntamente por Washington e Seul.

Olhar Digital: SAP Fórum destaca importância da tecnologia para PMEs



Mais de sete mil pessoas se reúnem esta semana em São Paulo para debater como a tecnologia afeta positivamente seus negócios, sejam de pequeno, médio ou grade porte. As discussões acontecem no SAP Fórum, organizado para os parceiros da companhia de soluções de software, que termina nesta quinta-feira, 21.

Mais de 200 exposições mostram os resultados obtidos por empresas que adotaram gestões tecnológicas para mensuração e otimização de seus processos internos. “Há novas capacidades de inovações com interfaces simples e seguras”, conta Gustavo Amorim, diretor de Marketing da SAP.

As pequenas e médias empresas ganharam atenção especial este ano. Pela primeira vez nos 17 anos de vida do fórum elas contam com programação especificamente dirigida a elas, com foco nos empreendedores. Parcerias com Endeavor, Deloitte entre outras companhias reforçam o direcionamento criado para fomentar novos negócios.

Para a gerente de marketing para PME da SAP Brasil, Marcelle Paiva, as iniciativas planejadas vão além da autopromoção, já que o fórum reúne parceiros da companhia. Ela destaca a realização de coaching virtual com treinamento feito por meio de totens espalhados pela feira. Dicas e orientações de especialistas podem ser conferidas nas programaçãoes em vídeo.

Além disso, o SAP Forum destina uma sala temática para discussões acerca do tema, com apresentação de 16 palestras e/ou painéis de debate sobre o aprimoramento da gestão de pequenas e médias empresas.

Para mais informações, acesse o site oficial do evento. 

UOL: Cidade britânica inicia teste com aplicativo que indica vaga livre para estacionar


Em Manchester, motoristas vão poder 
usar aplicativo que indica vaga livre para estacionar na rua. 

A cidade de Manchester, no Reino Unido, iniciou testes de um sistema capaz de indicar a vaga livre mais próxima para motoristas estacionarem seus carros, com ajuda de um aplicativo para celular.

Segundo o "Daily Mail", cerca de 200 sensores eletrônicos serão instalados nos locais de estacionamento. As informações sobre vagas livres serão enviadas para o aplicativo Parker, que pode ser instalado no smartphone dos motoristas. Para não desviar a atenção deles enquanto dirigem, o aplicativo fornece as indicações por voz, como ocorre em aparelhos GPS.

Outra vantagem é que o aplicativo será unificado ao sistema para pagar o estacionamento diretamente pelo smartphone. A cidade terá também dados sobre quantas vezes uma vaga para carro é usada e por quanto tempo.

Pelos próximos seis meses, o sistema de alerta de vagas livres será gratuito. O aplicativo estará disponível para iOS e Android.

INFO: Facebook foi a rede mais visitada no país em fevereiro



São Paulo - O Facebook foi a rede social mais visitada pelos brasileiros em fevereiro, com 65,03% de participação, alta de 0,52 ponto porcentual ante janeiro (64,51%) e de 27,47 pontos porcentuais na comparação com o mesmo mês do ano passado (37,56%), de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira pela Hitwise, ferramenta de inteligência digital da Serasa Experian.

Em segundo lugar ficou o YouTube, com 18,47% da preferência dos usuários, avanço de 1,53 ponto porcentual em relação a fevereiro de 2012 (16,94%).

As estatísticas mostram a perda de popularidade da rede social Orkut entre os brasileiros. Em fevereiro de 2013, o Orkut ficou em terceiro lugar, com apenas 3,01% de participação de visitas, enquanto no mesmo mês do ano passado registrava 28,17% e ocupava o segundo lugar do ranking.

Completam a lista das dez redes sociais mais acessadas Ask.fm (2,52%), Twitter (1,91%), Yahoo! Answers Brasil (1,64%), Badoo (1,09%), Bate-papo UOL (0,89%), Google+ (0,85%) e Windows Live Home (0,70%).

O cálculo da Hitwise é feito com base na análise da navegação dentro de uma amostra de 500 mil usuários de internet no Brasil.

Super Abril: Falha permite destravar senha dos celulares da Samsung; iPhone tem o mesmo problema



A técnica, que foi descoberta por um pesquisador inglês, permite burlar o padrão de travamento – aquele desenho que você faz na tela do celular e funciona como senha de proteção no Android. O macete é trabalhoso porém simples [veja no vídeo acima], e supostamente afeta alguns modelos da Samsung, como o Galaxy Note II e o Galaxy S3, que têm Android 4 e um botão “Home” de verdade, ou seja, físico (tentei com um Galaxy Nexus, onde esse botão é virtual, e não deu certo). A Samsung admitiu o problema, e diz que está preparando uma atualização para corrigi-lo. No mês passado, o iPhone foi vítima de um problema similar, que foi corrigido pela Apple. Mas não adiantou muito – pois hackers acabam de descobrir um novo jeito de violar a senha do aparelho.

obs: a versão 6.1.3 do iOS, última liberada pela Apple, também está sujeita ao problema.

INFO: Chrome é browser mais usado no mundo, diz pesquisa


 

A guerra entre navegadores parece não ter fim (ainda bem!). E o último resultado da briga, referente a março de 2013, foi divulgado hoje pelo site Pingdom, mostrando que o Chrome continua dominando os adversários nos desktops – e com uma margem ainda maior se comparada às dos anos anteriores.

Segundo a pesquisa, o browser do Google conta, hoje, com 37% do mercado mundial de browsers (somando todas as versões), deixando ainda mais para trás os maiores rivais, Internet Explorer (30%) e Firefox (21%). O Safari e o Opera continuam correndo por fora, com 9% e 1%, respectivamente.

 
No entanto, os dados que mais surpreendem no estudo do Pingdom são os regionais, especialmente os daqui da América do Sul. Enquanto globalmente a diferença entre os dois líderes é de 7%, no Brasil e nos países vizinhos ela salta para incríveis 39%. O Chrome tem 59% da parcela de mercado, enquanto o IE fica com apenas 20%. O Firefox, por sua vez, tem 18%, enquanto o Safari tem míseros 2% e o Opera nem aparece entre os cinco mais utilizados.

Na América do Norte (Estados Unidos, Canadá e México), o IE ainda domina, com 39% do mercado, contra 28% do Chrome. Enquanto isso, na Europa, o dono é o navegador do Google, com 35%, seguido do Firefox, com 28% e, aí sim, o browser da Microsoft, com 25%. O cenário europeu de líder e vice-líder se repete na África, onde a parcela do Explorer é ainda menor: 18%, contra 39% do navegador do Google e 37% do Firefox.

* Fonte: Pingdom

INFO: Designers criam torre que transforma ruído em energia



São Paulo – Afinados com as tendências da construção verde, cinco designers franceses criaram um projeto ambicioso, o “Soundscraper”, uma torre gigante capaz de captar os ruídos da cidade e transformá-los em eletricidade.

A ideia foi inscrita num concurso de edifícios do futuro promovido pela revista norte-americana eVolo Magazine. Segundo seus criadores, a torre de 100 metros de altura foi projetada para ser instalada próxima a rodovias e estradas com grande fluxo de veículos e onde a poluição sonora atinge seu máximo.

A fachada do arranha-céu é evolutiva, ela vibra dependendo da intensidade e direção dos ruídos urbanos. Recoberta por “cílios” com sensores de som, ela pode captar um amplo espectro de frequência, do tráfego de veículos, de obras em andamento e até mesmo de aviões que atravessam o céu.

“O ruído é parte do ambiente urbano da nossa vida diária e é uma das formas de poluição mais prevalentes nas cidades, mas também é uma importante fonte de energia não valorizada ainda”, dizem seus criadores.

Com base em pesquisas,eles afirmam estimam que uma única torre Soundscraper poderia produzir até 150 MW / h, representando 10% do consumo de iluminação urbana de Los Angeles. Ao mesmo tempo, esta energia renovável poderia ajudar a reduzir as emissões de CO2. A criação é assinada pelos designers Julien Bourgeois, Olivier Colliez, Savinien de Pizzol, Cédric Dounval e Romain Grouselle.

IDG Now!: Google Glass poderá até ligar sua cafeteira ou abrir seu portão


"Um dispositivo ‘vestível’ irá facilitar a compreensão do usuário sobre como operar um determinado aparelho", escreveu a empresa no pedido da patente


O Google prevê um futuro onde seus óculos computadorizados ligarão sua máquina de café mesmo antes de você sair da cama.

A empresa entrou com um pedido de patente com o Patent and Trademark Office dos EUA por uma tecnologia que permite que o Google Glass controle dispositivos do cotidiano, como um abridor de porta da garagem, um frigorífico com uma interface de controle, um sistema de alarme em casa ou uma máquina de xérox.

Então, um dia, o Google Glass poderia ligar sua cafeteira, se a visão do Google estiver correta. "Um dispositivo ‘vestível’ irá facilitar a compreensão do usuário sobre como operar um determinado aparelho", escreveu a empresa no pedido. "O dispositivo alvo pode ser qualquer aparelho elétrico, óptico ou mecânico". O pedido da patente também observa que o Google Glass poderia permitir que o usuário forneça dados, por exemplo, para um sistema de iluminação ao ar livre, ou receba instruções de como operá-lo ou uma atualização de status do próprio sistema.

Na conferência South by South West (SXSW) no Texas no início deste mês, o Google mostrou como o Glass pode usar aplicativos, como o Skitch, um app gratuito que funciona como uma ferramenta de colaboração que permite aos usuários marcar imagens com setas, formas e texto.

quinta-feira, 21 de março de 2013

CIO: Brasil investirá em rodovias e ferrovias inteligentes



Para modernizar o setor de transportes, o governo federal decidiu investir na criação de uma rede de alta capacidade que percorra a malha rodoferroviária do país, de modo a suportar uma série de iniciativas como o melhor controle de circulação de bens e o pedágio eletrônico, já em implantação em São Paulo como projeto piloto, permitindo preço mais justos para motoristas que percorrem distâncias mais curtas.

A Empresa de Planejamento e Logística (EPL) está em negociação avançada com a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP/MCTI) para criação da rede sobre a infraestrutura de aproximadamente 57 mil quilômetros de fibras ópticas disponíveis hoje em rodovias e ferrovias do país, sejam concedidas ou administradas pelo governo federal. A parceria entre as instituições ainda está está em fase de formalização, mas primeira ação, no entanto, já foi disparada: as equipes da RNP e EPL estão fazendo um mapeamento da infraestrutura de cabos à disposição.

“As fibras estão aí e queremos usar esse grande patrimônio em benefício de projetos de modernização do setor de transportes, entre eles, o Brasil-ID”, comenta o gerente do projeto pela RNP, Ney Castro, referindo-se à iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), em parceria com a Receita Federal e as secretarias estaduais da Fazenda. Por meio do Brasil-ID, criou-se um padrão único para identificação, rastreamento e autenticação de mercadorias em produção e circulação pelo país baseado em tecnologia de identificação por radiofrequência (RFID).

O sistema se constitui de infraestrutura de redes, bancos de dados, aplicativos e coletores de dados que captam informações de tags (chips), o que poderá agilizar e desburocratizar a auditoria e fiscalização de tributos, mercadorias e prestação de serviços. O volume de informações circulará pela rede a ser implementada, podendo ser utilizado também para a gestão da frota rodo-ferro-aquaviária.

“Muitos postos fiscais da Receita Federal ainda não têm acesso à banda larga, sendo que estão localizados em vias que já dispõem de cabos de fibra óptica ou infraestrutura para o lançamento de novos”, aponta o coordenador do Núcleo de Tecnologia da EPL, Manuel Poppe, justificando a importância da parceria entre RNP e EPL.

(*) Com informações da Assessoria de Comunicação do MCTI.

CIO: Quatro mitos sobre armazenamento de dados que atrapalham o Big Data



Em tempos de Big Data vale a pena criar políticas para destruição de dados. Muitos dados estão desatualizados e nunca serão acessados. Eles acabam acumulando e dificilmente podem ser acessados de forma sistêmica. Para melhorar a gestão das informações, o melhor que se pode a fazer é livrar-se dos excessos, criando políticas efetivas de descarte de dados.

A maioria das organizações, no entanto, não possui políticas estruturadas para o descarte de informações e, por isso, acumulam custos altos para mantê-las armazenadas. Esse contexto se dá porque muitos “mitos” ainda cercam a relação entre as empresas e seus dados. Entre eles, quatro se destacam:

Mito nº1: É preciso guardar tudo

Fato: Nenhuma norma obriga a organização a manter armazenados todos os dados produzidos.

Cada empresa segue normas específicas de acordo com o setor na qual atua e, por meio das orientações regulatórias, podem separar as informações que não terão utilidade das que precisam ser mantidas nos arquivos. Para separar, efetivamente, o que deve ser armazenado, o gestor de TI deve ter um processo de comunicação com o líder da área jurídica – assim, criarão políticas que contemplem as leis e os mecanismos de captura ou descarte dos dados.

Mito nº2: Não custa nada manterFato: A retenção segura de dados requer altos investimentos iniciais e de manutenção


Os custos de armazenamento de dados não só são altos, como também implicam em despesas relacionadas ao gerenciamento das informações mantidas em arquivos, das soluções de segurança que asseguram a proteção dos ativos guardados.


Mito nº3: Não é possível identificar o que pode ser descartado

Fato: Há processos e soluções específicas para isso

Há duas razões para manter dados armazenados: ou eles têm valor regulatório legal, ou geram resultados efetivos ao negócio. Por meio de um processo de análise do fluxo de informações é possível identificar em qual dessas divisões elas se encontram. Se não estiverem adequadas a nenhuma dessas categorias, podem ser descartadas.

Mito nº4: É muito difícil categorizar dados

Fato: Será muito mais difícil no futuro, quando sua estrutura de storage sofrer uma pane. Por isso, comece o mais rápido possível

Separar as informações que podem ser descartadas daquelas que devem ser mantidas pode parecer impossível, mas não é. A iniciativa requer total integração do gestor de TI com o líder do departamento jurídico, bem como das demais áreas de negócio. Só assim é possível identificar os dados que não trazem valor à companhia e, nem tampouco, estão ligados às normas regulatórias de cada setor.

IDG Now!: Saiba como se livrar de uma vez da nova interface do Windows 8



Você não precisa aceitar a interface “Moderna” para aproveitar os bons recursos do Windows 8. Faça estes ajustes rápidos e restaure o bom e velho Desktop

Em um mundo fervilhando com tablets e telas sensíveis ao toque, a decisão da Microsoft de amarrar o Windows 8 à “interface moderna” (Modern UI), anteriormente conhecida como Metro, faz sentido. Pelo menos para a Microsoft. Mas se você é parte da maioria dos usuários do Windows que não está usando um tablet ou uma tela sensível ao toque, o foco em “blocos dinâmicos” e “apps” é uma fonte de frustração, e não um recurso. E o sistema está cheio de formas sorrateiras de te arrastar pra longe do desktop e jogá-lo na “Tela Iniciar”.

O Windows 8 e sua controversa interface virão preinstalados em praticamente qualquer computador vendido ao longo dos próximos dois anos, mas não tema: os mais ferrenhos fãs do Desktop não serão forçados a abandoná-lo. Mostramos aqui um guia passo-a-passo para eliminar a nova interface do Windows 8 de seu computador. Depois que você terminar, pode até descobrir que gosta mais do novo sistema do que do Windows 7, como aconteceu comigo.

Dada a forma como a nova interface está “entranhada” no Windows 8, não é surpresa que o processo de removê-la não seja algo instantâneo. Cada um dos programas que você provavelmente usa no dia-a-dia, como Email, Mensagens e Vídeo, só existe uma versão “Moderna”, em vez de um aplicativo tradicional. Portanto, antes de se livrar da nova interface você terá de encontrar alternativas para os aplicativos padrão do sistema.

A sua seleção provavelmente será diferente, mas descobri que posso atender às minhas necessidades básicas com o Thunderbird (Email), Digsby (cliente de mensagens insantâneas multiplataforma), Spotify (Nota do Editor: serviço de streaming de áudio ainda não disponível no Brasil), o cliente desktop do SkyDrive (muito mais flexível que a versão para o Windows 8) e o Google Chrome. Se você quiser assistir DVDs em seu computador com o Windows 8 recomendo também o player de vídeo VLC, que inclui este recurso (removido do sistema pela Microsoft) e é gratuito.

Depois de preparar seu pacote de programas você vai querer torná-los mais fáceis de acessar, já que o Windows 8 não tem um botão/menu iniciar. Uma alternativa é colocar atalhos para eles no desktop, mas prefiro colocar os ícones para meus programas favoritos na barra de tarefas. Abra o programa, clique com o botão direito do mouse sobre seu ícone e selecione a opção Fixar este programa na barra de tarefas. Usei o mesmo truque para colocar na barra um atalho para o Painel de Controle do sistema.

Mudando os padrões

Agora você precisa definir os programas que instalou como o padrão para os tipos de arquivo comumente associados a eles. Assim você impede que o Windows 8 abra os arquivos em um dos apps “Modernos” inclusos com o sistema. Muitas vezes, ao abrir um programa pela primeira vez ele pergunta se você quer torná-lo o padrão. Basta responder Sim.

Nesta janela você define os programas padrão para 
lidar com vários tipos de arquivo.

Agora abra o Painel de Controle e selecione Programas / Programas Padrão / Definir os programas padrão. Você vai ver uma lista de todos os programas instalados em seu PC. Clique em cada um dos programas desktop que você instalou (como o Chrome) e em Definir este programa como padrão. Se você não instalou o VLC, recomendo definir o Windows Media Player como o padrão para arquivos de áudio e vídeo, ou você será levado ao apps Músicas ou Vídeo sempre que tentar abrir um arquivo de mídia.

Fazendo buscas e substituindo o Menu Iniciar

É aqui que as coisas ficam interessantes: o quanto você odeia a nova interface do Windows 8? A resposta fará uma diferença crucial em como você irá navegar pelos programas instalados e fazer buscas no sistema.

Se você odeia o novo visual com todas as forças, vai querer um programa que restaure o tradicional Menu Iniciar ao desktop. Assim você nunca terá de ir à tela Iniciar para acessar os programas instalados ou buscar por um arquivo. O ClassicShell é uma excelente opção para isso, e ainda te dá a opção de iniciar o sistema automaticamente no desktop. Outra alternativa é o Pokki, que não só tem um Menu Iniciar bastante completo e versátil (mas com um layout diferente do original) como também traz “mini apps” que integram serviços como o Instagram ou o GMail ao seu desktop. Ambos são gratuitos.

A tela Aplicativos é uma das partes realmente boas 
da nova interface do Windows 8.

Mas após meses usando o Windows 8 diariamente, com e sem substitutos para o Menu Iniciar, recomendo que você engula seu orgulho e aceite a nova interface apenas neste caso. O Windows 8 tem um sistema de busca sensacional, e acabei aprendendo a gostar mais dele do que do velho Menu Iniciar.

Ao contrário do restante da interface metro, a tela Aplicativos é surpreendentemente útil mesmo em um PC. E você pode criar um atalho no desktop que o leva direto para esta tela, usando-a como um substituto mais eficiente do Menu Iniciar. Para isso clique com o botão direito do mouse no Desktop e escolha a opção Novo / Atalho no menu. No campo sob Digite o local do item cole o comando a seguir e clique em Avançar:

%windir%\explorer.exe shell:::{2559a1f8-21d7-11d4-bdaf-00c04f60b9f0}

Dê um nome para seu atalho - eu fiquei com a escolha óbvia e o chamei de Aplicativos - e clique em Concluir. O atalho irá surgir em seu desktop, e você pode fixá-lo à barra de tarefas se quiser. A tela Aplicativos inclui uma lista completa com todos os programas instalados em seu computador, ou você pode simplesmente digitar o nome de um programa para iniciar uma busca instantânea.

Vá direto ao desktoop

Depois de definir seus programas desktop como padrão e resolver o dilema do Menu Iniciar, você precisa configurar seu PC para ir automaticamente para o desktop na inicialização, ignorando a Tela Iniciar.

Abra o agendador de tarefas (vá ao Painel de Controle e clique em Sistema e Segurança / Ferramentas Administrativas / Agendador de Tarefas) e no painel à direita na janela do programa clique em Criar Tarefa... Dê um nome para ela, como “Direto ao Desktop”, ou algo similar. Clique na aba Disparadores, no botão Novo... e no menu Iniciar a tarefa, no topo da janela, escolha a opção Ao fazer logon. Agora abra a aba Ações, clique no botão Novo... outra vez e digite explorer no campo Programa/script.

Clique em OK para salvar a tarefa e pronto! A partir de agora, sempre que você fizer logon no Windows o sistema irá automaticamente para o desktop. 

Preparando-se para dormir

Já consegue sentir o gostinho de um futuro sem a nova interface? Estamos quase lá! O passo final é criar um botão no desktop para desligar seu computador, para que você nunca mais tenha que abrir a barra de “Charms” para isso.

Clique com botão direito do mouse em um espaço vazio no desktop e escolha Novo / Atalho. Cole o texto a seguir no campo sob Digite o local do item e clique em Avançar:

shutdown /s /t 0

Na próxima tela dê um nome para o atalho, como “Desligar” e clique em Concluir. O atalho irá aparecer em seu destkop com um ícone genérico, que você pode trocar se quiser: clique com o botão direito do mouse sobre o atalho e escolha o item Propriedades no menu. Na janela que surge clique na aba Atalho e em Alterar ícone... Você verá uma grande lista de ícones, escolha o que mais lhe agradar.

Também recomendo colocar o ícone Desligar bem distante dos outros ícones em seu destkop, já que ele desliga o computador imediatamente, sem avisos ou pedido de confirmação, o que é um problema se você clicar nele por acidente.


Um desktop "desmetrificado". Note atalho para a tela aplicativos no canto inferior
esquerdo da barra de tarefas, e o ícone desligar no canto inferior direito. Clique para ampliar

É isso: você baniu a “Modern UI” de seu PC com o Windows 8. Aproveite os bons recursos do sistema, como o boot rápido e as várias melhorias “por debaixo dos panos”, sem os incômodos de uma nova interface.

Bônus: diga adeus à Lock Screen

Quer mais? Tecnicamente a “Lock Screen” (Tela de Bloqueio) do Windows 8 não tem nada a ver com a nova interface, mas é supérflua em um computador sem uma tela sensível ao toque, e sua inclusão por padrão é um lembrete constante de que o projeto do Windows 8 coloca os tablets em primeiro lugar. Veja a seguir como se livrar dela com requintes de crueldade.

No Desktop tecle Windows+R para abrir a caixa de diálogo Executar, digite gpedit.msc no campo Abrir e clique em OK. Isso fará surgir o Editor de Política de Grupo Local. No painel à esquerda da janela clique nas setinhas ao lado de Configuração do Computador / Modelos Administrativos / Painel de Controle e no item Personalização. No painel à direita dê um duplo-clique na opção Não exibir a tela de bloqueio, e na janela que surgir marque a opçãoHabilitado e clique em OK. Pronto!

INFO: Coreia do Sul se prepara para ciberguerra


 
Computadores são vistos com problemas após um 
ataque de hackers a principal redação da emissora 
YTN, em Seul.

Seul - Autoridades sul-coreanas investigam um ataque de hackers que derrubou os servidores de três emissoras de TV e dois grandes bancos nesta quarta-feira, e o Exército elevou seu nível de alerta devido a preocupações de envolvimento norte-coreano.

Servidores das redes de televisão YTN, MBC e KBS foram afetados, assim como os bancos Shinhan e NongHyupo , informaram a polícia e autoridades do governo. Pelo menos alguns dos computadores afetados pelos ataques tiveram alguns arquivos deletados, de acordo com as autoridades.

"Enviamos equipes para todos os locais afetados. Estamos agora avaliando a situação. Este incidente é muito grande e vai levar alguns dias para recolhermos provas", disse um policial.

Os bancos já restauraram suas operações, mas as emissoras de TV não puderam dizer quando seriam capazes de recuperar os sistemas novamente. Alguns funcionários das emissoras não conseguiam nem mesmo ligar seus computadores. As transmissões não foram afetadas.

Exército da Coreia do Sul disse que não foi afetado pelo ataque, mas elevou seu estado de alerta como resposta. Nenhuma das refinarias de petróleo do país, centrais eléctricas, portos ou aeroportos foram afetados.

Autoridades da polícia e do governo não quiseram especular se a Coreia do Norte, que ameaçou atacar tanto a Coreia do Sul como os Estados Unidos depois de ter sido atingida com sanções da ONU por seu teste nuclear de fevereiro, estava por trás do ataque cibernético.

A polícia diminuiu as expectativas de uma resposta rápida sobre uma eventual responsabilidade do Norte, que tem escolas de hackers da mesma forma que a aliada China. Um oficial disse que vai demorar mais do que o tempo normal de uma investigação de assassinato para se atribuir a responsabilidade.

A Coreia do Norte já teve no passado como alvo de ataques cibernéticos jornais conservadores, bancos e instituições governamentais da Coreia do Sul. As autoridades sul-coreanas disseram que o Woori Bank, outra importante instituição financeira local, também foi atacado na quarta-feira, mas não foi infectado.

Na semana passada, a Coreia do Norte reclamou de que seus próprios sites haviam sido hackeados, culpando os Estados Unidos por realizarem ataques cibernéticos destinados a "sabotar" o país.

G1: Cientistas criam dispositivo subcutâneo que monitora sangue


Cientistas na Suíça desenvolveram um dispositivo minúsculo e subcutâneo que faz exames de sangue e envia os resultados imediatamente via celular.

A equipe, da Escola Politécnica Federal de Lausanne, afirma que o protótipo de apenas 14 milímetros pode ser usado para detectar cinco substâncias diferentes no sangue. Os resultados podem, então, ser enviados para o médico por meio da tecnologia bluetooth.

 
Dispositivo faz exames e envia os resultados via celular.

O dispositivo minúsculo poderá ser inserido no paciente com uma seringa, logo abaixo da pele de locais do corpo como abdômen, pernas ou braços. Os cientistas dizem que é possível manter o mecanismo no local por meses e só depois é necessário removê-lo ou substituí-lo.

Segundo os inventores do protótipo, o dispositivo estará disponível para o público dentro de quatro anos.

Colesterol e diabetes

Outros pesquisadores já vinham trabalhando em implantes subcutâneos parecidos, mas o professor Giovanni de Micheli e o cientista que liderou a pesquisa, Sandro Carrara, afirmam que o exame de sangue criado na Suíça é pioneiro porque pode analisar muitos problemas diferentes ao mesmo tempo.

Carrara e De Micheli afirmam que o dispositivo será muito útil para monitorar problemas como colesterol alto e diabetes, além de analisar o impacto de tratamentos como quimioterapia.

 
Protótipo de 14 mm detecta até 5 substâncias no sangue.

"Vai permitir um monitoramento direto e contínuo, baseado na intolerância individual de cada paciente, e não em tabelas de idade e peso ou exames de sangue semanais", afirma De Micheli.

Até o momento, os pesquisadores testaram o dispositivo em laboratório e animais. Eles afirmam que o mecanismo pode detectar de forma confiável os níveis de colesterol e glicose no sangue, assim como outras substâncias mais comuns que médicos tentam encontrar em exames.

Os cientistas esperam agora começar os testes do dispositivo em pacientes internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTI), que precisam de muito monitoramento, incluindo exames de sangue frequentes.

Os resultados da pesquisa serão apresentados na conferência sobre eletrônicos Design, Automação e Teste na Europa (Date).