segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Bahia Notícias: Google lança serviço para localizar desaparecidos nas Filipinas



O Google lançou um serviço on-line para ajudar a encontrar desaparecidos após a passagem do tufão Hayan nas Filipinas. A página, chamada de Person Finder, permite que sobreviventes e familiares de desaparecidos possam publicar ou buscar informações sobre o paradeiro das milhares de vítimas da tragédia, a partir da inserção do nome da pessoa desaparecida. O programa também permite que agências de notícias e ONGs contribuam para o banco de dados e recebam atualizações e requisitar informações por SMS. A página foi criada em 2010 após o terremoto no Haiti e usada para elaborar a lista de vítimas na Maratona de Boston em abril deste ano.

Fonte: "Bahia Notícias / Notícia / Google lança serviço para localizar desaparecidos nas Filipinas - 10/11/2013." Bahia Notícias / Notícia / Google lança serviço para localizar desaparecidos nas Filipinas - 10/11/2013. N.p., n.d. Web. 11 Nov. 2013. .

Inovação Tecnológica: Filmadora panorâmica permite ver shows de qualquer ângulo



A câmera panorâmica pesa apenas 15 kg, contra os 80 kg de sua antecessora.[Imagem: HHI]

Filmadora panorâmica

Já imaginou usar o controle remoto para selecionar o ângulo da câmera que está transmitindo o show do seu artista favorito ou a partida do seu time de futebol?

E não é só virar para lá e cá, mas desfrutar de uma visão completa de 360 graus.

Esta é a proposta da nova câmera panorâmica desenvolvida pela equipe do professor Christian Weibig, do Instituto Heinrich Hertz, na Alemanha.

A OmniCam360 é formada por 10 câmeras individuais.

Mas, em vez de simplesmente apontar para 10 direções diferentes, como nas câmeras usadas pelo Google Street View, por exemplo, a OmniCam360 gera uma imagem única, sem qualquer distorção ou "costura" entre as imagens de cada câmera.

"Nós desenvolvemos um sistema de espelhos que desloca as pupilas de entrada das câmeras para um centro comum," explica Weibig.

Espelho e câmeras

O sistema de espelhos dirige a ação - a partida de futebol, por exemplo - até as câmeras de tal forma que todas tenham praticamente a mesma perspectiva.

Há apenas uma pequena sobreposição intencional de algumas colunas de pixels entre as imagens, para que o software possa uni-las de forma correta.

O sistema de espelhos também elimina a necessidade de calibrar a posição de cada câmera individual antes do início das filmagens - é só chegar ao local do evento e começar a filmar.

A câmera panorâmica pesa apenas 15 kg, o que significa que ela pode ser transportada por uma única pessoa e montada em um tripé - sua antecessora pesava nada menos do que 80 kg.

O primeiro teste da OmniCam360 será feito durante uma apresentação da Orquestra Filarmônica de Berlim, que será transmitida ao vivo para o Japão.

Fonte: "Filmadora panorâmica permite ver shows de qualquer ângulo." Filmadora panorâmica permite ver shows de qualquer ângulo. N.p., n.d. Web. 11 Nov. 2013. .

INFO: Mais baratos e compactos, supercomputadores vêm para ficar


Medicina: supercomputadores viabilizam o sequenciamento do 
genoma humano.

“Não há razão para que alguém queira ter um computador em casa.” A afirmação foi feita em 1977 por Ken Olsen, presidente e fundador da DEC, uma das primeiras empresas no mundo a fabricar mainframes – computadores com grande capacidade de processamento. A previsão, é claro, não se confirmou. Mais de três décadas depois, as pessoas não só têm diversos PCs em suas casas, como os carregam em bolsos e mochilas, em forma de smartphones, tablets e notebooks.

De acordo com Nelson Oliveira dos Santos, pesquisador de supercomputação da Universidade Estadual Paulista (Unesp), a afirmação de Olsen parece absurda hoje, mas fazia sentido na década de 1970, quando só grandes empresas investiam em computadores. “Este cenário se repete quando falamos de supermáquinas capazes de ocupar até uma centena de metros quadrados e fazer quatrilhões de operações por segundo”, diz Santos. Ele se refere aos equipamentos hoje restritos a instituições acadêmicas e centros de pesquisa, como unidades de análise meteorológica, que precisam fazer cálculos complexos. “O rápido avanço da supercomputação no mundo e a crescente necessidade de pequenas e médias instituições processarem grandes volumes de dados pressionarão a indústria a criar supercomputadores que possam ser instalados em data centers e compartilhados por várias empresas ou mesmo usados dentro de casa”, diz Santos.

O que é um supercomputador

Em termos simplificados, podemos dizer que um computador de alta performance (HPC, na sigla em inglês) é uma máquina capaz de processar dados em uma velocidade milhões de vezes superior a de um bom PC doméstico. Para se ter uma ideia, enquanto um computador usado em casa ou no trabalho é capaz de executar alguns milhões de cálculos por segundo, um supercomputador realiza quatrilhões de operações na mesma unidade de tempo – medida expressa em petaflop.

No Brasil, por exemplo, essa enorme capacidade computacional está disponível apenas para algumas instituições, como o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que usa esses recursos para prever o tempo. A Petrobras também possui alguns supercomputadores para realizar simulações e cálculos em operações extremamente complexas, como a exploração de óleo e gás em águas profundas.

De acordo com Santos, em até cinco anos, a redução nos custos dos supercomputadores e sua diminuição de tamanho permitirão também que hospitais, clínicas médicas e pequenos fabricantes industriais tenham acesso a essa tecnologia. “A medicina exigirá maior capacidade de processamento para sequenciar genomas, criar tratamentos personalizados e combater o câncer e outras doenças”, diz o especialista.

Fabricantes de veículos, autopeças e a indústria de construção civil também podem se beneficiar, gastando menos recursos com testes físicos, já que peças hoje destruídas em simulações de acidentes e testes de impacto poderão ser poupadas. “Essas operações poderão ser substituídas por experimentos virtuais. Com um supercomputador, você simula todas as reações de um carro em situações adversas, sem precisar que ele seja exposto a intempéries ou chocado contra uma parede”, diz Santos.

Supercomputação ao alcance

É provável que, em longo prazo, essas máquinas cheguem aos lares, ainda que por meio da locação de serviços de supercomputação em nuvem. Essa tendência deverá tornar o ser humano muito mais capaz de prever o futuro e simular cenários.

Além da viabilização de custos, a supercomputação precisará de uma fonte de energia limpa e abundante para suportar o enorme crescimento da demanda por processamentos e, claro, o resfriamento das máquinas. Desafios, no entanto, que não deverão impedir a consolidação dessa tendência.

Fonte: "Mais baratos e compactos, supercomputadores vêm para ficar." INFO. N.p., n.d. Web. 11 Nov. 2013. .

BABOO: Videogame faz bem ao cérebro, afirma estudo


Jogar videogame é uma atividade cada vez mais comum na sociedade. Enquanto alguns amam os games e ressaltam vários pontos positivos, outros odeiam e dizem que eles trazem vários problemas. Eis que foi comprovado cientificamente que o videogame faz bem ao cérebro.


Videogame faz bem ao cérebro: cientistas constatam aumento considerável de massa cinzenta

Um estudo na área foi realizado em parceria entre o Instituto Max Planck para o Desenvolvimento Humano e o Hospital Santa Edwiges, ambos da cidade de Berlim, capital da Alemanha. O resultado mostrou que jogar games todo dia, mas de maneira moderada, estimula o crescimento da massa cinzenta – área do cérebro responsável por controle muscular, memória, linguagem e percepção sensorial.

Alguns pacientes adultos jogaram Mário 64 no videogame portátil Nintendo DS 30 minutos por dia, durante dois meses. Após esse período, os pesquisadores notaram um “aumento significativo da matéria cinzenta”, de acordo com publicação do site de notícias Mashable.

Segundo eles, houve melhora considerável em duas áreas do cérebro: o hipocampo bilateral e em algumas partes do córtex pré-frontal direito. O hipocampo é uma parte do cérebro que tem formato de ferradura e abrange os dois hemisférios, ele é o responsável pela formação da memória, assim como a ligação de informações sensoriais – como cheiros e sons.

O estudo também mostrou que a vontade de jogar também é algo positivo, pois os que demonstraram mais interesse tiveram ganhos maiores que os demais jogadores. Os cientistasacreditam que isso aconteceu devido à liberação da dopamina, substância utilizada pelo cérebro quando a pessoa está realizando uma atividade da qual ela gosta – além disso, ela também pode ajudar a aumentar a massa cinzenta.

Pesquisas nesse tipo podem ajudar em terapias no futuro, como ressaltou o Mashable. Isso porque o videogame pode se tornar uma atividade utilizada para ajudar na recuperação das pessoas. No entanto, o site não mencionou nenhuma pesquisa específica sobre o assunto.

Fonte: Brino , Vinicius . "Videogame faz bem ao cérebro, afirma estudo." BABOO: Videogame faz bem ao cérebro, afirma estudo. http://www.baboo.com.br/ciencia-e-espaco/videogame-faz-bem-ao-cerebro-afirma-estudo/?utm_source=feedly (accessed November 11, 2013).

Canatech: Na França, moradores de rua recebem smartphone para contar suas vidas no Twitter




Não é raro encontrarmos todo tipo de moradores de rua no nosso caminho para o trabalho, faculdade ou de volta para casa. Muitas vezes tecemos comentários debochados sobre eles e os negligenciamos, tapando o sol com a peneira e fingimos que um problema social não existe ali. Infelizmente são poucas as pessoas que se dispõem a saber e compreender os motivos que os levarão até ali e mais raras ainda as que se dispõem a ser agentes de mudança.

Pensando nisso foi que, na França, a Rádio França Internacional e a Fundação Abbé Pierre se uniram e lançaram o projeto "Tweet2Rue", para combater a exclusão social no país. Para tanto, o projeto entregou smartphones a cinco moradores de rua e os instruiu a compartilhar os fatos do seu dia a dia no Twitter.

Vítimas da recessão econômica que atinge a França, os participantes têm entre 24 e 47 anos e moram na rua há pelo menos 3 anos. "A melhor professora é a rua e a melhor escola é a vida", tuitou Nicolas, um dos franceses que participa do projeto.

Além de Nicolas (@nickopompons), também fazem parte da iniciativa Ryan (@usher226), Patrick (@kanter57640), Manu (@115toimeme) e Sébastien (@DjamaikaPtiseb), todos já com milhares de seguidores no microblog.

Segundo noticiou a Exame, os criadores do projeto afirmaram que a escolha do Twitter não foi arbitrária. Para eles, as mensagens curtas e diretas do serviço ajudam a criar uma visão mais digna desses moradores e isso poderá chamar atenção de outros potenciais participantes.

A página do projeto diz que essa é "uma forma escrita e social, que valoriza as capacidades interpessoais. Eles [os participantes] falam diretamente e longe dos julgamentos de aparências e criam assim o diálogo".

Fonte: "Na França, moradores de rua recebem smartphone para contar suas vidas no Twitter." Canaltech. http://canaltech.com.br/noticia/twitter/Na-Franca-moradores-de-rua-recebem-smartphone-para-contar-suas-vidas-no-Twitter/ (accessed November 11, 2013).

Folha de S.Paulo: Coreia do Sul enfrenta Google com regras excêntricas para a internet




A Coreia do Sul é um dos países mais avançados do mundo em termos de conexões digitais. Tem banda larga em toda parte e operando em velocidades de matar de inveja muitos americanos. Sua internet, porém, também leva o título de uma das mais excêntricas do planeta.

Há um toque de recolher para o uso de internet em jogos on-line, por crianças em idade escolar; os adultos que desejem jogar fora do horário permitido precisam fornecer número de documento para provar que são maiores.

Até o ano passado, quem comentasse qualquer coisa na rede tinha a obrigação judicial de fazê-lo usando seu nome real.

Uma busca simples pode ser uma experiência infrutífera na web sul-coreana, porque os operadores de muitos sites, entre os quais os de diversos ministérios do governo, bloqueiam o acesso dos serviços de busca que tentam indexar suas páginas.

Os viajantes que desejem ir de carro do aeroporto internacional de Gimpo ao bairro de Gangnam, em Seul, não podem usar o Google Maps --o sistema só oferece instruções quanto ao acesso via transporte coletivo, e não para motoristas.

A internet pesadamente regulamentada causa surpresa a muita gente, inclusive a muitos sul-coreanos, porque o país é uma forte democracia, com economia vibrante e aparentemente muito bem preparada para a era digital.

Os sul-coreanos estiveram entre os primeiros a adotar os jogos on-line e os smartphones. O país conta com gigantes da tecnologia, como a Samsung e a LG.Mas a internet por lá opera em lógica claramente diferente.

O governo do país tem suas razões, até bem intencionadas algumas vezes. O toque de recolher, por exemplo, foi adotado para resolver as preocupações com jovens viciados em videogames.

As restrições de segurança que a Coreia do Sul tem em vigor desde o final da guerra da Coreia limitam as operações do Google Maps, reclama a empresa. A justificativa é que a exportação de dados cartográficos é proibida para impedir que eles caiam em poder do vizinho, a fortemente armada Coreia do Norte.

Já a Comissão dos Padrões de Comunicações da Coreia, uma agência regulatória, bloqueia qualquer material que considere reprovável, motivada pela pornografia.

"É irônico, em um país muito elogiado por sua avançada infraestrutura digital, que haja tantas restrições", disse Kim Keechang, professor de direito na Universidade da Coreia que trabalha em um livro sobre a regulação do uso da rede naquele país.

MUDANÇA À VISTA?

As companhias estrangeiras de internet, principalmente o Google, dizem que as regras coreanas as impedem de concorrer com as rivais locais.

A Coreia do Sul é um dos poucos grandes mercados nos quais o Google não é o serviço de busca dominante. A rival sul-coreana Naver tem o maior número de usuários.

Mas as críticas internas à abordagem estão crescendo. Os defensores das liberdades civis contestaram com sucesso a regra que requeria que usuários de listas de discussão fornecessem seus nomes reais, confirmados pelo sistema nacional de registro de identidade.

Um tribunal decidiu no ano passado que a norma, introduzida em 2007 para controlar o bullying depois de uma onda de suicídios, era violação de privacidade.

Agora, o governo da presidente Park Geun-hye está trabalhando para relaxar algumas das outras regras. Ela quer encorajar a criatividade no setor de tecnologia, muito bom no desenvolvimento de hardware e na exportação de software e serviços.

MAPAS MELHORES

Em setembro, o governo prometeu aliviar as restrições que afetam os serviços de mapas, o que ajudaria empresas de fora a resolver dúvidas quanto aos nomes de lugares.

Um órgão do Ministério da Terra, Infraestrutura e Transporte anunciou que começaria disponibilizando um mapa digital em inglês. Google e afins poderiam usufruir disso a partir do ano que vem, mas as decisões serão tomadas com lupa.

Hoje, o Google adapta seus mapas em inglês para os mapas que a Coreia fornece, usando apenas dados do sistema de transporte, pois são informações públicas.Mas, para fornecer outros serviços, como instruções para motoristas, informações de tráfego e plantas de aeroportos, as informações precisariam ser processadas em servidores fora da Coreia do Sul, algo proibido hoje.

Além disso, a escala do novo mapa oficial em inglês é de 1:25.000, o que, segundo o Google, não basta para fornecer os detalhes precisos de forma suficiente para orientar pedestres e carros sobre calçadas, cruzamento de ruas e semáforos, por exemplo.

O Google sustenta que as regras são injustas, pois empresas locais, como a Naver, usam escalas mais detalhadas --o argumento para isso é que os dados são armazenados no país. Para estrangeiros, porém, a utilidade é pequena, afinal tudo está grafado em coreano.

Tradução de PAULO MIGLIACCI

Fonte: PFANNER, ERIC . "Folha de S.Paulo." Folha online. N.p., n.d. Web. 11 Nov. 2013. .

INFO: Cientistas fazem simulador do sistema vascular na nuvem



Pesquisadores brasileiros e espanhóis lideram um projeto europeu de infraestruturas na 'nuvem' (cloud computing) que permitirá a criação do simulador mais avançado e completo sobre o sistema vascular e o maior laboratório virtual sobre a leishmaniose.

O trabalho, segundo pesquisadores, faz parte do projeto 'EUBrazilCloudConnect', que tem como objetivo combinar a ciência da biodiversidade e o movimento de acesso livre, promovendo o conceito de abertura para pesquisa científica.

O pesquisador da Universidade Politécnica de Valência (UPV) e coordenador do projeto, Ignacio Blanquer, explicou à Agência Efe que, graças a estes trabalhos, 'poderão ser demonstrados os benefícios de usar recursos na nuvem para diferentes casos científicos'.

Para atingir seu objetivo, este projeto iniciará uma infraestrutura de pesquisa conjunta com mais de 500 terabytes (TB) e 5.000 processadores para 'resolver problemas em comum' que afetam tanto o continente europeu como o Brasil.

O subprojeto do laboratório virtual sobre a leishmaniose, 'uma doença endêmica' na Espanha e que afeta sobretudo cães, visa criar modelos epidemiológicos mais precisos a partir das características dos insetos que transmitem esta doença e suas condições de vida, assim como informações genômicas.

'Sabendo as condições meteorológicas do futuro, podemos estimar o risco de propagação da patologia antes que ocorra a doença', disse Blanquer, ressaltando que esta patologia afeta países em desenvolvimento e que 'é preciso ter um bom conhecimento da propagação' para prevení-la.

Os trabalhos são coordenados pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e o Instituto de Instrumentação para Imagem Molecular - centro misto da Universidade Politécnica de Valência, do Centro Superior de Pesquisas Científicas (CSIC) e do Centro de Pesquisas Energéticas, Ambientais e Tecnológicas da Espanha (Ciemat).

Fonte: "Cientistas fazem simulador do sistema vascular na nuvem." INFO. N.p., n.d. Web. 11 Nov. 2013. .

Gizmodo: Há 30 anos, Bill Gates apresentava o Windows pela primeira vez



Mesmo que você não goste do Windows, é difícil negar que ele é emblemático e importante na computação pessoal. Ele é um conjunto de sistemas operacionais, claro, mas também foi uma nova maneira de pensar, um influenciador e um marco, desde que Bill Gates o apresentou pela primeira vez há 30 anos, em 10 de novembro de 1983.

O “Gerenciador de Interface” que viria a ser o Windows entrou em desenvolvimento em 1981. Em 1983, ele foi apresentado ao público. Mas ele só foi lançado – como Windows 1.0 – em novembro de 1985. E você pode rodá-lo no seu navegador!

Esta primeira tentativa não era um sistema operacional realmente completo, e sim um “shell gráfico” que deu ao MS-DOS uma interface de usuário. Mas o Windows 1.0 tinha muitas características comuns a todo OS com interface gráfica, como um editor de texto (Bloco de Notas), editor de imagem (Microsoft Paint), calendário, relógio, terminal e área de transferência (para copiar/colar).

O Windows permitia ao usuário exibir vários programas ao mesmo tempo, mas as janelas não podiam se sobrepor. Era como os apps Metro do Windows 8! Mas na primeira versão, era possível transferir dados entre os programas através do arrastar-e-soltar (isso não é possível nos apps Metro, que rodam em uma sandbox por questões de segurança). Além disso, ele vinha com drivers para periféricos como teclados e mouse da Microsoft, que estrearam no início de 1983.

30 anos parecem um tempo incrivelmente longo, e foram mais que o suficiente para o Windows dominar entre 80% e 90% do mercado de computadores. E como será o futuro? Cheio de touchscreens, pelo visto: o Windows 8 deixou claro que, para a Microsoft, a interação com o toque é crucial para um sistema operacional de PCs.

Estamos começando a quarta década do Windows. Pena que as propagandas exageradas com Steve Ballmer não farão parte desta próxima época – ele deve sair da Microsoft nos próximos meses.
Fonte: Newman, Lily . "Há 30 anos, Bill Gates apresentava o Windows pela primeira vez." Gizmodo H 30 anos Bill Gates apresentava o Windows pela primeira vez. N.p., n.d. Web. 11 Nov. 2013. .

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Revista Espírito Livre: Governo da Bahia faz licitação para comprar aplicativo do Google


A Diretoria de Licitações subordinada à Diretoria Geral da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia publicou noDiário Oficial do referido estado, o Edital do Pregão Eletrônico nº 091/201391/2013, que tem como objeto a“contratação de empresa para aquisição de Licenças de Software Google, treinamento para usuários e administradores e suporte remoto, em português, para os administradores.”

Desta forma, o estado da Bahia está abrindo uma licitação para a contratação de um determinado software de uma determinada empresa estrangeira, ou seja, o Google Apps for Business. A contratada local, não necessariamente uma empresa nacional, que porventura ganhar a concorrência, fará apenas o papel de intermediária e prestadora de serviços de suporte na qualidade de revenda autorizada.

Informações sobre esta licitação você encontra neste linkhttp://www.egba.ba.gov.br/diario/DO06/L_avisos.htm ou baixe o texto completo do Edital do Pregão Eletrônico nº 091/201391/2013 clicando aqui e confira os detalhes mencionados.

Fica a dúvida: por que uma secretaria de saúde de um governo estadual abre um processo licitatório cujo o objeto de contrato é um software pré-determinado e a empresa fornecedora do mesmo também é de conhecimento público e notório?

Seria notoriamente comprovada a inexistência de empresa nacional produtora de software similar ou melhor que o da empresa norteamericana? Não haveria nenhuma instituição estatal brasileira, tal como Serpro, Prodeb e similares, capazes de atender a demanda do governo baiano?

Fonte: "Revista Espírito Livre." Revista Esprito Livre RSS. N.p., n.d. Web. 8 Nov. 2013. .

Uol: Editorial: Internet para o usuário



Já se tornou rotina. Embora o projeto tramite em regime de urgência, semanas começam e terminam sem que o Marco Civil da Internet seja votado na Câmara. Interesses diversos, mas nunca os dos usuários, têm impedido que os deputados cheguem a um consenso.

Uma reunião entre os ministros José Eduardo Cardozo (Justiça) e Ideli Salvatti (Relações Institucionais) não bastou para que líderes da base governista se inclinassem a aprovar a proposta. Apesar da atuação direta do Planalto, o PMDB, maior aliado do PT no governo federal, mostra-se irredutível.

O partido não quer dar seu aval à neutralidade de rede, princípio que impede empresas de telecomunicações de cobrar mais caro ou diminuir a velocidade da conexão em função do tipo de conteúdo acessado pelo usuário.

Especialistas não têm dúvidas. Afirmam, em uníssono, que a internet será bem pior se a neutralidade não for garantida. O PMDB, ainda assim, prefere amparar as razões comerciais das teles.

Nesse ponto, o relator do projeto, Alessandro Molon (PT-RJ), tem se mostrado firme na defesa dos cerca de 100 milhões de internautas brasileiros. Em outros temas, porém, a discussão prolongada o levou a incluir no texto inaceitáveis ameaças à liberdade de expressão.

A maior delas se esconde sob o véu da proteção aos direitos autorais. De acordo com a proposta, sites somente serão responsabilizados por danos decorrentes de conteúdos gerados por terceiros se, após ordem judicial, não removerem o material questionado.

Com essa formulação, a regra é adequada. Provedores não tem condições de analisar tudo o que será postado por terceiros; se pudessem ser imediatamente responsabilizados, agiriam de forma preventiva para bloquear a difusão de qualquer conteúdo sobre o qual repousassem suspeitas mínimas. Seriam evidentes os prejuízos à liberdade de expressão na internet.

Ocorre que o projeto cria exceção para questões ligadas a direitos autorais. Nesses casos, a diretriz não se aplicaria. Em versões recentes, o texto deixa o assunto para regulação posterior. Até lá, valeriam as normas estatuídas na legislação autoral hoje em vigor.

A solução é canhestra. Abre-se uma janela para que, enquanto não for criada lei específica, sites sejam corresponsáveis pelos conteúdos de terceiros, sempre que houver violação de direito autoral.

Dessa forma, o Marco Civil da Internet protegeria, por exemplo, os interesses de grandes redes de televisão, às quais importa impedir, por todos os meios, a divulgação imprópria de seus conteúdos.

Os usuários, mais uma vez, sairiam sacrificados --algo inadmissível para um projeto apelidado de Constituição da internet.

Fonte: "Folha de S.Paulo." Folha online. http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2013/11/1368395-editorial-internet-para-o-usuario.shtml (accessed November 8, 2013).

Information Week: Seis dicas para financiar um escritório BYOD


Profissionais de TI não são os únicos enfrentando as dores de cabeça com as políticas da tendência: financiar o escritório móvel traz seu próprio conjunto de desafios


Embora a maioria das empresas esteja acostumada a financiar hardware corporativo e acordos de licença de software, muitas ainda não sabem muito bem como lidar com a pletora de dispositivos que entram na jogada quando se implementa política de BYOD.

Conforme funcionários dependem cada vez mais de seus dispositivos pessoais para trabalhar, os custos de BYOD estão, inevitavelmente, mudando para a empresa. Além disso, os riscos associados a dispositivos móveis sem segurança que acessam uma rede corporativa aumentaram tanto que ter um único dispositivo sem segurança dentro do ecossistema BYOD praticamente garante que a rede irá sofrer com brechas de segurança.

Para lidar com esses desafios e continuar na corrida, executivos de tecnologia e setor financeiro estão unindo forças para criar estratégias de longo prazo para financiar, assegurar e aumentar a força de trabalho móvel. Aqui estão algumas dicas de como usar políticas de financiamento mais sólidas para o lançamento de uma estratégia BYOD.

1. Planos de ação financeira para BYOD híbrido e dispositivo corporativo podem oferecer a flexibilidade que você precisa.

Ao implementar uma política financeira-tecnológica em sua empresa, não ache que precise necessariamente, designar permanentemente seu escritório como BYOD ou não. Fundos para equipamentos e software podem ser usados tanto em BYOD quanto em tablets e smartphones corporativos.

2. Angry Birds: Não. Software de criptografia: Sim.

Se os dispositivos são BYOD ou corporativos, não importa. Uma questão essencial que as empresas devem definir é como as licenças de software e os dispositivos serão usados.

Em resumo, o equipamento ou o software deve ser importante o bastante para que o usuário sofra uma interrupção de negócio ou uma crise financeira se for removido ou se deixar de funcionar. Os usuários precisam saber se os dispositivos são centrais na computação e na estratégia de comunicação corporativa.

Se passar nesses testes e sua empresa for confiável, o dispositivo ou software em questão pode ser geralmente financiado em dois ou quatro anos. Se estiver nos estágios iniciais do financiamento de dispositivos BYOD, é importante, também, educar seus funcionários sobre o que exatamente o plano de ação financeiro cobre ou não cobre.

3. Aproveite as taxas mais baixas já registradas para expandir o financiamento de BYOD.

As taxas para o financiamento de upgrades tecnológicos são as mais baixas já registradas, mas não irão durar para sempre. Portanto, é importante que as empresas que estão planejando migrar para um programa BYOD ou adicionar opções de força de trabalho mais flexíveis ao negócio explorem logo essas opções de financiamento.

4. Se estiver financiando, lembre-se de garantir segurança.

O EverBank Commercial Finance adotou uma política BYOD em 2010. Independentemente de um dispositivo rodar Android ou iOS, a empresa instala um software próprio que inclui uma interface segura para acessar o banco de dados de informações proprietárias, enquanto também oferece criptografia e conteinerização para informações corporativas. Oferece, também, capacidades de gerenciamento de dispositivos móveis (MDM) para limpar os dados corporativos no dispositivo em caso de perda ou roubo.

Esses aplicativos – e a maioria dos softwares de segurança de dados e proteção antivírus que a empresa utiliza – podem ser financiados sob um acordo de pagamento de prestação, ou IPA, na sigla em inglês, que parcela o pagamento dos termos de licença.

5. Conheça suas opções com parceiros de leasing.

Para empresas que buscam oferecer dispositivos móveis corporativos para seus funcionários, existem diversas opções de financiamento disponíveis, incluindo leasing por preço de mercado, em que o locador oferece financiamento próximo a 0%.

Empresas de leasing que não se especializam em financiamento de tecnologia podem evitar se envolver com o financiamento desses bens porque os dispositivos não são, geralmente, mantidos sob o mesmo teto e, assim, têm a tendência de serem perdidos ou quebrados, exigindo substituição. Por outro lado, as empresas de leasing especializadas em tecnologia tendem a reconhecer que assegurar o equipamento contra perda, roubo ou danos é uma forma habitual de mitigação de risco em um ambiente de empréstimo.

6. As vendas bem sucedidas de dispositivos mais velhos pode se comprovar atraente para financiadores.

Os tablets passaram bem pelas vendas no mercado secundário e isso motivou financiadores do setor. Por exemplo, uma recente pesquisa no eBay mostrou até mesmo iPads, da Apple, de primeira geração, com apenas 32 GB de storage e Wi-Fi por preços entre US$ 158 e US$ 191. Portanto, ao abordar um financiador, saiba que eles procurarão saber se os dispositivos que você quer valerão a pena quando for hora de vendê-los.

O escritório móvel ou BYOD está se tornando padrão rapidamente, independentemente de setores financeiros prontos ou não para pagar a conta. Ao desenvolver uma estratégia para financiar, da forma mais adequada, a tecnologia de sua empresa, você pode garantir que seus funcionários terão acesso a dispositivos de primeira linha e garantir que seus dados proprietários permanecerão intactos.

Fonte :"Seis dicas para financiar um escritório BYOD." - Information Week. http://informationweek.itweb.com.br/16443/seis-dicas-para-financiar-um-escritorio-byod/ (accessed November 8, 2013).

G1: Google pede patente de tatuagem no pescoço que servirá de microfone


 
Imagem de patente pedida pela Motorola, do
Google, indica tatuagem eletrônica feita no pescoço
para funcionar como microfones de celulares.

A Motorola Mobility, uma empresa doGoogle, quer registrar a patente de uma tatuagem eletrônica feita no pescoço para funcionar como o microfone de smartphones e outros aparelhos móveis.

Os documentos do pedido de registro da tecnologia foram publicados nesta quinta-feira (7) pelo órgão de patentes dos Estados Unidos, o Escritório de Marcas e Patentes (USPTO, na sigla em inglês), mas a submissão data de maio de 2012.

De acordo com esses documentos, a tatuagem eletrônica captaria o som ao identificar as “flutuações do músculo ou do tecido da garganta” e enviaria os dados para smartphones ou outros dispositivos sem a necessidade de que fios fossem conectados a ela.

Com isso, por exemplo, não seria preciso levar o celular à boca todas as vezes que fosse necessário falar em uma ligação telefônica. Uma das especificações técnicas é que a tatuagem terá capacidade de enviar dados via Bluetooth e NFC.

Os documentos enviados pela Motorola não deixam claro se a tatuagem será permanente, ou seja, desenhada na pele com agulhas conform a forma tradicional, ou se será algo simplesmente afixado no corpo e que depois pode ser removido. Ainda de acordo com o documento, o eletrônico “pode ou não ser recarregável”.

Depois de ser adquirida pelo Google em 2012, a Motorola lançou neste ano o primeiro celular produzido integralmente como uma empresa da gigante da internet. O Moto X chegou ao mercado brasileiro em 3 de setembro, e é vendido por R$ 1,5 mil.

Fonte: "Google pede patente de tatuagem no pescoço que servirá de microfone." Tecnologia e Games. http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2013/11/google-pede-patente-de-tatuagem-no-pescoco-que-servira-de-microfone.html (accessed November 8, 2013).

Android Rooting: conheça este recurso e aprenda a ativá-lo em seu smartphone - Android




Desde o primeiro momento em que o sistema aberto para dispositivos móveis do Google se popularizou, surgiu um termo técnico que se tornou bastante recorrente entre seus entusiastas. Com a possibilidade de conceder acesso ilimitado para a execução de uma infinidade de tarefas e funções adicionais, o rooting passou a ser uma das práticas mais versáteis possíveis de serem feitas em smartphones e tablets dotados do sistema operacional Android.

Mas o que vem a ser exatamente o rooting, como ele funciona, para que ele serve exatamente e como ele pode ser feito?
O que é o root?


Por padrão, os gadgets Android possuem um nível de acesso ao sistema propositalmente limitado. Isso acontece por motivos de segurança, com a intenção de dificultar a violação do sistema Android por softwares maliciosos, mas também permite que o nível de personalização do aparelho seja relativamente menor.

No jargão da informática, root é o nome dado a uma conta de usuário especial – também geralmente chamado de Super Usuário ou Administrador – que possui controle sobre todas as funções desse sistema. Os aparelhos Android saem de fábrica com uma conta de usuário comum que possui acesso apenas a algumas partes do SO, o suficiente para garantir seu bom funcionamento, ao mesmo tempo em que protege as partes mais críticas do sistema de acesso não autorizado, seja de aplicativos instalados voluntariamente pelo usuário, seja de softwares maliciosos que podem danificar o sistema.

Entretanto, é costume de muitos dos usuários de Android abrirem mão dessa camada de segurança com a intenção de elevar a personalização de seus gadgets a um outro patamar. Afinal, com um aparelho "rootado" é possível melhorar a experiência de uso do Android das mais diversas maneiras! Entre muitas outras coisas, é possível desinstalar aplicativos inúteis instalados pelas operadoras e fabricantes, poupando considerável espaço de armazenamento, além de instalar utilitários que não funcionariam com acesso limitado e que trazem funções extremamente úteis, como backup total dos dados do usuário, overclocking em dispositivos mais lentos ou um melhor controle do consumo de energia e autonomia da bateria.

Além disso, uma das possibilidades mais interessantes de se fazer root em um dispositivo Android é permitir a instalação de ROMs personalizadas do sistema operacional, que geralmente vêm com recursos mais avançados e são mais leves e otimizadas, já que não vêm com todas as modificações impostas pelos fabricantes e pelas operadoras de telefonia celular.
Quais são seus riscos?

Entretanto, há riscos a serem considerados caso se deseje habilitar o acesso root em um gadget Android: os arquivos principais do sistema operacional – que antes possuíam acesso restrito por serviços do sistema – agora ficam totalmente expostos, podendo ser alterados ou até mesmo apagados pelo dono do aparelho acidentalmente, danificando o sistema de forma permanente. Além disso, nem todas as ROMs customizadas são confiáveis, contendo aplicativos ou códigos maliciosos. Assim sendo, é aconselhável que o usuário escolha bem a ROM customizada que quer instalar, dando preferência a ROMs bem conceituadas e que tenham uma comunidade ativa.

Sem contar que algumas fabricantes podem anular a garantia de seus produtos caso o root seja feito. Se você considera esse benefício importante, talvez seja melhor esperar um pouco antes de liberar o acesso irrestrito em seu gadget.
Posso lidar bem com essas consequências. Quero "rootear" meu Android. E agora?

A primeira coisa que deve ser considerada é que o processo de root não é padronizado. Devido à infinidade de dispositivos Android existente no mercado, os procedimentos necessários para liberar o acesso irrestrito ao sistema variam bastante de aparelho para aparelho, podendo ser um bocado complicados em algumas situações.

Felizmente, os esforços para facilitar o rooting no Android deram muitos frutos ao longo dos anos. Em muitos aparelhos o processo consiste apenas em instalar um aplicativo e clicar em uma opção que faz o root automaticamente. Em outros casos, basta conectar seu smartphone ou tablet a um computador via cabo USB e rodar um script que fará todo o trabalho pesado.


Existe um site na internet dedicado a catalogar todas as instruções de rooting existentes, chamado Ready2Root. Nele, é possível encontrar meios para habilitar o root em smartphones e tablets de diversas fabricantes e modelos, inclusive mais antigos e já fora de circulação no mercado (como o Samsung Galaxy 5, por exemplo). É possível encontrar até mesmo instruções para root de aparelhos vendidos diretamente pelo próprio Google: todos os modelos da linha Nexus estão disponíveis no site.

Os métodos de rooting são ensinados através de tutoriais em texto e vídeos, espalhados pela internet e reunidos no site para fácil consulta: muitos deles são threads do fórum oficial do grupo XDA Developers, maior comunidade de desenvolvimento Android da atualidade.

Com a ajuda do Ready2Root, certamente boa parte do medo de transformar seu gadget em um peso de papel é bastante suavizada. Rootear um smartphone Android pode ter seus riscos, porém muitos adeptos do robozinho verde atestam os inúmeros benefícios, que acabam compensando bastante e facilitam a vida de quem usa o Android em seu dia-a-dia.

Fonte: Silva, Giancarlo . "Android Rooting: conheça este recurso e aprenda a ativá-lo em seu smartphone." Canaltech. http://canaltech.com.br/dica/android/Android-Rooting-conheca-este-recurso-e-aprenda-a-ativa-lo-em-seu-smartphone/ (accessed November 8, 2013).