quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

COMPUTERWORLD:Sonda IT cria pacote de soluções SAP para nuvem


Empresa lançou o Enterprise Pack que contempla aplicações da produtora alemã de software em cloud com serviços da companhia.

A Sonda IT lançou durante o SAP Forum 2014 um pacote de soluções para companhias que estão aderindo ao modelo nuvem. Batizado de Enterprise Pack, oferta une software da SAP e serviços da Sonda IT. 
O pacote une a tecnologia alemã aos serviços e soluções da Sonda IT com a proposta de reduzir investimentos dos projetos. "Além de diminuir o TCO (Total Cost of Ownership) das empresas, a Sonda IT garante a modernização da infraestrutura de TI das operações, contribuindo de maneira efetiva para a diminuição do Capex", afirma a prestadora de serviços.

Carlos Schwager, diretor sênior da Divisão SAP da Sonda IT, observa que o mercado caminha para a compra através de um único fornecedor. "O gestor de TI deixa de se preocupar com a fragmentação das soluções que detêm e passa a buscar por empresas que ofereçam todas as soluções integradas, além de poder utilizar o modelo SaaS (Software as a Service)", comenta.

Para viabilizar a implementação do Sonda Enterprise Pack, a companhia ampliou a atuação de sua unidade de Integração de Serviços. Área já responsável pelos contratos de full outsourcing, compondo serviços e as soluções SAP em cloud privado para entrega uma oferta única, incluindo software, infraestrutura, treinamento, consultoria e suporte. A expansão é resultado dos investimentos feitos em data center nos últimos três anos no Brasil, que envolvem um aporte de US$ 8 milhões.

O novo pacote é voltado para qualquer porte de empresa e abrange qualquer solução do portfólio SAP. André Leite, diretor de negócios SAP da Sonda IT, explica que a proposta é entregar o Enterprise Pack de forma flexível. Assim, o cliente pode começar o processo de adesão através de uma única solução e ampliar de acordo com a sua necessidade.

Faz parte do pacote todo o portfólio de licenças SAP comercializadas pela Sonda IT, as respectivas implementações, a infraestrutura – cloud ou com hardware fornecido pela própria integradora e o suporte.

CIO: Do mainframe viemos, ao mainframe voltaremos


A computação em nuvem nada mais é do que isso: maior mobilidade e acesso à capacidade computacional quase infinita em um modelo de contratação de aluguel de software e hardware
Maurício Cascão *

Há poucos dias ouvi de um amigo a seguinte frase: “do mainframe viemos, ao mainframe voltaremos”. Imediatamente passei a usá-la em entrevistas e conversas com colegas para explicar o que é a computação em nuvem. Sempre busco analogias para desmistificar o conceito de “cloud” e tentar aproximar as pessoas dessa nova tecnologia para que possam colher os benefícios. Recentemente escrevi sobre segurança na nuvem com a provocação “dinheiro no colchão ou no banco”. Hoje vamos falar de mainframe, que se assemelha tanto a computação em nuvem por ser um computador de grande porte, normalmente utilizado no processamento de um alto volume de informações por inúmeros usuários.

Eles surgiram na década de 40. Eram supermáquinas ocupando enormes salas. Eram caros e centralizados, mas capazes de oferecer serviços de processamento a milhares de pessoas conectadas através de terminais “burros” (com pouca capacidade de processamento). Com os primeiros mainframes surgiram as primeiras aplicações de virtualização, uma tecnologia aperfeiçoada ao longo dos anos e que hoje é indissociável do conceito de cloud computing. De forma simplificada, virtualização é um conjunto de softwares que permite agregar ou fatiar infraestrutura de TI, criando “servidores virtuais” com característica de processamento e storage na medida da necessidade de cada empresa.

Os mainframes surgiram para atender as necessidades de TI de grandes companhias – as únicas que podiam pagar seu alto investimento. Os ambientes computacionais eram geridos por mão de obra altamente qualificada e instalados em data centers de primeira linha. Ter acesso a um mainframe era possuir uma Ferrari da tecnologia. Na computação em nuvem é muito parecido. Os recursos instalados em data centers servem vários clientes, são geridos por especialistas e usam da virtualização, o que permite a construção de máquinas com capacidade quase infinita comparada às necessidades de um cliente típico. 

Uma das características do mainframe era o acesso remoto e simultâneo de grande número de usuários através de terminais “burros”. Nesta analogia, na computação em nuvem o acesso se dá por um terminal que isoladamente possui menos capacidade de processamento que o ambiente centralizado. Ao longo dos anos, evoluímos dos terminais burros para o processamento distribuído, quando estes terminais se tornaram mais “inteligentes” e se transformaram em computadores pessoais. Na ultima década voltamos a ter uma grande concentração nos núcleos e uma progressiva miniaturização dos terminais de usuários, trazendo o benefício da mobilidade. Entramos na era atual dos smartphones e tablets potentes, alavancados pelos softwares e aplicações disponíveis com o cloud computing.

A computação em nuvem nada mais é do que isso: maior mobilidade e acesso à capacidade computacional quase infinita em um modelo de contratação de aluguel de software e hardware. É a chance de se beneficiar do suporte de especialistas e poder, por uma fração do preço, usufruir da infraestrutura de ponta que antes era privilégio apenas de grandes corporações que podiam investir nos supercomputadores. Do mainframe viemos e nele retornaremos, mas de uma forma bem mais acessível. A nuvem diminui barreiras de entrada estendendo os benefícios da tecnologia da informação às pequenas e médias empresas também.

(*) Mauricio Cascão é CEO da MANDIC

Olhar Digital: União Europeia tenta acabar com controle americano da internet


Por causa do recente escândalo da espionagem norte-americana, a União Europeia apresentou hoje uma proposta para reduzir o poder dos EUA sobre a rede mundial de computadores. A iniciativa diplomática, segundo noticia o Estadão, será trazida a São Paulo em abril, quando haverá um encontro sobre este tema.

“Recentes revelações sobre a espionagem em larga escala colocaram em questão a liderança dos EUA no que se refere à governança da internet”, escreveu a entidade. “Dado o modelo centrado nos EUA de gestão da web, é necessária uma transição suave a um modelo mais global, mas que ao mesmo tempo proteja os valores de uma governança aberta.”

Dentre as propostas fornalizadas hoje está a descentralização do ICANN, órgão americano responsável pela distribuição de domínios, e a globalização das tomadas de decisão sobre garantias de estabilidade e segurança.

Para evitar que a internet seja usada por alguns governos para restringir liberdades, foi incluída também a intenção de impedir a criação de redes paralelas. Seriam criados novos organismos e fortalecidas as entidades globais.

Olhar Digital: Empresa propõe pagar mensalidade a internautas pelo fornecimento de dados


Uma startup nova-iorquina se propôs a pagar mensalidade a internautas que concordarem em entregar seus dados para serem revendidos pela empresa. A ideia da Datacoup é dar mais controle às pessoas sobre o que outras empresas estão fazendo com as informações.

Em troca de acesso às atividades em redes sociais como Twitter e Facebook e ao histórico de transações de cartões de crédito e débito, a Datacoup oferece um pagamento mensal de US$ 8.

Em entrevista à revista do MIT, o cofundador e CEO da startup, Matt Hogan, explicou que a intenção da Datacoup é fazer com que as pessoas se envolvam mais com o processo de compra de dados, que ocorre atualmente sem que se tenha qualquer controle.

Ao digitar algo no campo de buscas do Google ou usar um cartão de fidelidade numa loja, por exemplo, a pessoa já está fornecendo informações pessoais em troca de vantagens (resultados mais aprimorados ou descontos, nesses dois casos).

Alessandro Acquisti, da Universidade Carnegie Mellon, que há anos defende o envolvimento das pessoas na comercialização de informações, disse ao MIT que a ideia da Datacoup é boa, mas não perfeita. Imagine se a loja do cartão de fidelidade comprar esses dados, por exemplo, e perceber que, pelo seu histórico financeiro, pode cobrar mais caro por um produto (já que você teoricamente tem dinheiro pra pagar).

Até agora quase 1,5 mil consumidores se inscreveram no período de testes do serviço da Datacoup, mas nenhuma companhia se interessou em comprar os dados fornecidos - Hogan garante que as conversas iniciais foram animadoras. 

G1 - Hackers clonam 'Flappy Bird' e tentam lucrar após 'morte' de game


Versões maliciosas do jogo ganham acesso a dados dos usuários e enviam mensagens sem autorização para números que cobram altas tarifas.

Game 'Flappy Bird' foi retirado das lojas de apps
da Apple e do Google (Foto: Bruno Araujo/G1)

Hackers estão oferecendo clones maliciosos do jogo "Flappy Bird", que foi retirado do ar no domingo (9) apesar de seu grande sucesso nas lojas de aplicativos on-line.

Seu desenvolvedor, o vietnamita Dong Nguyen, de 29 anos, justificou que a popularidade do jogo "arruinou sua vida" e que não aguentava mais o assédio da imprensa.

Tentando lucrar com a ausência do game, em que o jogador tinha que conseguir manter um pássaro no ar, hackers vêm lançando, desde o início desta semana, versões fraudulentas que conseguem acesso aos dados de usuários e resultam no aumento da conta de telefone.

Segundo a empresa de segurança Trend Micro, os clones do "Flappy Bird" podem ser encontrados na loja de apps do smartphone Android, da Google.

"Todas as versões fraudulentas consistem em enviar mensagens secretas para números que cobram altas tarifas por minuto, elevando a conta do telefone", explica um blog da Trend Micro.

A empresa alerta que os clones estão pedindo a permissão do usuários para ler e receber mensagens durante a instalação, algo que não era requisitado na versão original.

Além disso, o app falso busca informações pessoais do usuário, como número do telefone, provedor e endereço de e-mail.

Vício
Os hackers estariam tendo como principais alvos usuários na Rússia e do Vietnã.

Além dos clones maliciosos, as lojas de aplicativos online também têm sido inundadas nos últimos dias por versões de games bem semelhantes ao Flappy Bird.

Entre elas estão "Clumsy Bird", "Flappy Fish", "Flappy Octopus", "Flappy Angry Bird" e "Ironpants" – um game que já vinha ganhando popularidade recentemente.

Em entrevista à revista "Forbes", Dong Nguyen disse que o "Flappy Bird" foi pensado para usuários jogarem alguns minutos quando "estivessem relaxados".

"Mas virou um vício e acho que se tornou um problema. Para resolvê-lo, é melhor tirá-lo do ar. Foi-se para sempre", disse ele.

COMPUTERWORLD: Jogos de inverno 2014 movimentam 26 centros de TI da Atos


Prestadora de serviços é parceira mundial de TI do Comitê Olímpico Internacional (COI) e do Comitê Paraolímpico Internacional. Empresa será provedora de tecnologia também das Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro.
Um time de 140 especialistas em TI, suportado por 26 centros de dados, espalhados ao redor do mundo, são responsáveis pelo processamento de dados dos Jogos de Inverno Sochi 2014, na Rússia, que começaram na última sexta-feira (7) e se estendem até o dia 23/03. Toda a infraestrutura de TI é fornecida pela multinacional de serviços francesa Atos. 

Parceira do Comitê Olímpico Internacional (COI) desde 1992, a Atos – empresa global de tecnologia da informação, é responsável por operar a TI envolvida em todo o processo do evento. A empresa, que acaba de renovar o contrato com o Comitê dos Jogos Olímpicos até 2024, também usará sua expertise para os Jogos 2016, no Rio de Janeiro, PeyongChang 2018, Jogos de Tóquio 2020 e os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2022 e 2024.

A Atos fornece para os jogos, boa parte da tecnologia disponível também para clientes do mercado: segurança, nuvem, mobilidade, big data e social collaboration. 

Em Sochi, o papel da Atos é, entre outros, fornecer dois sistemas principais de organização e distribuição de informação. O Core Games Management System (GMS) e o Information Diffusion System (IDS), que controlarão todo o conteúdo necessário para gerenciar os jogos e distribuir os resultados para o mundo todo. Na prática, após a realização de uma prova, o resultado aparece no painel em segundos. A tecnologia por trás desse sistema é da Atos.

Neste ano, a novidade é que jornalistas poderão baixar o aplicativo Atos em seus smartphones e acessar, em tempo real, os resultados das provas. O principal desafio dos jogos de inverno de 2014 será a apresentação das 12 novas modalidades esportivas, que implicam em um aumento de 10% em relação ao portfólio da edição de 2010. Por conta disso, o ano de 2013 foi bem intenso para a Atos. 

A equipe de Sochi é composta por 140 Business Technologists formada por profissionais das mais diversas nacionalidades. O resultado foi a implementação de 26 centros em 9 fusos horários diferentes. 

Jogos Olímpicos no Brasil 

A empresa já está se preparando para os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro. "Os Jogos são uma mistura complexa entre tecnologia, processos e pessoas. Nosso desafio é criar uma solução de TI exclusiva para cada um dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos, que permita apurar e comunicar cada momento destes eventos para o mundo", diz Patrick Adiba, diretor global de Recursos Humanos da Atos e CEO Olimpíadas e Grandes Eventos.

Segundo ele, essa complexidade, exige uma mistura de habilidades específicas em TI, experiência e um profundo conhecimento do que os organizadores, competidores e o público esperam.

Folha de S.Paulo: Google impõe restrições a fabricantes de celular com Android, diz jornal


Damien Meyer
Mulher usa Google em tablet com Android em 
Rennes, França

As condições para que fabricantes usem em seus aparelhos o sistema operacional do Google para dispositivos móveis, o Android, não são divulgadas em integridade, e documentos recentemente descobertos mostram que a "total abertura" do software, tão alardeada pelo Google, pode ser mais frágil do que se imagina, segundo reportagem do "Wall Street Journal" .

Os arquivos, que estão sendo analisados pela União Europeia, organização que frequentemente escrutina a atividade do Google naquele continente, dizem que o Google restringe o acesso ao YouTube e a mais de um milhão de aplicativos da Play Store caso a companhia que faz o aparelho não mantenha uma série de serviços da gigante da internet americana como padrão e o Google como mecanismo de busca.

Na Europa, os líderes de cada segmento são obrigados a fomentar a competição dentro daquele setor. Atitudes desse tipo, com o Android liderando as vendas mundiais de smartphone, infringiria essa regra. Nos EUA, diz o "WSJ", não há esse tipo de exigência, e especialistas ouvidos dizem que seria difícil provar que, com isso, o Google teria violado qualquer normal anti-monopólio.

O Android tem código aberto e é uma das grandes bandeiras da empresa que se diz promotora do desenvolvimento tecnológico e da concorrência no segmento.

Consultada pela publicação, uma porta-voz do Google recusou-se a comentar.

Em 2011, o então presidente-executivo do Google e ainda membro do conselho diretor, Eric Schmidt, escreveu ao Senado americano que "um dos grandes benefícios do Android é que ele promove a concorrência em cada nível do mercado móvel, incluindo desenvolvedores de aplicativos."

Uma forma de fabricantes de computadores e de dispositivos móveis faturarem é instalando software previamente nos aparelhos e definindo padrões para internet, como o mecanismo de busca padrão, de outras empresas.

Entre as principais fontes de renda do Google está a comercialização de anúncios nas páginas de resultados das consultas feitas em sua ferramenta de pesquisa.

COMPUTERWORLD: Associações estudam padrão para recarga de bateria via wireless


A Alliance for Wireless Power e a Power Matters Alliance concordaram em fazer os padrões de cada uma funcionarem juntos.

SUSIE OCHS

Comitês de padrões na Internet anunciaram que, em breve, irão classificar algumas especificações de chipset. Mas qualquer um que teve que mexer em cabos para carregar a bateria de equipamentos - ou seja, todo mundo - deve estar interessado em saber o progresso dos carregamento via wireless.

Na terça-feira (11), a Alliance for Wireless Power (A4WP) e a Power Matters Alliance (PMA) concordaram em fazer os padrões de cada uma funcionarem juntos.

O carregamento wireless é uma grande ferramenta - tão conveniente, tão livre de cabos. Mas até agora não foi amplamente desenvolvida, por conta dos múltiplos padrões usados pela atual onda de produtos que não trabalham juntos.

Os consumidores não se importam tanto com qual padrão irá ganhar; só queremos "carregamento wireless" signifique "colocar meu celular nesse tapete de carregamento, e ele carrega".

A PMA tem programas-piloto no Starbucks e no McDonald's, e sua tecnologia de carregamento por indução é um padrão usado por sistemas de carregamento baseado em cases, como o Powermat.

A A4WP foca em carregamento sem fio ressonante, com produtos que carregam os padrões da marca Rezence.

O acordo da terça-feira não significa que de uma hora para outra o carregamento ressonante e o por indução se tornarão intercambiáveis. Em vez disso, ambos os grupos irão adotar as configurações um do outro para transmissores e receptores.

Essencialmente, elas irão coexistir lado a lado para manter os elétrons fluindo para o seu telefone em perfeita harmonia.

Mas, mesmo com a aliança entre a A4WP e a PMA, há outro padrão chamado Qi, que é suportado pelo Wireless Power Consortium. O Qi é a tecnologia de carregamento sem fio embutida no Lumia 920, bem como alguns aparelhos da HTC e da LG. 

Todo mundo precisa recarregar seus celulares, por isso, a demanda por carregamento sem fio será enorme. 

Esperemos que o anúncio de terça-feira mantenha a chama acessa, em direção a um padrão - ou pelo menos vários padrões construídos em cada dispositivo, de modo que os consumidores não tenham que se preocupar em qual "tapete" pode deixar seu celular carregando sem que estrague o equipamento.