terça-feira, 10 de junho de 2014

G1: Empresa de segurança cria lista com 11 pragas digitais para iPhone

Altieres Rohr

Dos 11 códigos, oito atacam apenas aparelhos com 'jailbreak'.
Android é líder em ameaças para celular.
A empresa de segurança Fortinet postou em seu blog um texto intitulado "malware para iOS existe". De acordo com o texto, postado nesta segunda-feira (9) pela pesquisadora Axelle Apvrille, há um total de 11 códigos maliciosos para dispositivos que rodam iOS, como os iPhones e iPads da Apple. Destes, 8 apenas podem ser instalados em aparelhos com "jailbreak", dois tratavam de um códigos-conceito, sem atividade maliciosa real, e dois que estavam na App Store foram removidos.

O iOS tem poucos códigos maliciosos quando comparado a outras plataformas móveis, como o Android, do Google, e o Symbian. Dados da própria Fortinet apontam que 96,5% de todas as pragas digitais para plataformas móveis atacam sistemas Android, no qual, diferente do iOS e do Windows Phone, é possível instalar aplicativos fora da "loja oficial" do sistema.

Como a maior parte das pragas ataca somente aparelhos que foram desbloqueados com "jailbreak", essas ameaças normalmente não são mencionadas por empresas de segurança.

Os códigos para iOS apontados pela Fortinet realizam diversas atividades, como roubo de senhas e contas bancárias, encaminhamento automático de torpedos SMS, redirecionamento de anúncios e discagem de números "premium", que dependem de números específicos e têm funcionamento limitado por região.

O primeiro código na lista da Fortinet foi detectado em junho de 2009 e foi provavelmente criado na Rússia. O mais recente é de abril deste ano e tem origem chinesa.

G1: Veja lista de apps para não perder os jogos, torcer e se divertir na Copa



G1 seleciona aplicativos para levar o mundial para a tela do celular.
Há opções para quem quer barulho e para quem quer ver jogos do sofá.

Enquanto a bola rolar nos gramados, a Copa do Mundo do Brasil acontecerá também na tela de celulares e tablets. Aplicativos voltados para a competição, que começa nesta quinta-feira (12), inundam as lojas de Google, Apple e Microsoft. O G1 reuniu apps para os fãs de futebol não perderem um jogo, torcerem, fazerem barulho e se divertirem.

Aplicativos para não perder um jogo

Copa no sofá
O aplicativo "SofaScore Copa do Mundo 2014" mostra as tabelas dos oito grupos e o desempenho de cada uma das seleções, assim como o resultado de cada partida. Também há informações sobre os artilheiros e as escalações das equipes. Está disponível para Android aqui, para iOS aqui e para Windows Phone aqui.






Olho no lance
Para celulares e tablets que rodem Android e iOS, o aplicativo "SporTV: Copa do Mundo da FIFA" promete mostrar ao vivo os jogos da Copa, além de exibir os melhores lances das partidas e o clima nos estádios antes de a bola rolar. Está disponível para Android aqui e para iOS aqui. Para quem gosta de ver os números por trás dos lances, há o aplicativo "SporTV Estatísticas na Copa do Mundo da FIFA", para iOS (Veja aqui). Ambos são gratuitos.








                                                                                    Interação dentro de campo
Com o app oficial da Globo, o torcedor pode interagir durante as partidas e acompanhar de perto cada lance. Pode ainda responder às enquetes propostas durante as partidas e ver de novo os momentos cruciais da partida. Para os fãs dos números que ajudam a explicar as partidas, também dá para conferir as estatísticas de cada embate e das próprias equipes. Os palpiteiros de plantão podem também mostrar aos amigos que são bons de chute. Disponível para Android aqui.







Aplicativos para torcer e fazer barulho

                                                                                    Hinos na ponta da língua 
Os torcedores que não passam do "Ouviram do Ipiranga" poderão, não apenas cantar o hino nacional até o final, mas também arriscar uma ou outra estrofe no hinos dos rivais. O aplicativo "Hinos da Copa do Mundo Brasil", para Android, pode ser baixado aqui. Já o 'Hinos Copa 2014", para Windows Phone, pode ser baixado aqui.









Olha a caxirola e vuvuzela aí gente!
Os instrumentos musicais foram proibidos nos estádios pela Fifa, mas os torcedores que gostam de barulho poderão levar no bolso a algazarra de caxirolas e vuvuzelas. Apesar dos tablets também estarem proibidos, os smartphones estão liberados, e há aplicativos que reproduzem os sons não somente de caxirolas e vuvuzelas mas também de buzinas, caixas e chocalhos. O aplicativo "Caxirola Copa do Mundo 2014", para Android, pode ser baixado aqui. O "Corneta do Hexa", para iOS, pode ser baixado aqui. O "Samba tambor Copa do Mundo", para Android, pode ser baixado aqui.

Aplicativos para se divertir

Dentro e fora do gramado
Dos videogames para smartphones e tablets, o game de futebol "Fifa 14" coloca em campo as seleções da Copa do Mundo, vestindo os uniformes que serão utilizados no mundial, para participar de partidas com a bola da competição, a Brazuca. O aplicativo está disponível para Android aqui, para iOS aqui e para Windows, aqui. Já o "Fantasia Copa do Mundo" é o app para aqueles que acham que o dedo do técnico ou do diretor de futebol contam mais para um bom resultado nas partidas do que os lances geniais dentro de campo. O aplicativo, para Android, está disponível aqui.

Para advinhar
Personagem principal dos gramados, nunca faltou a nenhuma Copa do Mundo. A bola sempre está lá. De um campeonato mundial para o outro, apenas muda o visual. Mas qual "uniforme" a redonda usou em cada torneio? É isso que o quiz "Quiz Bolas Copa do Mundo" pergunta. Uma dica: a Brazuca começa a rolar na próxima quinta-feira (12). O aplicativo, para Windows Phone, está disponível aqui. Para passar o tempo entre um jogo e outro, monte os quebra-cabeças dos logotipos de cada uma das 32 seleções no Copa do Mundo Quebra-Cabeça, para Android, disponível aqui. A dificuldade varia conforme o número de peças, que vão de nove e a 36.

Bonito na foto
O app "Câmera da Copa PRO" traz um pacote de adesivos nas cores das seleções que participarão do mundial para que os usuários os "colem" sobre uma foto. Com isso, qualquer um vira torcedor durante a Copa do Mundo. São imagens de perucas, confetes e cornetas. Além de adereços em verde amarelo, há apetrechos nas cores da Alemanha, Argentina, Coreia do Sul, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Inglaterra, Japão, México, Itália e Portugal. Custa US$ 4 e está disponível para iOS aqui.







Folha de S. Paulo: Sony anuncia PS4 branco para acompanhar lançamento de "Destiny"

ALEXANDRE ORRICO

Em conferência pré-E3 na noite desta segunda-feira (9), em Los Angeles, a Sony anunciou o lançamento de uma edição branca do PlayStation 4, apresentada por Andrew House, presidente da Sony Computer Entertainment.
A versão, feita especialmente para acompanhar o lançamento de "Destiny", game que mistura tiro com RPG desenvolvido pela Bungie, poderá ser comprada a partir do dia 9 de setembro – dia de lançamento do jogo.

"Destiny" chegará antes para PS4; o beta do título estará disponível em 17 de julho.

Além do console com 500 Gbytes e o jogo, o pacote também contém um controle DualShock 4 branco e um mês de PS Plus –serviço de benefícios pago oferecido aos usuários de PlayStation.

A Sony não informou detalhes de lançamentos regionais.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Documento ultrassecreto revela 'base de espionagem' britânica

Altieres Rohr

Acordo entre governo e jornal ocultou informação, diz site.
Infraestrutura de espionagem também é mantida pelo setor privado.
O site de tecnologia britânico "The Register" publicou esta semana informações sobre uma base de espionagem ultrassecreta mantida pelo GCHQ, a agência de inteligência ou "NSA" do Reino Unido. Informações sobre as instalações estavam em documentos vazados por Edward Snowden, mas um acordo entre o governo e o jornal "The Guardian" teria proibido as informações de serem publicadas.

A base, chamada de OPC-1 ("Overseas Processing Centre -1", ou "Centro de Processamento Exterior - 1", em português), ou ainda pelo codinome CIRCUIT ("circuito") se localiza na costa norte de Omã, grampeando diversos cabos de fibra ótica que passam pelo estreito de Ormuz. A base faz parte de uma operação com três instalações britânicas na região, que levam os codinomes "TIMPANI", "GUITAR" e "CLARINET" (timbales, guitarra e clarinete, em português).

A construção da base foi realizada em parceria com o governo de Omã para interceptar comunicações de satélite, inicialmente. Antes de monitorar cabos de fibra ótica, ela era usada no programa de interceptação conhecido como "Echelon".

Além de instalações fora do país, o governo britânico ainda teria parcerias com as empresas de telecomunicação BT e Vodafone para interceptar cabos que chegam ao país. De acordo com o "The Register", 18 cabos diferentes estariam sendo monitorados. Segundo a publicação, as empresas recebem "milhões de libras" todos os anos pelo auxílio que prestam ao governo.

De acordo com o "The Register", essas informações são classificas como "Strap 3" e "Strap 2", ou "faixa 3" e "faixa 2", acima de "top secret". Em um acordo, o jornal "The Guardian", onde trabalhava o jornalista Glenn Greenwald, teria se comprometido a publicar apenas informações até "faixa 1".

Vodafone admite interceptação sem ordem judicial
A empresa de telecomunicação britânica Vodafone publicou nesta quinta-feira (5) um relatório detalhando solicitações do governo para realizar grampos em seus clientes. Os números são divididos por país, mas em diversos casos o número não existe, porque a empresa não está autorizada a divulgá-lo.

O país com mais grampos foi a Itália, com 605.601 grampos. Não há números para o Brasil, pois a empresa não atua em território brasileiro. No Reino Unido, país de origem da empresa, a companhia não tem autorização para divulgar os números.

Além dos números, a Vodafone publicou um documento explicando as obrigações legais que a companhia possui em cada país. Em algumas regiões, a companhia nem sequer é obrigada a fornecer meios de interceptação legal para o governo.

O relatório admite, ainda, que o governo possui acesso direto à rede de telefonia em alguns países. Nesses casos, uma autorização judicial para a realização de grampos não é necessária e a interceptação ocorre sem o conhecimento da empresa de telecomunicação. A empresa não informou em quais países isso ocorre.

De acordo com a empresa, os governos deveriam tomar a iniciativa para aumentar a transparência nas atividades de interceptação. Em alguns países, como a Índia, não há nenhum número, nem do governo e nem da empresa, sobre interceptações.

G1: Software que deu origem ao termo 'hipertexto' é lançado após 54 anoS


Plataforma OpenXanadu mostra documento e textos usados para compô-lo.
Idealizadores do software dizem que software pode competir com PDF.

Lançado após 54 anos do conceito inicial, Open Xanadu é uma plataforma que mostra um documento e os textos utilizados para compô-lo. (Foto: Reprodução/Xanadu.com)
O filósofo e sociólogo norte-americano Ted Nelson, de 76 anos, criou o termo “hipertexto” em 1963 para descrever como funcionava uma plataforma de computação em que ele trabalhava, chamada Xanadu. Usada para identificar as partes de textos que levariam às fontes oficiais, a expressão se popularizou e, anos mais tardes, passou a caracterizar os links que conduziriam a outras páginas na internet. O software Xanadu, por outro lado, só ganhou vida 54 anos depois, em abril deste ano.

A ideia do software é criar uma plataforma de edição de texto misturada com biblioteca. O programa mostra na mesma plataforma o “Xanadoc” e os textos de onde vieram as citações utilizadas para compô-lo. Em mais de 50 anos, Nelson nunca havia liberado uma versão de trabalho do software. Escreveu artigos e dois livros (“Dream Machines” e “Literary Machines”) que influenciaram muitos dos pesquisadores que ajudaram a desenvolver a internet da forma como funciona hoje.
O filósofo e sociólogo norte-americano Ted Nelson,
criador dos termos "hipertexto" e "hipermídia".

Não raro, Nelson tem que negar que sua intenção fosse criar algo como a World Wide Web, que, em 2014, completou apenas 25 anos de existência.

“[Xanadu] Isso sempre foi muito mais ambicioso, propondo uma inteira forma de literatura onde os links não quebram como uma versão modificada, onde documentos podem ser comparados de perto lado a lado, além de anotados, onde é possível ver as origens de todas as citações, e que é um sistema válido de direitos autorais –um arranjo literário, legal e econômico—para menor fricção e citações não negociadas de qualquer forma e em qualquer quantidade”, escreveu Nelson no site do projeto.

Em 24 de abril, porém, a espera acabou. Nelson apresentou um conceito do software, chamado OpenXanadu, em um evento na Universidade Chapman, na Califórnia (EUA). Desenvolvido por Nicholas Levis, a plataforma é uma versão para navegadores 

Por ter sido concebido antes mesmo de os computadores de mesa existirem, o software foi apresentado com instruções como “não use o mouse”. Depois de melhorias, porém, a observação já foi retirada. “Nós antevimos em 1960 que todo documento de trabalho migraria para telas de computadores interativos, então nós poderíamos escrever de novas formas –o papel força uma sequência”, informou o Projeto Xanadu.

Apesar de o Xanadu ter saído do papel depois de 54 anos, seus criadores acreditam que ainda podem competir. O alvo é o PDF, formato desenvolvido pela Adobe. “Nós ferramos tudo em 1980, e perdemos nossa chance de ser o hipertexto da rede mundial (a web preencheu esse nicho). Entretanto, nós podemos ainda competir com o PDF, que simula papel ao mostrar as conexões no texto”, diz o Projeto Xanadu.

G1: Brasil fica no 24º lugar em 'Copa' de velocidades da internet; veja ranking

Helton Simões Gomes

Velocidade brasileira, de 2,7 Mbps, não ‘passaria’ da 1ª fase na Copa.
Inclusão digital de muitos novos usuários 'derruba' velocidade, diz Akamai.

Torcedores tiveram dificuldades para usar o celular
dentro da Arena Amazônia 

O Brasil possui a nona pior velocidade média de internet entre os 32 países que participarão da Copa do Mundo, segundo levantamento do G1nos dados de conexão fornecidos pela companhia de infraestrutura de rede Akamai.

A taxa de transferência do país é de 2,7 Megabit por segundo (Mbps), segundo números de dezembro de 2013, os mais recentes disponíveis. Se entrassem em campo, essas taxas de download e upload colocariam o Brasil no 24º lugar da competição. Como somente avançam às oitavas-de-final os primeiros e segundos colocados de cada um dos oito grupos, o país não estaria entre as 16 equipes. A seleção sequer passaria da fase de grupos do torneio, que começa em 12 de junho.

A conexão no Brasil é mais veloz apenas que a da Costa Rica (2,1 Mbps), Honduras (2,1 Mbps), Irã (1,2 Mbps), e dos países africanos, Gana (2,4 Mbps), Costa do Marfim (2 Mbps), Nigéria (1,8 Mbps), Argélia (1,1 Mbps) e Camarões (0,9 Mbps) (Veja a lista completa abaixo).

Ainda que a velocidade de internet brasileira fosse confrontada com as dos países do Grupo A, como ocorrerá dentro de campo na Copa, o país ainda não passaria da primeira fase. Isso porque dois dos adversários têm taxas de conexão domésticas maiores que as do Brasil. Primeira rival no torneio, a Croácia tem velocidade média de 4,9 Mbps. O México, país da seleção a ser enfrentada na segunda rodada, tem taxa de 4 Mbps. Vencer mesmo só Camarões, que, aliás, tem a pior velocidade de internet na competição inteira.
Arena Castelão fica sem acesso à internet 3G em
dias de jogo
Segundo Jonas Silva, diretor geral da Akamai no Brasil, o Brasil escorrega em sua grande inclusão digital e pelo grande avanço da internet. Atualmente, 37 milhões de IPs únicos. Os números de protocolo de internet são utilizados por todo aparelho conectado para navegar na rede. Esse volume faz do Brasil o quinto maior detentor de IPs do mundo. E beirando o quarto lugar, já que a Alemanha, ocupante do posto por enquanto, possui 37,1 milhões de IPs. "Se a gente pudesse colocar mais de onze jogadores, a gente ganhava fácil", brinca Silva. De um ano para o outro, o crescimento no número de IPs no Brasil foi de 47%, um dos maiores do mundo.

O número de IPs do Brasil indicam o gigantismo do país. Já o percentual de crescimento mostra que a cada ano mais pessoas passam a navegar na rede. “Quem é incluído digitalmente não parte de uma velocidade alta. Primeiro, ele quer descobrir o que é a tal da internet. Depois que ele entra na internet que ele vê que pra ver filme precisa de mais velocidade, para não ver o vídeo todo picadinho. Ou seja, essa inclusão digital é que puxa nossas médias lá para baixo”, explica.

Na ponta de cima da tabela, está a Coreia do Sul, que desfruta de uma velocidade média de 21,9 Mbps. Completam os cinco primeiros lugares o Japão (12,8 Mbps), Holanda (12,4 Mbps), Suíça (12 Mbps) e Estados Unidos (10 Mbps).

No caso dos quatro primeiro lugares, Silva explica que o tamanho do território ajuda, pois é facilitada a implantação de fibras óticas, que transmitem sinal de banda larga a altas velocidades. Conta também serem países desenvolvidos e terem uma população com maior poder aquisitivo, aspectos que também valem para os norte-americanos.

No caso dos EUA, que possui dimensões territoriais continentais, porém, conta ainda a maior competição entre as empresas que aumenta as opções para que os consumidores migrem para pacotes de internet mais rápidos e baratos. "Também há a disponibilidade em abundância de conteúdo. O Spotify chegou na semana passada ao Brasil. Esses caras têm essas opções há muito mais tempo. À medida que você vai colocando opções de entretenimento na internet, é isso que faz a pessoa dizer: 'Puxa, eu preciso ter um negócio desses'", comenta Silva.

Veja o ranking:

1) Coreia do Sul: 21,9 Mbps
2) Japão: 12,8 Mbps
3) Holanda: 12,4 Mbps
4) Suíça: 12 Mbps
5) Estados Unidos: 10 Mbps
6) Bélgica: 9,8 Mbps
7) Inglaterra (Reino Unido): 9,4 Mbps
8) Alemanha: 7,7 Mbps
9) França: 7,7 Mbps
10) Rússia: 7,4 Mbps
11) Espanha: 6,6 Mbps
12) Portugal: 6 Mbps
13) Austrália: 5,8 Mbps
14) Itália: 5,2 Mbps
15) Grécia: 4,9 Mbps
16) Croácia*: 4 Mbps
17) México: 4 Mbps
18) Bósnia e Herzegovina: 3,6 Mbps
19) Chile: 3,4 Mbps
20) Equador: 3,4 Mbps
21) Argentina: 3,1 Mbps
22) Uruguai: 3,1 Mbps
23) Colômbia: 2,9 Mbps
24) Brasil: 2,7 Mbps
25) Gana: 2,4 Mbps
26) Costa Rica: 2,1 Mbps
27) Honduras*: 2,1 Mbps
28) Costa do Marfim: 2 Mbps
29) Nigéria: 1,8 Mbps
30) Irã: 1,2 Mbps
31) Argélia: 1,1 Mbps
32) Camarões: 0,9 Mbps

Folha de S.Paulo:Lares automatizados e controlados via smartphone já são realidade



STEFANIE SILVEIRA


Praticamente tudo dentro de uma casa pode ser automatizado. É o que diz Nei Pereira Junior, diretor da GF Home e Automação. Alguns dos projetos da empresa incluem a instalação de sensores em gavetas para saber se ela foi aberta e a automatização de chopeiras, com horário para ligar e desligar.

"As opções se restringem apenas à criatividade do cliente", diz o engenheiro Felipe Gásparo, da GDS.

A designer de interiores Paula Almeida, 36, adotou a automação em sua casa há um ano e meio. Ela conta que o funcionamento é simples e prático. "A tecla que eu mais gosto é a de 'bye bye', que desliga tudo. Saio de casa e sei que não ficou nada ligado."


Em sua área de trabalho, ela explica que há cerca de três anos não faz projetos sem o uso de automação.

O empresário Leonardo Senna da Silva, dono da iHouse, afirma que é possível automatizar um ambiente por cerca de R$ 12 mil, incluindo iluminação, climatização, áudio e vídeo.
Casa robô

Para quem busca projetos com mais opções e para mais cômodos, os valores podem ficar entre R$ 120 mil e R$ 160 mil, ou mais, para quem deseja uma "casa automática".