quarta-feira, 11 de junho de 2014

Olhar Digital: Você sabe o que um profissional de TI faz?

 Leonardo Pereira 

A área de tecnologia da informação não sai do noticiário, ainda mais agora que a categoriaestá em greve no estado de São Paulo. Mas você sabe quem é e o que faz o profissional que atua neste setor? Essas questões foram trazidas ao Olhar Digital pelo leitor Douglas Fonseca e nós procuramos especialistas para ajudar a respondê-las.

Quem trabalha com TI está diretamente ligado ao progresso e à organização de empresas, órgãos públicos, entidades, escolas… onde há algum tipo de infraestrutura tecnológica, não importando o tamanho do lugar, lá está o "menino do computador" - que, é bom ressaltar, não gosta de ser chamado assim.

O setor de TI se divide basicamente em três áreas de atuação: infraestrutura, software e banco de dados. Na primeira estão analistas de suporte técnico e administradores de redes; na segunda, programadores e desenvolvedores; na terceira, administradores de banco de dados (conhecidos como ADBs) e especialistas em servidores.

Há mais subdivisões, e cada uma depende da outra para operar. Criação de aplicativos móveis, desenvolvimeto e implantação de sistemas de segurança, administração de informações, para citar algumas, também estão sob tutela do pessoal de TI.

COMO ENTRAR

Para ganhar um dos títulos acima a pessoa tem de investir em si mesma, conforme explicado ao Olhar Digital pelo diretor de negócios do Grupo Impacta, instituição que abrange faculdade, cursos técnicos e colégio relacionados a TI. "Precisa ter formação sólida, domínio daquilo que vai desenvolver na carreira", disse Marcelo Moura.

Existe uma vasta gama de cursos, nos mais diversos níveis, para quem aspira entrar no setor. Mas a tecnologia da informação também é terreno fértil para autodidatas e costuma recebê-los bem. "O importante é ter domínio, uma condição avançada daquele conhecimento", comentou Moura. "Independentemente de se ele conseguiu o conhecimento sozinho, numa universidade ou num curso técnico."

A dedicação pessoal, de qualquer forma, é importante arma neste mercado. O profissional de TI é um sujeito de perfil analítico, com raciocínio lógico e diligência, segundo o diretor da Impacta. Mais que isso, o inglês é obrigatório e, se a pessoa quiser chegar aos cargos mais altos, a pós-graduação é necessária para que se forme um perfil voltado a estratégias de negócios.

RECOMPENSAS

Há uma carência grande de pessoas qualificadas em TI no Brasil, onde faltará 45 mil profissionais somente neste ano, de acordo com projeção feita pela Brasscom (Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação).

Aqui o mercado cresce rápido demais; para se ter uma ideia, no ano passado houve uma alta 2,5 vezes superior à média global, de acordo com Moura. Só que as escolas não conseguem acompanhar tal ritmo, então o bom trabalhador é disputado a tapas.

Esse cenário transformou a TI em uma área de super salários, em que a média de pagamentos está em torno de R$ 6 mil. Um funcionário junior pode começar a carreira ganhando R$ 3 mil e chegar a R$ 12 mil quando for sênior, e os valores podem ser ainda mais altos, graças à falta de regulamentação da profissão, que não possui teto salarial.

Claro que nem todo mundo ganha tão bem, por isso a base da categoria em São Paulo entrou em greve há alguns dias. Sem contar a informalidade, que tira muita gente das estatísticas oficiais.

Uol: Aprenda a combater o spam que chega por SMS



Se na internet o spam já irrita, no celular ele pode ser ainda mais chato. É um problema que, com a adesão aos aparelhos disparando no Brasil, ficou ainda mais sério por aqui.

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) determina que todas as empresas de SMS do país respeitem o opt-in, obrigando-as a esperar até que o cliente solicite o recebimento. Mas criminosos usam servidores piratas para fazer envios e aplicar golpes, o que dificulta a fiscalização.

Eles usam várias técnicas para atacar, induzindo as pessoas a passarem informações pessoais ou números de cartões de recarga pré-pagos.

Como explica a equipe da PSafe, é possível combater esse problema de duas formas. A primeira é solicitando à operadora que bloqueie o envio de ofertas por sms, basta enviar SAIR para 888 (Claro), 55555 (Oi), 4112 (Tim) ou 457 (Vivo).

Além disso, sempre que topar com uma mensagem indesejada, o consumidor pode colocar o número na lista negra da Anatel encaminhando o que foi recebido para 7726.


Olhar Digital: Google fará eventos para desenvolvedores no Brasil


O Google vai disponibilizar atividades no Brasil sintonizadas com a sua conferência anual voltada aos desenvolvedores, a Google I/O, que neste ano acontece entre 25 e 26 de junho, em San Francisco, nos EUA.

São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e outras cidades vão sediar nos dias dias uma Google I/O Extended, nome dado às versões ampliadas da conferência. Além de assistir às palestras do evento principal, transmitidas ao vivo pelo YouTube, será possível participar de atividades focadas no ecossistema local de desenvolvedores das cidades.

Em São Paulo, a experiência será semelhante à versão americana com palestras sobre Android Wear, Glass, plataforma Google Cloud e outros temas relacionados aos produtos e ferramentas do Google. Também será uma oportunidade para conhecer o escritório da gigante das buscas em São Paulo e fazer relacionamento com outros desenvolvedores.

Para participar da edição paulistana, é preciso se inscrever entre os dias 9 e 18 de junho por meio deste evento aberto no Google+. A inscrição precisa ter perfil técnico, por isso, não se esqueça de incluir no formulário seu perfil profissional no LinkedIn ou Github. Os participantes serão escolhidos por sorteio e os ganhadores, revelados em 20 de junho.

Caso você não seja sorteado ou não possa vir a SP, mas esteja interessado em acompanhar o evento, fique ligado: sete localidades já confirmaram iniciativas semelhantes: João Pessoa, Aracaju, Belo Horizonte, Jaraguá do Sul, Vale do Paraíba, Florianópolis e Porto Alegre. Para obter mais detalhes sobre as versões pelo país, acompanhe a página Desenvolvedores Google no Google+.

Olhar Digital: Google compra empresa que faz imagens via satélite por US$ 500 milhões


O Google confirmou nesta terça-feira, 10, a compra da Skybox Imaging, empresa de satélites especializada na captura de imagens. O acordo fechado determina o pagamento de US$ 500 milhões pela aquisição.
A aplicação mais óbvia da nova compra é a de colaboração com o Google Maps, para manter a visão de satélite atualizada com precisão e qualidade.

No entanto, o Google também tem outros planos para os satélites da Skybox. “Com o tempo, esperamos que a equipe e tecnologia da Skybox sejam capazes de ajudar a melhorar o acesso à internet ou para emergências em casos de desastres”, diz o comunicado emitido pela empresa.
Com isso, os satélites da Skybox poderão colaborar com o Projeto Loon, que leva internet a regiões carentes por meio de balões, e com a Titan Aerospace, outra empresa recém-adquirida, cujos drones também serão úteis para distribuição de sinal de internet.

Os satélites usados pela empresa são descritos como os menores do mercado entre os capazes de fazer imagens em alta resolução, o que certamente chamou a atenção do Google. Os serviços deverão ser estendidos à divisão Google Earth Enterprise, que oferece mapas a empresas e organizações.

Folha de São Paulo: Futura versão do sistema do iPhone terá funções 'emprestadas' de rivais

Yuri Gonzaga
Imagem de divulgação mostra algumas das novidades do iOS 8
Depois da atualização marcada por uma reforma no aspecto visual no ano passado, a nova edição do iOS, sistema do iPad e do iPhone, tem pequenas adições, focadas na operação. A melhor delas é um sistema de notificações que permite responder mensagens que chegam sem ter de sair do aplicativo atual.
A integração mais ampla com os computadores Mac também será uma mão na roda, levando, por exemplo, chamadas telefônicas ao PC.

Nem todas as novidades, contudo, são surpresas –a Apple parece ter-se inspirado em rivais, como o Google e seu sistema Android, para algumas delas.
Editoria de Arte/Folhapress 

A possibilidade de instalar aplicativos de teclado para substituir o que vem pré-instalado no iPhone é um (bem-vindo) exemplo disso.
Já uma "central de saúde" com passos dados, calorias gastas e horas dormidas, o app Health tem um correlato direto feio pela Samsung, o S Health.

A atualização será disponibilizada entre setembro e dezembro deste ano, para iPad 2, iPhone 4S e aparelhos mais recentes.


Folha de S. Paulo: Na vida cibernética, seu ponto fraco pode ser um parente


Desde que comecei a escrever sobre segurança cibernética, minha reputação por paranoia só cresceu.
Crio senhas complexas para todos os sites, utilizo um sistema de autenticação dupla sempre que posso, assinei um programa de monitoração de crédito e uso aplicativos de segurança em meus aparelhos portáteis se converso com fontes sigilosas.
Também cubro a lente da webcam de meu computador com fita adesiva e, certa noite –em uma semana especialmente paranoica em que trabalhei em reportagens sobre hackers na China–, cheguei a tirar a TV do quarto, pensando na remota possibilidade de que alguém tivesse infiltrado o decodificador.

Em resumo, a proteção dos meus dados pessoais se tornou uma completa obsessão.
Por isso, imaginem minha reação quando, na semana passada, meu pai mandou uma mensagem de texto que continha meu número de previdência social, da minha carteira de motorista, minha data de nascimento, número de telefone e endereço de e-mail, além de meu nome completo, a todas as pessoas de sua lista de contatos.
Basta dizer que não fiquei exatamente calma. Para ser honesta, mostrei esse texto ao meu pai, que sugeriu que eu inserisse diversos caracteres não alfabéticos, para substituir os palavrões.
Foi um erro ingênuo, claro, mas ainda assim irritante. Ao seu modo paternal, meu pai tinha documentado todos os meus dados pessoais mais relevantes, em sua agenda de endereços, para que tivesse acesso rápido a eles para fins de seguro de vida; e, por acidente, os enviou a todos.
Filipe Rocha/Editoria de Arte/Folhapress 
No ano passado, 13,1 milhões de americanos sofreram fraude de identidade
Eu já critiquei empresas por armazenar dados pessoais de usuários e ataquei completos desconhecidos por não usarem senhas numéricas em seus celulares. Mas os especialistas em segurança gostam de dizer que a força de um sistema de segurança é equivalente à de seu elo mais fraco. No caso, meu pai.
O fato é que todos nós fazemos coisas parecidas. Basta uma pessoa clicando em um link malévolo, um fornecedor com uma senha fraca ou uma visita a um restaurante delivery para que um hacker ganhe entrada em redes empresariais. De fato, 91% das violações ocorrem a partir de funcionários que clicam em links indevidos, de acordo com a Proofpoint, uma companhia de segurança.
Manter uma boa higiene em termos de senhas ajuda só até certo ponto, em um momento no qual meus dados mais sagrados estão à disposição de seguradoras, lojas, bancos -e do meu pai, claro.
No ano passado, 13,1 milhões de americanos sofreram fraude de identidade –o segundo maior total já registrado–, segundo a Javelin Strategy & Research. E a monitoração de crédito só ajuda em termos, quando suas informações são perdidas.
No ano passado, uma investigação cnstatou que um serviço clandestino de roubo de identidade operado por um vietnamita de 24 anos havia comprado dados de uma fonte improvável. Hieu Minh Ngo, que mais tarde seria indiciado por fraude e roubo de identidade, havia adquirido os dados, pasmem, da Experian, um dos três grandes serviços de informações de crédito dos EUA.
E pensar que ele podia ter poupado esse trabalhão e simplesmente se tornado amigo do meu pai.

Vai comprar uma nova TV para a Copa? Dicas ajudam a escolher o modelo


Na hora de comprar um novo aparelho de TV, você vai se deparar com uma infinidade de termos que podem complicar a escolha: LED, Oled, Full HD, 4K e HDMI, por exemplo. É importante saber do que se tratam essas siglas e definir, antes de chegar à loja (mesmo a virtual), o tipo de produto que você quer comprar.
"Primeiro defina o produto, depois vá em busca do preço: não se atente apenas às promoções de internet. Tenha claro qual o tamanho da tela, quais os recursos essenciais e experimente o aparelho para entender seus reais benefícios", aconselha Rogério Molina, gerente geral de televisores da LG.
DICAS AJUDAM A ESCOLHER SUA PRÓXIMA TV 

O que é essencial em uma nova TV?
Como você investirá em um novo aparelho, o ideal é que ele não fique obsoleto em breve. Por isso, especialistas ouvidos pelo UOL Tecnologia indicam as seguintes características como "básicas". Resolução Full HD (1.920 x 1.080 pixels), conversor digital, entrada HDMI (ao menos três portas) e acesso à internet (há cada vez mais opções de conteúdo online). Caso o usuário seja fã de filmes, o 3D ainda é uma boa alternativa.

Qual tamanho comprar?
A escolha da tela depende do espaço que acomodará o televisor, além do perfil do usuário. Molina, da LG, define: "A distância ideal é aquela que acomode toda a imagem em um campo visual confortável. Com ela, o telespectador não tem de virar a cabeça quando um carro cruza a tela."

Uma reportagem do caderno Tec, da Folha de S.Paulo, indica as seguintes telas, considerando distâncias mínima e máxima em relação ao telespectador: 75 e 80 polegadas (de 4 metros a 6 metros); 60 e 65 polegadas (de três a quatro metros); 55 polegadas (de 2,4 a 3,5 metros); 50 polegadas (de dois a 2,5 metros); 47 polegadas (1,4 a 2,2 metros); 42 polegadas (1,2 a 1,5 metro) e 32 polegadas (1 a 1,3 metro).

Esta mesma reportagem indica modelos de acordo com o perfil do usuário. O "amigão da galera", por exemplo, gosta de reunir os amigos e deve escolher uma TV com mais de 60 polegadas. Já o econômico pode ficar nas 40 polegadas e dispensar recursos que tornam o aparelho mais caro, como comando de voz e exibição em 3D.

UOL: Unicef aproveita a copa para lançar app de combate á exploração sexual infantil

Paulo Floro

App torna a denúncia mais simples.
A Unicef aproveitou a Copa do Mundo no Brasil para lançar um aplicativo que vai ajudar a combater a violência contra crianças e adolescentes.
O app Projeta Brasil tem como alvo turistas brasileiros e estrangeiros que virão assistir aos jogos da Copa do Mundo e também participar de festejos juninos no Nordeste. O aplicativo tem uma usabilidade muito simples e basicamente torna a denúncia de exploração mais fácil.

O Projeta Brasil usa a geolocalização do aparelho para indicar telefones e endereços e o melhor caminho para chegar a delegacias especializadas de infância e juventude, conselhos tutelares, varas da infância e organizações que ajudam a combater a violência contra a infância e adolescência nas principais cidades brasileiras.

A campanha faz parte da iniciativa global #ENDViolence da Unicef e faz parte da chamada “Agenda de Convergência”, uma iniciativa nacional que reúne governos, sociedade civil e organismos internacionais para a proteção de crianças e adolescentes, no contexto dos mega eventos. Em 2013, o Disque 100 recebeu mais de 124 mil denúncias de violência contra crianças e adolescentes.

O app pode ser baixado para Android, na Google Play e para o IOS, na App Store.

terça-feira, 10 de junho de 2014

G1: Presidente do PayPal troca empresa pelo Facebook


David Marcus deixa empresa de pagamentos pertencente ao eBay. 
O executivo vai liderar a área de mensagens da rede social.

David Marcus, ex-presidente do PayPal, troca o
eBay pelo Facebook. 

O presidente do PayPal, David Marcus, deixará a companhia para integrar a equipe doFacebook. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (9) pelo eBay, companhia do varejo on-line proprietária do PayPal, desenvolvedora do sistema de pagamentos pela internet.

Marcus irá liderar a área de mensagens instantâneas do Facebook, responsável pelos aplicativos de bate-papo como o Messenger. Recentemente, a rede social reforçou sua atuação nesse segmento com a compra do aplicativo WhatsApp, por US$ 16 bilhões, em um negócio que pode chegar a US$ 19 bilhões. O app, porém, permanece independente.

O executivo deixará em 27 de junho o PayPal, que responde por 41% da receita do eBay. Segundo o eBay, a empresa possui mais de 148 milhões de contas ativas e processou um volume de US$ 180 bilhões de pagamentos em 2013.

“Como líder do PayPal, David fazer de um bom negócio melhor, revigorando o design do produto, inovando e energizando o time a entregar competentes experiências ao consumidor”, afirmou John Donahoe, presidente-executivo do eBay, por meio de nota.


Info: Ferramenta usa big data para definir favoritos para a Copa do Mundo

Gustavo Gusmão

Segundo os cálculos, o Brasil é o maior favorito na competição
O blog FiveEightThirtySports divulgou nesta segunda-feira uma ferramenta online e interativa que mostra as chances que cada seleção tem de conquistar a Copa do Mundo. O resultado é relativamente óbvio – o Brasil é o favorito, com 45,2% de levar a taça –, mas a forma como ele foi obtido é bastante interessante: os cálculos foram feitos pelo algoritmo Soccer Power Index, desenvolvido por Nate Silver, editor-chefe da página, junto com a emissora ESPN.

O sistema foi lançado no final de 2009 justamente com o objetivo de definir os favoritos na Copa de 2010, na África do Sul. Para isso, o SPI usou como base dados de resultados passados de cada equipe, rivalidades históricas, times em que estavam os jogadores (o foco ainda está nas competições europeias, no entanto), os potenciais ofensivo e defensivo de cada lado, entre outras informações – e parece ter recebido melhorias para a competição deste ano.

A principal delas, segundo escreveu Silver no textopostado no blog, é atenção maior dada a resultados exatos de cada jogo. “Essas projeções de partidas [e dos placares] são calibradas com base nos resultados históricos que mais lembram uma Copa do Mundo, como jogos competitivos entre as 100 melhores equipes do ranking”, segundo o editor e estatístico. Para ele, é importante diferenciar um 2 a 0 de um 2 a 1 nos resultados dos cálculos, já que gols feitos e sofridos podem servir de critério de desempate e definir classificação de uma equipe para uma competição oficial.

O algoritmo também leva em conta o fator “distância percorrida”, já que o fuso horário e o cansaço de uma viagem poderiam, em teoria, influir diretamente no desempenho da equipe. Mas só na teoria mesmo, porque, segundo o texto, o ponto não pareceu afetar muitos os resultados de partidas realizadas a partir de 2006, período em que o SPI teve acesso a “dados altamente detalhados”. Por isso, os ajustes foram “fracos”, como classificou o estatístico – e as porcentagens não foram tão modificadas, apesar do leve favorecimento a seleções latinas.

A nova ferramenta baseada no SPI está disponível aqui, e prevê inicialmente quais seleções passarão da primeira fase. As porcentagens de vitória, empate ou derrota das seleções em cada uma das partidas são mostradas na tabela da direita, dando uma boa noção do que o algoritmo pode fazer. Já a parte “Knockout Stage” mostra as chances que cada equipe tem de passar para as fases seguintes e, por fim, levar a taça. Se quiser saber mais sobre o algoritmo, vale dar uma olhada nas explicações daprópria ESPN (em inglês, infelizmente).

Folha de S. Paulo: Biometria pode trazer segurança, mas ausência de normas preocupa


NATASHA SINGER

Uma das tarefas do físico Joseph J. Atick, um dos pioneiros da tecnologia de reconhecimento facial, é promover a biometria nas agências governamentais incumbidas de identificar criminosos e prevenir fraudes de identidade.
"Nós salvamos vidas e solucionamos crimes."

O setor de biométrica -que usa características fisiológicas exclusivas de cada indivíduo, como impressões digitais e traços fisionômicos, para registrar ou confirmar sua identidade- está em alta no mundo inteiro. Calcula-se que ele tenha gerado R$ 16,35 bilhões em 2012.

O doutor Atick, porém, está cada vez mais apreensivo com a proliferação dessa tecnologia. Quais são os critérios das empresas para reter e reutilizar dados faciais dos consumidores? Elas têm direito de identificar indivíduos sem seu consentimento explícito? Estarão repassando esses dados secretamente para agências governamentais?

O doutor Atick não está preocupado com o uso declarado do reconhecimento facial por parte do governo para fins específicos -por exemplo, o registro dos rostos de motoristas por departamentos estaduais de trânsito para prevenir a falsificação de carteiras de habilitação. O que o incomoda é a exploração do reconhecimento facial para identificar cidadãos, expondo suas vidas publicamente.

Hoje essa tecnologia viabiliza a vigilância em massa, "basicamente usurpando o anonimato das pessoas", diz ele.

De fato, documentos ultrassecretos da Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) dos EUA revelam que a tecnologia de reconhecimento facial é usada em imagens recolhidas em operações de vigilância global. Funcionários da agência acreditam que essa tecnologia poderá revolucionar a maneira como o serviço secreto da NSA descobre alvos.

A agência intercepta "milhões de imagens por dia", incluindo cerca de 55 mil "imagens de reconhecimento facial de alta qualidade", segundo documentos de 2011 obtidos por Edward Snowden, ex-funcionário terceirizado da agência.

Uma apresentação em PowerPoint da NSA em 2011 mostra várias fotos de um homem não identificado -às vezes com barba, outras sem- em diversos locais, além de mais de duas dezenas de dados sobre ele.

Tais dados incluem se ele estava em uma lista de passageiros que não se apresentaram para um voo, seu passaporte e tipo de visto, ligações suspeitas com terroristas e comentários de informantes sobre ele.

Mesmo assim, para muitos do setor da biometria, as conveniências dessa técnica superam os riscos. Eles imaginam um mundo no qual, em vez de depender de documentos de identificação que podem ser perdidos ou de senhas complicadas, bastaria desbloquear o smartphone e mostrar seu rosto para ter acesso a bancos e edifícios residenciais.

Mas Atick dá um contraexemplo: o aplicativo NameTag, que estava disponível para pessoas que testavam o Google Glass. Os usuários tinham apenas que olhar para um estranho e o NameTag fornecia o nome, a profissão e informações do perfil público dessa pessoa no Facebook. "Basicamente estamos permitindo que nossos concidadãos nos vigiem."


Aharon Zeevi Farkash, executivo-chefe da FST Biometrics, demonstra seus sistema de reconhecimento facial

Suas apreensões são compartilhadas pelo senador americano Al Franken, democrata de Minnesota e presidente do subcomitê do Senado para privacidade, tecnologia e direito. Franken solicitou que o lançamento público do NameTag fosse adiado. No fim de abril, o desenvolvedor do aplicativo disse que acataria o pedido. O Google declarou que não aprovará aplicativos de reconhecimento no Google Glass.

Mas, nos últimos anos, o Google e outros gigantes de tecnologia têm comprado start-ups de reconhecimento facial. Recentemente, pesquisadores do Facebook disseram que a empresa desenvolveu um sistema de reconhecimento-padrão chamado DeepFace, com precisão quase humana para identificar rostos de pessoas.

Nos EUA, nenhuma lei federal rege o reconhecimento facial, embora uma divisão do Departamento de Comércio esteja trabalhando para elaborar um código de conduta voluntário.

Alguns usos do reconhecimento facial já estão disseminados. É isso que permite que o Facebook e o Google Plus sugiram automaticamente legendas com os nomes de seus amigos em fotos.

Embora seja um fenômeno relativamente recente, o reconhecimento facial automatizado em tempo real já é usado em operações legais e cassinos. No Japão, algumas mercearias usam a comparação facial para classificar certos clientes como gatunos ou "reclamões".

Em um edifício residencial de 1.600 apartamentos, em Manhattan, as cancelas se abrem quando os moradores passam pelas portas. Ele é uma vitrine para a FST Biometrics, empresa israelense que tem um software de reconhecimento facial e de movimento.

"Essa tecnologia tornará chaves, cartões e códigos obsoletos", disse Aharon Zeevi Farkash, presidente da empresa FST. "Seu rosto, seu comportamento e seus dados biométricos constituirão a chave de acesso a quase tudo."

Farkash acredita que sistemas como esse logo darão fim ao demorados e incômodos procedimentos de segurança na maioria dos aeroportos. "O mercado precisa de mais praticidade nas questões de segurança", disse ele. Atualmente, o sistema da empresa está sendo testado em um aeroporto. Farkash, general da reserva do Exército israelense, ficou interessado na biometria devido a duas tendências globais: o crescimento de megalópoles e o fascínio dos terroristas por populações densas.

Se todos "os mocinhos" se apresentassem voluntariamente para gravar seus rostos, teoriza ele, "os bandidos" seriam identificados mais facilmente. A vigilância pública em massa, diz, daria mais segurança a todos nós.

Como é o caso de muitas tecnologias, a biometria divide dois grupos: os que acham que a tecnologia precisa ter regras e regulação para prevenir violações de liberdades civis e os que temem que a regulação engesse a inovação.

"O reconhecimento facial envolve pesquisas multidisciplinares que têm sérias consequências para a privacidade e a proteção dos consumidores e dos direitos humanos", postou recentemente Jeffrey Chester, diretor-executivo do Centro para Democracia Digital, organização sem fins lucrativos, em um blog.

"Diretrizes agora poderiam impedir avanços em um mercado muito promissor e afugentar investimentos", escreveu Paul Schuepp, presidente da Animetrics, empresa que fornece sistemas móveis de reconhecimento facial para militares, no blog da empresa.

O doutor Atick tem uma opinião mais ponderada. Ele acredita que as empresas deveriam tomar algumas providências, como: declarar publicamente onde usam reconhecimento facial; pedir permissão ao consumidor antes de coletar uma impressão facial com um identificador único e passível de reprodução -como um nome ou código numérico-; e usar impressões faciais apenas para a finalidade específica para a qual receberam permissão.

Matt Kallman, porta-voz do Google, declarou que a empresa está "participando de debates para transmitir nossa visão de que o setor deveria assegurar que a tecnologia esteja alinhada com as expectativas das pessoas".

Porta-voz do Facebook, Jodi Seth disse que a empresa está em diálogo com a Agência Nacional de Informação e Telecomunicações. "Mas até que haja um código de conduta, não podemos dizer se iremos concordar com todos os seus termos."



G1: Computador convence juízes de que é garoto de 13 anos em 'teste de Turing'

Altieres Rohr
De 30 juízes, 10 acharam que 'Eugene Goostman' era humano.
Software é um 'chatbot' que começou a ser desenvolvido em 2001.
Um computador conseguiu convencer humanos de que ele não era uma máquina em um "teste de Turing" no sábado (7), durante um evento organizado pela Universidade de Reading na Royal Society em Londres, no Reino Unido. O software, ou "chatbot", Eugene Goostman convenceu 10 dos 30 juízes de que era um menino de 13 anos, não um computador. Goostman foi desenvolvido pelo pesquisador russo Vladimir Veselov e pelo pesquisador ucraniano Eugene Demchenko.

O evento foi organizado nos moldes do "teste de Turing", que recebe esse nome por ter sido concebido pelo engenheiro britânico Alan Turing, gênio da computação que quebrou códigos de criptografia durante a Segunda Guerra Mundial para interceptar a comunicação alemã. No teste, um juiz deve falar ao mesmo tempo com um ser humano e com uma máquina, em uma conversa apenas em texto. Depois da conversa, deve dizer quem era o computador e quem era o ser humano. O teste foi criado como um meio de responder a pergunta: "uma máquina é capaz de pensar?"

O sábado, 7 de junho, marcou 60 anos da morte de Turing. Ele faleceu em 1954, dois anos após ser condenado por "indecência" e receber tratamento hormonal: na época, o homossexualismo era proibido por lei no Reino Unido. No final do ano passado, Turing recebeu o perdão real.

No "teste de Turing", uma máquina não precisa ser capaz de saber tudo, apenas responder perguntas de forma semelhante a um ser humano. "Eugene Goostman", o software do teste, pode ser acessado na web (Veja aqui).

De acordo com um comunicado da Universidade de Reading, que organizou o evento, Vladimir Veselov, um dos criadores de Goostman, disse que o trabalho deve continuar. O objetivo é melhorar o que ele chama de "lógica de conversação". Goostman começou a ser desenvolvido em 2001.

'Primeira vez'
De acordo com Kevin Warwick, organizador do evento, seria a "primeira vez" que um software "passou" no teste de Turing. No entanto, não existe uma medida para que um computador "passe" no teste. O evento exigia apenas que 30% dos juízes ficassem convencidos de que Goostman era um humano, mas Turing não estabeleceu essa meta para o teste. Turing apenas fez uma previsão de que, após o ano 2000, um "interrogador mediano" não teria mais do que 70% de chance de distinguir uma máquina de um ser humano em uma conversa de cinco minutos.

Goostman também tentava se passar por um menino, não um ser humano adulto. Mike Masnick, editor do site de tecnologia "Techdirt", criticou a maneira que os organizadores do evento noticiaram a história: eles disseram que um "supercomputador" havia passado no teste de Turing. Masnick explica que um "chatbot" como Goostman nem mesmo pode ser considerado inteligência artificial e é um pequeno "script", não um supercomputador. Outros "chatbots" também já monstraram bons resultados. O "Cleverbot", por exemplo, conseguiu convencer mais de metade das pessoas de que era um ser humano.

A postura dos organizadores também foi criticada pelo cientista Gary Marcus em um artigo publicado no site da revista The New Yorker. Marcus apontou que o software oculta suas limitações desviando o assunto da conversa ou tentando fazer uso de humor. "O que a vitória de Goostman realmente revela não é o advento da Skynet ou da cultura ciborgue, mas a facilidade com que podemos enganar os outros", escreveu ele.

Folha de S. Paulo: Google Now vai acordar usuário que dorme no transporte público


Quem pega no sono enquanto vai de casa para o trabalho ou adora dormir no ônibus e no trem, agora terá um auxiliar para não perder o ponto de descida no transporte público.

O Google adicionou ao serviço do Now uma ferramenta que funciona como um alarme para acordar o usuário quando ele chega num ponto específico do trajeto.
Reprodução

Google Now está disponível para telefones com Android e também iOS


A informação foi divulgada pelo blog Android Police.

Quando o Google Now é aberto dentro de um veículo de transporte público, o aplicativo oferece a opção para que o usuário programe um alarme para quando chegar a uma localização salva.

O aplicativo estima onde e que horas o usuário deve sair do meio de transporte que está usando para auxiliar a programação do alarme.

O alarme funciona somente dentro do aplicativo do Google Now.

CIO: Checklist para adoção da nuvem

Chris Poelker e Seamus Bellamy

Dez itens devem ser verificados antes de tomar a decisão de migrar para o modelo de cloud computing  sua empresa não usa cloud computing como parte das operações diárias, há uma boa chance de o modelo invadir a companhia nos próximos anos. 
Um dos principais benefícios da nuvem é a sua capacidade para a terceirização da infraestrutura e da gestão de aplicações complexas e serviços de dados, permitindo que os gerentes de data centers adquiram ciclos de computação e capacidade de armazenamento de uma forma mais granular, sob demanda. Em vez de gastar capital a granel com grandes servidores e soluções de armazenamento, você pode comprar tempo de computador com base no uso real de ciclos de CPU e a quantidade de gigabytes ou terabytes utilizados no armazenamento.

Migrar dados críticos e aplicações para a nuvem pode ser significativamente mais rentável do que manter o hardware nas instalações da empresa. Como seus dados são armazenados na infraestrutura do provedor de serviços, não há necessidade de investir na compra de equipamento, manutenção ou atualização do servidor.

Além disso, como os dados e o software estão sob responsabilidade de um provedor, a companhia contratante pode diminuir o número de funcionários de TI ou contratados necessários para manter o hardware on premise funcionando, direcionando-os para atividades mais estratégicas que agreguem valor aos negócios.

Ao migrar os dados da companhia para uma empresa especializada no fornecimento de soluções de computação em nuvem, a organização não está apenas investindo em uma solução de armazenamento off-site, mas também comprando um pouco de tranquilidade.

Isso porque, provedores de soluções em nuvem como Amazon, IBM, Cisco e Microsoft contam com funcionários treinados prontos para responder a emergências, frustrações e fracassos 24 horas por dia, 365 dias do ano, garantindo que companhia e funcionários tenham acesso a arquivos e aplicações de negócio. Além disso, eles dão a assistência necessária quando solicitados.

Por padrão, a computação em nuvem oferece uma solução de backup instantânea fora do local em que está rodando. Em casos de desastres no escritório, por exemplo, a continuidade dos negócios será assegurada, graças ao fato de que as informações são replicadas para outro local.

Ter uma solução de computação em nuvem significa tamém poder crescer rapidamente para atender às demandas de funcionários e clientes é uma obrigação. Conforme os negócios crescem, a solução baseada na nuvem pode ser rapidamente escalada para atender às crescentes necessidades.

Essa movimentação pode ser especialmente importante para empresas que dependem de vendas na web como representatividade significativa da receita. A falta de capacidade do servidor pode rapidamente resultar em vendas perdidas.

Em essência, a nuvem muda a sua estrutura de custos e gestão de TI a partir da compra de equipamentos, contratação de profissionais e operação de data centers internos para um paradigma orientada a serviços em que você compra apenas o que você precisa quando você precisa. Torna-se problema de outra pessoa certificar-se que tudo está seguro, disponível e confiável.

No entanto, há sempre vantagens e desvantagens em entregar o controle de sua TI para outra pessoa. Você precisa ter certeza de que vale a pena, e que funciona.

Aqui estão dez itens para verificar antes de adotar a nuvem:

1) O contrato é bom o suficiente para protegê-lo, não importa o que acontecer com o fornecedor nuvem?

2) O que acontece se e quando o provedor falhar?

3) Como você pode mudar de fornecedores e mover os dados se quiser deixar o serviço?

4) Você conhece seus atuais custos internos, e vai migrar para a nuvem para reduzi-los?

5) Existe alguma flexibilidade na capacidade de escolher produtos de fornecedores específicos, ou você está preso ao que é oferecido?

6) Se o seu desejo é a terceirização de armazenamento, existem preocupações com o desempenho?

7) Se houver preocupações, existem garantias?

8) E quanto à segurança dados e à criptografia?

9) Se você estará em um ambiente multi-tenant, haverá algum isolamento lógico ou físico?

10) Quais aspectos de confiabilidade estão implementados e disponíveis? Existe uma escala baseada em custo RAS para confiabilidade, disponibilidade, escalabilidade, ou todo mundo tem a mesma solução?

Tudo isso é importante para começar a avaliar se a computação em nuvem faz sentido para a sua organização.

Olhar Digital: Android pode ganhar recurso para identificar aparelhos próximos


O Android pode ganhar em breve, possivelmente em sua nova versão (4.5) um recurso chamado Nearby, que permitirá a aparelhos próximos se comunicarem de forma livre. Será possível compartilhar informações com amigos próximos ou receber ofertas ao entrar em uma loja, por exemplo.
Conforme o Android Police, é provável que ele seja anunciado em um futuro próximo, o que poderia acontecer no Google I/O, em 25 de junho. A conferência com desenvolvedores sempre trás novidades do sistema operacional e o Nearby provavelmente deve dar as caras como um dos novos recursos.

Não há muitos detalhes sobre as possibilidades da ferramenta, mas uma alternativa citada pela publicação é a criação de lembretes ativados ao se encontrar com alguma pessoa. Por exemplo: ao chegar perto de sua mãe, o celular pode lembrá-lo de perguntar sobre como está o cachorro, por exemplo.

O celular usaria o microfone para descobrir coisas próximas, mas também ativará o Wi-Fi e o Bluetooth eventualmente. A captação sonora poderá ser a chave para o recurso, com cada celular emitindo uma frequência sonora específica e inaudível para os ouvidos humanos (mas possivelmente enlouquecendo os cachorros). No entanto, sempre há questões de privacidade envolvidas, já que o Google estaria abrindo seu microfone para ouvir os arredores.

A preocupação teria chegado à empresa, que teria como plano receber os sons captados, processá-los e reenviar as informações para o celular do usuário, sem que os aparelhos tenham acesso à gravação. No entanto, a desconfiança com relação a NSA é eterna, já que os vazamentos de Edward Snowden determinam que a agência tem acesso aos servidores da empresa.

De qualquer forma, o recurso tornaria o smartphone ainda mais “smart”, permitindo a comunicação com outros aparelhos sem intervenção humana. Se o Google conseguir driblar os grandes problemas de privacidade envolvidos no assunto, é possível que o recurso seja interessante.