terça-feira, 16 de setembro de 2014

Info: Operadora da Nextel pode pedir falência a partir desta segunda-feira


A NII Holdings, operadora da Nextel que luta contra uma dívida de 5,8 bilhões de dólares e concorrência acirrada no Brasil e no México, pretende pedir proteção judicial contra falência nos Estados Unidos a partir desta segunda-feira, de acordo com duas fontes com conhecimento direto da situação.

De acordo com uma fonte, que pediu anonimato uma vez que o processo está em andamento, o pedido de falência de acordo com o Capítulo 11 das leis norte-americanas permitiria à companhia com base em Reston, na Virgínia, NII Holdings reestruturar sua dívida com credores. A NII Holdings opera em vários países da América Latina sob a marca Nextel.

A empresa quer transformar os credores em acionistas e implementar um modelo de negócio mais sustentável com foco no Brasil e no México, seus dois maiores mercados, acrescentou a fonte. O Capítulo 11 é uma forma de falência que reorganiza os negócios e ativos de uma empresa por um período limitado.

Ligações para a NII Holdings em busca de comentários não foram imediatamente retornadas.

No Brasil, a NII Holdings tem perdido clientes e sofrido um declínio na receita média por usuário enquanto a América Móvil, a espanhola Telefónica e a TIM Participações oferecem melhor cobertura para smartphones cada vez mais populares.

A NII Holdings está lutando para recuperar participação de mercado, mesmo depois que reguladores a isentaram do pagamento de taxas de interconexão para rivais maiores.

No mês passado, a NII Holdings alertou que poderia pedir proteção contra falência depois de divulgar seu nono prejuízo trimestral consecutivo. O presidente-executivo, Steve Shindler, disse na época que, apesar dos esforços para melhorar as operações, o caixa tinha caído para níveis insuficientes para suportar o negócio.

A empresa encerrou o segundo trimestre com 1 bilhão de dólares em caixa, uma perda líquida recorrente de 629 milhões de dólares e uma redução de 77 mil assinantes em sua base de clientes.

A empresa contratou os bancos de investimento UBS e Rothschild para a assessorarem sobre uma potencial venda e uma reestruturação da dívida, respectivamente.

G1: Veja perguntas e respostas sobre a venda de 'Minecraft' para a Microsoft

Gustavo Petró

Empresa comprou o estúdio Mojang, criador do game, por US$ 2,5 bilhões.
Fãs temem que Microsoft restrinja criação de conteúdo do jogo.

Cena de 'Minecraft' rodando no Xbox One, o
videogame de nova geração da Microsoft
O estúdio Mojang, criador do sucesso "Minecraft", o terceiro jogo mais vendido de todos os tempos, foi comprado pela Microsoft nesta segunda-feira (15) por US$ 2,5 bilhões, a maior aquisição do CEO da empresa, Satya Nadella.
Os números impressionam. Em pouco mais de seis anos de existência, contando a fase de testes e o lançamento oficial para PC em 2011 e posteriormente para iOS, Android e consoles, "Minecraft" vendeu mais de 54 milhões de unidades. As versões para os videogames da nova geração, o Xbox One e o PlayStation 4, receberam o game recentemente e há uma versão em desenvolvimento para o portátil PS Vita, da Sony.

Entretanto, o que deveria ser bom para os jogadores, um estúdio pequeno e independente sendo comprado e levado para uma empresa gigante com muitos recursos, não é visto com bons olhos pelos fãs. Um dos maiores temores, além de o jogo perder o suporte para as plataformas da Sony, rival da Microsoft no mercado de games, é de que a empresa pode limitar modificações de fãs e atualizações que o game recebe constantemente.

O G1 preparou uma lista de perguntas e respostas sobre a venda da Mojang para a Microsoft e o que pode mudar no game.

Qual objetivo da compra? 
A Microsoft não revelou o motivo da compra da Mojang, ainda mais pelo preço de US$ 2,5 bilhões, o que analistas de mercado afirmam ser muito superior ao que o estúdio sueco realmente vale e por ter apenas um jogo que deu certo. A compra não foi de um estúdio ou de um game mas, sim, de um fenômeno cultural. A Microsoft espera resgatar o investimento até junho de 2015.

Entre as possibilidades está a intenção de aumentar a venda de smartphones com o sistema Windows Phone, que deve receber uma versão de "Minecraft" em breve - o jogo existe apenas para iOS e Android. O sistema para smartphones da Microsoft está presente em 2,5% dos dispositivos em todo o mundo, de acordo com pesquisa do IDC.

A versão móvel de Minecraft, vendida por US$ 7, está há bastante tempo entre os apps mais vendidos na iTunes Store, da Apple, e na Google Play, do Google. Mais de 40% das vendas totais do game são para dispositivos móveis, segundo a Mojang. E ter o jogo para as suas plataformas e levá-lo para os tablets Surface deve impulsionar as vendas destes aparelhos.

Outro ponto é que a Microsoft tenta buscar um público infantil, o que não conseguiu com a compra do estúdio Rare, de "Donkey Kong", "Conquer's Bad Fur Day", "Perfect Dark", "Killer Instinct" entre outros. Ela desenvolveu os jogos da dupla "Banjo-Kazooie", que não tiveram um tratamento adequado pela Microsoft e não apareceram em novos títulos.

Com "Minecraft" na mão, a Microsoft agora tem controle de um dos jogos em formato digital mais vendidos das plataformas da Sony, e com uma versão para o Vita em desenvolvimento, a companhia japonesa se preocupa com o futuro do jogo em suas plataformas.

Especialistas questionam a compra, afirmando que o sucesso de "Minecraft", ainda mais com a repercussão negativa da compra e com a saída do criador do título da Mojang, Markus "Notch" Persson, pode reduzir o tempo de vida do jogo. Ou ele pode ser um novo "Second Life", mundo virtual que prometia uma nova internet que desapareceu como apareceu, ou será um "World of Warcraft", com uma grande base de usuários há 10 anos.
Governo da Dinamarca cria versão virtual do país
dentro de 'Minecraft'
O jogo continuará no PC?
Sim. A Microsoft diz que manterá o game, suas atualizações e pacotes de skins e outros conteúdos, no PC além das outras plataformas como PlayStation, Xbox e smartphones.

Há uma forte preocupação dos fãs de que a Microsoft pode restringir conteúdos para outras plataformas, focando apenas nos seus videogames. Até o momento, a empresa garantiu o mesmo tipo de suporte feito pela Mojang ao game e aos fãs.

Haverá restrição à modificações (mods)?
Este é outro medo dos fãs. A Mojang deu total liberdade aos fãs para criar e modificar o game como quisessem. A Microsoft é uma grande empresa e é muito restritiva aos mods, que podem alterar a cara de "Minecraft", que agora é um produto seu.

Até o momento, no entanto, a empresa garantiu o mesmo cuidado e tratamento com o game dado pela Mojang por todos estes anos.

Quem tem conta na Mojang vai ter que migrar para a Microsoft?
A Microsoft ainda não revelou detalhes da migração da Mojang para debaixo do seu guarda-chuva. Por conta de "Minecraft" ter uma extensa base de usuários no PC, ela deve manter as contas da Mojang separadas das contas da Xbox Live em um primeiro momento. No futuro, ela deve integrar as contas para a sua rede online, mas mantendo todos os dados e criações dos usuários.
Oculus Rift foi comprado pelo Facebook

A versão de 'Minecraft' para óculos de realidade virtual?
"Minecraft" iria ganhar uma versão para óculos de realidade virtual e seu criador, "Notch", estava empolgado com a ideia. Pelo menos até o Facebook comprar a empresa Oculus Rift por US$ 2 bilhões em março. "O Facebook me assusta", publicou Persson no microblog. "Estávamos conversando em trazer 'Minecraft' para o Oculus Rift. Eu acabei de cancelar este projeto", disse no Twitter.

Nas mãos da Microsoft, parceira do Facebook, o projeto pode novamente ver a luz do dia. Os jogadores colocariam os óculos para observar o mundo do jogo e suas criações como se estivessem dentro do game. A companhia disse que pretende desenvolver "Minecraft" para outras plataformas, mas ainda não há informações sobre sua versão de realidade virtual.

É por causa da compra que está demorando pra sair 'Minecraft 2.0'?
"Minecraft 2.0" foi uma brincadeira de 1º de abril feita pela Mojang em 2013. Nela, o estúdio disse que o jogo estava em desenvolvimento há dois anos e era descrito como uma "nova geração de jogos de simulação de blocos". Mesmo sendo falso, uma versão foi criada e distribuída durante todo o 1º de abril e alguns jogadores puderam jogá-la, mesmo sendo uma piada.

Nas mãos da Microsoft, certamente "Minecraft" deve entrar em um novo ciclo de desenvolvimento, tendo novas e mais modernas versões, que serão lançadas com diferença de alguns anos. Então, é provável que os videogames e o PC recebam "Minecraft 2" nos próximos anos.
Roupas de super-heróis da Marvel serão lançadas
para o game 'Minecraft' no Xbox 360

Vendas de itens
Uma das questões que a compra da Mojag pela Microsoft implica está nos valores gastos pelos usuários no jogo. Há investimento de jogadores para ter novos recursos e skins de personagens. Isso será mantido, mas a companhia deve usar sua loja virtual para venda destes extras do jogo.

Muitos jogadores também vendem itens e criações por valores altos. Uma arma boa criada por um "modder" (como são chamados quem cria modificações) chega a custar US$ 500 nos servidores do jogo como o KoonKraft.

A Mojang chegou a se manifestar sobre o comércio de itens do jogo, que considerou ilegal no início de 2014, mas pouco fez para encerrá-lo. Nas mãos da Microsoft, este negócio paralelo deve acabar. Uma das especulações é que a companhia pode cobrar para os donos destes servidores para licenciar o conteúdo vendido e que ajudava muitos gamers a conseguir recursos para as suas criações mais facilmente.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

G1: Justiça libera o aplicativo Secret no Brasil a pedido do Google


Empresa obteve vitória em segunda instância para manter app no ar.
Aplicativo permite publicar mensagens sem ser identificado.

Usuários compartilham segredos anonimamente
pelo app 'Secret' 

A Justiça do Espírito Santo voltou atrás e o aplicativo Secret, que permite publicar qualquer mensagem, inclusive ofensivas diretas à pessoas, sem ser identificado, voltou a ser distribuido gratuitamente nas lojas online de apps do Google e da Apple. O recurso em segunda instância teve vitória do Google. A suspensão foi determinada pelo desembargador Jorge Henrique Valle dos Santos, da terceira câmara cível do TJ-ES.

A determinação da remoção foi divulgada em 19 de agosto, em decisão liminar, e obrigou Apple e Google a remover o Secret de suas lojas virtuais e o app Cryptic, para Windows Phone e que tem funcionamento similar, da loja da Microsoft.

O Google recorreu da decisão liminar por meio do Agravo de Instrumento nº 0030918-28.2014.8.08.0024. Já a Microsoft recorreu por meio do Agravo de Instrumento nº 0031238-78.2014.8.08.0024. Os dois recursos foram analisados em sede liminar pelo desembargador convocado Jorge Henrique Valle dos Santos, que ainda não julgou definitivamente o mérito. A decisão passa a valer assim que as partes forem notificadas.

A decisão também determinou, além de determinar a suspensão do aplicativo, que as empresas deviam também remover remotamente os aplicativos dos smartphones das pessoas que já os instalaram. Esse também era um pedido do MP-ES, em ação assinada pelo promotor Marcelo Zenkner. A Justiça fixou multa de R$ 20 mil para cada dia de descumprimento.

Embora Apple e Microsoft tenham acatado a decisão judicial, o Google manteve o app em 
O desembargador baseou sua decisão no fato de que ele acredita que o anonimato prometido pelo Secret não é totalmente verdadeiro, já que é possível rastrear seus usuários pelo IP. Além disso, caso as empresas tentassem remover os aplicativos já instalados nos smartphones, elas iriam contra as leis brasileiras.

"Na concretude do caso, é preciso ponderar que, não obstante o anonimato que figura como a própria razão de ser do aplicativo, não me parece haver dúvidas quanto à possibilidade de identificação do usuário por meio de seu IP (internet protocol)", disse.

"Há de ser ponderado, ainda, que determinações contidas na decisão recorrida revelam-se tecnicamente inviáveis, a ensejar, até mesmo, diante de uma análise perfunctória, violação do direito à privacidade dos usuários, na medida em que impõe à empresa que estabeleça um acesso remoto aos aparelhos de todos os cidadãos que já instalaram o aplicativo em seus respectivos smartphones a fim de que se remova o programa dos aparelhos, ato este de viabilidade técnica duvidosa e de juridicidade discutível, ainda mais considerado o prazo de dez dias ofertados, sob pena de multa diária", frisou.

Aplicativo polêmico
Como o nome diz, o Secret permite que segredos sejam contados, sem que a identidade do autor da mensagem seja revelada. O caráter anônimo do app abre uma brecha para que não só os segredos mas também mentiras sejam espalhadas pela rede.

Para o juiz Paulo Cesar de Carvalho, da 5ª Vara Cívil de Vitória, na decisão publicada em agosto, o Secret infringe princípios constitucionais, por permitir que seus usuários usufruam do direito à liberdade de expressão sob a condição de anonimato. "A liberdade de expressão não constitui um direito absoluto, sendo inúmeras as hipóteses em que o seu exercício entra em conflito com outros direitos fundamentais ou bens jurídicos coletivos constitucionalmente tutelados, que serão equacionados mediante uma ponderação de interesses, de modo a garantir o direito à honra, privacidade, igualdade e dignidade humana e, até mesmo, proteção da infância e adolescência, já que não há qualquer restrição à utilização dos aplicativos indicados na inicial", escreveu o juiz na decisão.

“O anonimato mostra-se absolutamente incompatível com tais premissas balizadoras de nosso sistema, assim como o aviltamento, in casu gratuito, despropositado e desmedido, à honra e à imagem de qualquer pessoa”, afirmou o promotor Marcelo Zenkner. “O aplicativo ‘Secret’ fornece o instrumento apto ao cometimento daquilo que, corriqueiramente, tem sido chamado de ‘bullying virtual’.”

Para o promotor, “as exigências constitucionais o direito à imagem, à privacidade, à intimidade, à honra e, principalmente à dignidade da pessoa humana, estão sendo acintosamente violadas” por Google e Apple “ao disponibilizarem aos usuários o aplicativo ‘Secret’”.

G1: Golpe usando extensões falsas do Chrome faz vítimas no Brasil


Ataques persistem mesmo com restrições de segurança.
Extensões são usadas para enviar spam no Facebook.

Um ataque que faz uso de extensões maliciosas para o Google Chrome teve internautas brasileiros vítimas principais, segundo uma análise realizada pelo analista de vírus Fernando Mercês, da fabricante de antivírus Trend Micro. Revelado esta semana, o golpe é notório por acontecer mesmo com a restrição imposta pelo Google, que impede o Chrome de instalar extensões que não foram previamente aprovadas para inclusão na Chrome Web Store.
A fraude tem início no Facebook, onde uma mensagem curiosa convida o usuário a assistir um vídeo no YouTube. A página, entretanto, é falsa. Ela diz que a vítima deve instalar uma extensão para o Google Chrome loja oficial de extensões do navegador.

Uma vez instalada, a extensão leva o usuário para uma página verdadeira do YouTube que mostra um vídeo com "garotas bêbadas" para fazer com que o usuário pense que a instalação da extensão teve qualquer relação com o vídeo, quando na verdade não há qualquer vínculo entre os dois.

Nesse momento, o navegador do internauta já está comprometido e poderá ser controlado pela extensão para enviar mensagens automatizadas, ou spam, pelo Facebook. As mensagens podem ser enviadas como atualizações de status e também em conversas do chat.

A maioria das vítimas estava localizada no Brasil, mas internautas do Reino Unido, dos Estados Unidos e da Argentina também estavam entre as vítimas. A Trend Micro não divulgou números.

Mercês, o analista da Trend Micro, observa que a infraestrutura usada pelo criminoso está localizada em um servidor alugado na Rússia. Outro servidor alugado pela mesma pessoa é usado para abrigar páginas sobre produtos relacionados à perda de peso, ofertas de trabalho em casa e serviços de ensino de inglês.

Segundo o analista, o Google já removeu essa extensão da Chrome Web Store. A Trend Micro recomenda que usuários "evitem clicar em links em mensagens, mesmo que eles pareçam vir de um amigo ou contato", já que fraudes como essa permitem que qualquer pessoa acabe enviando links maliciosos para seus amigos.

Olhar Digital: Google lança portal das Eleições de 2014 no Brasil


Com a aproximação das eleições, o Google decidiu lançar mais um portal para ajudar os eleitores a se decidirem por seus candidatos. O site Google Eleições 2014 tenta trazer todas reunir as informações de todos os candidatos aos cargos ao executivo.

O site é capaz de filtrar candidatos por estado, partido, ou organizar os nomes por ordem alfabética e dividi-los para visualização no mapa. Ao escolher um candidato, é possível observar dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral e conferir o link para seus dados no site da ONG Transparência Brasil.

O serviço também reunirá notícias de todos os candidatos publicadas em 30 veículos de imprensa parceiros do Google no projeto.

Por enquanto, apenas candidatos a presidente e governador têm um perfil completo no serviço. A empresa promete que em breve candidatos a deputado estadual, deputado federal e senador também terão seus dados mostrados.

Folha de S.Paulo:Equipe francesa tenta financiar concorrente do Google Glass


BRUNO ROMANI

O Google Glass é o mais famoso óculos inteligente do mercado, mas não é o único. Um projeto francês tenta viabilizar um concorrente para o acessório do Google. O financiamento ocorre por meio do site Kickstarter.

Apesar de colocar-se como rival, o Ora Smartglass está indiretamente ligado ao Google Glass. Ele roda Android 4.2 e já tem promessa de receber o Android 4.4. Então, quais seriam as principais diferenças entre os aparelhos?

A equipe do Ora promete um dispositivo mais robusto. Segundo os criadores, o Ora é como ter um "tablet com Android na frente dos olhos". Ele leva apps mais complexos para os olhos do usuário.
Divulgação 

Ora Smartglasses, óculos inteligentes de equipe francesa financiado coletivamente pelo Kickstarter


A interface pode ser projetada de duas maneiras: sobre o campo de visão, algo como uma visão de "Robocop", ou projetada para baixo, como se fosse uma espécie de painel a ser observado. No Google Glass, as informações são projetadas para cima.

Um dos orgulhos da equipe é a tela do acessório, que com brilho de 3.000 nits promete entregar imagens mais definidas que o Google Glass. A experiência seria similar a de estar próximo de uma tela de 85 polegadas.

Além disso, o Ora não precisa de um smartphone para funcionar, pois ele trabalha como um dispositivo independente com Android. Ele tem conexão wi-fi e Bluetooth 4.0. A câmera é de 5 Mpixels.

O impacto, porém, na bateria é certo. A equipe promete entre duas e oito horas de uso.

Um dos atrativos do Ora deve ser o preço. Para obter o produto via Kickstarter é necessário uma contribuição de US$ 300. o Google Glass sai por US$ 1.500. Até a conclusão deste texto, a equipe havia arrecado US$ 37 mil. A meta é US$ 100 mil.

Caso consiga completar o financiamento, o produto será entregue em janeiro do ano que vem.

ORA SMARTGLASSES
META US$ 100 mil
CONTRIBUIÇÃO MÍNIMA US$ 5 (recebe agradecimentos e atualizações no andamento do projeto)
CONTRIBUIÇÃO MÍNIMA PARA TER O PRODUTO US$ 300
CONTRIBUIÇÃO MÁXIMA US$ 10.000 (Além de receber o óculos, vale uma viagem, com passagem e hotel, para a França a fim de conhecer os laboratórios da empresa)
FIM DA CAMPANHA 28 de outubro de 2014
ENTREGA janeiro de 2015

G1: Google lança primeiros smartphones de baixo custo Android One na Índia

Google lança primeiros smartphones de baixo custo Android One na Índia 

Modelos custam a partir de 6,4 mil rúpias (R$ 245).
Empresa planeja expandir projeto para Indonésia e Filipinas até fim de 2014.
Google lançou nesta segunda-feira (15) os primeiros smartphones do projeto Android One, de aparelhos de baixo custo (Foto: Divulgação/Google)

O Google lançou nesta segunda-feira (15) na Índia os primeiros aparelhos do projeto Android One, uma linha de smartphones de baixo custo focada em países emergentes. Os modelos custam a partir de 6,4 mil rúpias (cerca de R$ 245) e buscam capturar uma fatia do mercado de smartphones que cresce mais rápido no mundo.

O Google fez um acordo com as fabricantes indianas Micromax, Karbonn e Spice Mobiles para lançar os telefones acessíveis, que utilizam o sistema operacional Android e são destinados aos mercados emergentes.

Depois do lançamento na Índia, o Google afirma que planeja expandir o Android One para Indonésia, Filipinas e outros países do sul da Ásia até o final de 2014 e em mais países em 2015.

A Índia é vista como um mercado lucrativo para smartphones de baixo custo porque muitas pessoas estão comprando os dispositivos pela primeira vez. Apenas 10 por cento da população da Índia possui um smartphone atualmente, segundo a corretora Nomura em um recente relatório, e esse número deverá dobrar nos próximos quatro anos. 

IdgNow: Mercado global de smartphones acelera. Vendas no Brasil saltam 22%


Segundo a IDC, os smartphones foram 75% do total de celulares vendidos no país no segundo trimestre, ou 13,3 milhões de unidades. O resultado ficou acima da previsão
O Brasil comercializou 17,9 milhões celulares entre os meses de abril e junho. Os dados fazem parte de estudos Mobile Phone Tracker Q2, divulgado pela IDC. Desse total, 13,3 milhões de smartphones (75%) e 4,6 milhões de feature phones (25%). 

Na comparação com o mesmo período do ano passado, houve aumento de 22% nas vendas de smartphones e queda de 16% nas vendas de feature phones. Dos aparelhos vendidos no 2º trimestre, mais de 90% são Android e o ticket médio ficou em R$ 700.

O resultado do segundo trimestre para smartphones ficou acima da previsão da IDC e representa um recorde de vendas não só no Brasil, mas no mundo inteiro. É a primeira vez que o País entra nesse patamar de 13 milhões e o mundo ultrapassa a marca de 300 milhões de smartphones vendidos. 

"A expectativa é o bom momento persistir e um novo recorde ser batido nos próximos dois trimestres de 2014", afirma Leonardo Munin, analista de mercado da IDC Brasil". Os dados confirmam que a instabilidade vista em outros segmentos da TI e baixo crescimento da economia não afetaram a categoria de smartphones. 

Feature phones

Leonardo Munin não acredita no fim dos celulares sem sistema operacional, porém, ressalta que cada vez menos modelos estarão disponíveis no varejo nos próximos anos. Para 2018, por exemplo, a IDC Brasil projeta que essa categoria de dispositivo não chegue a 5% do volume total do mercado. 

Até o final do ano, a previsão é que 3/4 das vendas sejam de smartphones e apenas 1/4 de feature phones. Para ele, a chegada de produtos com preços mais atrativos e com configuração mais potente está acelerando a migração de feature phones para smartphones. 

A título de comparação, em 2013, dos celulares vendidos 53% eram smartphones e 47% feature phones. Para esse ano, a projeção é de 75% de smartphones e 25% de feature phones. 

Historicamente, as vendas de smartphones no Brasil sempre vinham atrás da média da América Latina e mundial. “Desde o terceiro trimestre de 2013, no entanto, ocorre uma inversão e hoje a participação de smartphones no mercado de celulares no Brasil é maior tanto da média da região como da média mundial”, afirma o analista.

Crescimento dos phablets

Segundo o analista da IDC Brasil, o smartphone com tela acima de 5 polegadas, o chamado phablet, também já caiu no gosto dos brasileiros. 

"Os aparelhos inteligentes estão se tornando cada vez mais um 'computador de bolso' e, quanto maior a tela, mais cômodo é para o usuário navegar pela internet, ler conteúdos, assistir vídeos e jogar”. 

A tendência dos phablets pode ser confirmada pelo crescimento das vendas: 128 mil aparelhos em 2012, cerca de 2,2 milhões em 2013 e, para 2014, a expectativa é que as vendas cheguem perto dos 5 milhões de dispositivos.

G1: Apple gastou US$ 100 milhões para distribuir novo álbum do U2 de graça



Novo disco da banda foi distribuído para 500 milhões de usuários do iTunes.
Veja como apagar o disco do seu iPhone ou iPad.

A Apple gastou US$ 100 milhões para distribuir gratuitamente o novo álbum do U2, "Songs of Innocence", de acordo com reportagem da revista "Billboard", citando fontes próximas ao assunto. O disco, o primeiro da banda irlandesa em cinco anos, foi apresentado e lançado na terça-feira (9), quando a fabricante de tecnologia apresentou o iPhone 6 e o relógio Apple Watch.

Com o lançamento gratuito, 500 milhões de contas do iTunes receberam o disco da banda. Quem tem configurado no iPad e no iPhone o download automático de conteúdo, teve o disco baixado automaticamente nos dispositivos. O valor de US$ 100 milhões, segundo a reportagem, foi pago para fazer o marketing e a distribuição do álbum. Uma quantia não revelada foi paga diretamente para a banda.

Para divulgar seus produtos, a Apple investe em anúncios e usa o novo álbum do U2 para divulgar seus novos aparelhos e o iTunes. A empresa tem US$ 150 bilhões em caixa.


Usuários reclamam das músicas
Donos de iPhones e iPads que não gostam do U2 usaram redes sociais para reclamar que, em alguns casos, o disco apareceu automaticamente nos iPads e iPhones. Para apagar o disco, basta selecioná-lo no dispositivo e deslizar cada uma das 12 músicas para a esquerda até aparecer o botão "apagar". Para que o download não seja feito novamente, é necessário ir nas Configurações, Itunes e App Store, e desmarcar a opção de download automático para músicas. 

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Olhar Digital: Dilma defende criação de lei para universalizar acesso à internet

Olhar Digital: Dilma defende criação de lei para universalizar acesso à internet:


A presidenta Dilma Rousseff aproveitou um debate promovido pela campanha “Banda Larga é um Direito Seu!” para defender um novo plano de universalização da internet de banda larga no país. A chefe de Estado defendeu a criação de uma lei que garanta o acesso amplo a conexão com velocidade e qualidade, com pelo menos 80% dos municípios cobertos por fibra óptica.

Dilma afirmou que o acesso universal teria de ser garantido por legislação, “senão não haverá força política para obrigar as empresas a cumprirem as metas estabelecidas”, diz a candidata à reeleição.

Durante o debate, a presidenta diz que pretende retomar a expansão da Telebras, que foi paralisada desde o fim da gestão Lula. A estatal é essencial para o projeto, já que “tem condições de trabalhar com pequenos e médios provedores e forçar a competição em mais de 800 municípios”. Também serão necessários investimentos do orçamento da União.

Contudo, ela reconhece que não há como o governo fazer sozinho o investimento. A proposta para os próximos quatro anos é fazer parcerias com as empresas mas colocando metas. Dilma espera conseguir atrair o interesse das empresas com juros subsidiados, com maior prazo e carência para pagamento dos empréstimos.

Fonte: "Olhar Digital: Dilma defende criação de lei para universalizar acesso à internet."Olhar Digital. N.p., n.d. Web. 12 Sept. 2014. <http://olhardigital.uol.com.br/noticia/dilma-defende-criacao-de-lei-para-universalizar-acesso-a-internet/44071>.

Olhar Digital: Samsung lança seis vídeos criticando os novos iPhones e o Apple Watch

Olhar Digital: Samsung lança seis vídeos criticando os novos iPhones e o Apple Watch:

A Samsung não poderia deixar barato o anúncio dos novos iPhones e do Apple Watch, da maior concorrente, Apple. Na verdade, a empresa não precisou nem de uma semana para divulgar os primeiros comerciais cutucando a rival, usando personagens que se passam pelos “gênios”, como são conhecidos os funcionários que atendem os usuários nas lojas da empresa.

Para isso, foram divulgados seis vídeos no YouTube. Isso mesmo, seis. Todos eles atacam um ponto dos novos produtos da empresa, ao mesmo tempo que enaltecem o Galaxy Note 4, novo phablet top de linha da coreana.

Entre os “pontos fracos” observados pela Samsung estão o relógio, a tela maior, a falta de uma caneta para interagir com o aparelho, a lentidão para carregar o celular e a falta de um recurso de multitarefa com múltiplas telas. Até mesmo a transmissão do evento pela internet, que sofreu com sérios problemas técnicos, foi parodiada.

Fonte: "Olhar Digital: Samsung lança seis vídeos criticando os novos iPhones e o Apple Watch." Olhar Digital. N.p., n.d. Web. 12 Sept. 2014. <http://olhardigital.uol.com.br/noticia/samsung-lanca-seis-videos-criticando-os-novos-iphones-e-o-apple-watch/44069>.


Olhar Digital: Computadores sem cabos de energia chegam em 2015, diz Intel

Olhar Digital: Computadores sem cabos de energia chegam em 2015, diz Intel:


No que depender da Intel, no fim de 2015 você já poderá ter computadores que não dependam de cabos para fornecimento de energia na sua sala. A empresa começará a incentivar fabricantes a fazer a transição para a energia sem fios para que finalmente, um laptop consiga funcionar sem um cabo para recarga de bateria por um período indeterminado, por exemplo.

Conforme revelado na Intel Developer Forum, em San Francisco, a expectativa da empresa é que a nova geração de processadores Intel Skylake, que deve estar em computadores a partir do final do ano que vem, seja capaz de permitir este salto.

As máquinas serão capazes de recarregarem sem o uso de cabos por meio de uma fonte emissora de energia, que poderia ser colocada em baixo da mesa, no exemplo do laptop. O padrão utilizado é o Rezence, um dos muitos que surgiram e disputaram espaço nos últimos anos.

A Intel espera que com a recarga wireless, as pessoas em uma cidade nunca estejam muito longe de um ponto de recarga, assim como acontece com hotspots de Wi-Fi em muitas localidades.

Kirk Skaugen, gerente da Intel, diz que todos os grandes vendedores de PCs já aderiram ao padrão Rezence, citando Acer, Asus, Dell e Lenovo. Capinhas para celulares permitindo a recarga sem fio também serão disponibilizados no primeiro trimestre do ano que vem, com acessórios para tablets previstos para a primeira metade do ano.

Fonte: "Olhar Digital: Computadores sem cabos de energia chegam em 2015, diz Intel."Olhar Digital. N.p., n.d. Web. 12 Sept. 2014. <http://olhardigital.uol.com.br/noticia/computadores-sem-cabos-de-energia-chegam-em-2015-diz-intel/44067>.

Olhar Digital: 'Black Friday dos games' oferece descontos por 30 horas

Olhar Digital: 'Black Friday dos games' oferece descontos por 30 horas:

Começou às 18h desta quinta-feira, 11, o Brasil Game Day, um período de 30 horas em que lojas eletrônicas brasileiras oferecerão descontos em todo tipo de produto relacionado ao universo dos games. Originalmente o evento estava marcado para começar na primeira hora de amanhã, criando uma espécie de Black Friday dos jogos, mas a procura foi tão grande que os organizadores resolveram ampliar o horário.


O BGD é realizado pelo Busca Descontos, assim como a Black Friday e o Dia do Frete Grátis. A diferença é que esta data é genuinamente brasileira, enquanto as outras duas foram importadas dos Estados Unidos.

"A ideia [quando o evento foi criado] era movimentar este mercado, porque o Brasil é o quarto maior do mundo mas não tinha nenhuma ação de abrangência nacional", comenta Patricia Soderi, diretora de novos negócios do Busca Descontos e porta-voz do BGD.

Onze lojas virtuais estão envolvidas na ação: Casas Bahia, Saraiva.com, Magazine Luiza, Walmart.com, Ponto Frio, Extra.com, MercadoLivre.com, Americanas.com, Shoptime, Submarino e eFacil. Além de jogos e consoles, elas também farão promoções de acessórios, controles, computadores e até cadeiras especiais. "O gamer dedica quatro horas semanais para jogar", explica Patricia.


O Walmart promete descontos de até 60%, além de frete frátis; o Mercado Livre diz que terá PlayStation 4 de 500GB por R$ 1,4 mil; enquanto o eFacil venderá Xbox One com a mesma capacidade por R$ 1.379; na Saraiva, mais de 200 jogos serão vendidos por menos de R$ 99. Já o Magazine Luiza aproveitará a ocasião para dar início ao #MegaloucosPorGames, período de vantagens que durará um mês.
De acordo com Patricia, a espectativa é que, por causa do BGD, o setor de jogos movimente R$ 90 milhões em apenas um dia, o que seria um aumento de 20% em comparação com os R$ 75 milhões do ano passado.
Quanto à possibilidade de as empresas oferecerem produtos pela "metade do dobro", bordão informal que se agarrou à imagem da Black Friday brasileira, a porta-voz avisou que as vendas são de responsabilidade de cada loja e aconselhou as pessoas a pesquisarem bem antes de fechar alguma compra. "Todas as envolvidas têm boa reputação, mas é importante que o consumidor faça essa pesquisa."
Fonte: "Olhar Digital: 'Black Friday dos games' oferece descontos por 30 horas." Olhar Digital. N.p., n.d. Web. 12 Sept. 2014. <http://olhardigital.uol.com.br/noticia/-black-friday-dos-games-oferece-descontos-por-30-horas/44060>.

Olhar Digital: Novos iPhones devem chegar a 15 países neste mês

Olhar Digital: Novos iPhones devem chegar a 15 países neste mês:


Anunciados no início da semana pela Apple, os iPhone 6 e iPhone 6 Plus entram em período de pré-venda nesta sexta-feira, 12 e devem chegar às lojas no próximo dia 19. Contudo, somente Estados Unidos, França, Canadá, Alemanha, Hong Kong, Singapura, Reino Unido, Austrália e Japão receberão os smartphones na primeira fase de vendas.

De acordo com o 9to5Mac, a boa notícia é que até o final do mês mais 15 países devem receber os aparelhos. Seriam eles: Suíça, Itália, Nova Zelândia, Suécia, Holanda, Espanha, Dinamarca, Irlanda, Noruega, Luxemburgo, Rússia, Áustria, Turquia, Finlândia, Taiwan, Bélgica e Portugal. Já a data prevista é o próximo dia 26. Como de costume, o Brasil estaria fora das primeiras listas de entrega.

O site ainda afirma que o site da Apple nos Emirados Árabes enumera a data de 27 de setembro para a chegada dos modelos. Outro fato curioso levantado pelo 9to5Mac é que alguns dos 15 novos locais, algumas operadoras já estariam aceitando pedidos para antes do dia 26.

Na última terça, 9, durante o anúncio dos novos iPhones, a Apple afirmou que até o final do ano, os smartphones devem chegar a 115 países.

Fonte: "Olhar Digital: Novos iPhones devem chegar a 15 países neste mês." Olhar Digital. N.p., n.d. Web. 12 Sept. 2014. <http://olhardigital.uol.com.br/noticia/novos-iphones-devem-chegar-a-15-paises-neste-mes/44061>.

Olhar Digital: Google começa a disponibilizar aplicativos do Android no Chrome OS

Olhar Digital: Google começa a disponibilizar aplicativos do Android no Chrome OS:


Em junho deste ano, o Google revelou que o Chrome OS, seu sistema operacional baseado em seu navegador para desktops e laptops, rodaria aplicativos de Android. Finalmente foram revelados quais serão os primeiros apps a rodar nas duas plataformas.

A lista foi divulgada pelo Google nesta quinta-feira, 11, e inclui quatro apps: Duolingo, para aprendizado de idiomas; Evernote, para anotações; Vine, para vídeos, e Sight Words para ajudar as crianças a melhorar seu nível de leitura.

O Flipboard, curiosamente, foi mostrado na demonstração em junho, mas está fora desta lista de aplicativos prontos. O objetivo da empresa é permitir que as aplicações funcionem de forma lisa entre as duas plataformas.

O Google diz que trabalhará com os desenvolvedores para disponibilizar os aplicativos mais populares do Android no Chrome OS e pede que usuários deixem suas opiniões sobre os apps que deveriam fazer a transição.

Fonte: "Olhar Digital: Google começa a disponibilizar aplicativos do Android no Chrome OS." Olhar Digital. N.p., n.d. Web. 12 Sept. 2014. <http://olhardigital.uol.com.br/noticia/google-comeca-a-disponibilizar-aplicativos-do-android-no-chrome-os/44062>.

INFO: Citibank mostra preocupação com estoque de telas para o iPhone 6

INFO:Citibank mostra preocupação com estoque de telas para o iPhone 6


iphone-6Os analistas do Citibank apostam que o gargalo de produção para o iPhone 6, sobretudo o modelo de 5,5 polegadas chamado de Plus, está no baixo estoque atual de telas LCD. “Nós não acreditamos que a Apple tenha suprimentos suficientes para atender a demanda global em quaisquer dos tamanhos”, afirma o banco de investimento no relatório em que INFO teve acesso.

“Nós estimamos que a produção do modelo de 4,7 polegadas em agosto foi apenas 60% do volume necessário para a demanda inicial, e nós acreditamos que haja um déficit ainda maior para o modelo de 5,5 polegadas. Assumindo que esse seja o caso, podem existir anúncios de que a entrega dos aparelhos demorem ainda quatro semanas após o início das vendas, em 19 de setembro”, afirma o Citibank.

Por conta disso, as estimativas de venda são conservadoras. O Citibank calcula que 60 milhões de unidades do iPhone 6 devem ser vendidas neste ano. Cálculos anteriores esperavam que até 100 milhões de aparelhos pudessem ser vendidos ainda em 2014. O Citibank acredita que a Apple precisará acelerar a produção, caso não queira enfrentar problemas de atraso no período de compras no final do ano.

Apesar da preocupação, o banco sugere que os lucros da Apple e de seus fornecedores serão altos, pois essas empresas otimizaram processos para obter ganhos de escala na produção.

"Esperamos que os fornecedores de displays, módulos de camera e baterias fiquem com preços unitários iguais ou maiores do que os modelos anteriores de iPhones. Também esperamos que a produção do iPhone 6 seja maior do que a do 5s e 5C, assim como o impacto de ganhos na cadeia de fornecimento”, afirma o relatório.

Fonte: "Citibank mostra preocupação com estoque de telas para o iPhone 6." INFO. N.p., n.d. Web. 12 Sept. 2014. <http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/2014/09/citibank-mostra-preocupacao-com-estoque-de-telas-lcd-para-o-iphone-6.shtml>.

INFO: Steve Jobs limitava uso de Macs e iPads pelos filhos

INFO: Steve Jobs limitava uso de Macs e iPads pelos filhos

Steve JobsDe acordo com um post do The New York Times, Steve Jobs era um pai “low tech”, isto é, não deixava que seus filhos usassem dispositivos tecnológicos com a frequência que quisessem.

Nick Bilton, autor do post, conta que entrevistou Jobs em 2010, logo após o lançamento do primeiro iPad. “Então, seus filhos devem amar o iPad, né?”, ele perguntou ao então CEO. A resposta? “Eles nunca usaram", disse Jobs. "Nós limitamos a quantidade de tecnologia que nossos filhos usam em casa”, afirmou.

O jornalista conta que ficou surpreso e um silêncio “estupefato” tomou conta do ambiente. Ele conta que imaginava que a casa de Jobs era como o paraíso dos nerds: as paredes seriam gigantes telas sensíveis ao toque, a mesa de jantar, feita a partir de telhas de iPads e iPods seriam entregues às visitas como chocolates. Mas Jobs explicou que não era bem assim.

Depois disso, Nick entrevistou diversos outros executivos que também seguiam este mesmo estilo de vida de não deixar que seus filhos usem a tecnologia sem limites. Um deles é Chris Anderson, ex-editor da Wired e agora presidente executivo da 3D Robotics, uma fabricante de drones, que instituiu prazos e controle familiar em todos os dispositivos em sua casa.

“Meus filhos acusam a mim e à minha esposa de sermos fascistas e excessivamente preocupados com tecnologia, e eles dizem que nenhum de seus amigos possui as mesmas regras", disse ele a Nick sobre seus cinco filhos, de 6 a 17 anos. "Isso é porque temos visto os perigos da tecnologia em primeira mão. Eu já vi isso em mim, não quero ver acontecendo com meus filhos”.

Os perigos a que ele se refere incluem exposição a conteúdos nocivos, como pornografia, bullying por parte de outras crianças e, talvez, o pior de tudo: os jovens podem se tornar viciados em seus dispositivos, assim como seus pais.

Já Dick Costolo, CEO do Twitter, disse a Nick que ele e sua esposa aprovam a utilização ilimitada dos dispositivos, desde que seus dois filhos adolescentes estejam na sala de estar. Eles acreditam que muitos limites poderiam ter efeitos adversos sobre os seus filhos.

"Quando eu estava na Universidade de Michigan, havia um cara que morava no dormitório perto de mim e ele tinha diversos cases sobre a Coca-Cola e outros refrigerantes em seu quarto", disse Costolo. "Mais tarde eu descobri que era porque seus pais nunca o tinham deixado tomar refrigerante quando era pequeno. Se você não deixa que seus filhos tenham alguma exposição a um determinado material, quais problemas isso causa mais tarde?”.

Nick finaliza sua história contando que nunca perguntou a Jobs sobre o que seus filhos faziam em vez de usar dispositivos tecnológicos. Então ele decidiu perguntar a Walter Isaacson, autor da biografia "Steve Jobs", que passou muito tempo na casa do cofundador da Apple.

"Todas as noites, Steve fazia questão de jantar na grande mesa da cozinha, discutir livros e história e uma variedade de coisas", disse ele. "Ninguém nunca usou um iPad ou computador ali. As crianças não pareciam viciadas nos dispositivos de forma alguma”, disse Isaacson a Nick.

Fonte: "Steve Jobs limitava uso de Macs e iPads pelos filhos." INFO. N.p., n.d. Web. 12 Sept. 2014. <http://info.abril.com.br/noticias/internet/2014/09/steve-jobs-proibia-que-seus-filhos-usassem-computadores-em-excesso.shtml>.

INFO: Twitter apresenta a Flight, conferência para desenvolvedores mobile

INFO: Twitter apresenta a Flight, conferência para desenvolvedores mobile:


flightO Twitter anunciou nesta semana sua primeira conferência voltada apenas para desenvolvedores de soluções mobille. Chamado de Flight e marcado para o dia 22 de outubro, o evento visa reunir no Bill Graham Civic Auditorium, em São Francisco, diversos especialistas em Java, Objective-C e Swift para discutir e trocar experiências, segundo comunicado oficial.

Apresentações técnicas serão realizadas das 11h às 17h, logo após uma keynote do CEO da rede social, Dick Costolo, que abrirá o evento por volta das 10h da manhã. Depois, na parte da noite, entre 17h e 20h, os participantes poderão conversar com engenheiros da equipe do Twitter.

O site do evento traz mais algumas informações sobre transporte e hospedagem, caso você tenha interesse em viajar para participar. Se este for o caso, dá para tentar a sorte por aqui. Basta preencher os campos – de preferência também com links para apps que você já criou – e clicar em “Continue” para que o Twitter avalie as aplicações.

Até o final de setembro, os selecionados receberão por e-mail um link para fazer a inscrição definitiva para o evento. A empresa não deixou claro exatamente quantos serão escolhidos, mas se por acaso você for um deles, ainda terá alguns dias para planejar a viagem.

Fonte: "Twitter apresenta a Flight, conferência para desenvolvedores mobile." INFO. N.p., n.d. Web. 12 Sept. 2014. <http://info.abril.com.br/noticias/it-solutions/2014/09/twitter-apresenta-a-flight-conferencia-para-desenvolvedores-mobile.shtml>.

G1 - 'SimCity' ganha versão para smartphones

G1 - 'SimCity' ganha versão para smartphones :


'SimCity Buildt' é versão para smartphones do game de construção e administração de cidades (Foto: Divulgação/Electronic Arts)O game de construção e administração de cidade "SimCity", popular nos PCs, ganhou uma versão específica para smartphones e tablets. Chamado de "SimCity Buildt", o game ainda sem data de lançamento, terá versões para dispositivos com sistema iOS e Android.

Para criar sua cidade, o jogador terá que usar comandos feitos exclusivamente para telas sensíveis ao toque. Embora detalhes do título não tenham sido revelados, a Electronic Arts promete um esquema de jogo muito próximo do que é visto nos PCs, com a cidade evoluindo conforme o jogador constrói casas, comércio e estradas, por exemplo.

Por meio de controles simplificados, será possível ter acesso a recursos de construção para a cidade, além de saber o que seus cidadãos acham do jogador, que é o prefeito.

Além da falta da data de lançamento, a Electronic Arts não informou se o game será pago ou gratuito com microtransações.

Fonte: "'SimCity' ganha versão para smartphones." Games. N.p., n.d. Web. 12 Sept. 2014. <http://g1.globo.com/tecnologia/games/noticia/2014/09/simcity-ganha-versao-para-smartphones.html>.