sexta-feira, 20 de abril de 2012

Olhar Digital: Microsoft anuncia quarta versão do Windows 8, a Enterprise




Após anunciar as versões normal, RT e Pro, empresa fala da versão Enteprise, que dará mais produtividade e segurança móvel.

Modelo empresarial também será lançado, 
dando mais produtividade e segurança aos usuários, 
segundo Microsoft 

Após anunciar suas três primeiras versões, a básica, Pro e RT (todas em 32 e 64 bit), a Microsoft divulga seu quarto modelo para o sistema operacionalWindows 8, que visa o ambiente corporativo, o Enterprise.

Em seu próprio blog, aMicrosoft diz que essa versão terá as mesmas capacidades da Pro, que também é voltada para profissionais de tecnologia e negócios, e que foi projetada para oferecer mais produtividade, segurança, gerenciamento e virtualização móveis para as empresas.

A Microsoft também citou algumas ferramentas novas que serão incluídas noWindows 8 Enterprise. A primeira delas é a Windows To Go, que oferecerá o gerenciamento de desktops corporativos por meio de um dispositivo USB externo, o que dará a possibilidade de acesso ao ambiente corporativo sem comprometimento de segurança.

Outro serviço que será oferecido é o DirectAccess, que dá acesso remoto à fontes da rede interna, conformando usuários remotos aos aplicar as últimas políticas e updates de software. Também há a BranchCache, ferramenta que dá acesso a arquivos, sites e outro tipo de conteúdo a partir de servidores centrais.

Já o AppLocker restringe o acesso a arquivos e aplicações à apenas um grupo seleto de usuários. Ainda há as melhorias que darão ao usuário uma experiência mais rica nos desktops, permitindo gráficos em 3D, periféricos USB e dispositivos sensíveis ao toque de qualquer conexão. 

UOL: Conheça dez programas que reforçam sua privacidade na internet


Flávio Carneiro

Navegadores costumam capturar e armazenar
os dados de navegação do usuário 

A rede está longe de ser um ambiente anônimo. Quando um computador está ligado à web, ele cria um endereço eletrônico, chamado Internet Protocol (protocolo de internet, em português), que permite saber de qual cidade você está conectado, entre outras informações. Além disso, browsers costumam capturar e armazenar os dados de navegação do usuário, como preferências de páginas ou endereços eletrônicos por onde passou.

Para minimizar essa invasão, o UOL Tecnologia selecionou 10 programas que visam garantir sua privacidade na internet. Confira.

O Tor é um apanhado de ferramentas que possuem o objetivo de tornar a utilização da internet mais segura e anônima. O software inclui proteção tanto aos aplicativos de mensagens instantâneas quanto às visitas em sites. Gratuito.


A aliança entre os programas Opera e Tor soma a navegação segura do Tor com a leveza de uso do navegador Opera. De acordo com os desenvolvedores, com esses dispositivos nenhum arquivo será registrado no computador enquanto você usa a internet. Gratuito.


Uma versão portátil do Tor, que é capaz de tornar a navegação na web anônima, evitando registros indesejados sobre o usuário que está conectado. Funciona a partir de pendrives e dispensa instalação. Gratuito.


Alguns conteúdos (como do YouTube) estão reservados apenas para conexões de alguns países, enquanto são bloqueados para outros. A função do YourFreedom é acabar com essas barreiras. Gratuito.


O Ultrasurf foi desenvolvido para burlar as censuras impostas pelo governo chinês à internet. Ganhou o mundo e hoje você pode utilizá-lo para ter acesso livre na rede. Gratuito.


Outro aplicativo capaz de tornar o IP do computador camuflado. Boa opção para ajudar a proteger a máquina de ataques maliciosos. Gratuito.


Software pequeno e gratuito para tornar-se invisível na internet. Funciona de maneira semelhante aos outros, ocultando o IP da conexão. Gratuito.


O JAP faz com que vários usuários utilizem o mesmo IP ao entrar na internet. Isso faz com que os sites visitados ou possíveis agentes agressores não consigam capturar informações do seu PC. Gratuito.


Com interface simples, o iSurfer Shield protege o IP do computador e bloqueia o acesso indevido de pessoas mal intencionadas ao PC. Gratuito para teste.


Este software é capaz de esconder o IP da sua máquina, evitando que sites mal intencionados façam registros das suas informações. Custa US$ 80 por ano.


Para baixar

G1 - Brasil é 1º país a usar sistema de código aberto da Mozilla para celular


'Boot to Gecko' usa HTML5 e roda aplicações em aparelhos modestos.
Anúncio foi feito por presidente-executivo da Mozilla em visita ao Brasil.

Laura Brentano

Gary Kovacs, CEO da Mozilla, lança sistema
operacional da empresa no Brasil
(Foto: Laura Brentano/G1)

A Mozilla, responsável pelo navegador Firefox, e a Telefônica Digital anunciaram nesta quinta-feira (19), em São Paulo, um sistema operacional aberto para celulares (open source), baseado na tecnologia HTML5, que permitirá levar aplicativos desenvolvidos para smartphones a celulares mais baratos e com menor poder de processamento.

As empresas anunciaram que o Brasil será o primeiro país a ter aparelhos com a tecnologia. O HTML5 é uma linguagem que permite adicionar elementos multimídia às páginas sem a necessidade do Adobe Flash.

O projeto, chamado "Boot to Gecko", permitirá que aplicativos com o código HTML5 sejam usados em qualquer navegador de internet do celular. Ou seja, todos os recursos do aparelho, como mensagens, chamadas, buscas na web e jogos, serão desenvolvidos em HTML5 e executados por meio do navegador. Conforme a Mozilla, algumas funções vão funcionar mesmo sem o acesso à internet.

"Hoje, desenvolvedores criam aplicativos para iOS [da Apple], por exemplo, que não podem ser usados no browser do PC, no Android [do Google] ou no Windows Phone [da Microsoft]. Agora, estamos permitindo que os usuários escolham onde querem acessar essas aplicações", explica Gary Kovacs, presidente-executivo da Mozilla, durante sua visita ao Brasil. Ele defende que o ecossistema de aplicativos não oferece o mesmo espírito de internet aberta. Porém, a melhor maneira de navegar na web pelo celular, hoje, é por meio de aplicativos, diz Kovacs.

Evolução da internet no celular

Segundo o executivo, o navegador vai parecer o sistema operacional do celular. “É nesse sentido que a experiência on-line está caminhando. A diferença entre aplicativos e páginas de web não precisa existir por causa do HTML5”, explica. “A chave do projeto é tirar as funções base dos celulares e aplicá-las na internet”, acrescenta.

Conforme a Mozilla, a expectativa é que o sistema operacional seja finalizado no fim deste ano e que sua produção comece em 2013. “Já estamos negociando com fabricantes, mas ainda não posso divulgar nenhuma informação sobre isso”, disse Kovacs.

O objetivo da Mozilla não é brigar com rivais como Apple e Google nas plataformas móveis, explica o executivo. Segundo Kovacs, o projeto com a Telefônica é uma evolução do acesso à internet nos dispositivos móveis, como aconteceu com os browsers há 10 anos. “Quando lançamos o Firefox, qualquer usuário de internet poderia usar. Depois, as outras empresas, que tinham browser fechados, fizeram o mesmo. Com a internet móvel será assim também”.

Web móvel para as massas

Kovacs diz que o objetivo do projeto é levar a internet móvel para as massas. Segundo o executivo, grande parte dos usuários atualmente não tem internet móvel acessível por causa dos altos preços dos smartphones. “Queremos tornar a internet disponível no nosso bolso para todo mundo”.

De acordo com o executivo, aparelhos como o iPhone têm processadores e outras características que encarecem o preço final para o consumidor. “O ‘Boot to Gecko’ permitirá rodar programas muito mais rápido do que os celulares atuais mais baratos, com menos poder de processamento”, explica.

G1 - Delegacia de Ciber Crimes investiga suspeito de pichar prédios em Curitiba



Ele costuma postar fotos das infrações em seu perfil pessoal na internet.
'Logo ele vai receber a nossa visita', garante delegado responsável.
Fernando Castro


Pichador posta as fotos de seus "feitos" em perfil pessoal na internet

A delegacia de Ciber Crimes de Curitiba vai investigar um suspeito de pichar uma série de prédios e que costuma postar as fotos de seus atos no Facebook. A garantia foi dada ao G1pelo delegado Demetrius Gonzaga, que tomou conhecimento do perfil do suspeito na internet através de contato da reportagem.

O suspeito, que se identifica na rede social como “Thcapertamaisum Zonaoestecwb”, exibe em seu perfil uma série de pichações com sua “assinatura” espalhadas pela cidade. Ele se vangloria dos atos nas mensagens, nas quais recebe diversas menções de aprovação. A mais recente foi postada na quarta-feira (18), e mostra um edifício de 11 andares com pichações reivindicadas pelo suspeito. Na mensagem, ele cita ainda a participação de outras duas pessoas, identificadas como “CYE – 12ABA” e “YOUR – MAC”.

No álbum de fotos, é possível ver pelo menos outros 20 “troféus” exibidos pelo autor. Também está exposta uma foto, supostamente do suspeito, utilizando um artefato caseiro para o uso de drogas.

De acordo com o delegado, a partir da formalização da denúncia, o procedimento policial é a coleta e rastreamento de quem postou a imagem, com objetivo de chegar até a origem das conexões. “Então a gente faz o isolamento, a quebra de sigilo em cima desse material”, explicou Gonzaga.

Para apurar a característica da infração, o delegado afirmou que é preciso uma análise minuciosa do conteúdo das postagens, contudo, à primeira vista, o policial já identificou dano ao patrimônio. "Qualquer detalhe pode dar um enquadramento diferente”, disse. Para ele, existe uma diferença básica que precisa ser distinguida, entre apologia e incitação aos atos. Esta segunda ocorre quando o suspeito, além de cometer o ato, incentiva os demais a tomar a mesma atitude.

A partir da identificação da infração, é preciso verificar se o suspeito é réu primário. Neste caso, a pena se enquadra em serviços à comunidade e pagamento de cestas básicas. Contudo, se for reincidente, o infrator pode ter a pena alterada para detenção. Existe ainda a possibilidade de formação de quadrilha, se as ações forem praticadas por um grupo, o que pode conferir reclusão de um a três anos.


Suspeito se identifica com a assinatura "Aperta
mais um" 

Segundo Gonzaga, é comum que as pessoas procurem a internet para se vangloriar desses atos. “No Orkut nós fizemos uma limpa grande, localizamos pessoal envolvido com rachas e com pichação na Praça Osório”, lembrou. Ele afirma que este caso será investigado com rigor, e que “logo ele (o suspeito) vai receber a nossa visita”, garantiu

PC WORLD: Mozilla e Telefônica anunciam parceria para celulares 'abertos' integrados à web



Renato Rodrigues, do IDG Now!
 
Empresas prometem lançar aparelhos com sistema
que roda apps escritas em HTML5 e serão mais baratos, 
porém com recursos de smartphones.

A Mozilla e a Telefônia anunciaram nesta quinta (19) o lançamento da plataforma Open Web Device, para o desenvolvimento de celulares "abertos", baseados no padrão HTML5. O obejtivo é facilitar a criação de aparelhos com o sistema operacional Boot to Gecko, da Mozilla - tecnologia que integra o HTML5 diretamente ao hardware. Isso permite o uso de funções web avançadas mesmo em aparelhos mais simples e baratos, diz a Mozilla.

De acordo com a empresas, celulares com essa tecnologia devem chegar até o começo de 2013, e o primeiro País a recebê-los será o Brasil. "Com preços na faixa dos feature phones (intermediários) de hoje", disse Pablo Larrieux, diretor do centro de inovação da Telefônica | Vivo. A Telefônica já criou um protótipo de um telefone BtG.

Em um celular BtG, apps em HTML5 podem desempenhar funções avançadas. Assim, recursos como chamadas, mensagens, busca, games etc rodam dentro do mesmo "engine" do navegador Mozilla Firefox. É algo bem semelhante ao Chrome OS, do Google, no mundo desktop. A ideia central é o surgimento de dispositivos de "web aberta", celulares em que tudo é uma aplicação móvel, que roda em qualquer telefone compatível. Isso vai contra a tendência atual, de aplicativos que funcionam apenas em um sistema ou outro.

"O objetivo da Mozilla é incentivar a adoção do HTML5 em toda a indústria. Pela primeira vez, os recursos desse padrão e da internet aberta foram usados para a criação de uma plataforma móvel totalmente nova", disse Gary Kovacs, CEO da Mozilla.

De acordo com ele, a Mozilla irá submeter a plataforma ao World Wide Web Consortium (W3C), consórcio que define padrões internacionais para o desenvolvimento na internet. Essas diretrizes impedem a existência de interfaces de programação (APIs) proprietárias na Open Web Device.

Expansão acelerada

As empresas apostam na expansão acelerada da web móvel. Em 2014, o número de pessoas que acessam a web via aparelho celular irá superar o de acessos por desktops.

Enquanto a Mozilla mira o modelo de sistemas fechados, para as operadoras, a vantagem é poder personalizar "profundamente" a interface, de certa forma retomando um controle que está saindo das mãos delas devido aos SOs proprietários. Além disso, a penetração de smartphones poderosos ainda é baixa na América Latina.

No entanto, Kovacs diz que o ponto é devolver o controle da web móvel ao usuário e ao desenvolvedor, não deixá-lo nas mãos das grandes companhias, sejam Google e Microsoft ou as operadoras. "Hoje você precisa escolher um pacote pronto, e isso tem deixado as pessoas muito frustradas", argumenta.

Pacote fechado

O VP da Mozilla criticou o atual modelo de apps, por "não oferecer o mesmo espírito de internet aberta que a web", devido à falta de padrões abertos e ao controle pelas app stores. "É a volta dos 'jardins cercados'", disse o executivo, disparando contra as plataformas proprietárias - iOS, Windows Phone, Android.

A indústria está obrigando você a decidir onde quer viver sua vida online - no Google, na Apple ou na Microsoft. "Mas é impossível que uma só companhia satisfaça os desejos de todas as pessoas", aponta.

"Não acredito que vamos brigar com as grandes plataformas, mas acredito que, no fim, irá acontecer o que Steve Jobs previu: a web irá vencer", disse. "Vejo mais como uma evolução (rumo ao HTML5) do que como uma luta", afirma.

Para ele, ainda há tempo para vencer essa guerra contra os sistemas proprietários. "A adoção da internet móvel ainda é baixa, o jogo está longe de ser definido".

PC WORLD: Aparelhos com Windows Phone 7 podem ficar presos à versão atual do SO


Jared Newman

Fortalecidos pelo silêncio da Microsoft, crescem os rumores de que a próxima versão do sistema, de codinome Apollo, não será entregue aos aparelhos atuais.
Se você está esperando pelo Windows Phone 8 é melhor não comprar um aparelho com a versão atual, a 7.5, como o Lumia 800, da Nokia, ou Ultimate, da HTC. De acordo com uma série de reportagens os aparelhos atualmente nas lojas não serão atualizados para o Apollo - nome dado à próxima versão do SO. O portal ZDNet falou sobre o assunto em março e, recentemente o The Verge o reforçou, citando fontes próximas à gigante que preferiram não se identificar.

Novas evidências surgiram via Nuno Silva, um evangelista português da plataforma. Esta semana ele afirmou ao site Zwame que todos os smartphones receberiam o update, mas, pouco depois, publicou no blog oficial um comunicado atribuindo a declaração a um mal-entendido.

“Cometi um erro e confundi a compatibilidade das aplicações com o upgrade dos dispositivos, o que lançou os rumores a que assistimos ontem”, diz o texto. “A Microsoft não tem no momento quaisquer novidades adicionais para partilhar sobre produtos futuros.”

Alguns dos recursos prometidos para o WP8 dependem também do hardware, o que afetará os celulares com WP7. Ele deverá ter NFC (comunicação por proximidade), suporte a processadores de mais um núcleo e cartões de memória, e mais opções de resolução de tela. Uma ferramenta para a sincronização de arquivos na nuvem também é esperada, assim como a integração com Skype e Exchange ActiveSync.

A Microsoft ainda não divulgou nota oficial sobre a atualização dos smartphones já comercializados. A companhia ainda tenta fazer com que o SO decole – o Lumia 900 é sua grande aposta no exterior – e o momento não seria propício para informar os consumidores de que, talvez, eles sejam deixados para trás. O problema, aliás, é um dos maiores que o rival Android tem enfrentado nos últimos anos.

Olhar Digital: Sony vai lançar óculos que exibem legendas de filmes


Dispositivo é voltado para pessoas com deficiência auditiva e visual, além de estrangeiros. Produto deve chegar ao mercado em 2013

20 de Abril de 2012 


Segundo informações do site
Slash Gear, a Sony tem planos de lançar óculos especiais que exibem legendas dos filmes diretamente para os usuários. Em parceria com a franquia de cinemas norte-americana Real Entertainment, a previsão é que o aparelho comece a ser usado nas salas da rede de cinemas a partir de 2013.

O projeto, provisioriamente intitulado como Entertainment Access Technology, estava em produção há cerca de um ano desde que foi anunciado, em outubro de 2011. O uso do dispositivo é voltado para pessoas com deficiência auditiva que precisam ler os diálogos, mas pode ser usado também por estrangeiros. A legenda aparece no respectivo idioma durante o filme, sem prejudicar os outros espectadores.

Além disso, a empresa diz que trabalha em uma versão dos óculos com fones de ouvido. O objetivo, neste caso, é atingir pessoas com deficiência visual e apresentar uma descrição em áudio dos filmes. Haverá suporte para tecnologia 3D em ambos os modelos e o texto exibido nas lentes poderá ser ajustado conforme as preferências do usuário.

A Sony afirma que as lentes do óculos pesam menos de 3 gramas e são capazes de programar legendas em até seis idiomas diferentes. Esse número deve aumentar com o início das vendas, que ainda não foi anunciado pela companhia. 

PC WORLD: Esqueceu a senha do Windows? Veja como resetá-la!



Justin Phelps, PCWorld EUA

Se você ficou “trancado” fora do sistema, não se preocupe: existe um jeito fácil de redefinir a senha de seu usuário no Windows. Você só precisa do DVD de instalação do sistema. 

Você esqueceu a senha do Windows e agora não consegue acessar o sistema? Não se envergonhe, isso pode acontecer com qualquer um. Siga estes passos para definir uma nova senha, mesmo que você não tenha criado um disco para recuperação de senha. Esta dica foi testada no Windows 7.

1) Inicie o PC usando um disco de instalação do Windows. O que veio com seu computador deve servir. Espere o instalador carregar, selecione um idioma para a instalação e clique em Avançar.

2) Clique em Reparar seu computador, selecione o OS a reparar e tome nota da letra do drive onde o sistema está instalado. Clique em Avançar. Na lista de ferramentas de recuperação, clique em Prompt de Comando. 

Nos próximos passos nos referimos ao drive com o sistema operacional como o drive C:. Se em seu PC o sistema estiver em outro drive, substitua o C: nos comandos abaixo pela letra do drive correspondente.

3) No prompt de comando digite: copy c:\windows\system32\sethc.exe c:\ e tecle Enter

4) Agora digite copy /y c:\windows\system32\cmd.exe c:\windows\system32\sethc.exe e tecle Enter

5) Saia do Prompt de Comando (digite exit e tecle Enter) e reinicie o PC. Na tela de login, tecle Shift cinco vezes seguidas. Isso fará com que um prompt de comando apareça na tela. 


Depois de conseguir acesso a um prompt, basta um comando para mudar a senha

6) No Prompt digite o comando net user username password, substituindo username pelo seu nome de usuário no Windows e password pela nova senha que você quer definir, e tecle Enter. Se você não se lembra do seu nome de usuário, digite apenas net user (seguido de Enter) para ver uma lista com todos os usuários do sistema.

7) Saia do Prompt de Comando e faça login com a nova senha. Problema resolvido!

Agora você precisa desfazer as mudanças anteriores para impedir que alguém explore o mesmo truque e mude sua senha. Repita os passos 1 e 2 acima, e no Prompt de Comando digite copy /y c:\sethc.exe c:\windows\system32\sethc.exe e tecle Enter. Saia do prompt de comando e reinicie o computador.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

G1: Câmara aprova cobrança de imposto sobre publicidade na internet



Cobrança de ISS também atingiria propaganda em
outdoors nas ruas. 

Autor da proposta original
defende que internet fique isenta do ISS.

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (18) projeto de lei que permite a cobrança de ISS (Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza) sobre sites que inserem texto, desenho e outros materiais de publicidade em suas páginas na internet. O projeto foi aprovado com 354 votos favoráveis e apenas 2 contrários, e será agora analisado pelo Senado Federal.

De acordo com o autor do texto aprovado, deputado Odair Cunha (PT-MG), a medida foi uma forma de proteger as empresas que realizam este tipo de serviço. "O objetivo é garantir que o serviço de publicidade seja tributado pelos municípios, porque hoje existe um limbo. E como há esse limbo, há um movimento, em alguns estados, para se cobrar deles ICMS [Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços], que é maior. Então é melhor resolver, regulamentar a atividade e não ter dúvida jurídica."

O valor do ISS varia de município para município e, dentro do que prevê o projeto aprovado, seria cobrado onde ficarem as sedes comerciais das empresas que fornecem os espaços públicitários. Já a definição sobre que tipo de site terá de pagar o imposto dependeria de uma lei municipal.

Para o deputado, a publicidade em portais jornalísticos e sites na internet de jornais, revistas, rádios e TVs não são afetados pela lei. Isto porque a Constituição prevê a imunidade tributária nestes casos, e isto também valeria para a versão on-line.

"A imunidade tributária alcança o jornal on-line, porque o mundo virtual é uma reprodução do mundo real. Então, o que no mundo real, concreto, existe como imunidade, isso transfere-se para o mundo virtual também", afirmou o deputado. Já grandes portais de entretenimento e sites de comércio on-line, por exemplo, teriam de pagar o imposto. O deputado não soube informar se blogs - cuja principal fonte de renda em geral é a publicidade - também seriam afetados.

A proposta inclui outros serviços tributáveis pelo ISS, como a inserção de publicidade em outdoors e painéis eletrônicos nas ruas. O deputado Mendes Thame (PSDB-SP), que apresentou a proposta em 2004, defende que a internet fique fora nova lista do ISS. "Acho melhor não mexer nisto agora [internet]. Se levamos seis anos para discutir isso, imagine sobre internet", afirmou.

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G1: Site da Câmara sai do ar, e grupo hacker reivindica ataque


 
Acesso externo à página ficou instável pouco antes do meio-dia.
Câmara não confirma ataque e diz que causas serão investigadas.
Marcelo ParreiraDo G1, em Brasília 

O site da Câmara dos Deputados saiu do ar no fim da manhã desta quarta-feira (18). O grupo de hackers Anonymous reivindicou a autoria do ataque que teria derrubado a página. A invasão, no entanto, não foi confirmada pela Câmara, que diz investigar o episódio.

No Twitter, o perfil oficial do grupo divulgou um post com a expressão "Tango Down" - utilizada para se referir a ataques bem sucedidos a páginas da Internet - seguido pelo link do portal oficial da Câmara.

Segundo a assessoria de imprensa da Câmara dos Deputados, o acesso externo à página começou a ficar instável por volta de meio-dia, e depois caiu definitivamente. Até as 13h, técnicos do núcleo de informática tentavam restabelecer o acesso. De acordo com a assessoria, só depois que isso for feito será iniciada a investigação das causas.

A assessoria afirmou ainda que a interrupção ocorre apenas no acesso externo à página, mas funcionários também relataram problemas no sistema interno da Câmara.

Information Week: O que esperar da internet nos próximos anos?




Em artigo, João Moretti fala dos investimentos das empresas em tecnologia, tanto para se destacar da concorrência quanto para garantir o melhor serviço aos consumidores

Fibra óptica, anel óptico, 4G, e tantas outras novas tecnologias estão sendo implantadas e estudadas para melhorar a telefonia e acesso a internet no Brasil, e com certeza irão cumprir o objetivo. Atualmente, os serviços de telefonia possuem muitas falhas, mas as empresas provedoras querem aumentar a sua atuação no mercado e o consumidor está cada vez mais atento. Além disso, o governo está investindo neste setor para garantir que todos possam estar conectados durante os próximos eventos esportivos.

Acredito que o primeiro indício da melhora neste serviço é a concorrência, que está cada vez maior e isto traz muitas vantagens para os consumidores. A oferta de serviços conjugados, como o triple play – telefone, internet e TV –, é um bom exemplo. Cada vez mais empresas estão oferecendo este serviço e com preços acessíveis. Esta gama de opções faz com que o consumidor possa escolher o serviço com melhor custo-benefício com ofertas conjugadas (TV, telefonia e internet) e a empresa que não atender as necessidades dos clientes ficará para trás.

Em 2011, o governo fez diversos investimentos para que a internet chegasse a todos os cantos do Brasil. Algumas regiões já estão sendo beneficiadas e outras ainda terão que esperar um pouco, mas o assunto está sendo discutido e isto também fará com que as empresas de telefonia corram para atingir estes novos consumidores.

Para melhorar a qualidade da telefonia móvel, através de anéis de interligação entre pontos de acesso e de transmissão de dados, uma descoberta que não é recente, mas que já está começando a ser utilizada em maior escala, é a fibra óptica. Este material está acelerando o setor e garante maior velocidade no acesso a internet. A troca dos cabos de cobre pela fibra óptica se deve principalmente por este material não sofrer interferência eletromagnética, desta forma, não há distorção do sinal por ruídos do ambiente externo, além de ampliar muitas vezes a capacidade de transmissão desses dados, sem perda de sinal e de qualidade.

Além disso, é um meio seguro de transportar dados e o material com o qual a fibra óptica é produzida – sílica, especificamente o quartzo – é um dos minerais mais abundantes do mundo, o que resulta em custo relativamente baixo. Contudo, para disponibilizar a fibra óptica é necessário fazer investimentos em infraestrutura, o que encarece a implantação.

E para facilitar o acesso aos dados de sites internacionais e reduzir os custos, o governo anunciou que tem a intenção de construir um anel que liga as fibras ópticas dos países da América do Sul. Certamente, seremos beneficiados. E esta também é uma boa iniciativa considerando que o Brasil está recebendo cada vez mais turistas, tanto dos países da América do Sul quanto de outros continentes.

As empresas estão investindo para crescer, garantir a qualidade e o melhor preço dos seus serviços. Assim como o governo também está viabilizando meios de melhorar e fazer com que mais pessoas tenham acesso à internet. As expectativas são boas, mas não podemos esquecer que além de melhorar a qualidade da telefonia e da internet estes serviços também precisam ser democratizados.

Olhar Digital: Pesquisa prevê que Brasil terá um computador por habitante em 2017


Até 2014, serão duas máquinas para cada três brasileiros ou 140 milhões de
PCs no total
 


O Brasil deve contar com um computador por habitante em 2017, segundo estimativa da 23ª Pesquisa Anual de Uso de Tecnologia da Informação (TI), divulgada nesta quarta-feira (18/04) pela Fundação Getúlio Vargas, durante coletiva de imprensa em São Paulo.

Atualmente, existem 99 milhões de computadores em uso no país (entre PCs corporativos e domésticos), o que representa uma máquina para cada dois habitantes. De acordo com o coordenador da pesquisa, Fernando Meirelles, o total de computadores praticamente dobrou em quatro anos.

Em 2008, existiam 50 milhões de computadores em uso, o que resultava em uma máquina para cada quatro habitantes. Até 2014, o estudo da FGV prevê que serão duas máquinas para cada três habitantes ou 140 milhões de computadores no total.

Segundo a pesquisa, para cada computador no Brasil, existem dois televisores e três telefones. "O Brasil está bem acima da média mundial em PC, TV e telefone", finalizou Meirelles.

No total, o número de telefones em uso no Brasil é 300 milhões ou 153% da população, mesmo percentual encontrado nos Estados Unidos. No mundo, a média é 108%. 

G1: Internet sem fio grátis em aeroportos do país ainda apresenta problemas


Levantamento do G1 aponta limitações na rede dos sete aeroportos.
Infraero diz que serviço está em 'operação assistida”, e terá ajustes.


Cartaz no Aeroporto do Recife anuncia serviço de
internet grátis (Foto: Luna Markman/G1)

Quase duas semanas após o início da oferta de internet sem fio de graça e ilimitada em sete aeroportos do Brasil, passageiros que tentam se conectar à rede ainda encontram problemas para acessar a web. O G1 visitou na terça-feira (17) os sete aeroportos onde a rede wi-fi foi disponibilizada desde o último dia 5, e ouviu reclamações em todos eles. No total, foram ouvidos 34 passageiros que tentavam acessar a rede e apenas 50% deles conseguiram usar a internet – alguns deles com acesso limitado, sem conseguir ver vídeos.

O principal problema foi encontrado no aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, onde o sistema estava totalmente fora do ar em duas visitas. A rede também apresentou limitações no Santos Dumont, no Rio de Janeiro, onde 80% dos passageiros ouvidos pelo G1 não conseguiram entrar na internet. Nos aeroportos do Recife e de Congonhas (em São Paulo), 60% dos passageiros ouvidos não conseguiram usar a internet. Os usuários também reclamaram da velocidade do sinal oferecido e de complicações para liberar o acesso.

Veja abaixo o resultado do teste feito pelo G1 no wi-fi dos aeroportos (em percentual de usuários entrevistados) 

AEROPORTO 

1) FUNCIONOU 

2) NÃO FUNCIONOU 

3) FUNCIONOU PARCIALMENTE 

Guarulhos (SP) 

58% 

28% 

14% 

Congonhas (SP) 

40% 

60% 


Galeão (RJ) 

60% 

20% 

20% 

Santos Dumont (RJ) 

20% 

80% 


Pampulha (MG) 

100% 

Guararapes (PE) 

40% 

60% 


Fortaleza (CE) 

40% 

40% 

20% 

Questionada pelo G1 sobre os problemas encontrados, a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) informou que o projeto ainda está em fase “operação assistida”, e que passará por ajustes operacionais e técnicos. “Por se tratar de um projeto inédito, há detalhes técnicos que estão sendo observados/melhorados para ofertar ao passageiro serviços confiáveis e de qualidade”, diz uma nota divulgada pela empresa. Segundo a Infraero, é importante que os usuários procurem a ouvidoria da empresa para reclamar quando houver problemas na rede, e quando a oferta for definitiva, serão realizadas avaliações periódicas para garantir a qualidade dos serviços prestados.


A estudante Laís Furtado não conseguiu usar a
internet no Santos Dumont (Foto: G1)

Os melhores resultados foram encontrados no aeroporto do Galeão (no Rio), onde 80% dos usuários conseguiram acessar a rede, em Guarulhos (São Paulo), onde a internet funcionou para mais de 70% dos entrevistados e em Fortaleza, onde a rede foi acessada por 60% dos passageiros ouvidos.

Rio de Janeiro

Os aeroportos do Rio de Janeiro registraram o melhor e o pior resultado no levantamento realizado pelo G1. Enquanto no Galeão 80% dos entrevistados conseguiram acessar a rede (mesmo que parte deles de forma limitada), no Santos Dumont apenas 20% dos ouvidos conseguiram entrar na internet gratuita da Infraero.

Apenas uma das cinco pessoas ouvidas no Santos Dumont conseguiu se conectar à wi-fi gratuita. A estudante maranhense Laís Furtado não conseguiu usar a internet. Ao tentar se conectar à rede oferecida pela Infraero, ela foi transferida para uma página que oferecia uma internet paga. “Eu encontrei, é ‘roteado’(o terminal). Mas ele liga a um site para conectar a internet que é pago. É R$ 1,99 a hora, mas é só promoção. Essa página diz ‘internet quase de graça’”, disse.


A capixaba Alessandra Freire conseguiu acessar a
internet por seu celular no Galeão (Foto: G1)

Já no Galeão, a estudante Alessandra Freire, capixaba de 21 anos, conseguiu acessar a internet normalmente por seu celular. O único problema que ela encontrou foi na exibição de vídeos e na demora para carregar imagens. “Consegui conectar normalmente, ver o Facebook, meu e-mail, o G1. As fotos demoraram um pouco para abrir”, disse.

O advogado Célio Cavalcanti Neto, que também conseguiu se conectar, reclamou do procedimento para conseguir acessar a rede pelo celular. “É um pouco trabalhoso. Tem que criar senha, inserir número do cartão de embarque, identidade, etc.”, explicou.

São Paulo

Nos aeroportos de São Paulo, o G1 ouviu relatos de problemas de conexão nos dois aeroportos. Em Congonhas, dos cinco entrevistados, apenas dois conseguiram acessar a internet – mas encontraram problemas. “A velocidade era bem rápida, deu para entrar no e-mail, ver vídeo, mas caía bastante. Consegui usar durante dez minutos, depois caiu”, disse a biomédica Janaina Costa, de 24 anos, que na noite de segunda-feira (16) embarcou para Goiânia.


A farmacêutica Karyna Monteiro teve dificuldade
em 
acessar a rede em Congonhas (SP) (Foto: G1)

Após tentar, sem sucesso, acessar a rede wi-fi, a farmacêutica Karyna Monteiro, de 31 anos, procurou ajuda com funcionários do aeroporto. “Disseram que era para eu sair [da sala de embarque] e pegar um cartão na Infraero”, disse. “Acho que é uma propaganda enganosa. Se funcionasse seria muito bom. No horário em que você fica na sala de embarque seria bacana dar uma olhada na internet. Mas não funciona.”

Em Guarulhos, a situação encontrada foi um pouco melhor. O G1 entrevistou sete pessoas a respeito da conexão oferecida pela Infraero. Quatro delas conseguiram se conectar, duas não conectaram e uma pessoa conectou, mas não conseguiu fazer o cadastro.

A tradutora Fernanda Romero Engel, de 27 anos, embarcava com o marido, o advogado Daniel Engel, de 31 anos, em lua de mel em Veneza, na Itália. “Conectei e reconectei três vezes por meio do meu celular, que acusou conexão com sucesso. Mas quando abri o navegador e tentei acessar páginas, surgiu a mensagem de que não havia rede ativa. Não chegou a ser exibida a tela de login da rede”, contou.

O engenheiro civil Cálicles Mânica, de 35 anos, que mora em Brasília, não conseguiu se conectar com seu smartphone na sala de embarque. “Não consegui ultrapassar a fase de cadastro. Preenchia todos os dados, entretanto, acusava que o número do cartão de embarque estava errado. Tentei a operação várias vezes”, conta.
(Foto: Luna Markman/G1)

O empresário Henrique Freitas mostra
mensagem de erro ao tentar conectar à
internet no aeroporto do Recife

Recife

No Aeroporto Internacional dos Guararapes, no Recife, o teste foi realizado na segunda e na terça-feira (17). No primeiro dia, nenhuma das três pessoas ouvidas pelo G1 conseguiu usar a rede por meio da rede wi-fi “INFRAERO”, mas na terça-feira os usuários entrevistados não tiveram problemas em acessar a internet. As tentativas ocorreram na entrada e dentro da sala de embarque Sul.

O empresário Henrique Freitas e o fuzileiro naval Jurandir Ramos Júnior tentaram conectar com seus notebooks, que localizavam o sinal, mas não conseguiam fazer o primeiro acesso, onde acontece o cadastro. Já a auxiliar administrativa Fernanda Lima recebia em seu celular um aviso de falha na obtenção do endereço. "E não tinha ninguém perto do meu portão de embarque para tirar dúvidas", reclamou.


O designer Rodrigo Braga tentou navegar no
aeroporto 
da Pampulha, mas a rede não funcionava
(Foto: Pedro Gonçalves/G1)

Já no dia 17, o especialista em desenvolvimento de hardware Leandro Honorato e o engenheiro eletricista Fábio Thomaz não tiveram problemas em acessar a internet, tanto na entrada quanto dentro da sala de embarque sul. Ambos fizeram o cadastro, navegaram pelo email e pela página do G1, onde também assistiram a vídeos. "A conexão está muito boa. Finalmente liberaram a internet", comentou Fábio.

Belo Horizonte

Em dois dias de visita ao aeroporto internacional da Pampulha, em Belo Horizonte, o serviço de internet gratuito não funcionou. O G1 esteve no aeroporto na tarde desta segunda (16) e terça-feira (17), por cerca de duas horas em cada dia.

O economista italiano Paolo Cavadini tentou acessar o serviço, mas não conseguiu. “Não apareceu nem a tela de cadastro”, disse Cavadini, que esperava o voo na sala de embarque. O designer Rodrigo Braga também tentou navegar, mas sem sucesso. Enquanto isso nos painéis informativos, uma orientação demonstrava como fazer o cadastro no momento em que o usuário acessa o serviço pela primeira vez. Na sala de embarque, esta era a única divulgação do serviço.

COMO ACESSAR 

1. Procurar pelo sinal de rede com o nome “INFRAERO wi-fi grátis”. 

2. No primeiro acesso, passageiro deve preencher um cadastro com informações como nome, sobrenome, RG e passaporte. 

3. Para acessos futuros, é preciso informar um e-mail e criar uma senha com seis dígitos. 

4. Para finalizar, passageiro deve informar o número do cartão de embarque impresso na passagem. 

De acordo com a Empresa de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), há uma intermitência no link que a operadora fornece. A Infraero explicou ainda que o problema seria na conexão da Tim, e não na estrutura oferecida pelo aeroporto. A Tim informou que a internet wi-fi nos aeroportos é recente e ainda passa por ajustes para melhoria da experiência de uso. A empresa esclarece ainda que nesta segunda (16), foi verificada uma falha que impedia a conexão no aeroporto da Pampulha. A Tim comunicou que “técnicos da operadora agiram prontamente para restabelecimento do serviço, que já funciona normalmente”. A reportagem esteve no aeroporto até as 17h 30, e no horário o serviço foi testado, inclusive por passageiros, e não funcionou.

Fortaleza

A internet gratuita funcionou para 60% dos usuários ouvidos pelo G1 no aeroporto de Fortaleza na terça-feira (17). Um dos usuários, entretanto, teve dificuldades de navegação e não conseguiu abrir vídeos. Entre os cinco entrevistados, dois não conseguiram acessar a rede.

O empresário Célio Thomas, de 46 anos, emitiu bilhete pela internet e no momento de acessar o wi-fi gratuito na sala de embarque do Aeroporto Internacional Pinto Martins não conseguiu localizar o código no bilhete nem escolher na tela do tablet a rede gratuita. “Deveria ter um aviso na sala de embarque indicando qual a rede gratuita'', diz. Segundo ele, na tela apareceram várias redes (“infraero”, “tim”, “oi”) e o empresário não sabia qual delas era a rede wi-fi gratuita.

Já o gerente de empresa Giuliano Pascoali, de 43 anos, conseguiu ver o código de acesso ao serviço de wi-fi rapidamente no bilhete, mas reclamou do cadastro solicitado para acessar a internet. “É muito extenso'', disse quanto ao cadastro. O gerente aprovou a velocidade da conexão e acessou e-mail, vídeos e sites no tablet na sala de embarque.


Após se conectar ao sinal da Infraero, passageiro
terá acesso a página da internet gratuita ao abrir o
navegador (Foto: Reprodução)

Entenda o serviçoO serviço de wi-fi grátis em aeroportos começou a ser oferecido pela operadora Tim, que participou de uma consulta pública realizada pela Infraero em 2011. A Linktel e Net também deverão oferecer o serviço. Em troca da web livre, as três empresas poderão colocar anúncios nas salas de embarque e nas páginas de autenticação do serviço.

O acesso à internet está disponível apenas nas salas de embarque dos aeroportos. Após fazer o check-in, o passageiro deve procurar o sinal “INFRAERO wi-fi grátis” e preencher um cadastro com informações básicas (nome, sobrenome, RG e passaporte). O login para acessos futuros será feito por meio de um e-mail e uma senha com seis dígitos criada pelo usuário, que deverá ser acompanhada por uma pergunta secreta. Para finalizar, o passageiro deve informar o número do seu cartão de embarque, que está impresso na passagem.

Conforme a Infraero, o acesso é ilimitado – antes, o órgão oferecia internet restrita a apenas 15 minutos antes do embarque. Para acessar o serviço em outra ocasião, o passageiro terá que colocar o e-mail, a senha e o novo cartão de embarque. O acesso continua valendo para passageiros em conexão, segundo a Tim. Um usuário que sai do Rio de Janeiro com destino a Recife e conexão em Congonhas poderá navegar na internet enquanto aguarda o próximo voo com o mesmo acesso feito no primeiro aeroporto.

Segundo a Tim, o número limite de acessos simultâneos vai depender de cada aeroporto, conforme o tamanho da área de embarque. Em Guarulhos, 500 passageiros poderão acessar a internet simultaneamente. Em Congonhas, o limite é de 600 pessoas. A Infraero diz que espera disponibilizar a internet gratuita em todos os aeroportos relacionados à Copa do Mundo de 2014.

* Colaboraram G1 RJ, Letícia Macedo e Paulo Toledo Piza, do G1 SP, Luna Markman, do G1 PE, Pedro Gonçalves, do G1 MG e Diana Vasconcelos, do G1 CE

PC WORLD: Segundo FGV, Brasil já tem 99 milhões de computadores em uso



18-04-2012
Com informações da Agência Brasil

Somados os equipamentos usados nos ambientes corporativo e doméstico, o total de computadores em uso no País dobrou nos últimos quatro anos.

Pesquisa do Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da Fundação Getulio Vargas (FGV), divulgada netsa quarta-feira, 18/4, afirma que há no Brasil 99 milhões de computadores em uso, somados os utilizados no ambiente corporativo e no doméstico. O que representa cerca de um equipamento para cada dois habitantes.

A 23ª Pesquisa Anual de Tecnologia da Informação (TI) estima que, em seis anos, o Brasil passará a ter um computador por habitante. Nos últimos quatro anos, o número toral de computadoresm uso no país praticamente dobrou. Em 2012 estima vendas de 17,9 milhões de unidades: uma por segundo.

O percentual de computadores por habitante no Brasil (cerca de 51%) coloca o país acima da média mundial (42%). Nos Estados Unidos, há cerca de 354 milhões de computadores, ou 114% da população.

O número de telefones em uso no Brasil, por sua vez, é 300 milhões, ou 153% da população, mesmo percentual encontrado nos Estados Unidos. No mundo, a média é 108%.

A pesquisa foi realizada em 5.000 empresas com 2.180 respostas válidas de grandes e médias empresas.

Olhar Digital: Brasil já é o terceiro país com mais usuários no Facebook


São 44,6 milhões de brasileiros cadastrados na rede social. País ultrapassou a Indonésia, que hoje tem 42,6 milhões 


De acordo com o site de estatísticas SocialBakers, o Brasil já é o terceiro maior país do mundo em números de usuários do Facebook. Com isso, a Indonésia, que estava nessa posição, agora está no quarto lugar do ranking.

São 44,6 milhões de brasileiros cadastrados na rede social, contra 42,6 milhões de indonésios. Em março, eram 42,1 milhões de brasileiros contra 43,3 milhões de indonésios. Estados Unidos (156 milhões) e índia (45,7 milhões) continuam no primeiro e segundo lugares, respectivamente.

Algumas projeções afirmam que se o crescimento for de 9,4% ao mês, o Brasil pode se tornar o segundo país da lista já em maio. Hoje, a diferença do número de usuários entre Brasil e Índia é de apenas 2 milhões. No mês passado, a nação indiana teve um aumento de 4,3% no número de membros da rede social.

Em dezembro de 2011, o Facebook superou o Orkut e se tornou o site de relacionamentos mais popular no Brasil. Na época, a página contava com 36 milhões de usuários - o que significa um crescimento de 192% comparado ao mesmo período de 2010.

E o site não vai parar tão cedo. Após comprar o Instagram por US$ 1 bilhão, a rede social de Mark Zuckerberg lançou na última terça-feira (17/04) o botão "Ouvir" nas fan pages de bandas ou artistas do mundo da música, que permite escutar faixas e listas de reprodução diretamente das páginas dos cantores.