segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Folha de S.Paulo: Sistema operacional da Microsoft entra no radar dos criadores de apps


Demorou, mas o Windows Phone parece ter entrado no radar de quem desenvolve aplicativos.

Lançada em 2010, a plataforma ainda apresenta números modestos ante a concorrência (tem cerca de 160 mil apps contra mais de 1 milhão da App Store e do Google Play), mas algumas das ausências importantes foram sanadas.

Só recentemente Waze, Instagram e Vine foram acrescentados à lojinha de apps do Windows Phone. Para o ano que vem são esperados Flipboard, Plex e Mint, além de jogos como "Talking Tom" e "Fifa 14".

Apesar da interface elogiada e dos bons recursos, a falta de aplicativos sempre foi considerada o maior obstáculo para o sistema da Microsoft.

Em agosto, Nick Landry, um desenvolvedor de apps dos EUA, fez um levantamento com os 100 aplicativos mais populares (jogos excluídos) na App Store, da Apple, que também estavam disponíveis para Windows Phone. A loja da Microsoft tinha 64 deles.

Recente pesquisa da consultoria Strategy Analytics mostra o crescente interesse dos desenvolvedores. A empresa perguntou a 1.600 deles em quais plataformas trabalhariam em 2014: 32% apontaram o Windows Phone (em 2013, eram 16%).

O número ainda é pequeno frente ao Android (84%) e iOS (68%), mas o crescimento do Windows Phone, que vai dobrar sua fatia, é o maior entre todos.

A maior parte desses profissionais afirmou que a principal razão para oferecer suporte a um sistema operacional é a base de usuários. Nesse sentido, a estreita relação entre Nokia e Microsoft parece finalmente render frutos.

Segundo a consultoria IDC, o Windows Phone ficou com 3,6% do mercado mundial -no mesmo período de 2012 tinha 2%. Em um ano, porém, as vendas de aparelhos com o sistema cresceram 156%. Sozinha, a Nokia respondeu por mais de 90%.



Fonte: Romani, Bruno. "Folha de S.Paulo." Folha online. N.p., n.d. Web. 16 Dec. 2013. http://www1.folha.uol.com.br/tec/2013/12/1385329-sistema-operacional-da-microsoft-entra-no-radar-dos-criadores-de-apps.shtml.

Folha de S.Paulo: 'Sociabilidade' do brasileiro propicia crimes virtuais, diz empresa; prejuízo aumenta


Você faz uma busca na web por Instagram e esbarra com um aplicativo chamado InstLike, que promete dar milhares de seguidores e de "curtidas", de graça --basta inserir usuário e senha. O golpe, divulgado pela Symantec no mês passado, pode parecer evidente, mas atingiu 100 mil usuários da rede social.

Parte deles foi além e deu dinheiro ao hacker russo pelo "serviço". Esse tipo de caso, junto com estudos realizados pela empresa, levaram à elaboração de projeções do que deve acontecer no ano que vem no cibercrime. E o cenário não é animador.

"Os criminosos identificaram claramente essa complacência e vão entrar forte nesse segmento, mas apps falsos são só uma das brechas", diz Otto Stoeterau, especialista de segurança da Symantec.

A sociabilidade on-line do brasileiro facilita a ação de hackers, que usam aqui técnicas mais rudimentares, segundo a empresa.

Em vez de artifícios complexos como o "ransomware", que sequestra o PC e pede resgate em dinheiro para liberá-lo e está em ascensão no Oriente Médio, os bandidos apostam que o internauta daqui vá clicar em links falsos, compartilhados em redes sociais ou e-mail, mesmo se enviados por estranhos.E, diz a Symantec, eles acertam.

Cibercriminosos devem se focar, em 2014, nos dispositivos da chamada "internet das coisas" (TV, geladeira, carro conectados) e redes sociais jovens.Isso porque pouco se sabe ou pouco se desconfia de ações nessas frentes.

DEFESA

"O usuário migrou do PC para o smartphone, mas não levou a preocupação com a segurança", diz Stoeterau. "Essa confiança é um erro."

Alertar as pessoas sobre a excessiva divulgação de dados privados nas redes sociais e a existência de armadilhas é a melhor maneira de se defender, diz a companhia.

Por outro lado, notícias sobre espionagem neste ano levarão alguns internautas a adotar medidas peculiares para se proteger, como usar nomes falsos em redes sociais, aposta a Symantec.

Segundo um estudo da empresa feito com 500 brasileiros de 18 a 64 anos, o custo do crime virtual no país foi de cerca de R$ 18,7 bilhões só entre julho do ano passado e agosto deste ano. Mais da metade (60%) dos entrevistados já foi vítima do cibercrime. E isso deve piorar.

Um relatório divulgado na semana passada pela PwC diz que incidentes de segurança da informação tiveram custo 25% maior neste ano ante 2012. "De modo geral, os custos e a complexidade para responder aos incidentes está aumentando", escreveu Shane Sims, diretor da PwC.

A causa disso, argumenta a consultoria, é que combate-se "com estratégias de ontem as ameaças de hoje." A pesquisa foi feita com 9.600 executivos de 115 países, sendo 16% deles sul-americanos.

Cerca de 35% dos executivos brasileiros acham que a direção da empresa é o maior empecilho para aumentar a segurança da informação, acima da média global (23%). Outros 18% apontam a falta de conhecimento técnico como o problema, e 20% culpam o baixo investimento.

Fonte: GONZAGA, YURI . "Folha de S.Paulo."Folha online. N.p., n.d. Web. 16 Dec. 2013. http://www1.folha.uol.com.br/tec/2013/12/1385479-sociabilidade-do-brasileiro-propicia-crimes-virtuais-diz-empresa-saiba-se-proteger.shtml.

UOL: Aplicativos transformam smartphone em ferramenta de cidadania


Daniel dos Santos

Uma calçada esburacada, o poste de luz que não funciona, um acidente de trânsito. Todos esses problemas merecem divulgação e podem se tornar informações importantes para o cidadão e para as autoridades. Pensando nisso, desenvolvedores de aplicativos criaram programas que permitem denunciar a má conservação do patrimônio público, alertar sobre acidentes de carro, criticar o atendimento do setor de saúde ou mesmo receber informações úteis fornecidas pelas autoridades.

Conheça quatro opções voltadas para a cidadania. As três primeiras alternativas podem ser usadas em qualquer cidade, enquanto o Complicitat tem seu foco voltado a São Paulo. 

Colab


Vencedor do prêmio internacional AppMyCity de 2013, o Colab é um programa criado por brasileiros que abre espaço para o usuário propor soluções e avaliar serviços (públicos ou privados).

Ao tocar na opção "Fiscalize", é possível realizar denúncias sobre problemas como sinais de trânsito quebrados, iluminação pública deficiente ou falhas na limpeza urbana. Dá para registrar endereço, colocar foto, fazer uma breve descrição do fato e compartilhar com os amigos pelo Facebook.

Sua versão para celular carece de recursos como filtros de busca por Estado ou cidade, já presentes no serviço disponível via navegador. Exige que o usuário tenha conta no Facebook.

Grátis


Cidadera


Seu objetivo é chamar a atenção das prefeituras para os problemas enfrentados pelos cidadãos e buscar soluções.

Ao encontrar uma ocorrência, basta tocar em "Denúncia", selecionar uma categoria e preencher um formulário curto, com descrição e foto do local. Os casos reportados vão parar em um mapa e são identificados por ícones. Outros usuários podem inclusive apoiar a reclamação (um equivalente ao "curtir" do Facebook), clicando em Protestar.

Inclui busca por endereços. Traz alguns problemas de revisão, com textos como "poste de luz em mal estado" (o correto é mau estado).

Grátis


Cidade Legal


Logo que você abre o aplicativo, ele já identifica sua localização em um mapa. Para registrar um problema na sua cidade, basta tocar no ícone "Grave este Ponto" e escolher entre as opções de problema que deseja relatar, como semáforo quebrado, bueiro sem tampa, poste de luz apagado ou falta de acessibilidade.

É possível tirar uma foto da ocorrência para incluir na reclamação, além de compartilhar o caso via Facebook ou Twitter. Os problemas relatados passam a fazer parte do mapa e podem ser conferidos por quem estiver na redondeza.

Fica devendo um campo para incluir mais informações sobre o problema ou mesmo relatar se ele já foi resolvido.

Grátis 

Para iPhone e Android

Complicitat


Aplicativo com foco na divulgação, por bairro, de informações geradas por serviços públicos e privados de São Paulo. Com ele, o cidadão tem na tela do celular alertas fornecidos pela polícia ou pelo corpo de bombeiros, informações de trânsito e dados sobre lazer, com atividades em bibliotecas, museus e zoológicos, entre outros.

Depois de definir o bairro de interesse, o usuário seleciona temas como segurança, educação e cultura, para receber uma lista de atrações ou alertas. Em alguns bairros, porém, o volume de informações é limitado.

Durante os testes do UOL Tecnologia, não havia qualquer informação sobre cultura nas regiões do bairro do Limão, Santana ou Rio Pequeno, por exemplo.

COMPUTERWORLD: Alog faz aliança com Microsoft para soluções de nuvem da rede Cloud OS


Uma das principais provedoras de infraestrutura de TI no país, a empresa passa a integrar a iniciativa da MS na área de cloud computing

A Alog Data Centers do Brasil, uma das principais provedoras de infraestrutura de Tecnologia da Informação (TI) do país, anuncia uma nova aliança com a Microsoft Corporation para oferecer soluções completas de cloud computing.

A empresa de serviços de data center passa a fazer parte da rede Cloud OS – nova iniciativa da Microsoft composta exclusivamente por provedores estratégicos do segmento de cloud que fornecem serviços baseados na plataforma de serviços na nuvem da MS (Windows Server 2012 R2 com Hyper-V, System Center 2012 R2 e pacote Windows Azure).

O programa tem como principal objetivo levar aos clientes, de forma consistente e de nível corporativo, os benefícios da plataforma de nuvem da Microsoft, que tem formato híbrido e oferece flexibilidade com serviços completos para atender o core business específico de cada companhia.

Segundo comunicado da Alog, a expectativa da empresa é usar o contato direto com a equipe da Microsoft para desenvolver soluções de cloud computing específicas para cada cliente. “Uma vez que vamos trabalhar no desenvolvimento com a Microsoft, temos total segurança para entregar uma oferta ainda mais madura e robusta – com os níveis de serviços buscados pelos nossos clientes”, explica Rodrigo Guerrero, diretor comercial da Alog.

“O sistema operacional de rede na nuvem, baseado na visão Cloud OS da Microsoft, permite aos clientes da Alog acelerar e flexibilizar a implantação de soluções sobre plataformas híbridas e otimizar a combinação de sua infraestrutura existente com aquela contratada junto ao provedor de serviços”, diz André Echeverria, gerente geral da divisão de nuvem para empresas da Microsoft.

A Alog Data Centers do Brasil é uma das principais operadoras de serviços de data center do País. A empresa atende mais de 1.500 clientes corporativos em seus quatro data centers nas cidades do RJ, SP e Tamboré. Combinados, eles somam 33 mil m² de área construída com capacidade para mais de 100 mil servidores. 

Olhar Digital: SP terá primeira cidade do Brasil com fibra óptica no lugar de cabos


A Vivo anunciou nessa quinta-feira um projeto-piloto para tornar a cidade paulista de Águas de São Pedro (a 187 km da capital) a primeira do Brasil com 100% das telecomunicações operadas por fibra óptica, em vez de redes de cabos de cobre. O investimento é de R$ 2 milhões.

A troca da central telefônica por armários menores com mais capacidade de transmissão de dados deverá ser concluída em maio de 2014. Com isso, a empresa prevê aumentar em seis vezes a velocidade local da internet - para 25 MB - e melhorar a cobertura do sinal. Hoje em dia, a conexão só funciona bem quando realizada nas proximidades da central de telecom.

"Ao aumentar a banda, nós integraremos os serviços digitais. O cobre tradicional não permite o download de vídeos pesados, então vamos melhorar a comunicação e toda a experiência digital dos clientes", promete o diretor de estratégia da Vivo, Carlos Raimar.

Os cabos de cobre instalados dentro das residências não serão substituídos; a mudança acontece apenas na estrutura externa e, segundo Raimar, beneficia também a Prefeitura, que contará com sistemas mais potentes para alimentar as câmeras de vigilância nas ruas.

Segundo a Vivo, a escolha da cidade se deu em função da demanda relativamente grande de serviços de telecom, tamanho do município e proximidade da capital. Sem estimar datas, a operadora planeja estender o uso pleno de fibra óptica a todo o Estado de São Paulo.

Fonte: "SP terá primeira cidade do Brasil com fibra óptica no lugar de cabos." Olhar Digital. http://olhardigital.uol.com.br/noticia/sp-tera-primeira-cidade-do-brasil-com-fibra-optica-no-lugar-de-cabos/39381 (accessed December 16, 2013).

Folha de S.Paulo: Oficina high-tech materializa, de graça, projetos feitos no PC


Quando o professor Niel Gershenfeld, do MIT, criou a disciplina de fabricação digital "Como fabricar quase qualquer coisa", esperava que meia dúzia de engenheiros e designers da faculdade se interessasse pelas aulas.

Acabou recebendo centenas de e-mails de pessoas sem relação com a área, mas que queriam "fazer coisas".

Foi aí que teve a ideia do Fab Lab, uma oficina com equipamentos de ponta e aberta para o público.

Para Eduardo Lopes, fundador do Garagem Fab Lab, unidade do projeto no Brasil, o mérito da ideia é, junto a outras tendências, como o financiamento coletivo, "emancipar" as pessoas.
"Qualquer um, com um pouco de treinamento, pode fazer um produto totalmente personalizado sem ter que depender de uma grande corporação", afirma.

A independência permite que surjam soluções para nichos que seriam ignorados pela indústria, argumenta. Como exemplo, ele cita um marceneiro que fabricou a própria prótese após perder os dedos da mão.

Normalmente, os Fab Labs ficam abertos para que as pessoas desenvolvam os próprios projetos.

No Brasil, que tem a cultura do 'faça você mesmo' menos enraizada do que nos EUA, eles escolheram começar com projetos orientados, como uma bicicleta com estrutura em madeira.
Na última quinta-feira, um grupo formado por entusiastas das bikes, designers, arquitetos e curiosos se reuniu para cortar um primeiro protótipo, depois de meses de discussões e desenhos.

O próximo passo será tentar instalar componentes tradicionais no quadro fabricado e ver se a bicicleta anda.

INVENTOR

No ano que vem, o Garagem abrirá um ou dois dias por semana para o uso livre dos equipamentos.

Osvaldo Dalla Coletta, 70, economista e analista de sistemas aposentado, que passou a frequentar o local há cerca de 20 dias, está animado com a perspectiva.

Desde sua aposentadoria, em 1995, ele se dedica exclusivamente ao hobby que nutria desde a juventude, no interior paulista: a invenção.

Autodidata, Coletta já projetou de cortador de unha elétrico a um "motor movido pelo empuxo de fluidos" --o site do Inpi (Instituto Nacional da Propriedade Industrial), órgão que regula as patentes no Brasil, lista 13 inventos em seu nome.

Por falta de apoio, diz, nada saiu da prancheta.

"Procurei o Senai e o Sebrae, mas eles só atendem pessoa jurídica. O inventor independente não consegue ajuda nem pagando."

A situação não o entristece. "O prazer está no processo de inventar. Estou saudável e com vigor aos 70 anos porque os neurônios não param", diz. Mas isso deve mudar no ano que vem, quando seu motor finalmente ganhará um protótipo no Garagem Fab Lab.


Fonte: FÁVERO, BRUNO . "Folha de S.Paulo."Folha online. N.p., n.d. Web. 16 Dec. 2013. http://www1.folha.uol.com.br/tec/2013/12/1385468-oficina-high-tech-materializa-de-graca-projetos-feitos-no-pc.shtml.

Folha de S.Paulo: Em San Francisco, 'hackerspace' lançou balão de US$ 250 no espaço


Histórico e popular, o distrito de Mission, em San Francisco (Estados Unidos), leva a fama de epicentro cultural da cidade. O bairro abriga os mais antigos e decadentes edifícios da região, entre eles o de número 2169, na rua Mission, onde está o hackerspace Noisebridge.

No terceiro andar, o galpão tomado por acessórios, máquinas e todo o tipo de coisa tecnológica, além cartazes com dizeres anarquistas, lembra um laboratório de cientistas malucos. Logo na entrada, a mensagem:" Se existe algo que você queira fazer, faça. Mas lembre-se de ser excelente para o outro ao fazê-lo".

Esta frase resume a mais importante entre as poucas regras que fazem do Noisebridge --um dos primeiros hackerspaces fundados no território americano, em 2007-- um espaço onde as pessoas são livres para se expressar criativamente e produzir o que lhes dá prazer. Tudo isso dentro de uma comunidade em que o pressuposto é que todos se ajudem, ensinem e aprendam uns com os outros.

"Mesmo quando não estou trabalhando em um projeto meu, estou envolvida em algo criativo e dentro desse ambiente. Posso utilizar recursos que não se tem em casa, como impressora 3D e máquina de corte a laser", conta a inglesa Alexandra Glowaski, 26, que desde criança vive nos Estados Unidos e há cerca de quatro anos descobriu o movimento hacker.

Silvia Noara Paladino/Divulgação 
A hacker Alex Glowaski, 26, faz um violão de fibra
 de carbono no 'hackerspace' Noisebridge

Alexandra é mais conhecida como Alex. Ela fala espanhol e está aprendendo também russo e chinês. Com cabelos em estilo moicano, olhos azuis, botas pretas e um skate em mãos, ela entra no galpão onde o Noisebridge opera como se estivesse em casa.

Segundo a hacker, a comunidade possui um conselho, do qual ela faz parte, para cumprir formalidades que o governo norte-americano impõe a organizações sem fins lucrativos. No entanto, não há hierarquia, mas sim consenso, e reuniões são realizadas todas as terças-feiras. A ideia é unir pessoas de qualquer origem, o que ajuda a entender porque alguns dos melhores hackers que frequentam o Noisebridge, de acordo com Alex, são moradores de rua.

Foi com tal ideal que Mitch Altman ajudou a fundar o Noisebridge. O inventor é conhecido pela criação do TV-B-Gone, um discreto controle remoto universal que liga e desliga televisores em locais públicos, colocando o usuário no comando.

"Podemos fazer muito com muito pouco, e para isso as pessoas não precisam necessariamente de muito dinheiro. Há outros recursos importantes, como tempo", diz Altman.

BALÃO NO ESPAÇO

Exemplo disso é o projeto Spacebridge, desenvolvido em 2010 pelos hackers do Noisebridge com apenas US$ 250.

Em seis semanas, o grupo lançou seu primeiro balão metereológico de elevada altitude no espaço, para tirar fotos do planeta. Com tudo documentado, outros balões, na sequência, foram lançados por hackerspaces em todo o mundo. A experiência pode ser repetida por alunos em feiras de ciências, o que já aconteceu nos Estados Unidos.

Fonte: NOARA PALADINO, SILVIA . "Folha de S.Paulo." Folha online. N.p., n.d. Web. 16 Dec. 2013. http://www1.folha.uol.com.br/tec/2013/12/1385398-em-san-francisco-hackerspace-lancou-balao-de-us-250-no-espaco.shtml.

Olhar Digital: Como anda o cenário de chips para dispositivos móveis


O mercado de processadores vive uma "guerra" em que empresas tentam, de todas as formas, abocanhar umas às outras. No mundo da mobilidade, ARM e Intel se enfrentam, mas a britânica supera (e muito) a norte-americana. Agora, o competitivo setor pode ganhar um novo concorrente de peso, o Google. (saiba mais aqui)

A recente notícia de que o gigante da web está cogitando fabricar chips baseados na arquitetura ARM pode dificultar ainda mais a vida da Intel. Apesar de dominar no mercado de PCs e servidores, a norte-americana tem participação inexpressiva no segmento de chips voltados para tablets e smartphones.

Isso acontece em partes porque as margens de lucros dos processadores para dispositivos móveis é infinitamente menor que as margens com as quais a Intel se acostumou no mercado de computadores pessoais e, especialmente, de servidores.

Ou seja, investir em processadores para dispositivos móveis significa direcionar sua impressionante (e cara) infra-estrutura de produção para chips cujas margens de lucro são pequenas. Começa aí um dilema: o setor de maior crescimento é o de menor lucro.

No mês passado, a companhia deu um salto importante em sua estratégia móvel e anunciou que planeja expandir a fabricação por meio de pequenos contratos, abrindo espaço para que mais produtoras de chips entrem no mercado.

A Intel também confirmou que irá fabricar processadores com arquitetura ARM sob encomenda para a Altera. Neste caso, no entanto, os chips Startix 10, rodarão apenas em equipamentos de comunicação, aplicações militares e outras máquinas. Ou seja, os processadores Intel-ARM não serão vistos em smartphones ou tablets - a princípio.

Fonte: "Como anda o cenário de chips para dispositivos móveis." Olhar Digital. http://olhardigital.uol.com.br/pro/noticia/como-anda-o-cenario-de-chips-para-dispositivos-moveis/39377 (accessed December 16, 2013).

Olhar Digital: Google remove ferramenta de privacidade em atualização do Android


A versão mais recente do Android, a 4.4.2, corrigiu vários bugs do sistema e uma falha de segurança, mas em compensação removeu uma ferramenta importantíssima de privacidade, que havia sido elogiada pela EFF (Electronic Frontier Foundation), que defende, entre outras coisas, a liberdade de anonimato em espaços virtuais.

Nomeado "App Ops", o recurso permitia que o usuário escolhesse evitasse que determinados aplicativos pudessem coletar informações sobre o usuário como sua localização ou seus contatos, revisando as permissões de cada app após sua instalação.

Entretanto, na nova atualização, a funcionalidade foi removida, o que alarmou a entidade. Em contato com o Google, o grupo recebeu a resposta de que o recurso havia sido liberado "por acidente", já que era experimental e poderia "quebrar alguns aplicativos". 

A entidade, no entanto, acredita que era possível dar um jeito de evitar a "quebra", fornecendo dados nulos ou falsos quando o aplicativo solicitasse, de modo a evitar que ele parasse de funcionar.

De acordo com a EFF, os usuários deveriam poder desabilitar todo tipo de coleta de informações de forma simples. Eles também deveriam poder cortar totalmente o acesso de aplicativos à rede, já que muitos deles não precisam de internet, mas mesmo assim abusam do privilégio para coletar dados.

"Se privacidade é importante para você e você quer poder instalar o Shazam, Skype ou um aplicativo de lanterna qualquer sem dar permissão para que ele acesse sua localização,recomendamos que você não atualize para a versão 4.4.2", conta o comunicado. Entretanto, a EFF reconhece o problema da situação, já que o update também traz correções de bugs e falhas de segurança. "Por enquanto, usuários precisam escolher entre privacidade e segurança em seus Androids, mas não ambos".

Fonte: "Google remove ferramenta de privacidade em atualização do Android." Olhar Digital. http://olhardigital.uol.com.br/noticia/google-remove-ferramenta-de-privacidade-em-atualizacao-do-android/39382 (accessed December 16, 2013).

Folha de S.Paulo: Aproximação entre versões grande e pequena do iPad dificulta escolha


Apesar de ter se tornado mais previsível nos últimos anos, a Apple ainda é capaz de driblar algumas expectativas.

Foi o que aconteceu no lançamento do iPad Air e do iPad mini com tela Retina (termo de marketing para definir displays de altíssima resolução).

Editoria de Arte/Folhapress 

Resposta aos tablets pequenos com Android, o iPad mini original chegou em 2012 com tela de baixa resolução, especificações piores que as da versão maior e preço mais alto que o da concorrência.

Ainda assim, era a melhor opção em sua categoria graças à quantidade e à qualidade de aplicativos disponíveis, muito maiores que as do Android e do Windows.

Tudo levava a crer que o segundo iPad mini teria novamente hardware mais modesto que o da versão maior, o iPad Air, mas a Apple surpreendeu ao fazê-los praticamente iguais por dentro --processador, resolução, câmeras.

A opção entre um e outro se tornou mais difícil também porque a diferença de preço diminuiu --o do mini subiu.

Qual escolher, então?

O mini seduz pela alta portabilidade e pelo preço, mas as letras e os botões menores podem causar dificuldades. A tela maior do Air favorece a digitação e a exibição de vídeos, mas ele custa mais e ocupa mais espaço.

A Apple se gaba do processador, que diz ser do mesmo nível que os de computadores tradicionais. Seu potencial, porém, não é muito explorado no sistema atual.

O iOS 7 não permite, por exemplo, manter dois ou mais apps visíveis e ativos ao mesmo tempo na tela, como o Windows 8 e alguns aparelhos com Android.

Esse recurso talvez venha no futuro, mas a Apple deve estar sendo cautelosa porque ele adicionaria certa complexidade a um sistema famoso por ser simples.

Apesar do chip poderoso, há ocasiões em que, com apenas duas abas abertas no Safari, alternar entre uma e outra faz com que a página ativa seja recarregada.

Travamentos no navegador e reinicialização abrupta também ocorrem com mais frequência do que se espera de produtos da Apple.

Mas, no fim das contas, os dois ainda são os melhores tablets do mercado. Dá para ser feliz com qualquer um deles.
Fonte: CAPANEMA, RAFAEL . "Folha de S.Paulo."Folha online. N.p., n.d. Web. 16 Dec. 2013. http://www1.folha.uol.com.br/tec/2013/12/1385396-aproximacao-entre-versoes-grande-e-pequena-do-ipad-dificulta-escolha.shtml.

Folha de S.Paulo: Noruega quer disponibilizar todos os seus livros para leitura gratuita on-line


Em até 23 anos, a Noruega pretende disponibilizar a seus habitantes, pela internet, todos os livros publicados no país, independentemente de estarem protegidos ou não por direitos autorais.

Conforme seus endereços de IP (espécie de identificação de um computador na rede), os noruegueses terão disponíveis obras que vão da Idade Média aos dias de hoje, graças a uma iniciativa da Biblioteca Nacional da Noruega.
Desde 2006, a instituição tem digitalizado a íntegra de seu acervo, tornando todos os textos passíveis de serem lidos on-line e encontrados por ferramentas de busca, como Google, Yahoo! e Bing. Os livros que estiverem em domínio público poderão ainda ser baixados pelos internautas.

Pela legislação, todo conteúdo publicado no país, em qualquer meio, deve ser guardado na Biblioteca Nacional da Noruega. Isso quer dizer que não só livros, mas jornais, fotografias e transmissões radiofônicas e televisivas constituirão o acervo digital.

Outras nações como Reino Unido, Finlândia e Holanda também buscam digitalizar seu acervo físico, mas a Noruega foi uma das primeiras a aderir à ideia de servir como repositório eletrônico do patrimônio cultural da nação.

Fonte: "Folha de S.Paulo." Folha online. N.p., n.d. Web. 16 Dec. 2013. http://www1.folha.uol.com.br/tec/2013/12/1384085-noruega-quer-disponibilizar-todos-os-seus-livros-para-leitura-gratuita-on-line.shtml.