quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Bahia Negócios: Sistema da Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia (Prodeb) falha para receber pagamentos do IPVA

Bahia Negócios: Sistema da Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia (Prodeb) falha para receber pagamentos do IPVA



29 de fevereiro de 2012 - 14:43 por admin.

Milhares de proprietários de veículos registrados no DETRAN da Bahia estão desde ontem sem condições de pagar o IPVA com o desconto de 10%. No Bradesco, tanto via Internet como nos Caixas Eletrônicos a mensagem sugere se comnicar com a PRODEB, enquanto no Banco do Brasil o sistema logo fica fora do ar. Apesar da propagandaalardeada pela Secretaria da Fazenda, incentivando o pagamento da Taxa, a ineficiência da empresa jogou por terra quem procurou atender o apelo do Governo, que perdeu uma boa arrecadação em tempos difíceis.

IDG Now: PricewaterhouseCoopers é escolhida para aferir qualidade da banda larga

IDG Now: PricewaterhouseCoopers é escolhida para aferir qualidade da banda larga



Da Redação
Publicada em 28 de fevereiro de 2012

Consultoria foi a selecionada para aferir os indicadores dos serviços prestados pelos provedores e operadoras de telecomunicações.

A PricewaterhouseCoopers Corporate Finance Recovery foi a vencedora da licitação para operar como Entidade Aferidora da Qualidade (EAQ) dos serviços de banda larga fixa e móvel. Os serviços passam a ser avaliados a partir de amanhã (29/02), segundo determinação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

A consultoria será responsável pela aferição dos indicadores de "Garantia de Taxa de Transmissão Instantânea" e de "Garantia de Taxa de Transmissão Média" do Serviço Móvel Pessoal (SMP) e dos indicadores de rede do Serviço de Comunicação Multimídia (SCM).

A EAQ será contratada pelas prestadoras do SCM e SMP e também desenvolverá software específico para medição das taxas de transmissão. O processo de seleção foi conduzido pelo Grupo de Implantação de Processos de Aferição da Qualidade (GIPAQ), formado por representantes das prestadoras de SMP e de SCM, sob a coordenação da Anatel.

A criação do GIPAQ e contratação da EAQ foram previstas nos Regulamentos de Gestão da Qualidade do SCM e SMP, aprovados pela Anatel em outubro de 2011. Os regulamentos estabelecem padrões de qualidade para os serviços, de forma a promover a progressiva melhoria da experiência do usuário.

Uma vez constituído o GIPAQ, decidiu-se que - para dar ampla transparência e garantia de isonomia ao processo - a seleção e a contratação da EAQ se dariam por meio de uma Requisição de Propostas, a qual foi publicada no site da Anatel no dia 18 de janeiro de 2012.

O GIPAQ recebeu propostas da ABR Telecom, do Núcleo de Informação e Coordenação.br (NIC.Br), da PricewaterhouseCoopers Corporate Finance Recovery Ltda e de ISPM Serviço de Informática. As propostas foram analisadas por uma Comissão de Seleção, formada por representantes das prestadoras e hoje foi anunciado que a empresa de consultoria foi a escolhida para desempenhar a função de EAQ, conforme previsto nos Regulamentos de Gestão da Qualidade.

IDG Now: Operadoras são obrigadas a dar software para medir qualidade da banda larga

IDG Now: Operadoras são obrigadas a dar software para medir qualidade da banda larga



Da Redação
Publicada em 28 de fevereiro de 2012


A partir de amanhã (29/02), teles terão de liberar em seus sites ferramenta para avaliar o serviço, segundo determinação da Anatel.

A partir de amanhã, 29, os usuários poderão medir a qualidade de sua conexão à internet por meio de um programa disponível nos sites das prestadoras Oi, Net, Telefônica, GVT, CTBC Telecom, Embratel, Sercomtel e Cabo Telecom.

A medida consta da Resolução Anatel nº 574, de outubro de 2011, da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que aprovou o Regulamento de Gestão da Qualidade do Serviço de Comunicação Multimídia (RGQ-SCM).

Inicialmente, a medição será apenas um teste. No entanto, a partir de outubro, as operadoras poderão sofrer sanções caso não cumpram requisitos de qualidade das conexões estabelecidos pela Anatel.

A aferição dos internautas poderá ser feita apenas em conexões fixas. A partir de outubro, também as conexões móveis terão que contar com um programa para medição, que deve ser diferente deste.

Leia também: Idec aciona Justiça para associação de operadoras não fiscalizar banda larga
PricewaterhouseCoopers é escolhida para aferir qualidade da banda larga


O regulamento da agência estabelece padrões de qualidade para o serviço, "de forma a promover a progressiva melhoria da experiência do usuário em aspectos relacionados ao atendimento e ao desempenho das conexões de banda larga fixa".

A Anatel obriga operadoras fixas e móveis a entregar aos assinantes um percentual mínimo da velocidade de conexão contratada – esse índice aumentará gradualmente. Atualmente, muitas empresas garantem apenas 10% da taxa de download - ou seja, se o plano é de 10 Mbps, entregam 1 Mbps.

O regulamento diz que as operadoras de internet fixa e de celular são obrigadas a oferecer no mínimo 20% da velocidade contratada a partir de novembro de 2012, 30% em 2013 e 40% em 2014.

O software de medição é gratuito e deve estar disponível para os usuários, em local de destaque, nos sites das prestadoras com mais de 50 mil acessos em serviço. As avaliações poderão ser realizadas pelo próprio usuário, "o que lhe proporcionará transparência e controle sobre as condições de fruição do serviço contratualmente previstas", diz o comunicado da agência.

As operadoras devem ainda liberar uma cartilha informativa contendo a descrição dos parâmetros de qualidade medidos, bem como instruções sobre a correta utilização do software.

O programa permitirá que o usuário tenha acesso aos resultados de cada medição, os quais deverão apresentar, no mínimo, os seguintes parâmetros de sua conexão à internet:
• data e hora da medição
• localização da medição
• velocidade instantânea
• latência bidirecional
• variação de latência (jitter)
• taxa de perda de pacotes

Insight: Prodest e RNP fazem acordo para integração de fibras ópticas

Insight: Prodest e RNP fazem acordo para integração de fibras ópticas



Acordo reduz custos de implantação no Espírito Santo.
IPNews - 28/02/2011

O Prodest (Instituto de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Espírito Santo) assinou um termo de cooperação técnica com a RNP (Rede Nacional de Pesquisa). O acordo prioriza o compartilhamento de redes de fibra óptica, o que vai reduzir os custos para a implantação de uma infraestrutura que permita o acesso à internet de alta velocidade aos órgãos públicos no Estado.

A parceria terá uma duração de cinco anos e também prevê ações voltadas para a pesquisa e desenvolvimento tecnológico de redes e o intercâmbio de informações. A iniciativa também é importante para a expansão do Programa ES Digital, que irá possibilitar a implantação de uma rede de fibra óptica para atender a todos os órgãos estaduais.

A RNP desenvolve e mantém uma infraestrutura nacional avançada de comunicação e colaboração a distância, integrando mais de 600 instituições de ensino e pesquisa no País. Essa estrutura de fibra óptica é considerada fundamental para a implementação do PNBL (Programa Nacional de Banda Larga).

Integração
Segundo o diretor presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Espírito Santo (Fapes) e gestor do Programa ES Digital, Anilton Salles Garcia, o acordo vai viabilizar o acesso à Internet de alta velocidade para todas as unidades do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) e da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) no Estado.

Na avaliação do presidente do Prodest, Paulo Henrique Rabelo Coutinho, a parceria possibilitará a capacitação de recursos humanos na área de TIC e ajudará num direcionamento mais eficiente das atividades do Programa Nacional de Banda Larga no Espírito Santo.
“Vamos trabalhar melhor os nossos projetos para haver uma integração tríplice de redes (Governo do Estado, Telebras e RNP)”, explica Coutinho. “A ativação da Rede Metro.ES/Metrovix, que já contempla mais de 40 órgãos estaduais em Vitória, e a implantação da Rede Metro-Gvix, que vai atender órgãos estaduais e municipais na Grande Vitória em 2013, são ações importantes para efetivar essa parceria. Isso possibilitará a integração das redes estaduais e federais de fibra óptica futuramente.

INFO: Idec aciona Anatel contra avaliação da banda larga

INFO: Idec aciona Anatel contra avaliação da banda larga

Por Monica Campi, de INFO Online
Terça-feira, 28 de fevereiro de 2012




São Paulo – O Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) ingressou com uma Ação Civil Pública contra a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) devido a irregularidades no processo de medição de qualidade da banda larga no país.

O Idec solicita a exclusão imediata da ABR Telecom, associação que reúne as principais operadoras de banda larga do país, do edital para escolher a instituição que fará a medição da qualidade do serviço móvel e fixo no Brasil por entender que não se trata de uma entidade imparcial.

A ABR Telecom é formada por empresas de telecomunicações como GVT, Algar, Cabo Telecom, Claro, Embratel, TIM, Vivo, Nextel, NET, Oi, Sercomtel e Telefônica.

As metas para banda larga no Brasil foram estabelecidas pela Anatel e o governo federal no final de 2011. Nas novas regras as operadoras deverão entregar uma velocidade mínima de 60% do contratado pelo usuário e estão proibidas de limitar o tráfego, conhecido como traffic shaping.

Porém, as metas foram criticadas pelas empresas de telecomunicações, que alegam não haver como verificar a qualidade do serviço por meio da fiscalização que será feita em computadores pessoais, que variam muito de configuração um para o outro, o que pode interferir no resultado. No entanto, o governo prometeu R$ 6 bilhões em isenção de impostos para incentivar investimentos na área até 2016.

"Manter a ABR Telecom nesse processo, atenta contra os princípios da impessoalidade e da moralidade administrativa, previstos na Constituição Federal e que devem permear a atuação da Anatel como ente da Administração Pública indireta", conclui a gerente jurídica do Idec, Maria Elisa Novais.

As regras deverão entrar em vigor ainda em 2012, porém para realizar a fiscalização junto com a Anatel será criado uma Entidade Aferidora da Qualidade (EAQ), que será escolhida em edital programado para amanhã (29/02).

Gizmodo Brasil: Google oferece US$60.000 para quem encontrar falhas de segurança no Chrome

Gizmodo Brasil: Google oferece US$60.000 para quem encontrar falhas de segurança no Chrome

Por Andrew Tarantola
28-02-2012



Enquanto Safari e Internet Explorer sucumbiram aos hackers na Pwn2Own do ano passado, ninguém conseguiu encontrar falhas no Chrome. Este ano, o Google está com uma oferta bem atraente: mais de um milhão em prêmios para quem conseguir encontrar falhas no Chrome.

O Chrome é o único navegador nos seis anos de Pwn2Own que nunca foi violado – na verdade, poucos se dispõem a tanto. Por isso, o Google vai distribui prêmios de US$60.000, US$40.000 e US$20.000 para os participantes que conseguirem encontrar exploits em uma versão atualizada do Chrome rodando no Windows 7. Encontrar um “exploit completo do Chrome”, obtendo persistência na conta de usuário e usando apenas bugs do navegador, garante prêmio de US$60.000. Usar falhas de Webkit, Flash ou driver resulta nos prêmios menores.

“Enquanto estamos orgulhosos do importante histórico do Chrome em competições passadas, o fato é que não receber exploits significa que é mais difícil aprender e melhorar”, escrevem membros da equipe de segurança do Google Chrome em blog oficial. “Para maximizar nossas chances de receber exploits este ano, nós aumentamos as apostas. Vamos oferecer patrocínio direto com até US$1 milhão em prêmios.”

No entanto, o Google não vai patrocinar o Pwn2Own em si como no ano passado: o Google retirou seu apoio depois de uma recente mudança de regra. Agora, hackers podem obter prêmios em dinheiro sem revelar aos desenvolvedores do navegador – no caso, o Google – como funcionam os exploits, sendo que é exatamente disso que o Google precisa.

TI INSIDE Online - Operadores de países emergentes pedem smartphones e espectro baratos

TI INSIDE Online - Operadores de países emergentes pedem smartphones e espectro baratos:




terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Os desafios para o crescimento do mercado de telecomunicações em países emergentes segue uma receita comum, de acordo com executivos de algumas das principais operadoras que atuam nesses países. A fórmula envolve a redução dos preços dos dispositivos, sobretudo smartphones, para torná-los acessíveis a toda a população. Segundo Santiago Fernandez Valbuena, CEO da Telefónica Latin America, a cobertura nessas regiões está sendo ampliada, mas sem dispositivos baratos, os índices de penetração de banda larga, sobretudo banda larga móvel, continuarão baixos. Para Sunil Bharti Mittal, CEO da operadora indiana Bharti Airtel, que também atua em vários mercados da Ásia e África, é preciso pensar em smartphones de menos de US$ 50 para efetivamente massificar a banda larga nesses países. Ele destacou ainda a necessidade de inovação nos modelos de operação, com estruturas terceirizadas e de baixo custo para tornar o esforço de atender a uma massa de consumidores com poucos recursos mais eficiente e efetiva.

Jo Junder, CEO da VimpelCom, destacou ainda a necessidade de uma regulação pró-investimento. Isso significa que políticas que exacerbem a competição podem, segundo o executivo, afastar investimentos em infraestrutura. Da mesma forma, a liberação de espectro não se pode dar a custos proibitivos.

Nesse sentido, a experiência relatada pela Bharti Airtel é interessante. Segundo Sunil Bharti Mittal, países como a Índia começam a ficar extremamente gananciosos em relação ao seu espectro. "Por outro lado, na África, onde o governo entendeu que a única forma de ter banda larga para a população é por redes móveis, bons pedaços do espectro estão sendo licenciados a preços razoáveis, justamente para garantirmos essa cobertura", disse o executivo. Santiago Valbuena concorda que os governos em países emergentes têm se tornado "muito famintos" pelo valor que pode ser arrecadado com o licenciamento do espectro. "Até hoje temos conseguido fazer os investimentos necessários e a infraestrutura foi construída, mas isso não necessariamente poderá ser verdade no futuro", diz Lunder, da Vimpelcom.

Valbuena acredita que dentro de um ano gostaria de ver índices de penetração de banda larga móvel acima de 25% na América Latina e smartphones a menos de US$ 100. "Acho que essa é uma meta possível", diz.

Gizmodo Brasil: Este é o “menor PC do mundo” e você pode comprá-lo agora mesmo

Gizmodo Brasil: Este é o “menor PC do mundo” e você pode comprá-lo agora mesmo

Por Jamie Condliffe
28-02-2012



No final do ano passado, nós mostramos a você uma prévia do FXI Cotton Candy, um computador dual-core do tamanho de um pendrive. Ele estava previsto para a segunda metade de 2012, mas já entrou em pré-venda.

Em seu pequeno chassi, o Cotton Candy tem processador ARM Cortex A9 dual-core de 1GHz feito pela Samsung, além de chip gráfico ARM Mali-400. Ele tem saída HDMI, Wi-Fi e porta microUSB, e vem com Android ou Ubuntu pré-instalado. Ele também tem suporte a vídeo MPEG-4 e H.264, para você plugá-lo em uma TV e usar como um media PC rudimentar.

Ele será rivalizado em breve pelo Raspberry Pi, um esforço britânico em produzir um produto semelhante por cerca de US$35 – e que aparentemente tem um anúncio importante para fazer amanhã.

Como dissemos antes, se você já tem uma combinação de smartphone e computador, talvez o Cotton Candy – ou mesmo o Raspberry Pi – não seja tão útil para você. Para quem não tem, ele é uma opção mais barata de acessar seus arquivos em várias telas, mantendo a mesma experiência na TV de um amigo ou em uma LAN house, por exemplo.

O FXI Cotton Candy está disponível em pré-venda por US$199, e deve chegar em março.

Gizmodo Brasil: Como a Apple comprou a marca registrada do iPad

Gizmodo Brasil: Como a Apple comprou a marca registrada do iPad

Por Jesus Diaz
28-02-2012



A Proview — antiga dona da marca iPad na China — está processando a Apple, na Califórnia, por “fraude por deturpação intencional, fraude por ocultação, indução fraudulenta e concorrência desleal”. Faz sentido o que eles alegam? Entenda o que a Apple fez e tire suas próprias conclusões:

• Primeiro, a Apple contratou uma empresa britânica chamada Farncombe International. O diretor da empresa chama-se Graham Robinson.

• A Farncomble International criou uma nova empresa chamada IP Application Development Limited (junte as siglas, ignore o L) para negociar a compra da marca registrada do iPad, da Proview.

• Um mês antes do lançamento do iPad, Robinson entrou em contato com a Proview usando o nome Jonathan Hargreaves, deixando claro seu interesse em comprar os direitos da marca IPAD. A Proview Electronics Company Ltd. é uma produtora taiwanesa de delas para computadores e aparelhos como tablets e smartphones.

• A Proview questionou Robinson/Hargreaves sobre os motivos pelos quais sua empresa queria comprar os direitos de marca. Em resposta via e-mail, fornecido pela Proview: “trata-se de uma abreviação da empresa chamada IP Application Development Limited.”

• A Proview pressionou Robinson/Hargreaves, questionando a natureza dos negócios da empresa. Sua reposta:

“[A IPAD Ltd.] é uma nova empresa, e tenho certeza que você consegue entender que nós ainda não estamos prontos para tornar público os negócios da empresa, já que nós ainda não fizemos nenhum anúncio público.”

• Ele ainda adicionou: “Como disse em minha última mensagem, posso garantir que a empresa não competirá com a Proview.”

A Proview argumenta — e se tais e-mails apresentados à Justiça da Califórnia forem reais, nós concordamos — que as afirmações do agente da Apple foram falsas. Eles creem que isso constitui em “fraude por deturpação intencional, fraude por ocultação, indução fraudulenta e concorrência desleal”.

Nós não sabemos se o tribunal irá concordar com eles, mas sem dúvida há algo bem sujo nessa tática. Fico pensando onde mais eles usaram tal truque, que não é algo incomum nas táticas de grandes corporações.

Philip Elmer-DeWitt entrou em contato com a Apple e a empresa não negou o relato da Proview. A empresa apenas forneceu o mesmo posicionamento que vem usando desde que o processo na China começou:

Nós compramos os direitos da marca iPad da Proview para 10 países diferentes há alguns anos. A Proview se recusa a honrar seu acordo com a Apple na China e um tribunal de Hong Kong deu parecer favorável à Apple sobre o caso. O caso continua pendente na China.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Vagas no Brasil: Prodeb oferece empregos em Salvador - BA

Vagas no Brasil- Prodeb oferece empregos em Salvador - BA :



A Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia (Prodeb) anunciou a seleção de 16 Aprendizes, em Salvador, sendo um com deficiência. As oportunidades são para trabalhar no período matutino, em atividades como digitar, solicitar cópias, receber ligações e arquivar documentos.
Para concorrer a uma vaga, é necessário ter nascido entre 1º de janeiro de 1996 e 1º de janeiro de 1998. Além disso, é preciso cursar entre a 8ª série do ensino e o 2º ano do ensino médio, em escola pública, nos períodos vespertino ou noturno.
Os jovens serão contratados por um ano e meio, pelo regime da Consolidação das Leis Trabalhistas, com jornada de 20 horas semanais e uma remuneração mensal, mais vale-transporte e vale lanche.
As inscrições para o processo seletivo serão realizadas entre os dia 6 e 9 de março, no prédio da Gerência de Gestão de Pessoas da Prodeb. Os interessados deverão comparecer ao local, portando comprovante de matrícula escolar, Carteira de Trabalho, CPF, RG e atestado de notas escolares do 2º semestre de 2011.
Outras informações podem ser encontradas na página da Prodeb.

IDG Now: Idec aciona Justiça para associação de operadoras não fiscalizar banda larga

IDG Now!: Idec aciona Justiça para associação de operadoras não fiscalizar banda larga




Da Redação
Publicada em 27 de fevereiro de 2012

ABR Telecom, que reúne as principais empresas do setor no Brasil, está inscrita em processo que escolherá quem monitorará a qualidade do serviço.

O Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) ingressou nesta segunda-feira (27/02) com uma Ação Civil Pública contra a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e a ABR Telecom, que reúne as principais operadoras de banda larga do Brasil. O objetivo da medida é fazer com que a associação seja excluída do processo que selecionará quem fará a medição oficial de qualidade da conexão à Internet no País.

Conforme anunciado em outubro do ano passado, as prestadoras do serviço terão de entregar velocidade mínima de 60% (em uma média mensal), do plano contratado pelo usuário, além de estarem proibidas de limitar a banda conforme o arquivo baixado – o chamado traffic shaping. A exigência entrará em vigor já em 2012, mas, antes disso, a Entidade Aferidora da Qualidade (EAQ) terá de ser escolhida. Esta ficará responsável por averiguar se, de fato, as companhias estão obedecendo às determinações.

Leia mais: Brasil tem Internet mais lenta que Haiti e Etiópia, diz pesquisa

A vencedora do edital será anunciada nesta quarta-feira (29/02) e uma das participantes é justamente a ABR Telecom. Assim, caso seja selecionada, a associação das provedoras terá a incumbência de acompanhar a atividade de suas filiadas e reporta-la à agência, que, com base nesses dados, decidirá se alguma advertência ou punição é necessária.

"Manter a ABR Telecom nesse processo, atenta contra os princípios da impessoalidade e da moralidade administrativa, previstos na Constituição Federal e que devem permear a atuação da Anatel como ente da Administração Pública indireta", afirmou a gerente jurídica do Idec, Maria Elisa Novais.

Vale lembrar que grande parte das teles é contrária à aferição como está delimitada. Alega que o modelo escolhido isola o ambiente a ser avaliado, ou seja, o computador do usuário, que pode ter baixa capacidade de processamento ou estar infectado, influindo em um resultado que reflete a realidade.

Fazem parte da ABR Telecom as seguintes empresas: Algar, Cabo Telecom, Claro, Embratel, GVT, NET, Nextel, Oi, Sercomtel, Telefônica, TIM e Vivo.

TI INSIDE Online - Idec move ação contra participação da ABR Telecom em seleção para aferidora da banda larga

TI INSIDE Online - Idec move ação contra participação da ABR Telecom em seleção para aferidora da banda larga:



segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) entrou com uma ação civil pública nesta segunda-feira, 27, para que a Justiça determine a exclusão da ABR Telecom do processo seletivo da Entidade Aferidora da Qualidade (EAQ), que ficará responsável pela medição oficial da qualidade dos serviços de banda larga fixa e móvel no país. Segundo o instituto, a participação da empresa no processo "vai contra os princípios da impessoalidade e moralidade administrativa", visto que ela foi criada por operadoras de telefonia e banda laraga para administrar a portabilidade númerica no país.

A adequada transparência para a escolha da empresa, que deve ocorrer até esta quarta-feira, 29, conforme previsto em edital, já havia sido questionada pelo Idec no início de fevereiro. Em carta enviada à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o instituto havia feito uma reclamação oficial para que a ABR Telecom fosse retirada do processo seletivo, porém, em resposta considerada "evasiva" pelo Idec, a agência não cumpriu com o que foi solicitado até o momento.

A ação inclui a Anatel, a própria ABR Telecom e as empresas contratantes (Algar, Cabo Telecom, Claro, Embratel, GVT, NET, Nextel, Oi, Sercomtel, Telefônica, TIM e Vivo), além de componentes da comissão de seleção (GVT, TIM, Telefonica/Vivo, Algar Telecom, Nextel, Embratel, Claro e Net Serviços e Oi).

TI INSIDE Online - Dell investe bilhões para deixar de ser identificada apenas como fabricante de PCs

TI INSIDE Online - Dell investe bilhões para deixar de ser identificada apenas como fabricante de PCs:




segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Nos últimos seis anos, a Dell duplicou sua unidade de negócios voltada para o mercado corporativo e investiu pesadamente para reposicioná-la como uma empresa de serviços e infraestrutura em TI. Durante o lançamento das soluções corporativas da companhia, nesta segunda-feira, 27, em São Francisco, na Califórnia, o CEO Michael Dell defendeu a ideia de que a Dell já ultrapassou a fronteira de fabricante de PCs e, neste momento, atua como integradora de soluções de TI.

"Investimos bilhões de dólares nos últimos anos para consolidar essa estratégia. Hoje, aproximadamente 50% de nossa receita é provenitente da venda de soluções corporativas, uma mudança considerável para quem, há dez anos, era uma fabricante de computadores pessoais", ressaltou Dell. Como exemplo, ele citou a compra da fabricante de equipamentos de rede Force 10 Networks, no ano passado, por US$ 200 milhões. Esta foi uma das 12 aquisições da Dell nos últimos dois anos que contribuíram para formar seu portfólio nas áreas de servidores, armazenamento, redes, software, segurança e serviços.

De acordo com Dell, a empresa terminou o ano passado com 33,7% de participação no mercado de servidores nos Estados Unidos e, entre as três maiores do segmento. "Foi a única a crescer a níveis acima do mercado em todas as regiões do globo", afirmou. Ele aproveitou também para fazer uma provocação à HP, uma das principais rivais, principalmente em mercados como o da Europa e América Latina. "Das 150 inovações anunciadas pela nossa concorrente, grande parte já estava presente nos nossos produtos desde 2009", alfinetou.

O foco principal da Dell neste ano será o segmento corporativo para ganhar espaço globalmente como provedora de serviços e infraestrutura de TI. A companhia confia nas parcerias com empresas como Citrix, Microsoft, SAP, VMware e Oracle como diferencial de seu portfólio. "Oferecemos um portfólio end-to-end. E estamos apenas começando", avisou Dell.

Serviços de virtualização

Neste ano, a Dell também vai apostar em serviços de virtualização para chegar a pequenas e médias empresas. No momento, disponíveis apenas nos Estados Unidos, embora existam planos de levá-los a mercados internacionais, ainda não há previsão de chegada desses serviços ao Brasil. Trata-se de um box pré-configurado com os sistemas da companhia, que permite a integração de até 50 dispositivos, entre PCs, tablets e smartphones, com acesso remoto a dados e software.

"Por ser um serviço intermediário para empresas que desejam mover seus serviços para a nuvem, nossa intenção é levá-lo ao Brasil e outros países em desenvolvimento o quanto antes", adianta o líder de computação de usuário final da Dell, Rafael Colorado. Será o primeiro produto de computação em nuvem fora dos Estados Unidos, por isso a Dell tem forte expectativa sobre essa solução como uma medida intermediária para total adoção na nuvem.

De acordo com Colorado, os clientes da América Latina têm se mostrado resistentes e não se dizem totalmente preparados para adoção da computação em nuvem, especialmente por questões de custo e segurança. "Nossa estratégia é auxiliá-los nesta migração, principalmente com soluções intermediárias como a virtualização de desktops", conclui.

Convergência Digital - Internet - Banda larga: IDEC vai à justiça para impedir contratação da ABR Telecom

Convergência Digital - Internet - Banda larga: IDEC vai à justiça para impedir contratação da ABR Telecom:



:: Convergência Digital :: 27/02/2012

Nesta segunda-feira, 27/02, o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) ingressou com uma Ação Civil Pública para que a Justiça determine a exclusão da ABR Telecom (Associação Brasileira de Recursos em Telecomunicações) - associação formada por operadoras - do processo seletivo da EAQ (Entidade Aferidora da Qualidade) que deverá fazer a medição oficial da qualidade dos serviços de banda larga fixa e móvel.

A escolha da empresa deve ocorrer, conforme previsto em edital, até 29/02/2012. A EAQ terá atribuição especialmente de avaliar o cumprimento dos critérios ligados à conexão, como velocidade mínima e máxima, disponibilidade do serviço, perda de pacotes, entre outros. O IDEC esclarece que, apesar de haver previsão nos regulamentos da disponibilização de um software de medição aos consumidores, a medição oficial será realizada pela Entidade Aferidora da Qualidade e repassada à Anatel.

A ação Civil do Idec inclui a Anatel, a própria ABR Telecom e contra as empresas contratantes (Algar, Cabo Telecom, Claro, Embratel, GVT, NET, Nextel, Oi, Sercomtel, Telefônica, TIM e Vivo) e componentes da Comissão de Seleção (GVT, TIM, Telefonica/Vivo, Algar Telecom, Nextel, Embratel, Claro e Net Serviços e Oi), com o entendimento de que essa aferição precisa ser realizada por uma entidade imparcial, autônoma e com neutralidade decisória

"Manter a ABR Telecom nesse processo, atenta contra os princípios da impessoalidade e da moralidade administrativa, previstos na Constituição Federal e que devem permear a atuação da Anatel como ente da Administração Pública indireta", conclui a gerente jurídica do Idec, Maria Elisa Novais. A ação, distribuída em 27/02/2012, tem pedido de antecipação de tutela pela imediata exclusão da empresa ABR Telecom, ainda não analisado pela Justiça.

TI INSIDE Online - Facebook anuncia iniciativas de mobilidade

TI INSIDE Online - Facebook anuncia iniciativas de mobilidade:




segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

O Facebook anunciou hoje que está desenvolvendo novas iniciativas para otimizar o acesso móvel à sua plataforma e para facilitar a compra de aplicativos por meio de smartphones. A empresa está trabalhando, em conjunto com operadoras como AT&T, Telefonica e Verizon, entre outras, para uso de suas plataformas de billing nas vendas relacionadas a aplicativos da rede social.

O Facebook anunciou também a formação da W3C Mobile Web Platform, uma iniciativa conjunta com mais de trinta empresas de tecnologia para o desenvolvimento e padronização de browsers para aparelhos móveis.

Por fim, a empresa também está trabalhando no Ringmark, uma nova plataforma móvel ainda em fase de testes, e que ajudará o desenvolvedor de aplicativos a encontrar qual browser móvel suporta as funcionalidades de que seu software necessita.

Insight: Telebras participa na Alemanha da CeBIT 2012

Insight: Telebras participa na Alemanha da CeBIT 2012



Telebras - 27/02/2012


A Telebras participa de 06 a 10 de março da Feira Internacional de Tecnologia da Informação, Telecomunicações, Software e Serviços (CeBIT) que ocorrerá em Hanover, na Alemanha. A ideia é mostrar a empresas e parceiros estrangeiros os produtos e as soluções de transporte em telecomunicações oferecidos pela Telebras. Também será apresentado o projeto de cabos submarinos, cujo lançamento está previsto para ocorrer até 2014.

A CeBIT é considerada a maior e mais importante feira de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) do mundo e, nesta edição, contará com o Brasil como parceiro do evento. Segundo a organização, a Feira recebeu em 2011 4,2 mil empresas, de 70 países, e foi visitada por mais de 330 mil profissionais.

De acordo com a Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex), que coordena a participação brasileira, o país contará com seis estandes distribuídos entre os diversos pavilhões temáticos para consolidar sua imagem como um produtor de tecnologias avançadas. A meta é posicionar o Brasil como provedor de TIC com alcance global, gerando novos negócios para a delegação, que deve ser formada por cerca de 80 empresas e instituições.

Rede nacional de telecomunicação
A Telebras é uma operadora de telecomunicações voltada ao mercado de atacado de transporte e capacidade IP. Atua na massificação do acesso à Internet no Brasil. Sua rede nacional de telecomunicação terá cerca de 30 mil quilômetros, chegando a mais de quatro mil municípios brasileiros até 2014.

A rede nacional de telecomunicações utiliza fibras ópticas e dispõe de uma infraestrutura que está entre as mais modernas do mundo. O núcleo central da rede tem equipamentos e serviços com capacidade e funcionalidades avançadas que permitem alta disponibilidade aos clientes de sua rede e demais parceiros da Telebras.

TI INSIDE Online - Operadoras abrem caminho para mobile cloud services

TI INSIDE Online - Operadoras abrem caminho para mobile cloud services:




segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

O Mobile World Congress deste ano traz entre os destaques da edição de 2012 o conceito de mobile cloud services, ou serviços móveis baseados na nuvem. O conceito já vinha sendo explorado desde o ano passado, mas este ano os debates apresentaram as primeiras iniciativas concretas das ações das operadoras móveis, fornecedores de tecnologia e provedores de conteúdo para lançar tais serviços.

A Everything Everywhere, que é uma joint-venture entre as teles britânicas Orange e T-Mobile, investiu na integração da rede das duas operadoras e ampliou a capacidade de transmissão para acompanhar a demanda por dados móveis, que só no último ano cresceu 50%.

“No nosso planejamento, em 2012 terminaremos a integração das duas redes, investiremos em mais capacidade no backhaul e, se o espectro de 800 MHz for liberado nesta primavera, lançaremos nossos serviços de 4G até o final deste ano”, revela o CEO da Everything Everywhere, Oaf Swantee.

Mas mais que isso, todo esse investimento em rede servirá também para suportar serviços e aplicações da operadora baseados na nuvem. “Com a democratização dos smartphones, as operadoras estão virando help desk para aplicativos, funcionamento dos aparelhos etc. Temos 11 mil pessoas trabalhando no atendimento aos clientes e com serviços baseados na nuvem podemos melhor esse atendimento e aumentar o engajamento desses consumidores conosco”, afirma Swantee.

A Everything Everywhere passou também a integrar outros serviços em nuvem para seus clientes, como os serviços de conteúdo on-demand de TV da SKY e serviços de armazenamento de música, imagens e outros arquivos. “Se conseguirmos construir uma relação de confiança com nossos clientes, podemos simplificar suas vidas com ofertas de serviços em nuvem, que podem combinar mobile advertising, m-payments, health tracking services e muito mais”, diz Swantee.

Já o CMO e Business Solution da AT&T, Michael Bowling, lembra que além dos pesados investimentos em infra-estrutura de backbone e backhaul é preciso investir ainda na forma de entregar os serviços. “É preciso ter uma rede inteligente, com eficiência no gerenciamento do conteúdo, colocando-os mais perto dos usuários, e dar o tratamento certo para cada tipo de dados”, pontua. A AT&T instalou redes de entrega de conteúdos (CDNs, na sigla em inglês) para gerenciar esse tipo de tráfego e agora já vende a entrega de serviços na nuvem dentro de sua rede para um provedor de conteúdo, cujo nome Bowling preferiu não revelar.

TI INSIDE Online - Amadeus registra aumento de 20% no lucro anual

TI INSIDE Online - Amadeus registra aumento de 20% no lucro anual:




segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

A Amadeus, fornecedora de soluções de tecnologia para o mercado de viagens e turismo, registrou lucro líquido 20% superior no ano passado, totalizando 487,2 milhões de euros, ante 403,5 milhões de euros alcançados em 2010. A receita também registrou expansão, de 5,8%, de 2,5 bilhões de euros para 2,7 bilhões de euros.

De acordo com o informe de resultados, os negócios nos segmentos de distribuição e soluções tecnológicas contribuíram para o bom desempenho da companhia no período. A receita com distribuição de produtos cresceu 5,2%, atingindo 2,07 bilhões de euros, enquanto a receita da divisão de TI subiu 7,8%, atingindo 628 milhões de euros.

A geração de caixa medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, amortizações e depreciações) registrou avanço de 6,4% e atingiu 1,03 bilhão de euros.

No quarto trimestre, a companhia registrou crescimento de 27% no lucro, que saltou de 68,2 milhões de euros para 86,6 milhões de euros. A receita no período totalizou 647,6 milhões de euros, alta de 6,6% na mesma base de comparação. O Ebitda no trimestre teve avanço de 8% e atingiu 203,4 milhões de euros.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Insight: Internet 4G pode chegar, mas para poucos

Insight: Internet 4G pode chegar, mas para poucos

Governo trabalha para ter tecnologia na Copa e nas Olimpíadas, mas usuários de pré-pagos não devem sentir mudanças
O Globo - 26/02/2012

BRASÍLIA. A banda larga móvel de altíssima velocidade (4G), que será licitada em maio, é apontada como um grande avanço da tecnologia, permitindo o acesso a voz e conteúdo multimídia com velocidade dez vezes superior à internet móvel (3G), utilizada hoje nos smartphones e nos tablets. O governo considera fundamental que o serviço 4G esteja funcionando durante os grandes eventos esportivos, principalmente na Copa do Mundo, mas esse novo sistema está muito longe de transformar o dia a dia da maioria dos brasileiros, que usam celulares pré-pagos como instrumento de trabalho e em substituição ao telefone fixo.

Para a consultora jurídica da ProTeste, Flavia Lefèvre, os grandes beneficiários do 4G serão as empresas e as classes A e B. As demais camadas da população não terão acesso ao serviço 4G - que permite acessar, além de voz, chamadas de vídeo, conteúdo multimídia, jogos e navegação com grande rapidez - porque os preços serão muito altos.

- O pequeno consumidor mal fala no celular. A média da recarga do cartão do celular é de R$ 5 - destaca.

O ex-ministro das Comunicações Juarez Quadros, sócio-diretor da Orion Consultores, tem a mesma opinião. O típico usuário do serviço será quem tem conta pós-paga, de maior poder aquisitivo, e o mercado corporativo. Para a grande maioria da sociedade, a internet 4G não terá qualquer influência, admite. Entretanto, Quadros não descarta totalmente a possibilidade de o serviço 3G ficar mais barato, por uma questão de concorrência. Os consumidores que usam esse serviço hoje devem migrar para o 4G, mas ele não se arrisca a fazer qualquer projeção de queda de preço.

- O preço do serviço 4G chegará alto ao país, e os aparelhos também serão mais caros (entre R$ 1.500 a R$ 1.800) - destaca o vice-presidente da Anatel, Jarbas Valente.

Ele acredita que haverá uma contrapartida para as classes menos favorecidas, porque o preço da assinatura mensal do pacote 3G (voz e dados), hoje em torno de R$ 60, terá uma queda de 50% até 2014 com a implantação da tecnologia 4G.

Redução dos preços só virá com o tempo

A nova rede também deverá desafogar a banda larga 3G

BRASÍLIA. Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco, aposta que, com o tempo e maior volume de vendas, os preços da nova tecnologia cairão, inclusive para pacote de serviços que será oferecido pelas operadoras. Tude destaca que hoje já existem planos pré-pagos 3G bem baratos, na base de R$ 0,50 por dia.

Para ele, o serviço 4G terá um papel importante para o sistema de banda larga móvel no país, porque, além de aumentar a velocidade, ajudará a descongestionar as redes 3G utilizadas pela maioria dos internautas. A banda larga móvel cresceu 99,3% no ano passado frente a 2010, com mais 20,5 milhões de novos acessos.

A licitação da faixa de frequência 2,5 gigahertz (GHz), que será usada para o serviço 4G, está prevista para maio, com edital lançado em abril. Uma das principais exigências é que as sedes da Copa das Confederações e da Copa do Mundo tenham o serviço até o fim de 2013.

No mesmo edital serão divulgadas as regras para a licitação da faixa de 450 MHz, que levará a banda larga para a área rural. Neste caso, a empresa que ofertar o menor preço ao consumidor vencerá o leilão. A Anatel espera que o valor fique em torno de R$ 60 mensais para os serviços de voz e dados, mesmo preço praticado em áreas urbanas. Cerca de 8,3 milhões de pessoas vivem em área rural.

Os moradores das grandes cidades serão os primeiros a desfrutar da tecnologia 4G. O novo sistema vai reforçar as comunicações de voz e dados, principalmente nas regiões metropolitanas, onde a rede 3G está congestionada. Mas o funcionamento do serviço depende da instalação de muitas torres e estações, o que exigirá grandes investimentos por parte das operadoras.

Ex-diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o professor José Leite Pereira Filho explica que a frequência de 2,5 GHz é considerada muito alta, por isso a necessidade de reforçar a rede no Rio e em São Paulo:

- A velocidade cai onde há muita gente conectada.

Para criar competição no leilão da tecnologia 4G, o governo quer atrair cinco empresas que já operam no país com o sistema 3G: Sky, Vivo, Oi, Claro e Nextel. Mas grupos estrangeiros também poderão explorar o serviço. Os principais fornecedores de equipamentos são Ericsson, Nokia-Siemens, Huawei e ZTE.

O governo estuda oferecer à população de baixa renda uma internet móvel com preço acessível, mas o programa apelidado de "Banda Larga no Bolso" ainda não tem nenhuma perspectiva de ser implantado. Pelas previsões, o projeto não será concluído antes de um ano.

Para obter uma redução significativa no valor do serviço, o governo teria de abrir mão de parte dos tributos recolhidos pelas empresas. A proposta é que estas fiquem isentas dos tributos, mas reduzam as tarifas para os usuários.

Insight: Banda larga terá R$ 70 bi até Olimpíada

Insight: Banda larga terá R$ 70 bi até Olimpíada



Expectativa do governo é que desoneração de impostos, de R$ 6 bi, aumente em 35% o investimento em redes

Medida atende a pedido de teles para expandir o plano nacional de internet rápida ao longo de cinco anos
Folha de São Paulo - 25/02/2012

O governo Dilma decidiu que será de R$ 6 bilhões, ao longo de cinco anos, a desoneração de impostos para estimular as empresas de telecomunicações a investir na expansão de suas redes de fibra óptica e de rádio. A medida atende a pedido das teles para o PNBL (Plano Nacional de Banda Larga).

Com o estímulo, o governo espera que as empresas ampliem seus investimentos em redes para banda larga em 35% até 2016, ano da Olimpíada no Rio. A projeção de investimento para o período passou para R$ 70 bilhões.

A medida provisória, que sairá em março, valerá para todos os projetos de construção de redes. Isso inclui equipamentos, como roteadores e servidores, a obra civil e o material de construção. O pacote prevê o fim da cobrança de PIS/Cofins, de 9,65%, e a redução do IPI, de 15% para 3%, para oito modelos de rede, móveis e fixas.

A cada ano, deixará de ser arrecadado R$ 1,2 bilhão das empresas do setor. A medida veio após barganha das teles diante das metas definidas pelo governo no PNBL. "Estamos dando um estímulo. Agora, as teles têm de cumprir as metas, como levar a banda larga a todo país", disse o ministro Paulo Bernardo (Comunicações).

Até o ano passado, a internet popular, a R$ 35, definida dentro do PNBL, chegou a 1,2 milhão de pessoas. O ministro lembra que as teles vão ter de garantir não somente a expansão de suas redes para aumentar o número de assinantes de internet de banda larga, mas também melhorar a qualidade.

Para receberem o benefício, as teles terão de apresentar projetos, que deverão contemplar a redução das desigualdades regionais, a modernização das redes, a massificação do acesso e o incremento da indústria nacional.

Segundo o secretário de Telecomunicações, Maximiliano Martinhão, projetos restritos a grandes centros urbanos, bem servidos de banda larga, não serão aceitos.

"Com esses incentivos, as teles vão ter de melhorar a qualidade de seus serviços", afirmou, lembrando que, em 2013, elas vão ter de cumprir, no mínimo, 50% do que prometem de sinal de banda larga e 70% na média. Hoje, é comum entregar só 10% da velocidade contratada.

O governo prevê que uma das grandes demandas das empresas será por projetos de redes de acesso de fibra óptica, visando, além da banda larga, a TV a cabo.

As teles estão de olho nesse filão após a aprovação da nova lei que destravou o setor. O governo estima que o mercado de TV paga deve duplicar em cinco anos. O outro grande foco das empresas será fortalecer suas redes para a tecnologia 4G, que promete velocidades de conexão dez vezes maiores. O leilão dessa faixa de frequência está marcado para o mês de abril.