quarta-feira, 27 de março de 2013

G1: Pagamento via celular pode sair em breve por Medida Provisória, diz BC

Pagamento via celular pode sair em breve por Medida Provisória, diz BC


O diretor de Política Monetária do Banco Central, Aldo Mendes, informou nesta terça-feira (26) que a proposta do governo para o sistema de pagamentos por meio de telefones celulares,cujos estudos foram anunciados em outubro do ano passado, poderá vir a público em breve.

Segundo ele, o assunto deverá ser regulamentado, inicialmente, por meio de Medida Provisória, cuja minuta já está na Casa Civil, da Presidência da República. A MP, segundo Aldo Mendes, não entrará, porém, em detalhes operacionais. "Apenas dá as linhas mestras sobre as quais o BC e o Ministério das Comunicações vão estabelecer posteriormente as normas infra-legais", explicou ele. 

Atualmente, lembrou o diretor do Banco Central, não há regulamentação sobre esse assunto. "Essa falta de clareza legal pode levar à uma frustração das empresas e das pessoas, e isso não se desenvolve justamente pela ausência de um marco legal", avaliou.

Aldo Mendes informou ainda que o governo busca um "modelo aberto" para esse sistema, no qual as operadoras, instituições financeiras e outros agentes [ligados, por exemplo, à área de cartões de crédito] possam trabalhar em "plataformas interoperáveis".

O objetivo, de acordo com o diretor da autoridade monetária, é conferir maior competição entre os serviços prestados, com isso, proporcionar mais vantagens para os consumidores. "A melhor defesa do consumidor é a competição. Queremos uma plataforma interoperável, que agrega volume de escala e um custo unitário mais baixo. O próprio consumidor se apresenta como principal beneficiário", declarou o diretor.

Segundo ele, os padrões tecnológicos já existem e estão estabelecidos. "Isso já é realidade em alguns países, como Quênia e Índia. São dois exemplos bem-sucedidos", afirmou Aldo Mendes, do Banco Central. O sistema tem de ter, segundo ele, "alto nível de confiabilidade" para funcionar.

G1: Identidade pode ser traçada a partir de dados coletados em smartphones



É possível descobrir a identidade das pessoas apenas rastreando os lugares frequentados por ela. Para isso, basta monitorar o sistema de GPS de seus celulares, conclui um estudo de pesquisadores do MIT (Massachusetts Institute of Technology) e da Universidade Católica de Louvain (França), publicado pelo revista "Nature".

A pesquisa acompanhou dados anônimos captou por aparelhos celulares de aproximadamente 1,5 milhão de pessoas por 15 meses. As atualizações das informações pessoais era feita de hora em hora, por meio do rastreamento das antenas de celular das empresas de telecomunicação.

A partir da análise desses dados, concluíram que bastavam apenas quatro pontos de informação para chegar à identidade de 95% das pessoas.

Geolocalização

Segundo os cientistas, os dados de localização gerados pelos smartphones são refinados a tal ponto que diferenciam um indivíduo do outro. Isso ocorre para permitir que produtos customizados sejam enviados a ele.

“Enquanto no passado, o traçado móvel era apenas disponível às empresas de telefonia celular, o advento dos smartphones e outros meios de coleta de dados fizeram isso largamente viável”, escreveram os cientistas.

No Brasil, o tema esquenta o debate do projeto do Marco Civil da Internet, discutido na Câmara dos Deputados. Operadoras de telefonia querem poder utilizar as informações trocadas por usuários, que passam por suas redes, para fins comerciais, assim como fazem Google e Facebook, que vendem publicidade baseada no comportamento dos internautas em seus serviços.

Para mostrar que não se trata de ficção científica, o estudo citou alguns exemplos de coleta de dados presentes no dia a dia de pessoas comuns. Recentemente, a Apple atualizou sua política de privacidade para permitir o compartilhamento da localização espaço-temporal de seus usuários.

Além disso, a estimativa é que um terço das 25 bilhões de cópias de aplicativos disponíveis na App Store, da Apple, acessa a localização geográfica dos usuários. Além disso, cerca de 50% de todo o tráfego de dados nos sistemas operacionais iOS (Apple) e Android (Google) estão ao alcance de anunciantes.


“Todas estas [aplicações] alimentam a onipresença de dados de mobilidade puramente anônimos e dão espaço para preocupações com a privacidade”, afirma o estudo.

'Pegada digital'

No entanto, ao reunir esses dados, definindo o local onde foram gerados e quando isso ocorreu, é possível traçar em um mapa a rota cotidiana de uma pessoa.

Essas informações são tão únicas que chegam a criar uma espécie de “impressão digital” ou uma "pegada digital" que podem facilmente identificar a quem ela pertence.

“Um bloco de dados anônimos não contém nome, endereço, número de telefone e outras fontes óbvias de identificação. Mas, se estampas individuais são suficientemente únicas, informação externa pode ser usada para ligar os dados a um indivíduo”, escreveram os pesquisadores.

O estudo cita como exemplo uma lista da Electronic Frontier Foundation que enumerou potenciais dados profissionais e pessoais de um indivíduo que podem ser obtidos apenas ao saber sua rota móvel. O levantamento, porém, não chegava a considerar que seria possível identificar as pessoas.

IDG Now!: Recentes ataques mostram que nem grandes sites estão a salvo

Páginas da MSN e NBC foram hackeadas e provam que o velho conselho de visitar apenas sites legítimos ​​para evitar cibercriminosos já não é totalmente válido



Muitos usuários da Internet pensam que visitando somente sites conhecidos estarão seguros. No entanto, uma pesquisa recente da Equipe de Investigação da Ameaças Web da empresa de antivírus AVG identificou duas campanhas cibercriminosas codificadas em alguns dos sites mais populares da rede.

Com ataques cada vez mais sofisticados, visitar grandes sites durante a navegação online não é suficiente para manter o usuário seguro. Os cibercriminosos não estão apenas à espreita, esperando para roubar seus dados, mas também estão descaradamente hackeando um site que você confia, a fim de instalar os chamados "ransomware" no seu PC ou tablet.

Ransomware são conhecidos por travar o computador e "pedir resgate" para que o desbloqueio seja feito.

O relatório Insight da AVG mostra que pesquisadores descobriram como uma página do MSN Itália estava redirecionando os visitantes por meio de um código malicioso que tinha as características do kit de exploração 'Cool' - um dos mais recentes em um número crescente de soluções malware disponíveis para cibercriminosos.

O malware gerava uma mensagem de tela-cheia afirmando ser do Departamento de Justiça dos EUA, e avisava os usuários que o PC tinha sido bloqueado devido a arquivos ilegais guardados no sistema.

Apesar de solicitado o pagamento de uma "taxa de liberação" para recuperar o controle do sistema, pagar o "resgate" não desbloqueava a máquina ou removia o código malicioso. Para recuperar o controle, o usuário (ou um profissional de TI) era obrigado a criar um boot limpo (clean boot) na máquina e tentar repará-la ao rastrear e remover o código malicioso.

Problemas em sites populares

Um ataque similar que redirecionava os usuários ao kit de exploração 'Redkit' foi rastreado pelos mesmos pesquisadores em sites, incluindo a rede de televisão americana NBC.com. Usando arquivos Javascript e o Redkit, visitantes desavisados ​​foram direcionados para centenas de sites que também foram comprometidos por cibercriminosos.

O Redkit - como muitos kits de exploração - foi configurado para instalar malware em qualquer PC explorado. Nesse caso, ele instalava o Trojan Citadel, que roubava as credenciais de serviços bancários de usuários e outras informações sensíveis armazenadas na máquina. A maior parte dos relatos foi de consumidores dos EUA, Canadá e Reino Unido.

O que pode parecer um pouco surpreendente é que estes claramente não são sites amadores construídos e operados sem pensar em segurança ou orçamento para manter criminosos longe - eles são grandes sites de propriedade de grandes corporações, e a maioria das pessoas naturalmente supõe que seja seguro visitá-los sem medo do seu computador ser prejudicado.

O chefe do departamento de tecnologia da AVG, Yuval Ben-Itzhak, disse que "esses casos provam que o velho conselho de visitar apenas sites respeitáveis ​​para evitar cibercriminosos já não é totalmente válido. Naturalmente, você estará mais seguro do que se procurar destinos obscuros na Internet, mas páginas hackeadas são cada vez mais comuns e sites infectados podem ser, como vemos aqui, de grandes nomes locais que você normalmente esperaria ser seguros e protegidos."

INFO: Serviço vai remunerar usuário que vê comerciais na web


 
Pedro Cabral, CEO da Evolution: ambição do tamanho 
do Facebook.

São Paulo - O fundo de investimento Evolution anunciou, nesta terça-feira (26), um novo tipo de serviço digital de publicidade sob demanda. O Contplay irá premiar com pontos os usuários que assistirem vídeos publicitários de até 30 segundos. Os pontos poderão ser trocados por conteúdo, como música, filmes, jornais, revistas, livros e apps.

O sistema de publicidade on demand funciona de forma semelhante ao Neobux, que “paga” ao usuário pela visualização dos anúncios que estão hospedados no site. O sistema do Contplay é um pouco diferente: o usuário assiste a um vídeo de publicidade, e ao final do vídeo, responde à pergunta: qual a marca exibida neste comercial?, garantindo assim que o usuário assistiu a publicidade inteira.

O vídeo premia o usuário com uma quantidade de pontos relativa ao que o anunciante paga ao Contplay para hospedar seu vídeo. Se a empresa pagar mais, mais pontos o vídeo dará ao usuário.

Depois de acumular uma determinada quantidade de pontos, o usuário poderá trocar o seu “trabalho” por conteúdo em lojas online, como o iTunes, Google Play ou IBA. O site está em fase de integração com algumas empresas, mas planeja fazer parceria também com Netflix, Amazon e Sky Online.

A Sky e a Fiat estão apoiando o Contplay e são as maiores marcas investindo no serviço hoje, segundo Pedro Cabral, CEO da Evolution. Mas o serviço não é restrito apenas para grandes marcas. O Contplay, diz Cabral, visa trabalhar também com pequenas marcas no futuro, desde que elas tenham credibilidade no mercado de internet.

O usuário poderá utilizar o serviço em smartphones, tablets (iOS ou Android) e smartTVs. Também será possível ver no site do serviço o que seus amigos no Facebook ou Twitter estão assistindo e quais foram as publicidades mais vistas pelos usuários. “A nossa ambição é ter o tamanho do Facebook. Queremos atingir a marca de 1 bilhão de usuários”, diz Pedro Cabral.

Para os anunciantes evitarem que os usuários “lucrem” simultaneamente assistindo vários vídeos de uma só vez, o site disponibiliza para as empresas uma ferramenta de corte de frequência, o que limita a visualização do mesmo vídeo para o mesmo usuário a um determinado número máximo de exibições.

O serviço é totalmente gratuito ao usuário. Para quem se interessar em testar o serviço, é só fazer o cadastro no Contplay e ficar em fila de espera. O Contplay estará em período público de testes por seis semanas, e após isso, será aberto oficialmente para o público.

Disponível o manual de Google de Criação de sites otimizados para dispositivos móveis

Todas as páginas, artigos, ferramentas e documentos que Google apresentou nos últimos anos relacionados com a criação de sites para dispositivos móveis estão disponíveis agora em um novo site (em espanhol) apresentado por Google em developers.google.com.

Além de novos recursos para a construção de sites otimizados para móveis e tablets, temos links a ferramentas e conselhos já publicados anteriormente.

Não é a primeira vez que o Google faz algo desse tipo, sua preocupação com a web móvel começou a aparecer com seu projeto GoMo, disponível em howtogomo.com, embora nesse caso o objetivo seja ensinar aos webmasters técnicas mais específicas, mais distantes dos usuários que não entram no código fonte de seus aplicativos.

INFO: App Google+ ganha edição de fotos e novos recursos






Com mais de 340 milhões de usuários, o Google+ recebeu uma atualização nos apps para Android e iOS – que agora estão com alguns bons recursos a mais.




A novidade que talvez chame mais atenção é o editor integrado de fotos, incluído apenas na versão para iPhones e iPads. Com o recurso, fruto da aquisição do app Snapseed pelo Google, é possível girar, cortar, ajustar brilho e contraste e adicionar alguns efeitos à imagem antes de postá-la na rede social.




Outra mudança, presente nas duas versões do app, torna a visualização de conteúdo mais fácil. Ao clicar em uma foto, vídeo ou link “anexado” a um post, por exemplo, você será redirecionado direto para uma tela separada para vê-lo melhor. O aplicativo também dará mais destaque aos comandos-chave, como +1 e “comentar”, e evitará cortes nas imagens em “preview”, permitindo que você as confira na íntegra sem ter que abri-las.


O aplicativo do Google+ também conta agora com uma função relacionada à localização. Se você permitir, qualquer amigo que acessar seu perfil poderá conferir onde você está no momento. A funcionalidade pode ser ativada pela versão online da rede social ou simplesmente “ligando” o compartilhamento de local no Android.




Por fim, a última mudança facilita a vida de quem está em muitas comunidades ou gerencias algumas. É possível agora ajustar a quantidade de posts dos grupos na sua Home, além de convidar pessoas para a comunidade e compartilhar itens com ela. Há ainda ferramentas para busca por membros, moderação de conteúdo e até mesmo remoção de usuários (o famoso “ban”).


Mesmo com as diferenças de uma para outra, as versões do app do Google+ para Android e iOS seguem gratuitas. Não há previsão de quando o recurso de edição de imagens será incluído no G+ do SO do Google, mas, se quiser, o Snapseed continua disponível em ambas as plataformas.

* Foto: Reprodução/Google

Macworld: Novo acessório para iPhone permite "roubar" bateria de outros aparelhos iOS

Novo acessório para iPhone permite "roubar" bateria de outros aparelhos

Com o Chargebite, usuários podem "sugar" carga dos gadgets dos amigos e recarregar seus aparelhos em qualquer lugar.



Um novo acessório chamado Chargebite promete te salvar daquelas situações chatas em que você mais precisa do iPhone e a bateria simplesmente acaba, sem que você tenha uma tomada ou carregador próximos.

Com o produto, que está em financiamento pelo site Indie Gogo, é possível “sugar” a bateria dos aparelhos iOS de outras pessoas e assim reviver seu iPhone sem a necessidade de uma tomada ou computador, apenas puxando a bateria dos outros aparelhos, como iPhone, iPad ou iPod Touch. Um verdadeiro “carregador social”, como é chamado pelos criadores – conceito parecido com o usado por donos de automóveis quando seu carro fica sem bateria.

De acordo com o vídeo postado no Indie Gogo (confira abaixo), o Chargebite possui três saídas compatíveis com aparelhos móveis da Apple, mas não com o conector Lightning. Isso pode ser um grande problema para os criadores do produto, pois esse conector que substituiu o modelo de 30 pinos em 2012 é usado “apenas” no iPhone 5.

Outro ponto importante do acessório é sua portabilidade, podendo ser usado como um chaveiro. Isso facilita muito o uso no dia-a-dia, que parece ser o foco principal dos criadores para livrar os usuários de cases com baterias e cabos e carregadores de tomadas.

Para adquirir uma unidade, é preciso pagar 20 dólares (mais frete e taxas). Até o momento, o projeto arrecadou apenas 600 dólares de um total de 45 mil dólares listados como o objetivo no site.

INFO: Concurso premiará apps que tornam a cidade melhor

Concurso premiará apps que tornam a cidade melhor



Uma organização chamada New Cities Foundation está organizando uma premiação para aplicativos. Mas não são apps quaisquer: eles precisam ser relacionados a cidades – ou, mais especificamente, a “experiências urbanas” – e tornar o local de alguma forma mais interessante.

As inscrições para o prêmio, batizado de AppMyCity! e apoiado pelo Google, foram abertas hoje, e aplicativos podem ser enviados até o dia 26 de abril. A competição dará US$ 5.000 ao vencedor para ajudar no desenvolvimento do app. Se quiser inscrever algum, é preciso que ele se encaixe nos seguintes critérios:

- O app deve ter foco claro na cidade em categorias como mobilidade, sustentabilidade, igualdade, cidadania, varejo, arte e entretenimento, comida de rua, saúde, água ou qualquer outro tópico relacionado com a cidade;

- O aplicativo pode já ter sido lançado, mas não antes de 1º de janeiro de 2012. Se estiver em fase final de desenvolvimento, também pode ser inscrito, desde que chegue a alguma plataforma móvel até o dia 1º de maio deste ano;

- O programa deve ser móvel, compatível com iOS, Android ou Windows Phone, ou baseado em web (webware);

- Ele pode estar em qualquer idioma.

Os semifinalistas da competição serão divulgados pela organização no dia 30 do mesmo mês. Eles serão avaliados por alguns jurados, que escolherão os três melhores e divulgarão a lista no dia 7 de maio.

Esses três finalistas do AppMyCity! poderão participar do New Cities Summit, evento que será realizado em São Paulo entre os dias 4 e 6 de junho. Cada um apresentará o projeto aos cerca de 1.000 líderes urbanos mundiais (governantes, secretários, entre outros) que deverão estar presentes no local. O vencedor será escolhido por essa apresentação ainda no evento, e levará US$ 5.000 para apoiar o desenvolvimento do app.

Para inscrever um aplicativo, é só acessar o site oficial do prêmio AppMyCity!.

* Foto: ecstaticist via photopin cc

INFO: TIM faz acordo com a Oi para compartilhar antenas 4G

TIM faz acordo com a Oi para compartilhar antenas 4G


Brasília - A empresa de telefonia TIM entregará hoje (26) à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) o contrato que firmou com a concorrente Oi prevendo o uso compartilhado de antenas de telefonia celular de quarta geração (4G). Segundo o vice-presidente de Assuntos Regulatórios da TIM, Mario Girasole, o documento será analisado pelo conselho diretor da Anatel e a expectativa é que seja aprovado “em poucas semanas”.

“[O contrato] está sendo finalizado e será entregue hoje. Às vezes, uma torre não tem espaço, então coloca-se apenas uma antena que trabalha com as duas frequências das operadoras. Para o cliente final é imperceptível, mas torna os investimentos mais eficientes e resolve problemas de urbanismo e de [falta de] espaço físico [para instalação das antenas]”, disse, ao participar de um seminário, em Brasília.

Girasole explicou que o documento define de forma “bastante clara” as responsabilidades operacionais de cada empresa, principalmente no que diz respeito à qualidade do serviço prestado. “Nesse aspecto não muda absolutamente nada e as empresas farão de forma que não se transfira para a outra nenhuma responsabilidade”, disse.
Ele acrescentou que o contrato permite às empresas incrementarem sua infraestrutura, por exemplo, para ampliar a cobertura em determinado local, independentemente da outra. “Há um compartilhamento de eficiência e independência de desenvolvimento de infraestrutura própria. Isso significa um grande trabalho de engenharia”, destacou.

Girasole acredita que o compartilhamento seja praticado a partir de abril, inicialmente nas cidades que sediarão os jogos da Copa das Confederações.
O presidente da Anatel, João Batista de Rezende, disse que a agência tem “todo o interesse” que a questão avance. “Resolvendo as questões atuais, ligadas principalmente à divisão de tarefas entre as operadoras, temos todo o interesse que isso ande”, disse.
Pelo cronograma de instalação definido pela Anatel, a tecnologia 4G deve funcionar em abril deste ano nas cidades-sede da Copa das Confederações e em dezembro de 2013 nas cidades-sede da Copa do Mundo.

Uma lei federal para unificar as regras sobre instalação de antenas nos municípios brasileiros foi aprovada no Senado, e a expectativa do governo é que a matéria seja analisada pela Câmara dos Deputados no primeiro semestre deste ano.

Futuro do presente: Dados sobre ad banners que você precisa saber



Começo dizendo que a idéia não é minha. Foi publicado um artigo esta semana, no site Digiday, citando 15 estatísticas assustadoras sobre a publicidade online utilizando banners. O artigo é ótimo, sugiro ler, e eu acabei separando alguns blocos que sinalizam que o mercado está precisando parar para pensar.

Fato número 1: a publicidade em banners acaba de completar 18 anos de idade. Por conta das tecnologias de targeting, re-targeting etc. está ficando cada vez com mais cara de vilã para os leitores online e, eventualmente, mais ignorada. Segundo informações do site eMarketer, apenas 15% das pessoas confiam completa ou parcialmente nos ad banners e 34% não confiam parcial ou totalmente;

Fato número 2: Há muito inventário no mercado, gerado por publishers tradicionais e outras empresas de conteúdo – só nos Estados Unidos, por exemplo, foram distribuídas 5,3 trilhões de impressions de ad banners em 2012 (1 trilhão a mais que em 2009, segundo a Comscore) – mas pouco se paga por ele, portanto menos remuneradas estão as empresas individualmente e mais propensos os publishers estão em buscar novas formas de monetização do seu conteúdo e audiência – leia-se “native advertising”;

Fato número 3: Um usuário típico de sites de internet recebe em média 1.707 ad banners por mês. Usuários na faixa etária de 25 a 34 anos vêem mais: 2.094 banners por mês (dados da Comscore). E, segundo a mesma Comscore, apenas 8% dos usuários de internet são responsáveis por 85% dos clicks em banners. No entanto, é fato também comprovado pela Comscore que click não quer dizer influência e que a maioria que não clica vai usar a informação depois para decidir a compra;

Fato número 4: O mais divertido, e com ele eu encerro meu post pedindo sua opinião sobre o tema. Segundo a empresa de marketing online Solve Media, as estatísticas indicam que é 475,28 vezes mais provável um usuário sobreviver à queda de um avião do que clicar em um banner; ou que existem 279 mais chances de você escalar o Everest do que clicar num ad banner!

Olhar Digital: Compra pela internet é mais consciente, revela estudo

Compra pela internet é mais consciente, revela estudo

Presença do vendedor inibe consumidores e os estimula a comprar por impulso



Pesquisa realizada pelo comparador de preços Kuantokusta, em parceria com a Netquest, revela que as compras via internet são mais conscientes que as feitas em lojas fisicas. Esta é a opinião de 61% dos entrevistados.

A justificativa é simples: a presença do vendedor, que faz uso intensivo de argumentos para tentar convencer os clientes, inibe o raciocínio e estimula a comprar por impulso. Segundo o levantamento, 57% dos respondentes disseram se sentir pressionados em lojas físicas.

O estudo contou com aparticipação de 1081 pessoas e foi realizado com o objetivo de traçar o perfil de compra dos e-consumidores. Ao serem perguntados sobre quando foi a última vez em que se arrependeram de uma compra, 43% responderam que ela foi realizada em uma loja física, 28% em uma loja online e 29% não se lembram.

“O resultado ressalta, mais uma vez, que o consumidor gosta de tempo para analisar o produto, avaliar se realmente precisa dele para formar uma decisão de compra consciente e a compra online proporciona isso”, analisa o CEO do Kuantokusta, Flávio Pagotto. Para 32%, a prática de comprar por impulso acontece com mais frequência no processo presencial. No mundo virtual, a taxa cai para 24%.

A pesquisa também mostrou que 54% das pessoas que compram em lojas físicas estão acompanhadas. Já na internet, 73% realizam suas aquisições sozinhas. “Geralmente as pessoas precisam da opinião de alguém confiável e não têm muitas informações sobre o produto. Quando a compra acontece pela internet é mais fácil de encontrar informações e, por isso, elas se sentem mais seguras”, explica o CEO do Kuantokusta.

Olhar Digital: 250 milhões de pessoas jogam no Facebook

 250 milhões de pessoas jogam no Facebook

Executivo diz que empresa conseguiu melhorar equilíbrio de 'felicidades' de desenvolvedores e usuários



O Facebook está melhorando como plataforma de jogos. Pelo menos é esta a visão que a própria empresa tem da rede social, que apresentou números bastantes positivos neste quesito na Game Developers Conference, que acontece em San Francisco.

Segundo o gerente de produto George Lee, 250 milhões de usuários ativos mensais jogam na rede social. O número de instalação de jogos também subiu e passou por alta de 75% em relação a março do ano passado, revelou o executivo.

Segundo ele, a empresa finalmente conseguiu equilibrar a 'felicidade' dos desenvolvedores e dos jogadores. No final de 2011, os funcionários se reuniram para planejar uma maneira de alcançar este objetivo e, Lee afirma que o Facebook teve sucesso nesta meta.

Em 2010, os jogos eram o uso dominante da rede social, apontou Lee. Entretanto, ele e o chefe da plataforma de games do site afirmam que os usuários se incomodavam bastante com o spam. Sem citar nomes, mas obviamente cutucando a Zynga e seu FarmVille, Ryan falou especialmente de "um jogo de simulação de fazenda".

Durante a apresentação, também foi citado que o negócio de jogos noFacebook está ficando mais lucrativo. A empresa já pagou mais de US$ 2 bilhões a desenvolvedores só no ano passado.

Entretanto, o Facebook ainda não vê os jogos como um dos pilares da companhia, que ainda são o Feed de Notícias, a Timeline e o Graph Search. A empresa, porém, está cada vez mais integrando os jogos aos seus principais recursos.

IDG Now!: Firewalls tradicionais não são bons o bastante contra ameaças atuais

Firewalls tradicionais não são bons o bastante contra ameaças atuais
 Patrick Budmar, ARN / Austrália

Especialista afirma que crackers estão muito mais inteligentes na forma como decidem atacar - e os "firewalls tradicionais estão bem longe de lidar com esse tipo de sofisticação"

 
Será que os firewalls tradicionais são bons o suficiente para proteger contra as sofisticadas ameaças atuais? Pergunte ao gerente de canais da F5 Networks, Chris Zamagias, e a resposta será um distinto "não".

"Os ataques tornaram-se muito mais sofisticados e firewalls tradicionais focam em uma camada de rede, olhando para o tráfego que entra e sai de uma organização", disse ele.

Os crackers atualmente são muito mais inteligentes na forma como decidem atacar - Zamagias disse que eles focam em uma camada de aplicação. Por essa razão, os firewalls tradicionais estão "bem longe de lidar com esse tipo de sofisticação".

Em vez disso, Zamagias vê potencial em controladores de entrega de aplicativos (ADC ou Application Delivery Controller, em inglês), um dispositivo de rede localizado em uma central de dados, sendo mais adequado para lidar com casos de ataques de DDoS.

"Você precisa ter um firewall que entende o tipo de ataque que ele está enfrentando", disse.

O modo como o ADC pode ajudar é procurando pela informação que passa e identificar se é um ataque ou o tráfego legítimo. "Firewalls tradicionais não conseguem mais fazer isso", disse Zamagias. "O número de ataques ou de usuários simultâneos significa que firewalls tradicionais podem ser contornados de modo relativamente fácil."

O que o ADC permite que o usuário faça é essencialmente ver de onde o ataque está vindo e mitigar os riscos com a ajuda dessas informações.

Desde os firewalls atuais não estão mais à altura da tarefa de proteger as empresas, isso tem o potencial de criar oportunidades para o mercado revendedor.

De acordo com Zamagias, isso permite parceiros de sair e de terem uma conversa com sua base de clientes. "Se olharmos para as melhores práticas, o que precisamos fazer é, na verdade, separar os firewalls tradicionais de saída do tráfego de entrada com a ajuda do firewall ADC", disse ele.

Isso dá aos parceiros a oportunidade de falar com os usuários finais que estão sob constante ataque e ajudar a fornecer uma solução para o cliente, que se adapte às necessidades dele.

"No momento, os usuários finais estão vulneráveis ​​aos ataques sofisticados que acontecem atualmente", disse Zamagias.

terça-feira, 26 de março de 2013




Oficina de Artes da Prodeb - Inscrições abertas até o dia 02/04.

G1: Ministro pede ajuda dos prefeitos para implantação de tecnologia 4G


 
Ministro Paulo Bernardo esteve em Curitiba nesta
segunda-feira (25).

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, pediu na manhã da segunda-feira (25), em Curitiba, a ajuda dos prefeitos das cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 para acelerar as autorizações para instalação de antenas utilizadas na tecnologia 4G. Ele esteve na cidade para participar de um encontro na Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) que discutiu melhorias na infraestrutura nas telecomunicações para o Mundial.

Paulo Bernardo explicou que, pelo acordo com a Fifa, a tecnologia 4G tem que começar a funcionar ate o final deste ano em todas as 12 cidades-sede da Copa. Ainda segundo o ministro, até junho de 2014, a tecnologia tem que funcionar em todas as cidades com mais de 500 mil habitantes.

Governo Estadual X Governo Federal

Bernardo também respondeu as criticas do governador do Paraná, Beto Richa, de que o estado é o quinto que mais arrecada imposto para a União e, mesmo assim, é o vigésimo sexto da fila na hora de receber recursos.


“Nós temos um projeto que está tramitando no Congresso para unificar as alíquotas de ICMS. Não é da minha área. A notícia que eu tenho é que o governo do Paraná vai arrecadar praticamente R$ 1 bilhão a mais, só com este novo projeto”, disse o ministro. Bernardo afirmou ainda que a presidente Dilma Rousseff vai chamar deputados e senadores para discutiro projeto.

“Nós temos que arregaçar as mangas e trabalhar. Porque se ficar sentado, trabalhando, ligando e andando, resolve. Se você ficar fazendo festa e criticando, você não vai resolver nada”, concluiu.

Richa também falou sobre o assunto nesta segunda-feira e comparou o Paraná aos outros estados do Sul do país. Segundo ele, o orçamento deste ano prevê R4 1,6 bilhão em investimentos para o Paraná. No caso do Rio Grande do Sul, R$ 2,6 bilhões, e Santa Catarina, R$ 2 bilhões tendo a metade da população paranaense. “Então, o Paraná tem se mexido, o que nós precisamos é que os três ministros paranaenses se mexam e ajudem o estado”, rebateu o governador.

COMPUTERWORLD: Força do Big Data depende do Analytics para digerir informações



Muitos dos problemas que historicamente giravam em torno de grandes repositórios de dados referem-se à forma como eram geridos. Isso significa principalmente garantir que aqueles que precisam possam obter as informações que precisam, quando precisam. Isso significa também assegurar que os dados são armazenados de forma segura. O que, historicamente, tem envolvido os serviços de fornecedores como a Iron Mountain, onde muitas vezes os dados estão tão seguros que ninguém consegue descobrir como obtê-los de volta.

São problemas históricos de gestão de dados. Nós o tratamos como um tesouro pirata, encontrando maneiras criativas e de baixo custo para enterrá-los e desculpas igualmente criativas quando não podemos chegar a eles em tempo hábil.

Ah, temos a certeza de que o espólio existe, mas não sabemos exatamente onde, e os dados realmente velhos estão muitas vezes tão mal indexados e armazenados, que parece que teria sido melhor se não os tivéssemos armazenados.

Recursos emergentes de nuvem pública prometem armazenamento barato com maior probabilidade de aacesso futuro. Pilhas aleatórias de tesouros foram escondidas em linhas pequenas, e um elfo amigável substituiu o dragão que cospe fogo. Aa únicaa trade-offs, claro, são governança, segurança e conformidade.

Como os dados crescem e encolhem os orçamentos de TI, no entanto, estas desvantagens parecem menos problemáticas, até que um partido hostil obtenha acesso aos dados e publique o que encontrar. Razão pela qual criamos o trabalho de gerente de risco, posição que desmoronou com o mercado financeiro, quando se descobriu que era atuava mais transferindo a culpa do que protegendo os bens.

Agora, começamos a perceber que Big Data não é tudo. Ao contrário, os benefícios vem da análise vinculada aos dados e do acesso móvel aos relatórios resultantes. Executivos acham cada vez mais que, se eles podem obter informação reais a partir dos dados que recolheram, eles podem tomar melhores decisões, evitar erros dolorosos repetitivos e aumentar sua estatura em sua própria companhia e dela na indústria.

Conhecimento é poder. Executivos de sucesso hoje, focam portanto em saber mais sobre seus clientes, parceiros, colaboradores e meio ambiente do que os seus concorrentes. Essa é a maneira de ganhar o jogo corporativo.

Estes executivos utilizam ferramentas ligadas a sincronização de dados mais forte. Asseguram a precisão a partir dos dados que estão sendo analisados. Oferecem apps móveis para exibir os resultados em tablets e smartphones. E utilizam os serviços em nuvem que podem para atender tanto às questões de custo como aos requisitos de segurança.

O Hadoop emergiu como a principal plataforma de análise de dados, e os vendedores estão correndo entre si para fornecer as melhores ferramentas para o uso do Hadoop . No entanto, essas otimizações podem ser temporárias, com os vendedores passando mais tempo desenvolvendo garantias de otimização de toda a solução ou involuntariamente criando gargalos ao usarem um parceiro.

Escolha a solução de análise de dados sabiamente

No final, o que fica claro é que o Big Data não é importante. Fornecer as respostas que os executivos precisam é que é importante.

Isso pode parecer simples, mas requer um fornecedor que possa atender aos seguintes critérios:

  • Ter uma grande experiência com o remo de negócio da sua empresa e indústria. 
  • Ter disposição para assumir toda a solução. 
  • Ter histórico comprovado em atender suas expectativas. 
  • Ter experiência com recursos de nuvem pública e privada. 
  • Ter capacidade de lidar com repositórios de dados tradicionais e streaming de dados em tempo real. 
Em suma, este não é um tipo de problema para ser resolvido com uma solução do tipo faça-você-mesmo. Você precisa de alguém com experiência, histórico de confiabilidade, e uma reputação que você possa confiar.

Apenas um punhado de vendedores vai atender a esses critérios. Escolha sabiamente.

(*) Rob Enderle é presidente e principal analista do Enderle Group.

idgNow!: Adequação às novas diretrizes para o e-commerce é urgente



Na data que se comemorou o Dia do Consumidor, 15 de Março, houve o anúncio de um pacote de medidas para reforçar a defesa do consumidor no Brasil. O pacote conta com a edição de dois decretos federais, o de nº 7.962/13 e o 7.963/13, o primeiro especificamente a respeito do comercio eletrônico e o segundo traçando as diretrizes do Plano Nacional de Consumo e Cidadania, tendo em comum a preocupação com as transações realizadas no mundo virtual.

O Decreto 7963/13 apresenta objetivos e direcionamentos para a atuação estatal, reafirmando alguns dos princípios já contidos no Código de Defesa do Consumidor, ou mesmo apresentando novas facetas para outros. A novidade mais importante se refere a autodeterminação, privacidade, confidencialidade e segurança das informações e dados pessoais prestados ou coletados, seja em meio físico ou eletrônico (art. 2º, VII) e sua escolha como tema para ações e políticas de regulação e fiscalização no mercado de consumo (art. 6º, IV). Esta escolha mostra a preocupação governamental com a crescente realização de transações comerciais pela Internet, o uso das informações coletadas e o destino dado a um crescente contingente de informações que trafegam pela rede. A medida antecipa e autoriza a realização de ações referentes a este assunto mesmo antes de uma ampla discussão sobre o assunto no Congresso Nacional.

O dispositivo também assenta como premissa o reconhecimento de que caberá ao consumidor decidir por si só quais e em que termos seus dados pessoais poderão ser utilizados pelas empresas, a chamada “autodeterminação”. Isso é um forte indicativo para os sites de comércio eletrônico sobre qual a postura a ser adotada em relação aos seus consumidores e da necessidade de mudanças em alguns de seus padrões de negócios. Só assim eles poderão evitar dissabores advindos de fiscalizações ou ainda de medidas judiciais.

Com relação ao Decreto 7.962/13, que disciplina a aplicação do Código de Defesa do Consumidor ao comercio eletrônico, ele é a medida que afeta mais diretamente a atuação dos sites e portais que oferecem produtos e serviços na Internet. Ele traz em si algumas das regras do Projeto de Alteração do Código de Defesa do Consumidor e disciplina o comércio eletrônico. Assim, a regulamentação foi antecipada, o que surpreendeu os sites que aguardavam para se adequar ao Código de Defesa do Consumidor. A partir de então, as medidas de adaptação se tornaram urgentes.

A maioria das regras apresentadas já era conhecida e aplicada ao comércio eletrônico de forma preventiva (blindagem legal de sites, por exemplo), ou repressiva (notificações ou autuações dos órgãos competentes). Muitas deles faziam parte do texto original do Código de Defesa do Consumidor. As inovações trazidas ficam por conta do regramento das compras coletivas (art. 3º), das regras de atendimento facilitado ao consumidor (art. 4º) e do exercício do direito de arrependimento (art. 5º).

Para as compras coletivas foram criadas obrigações. Os fornecedores devem informar sobre a quantia mínima de consumidores para efetivação do contrato, o prazo para o uso da oferta e a identificação dos fornecedores, seja o responsável pelo sítio eletrônico, seja o do produto ou serviço ofertado, a partir da indicação de seus nomes empresariais, seus CNPJ ou CPF, caso o primeiro não exista, seus endereços físicos e eletrônicos, demais informações necessárias para sua localização e contato.

Quanto ao atendimento facilitado ao consumidor, o art. 4º do Decreto disciplinou o fluxo do negócio. Assim, os fornecedores deverão apresentar um sumário do contrato antes da contratação com as informações básicas e com ênfase sobre as cláusulas que limitem direitos, bem como disponibilizar via do contrato em meio que permita sua conservação e reprodução imediatamente após a contratação; manter canais de suporte e atendimento por meio eletrônico; fornecer ferramentas para identificação e correção imediata de erros no processo de compra antes de finalizá-lo; confirmar ao consumidor que recebeu a concordância dele com a oferta realizada; adotar mecanismos de segurança eficazes para o pagamento e tratamento de todos os dados pessoais do consumidor.

Para o direito de arrependimento, o art. 5º do Decreto estabelece que os fornecedores deverão informar de forma clara os meios disponíveis para seu exercício, sendo que o mesmo meio da contratação deverá ser usado para a desistência da compra. Assegura, ainda, que nenhum contrato acessório deverá ficar pendente após o cancelamento e determina que o fornecedor deverá promover a comunicação junto aos operadores de cartão de crédito, quando o cancelamento do contrato for solicitado para que não haja cobranças indevidas. Além disso, caberá ao fornecedor enviar ao consumidor confirmação imediata do recebimento da manifestação de arrependimento.

Desta forma, é importante que os fornecedores que atuam no meio eletrônico estejam atentos aos seus modelos de negócio e façam as adequações necessárias para se adaptarem aos novos preceitos legais de forma a evitar prejuízos financeiros, dissabores com seus consumidores e com os órgãos de controle do cumprimento das leis.

É interessante aproveitar o prazo de 60 dias estabelecido no Decreto para o início de sua vigência no sentido de promover esses ajustes, antecipando-se aos órgãos de fiscalização e aos questionamentos dos consumidores.

(*) Coma colaboração de Gisele Aquino, sócia do Patricia Peck Pinheiro Advogados.

Olhar Digital: USP é a primeira universidade da América Latina a aderir à nuvem



A USP está aderindo à computação em nuvem. A universidade foi a primeira da América Latina a dar passos neste sentido, seguindo o modelo adotado em Harvard e no MIT. Os serviços abrangerão as áreas administrativa, educacional e científica da universidade.

A implantação do sistema foi conduzida pelo Solve System, em parceria com a Citrix e permitirá que as unidades gerenciem suas atividades por meio de um portal com interface web.

A implementação será realizada em dois Datacenters e atende todas as unidades e áreas de ensino e pesquisa. A infraestrutura suporta os órgãos que centralizam os sistemas de computação da USP, divididos entre todas os campus da universidade, espalhados pelo estado de São Paulo.

“A adoção de meios eletrônicos em práticas pedagógicas presenciais é uma realidade que deve ser considerada diante de uma geração de estudantes nativos digitais", afirma o reitor João Grandino Rodas.

O projeto começou a sair do papel em julho de 2012 e foi testada desde outubro do ano passado e já está em utilização para as atividades acadêmicas do ano letivo de 2013. 

CIO: Gestão demais é uma grande preocupação para mobilidade



Uma das maiores tendências de tecnologia é o uso crescente de dispositivos orientados para o consumidor no local de trabalho. Já não é mais uma questão de saber se os departamentos de TI devem apoiar e abraçar o movimento do traga seu próprio dispositivo (BYOD). Agora, a questão é mais sobre quando e como.

Os departamentos de TI têm muito a manter em mente: a identificação dos dispositivos de propriedade dos empregados na rede; a seleção de plataformas mais recomendadas para os usuários; o provisionamento de dispositivos para acesso seguro e o monitoramento centralizado (sejam eles da empresa ou de propriedade dos empregados); a criação de regras para lidar com dispositivos perdidos ou roubados; a adoção de ferramentas que facilitem a limpeza de dados corporativos nos dispositivos dos empregados; a coordenação compras em volume em lojas de aplicativos públicos (particularmente da Apple), e a publicação em apps desenvolvidas internamente.

A maioria dessas necessidades pode ser tratada com qualquer uma das muitas suites de gerenciamento de dispositivos móveis (MDM, na sigla em inglês). Cada uma delas oferece um conjunto específico de plataformas suportadas, recursos e ferramentas de integração de sistemas corporativos.

Mas saber que você pode satisfazer as necessidades básicas de gestão e segurança da vasta lista de plataformas móveis em uso na empresa é um ótimo começo: o grande número e a qualidade das opções já disponíveis devem ajudar os gestores a respirar um pouco mais tranquilos. É apenas o primeiro passo de uma jornada que pode parecer ter quilômetros de comprimento.

Os próximos passos são todos sobre descobrir que tipo de gestão você realmente precisa, e quando. Os detalhes podem variar drasticamente de um tipo de negócio para outro e até mesmo de uma função de trabalho para outra na mesma empresa.

Identificar as especificidades pode ajudá-lo a fazer a seleção e a implementação de uma estratégia mais fácil para que o MDM dê melhores resultados.

O mínimo

No nível mais básico, há três principais necessidades que devem ser padrão em qualquer estratégia móvel:

- Instalação e provisionamento: Você precisa configurar e instalar os dispositivos, os aplicativos necessários, os certificados de segurança, as contas de usuário para e-mail ou de acesso a outros recursos internos, e o acesso à rede.

- Limpeza remota: A capacidade de apagar os dados é fundamental. Para os dispositivos de propriedade dos usuários, isso pode incluir a necessidade de deixar dados pessoais intactos, algo que não é tão comum quando os dispositivos são de propriedade da empresa.

- Políticas de segurança: As primeiras políticas devem lidar com dispositivo de bloqueio: a requisição de uma senha, designando tempo de validade desta senha e sua complexidade, auto travamento de um dispositivo quando estiver inativo, e limpeza de dados após um determinado número de tentativas falhas de desbloqueio. Políticas de segurança, muitas vezes deve ir mais longe: exigem criptografar o dispositivo inteiro, se possível - ou, pelo menos, proteger dados específicos; configurar os serviços de VPN; limitar o acesso ao dispositivo e à plataforma padrão para a instalação de app, ou definir opções de configuração específicas, impedindo os usuários de alterá-las.

Andar na corda bamba

Em muito poucos casos o gerenciamento dos dispositivos móveis será o mínimo suficiente. Mas o outro extremo - tudo que você pode gerenciar - também pode não funcionar muito bem. Pode simplesmente irritar os usuários, adicionar complexidade aos processos de configuração e gerenciamento, e drenar recursos de TI.

Gestão demais é uma grande preocupação quando se trata de mobilidade, especialmente quando você está gerenciando os dispositivos pessoais de propriedade de empregados.

Há uma linha além da qual a gestão vai parecer intrusiva, e se você atravessá-la, é provável que você acabe com uma cultura onde os trabalhadores usam ativamente seus dispositivos, mas evitam deixar os gerentes ou profissionais de TI saberem que eles o fazem. Demasiada interferência percebida pode inibir os funcionários de dar, de forma voluntária, detalhes sobre seus dispositivos, os usos que fazem e se tiveram problemas que poderiam comprometer a segurança da empresa.

Em suma, a TI tem de caminhar em uma linha tênue, e é uma linha que pode variar muito de uma organização para outra e mesmo entre diferentes papéis na mesma empresa.

Identificação de usuários diferentes

Uma vantagem que todos os vendedores de suites MDM abraçam é a ideia de que você vai querer gerenciar dispositivos diferentes de forma diferente. Isto não é um conceito novo - afinal, permissões de arquivos e recursos de gerenciamento de cliente são comuns no desktop.

Com isso em mente, a sua melhor opção é criar uma série de perfis de gerenciamento ou configurações (detalhes que podem variar dependendo do fornecedor ou plataforma, mas com conceito universal). Você pode então gerenciar múltiplas camadas de perfis, conforme necessário, e aplicá-las variando os critérios. Este modelo é, de fato, o recomendado pela Apple para a gestão de dispositivos iOS como o iPhone e o iPad nas organizações.

Você pode, por exemplo, ter um conjunto de perfis com base na plataforma móvel e liberar o OS. Dado que cada nova versão dos sistemas iOS e Android ampliou os recursos de gerenciamento e segurança disponíveis para a empresa, você poderia ter acesso a alguns recursos suportados pela versão instalada do sistema operacional, como se um dispositivo pode ou não armazenar dados usando a criptografia disponível no dispositivo ou permitir a criação de perfis para os usuários que viajam e precisam de acesso a dados de roaming aplicados aos dispositivos de propriedade da empresa.

A maioria dos fornecedores de suites MDM pode ligar para soluções de diretório e de gestão já existentes, como o Active Directory. Isto permite adaptar os perfis de usuário existentes em torno do seu grupo com características comuns.

Embora cada organização tenha as suas próprias necessidades, é possível oferecer algumas diretrizes para o nível e o tipo de manejo apropriados para determinados tipos de usuários. Considere os seguintes exemplos como base de partida para desenvolver uma estratégia de gerenciamento móvel. Nota: Você pode facilmente misturar e combinar vários dos exemplos em sua estratégia de mobilidade.

- Completamente bloqueado: O usuário não tem capacidade de adicionar ou alterar apps, mexer com as definições de configuração, ou modificar contas de e-mail. O acesso a redes corporativas sem fio não é proibido.

- Restrição de compra: O objetivo principal é evitar a adição de aplicativos móveis, particularmente aqueles que podem levar a problemas de segurança. Dependendo de propriedades da plataforma e do dispositivo, isso pode ser aplicado também para a compra e instalação de conteúdo, como na loja iTunes da Apple. (Bom para dispositivos de propriedade da empresa.)

- Restrição de conteúdo: Limita o conteúdo que pode ser acessado a partir de um dispositivo, incluindo áudio/vídeo, websites e, potencialmente, meios de comunicação social. (Bom para dispositivos de propriedade da empresa, especialmente se eles estão voltados para o cliente. Por exemplo, se forem usadas como uma ferramenta de vendas ou de informações ou em uma sala de aula.)

- Definições pré-configuradas: Útil, com ou sem gestão, permite configurar automaticamente serviços corporativos e contas do usuário com recursos comuns, como acesso a redes Wi-Fi, VPNs, e-mail de usuário ou contas Exchange. O objetivo é fazer com que o usuário seja identificado rapidamente, para não limitar o acesso. (Bom para qualquer implantação, particularmente quando um dispositivo irá alternar entre o uso pessoal e profissional.)

- Restrições para chamadas/mensagens/roaming: Indicada principalmente para dispositivos de propriedade da empresa,. A ideia é evitar sobrecarga no plano de chamadas. Idealmente, esta é determinada pelas necessidades do empregado e deve ser parte do pacote de uma empresa de serviços mais amplo.

- Apps pré-instaladas: Similar às definições de pré-configuração, isso garante que os aplicativos necessários - inclusive personalizados em aplicações internas ou aplicativos de uma loja pública - são pré-instalados em um dispositivo. Isto é particularmente útil se os aplicativos são comprados em volume. A abordagem requer normalmente o uso de uma solução de MDM que ofereça uma loja de aplicativos para usuários privados.

Restrição de sincronização: Limitar que computadores e serviços de um dispositivo móvel possam sincronizar dados. Isto se aplica geralmente a backups no iTunes usando a iCloud, mas poderia se aplicar a outras plataformas e serviços. O objetivo é impedir a criação de um backup externo de dados da empresa. (Deve ser usado para todos os dispositivos de propriedade da empresa, mas pode ser problemática para dispositovos de propriedade ddos usuários.)

- Acesso seguro habilitado: Envolve a configuração de serviços de segurança disponíveis para garantir que os dados são transmitidos de/para um dispositivo de forma segura. Isto poderia significar a configuração de uma VPN, bem como acesso SSL para serviços como e-mail ou servidores Web, com provisionamento de certificados de segurança necessários.

- Serviço de nuvem habilitado: O dispositivo é pré-configurado para acesso privado ou a serviços da empresa na nuvem pública.

Restrição de acesso à nuvem pessoal: Limitar ou impedir o acesso aos serviços de nuvem pessoal, incluindo a iCloud. (Pode ser desafiador quando aplicada aos dispositivos de propriedade do empregado.)

- Restrições de localização de dados: Impedir o dispositivo de utilizar os serviços de localização inteiramente ou limitar o acesso a aplicativos que trabalham com dados de localização. Este é um desafio particular, dada a onipresença de recursos baseados em localização em dispositivos móveis, hoje. Uma solução: criar uma lista branca de aplicativos autorizados a usar dados de localização.

Trabalhando com usuários

A gestão da mobilidade e as abordagens BYOD podem trazer novas capacidades para os trabalhadores e desafios para a TI . É importante perceber que a equipe de já não pode, sozinha, decidir sobre soluções ou a correção de problemas. A relação entre TI e usuários precisa ser colaborativa.

Parte dessa colaboração é uma operação de TI que escuta e responde às necessidades do usuário, suas ideias e até mesmo críticas. O fato de que os dispositivos de propriedade pessoal permite aos usuários usar o dispositivo sem o conhecimento da equipe de TI é um desafio que anima a trabalhar com os usuários e não contra eles.

Isto significa proporcionar educação ao usuário em áreas como segurança, gestão de custos e questões legais ou regulamentares - uma abordagem que muitas vezes ajuda a desenvolver interações mais amigáveis e ajuda os trabalhadores a entenderem e aceitarem os limites que a TI precisa impor.

Um trabalho em progresso

Em última análise, a gestão de dispositivos móveis e o apoio dos funcionários na aquisição de tecnologia são conceitos muito novos. Não há regras rígidas e rápidas, e, em muitas situações, há uma orientação limitada - interna ou externa - para trabalhar. Isso pode fazer o trabalho envolvido parecer assustador, mas também pode oferecer oportunidades para novas ideias e trabalhar de forma mais colaborativa - os benefícios podem se estender para além destas áreas limitadas para outros projetos ou upgrades, e como eles são planejados ou considerados.

    COMPUTERWORLD: Sebrae-SP lança plataforma online grátis para apoiar pequeno varejo



    Montar uma loja convidativa e fazer de cada detalhe um aliado para alavancar as vendas. Esse é o foco do Inova Loja Digital, nova ferramenta do Sebrae-SP, oferecida gratuitamente para ajudar micro e pequenos varejistas, via internet a identificar problemas e oportunidades nas instalações do negócio que possam impactar diretamente nos lucros.

    Segundo estudos do Sebrae-SP, que acompanhou nos últimos cinco anos 8 mil empresários em 157 cidades paulistas, a aplicação do visual merchandising, técnica do marketing responsável por potencializar o ponto de venda, consegue ampliar as vendas entre 12% e 40%. “A percepção visual é o alicerce de qualquer esforço de marketing para atrair clientes. Em determinadas situações, mudamos um cenário sem a necessidade de investimentos”, explica o superintendente do Sebrae-SP, Bruno Caetano.

    Para que o empresário receba as orientações do Sebrae-SP, basta que se cadastre e responda sobre fachada, vitrine, acessibilidade, comunicação visual interna, iluminação, precificação e promoção de vendas. A ferramenta permite que o empreendedor anexe, via upload, fotos da sua loja ao formulário, que também serão analisadas.

    O formato do Inova Loja Digital foi pensado para dar agilidade na aplicação dos resultados, criando mais uma opção de consultoria dinâmica e de fácil aplicação. As respostas são analisadas por consultores do Sebrae-SP. Em até dez dias úteis, o empresário recebe um diagnóstico para melhorar o ambiente da loja corrigindo os erros apresentados.

    “Especialistas conseguem identificar detalhes simples que refletem nas vendas. Por exemplo, às vezes, o empreendedor acha que está com uma boa vitrine, mas peca na organização dos manequins. Esse problema pode ser constatado pelo Inova Loja Digital”, continua Bruno Caetano.

    O Inova Loja Digital faz parte do Programa Comércio Varejista de São Paulo, que tem como objetivo melhorar o desempenho das empresas do setor varejista por meio de capacitações e consultorias individuais oferecidas aos micro e pequenos empresários do segmento.

    O foco desse trabalho são micro e pequenas empresas dos mais diversos segmentos: lojas de roupas, calçados, móveis e decoração, farmácias, mercearias, autopeças, casas de material de construção e outras. O Inova Loja de forma física é oferecido há cinco anos pelo Sebrae-SP com visitas dos consultores aos estabelecimentos.