sexta-feira, 30 de agosto de 2013

IDG Now!: Facebook anuncia mudanças na sua política de uso de dados



A rede social colocou em seu site hoje uma série de sugestões de mudança dos documentos que regulam as atividades dos usuários e o acesso a seus dados

Diz o ditado que "depois que a casa está arrombada não adianta botar tranca na porta". Mas nesse caso não tem como escapar e o Facebook anunciou hoje em seu site que está propondo atualizações em dois importantes documentos jurídicos que explicitam como a rede social coleta e usa os dados das pessoas que por ela circulam: a Política de Uso de Dados e a Declaração de Direitos e Responsabilidades.

A mudança nos textos acontece logo depois do site ter sido condenado por um tribunal americano a pagar uma multa de US$ 20 milhões por exibir dados dos seus usuários em anúncios. Os novos documentos têm a finalidade de estabelecer claramente aos usuários da rede social que o Facebook tem o direito de usar nomes, fotos de perfis e outros dados de seus membros para entregar anúncios em seu site.

Segundo o texto publicado no site e assinado pela CPO (Chief Privacy Officer, ou Diretora de Privacidade) do Facebook, Erin Egan, "como parte dessa proposta de atualização, revisamos nossa explicação sobre como os itens como seu nome, sua foto do perfil e conteúdo podem ser usados em conexão com seus anúncios ou conteúdo comercial para ficar claro que você está dando permissão ao Facebook para esse uso quando usar nossos serviços". 

O site informa que vai colher opiniões e sugestões dos usuários sobre os textos nos próximos sete dias antes de torná-los definitivos. Com mais de 1 bilhão de usuários, o site sabe que qualquer mudança pode gerar um grande barulho dentro de sua própria casa.

A mudança dos textos não é meramente voluntária, já que no acordo judicial assinado esta semana, o Facebook foi também intimado a mudar os documentos como forma de esclarecer melhor aos usuários sobre suas práticas e como seus dados são usados em publicidade.

Para ler as novas regras em português, visite a área de documentos oficiais do Facebook.

Fonte: Bassi, Silvia . "Facebook anuncia mudanças na sua política de uso de dados - IDG Now!." IDG Now! - Notícias de tecnologia, internet, segurança, mercado, telecom e carreira. http://idgnow.uol.com.br/internet/2013/08/29/facebook-anuncia-mudancas-na-sua-politica-de-uso-de-dados/ (accessed August 30, 2013).

Olhar Digital: Spammers recebem US$ 200 milhões para atuar no Facebook



Como qualquer rede social, o Facebook está infestado de spammers, só que o site de Mark Zuckerberg hospeda um mercado enorme de mensagens indesejadas, que de tão organizado rende US$ 200 milhões por ano a seus participantes.

Os pesquisadores italianos Andrea Stroppa e Carlo De Micheli investigaram milhares de páginas no Facebook para chegar a essa soma, pesquisando por anúncios como "clique aqui para ganhar um iPhone" seguidos por links externos.

Em média, cada spam em páginas com cerca de 30 mil fãs custa US$ 13, enquanto os que são feitos em páginas com mais de 100 mil fãs saem por US$ 58, segundo o Guardian, que divulgou os dados do estudo.

Para fazer a conta, eles consideraram esses valores como extremos e que as páginas analisadas geraram 18 mil postagens por dia. Isso vezes a receita média por post - entre US$ 13 e US$ 58 -, vezes 365 dias do ano dá algo entre US$ 88 milhões e US$ 390 milhões. A média a que se chegou foram os US$ 200 milhões.

Stroppa e De Micheli também já se voltaram ao mercado alternativo que atua dentro do Twitter, em que os perfis falsos rendem até US$ 360 milhões (veja aqui). 

Fonte: "Olhar Digital: Spammers recebem US$ 200 milhões para atuar no Facebook." Olhar Digital: O futuro passa primeiro aqui. http://olhardigital.uol.com.br/noticia/37170/37170 (accessed August 30, 2013).

Olhar Digital: Projeto de veículo ultrarrápido entra em sistema colaborativo



Fundador da SpaceX e cofundador de empresas como Tesla Motors e PayPal, o americano Elon Musk é a mente por trás do Hyperloop, conceito de transporte ultrarrápido apresentado há alguns dias que poderia causar uma revolução. Agora, para dar andamento à ideia, ele colocou o projeto nas mãos de um site de trabalho colaborativo.

De acordo com o GigaOM, o Hyperloop passou a fazer parte do JumpStartFound, em que receberá ideias de várias pessoas para, quem sabe, sair do papel.

Em teoria, o veículo será movido a energia solar e unirá vagões encapsulados dentro de um tubo preparado para receber as condições ambientais necessárias para o deslocamento - que ocorreria de modo quase supersônico.

Quem, no JumpStartFound, der contribuições consideráveis, será recompensado com "pontos de aconselhamento" que depois são convertidos em royalties do projeto - caso ele seja viabilizado. O site também conta com uma plataforma de financiamento colaborativo, mas dificilmente o dinheiro necessário sairá de lá, porque é muito dinheiro.

Para testar o desempenho no trajeto de ida e volta entre Los Angeles e San Francisco (550 km), são estimados investimentos de US$ 6 bilhões para a construção de duas linhas de tubo. (Saiba mais sobre o Hyperloop.)

Fonte: "Olhar Digital: Projeto de veículo ultrarrápido entra em sistema colaborativo." Olhar Digital: O futuro passa primeiro aqui. http://olhardigital.uol.com.br/noticia/37160/37160 (accessed August 30, 2013). 

UOL: Projeto de lei nos EUA tornará crime 'cibervingança' de ex-namorados



Quem cometer ''cibervingança'' terá pena de até seis meses de prisão e multa de US$ 1.000 (R$ 2.358)

A publicação na internet de imagens pornográficas de ex-parceiros como vingança pode virar crime na Califórnia, nos Estados Unidos, de acordo com um projeto de lei proposto por um senador republicano.

De acordo com o "Huffington Post", o projeto de lei que criminaliza a "cibervingança pornográfica" – como são chamados os casos em que parceiros publicam sem permissão fotos explícitas do ex – propõe pena de até seis meses de prisão e multa de US$ 1.000 (R$ 2.358) para quem cometer o delito.

Na última terça-feira (27), a proposta foi aprovada pelo Senado estadual por 37 votos a um. O projeto ainda passará por revisão da Assembleia Legislativa da Califórnia antes de ser aprovado em definitivo.

O senador republicano Anthony Canella, autor do projeto, afirma que atualmente não há leis para combater esse tipo de crime ou outras "cibervinganças". "Infelizmente é uma tendência crescente e há muitas vítimas, muito mais do que eu poderia imaginar. Isso está destruindo a vida das pessoas", alertou.

Fonte: "Projeto de lei nos EUA tornará crime 'cibervingança' de ex-namorados - Notícias - Tecnologia." UOL Tecnologia: Notícias sobre internet, eletrônicos e inovações - Tecnologia. http://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2013/08/29/projeto-de-lei-nos-eua-tornara-crime-cibervinganca-de-ex-namorados.htm (accessed August 30, 2013).

UOL: Como softwares de conversa online mudaram a vida das pessoas



Faz 10 anos que o Skype entrou em cena. O serviço de bate-papo por vídeo não foi o primeiro softaware a permitir que as pessoas fizessem ligações pela internet.

Mas ao possibilitar chamadas feitas diretamente de um computador para outro - e de graça -, o Skype ajudou a popularizar o conceito.

Tanto que hoje o Skype enfrenta diversos concorrentes, como o Google Hangouts, o Facetime da Apple, o BBM do do Blackberry, o Tanto e o Viber.

Mas nesse décimo aniversário do Skype, é importante refletir sobre o impacto que as tecnologias podem ter na vida das pessoas.

Avós e netos

Um exemplo é o casal Lu Yang e Hamid Sirhan. Quando os recém-casados, que vivem em Londres, decidiram ter um bebê, eles sabiam que os pais de Lu não conseguiriam vir para o parto e nem visitá-los frenquentemente.

Mas quando a recém-nascida Yasmina foi levada para casa, uma chamada de vídeo permitiu que os avós conhecessem a netinha, mesmo estando em Pequim.

"Nós falamos com eles todas as noites. E esse é o único jeito para que eles possam ver a netinha crescer", diz Yang.

"Eles não têm como pagar uma viagem para Londres no momento e a gente também não tem como ir para lá agora."

Yang afirma ainda que ela também usa essa tecnologia para propósitos mais sérios. Até recentemente, ela trabalhava para um instituição em Londres que ajudava jornalistas perseguidos em todo o mundo.

"Esse é o único jeito para entrar em contato com certos jornalistas de países com regimes repressivos", diz Yang.

"Eles podem ser mortos se tentarem entrar em contato conosco usando um telefone, para discutir uma matéria que eles estejam escrevendo, que normalmente são sobre crime e corrupção."

Doutores robôs

Essa tecnologia também vem sendo aproveitada na área médica.

O médico Maneesh Batra, do Hospital Infantil de Seattle, nos Estados Unidos, é um bom exemplo. Ele liga frequentemente para o Hospital Kiwoko, na zona rural de Uganda, para ajudar médicos locais.

Segundo ele, na hora de explicar procedimentos complicados, usar chamadas em vídeo é muito mais fácil do que tentar fazer isso por email ou por uma ligação comum.

Uma equipe de pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT), também nos EUA, está tentando ir um passo além com uma empresa chamada iRobot.

Eles criaram uma máquina que desliza pelos corredores de um hospital, permitindo que profissionais da saúde falem com pacientes em outros prédios. Para isso, um robô com uma tela de 38 centímetros, uma câmera e um microfone se conecta a um sistema de vídeo-conferência da empresa Cisco.

"De um lado, há população envelhecendo e uma crise sobre como fornecer cuidados médicos a essas pessoas. De outro, há a tecnologia robótica. Então, basta colocar essas duas coisas juntas e teremos algumas soluções", diz Jeff Beck, da Cisco.

'Unindo vidas'

A gigantes da tecnologia Microsoft comprou o Skype em 2011 por US$ 8,5 bilhões. E, como é de se esperar, o vice-presidente da empresa para o Skype, Mark Gillett, tem sua própria história favorita sobre como essa tecnologia pode "unir a vida das pessoas".

"Há cerca de um ano, vi alguns retratos em que as pessoas ligaram seus laptops em um projetor e (usaram o software) para unir a família e tirar uma foto", conta.

"Era uma família dividida na Coreia do Norte e na China. Eles jamas conseguiriam estar jutnos de outro jeito. Era uma representação visual e gráfica do poder que o vídeo tem de dissolver a geografia."

Abusos

Mas apesar de todos os benefícios, também uma lado negro no crescimeto da tecnologia de vídeoconferência.

No início dessa semana, um cadete australiano foi julgado e considerado culpado por usar o Skype para transmitir, para o computador do quarto de uns amigos, o momento em que ele e uma colega faziam sexo - sem que ela soubesse.

O caso fez com que o governo ordenasse uma revisão profunda de acusações de sexismo no Exército.

Também há inúmeros casos em que criminosos usam essa tecnologia para convencer jovens a posar em poses sugestivas e depois usar as gravações para chantageá-los e assim obrigã-los a continuar posando.

"O fato é que essas pessoas podem usar esse tipo de software e também meios para dificultar que eles sejam encontrados. Isso significa que pode haver abusos, em alguns casos, muito graves", diz John Carr, secretário do Comitê das Organizações Infantis para uma Internet Segura.

"É por isso que os pais precisam conversar com as crianças sobre o cuidado necessário sobre com quem eles conversam online."

Bênção

No entanto, ele afirma que a vídeo-conferência recentemente foi uma bênção para sua família.

Tudo começou quando sua filha que morava no Camboja ficou grávida e, junto com o marido, resolveu voltar para a Grã-Bretanha para ter o bebê. No entanto, o genro cambojado de Carr foi barrado na imigração britânica, e o casal voltou para o país asiático.

Assim, Carr não conseguiu estar presente no grande dia - mas um tablet o ajudou a não perder por completo o nascimento da neta.

"Com o Skype ligado no iPad, começamos a acompanhar tudo cerca de um minuto após a chegada de Ivy. Vimos quando ela foi colocada no peito da mãe, ainda estava ligada ao cordão umbilical."

"Alguns dos primeiros sons que Ivy ouviu foi o pai dela falando em khmer (idioma oficial do Camboja). E as corajosas parteiras todas chorando."

Fonte: "Como softwares de conversa online mudaram a vida das pessoas - Notícias - Tecnologia." UOL Tecnologia: Notícias sobre internet, eletrônicos e inovações - Tecnologia. http://tecnologia.uol.com.br/noticias/bbc/2013/08/30/como-softwares-de-conversa-online-mudaram-a-vida-das-pessoas.htm (accessed August 30, 2013).

G1: Redes sociais mudam a dinâmica da busca de empregos


 
Redes sociais ajudam trabalhador a arrumar um emprego.

O paulista Marcus Aurélio Kouyomdjian trabalhava em uma concessionária de veículos quando seu perfil profissional, postado na rede social LinkedIn, chamou a atenção de uma grande loja de produtos veterinários.

Ele não estava procurando emprego na época, 'mas quando veio o convite para o processo seletivo, pensei: Vou ver o que acontece', conta à BBC Brasil.

Marcus Aurélio acabou aceitando o novo emprego. E recomendou a seu filho mais velho, Pedro, que também levasse seu currículo às redes sociais. Pedro, um engenheiro de 25 anos, tampouco pensava em mudar de emprego, mas recebeu uma proposta interessante e acabou aceitando uma vaga como coordenador de obras.

As redes sociais estão trazendo mudanças às dinâmicas de busca de empregos, tanto para profissionais como os Kouyomdjian quanto para empregadoras, apontam especialistas ouvidos pela BBC Brasil.

Para começar, o contato entre Marcus Aurélio e Pedro e as empresas que os contrataram só ocorreu graças às redes sociais. Nos EUA, esse fenômeno foi batizado de 'procurar emprego passivamente' ('passive job seeking') - ou seja, alguém que não estava ativamente atrás de um novo trabalho pode acabar aceitando uma oferta atraente que tenha a ver com seu perfil e seus interesses.

'As redes sociais quebraram paradigmas (no processo) de contratações', diz à BBC Brasil Milton Beck, diretor de soluções de talento da rede social profissional LinkedIn, que tem 13 milhões de usuários no Brasil e 238 milhões no mundo. A rede usa algoritmos para cruzar pré-requisitos de vagas disponíveis como perfil dos profissionais cadastrados, de acordo com sua experiência e características postadas online.

Segundo Beck, 70% dos usuários não estão no LinkedIn em busca de empregos, mas sim para manter-se visíveis, fazer contatos e participar de grupos de interesse.

'Eles já estão empregados, mas se surgir uma oportunidade de crescimento profissional, estão abertos a conversas. Antes das redes sociais, essas pessoas não estavam acessíveis em grande escala para as empresas que buscam contratá-los.'

Rapidez e padronização
Outra mudança, diz Marcelo Miguel Raffaelli Filho, diretor da consultoria Great Place to Work, é que 'a informação de vagas disponíveis e de candidatos interessados fica mais rápida': torna-se possível filtrar candidatos por formação acadêmica ou cidade onde mora, por exemplo.

'A padronização dos currículos também facilita a comparação dos candidatos; e temos mais qualidade e quantidade de informações disponíveis sobre eles, como cursos, conquistas profissionais e habilidades que muitas vezes não estão no CV impresso. É uma via de mão dupla: o candidato passa a ter (acesso) a mais conteúdo sobre as empresas', agrega Raffaelli.

E não é só no LinkedIn. Algumas empresas e recrutadoras buscam informações dos candidatos em outras redes, como Facebook, Google+ e Twitter, ou criam páginas de carreiras no Facebook como um ponto de contato com potenciais novos funcionários.

Um levantamento de abril do grupo Society for Human Resource Management, nos EUA, mostrou que 77% das empresas pesquisadas relataram usar cada vez mais as redes sociais para recrutar funcionários.

Dicas

Como, então, aproveitar o potencial da rede para melhorar sua exposição e seus contatos profissionais? Veja o que sugerem especialistas consultados pela BBC Brasil:

Manter o perfil atualizado e com o máximo de informações relevantes. 'É bom ser detalhado - isso ajuda headhunters a identificar bons candidatos em potencial', diz Giuliana Tranquilini Hadade, da empresa de recrutamento GNext.

No caso do LinkedIn, 'quanto mais detalhado o perfil, melhor será entendido pelos algoritmos, que poderão fazer o melhor cruzamento entre o perfil e as vagas adequadas', diz Beck. 'E o perfil não é apenas um currículo: permite detalhar resultados obtidos em trabalhos anteriores, anexar vídeos, apresentações ou palestras feitos pelo profissional e mesmo grupos de interesse e causas que ele defende.'

Beck também sugere ilustrar o perfil com uma foto - de ar profissional, é claro. 'A foto torna as pessoas mais tangíveis, o que aumenta sua possibilidade de se conectar com outras.'

Limite seus contatos a quem te interessa. Para Beck, não adianta usar redes profissionais para seguir um grande número de pessoas e empresas indiscriminadamente. 'Siga empresas e grupos que te interessam e pessoas que você conhece. Caso contrário, vai se desviar (de seus objetivos)', diz.

Segundo Raffaelli, da Great Place to Work, isso significa também se relacionar com empresas que você admira e com as quais se identifica - essa aproximação pode, em algum momento, se converter em oportunidades profissionais.

Prepare-se para a entrevista. Para Hadade, as redes sociais não substituem o contato cara a cara. 'A rede social é um filtro inicial. Mas a entrevista permite conhecer o candidato e seus valores', diz ela.

Bom senso, sempre. Muitas empresas de RH dizem que se limitam às redes sociais profissionais e ficam longe de redes de caráter mais pessoal, como o Facebook, quando o assunto é avaliar seus candidatos. 'Respeitamos a privacidade dos candidatos', diz Raffaelli, da Great Place to Work. Outras usam Facebook e Twitter para conhecer melhor as pessoas que querem recrutar.

Seja como for, é importante lembrar que o que postamos online pode ser acessado por empregadores em potencial, diz Hadade. 'Hoje, o que colocamos na internet é como uma tatuagem, que nos acompanha pela vida. É bom ser verdadeiro e transparente, mas também ter bom senso quanto a o que pode te prejudicar profissionalmente.'

Indicações
Claro que a rede não traz só vantagens: muitos podem receber abordagens inconvenientes ou ofertas de vagas que não têm a ver com seus rumos profissionais. E, mesmo antes das redes sociais, já proliferavam sites de empregos e RH.

E, ainda que a internet seja cada vez mais usada para recrutamento, para o engenheiro Pedro Kouyomdjian, 'ainda não tem nada igual às indicações pessoais'.

'Mas as redes sociais são boas para você se manter no mercado. Quando precisar, alguém pode ter ouvido falar de você e visto seu perfil online.'

Seu pai, Marcus Aurélio, já trocou o emprego que conseguiu pelas redes sociais por outro, de consultor de vendas corporativas de veículos, obtido graças à sua rede pessoal de contatos. Ele acha que a web é muito boa para fazer 'networking' e torná-lo mais visível no mundo corporativo. 'Mas não dá para depender só dela.'

Fonte: "Economia - Redes sociais mudam a dinâmica da busca de empregos." G1 - O portal de notícias da Globo . http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/08/redes-sociais-mudam-a-dinamica-da-busca-de-empregos.html (accessed August 30, 2013).

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Abep: Confira as principais atrações do Secop 2013

Confira as principais atrações do Secop 2013 que será de 11 a 13/09 em Vitória (ES):

COMPUTERWORLD: Smartphone isento de impostos tem que conter 5 aplicativos nacionais



A partir de 10 de outubro deste ano, os smartphones fabricados no Brasil e beneficiados com desoneração fiscal de PIS/Cofins deverão conter um pacote com pelo menos cinco aplicativos nacionais. Esse número terá de aumentar gradualmente até chegar a 50 aplicativos, em dezembro de 2014. As exigências estão previstas em portaria publicada nesta quarta-feira (28/08) pelo Ministério das Comunicações (Minicom), no Diário Oficial da União.

De acordo com a norma, os aplicativos deverão ser oferecidos em língua portuguesa e possuir indicação livre. Os aplicativos vão incluir diferentes categorias como educação, saúde, esportes, turismo, produtividade e jogos. 

O Ministério das Comunicações terá de aprovar os aplicativos escolhidos pelos fabricantes, que deverão encaminhar suas propostas ao ministério. A portaria detalha toda a documentação a ser enviada.

Além dos aplicativos obrigatórios, o Ministério das Comunicações também poderá indicar a inclusão de outros apps nacionais. Nesse caso, os aplicativos serão apresentados em posição de destaque e deverão possuir utilidade pública, ser de serviços governamentais ou escolhidos por concurso. 

O ministério notificará os fabricantes a qualquer momento sobre os aplicativos escolhidos, além de divulgar a seleção na internet. As indústrias terão até 90 dias, a partir da notificação, para liberar os aplicativos de utilidade pública e serviços de governo.

A portaria estabelece ainda que os aplicativos nacionais poderão ser oferecidos aos consumidores de diferentes formas: pré-instalados; disponibilizados por meio de guias de instalação (wizards), quando da configuração inicial do aparelho; ou disponibilizados por meio de aplicação dedicada, embarcada, que conterá, em destaque, uma lista atualizável por meio da internet com hiperlinks para download e instalação dos aplicativos.

Origem nacional 

A comprovação da origem nacional dos apps poderá ser feita de várias maneiras: registro do aplicativo no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI); extrato do relatório de investimento em P&D; laudo técnico emitido pelo fabricante, que ateste o desenvolvimento nacional do aplicativo; ou apresentação de CNPJ e comprovante de endereço da empresa ou CPF da pessoa física desenvolvedora, além de cópia do contrato firmado entre as partes.

Fonte: "Smartphone isento de impostos tem que conter 5 aplicativos nacionais - COMPUTERWORLD." Portal sobre tecnologia da informação e telecomunicações - COMPUTERWORLD. http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2013/08/28/smartphone-isento-de-impostos-tem-que-conter-software-nacional/ (accessed August 29, 2013).

Convergência Digital: Três anos depois, política pública para computação na nuvem ainda engatinha

Três anos depois, política pública para computação na nuvem ainda engatinha


Pelo menos desde 2010, ou seja, há três anos, o governo federal trabalha em planos para fomentar o uso da computação em nuvem dentro da administração pública – até como forma de utilizar o porte do Executivo no caminho dessa tecnologia. Os avanços, no entanto, ainda não são palpáveis – e alguns projetos sequer foram avante.

Dois pontos desde então tidos como primários em busca de fomento à nuvem seguem sem definição. Um deles é uma lei sobre proteção de dados. Um projeto já existe, desenhado pelo Ministério da Justiça, mas ainda aguarda uma posição do Planalto para seguir ao Congresso.

O uso da computação em nuvem no governo também depende das regras de compras públicas. Uma percepção inicial foi de que as normas como a Instrução Normativa 4 – o principal instrumento para aquisição de TI no governo – não estão adequadas ao mundo da nuvem.

Ainda assim, propostas de alterações na IN 4 ainda estão sendo elaboradas no âmbito do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação. Ou seja, sequer se avançou em uma discussão que deve também tomar tempo, uma vez que as tratativas dessas propostas com a Secretaria de Logística e TI, do Planejamento, que é quem a operacionaliza.

O grande projeto desenhado pelo governo - que unia esforços do Serpro, Dataprev e Telebras, com apoio do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC) e até uma linha de financiamento específica da Finep - ao que parece não vingou. Como mencionado nesta quarta-feira, 28/8, no Fórum RNP, esse projeto ficou mais modesto – caminha para uma espécie de ‘Dropbox’ brasileiro. 

Não significa que nada caminhou. O Serpro vai inaugurar, em setembro, o seu serviço de computação em nuvem para sustentar o programa de Cidades Digitais do Ministério das Comunicações – será o caminho para levar aplicativos às prefeituras beneficiadas com os incentivos públicos. Mas, como se vê, é muito mais uma iniciativa isolada da estatal do que uma política unificada. 

Fonte: Grossmann, Luís Osvaldo . "Três anos depois, política pública para computação na nuvem ainda engatinha - Convergência Digital - Cloud Computing." Convergência Digital. http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=34696&sid=97#.Uh9FQ9JJPE0 (accessed August 29, 2013).

COMPUTERWORLD: TIM vai ajudar governo a monitorar chuvas contra desastres



O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e a operadora de telefonia TIM Brasil assinam nesta quarta-feira (28/08) termo de parceria que prevê a instalação de plataformas de coleta de dados pluviométricos em Estações Rádio Base (ERB) localizadas nas proximidades de áreas de risco de desastres naturais. 

Numa primeira fase, a expectativa é instalar pluviômetros automáticos em cerca de 200 antenas da TIM. Algumas delas já foram aprovadas para a instalação do equipamento, nos estados do Ceará, Pernambuco, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.

Nesta parceria, a instalação e a manutenção dos equipamentos serão de responsabilidade de técnicos do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), enquanto a TIM oferece, além do local para a instalação do pluviômetro, os chips para a transmissão dos dados. 

“Com os dados, será possível registrar, a cada cinco minutos, a quantidade de chuva sobre as áreas de risco de deslizamentos e de inundações bruscas, a fim de oferecer mais segurança às comunidades que vivem nessas áreas”, afirma o Secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do MCTI, Carlos Nobre.

Atualmente, o governo federal, por meio do Cemaden do MCTI, monitora mais de 340 municípios, enviando alertas de risco de deslizamento e inundação. A meta do governo é instalar um total de 2.800 pluviômetros automáticos em todo o País, além de ampliar para 821 o número de municípios monitorados, até o final de 2014.

Observação virtual

Outra parceria a ser firmada na cerimônia, com a presença do ministro Marco Antonio Raupp e do presidente da TIM, Rodrigo Abreu, é um projeto de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação, considerado inédito na América Latina, que será realizado em parceria com a o Planetary Skin Institute (PSI) e com instituições líderes em P&D, parceiras do MCTI e da TIM. 

O PSI é uma organização global, independente, de pesquisa e desenvolvimento sem fins lucrativos que visa aprimorar o desenvolvimento de plataformas nacionais para a gestão proativa de riscos de desastres naturais e de gestão sustentável de recursos naturais.

Nesta parceria, a TIM irá liberar para o PSI e para o Cenadem/MCTI os dados dos links de rádio da operadora para o desenvolvimento de uma capacidade inovadora de observação pluviométrica virtual em todo o país, sem a necessidade de uma cobertura alta de estações meteorológicas físicas. Com as informações coletadas pela rede móvel de telefonia, será possível criar mapas pluviométricos em alta resolução, em tempo real. 

Fonte: "TIM vai ajudar governo a monitorar chuvas contra desastres - COMPUTERWORLD." Portal sobre tecnologia da informação e telecomunicações - COMPUTERWORLD. http://computerworld.uol.com.br/telecom/2013/08/28/tim-vai-ajudar-governo-a-monitorar-chuvas-contra-desastres/ (accessed August 29, 2013).

Portal A TARDE: Governo ampliará aporte em internet em área deficitária


Governo prevê para final do ano sistema de pagamentos via celular no Brasil

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, reafirmou neta quarta-feira, 28, durante almoço promovido pela Federação Nacional das Associações dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (Fenadvb), que o governo vai complementar os investimentos de telecomunicações em áreas onde as operadoras de telefonia não estão fazendo aportes para o desenvolvimento das redes. "Nossa preocupação é melhorar o ambiente de negócios e estamos avaliando fazer alguns investimentos em áreas deficitárias", disse, em referência à elaboração do novo programa nacional de banda larga.

Segundo ele, as teles vêm realizando investimentos, destacando que em 2012 foram aplicados mais de R$ 25 bilhões, um recorde anual. No entanto, em regiões metropolitanas, como no centro de São Paulo, várias empresas prestam os serviços, enquanto em áreas mais afastadas são poucas, o que eleva os preços. "Temos o desafio de promover o desenvolvimento de infraestrutura de forma igual", afirmou. Bernardo citou como exemplo as regiões Norte e Centro-Oeste, onde os serviços de banda larga devem ser prestados via satélite.

Bernardo acrescentou no discurso que nos "próximos dias" deve ser fechada medida provisória que vai regulamentar os pagamentos móveis, via celular. "Estamos apostando muito nos pagamentos móveis", disse Bernardo, em referência ao fluxo de cerca de R$ 650 bilhões movimentados por pessoas sem conta bancária.

Fonte: Petry, Rodrigo . "Portal A TARDE - Governo ampliará aporte em internet em área deficitária." Portal A TARDE. http://atarde.uol.com.br/materias/1529376 (accessed August 29, 2013).

INFO: Cientista controla movimentos de colega pela internet



São Paulo – Dois cientistas americanos criaram uma interface cerebral não-invasiva entre humanos. Isso significa que foi possível enviar um sinal cerebral e controlar o movimento de outra pessoa pela internet. Tudo isso sem nenhuma cirurgia.

Os pesquisadores são da Universidade de Washington. Ao usar informações de impulsos elétricos do cérebro do pesquisador Rajesh Rao e uma forma de estímulo magnético no crânio do cientista Andrea Stocco, foi possível enviar um sinal cerebral de um ao outro.

Para conseguir criar essa interface, Rao usou um capuz com eletrodos ligados a uma máquina de eletroencefalograma. Já Stocco vestiu uma touca receptora capaz de fazer um estímulo magnético transcraniano, ou seja, que atravessa o crânio até o cérebro.

Segundo nota divulgada pela universidade, os dois cientistas estavam em prédios opostos no campus. Apesar da distância, foi possível fazer com que a interface movesse o dedo de Stocco pelo teclado.

Quando se conectou a Stocco, Rao foi colocado diante de uma tela de computador com um jogo no estilo arcade. Foi quando os cientistas perceberam que Stocco movia involuntariamente seu dedo indicador direito e apertava a barra de espaço do teclado, como se atirasse nos alvos do game. Stocco afirmou que teve a sensação que mão se movia de forma involuntária, como em um tique nervoso.

Veja a experiência no vídeo abaixo:
Fonte: Daraya, Vanessa . "Cientista controla movimentos de colega pela internet | INFO." INFO | Notícias, reviews, downloads, dicas e fóruns de tecnologia e internet. http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/2013/08/cientista-controla-movimentos-de-colega-pela-internet.shtml (accessed August 29, 2013). 

Folha de S.Paulo: Brasil é o melhor lugar para start-ups, diz fundador de feira tecnológica


Não há lugar melhor para uma companhia iniciante de tecnologia que o Brasil.Essa é a opinião de Gary Shapiro, fundador da feira de tecnologia CES, uma das maiores do mundo, e presidente da CEA, associação que realiza o evento anualmente em Las Vegas.

Para Shapiro, o atual momento de robustez econômica, o aumento no uso da internet pela população e os eventos esportivos que acontecerão nos próximos anos (a Copa do Rio, em 2014, e os Jogos Olímpicos, em 2016) fazem do país um terreno fértil para esse tipo de negócio.

O executivo falou nesta quarta-feira (28) em videoconferência durante a segunda edição da conferência The Next Web Latin America, que vai até a quinta-feira, em São Paulo.

O empresário, que revelou que hoje é seu aniversário (apesar de não ter dito qual é sua idade), contou que não pôde vir ao país por causa da "burocracia brasileira": seu passaporte não foi liberado até ontem, quando voaria para a capital paulista.

Gary Shapiro, presidente da CEA, fala durante a feira 
CES, que organiza, em Las Vegas.

Shapiro, que lançou neste ano o livro "Ninja Innovation", deu dicas para pessoas que estão começando no mundo das start-ups.

"Muitas pessoas acreditam que empreendedorismo é fazer tudo sozinho. Isso é um mito. Uma boa equipe pode ajudar tanto externamente, por meio dos contatos, quanto internamente, com o talento dos membros", disse.

Para Shapiro, a contratação de funcionários para uma companhia iniciante é um momento crucial. "Não é interessante chamar alguém para trabalhar com você se a pessoa for parecida com seu filho, com seus amigos. Contrate alguém que é muito diferente de você."

Sobre planejamento, o executivo disse que muitas vezes um plano de negócios pode simplesmente ser inútil quando aplicado. "Planos de negócios são muito bons na teoria, mas eles devem ser criados rapidamente [para ter resultado]. O ideal é pensar nos problemas do consumidor e em formas de resolvê-los. Inovar é fazer algo que as pessoas querem comprar."

Fonte: GONZAGA, YURI . "Folha de S.Paulo - Tec - Brasil é o melhor lugar para start-ups, diz fundador de feira tecnológica - 28/08/2013." Folha Online. http://www1.folha.uol.com.br/tec/2013/08/1333308-brasil-e-o-melhor-lugar-para-start-ups-diz-fundador-de-feira-tecnologica.shtml (accessed August 29, 2013).

INFO: 5G será cem vezes mais rápido que o 4G, diz Huawei



São Paulo - A fabricante chinesa Huawei revelou que planeja implementar redes comerciais da tecnologia de quinta geração (5G) até 2020.

Segundo a Huawei, a tecnologia 5G poderá oferecer velocidade de navegação até cem vezes maior do que a atualmente oferecida pelo 4G

A revelação foi feita pelo vice-presidente do conselho da Huawei, Ken Hu. O executivo afirmou que a empresa já possui uma grande equipe de engenheiros trabalhando para a nova tecnologia. 

De acordo com dados da Associação Global de Fornecedores Celulares, atualmente existem 200 redes 4G operando comercialmente em 75 países. Outras 200 estão em desenvolvimento. Para a Huawei, metade da população mundial terá acesso às redes 4G até 2018.

A chegada do 5G ainda precisa ser regulamentada para definir as frequências que serão utilizadas. A quinta geração de banda larga móvel poderá oferecer velocidades de até 10 gigabytes, contra os atuais 100 megabytes registrados pelo 4G.

Fonte: Campi, Monica . "5G será cem vezes mais rápido que o 4G, diz Huawei | INFO." INFO | Notícias, reviews, downloads, dicas e fóruns de tecnologia e internet. http://info.abril.com.br/noticias/mundo-mobile/2013/08/5g-sera-cem-vezes-mais-rapido-que-o-4g-diz-huawei.shtml (accessed August 29, 2013).

IDG Now!: Como um ataque ao DNS na Austrália derrubou grandes sites dos EUA



Crackers aparentemente atingiram uma empresa australiana de serviços de TI, a Melbourne IT, que presta serviços de registro de nomes de domínio aos grandes sites.

Twitter, The New York Times e outros sites de destaque foram atingidos por um poderoso ataque cibernético que continuou afetando outros sites na terça-feira (27), direcionando os visitantes para um site supostamente controlado pelo Exército Eletrônico da Síria (SEA).

Os crackers aparentemente atingiram uma empresa australiana de serviços de TI, a Melbourne IT, que presta serviços de registro de nomes de domínio. O SEA realizou recentemente vários ataques de alto perfil contra a mídia e outros sites.

Parece que os hackers modificaram entradas no DNS (Domain Name System) mestre, o que permitiu a substituição dos endereços IP corretos do Twitter.com e do NYTimes.com por um próprio, disse David Ulevitch, CEO e fundador da empresa de segurança OpenDNS.

A OpenDNS monitora quando os domínios são redirecionados, e aparentemente ele continuou noite adentro (horário dos EUA), disse Ulevitch.

O DNS é uma lista de contatos para websites. Ele permite que um domínio, como idg.com, seja traduzido em um endereço IP que pode ser solicitado por um browser. Ataques contra DNS podem ser poderosos, já que eles podem mudar o tráfego de repente para um site controlado por um cracker - o que pode representar grande risco aos visitantes que foram inadvertidamente redirecionados para a página.

Os domínios Twitter.com e o NYTimes.com estão listados como registrados pela Melbourne IT, de acordo com o "whois" - o banco de dados de registros de nome de domínio.

As a domain name registrar, Melbourne IT holds the master DNS record, Ulevitch said. It would appear that the affected sites, some of which were listed by security vendor AlienVault Labs, have their master DNS records with Melbourne IT.

Como sendo responsável por registrar nomes de domínios, a Melbourne IT detém o registro de DNS mestre, disse Ulecitch. Parece que os sites afetados, alguns deles listados como seguros pelo fornecedor AlienVault Labs, possuem seus registros do DNS mestre com a Melbourne IT.

Existem algumas maneiras que os crackers poderiam modificar um registro DNS. Um cibercriminoso poderia obter as credenciais de acesso necessárias para modificar os registros DNS de uma organização em um registrador como a Melbourne IT. 

Ulevitch disse que esse tipo de invasão é improvável neste caso, uma vez que muitos sites foram redirecionados. O mais provável é que os atacantes ganharam acesso à infraestrutura da Melbourne IT, disse.

Funcionários da empresa não puderam ser imediatamente contatados até a quarta-feira (28) ela manhã, para falar sobre o assunto.

Além das brincadeiras

Ataques ao DNS podem ter outras consequências graves. Ao redirecionar o nome de domínio do The New York Times também significa que e-mails recebidos e enviados à companhia poderiam ter sido redirecionados para o servidor controlado pelo atacante.

"Se você é uma fonte confidencial do The New York Times e envia um e-mail que é redirecionado para outro servidor, você acabou de estragar seu disfarce", disse Ulevitch.

Em uma reportagem, o jornal escreveu que "o ataque também obrigou os funcionários a terem cuidado no envio de e-mails."

Além disso, o site para o qual as pessoas estavam sendo redirecionadas também pode ser projetado para verificar se tais visitantes possuem vulnerabilidades de softwares sem correção que poderiam ser usadas ​​para infectar seus computadores com malware.

Uma vez que os sites deste ataque tem alto tráfego, "você pode infectar milhões de pessoas em questão de minutos", disse Ulevitch.

O site do SEA é baseado na Rússia, disse Jamie Blasco, diretor da AlienVault. A página não estava respondendo, o que provavelmente foi resultado de uma enorme quantidade de tráfego redirecionado. O SEA não pode ser imediatamente contatado para comentar o assunto.

Eileen M. Murphy, vice-presidente de comunicação corporativa do New York Times, disse que o site do jornal não estava disponível para as pessoas que navegam de dentro dos EUA, mas estava funcionando para aqueles fora do país.

"Estamos trabalhando para resolver o problema", disse Eileen.

O Twitter informou que um dos seus domínios usados ​​para servir imagens, o twimg.com, foi afetado a partir das 20h49 (horário local) e interrompeu a visualização de algumas imagens. O domínio foi restabelecido às 22h29 (horário local), escreveu o Twitter em uma atualização de serviço.

"Nenhuma informação de usuários do Twitter foi afetada por este incidente", disse a empresa.

Fonte: Kirk, Jeremy . "Como um ataque ao DNS na Austrália derrubou grandes sites dos EUA - IDG Now!." IDG Now! - Notícias de tecnologia, internet, segurança, mercado, telecom e carreira. http://idgnow.uol.com.br/internet/2013/08/28/como-um-ataque-ao-dns-na-australia-derrubou-grandes-sites-dos-eua/ (accessed August 29, 2013).

INFO: Uso de pagamento móvel será liberado este ano, diz governo



São Paulo - O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, projeta para o final deste ano ou início de 2014 o começo do funcionamento dos sistemas de pagamentos móveis.

Segundo ele, a medida provisória, que regulamenta o sistema, deve entrar na pauta do Congresso nos "próximos dias" e a expectativa é de que seja votada em setembro.

Bernardo disse que o governo está estudando inclusive que os pagamentos a aposentados e de beneficiários de programas sociais, como o Bolsa Família, sejam realizados por meio das contas vinculadas a uma linha de celular. "Ao invés de ir ao banco, o cidadão poderá usar o dinheiro diretamente, ir a uma casa lotérica ou ao mercado gastar", afirmou.

O ministro acrescentou que praticamente todas as teles já fizeram acordos com bancos para operar o sistema. Elas aguardam regulamentação. Bernardo disse que a regulamentação prevê que os sistemas sejam operáveis entre os diversos agentes, bancos e operadoras de telefonia. "Ninguém poderá dominar o outro", acrescentou.

Os sistemas de pagamentos serão operados por meio de envio de mensagens de texto (SMS), por meio de senhas, ou através de operações com smartphones para transferência de valores. A intenção do governo é promover a inclusão bancária de cerca de 40% da população que não tem acesso a conta corrente e movimenta anualmente cerca de R$ 650 bilhões.

Nesse sistema, as teles vão ganhar com o fluxo de SMS e vão intermediar, por meio do vínculo com bancos, os valores depositados pelos clientes. No caso dos bancos, vão ter acesso a recursos que antes eram movimentados em dinheiro em espécie. Já as administradoras de cartão vão ter a opção de entrar ou não no sistema, detalhou o ministro.

Bernardo participou de almoço promovido pela Federação Nacional das Associações dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (Fenadvb).

Fonte: "Uso de pagamento móvel será liberado este ano, diz governo | INFO." INFO | Notícias, reviews, downloads, dicas e fóruns de tecnologia e internet. http://info.abril.com.br/noticias/mercado/2013/08/uso-de-pagamento-movel-sera-liberado-este-ano-diz-governo.shtml (accessed August 29, 2013).