segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Folha de S.Paulo: Nokia lança linha de celulares com Android

BRUNO ROMANI

No primeiro dia de MWC, um dos eventos mais importantes para a indústria móvel, a Nokia pulou a cerca. Depois de ter abandonado o Symbian pelo Windows Phone e de ter caído nas mãos da Microsoft, a gigante finlandesa anunciou uma linha de telefones com Android como sistema operacional.

Stephen Elop, executivo-chefe da Nokia, começou a apresentação exaltando as qualidades do Windows Phone e citou o crescimento da plataforma em mercados como Reino Unido, Itália, Bélgica, Nigéria, Tailândia e Vietnã. Mas logo ficou claro a razão para a guinada de estratégia.

A Nokia pretende se beneficiar dos gigantesco catálogo de apps do Android, patamar que o Windows Phone sofre para atingir. Os três aparelhos, Nokia X, Nokia X+ e Nokia X Plus, rodam uma versão bastante alterada da plataforma do Google, algo parecido com o que a Amazon faz com o Kindle Fire.


Celulares da linha X, da Nokia, com sistema 
operacional Android

O nome da gigante das buscas, aliás, só foi citado na apresentação quando Elop quis deixar claro que os usuários não terão acesso direto aos serviços do Google, como a loja de apps Play Store. Os aplicativos serão oferecidos por uma loja da Nokia ou poderão ser baixadas em lojas independentes.

Segundo o chefe da Nokia, a empresa identificou que o segmento de aparelhos na faixa dos € 100 cresceu quatro vezes mais que o resto do mercado, e que a linha X pode representar uma grande oportunidade –principalmente em mercados emergentes.

Durante toda a apresentação, os serviços da Microsoft, principalmente na forma do serviço em nuvem One Drive, foram citados como atrativo para a linha X. A Nokia confia também na interface que criou para o Android, bastante inpirada no Windows Phone.

Mas não adiantou fazer tanto agrado. Nenhuma novidade sobre o sistema da Microsoft foi anunciado -com exceção do kit de desenvolvedores para o app de câmera.

O Nokia X e o X+ terão tela de 4 polegadas (resolução WQVGA), enquanto o XL terá tela de 5 polegadas. Os dois menores têm câmera de 3 Mpixels e o maior ficará com 5 Mpixels. O processador será um Snapdragon da Qualcomm de dois núcleos. As especificações lembram as do Lumia 520, aparelho de baixo custo que representa o maior sucesso da plataforma Windows Phone até hoje.

A linha X poderá canibalizar os aparelhos mais baratos da linha Lumia, mas a empresa deixou claro que pretende continuar levando os aparelhos com Windows Phone no topo de seus produtos. Eventuais reduções de preços acontecerão em conjunto, com a linha X sempre sendo mais barata. O que pode levar a uma competição no futuro entre a linha X com os aparelhos com Asha.

O Nokia X foi lançado por € 89, o X+ por € 99 e o XL por € 109.

BRASIL

A linha X chegará ao Brasil no segundo trimestre com apenas dois aparelhos: o X e o XL. os preços não são conhecidos, mas seguirão a mesma estratégia global: entre as linhas Asha e Lumia.

O Lumia mais barato no Brasil, o 520, custa R$ 499 e o Asha, o 501, mais caro sai por R$299. Então, é possível que a linha X ocupe a faixa entre R$300 e R$400.

O jornalista Bruno Romani viajou a convite da Nokia

Folha de S.Paulo: Jovens chineses são internados em clínicas para deixarem vício em internet


MARCELO NINIO

Aos 14 anos, Zhang vive sob disciplina militar. Acorda às 6h e logo está enfileirada com outros 74 jovens para marchar durante 30 minutos. Os termômetros marcam zero grau.

Até o toque de recolher, rigorosamente às 21h, o dia é consumido em uma sequência intensa de atividades, como sessões de reeducação e exercícios físicos.

Zhang é a caçula de um grupo de jovens que passa meses isolado do mundo, numa clínica militar na periferia de Pequim. Vivem atrás de grades, mas não fizeram nada ilegal. O que os une é o diagnóstico em comum: são "viciados em internet".

O mais velho tem 30 anos. Todos foram levados à força pelos pais, que já não sabiam o que fazer para lidar com filhos que se desligaram da realidade para viver diante da tela do computador.

Nove em cada dez são viciados em jogos eletrônicos. Alguns foram drogados e levados inconscientes ao centro de reabilitação.
Weiwei Ji/Folhapress 

Xu Yanzhang, 18, está em sua terceira internação 
no Centro para Tratamento de Viciados em Internet

Outros, como Zhang, foram enganados pelos pais, que disseram a ela que iriam viajar. Quando a menina percebeu, esperneou e resistiu à internação, mas foi imobilizada por funcionários do centro e teve que ficar.

Cinco meses depois, ela já aceita melhor a situação. Lembra que passava até seis horas por dia jogando na internet e afirma que o tratamento ajuda a "controlar suas emoções".

"Mas continuo não gostando deste lugar. É muito deprimente e as aulas são pura lavagem cerebral. Isso aqui é como uma prisão", diz.

Em 2008, a China foi o primeiro país a considerar o vício em internet um distúrbio mental, conhecido como IAD (distúrbio de adição à internet, na sigla em inglês).

A classificação ainda é tema de debate. Em seu mais recente manual, a Associação Americana de Psiquiatria evitou incluir o problema na sua lista de distúrbios.

A China não precisou de mais teoria para passar à prática. Em 2009 já havia no país cerca de 300 campos de reabilitação dedicados ao vício em internet. Hoje eles estão em torno de 400.

A Folha visitou a primeira clínica surgida nessa onda, instalada no Hospital Geral da Região Militar de Pequim. Seu criador, o psiquiatra Tao Ran, gaba-se de ser um pioneiro no estudo da dependência em internet.

No seu escritório, grandes fotos das aparições na TV e de encontros com celebridades mostram uma queda do doutor pela autopromoção.

Ele não hesita em comparar a internet a drogas pesadas, como heroína, quando fala dos danos causados pelo vício ao cérebro. Tao cita uma pesquisa em que foram escaneados os cérebros de 160 viciados em internet.

Segundo o psiquiatra, o resultado mostrou que a maior mudança ocorre nos lobos frontal e parietal. Essas áreas são o "centro do corpo humano", diz Tao, por serem responsáveis por decisões, planejamento e lógica.

"O metabolismo de glicose e oxigênio caiu entre 8% e 13%, o que significa que esses jovens passaram a ter 'cérebros de jogos'. Muitas partes de seus cérebros ficaram disfuncionais", explica.

A proliferação de métodos extremos em alguns desses centros teve um desfecho trágico em 2009. Um menino de 15 anos foi espancado até a morte num campo da Província de Guangxi, sul da China.

Na clínica do Dr. Tao, a linha-dura é visível. Os tutores vestem fardas e repreendem os internos com rispidez.

Tao garante que não há força bruta em seu tratamento, baseado em atividades físicas, pílulas antidepressivas e "aulas" –aquelas que a menina Zhang chamou de "lavagem cerebral".

O objetivo, diz o psiquiatra, é "trocar a memória" dos internos, para neutralizar a sensação de recompensa do vício. O índice de sucesso é de 70%, afirma Tao.

O psiquiatra se irrita com as críticas publicadas na imprensa americana que acusaram o método chinês de reabilitação de ser contra os direitos humanos.

"Esses meninos chegam como zumbis, não estudam, não interagem com os outros. Não tratá-los é que seria contra os direitos humanos".

Ele conta que 90% dos internos são viciados em jogos on-line. Os mais populares são o Dota e o World of Warcraft (WOW). Pode ser grego para não iniciados, mas são nomes que ocupavam boa parte das vidas dos internos.

Xu Yanzhang, 18, está em sua terceira passagem pela clínica. Tímido, conta que jogava no mínimo quatro horas por dia. Mas não se considera um viciado. Por ele, estaria na escola, se preparando para o "gaokao", o vestibular chinês.

"Esse tratamento é um desperdício de tempo e dinheiro", diz ele, de cabeça baixa.

A conta é salgada. Cada interno custa aos pais 9.300 iuanes (R$ 3.592) por mês, o triplo do que ganha a maioria das famílias chinesas.

Tao diz não achar caro pelo serviço prestado e encerra o assunto sem rodeios: "Não somos uma instituição de caridade".

INFO: Wikipedia pode virar livro de 1 milhão de páginas; veja como



Um milhão, cento e noventa e três mil e catorze páginas, capa dura e texto em preto e branco. Poderá ser assim a versão impressa da maior enciclopédia digital do mundo, a Wikipedia. Delírio?

É esse o objetivo de uma campanha no site de financiamento coletivo Indiegogo. A ação busca angariar US$ 50 mil ( cerca de R$ 120 mil ) para imprimir os quatro milhões de artigos do site. 

Por trás da campanha está a PediaPress, um parceiro oficial da Wikimedia Foundation. "Achamos que a melhor maneira de compreender a dimensão real da Wikipedia é transformando-a em um meio físico, ou seja, em livro", diz a equipe na página de campanha.

O período para doação vai até o dia 11 de abril. É tempo a beça, e a contar pelo que já foi angariado desde o início da campanha, no dia 11 de fevereiro, as chances são grandes do projeto se concretizar. Até a manhã deste domingo (23), a ação já contava com US$10 mil.

O plano inicial é imprimir os livros na escala de cinza, embora a equipe não descarte a impressão em cores, caso superem o valor mínimo pedido.

Se for adiante, o grande livro da Wikipedia, que será todo em inglês, fará seu "debut" mundial na conferência Wikimania, que acontece em Londres no mês de agosto.

Depois, seguirá para exposições ao redor do mundo, e no final será doado para uma "grande biblioteca pública", segundo a equipe.

Vai ter que ser uma biblioteca muito grande mesmo - na prática, ela deverá acomodar mil volumes com 1,2 mil páginas cada. Haja prateleira.


Folha de S.Paulo: Queda do WhatsApp derruba também app concorrente


ROBERTO DIAS

O bug com o WhatsApp no sábado (22) provocou a queda também de um concorrente: o Telegram, que reúne funções bastante parecidas ao do mais conhecido aplicativo de mensagens.

"Quatro milhões de usuários entraram no Telegram nas últimas 18 horas. Estamos fazendo nosso melhor, mas o serviço está instável por causa da alta demanda", escreveram os administradores do aplicativo em sua conta de Twitter, na tarde deste domingo. "Era difícil prever isso", justificaram.

No sábado, com o Whatsapp fora do ar por algumas horas, o Telegram disse que chegou a receber 100 novos usuários por segundo. "Isso é loucura", publicaram os responsáveis pelo app em sua conta no Twitter.

Comprado pelo Facebook na última quarta-feira por US$ 16 bilhões, o WhatsApp tem cerca de 450 milhões de usuário mensais.

Em um e-mail enviado ao site de tecnologia "The Verve", o fundador do aplicativo, Jan Koum, pediu desculpas.

"Foi a maior e mais longa falha em anos e afetou todos os usuários", explicou na mensagem. Segundo ele, o problema foi causado por uma falha na rede de servidores.

Koum disse ainda ter tomado medidas para evitar novos problemas e garantir que o episódio não se repita.

O Telegram foi lançado em agosto passado por dois irmãos russos, Nikolai e Pavel Durov, e está baseado em Berlim. Diz ser um aplicativo mais rápido e mais seguro do que o WhatsApp.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Portal do Servidor Público da Bahia: 5ª Corrida do Servidor terá aula de zumba fitness



A Corrida do Servidor que acontece dia 23 de fevereiro traz nesta edição uma novidade que promete animar o público do evento: após a largada, os presentes terão show de zumba, com Jorge Zarath, cantor e compositor conhecido por misturar ritmos baianos e latinos com ginástica. A modalidade, criada nos anos 90, vem conquistando adeptos em todo mundo e tem como benefícios para o corpo a alta queima de calorias de uma maneira mais descontraída.

A Polícia Militar vai levar os serviços de massoterapia, aferição de pressão e apresentação de cães adestrados. As crianças também terão atividades voltadas para elas, como passeio de cavalos e atividades recreativas.

Outra novidade este ano no evento será a realização da 1ª Caminhada da Saúde do Centro de Diabetes e Obesidade (CDO), idealizada pela equipe do Planserv. A atividade será destinada a todos os pacientes do CDO, localizado no SAC Servidor, na Boca do Rio, com acompanhamento de equipe médica e realização de exames no local da corrida.

Essa edição também traz a premiação em dinheiro. Os 3 primeiros colocados civis e militares, tanto masculino quanto feminino, que ficarem em 1º lugar receberão R$1 mil cada um e os que ficarem em 2º e 3º lugares, receberão R$500,00 e R$300,00, respectivamente. Já a premiação por categoria (faixa etária), independente do vinculo funcional, receberão troféus de ouro, prata e bronze. Todos que concluírem a prova no tempo máximo de 1h30, será dada uma medalha de participação. 

A Corrida do Servidor além de estimular a busca por uma vida mais saudável, através da prática de atividades físicas, vem incentivar o surgimento de novos atletas. O evento foi desenvolvido pela área Valorização e Desenvolvimento de Pessoas da Secretaria da Administração em parceria com a Sudesb, vinculada à Secretaria de Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Polícia Militar, Embasa, Tribunal de Justiça da Bahia e Prefeitura de Salvador.

Fonte: Portal do Servidor Público da Bahia

SECOM - BA: 10 anos da Lei de Inovação: Parque Tecnológico fomenta pesquisa científica



A Lei de Inovação Tecnológica nº 10.973 completa 10 anos no Brasil e foi instituída para fortalecer o vínculo entre universidades, instituições de pesquisa e empresas no incentivo à inovação, pesquisa científica e tecnológica. Fruto desta proposta, o Parque Tecnológico da Bahia alavancou o campo da pesquisa, criando impacto positivo nos processos produtivos que refletem no desenvolvimento social do estado.

Para o coordenador do Tecnocentro, Leandro Barreto, a Lei contribuiu para o desenvolvimento tecnológico do país, incentivando especialmente, a cooperação entre as instituições científicas e tecnológicas e empresas. Além disso, o Parque Tecnológico, a partir da Lei, incentiva à pesquisa e, principalmente, nos desafios científicos para estimular a cooperação, fomentar a transferência tecnológica e formar uma geração de cientistas.

Barreto ainda explica que a Lei de Inovação, especialmente em projetos de Parques Tecnológicos do Brasil, foi um marco para a viabilização dentro dos conceitos internacionais. Com apenas um ano de funcionamento, o Tecnocentro emprega 450 profissionais nas 28 empresas e instituições que atuam no desenvolvimento de projetos de pesquisa em áreas diversas, como hardwares e softwares, aplicativos para mobile, de TIC e no segmento da indústria criativa. Além dos empregos de alto valor agregado e da criação de produtos e serviços inovadores, o Parque cria espaço para o fomento da pesquisa científica, utilização das novas tecnologias e a retenção dos talentos profissionais no estado.

A Incubadora de Empresas Áity, também instalada no Tecnocentro, promove a transformação de ideias inovadoras em negócios de sucesso. Empreendimentos de base tecnológica são apoiados através de um pacote de consultorias, tendo acesso a uma infraestrutura de ponta para desenvolver suas atividades. Atualmente, existem 15 empresas incubadas que usam as dependências do Parque Tecnológico para o desenvolvimento de produtos.

Desafios na Bahia

Na Bahia, a Lei foi instituída em dezembro de 2008, como instrumento de apoio à política de inovação e tecnologia regional. “Um dos nossos desafios nesta nova gestão será a regulamentação da Lei nº 11.174, para intensificar ainda mais a nossa linha de atuação”, reforça a secretária da Secti, Andrea Mendonça.

Investir em inovação torna-se fator essencial para a atual configuração tecnológica vivida pela população brasileira. Levando em consideração a importância do tema, a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), através do Parque Tecnológico da Bahia, reúne o poder público, a academia e o empresariado, em prol do desenvolvimento de processos que tenham impactos regionais positivos e relevantes voltados principalmente à geração de ideias e soluções criativas.

Fonte: SECOM

E-GOV Blog: ABEP abre ciclo de reuniões em São Paulo



A partir desta quinta-feira, 20, São Paulo abre o ciclo 2014 de encontros dos associados da Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Tecnologia da Informação e Comunicação (ABEP). Trata-se da 125ª Reunião Ordinária dos Conselhos de Associadas (Roca), que conta com a participação do presidente do Centro de Informática e Automação de Santa Catarina (Ciasc), João Rufino de Sales, e do vice-presidente de Tecnologia, Ricardo Bonifácio.

Durante dois dias, presidentes das afiliadas da ABEP de cada Estado e representantes de empresas de Tecnologia da Informação (TI) convidadas estarão reunidos para discutir assuntos diversos e relevantes para o setor. O encontro também tratará de temas internos como a eleição dos novos membros da diretoria da ABEP para o mandato 2014-2015 e aprovação do orçamento executivo para o ano vigente.

“O objetivo da Roca é promover o relacionamento e a colaboração entre as associadas com a troca de experiências, apresentação de cases e de projetos de sucesso das entidades de TI, que possam servir de exemplo e ser reaplicados em unidades da federação, além de enriquecer a discussão das políticas públicas sobre Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) governamentais”, esclarece Paulo Coelho, presidente da ABEP.

O evento está sendo realizado no HB Ninety Hotel, em São Paulo, e conta com cerca de 50 participantes entre associadas, representantes de empresas de TI convidadas e entidades municipais e estaduais. 

Fonte: "E-GOV Blog." EGOV Blog. N.p., n.d. Web. 21 Feb. 2014. <http://egovblog.ciasc.gov.br/2014/02/20/abep-abre-ciclo-de-reunioes-em-sao-paulo/>.

INFO: Sabesp cria núcleo de tecnologia e faz parcerias



Segunda empresa do mundo em número de clientes em um mesmo país, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) só perde para a chinesa Beijing Enterprises Water Group.

A empresa, que fornece água para 363 municípios do estado de São Paulo, num total de 27,9 milhões de pessoas, começou em 2009 uma mudança no campo tecnológico. No ano seguinte foi criada a Superintendência de Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação com o objetivo de gerar e prospectar tecnologia tanto para a própria companhia como para todo o setor de saneamento.

“Existe uma carência específica para saneamento. Hoje muitas das tecnologias são apenas adaptadas para essa área”, diz a engenheira civil Cristina Zuffo, gerente do Departamento de Prospecção Tecnológica e Propriedade Intelectual da Sabesp.

“A nossa ideia é desenvolver novas tecnologias e induzir os fornecedores a atenderem o setor de saneamento com os produtos gerados nesse processo”, afirma Cristina. Até 2009, a empresa tinha projetos de pesquisa e desenvolvimento (P&D) de forma tímida, sem estrutura no âmbito corporativo para esse fim. As iniciativas eram descentralizadas e pontuais.

O processo de criação do núcleo na Sabesp teve a assessoria do Departamento de Política Científica e Tecnológica do Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) num projeto coordenado pelo professor Sérgio Salles. Também foi realizado um estudo de prospecção tecnológica sobre saneamento em revistas especializadas e em bancos de artigos científicos, além de saber o que as empresas no Brasil e no mundo estão fazendo nesta área.

Antes mesmo que o núcleo de tecnologia da empresa estivesse pronto a Sabesp fez um acordo de cooperação com a FAPESP para apoiar projetos de pesquisa para a área de saneamento por meio do Programa de Apoio à Pesquisa em Parceria para Inovação Tecnológica (Pite). O valor da primeira chamada que convidou os pesquisadores de instituições de pesquisa paulistas a apresentarem projetos foi de R$ 10 milhões, sendo R$ 5 milhões da Sabesp e R$ 5 milhões da Fundação.

Fonte: "Sabesp cria núcleo de tecnologia e faz parcerias." INFO. N.p., n.d. Web. 21 Feb. 2014. <http://info.abril.com.br/noticias/tecnologias-verdes/2014/02/sabesp-cria-nucleo-de-tecnologia-e-faz-parcerias.shtml>.

E-GOV Blog: Abertas as inscrições para o Prêmio e-Gov



Com a finalidade de reconhecer e incentivar ações inovadoras de tecnologia da informação em todos os segmentos da administração pública, a 13ª edição do Prêmio Excelência em Governo Eletrônico (e-Gov) abre suas inscrições. Os interessados poderão se inscrever até o dia 28 de março pelo site: http://www.premio-e.gov.br/ . Cada instituição pública pode participar com até três trabalhos nas categorias e-Serviços Públicos e e-Administração Pública.

A iniciativa é promovida anualmente pela Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Tecnologia da Informação e Comunicação (Abep) e pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG).

A divulgação dos finalistas do Prêmio e-Gov será no dia 28 de maio na abertura do Secop 2014, o principal fórum de TI pública do Brasil, que este ano será realizado em Foz do Iguaçu, em parceria com a Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar).

Representantes dos nove trabalhos ganhadores serão agraciados com passagem e hospedagem para participar do Secop 2014, que acontecerá entre os dias 28 e 30 de maio. Na ocasião os finalistas apresentarão, por meio de palestras, seus projetos aos participantes do evento. Três integrantes do projeto classificado em primeiro lugar terão direito a participar de um evento de tecnologia da informação no exterior com despesas de hospedagem e transporte pagas.

Segundo Paulo Coelho, presidente da ABEP, a premiação tem como objetivo, além de reconhecer projetos de sucesso, a troca de experiências e a divulgação de ações bem sucedidas que possam ser aplicadas em outras regiões e, com isso, gerar resultados positivos para o cidadão e a administração pública nacional.

Fonte: "E-GOV Blog." EGOV Blog. N.p., n.d. Web. 21 Feb. 2014. <http://egovblog.ciasc.gov.br/2014/02/20/abertas-as-inscricoes-para-o-premio-e-gov/>.




INFO: Cashback, sistema que devolve parte do dinheiro ao consumidor, cresce no e-commerce brasileiro



Fazer compras online não é nenhuma novidade para o brasileiro. Em 2013, o e-commerce cresceu cerca de 25% e quase 50 milhões de pessoas fizeram transações pela internet, segundo a empresa e-bit. Mas apenas uma parte desse enorme mercado sabe que existe sites onde é possível receber parte do dinheiro gasto de volta. Este modelo é chamado de Cashback (dinheiro de volta) no exterior e já tem algumas empresas que o adotam por aqui.

Neste sistema, o usuário não faz nenhuma compra direto no site das empresas. Ele é redirecionado para a loja que preferir e lá realiza o pagamento. Por levar o cliente à loja, os sites de Cashback recebem uma comissão. Parte dessa comissão é dada de volta ao consumidor, fechando o ciclo. 

A Meliuz, que trabalha também com cupons de desconto, começou a operar em 2011 e já tem mil lojas cadastradas e, em parte delas, devolve uma parcela do valor gasto ao usuário. "Começamos com 19 lojas de vendas online", conta Israel Salmen, sócio-fundador da empresa.

A Poup, de 2012, trabalha com mais de 100 lojas e oferece cashback em todas. Além destas, a Cashola e a Maxximo Fidelidade são outros exemplos que fazem parte do setor. 

Nenhuma dessa empresas, porém, é pioneira no Brasil. "Quem trouxe o Cashback pra cá foi a Compra3, em 2007", conta Gustavo Gorenstein, fundador da Poup. Na época, o e-commerce não tinha tanta força no país e a startup acabou fechando.

Nos EUA, receber parte do dinheiro de volta após a compra já era uma prática comum nas transações offline. Quem trouxe a ideia para o mundo virtual foi o Ebates, fundado em 1998. Hoje, o site fatura mais de US$ 1 bilhão por ano. Na Inglaterra, o cashback também é bastante difundido, mas, segundo Gorenstein, o mercado é restrito: "Tem mais gente online aqui que a população inteira de lá".

Concorrência ou alianças?

Segundo Salmen, o mais difícil é fazer as pessoas acreditarem na ideia que ele propõe. "Por não ter que colocar nenhum número de cartão ou fazer pagamentos no nosso site, as pessoas acabam usando para ver se é de verdade", diz. "Hoje, temos uma base de clientes muito fieis", completa. O site da Meliuz chega a 500 mil visitantes únicos por mês.

Diante de uma base de cerca de 50 milhões de usuários do e-commerce, Gorenstein não vê motivos para uma concorrência ferrenha entre as empresas do setor. "O que a gente quer é fazer mais gente acreditar nocashback. É melhor crescer junto", afirma. "Juntando todo mundo que usa o cashback no Brasil, estamos nas centenas de milhares. Não vale a pena brigar aqui em baixo. Têm milhões de pessoas para atingir".

Fonte: Ortega, João . "Cashback, sistema que devolve parte do dinheiro ao consumidor, cresce no e-commerce brasileiro." INFO. N.p., n.d. Web. 21 Feb. 2014. <http://info.abril.com.br/noticias/mercado/2014/02/cashback-sistema-que-devolve-parte-do-dinheiro-ao-consumidor-cresce-no-e-commerce-brasileiro.shtml>.

INFO: Brasil tem terceira conexão 4G mais veloz do mundo



Em um relatório chamado “State of LTE” (Estado da LTE), analisando o estado das conexões de 4G em 16 países, o Brasil ficou em 3º lugar na lista de melhor velocidade média.

O relatório foi organizado pela OpenSignal, uma organização que analisa torres e conexões móveis ao redor do mundo. De acordo com o trabalho, a velocidade média de download da conexão 4G do Brasil é de 21 Mbps (megabits por segundo). O primeiro colocado na lista, a Austrália, tem velocidade de 24,5 Mbps e a Itália, segunda colocada, velocidade de 22,2 Mbps.

Surpreendentemente, países com tradição de conexões velozes, como a Coreia do Sul ficaram para trás. O país asiático, por exemplo, ocupa a 8ª colocação. Os Estados Unidos, por sua vez, ficaram em 15º, ganhando apenas das Filipinas.

Por outro lado, o relatório mostra como a cobertura de 4G ainda é pobre no Brasil. No ranking de tempo gasto sob cobertura 4G, a média nacional é baixa. Daqueles que têm cobertura 4G, o tempo no qual a cobertura está disponível é de apenas 47% do tempo. O Brasil, nessa lista, ocupa o 14º lugar. Na Coreia do Sul, líder em cobertura, as operadoras permitem que seus assinantes passem 91% do tempo em locais com cobertura de 4G. 

O 4G mais rápido do mundo

Outra surpresa na lista foi no ranking que analisa as operadoras. A companhia que oferece maior velocidade no mundo todo é a brasileira Claro. Segundo o relatório, a velocidade média oferecida por ela é de 27,8 Mbps. O número é bem mais alto do que a velocidade da segunda colocada, a australiana Telstra Mobile, com 23,8 Mbps.

A segunda operadora brasileira melhor posicionada é a Vivo, que ocupa a 31ª posição na lista. As outras operadoras brasileiras não constam entre as quarenta melhor posicionadas.

Ao mesmo tempo em que a OpenSignal mede a velocidade, ela faz um gráfico relacionando a rapidez da conexão com a oferta de sinal. Apesar de estar na primeira colocação de velocidade, a operadora Claro consegue oferecer o 4G durante apenas 42% do tempo. Ou seja, o assinante que paga pelo plano passa mais tempo sem a cobertura do 4G do que com ele. Por conta disso, ocupa um quadrante chamado de “Cobertura pobre e alta velocidade”.

A Vivo, que oferece uma velocidade menor do que a Claro, no entanto, tem cobertura mais estável. Durante 51% do tempo, o assinante tem acesso ao 4G. Mesmo assim, a cobertura é instável, o que coloca a Vivo em um quadrante chamado de “Cobertura pobre e baixa velocidade”.

O 4G no Brasil

Um dos motivos para a alta velocidade no Brasil é o baixo número de usuários na rede. O funcionamento de uma rede móvel é parecida com uma estrada. Assim que mais pessoas tentam trafegar por ela, o trânsito fica mais lento. A ausência de pessoas em uma estrada, como é o caso atual da rede 4G no Brasil, faz com que a velocidade máxima a ser atingida seja mais alta.

A implantação de rede 4G no Brasil está sendo feita aos poucos. O governo havia estabelecido o objetivo de ter a rede nas capitais da Copa do Mundo até dezembro de 2013. As operadoras aproveitaram a deixa e já instalaram a rede em outras cidades.

De acordo com a Teleco, organização que observa conexões móveis no Brasil, em dezembro de 2013, 81 cidades brasileiras tinham cobertura de rede 4G.

Fonte: Caputo, Victor . "Brasil tem terceira conexão 4G mais veloz do mundo." INFO. N.p., n.d. Web. 21 Feb. 2014. <http://info.abril.com.br/noticias/ti/2014/02/brasil-tem-3-conexao-4g-mais-veloz-do-mundo.shtml>.

Olhar Digital: Intel lança site para profissionais de TI


Diálogo TI
(Foto: Divulgação)

Os profissionais brasileiros de TI passam esta semana a contar com uma nova fonte de informações sobre práticas e conteúdo especializado no segmento. O site Diálogo TI é a mais nova iniciativa da Intel para se aproximar do público do setor.

A plataforma traz informações técnicas, recomenda treinamentos de acordo com o perfil do usuário e aborda temas de seu interesse. Para ter acesso à programação personalizada com base no perfil profissional, é preciso se cadastrar no site.

“É fundamental manter contato constante com os tomadores de decisões de TI. Continuar trocando ideias e conhecimento contribui para que os profissionais das áreas tecnológicas escolham os melhores produtos do mercado e economizem graças aos bons serviços e produtos”, explica Bárbara Toledo, gerente de Marketing de Negócios da Intel para o Brasil.

Disponível para países de língua espanhola há sete anos, o site já ofereceu 41 mil cursos para os interessados em temas como Segurança da Informação, Gestão de TI, Empresas Digitais, Virtualização, Computação em Nuvem até ERP.

Fonte: "Uol." Uol. N.p., n.d. Web. 21 Feb. 2014. <http://olhardigital.uol.com.br/noticia/404

INFO: Google lança observatório mundial do desmatamento



Washington (AFP) - A gigante da internet Google, organizações ambientalistas e vários governos apresentaram nesta quinta-feira uma sofisticada base de dados para fazer um acompanhamento do desmatamento no mundo, com a expectativa de intensificar a luta contra um dos principais motivos do aquecimento global.

O site www.globalforestwatch.org permitirá observar o desaparecimento de árvores em todo o planeta a partir de imagens em alta resolução com atualizações frequentes. As informações poderão ser consultadas de graça.

A Terra perdeu 2,2 milhões de quilômetros quadrados de florestas entre 2000 e 2012, segundo dados coletados pelo Google e a Universidade de Maryland.

"O problema para reunir os dados não foi a falta de vontade, nem a ausência de leis para regular o desmatamento. O problema é, entre outros, a falta de capacidade para saber realmente o que está acontecendo", disse Andrew Steer, diretor-geral do World Resources Institute, líder na criação de base de dados.

"Quando o presidente da Indonésia aprovou boas leis para (proteger) as florestas, foi muito difícil para ele saber o que de fato estava acontecendo em tempo real", declarou Steer a jornalistas.

A base permitirá a qualquer pessoa verificar, através da internet, as florestas protegidas e inclusive as empresas que compram óleo de palma proveniente de plantações ilegais, acrescentou.

O desmatamento desempenha um papel crucial nas mudanças climáticas e nas florestas, que ocupam um terço do planeta, funcionam como depósitos naturais de gases causadores de efeito estufa, que, de outra forma, se dispersariam na atmosfera.

Para montar a base de dados, o Google compilou milhões de imagens de satélite mantidas durante mais de 40 anos pelo Instituto Americano de Geologia.

Rebecca Moore, engenheira da empresa, explicou que a maior dificuldade do projeto foi "gerar esta massa de dados" com um nível de detalhes pertinente e útil.

Os governos da Noruega, da Grã-Bretanha e dos Estados Unidos também participam da iniciativa.

Fonte: "Google lança observatório mundial do desmatamento." INFO. N.p., n.d. Web. 21 Feb. 2014. <http://info.abril.com.br/noticias/internet/2014/02/google-lanca-observatorio-mundial-do-desmatamento.shtml>.

Folha de S.Paulo: A lógica na compra de uma startup por US$ 19 bilhões




Quando uma empresa iniciante promissora é vendida por US$ 19 bilhões, fica claro que algo importante mudou no mundo. Mas antes de correr para se unir ao coro de "bolha!", vale a pena considerar se há algo mais acontecendo.

O montante que o Facebook está pagando pelo WhatsApp (que inclui um máximo adicional de US$ 3 bilhões em futuros pagamentos a engenheiros que optem por não se aposentar imediatamente em uma praia do Havaí) é mais de 10 vezes superior ao que o Google pagou pelo YouTube e também mais de 20 vezes maior que o valor pago pelo Facebook para adquirir o Instagram.

Uma mensagem é que os vendedores de companhias como essas estão mais espertos quanto ao que há em jogo.

Em um mercado em que todos os espólios cabem ao vencedor, as plataformas digitais que saem por cima tendem a ficar com parcela desproporcional da atividade dos usuários.

O US$ 1,65 bilhão que o Google pagou pelo YouTube ou o US$ 1,5 bilhão que o eBay desembolsou pelo PayPal pareciam preços muito elevados, quando essas transações ocorreram.

Mas as duas companhias vieram a dominar os segmentos de vídeo online e de pagamentos online - atividades essenciais na Internet. Em retrospecto, os vendedores dessas empresas abriram mão de duas das mais valiosas propriedades da internet a preço de banana.

RENDIMENTO ESPANTOSO

A Sequoia Capital, companhia de capital para empreendimentos que investiu nas duas então startups, também é a única investidora no WhatsApp.

Seu retorno de entre US$ 2,5 bilhões e US$ 3 bilhões com essa transação, por um investimento de quase US$ 60 milhões, sugere que a companhia aprendeu a lição.

A escala de atividade que as plataformas digitais vencedoras geram pode ser espantosa. O WhatsApp alega operar número de mensagens quase equivalente ao total somado de mensagens de texto de todos os sistemas mundiais de SMS.

É claro que nada disso significa que o serviço se provará tão valioso quanto o YouTube e o PayPal. É especialmente insensato aplicar velhas normas de avaliação a novos comportamentos digitais.

Ao justificar o alto preço que está pagando, o Facebook apontou que as mensagens de texto são um negócio de US$ 100 bilhões anuais - com a óbvia implicação de que uma grande proporção desse dinheiro agora fluirá da companhia de mensagens móveis para os cofres da compradora.

Mas os apps de mensagens para celulares floresceram exatamente porque são em larga medida gratuitos (não está claro que proporção dos 450 milhões de usuários do WhatsApp paga a assinatura anual de 99 centavos de dólar depois dos primeiros 12 meses de uso).

É um traço característico da Internet que grande parte do valor criado por serviços que perturbam o modelo existente flua para os usuários.

MONETIZAR

O Facebook está fazendo uma imensa aposta em que os gênios da monetização que fizeram de seu app móvel uma máquina de faturar executem o mesmo trabalho com o WhatsApp.

Se existe alguma lógica "setorial" na aquisição, ela parece advir disso. Mas o fato nada tem a ver com os US$ 100 bilhões faturados com serviços de mensagens de texto, que agora estão rapidamente evaporando.

A outra coisa que os vendedores de companhias como o WhatsApp aprenderam é que alguns compradores estão ficando desesperados - e eles têm muito dinheiro.

Logo que Mark Zuckerberg foi coroado como novo rei do Vale do Silício, ele se viu enfrentando um daqueles dilemas que as companhias de tecnologia precisam encarar periodicamente: como reorganizar seus negócios para um mercado inteiramente novo, nesse caso o móvel.

FACEBOOK MÓVEL

Existem duas maneiras de encarar sua onda de aquisições no mercado móvel. Se for um fato isolado, com o objetivo de ajudar o Facebook a superar o fosso que existe entre seu passado nos computadores e seu futuro nos aparelhos móveis, o dinheiro provavelmente terá sido bem gasto.

Três quartos do preço de aquisição do WhatsApp serão pagos em ações do Facebook, que hoje valem três vezes mais do que a cotação que tinham na metade do ano passado - e as ações da empresa subiram recentemente devido ao seu sucesso no mercado móvel.

Ao comprar serviços de fotos e mensagens instantâneas, o Facebook agora conta com operações em duas das principais atividades da Internet móvel.

Com o recente lançamento do Paper, um app bem recebido criado para mostrar seu feed de notícias, o Facebook também pode contar com um terceiro app forte em seu elenco, para o futuro.

Controlar um conjunto mais forte de apps não será o suficiente por si só. Entre os problemas do Facebook estará como garantir distribuição em um mundo dominado por plataformas de software móvel controladas por rivais e por operadoras de telefonia móvel que exigirão participação nos proventos. Mas ao menos a companhia terá uma cartada forte.

Se, por outro lado, as perturbações que o Facebook enfrenta refletirem mais que problemas isolados relacionados à transição para o mercado móvel, então o quadro será desfavorável.

Um modelo de negócios baseado na busca continuada de aquisições, enquanto o comportamento dos consumidores muda, parece fadado ao fracasso.

A companhia quase certamente não conseguirá antecipar as tendências novas em tempo, ou contar com dinheiro suficiente para manter o curso.

Fonte: WATERS, RICHARD . "Folha de S.Paulo."A lógica na compra de uma startup por US$ 19 bilhões. N.p., n.d. Web. 21 Feb. 2014. <http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2014/02/1415111-a-logica-na-compra-de-uma-startup-por-us-19-bilhoes.shtml>.