quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

INFO: Brasil lidera pior desempenho da Telefónica em 2013


A desvalorização do real voltou a prejudicar o desempenho da filial brasileira do grupo espanhol Telefônica. Balanço divulgado nesta quinta-feira, 27, pela controladora da Vivo no Brasil mostra que as receitas em euro da filial brasileira diminuíram 10,3% em 2013 na comparação com 2012. Esse foi o pior desempenho no ano passado entre todas as filiais da Telefônica na América Latina.

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De acordo com o balanço, o Brasil gerou 12,217 bilhões de euros em faturamento no ano passado. A cifra mostra contração das receitas de 1,4 bilhão de euros na comparação com 2012, quando o valor alcançou 13,618 bilhões de euros.

"Durante o exercício de 2013, a variação das taxas de câmbio impactou negativamente as principais métricas da conta de resultados fundamentalmente pela desvalorização do bolívar venezuelano e a depreciação do real brasileiro e do peso argentino ante o euro", destaca o balanço.

A contração de 10,3% das receitas no Brasil foi a maior entre todas as nove filiais da América Latina. Em euros, o faturamento na Colômbia recuou 3,4% e foi o segundo desempenho mais fraco entre as subsidiárias latino-americanas. Entre as demais filiais da região, as receitas em euro subiram 2,3% no Peru, caíram 0,4% na Argentina e recuaram 1% no México.

Mesmo em moeda local, o desempenho das receitas no Brasil não foi um grande destaque positivo. Em reais, o faturamento aumentou 2,2% no ano. Entre as demais filiais, as receitas em moeda local cresceram 38,7% na Venezuela e América Central, 23,2% na Argentina, 8,1% no Peru e 3,7% na Colômbia. O Brasil ficou apenas à frente do México, onde houve ligeira contração de 0,8%.

Em termos operacionais, o grupo espanhol destacou especialmente a ampliação da rede de fibra ótica no Brasil, onde o serviço já chega à porta de 1,4 milhão de residências. Outro país em destaque é a Espanha, onde a fibra ótica alcança 3,5 milhões de endereços.

Segundo o balanço, a Telefônica alcançou 92,7 milhões de clientes no Brasil em 2013, universo 2% maior que o registrado em 2012. "Apesar da aplicação de critérios mais restritivos no cálculo de clientes pré-pagos", destaca o balanço. O número de clientes do serviço celular alcançou 77,2 milhões em dezembro, alta de 1% no ano, mostra o balanço.

Folha de S.Paulo: Boeing desenvolve smartphone com capacidade de 'autodestruição'


A fabricante de aviões Boeing registrou nesta semana documentos com a agência de telecomunicações norte-americana, a FCC (Comissão Federal de Comunicações, na sigla em inglês), detalhando um smartphone "seguro" chamado Black, em desenvolvimento desde 2012.
Com sistema operacional Android, o aparelho da Boeing será voltado a agências governamentais e empresas relacionadas a defesa ou segurança nacional dos EUA. Ou seja, ele não será vendido para o público geral.

A ideia é "garantir que a comunicação seja feita e armazenada de maneira altamente segura", segundo escreveu um advogado da companhia em carta que acompanha o registro.

Os documentos apontam ainda para a capacidade do Black de "autodestruição": o celular poderá apagar todos os dados e softwares do usuário, além de torná-lo inoperável, caso alguém tente romper sua carcaça –selada com epóxi e parafusos.

O smartphone terá suporte para dois chips, redes 3G e 4G, wi-fi e Bluetooth, além de uma porta USB e outra HDMI.

IDG Now!: Aplicativo da Ecorodovias informa sobre situação das rodovias em tempo real


Motoristas poderão verificar as informações sobre as condições de tráfego, tempo, obras realizadas, entre outros. App é gratuito.

O Grupo Ecorodovias anunciou o lançamento do seu aplicativo Ecorodoviasapp que permite aos motoristas verificar as informações sobre as condições de tráfego, tempo, obras realizadas, entre outros, das rodovias administradas pelo Grupo em tempo real - isso inclui Ecopistas, Ecovia, Ecocataratas, Ecosul e Ecovias.

Com o recurso de geolocalização, a plataforma destaca quais são as rodovias controladas, o que permite consultas sobre tarifa de pedágio, notícias do setor, localização dos postos policiais, além dos serviços oferecidos, como balanças e bases de apoio ao usuário.

As informações são fornecidas pelo Centros de Controle de cada concessionária do Grupo, que transmitirão os dados diretamente para a plataforma online. Além disso, o usuário terá acesso às câmeras instaladas nas concessionárias do Grupo, permitindo o acompanhamento da fluidez do trecho monitorado

O objetivo é aumentar os canais de comunicação com os usuários para que eles possam planejar viagens sem tantos imprevistos.

O aplicativo é gratuito e estará disponível primeiramente para usuários do iOS, que poderão baixá-lo pela App Store. Já as versões para Android e Windows Phone serão liberadas em abril, em suas respectivas lojas online.

Folha de S.Paulo: Apple pede que corte de apelações evite decisão 'radical' sobre e-books


A Apple pediu que uma corte de apelações norte-americana desconsidere uma decisão judicial que a empresa considerou "radical", segundo a qual a companhia violou a lei antitruste ao manipular preços de livros eletrônicos, e acusou editoras de "conspiração".

O pedido feito na terça-feira à noite ocorreu depois que a juíza distrital norte-americana Denise Cote de Nova York concluiu em julho passado, após um julgamento sem júri, que a Apple teve "papel central" em um esquema ilegal em dezembro de 2009 com cinco editoras para elevar os preços dos e-books e impedir competidores como Amazon.com.

Os editores anteriormente haviam concordado em pagar mais de US$ 166 milhões para encerrar acusações antitruste.

A Apple introduziu e-books em 2010 para ajudar a impulsionar as vendas de seu novo tablet iPad.

Em um documento destinado à corte de apelações de Nova York, a Apple disse que em nenhum momento "tinha conhecimento de que os editores estavam envolvidos em conspiração".

Disse ainda que legalmente tirou vantagem de uma "discórdia" de mercado e as frustrações dos editores com a Amazon, e "lançou competição em um mercado altamente concentrado, entregando mais produção, níveis de preços menores e inovação acelerada."
Reprodução 

Livros didáticos na iBooks, plataforma de e-books da Apple

G1 - Um mês após roubo de hacker, Twitter devolve perfil '@N' ao dono


Conta do microblog é avaliada em US$ 50 mil por ter apenas um caractere.
Perfil foi roubado após golpe de extorsão contra programador japonês.

O Twitter devolveu nesta quarta-feira (26) o perfil "@N" ao seu dono, o programador japonês Naoki Hiroshima, quase um mês após o roubo da conta por um hacker. A demora ocorreu porque a conta, avaliada em cerca de US$ 50 mil (R$ 117 mil) por ter apenas um caractere, não foi roubada de maneira convencional.

Hiroshima cedeu seu usuário depois que um hacker conseguiu acesso à sua conta do provedor GoDaddy, que por sua vez permitia acessar os e-mails e o site pessoal do programador.

Como o GoDaddy não queria restaurar o acesso à conta, pois esta teve sua titularidade alterada, Hiroshima se viu obrigado a fazer "negócio" com o hacker, trocando uma conta pela outra.

Após o roubo e a publicação do caso, no final de janeiro, o perfil "@N" foi suspenso, mas não foi retornado para seu dono. Hiroshima seguiu usando o Twitter com a conta "@N_is_stolen" ("@N_foi_roubado", em português).

"A ordem foi restaurada", tuitou Hiroshima de sua conta @N, devolvida a ele nesta quarta. O Twitter não comentou o caso, alegando que não comenta assuntos de perfis específicos por questões de privacidade e segurança.

G1 - E-mail para instalar WhatsApp em computador é golpe de hackers


Mensagem contém malware que rouba senha de banco, diz Trend Micro.
Comprado por US$ 16 bi, aplicativo não tem versão só para smartphone.

E-mail spam que comunica uma suposta versão do
WhatsApp para computadores, mas, na verdade,
direciona internauta para download de programa
malicioso que rouba senhas bancárias. (Foto:
Reprodução/Trend Micro)

Aproveitando a visibilidade da compra do WhatsApp pelo Facebook por US$ 16 bilhões, cibercriminosos iniciaram no Brasil uma campanha de envio de e-mails que simula o comunicado do lançamento do aplicativo para computadores. O intuito da mensagem, porém, é levar o internautas a baixar um arquivo malicioso que rouba informações bancárias.

A Trend Micro identificou o golpe, em que cibercriminosos enviam um spam por e-mail comunicando a falsa novidade de que oWhatsApp, enfim, será disponibilizado para computadores que rodem os sistemas operacionais Windows e Mac.

A mensagem indica um link para o suposto download do programa, que, na verdade, é um malware bancário, identificado como TSPY_BANKER.YZV. Quando instalado no computador, o programa malicioso recupera logins e senhas armazenados no sistema da máquina.

Assim, acessos a sistemas que exigem identificação digital, como o de bancos, correm o risco de fornecer dados de acesso aos criminosos.

Como o programa tem mensagens em português, a Trend Micro acredita que o alvo do ataque sejam internautas brasileiros.

Nesta terça-feira, Jan Koum, cofundador e presidente-executivo do WhatsApp, afirmou que o aplicativo não será disponibilizado nem para computadores nem para tablets. Rivais do app, como o Viber e o Skype, podem ser utilizados em outros dispositivos além dos smartphones.

A disputa entre aplicativos de mensagem esquentou nesta terça quando, em um contra-ataque ao anúncio do WhatsApp de que vai liberar ligações telefônicas entre usuários, o Viber lançou uma campanha em que permitirá aos usuários que façam chamadas gratuitas pelo app para telefones fixos durante duas semanas --mas o prazo pode ser prorrogado.

Folha de S.Paulo: Qualcomm negocia "bolsa 3G" no Brasil com governo e operadoras


BRUNO ROMANI

A fabricante de chips Qualcomm está conversando com o governo e as quatro grandes operadoras, Claro, Oi, Tim e Vivo, para implementar no país uma espécie de "bolsa 3G" –acesso gratuito universal à redes de terceira geração para o acesso a sites públicos e privados que ofereçam serviços sociais.

À Folha, Rafael Steinhauser, presidente da Qualcomm na América Latina, disse que essa é a melhor maneira para garantir a inclusão digital no país. Sem o programa, argumenta ele, os investimentos da empresa e os cortes nas tarifas de smartphones feitos pelo governo não atingiriam o objetivo de conectar mais brasileiros.

A conta dele é a seguinte: atualmente há 60 milhões de smartphones no país. Desses, 20 milhões têm planos de dados, 20 milhões acessam a rede 3G esporadicamente e 20 milhões nunca se conectam pelo 3G.

Feira de telefonia em Barcelona
Albert Gea
Visitantes no estande da Qualcomm durante 
o Mobile World Congress, em Barcelona 

"É possível que os próximos 60 milhões de aparelhos do país entrem na última categoria, pois virão de camadas cada vez mais populares. Serão 80 milhões de aparelhos sem conexão 3G, o que anula o objetivo de inclusão digital."

Perguntado sobre se imaginava um plano parecido com o da internet popular, que leva conexão de banda larga por R$ 30 em 17 estados do país, ele discordou. "Queremos totalmente gratuito. A internet popular é boa, mas, no final, é necessário ter R$ 30 todo mês. Nem todos podem pagar".

O executivo não deu datas para a concretização do plano, mas afirmou que existe interesse do governo e das operadoras.

Ele também revelou que de todos os assinantes de internet móvel no país, 64% ainda acessam redes 2G.

O jornalista BRUNO ROMANI viajou a convite da Nokia

Folha de S.Paulo: WhatsApp diz ter 38 milhões de usuários no Brasil


ROBERTO DIAS

Segundo o WhatsApp, 38 milhões de pessoas utilizam mensalmente o serviço de mensagens no Brasil. Isso equivale a mais de 8% da base de 465 milhões de usuários em todo o mundo —como referência, a população brasileira não chega a 3% do total no planeta.

A quantidade de usuários no país é comparável à da Índia, que tem cinco vezes mais habitantes.

** O WhatsApp não revelou números 
atuais dos EUA; a lista não é um ranking, 
indica apenas mercados selecionados

A base do serviço de mensagens é metade da último divulgada no Brasil pelo seu novo controlador, o Facebook, em meados do ano passado: 76 milhões.

O WhatsApp não revelou números atuais dos EUA, país de origem do aplicativo.

A empresa diz ainda que tem 32 milhões de usuários no México, 31 milhões na Alemanha, 25 milhões na Espanha, 17 milhões no Reino Unido e 13 milhões na Argentina. Mas ainda não conseguiu convencer russos (11 milhões) nem franceses (3 milhões).

E tem mais dificuldade para conseguir adesão nos mercados asiáticos, onde enfrenta bastante concorrência, especialmente do Kakao, que começou na Coreia do Sul e diz ter mais de 130 milhões de usuários, e no WeChat, que afirma ser utilizado por 300 milhões de pessoas só na China, seu país de origem.

Olhar Digital: Brasil terá 'Black Friday' em março


Compras no exterior
(Foto: Olhar Digital)

O brasileiro terá mais uma data especial para comprar produtos pela internet com desconto. É o Dia do Consumidor Brasil, inventado pela Buscapé Company para aquecer as vendas no começo do primeiro semestre.

Neste ano o acontecimento será realizado em 19 de março, mas a ideia é que ele sempre ocorra em quartas-feiras próximas ao dia 15, reconhecido pela ONU como Dia Mundial do Consumidor.

"Assim como a Black Friday, a data trará inúmeras promoções em lojas online, com descontos expressivos, ajudando a alavancar as vendas no começo do primeiro semestre, período tradicional de retração do consumo", explica, em nota, o CEO do Buscapé, Rodrigo Borer.

A empresa investiu R$ 15 milhões na iniciativa, que conta com participantes como Americanas.com, Casas Bahia, Centauro, Dell, Extra, Magazine Luiza, Marisa, Netshoes, Pontofrio, Ricardo Eletro, Saraiva, Shoptime, Submarino e Walmart.com.

De acordo com o Buscapé, a ideia tem apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Câmara-e.net), da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP) e da Associação Comercial de São Paulo.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

INFO: Empresas de e-commerce criam Dia do Consumidor no Brasil



Getty Images

Os consumidores brasileiros ganharão mais uma data para compras no país, em um formato similar ao realizado pelas ações da Black Friday.

O Buscapé Company anunciou uma nova data sazonal para o calendário nacional, chamada de Dia do Consumidor Brasil. A empresa irá investir, somente em 2014, 15 milhões de reais para realizar a ação. 

A ideia é promover ofertas especiais para o dia em lojas de comércio eletrônico, com descontos expressivos, segundo o Buscapé. O intuito é ajudar a alavancar as vendas do primeiro semestre, que costumam ser mais retraídas. 

Em 2014, o Dia do Consumidor Brasil será realizado no dia 19 de março. No entanto, esta ação deve ocorrer anualmente às quartas-feiras em dia próximo ou no próprio 15 de março — data reconhecida pela ONU como o Dia Mundial do Consumidor. 

Este ano irão participar as principais empresas do varejo como Americanas.com, Casas Bahia, Centauro, Dell, Extra, Magazine Luiza, Marisa, Netshoes, Pontofrio, Ricardo Eletro, Saraiva, Shoptime, Submarino e Walmart.com.

UOL: Vítima de vingança pornô diz que Marco Civil pode ajudar a reduzir danos

Ana Ikeda

Rose Leonel é a criadora da Marias da Internet, organização não governamental que auxilia vítimas de "vingança pornô" na internet

A jornalista Rose Leonel, criadora daMarias da Internet, organização não governamental que auxilia vítimas de "vingança pornô", acredita que ainclusão do artigo 22 no Marco Civilpoderá diminuir os danos causados pelo vazamento de conteúdo íntimo na rede. Em 2006, Rose foi vítima do crime, ao ter fotos e vídeos divulgados na internet por um ex-namorado.

"Sem dúvida evitar a proliferação da imagem diminuirá as consequências e possíveis sequelas do crime digital. Porém, outra questão de extrema relevância deve ser a criação de leis que coíbam a execução desses crimes", destaca Rose.

Ela elogiou, por exemplo, a iniciativa de inclusão da "vingança pornô digital" naLei Maria da Penha, conforme proposta do deputado João Arruda. "Precisamos pôr um basta nesses crimes digitais. Até quando vamos conviver com a violação e estupro de nossas mulheres no âmbito virtual e relevar a situação, cruzando os braços e continuando no silêncio omisso e cúmplice dessas barbáries?", questiona.

O QUE DIZ O ARTIGO 22 DO MARCO CIVIL DA INTERNET

O provedor de aplicações de Internet que disponibilize conteúdo gerado por terceiros poderá ser responsabilizado subsidiariamente pela divulgação de imagens, vídeos ou outros materiais contendo cenas de nudez ou de atos sexuais de caráter privado sem autorização de seus participantes quando, após o recebimento de notificação, deixar de promover, de forma diligente, no âmbito e nos limites técnicos do seu serviço, a indisponibilização desse conteúdo.

Cristina Sleiman, especialista em direito digital, também avalia como positivos tanto o artigo 22 do Marco Civil como a proposta de Arruda. "Sou a favor das duas ações, pois a responsabilidade civil independe da responsabilidade penal e, neste cenário, é preciso prevenção em todos os lados."

Condenação social
Rose lembra que um dos piores danos da "vingança pornô" é o julgamento da sociedade, carregado de preconceito contra a vítima do vazamento das cenas íntimas.

"As vítimas desse crime não sofrem apenas com a dor da traição do parceiro, da traição afetiva e humana, mas também com o julgamento implacável e a punição desumana da sociedade. Tenho certeza que muitas vítimas deixam de viver por preferirem à morte a receberem os olhares implacavelmente maliciosos e punitivos da sociedade", diz.



Site da ONG Marias da Internet, que dá apoio a vítimas de ''vingança pornô'' na internet

Sobre o ex-parceiro, Rose afirma que ele foi condenado pela Justiça ao pagamento de R$ 30 mil de indenização pelo crime de calúnia. Por considerar a pena muito branda pelos danos que sofreu, ela tenta aumentar a punição por meio de recurso já em instância federal.

Enquanto isso, a jornalista tenta ajudar outras vítimas com sua ONG, que atua em Maringá (PR).

"A ONG, por meio de profissionais capacitados e de extrema lisura, visa dar apoio psicológico, jurídico, digital e até espiritual a essas mulheres", explica Rose. "Podemos superar. Não é fácil, mas é possível."

Conheça dicas de comportamento nas redes sociais
 para evitar problemas e gafes 

Você sairia colando uma foto da entrada da sua casa em qualquer muro por aí? Ou xingaria alguém que nem conhece na frente de milhões de pessoas? Apesar da resposta óbvia às perguntas ser 'não' é exatamente isso que pessoas andam fazendo na internet, esquecendo que as ações no mundo digital têm consequências semelhantes às do mundo real. Conheça a seguir algumas dicas para evitar problemas nas redes sociais:
*Com informações do Guia para Uso Responsável da Internet Reprodução

IDG Now!: Infográfico: a social media e o consumidor de notícias. Destino ou passagem?


Serão as mídias sociais o destino futuro das notícias? Bem que os Zuckerbergs, Weiners e Schmidts desse mundo gostariam. Posso concordar que elas sejam um eventual substituto da mesa de bar e do cantinho do café para discutir os assuntos dia mas, destino final?!

Um estudo feito pela Universidade da Flórida com leitores nos Estados Unidos para mapear seus hábitos de consumo de notícias apresenta um cenário interessante. Em 2012, havia 2,4 bilhões de usuários de internet e 1,4 bilhão deles estavam usando algum tipo de rede social. Quase 50% dos entrevistados disseram que, de forma regular ou ocasional, souberam de uma notícia via rede social antes que ela aparecesse nas fontes tradicionais de informação.

É um bocado de gente, você dirá, mas esse movimento, no entanto, ao invés de desacreditar as fontes tradicionais de notícias está levando mais gente para os sites noticiosos. De fato, segundo o estudo, desde 2009 o barulho da social media resultou num crescimento de 57% no tráfego dos sites de notícias.

A internet como plataforma predominante para a leitura das notícias é incontestável – 64,5% das pessoas que buscam notícias preferem faze-lo visitando seus sites noticiosos preferidos na internet. Surpreendentemente, cerca de 30% das pessoas ainda prefere ler primeiro os jornais impressos, enquanto que as mídias sociais representam fonte de referência noticiosa primária para apenas 27,7% dos consumidores. E o rádio está lá, presente, como fonte primária para 18,7% dos entrevistados.

O infográfico mostra a evolução das técnicas de comunicação das notícias ao longo do tempo, desde as primeiras coletivas ao vivo, inauguradas por JFK em 1961, passando pela criação da CNN como a primeira emissora de TV dedicada 24 horas a notícias, em 1980, até o nascimento do Google e das redes sociais


INFO: Maior site para troca de bitcoins some com mais de US$ 300 milhões



Flickr.com/zcopley

O site japonês MtGox, uma das maiores redes para troca de bitcoins no mundo, amanheceu offline nesta terça-feira (25) com milhares de dólares depositados por consumidores, no que vem sendo considerado o maior roubo de moeda virtual da história. 

O site da empresa e o Twitter da mesma tiveram seus conteúdos apagados. A ação ocorreu menos de um dia após a MtGox se retirar da Bitcoin Foundation e em meio há semanas de interrompimento de saques. 

O fechamento do MtGox também se reforça com o vazamento de um documento que aponta uma “estratégia de crise” da empresa, que alega ter “perdido” 750.000 bitcoins (com valor superior a 330 milhões de dólares) devido a um roubo que passou despercebido durante anos. 

Em um comunicado conjunto, os CEOs de outras bolsas de troca de bitcoins afirmaram que o MtGox confirmou os problemas em uma reunião privada. Executivos fundadores da Coinbase, Kraken, BitStamp, Circle, BTC China & Blockchain.info enviaram esse comunicado na noite de ontem. 

No Reddit, diversos fóruns sobre o caso estão repletos de usuários trocando histórias sobre suas perdas — um deles afirmou ter perdido 4.750 bitcoins (equivalente a 2 milhões de dólares). 

Com a notícia, os preços da bitcoin caíram por todo o mundo. O último levantamento feito pela bolsa Winkdex mostra uma queda de 22% no valor em 24 horas, com redução de US$ 581 para US$ 437. 

O MtGox começou como um site de venda de cartões para um game, mas logo passou a operar com bitcoins em 2010 e foi vendida para o empreendedor Mark Karpeles em 2011. Em abril de 2013 a empresa era responsável por manusear 70% das trocas de bitcoin no mundo.

COMPUTERWORLD: IBM aumenta apostas em nuvem com compra da Cloudant


Provedora de banco de dados como serviços vai somar esforços com a plataforma BlueMix e ofertas da SoftLayer.

EDILEUZA SOARES*
A IBM aumenta suas apostas no crescimento da adoção de cloud computing e compra mais uma empresa para complementar o seu leque de soluções nessa área. É a Cloudant, provedora de banco de dados as a service (DBaaS), que tem a missão de ajudar clientes da Big Blue a desenvolverem com mais rapidez e facilidade a nova geração de aplicativos para web e dispositivos móveis.

O negócio foi anunciado durante o Pulse 2014, a primeira grande conferência da IBM sobre cloud computing, que está sendo realizado esta semana em Las Vegas (EUA), com a participação de mais de 10 mil pessoas, entre parceiros de negócios, clientes e analistas de mercado. O valor da transação não foi revelado.

Com a nova aquisição, a IBM espera simplificar os projetos das companhias baseados na Terceira Plataforma de TI, apoiada em quatro vertentes: cloud computing, Big Data, social mídia e mobilidade. 

Segundo Robert LeBlanc, vice-presidente global da divisão de software da IBM, a mudança de serviços para cloud traz novos desafios e as companhias precisam ter habilidade para desenvolver aplicações rapidamente, integrá-las e extrair benefícios das novas tecnologias, principalmente da mobilidade com a proliferação veloz de smartphones e tablets.

Dados da IBM apontam que cinco petabytes de dados são criados todos os dias pelos usuários de dispositivos móveis em todo o mundo, que devem ficar disponíveis para acesso a qualquer momento. Esse cenário obriga as companhias a criarem apps para melhorar seu relacionamento e oferecer produtos e serviços personalizados.

A Cloudant vai permitir aos desenvolvedores criarem aplicações para web e dispositivos móveis, usando a plataforma de banco de dados como serviços (DBaaS) NoSQL. Segundo o executivos da IBM, a aquisição fortalece a estratégia da companhia de entregar aos desenvolvedores recursos para construir, testar e implementar aplicativos em larga escala na cloud.

A nova empresa soma esforços com a SoftLayer, comprada no ano passado e que entrega serviço global em 140 países. 

A IBM anunciou também no Pulse 2014 a plataforma BlueMix, que permite desenvolver e integrar as aplicações em nuvem. 

*A jornalista viajou para Las Vegas a convite da IBM