sexta-feira, 28 de março de 2014

Gizmodo: Office Mobile para iPhone e Android agora é totalmente de graça

Gizmodo: Office Mobile para iPhone e Android agora é totalmente de graça:

Por: Felipe Ventura




No ano passado, a Microsoft lançou versões do Office Mobile – com Word, Excel e PowerPoint – para usuários do iPhone e Android. O app era gratuito, mas para editar e até mesmo visualizararquivos, você precisava de uma assinatura do Office 365 – que custa R$ 21 por mês ou R$ 209 por ano. Não mais: a Microsoft liberou o app para todos.

Você pode baixar de graça a versão para iPhone e Android. A empresa diz ao The Next Web que o objetivo é alinhar o Office Mobile para Windows Phone com suas versões para plataformas da concorrência.

Por um lado, isso tira um diferencial do Windows Phone. Por outro lado, mostra como a Microsoft está dedicada a reinventar seus produtos. Depois que Satya Nadella assumiu o cargo de CEO, esperávamos que a empresa se tornasse ainda mais voltada para serviços e nuvem – e a nova estratégia do Office e OneNote aponta exatamente para isso.



Os apps para Android e iPhone são bastante parecidos. Você começa fazendo login com sua conta da Microsoft, e pode editar seus arquivos do OneDrive, do smartphone, ou criar documentos do Word e Excel (não é possível criar um PowerPoint do zero no celular).

A maior vantagem do Office talvez seja manter toda a formatação do arquivo original, incluindo gráficos, animações e comentários. No entanto, tudo é bem limitado. No Word, não dá para formatar parágrafos nem mudar a fonte – só alterar texto e inserir negrito/itálico/sublinhado e cores. No PowerPoint, você só pode mudar o texto: nada de ajustar o tamanho de caixas de texto, fontes nem o layout dos slides.

A parte mais avançada do Office Mobile, sem dúvida, é o Excel: há um guia para inserir qualquer fórmula que você desejar, e dá até para criar gráficos direto no celular. Também é possível exibir números como data, moeda ou porcentagem. Confira nosso hands-on aqui.



Ontem, também foi lançado o Office Mobile para iPad, que traz muito mais recursos que a versão para iPhone, aproveitando a tela maior. No entanto, para editar documentos, você precisa assinar o Office 365.

Por enquanto, o app não foi adaptado para tablets Android, mas é questão de tempo: um porta-voz da Microsoft diz ao TNW que “no futuro, traremos apps do Office para a Loja do Windows e outras plataformas populares, incluindo tablets Android”. E sim, também teremos versões Metro do Office para Windows 8. Por enquanto, não há prazo para isso acontecer.

Usuários do Android já têm o QuickOffice; donos do iPhone contam com o iWork. Mas como o Office Mobile é de graça, não custa nada experimentar – baixe-o na App Store ou Google Play. [The Next Web via The Verge]


Inovacaotecnologica: Brics querem combinar ações para fomentar inovação




Especialistas brasileiros e internacionais e representantes de governos que integram os Brics reuniram-se em Brasília para debater os sistemas de inovação no processo de desenvolvimento dos países que integram o bloco - Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.
"A inovação vem sendo pensada pelos Brics há vários anos, e esperamos que essa atividade ajude os governos a formular políticas públicas na área de sistemas de inovação," disse Franklin Silva Netto, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

Para ele, a composição do seminário "mostra que os governos do bloco estão escutando os vários atores que podem formar os subsídios para a formulação das políticas públicas de ciência, tecnologia e inovação (CT&I)", afirmou.

O encontro deverá resultar em um documento de entendimento elencando as áreas de prioritárias, dentre elas, a nanotecnologia e a biotecnologia.

Para o presidente do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), Mariano Laplane, é difícil imaginar o Brasil nos próximos anos sem levar em conta a articulação com os Brics.

Índia, China e África do Sul

Na Índia, os investimentos em CT&I representam 1% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, informou o professor K.J. Joseph, que afirmou ainda que o país está passando por uma "série de mudanças e procura novas estratégias de desenvolvimento".

"Nosso objetivo é tornar a Índia uma potência científica", ressaltou Joseph, ao acrescentar que a Índia construiu um Sistema Nacional de Inovação e está criando conselhos regionais para aumentar os investimentos na área.

A China, por outro lado, tem fomentado políticas de CT&I desde a década de 1980. "Criamos uma terminologia, 'inovação natura', e o nosso objetivo é romper um dos dilemas do país, que tem um crescimento avançado, mas a inovação não acompanha," disse o professor Xielin Liu.

Segundo ele, os investimentos do governo em alta tecnologia representam 10% do PIB chinês atualmente, e a meta é crescer 25% até 2020.

O professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), José Cassiolato, destacou que os investimentos do governo brasileiro tiveram um "aumento expressivo" nos últimos 10 anos.

Ele apresentou aos países do bloco o Plano Brasil Maior, que tem o foco na inovação tecnológica e no adensamento produtivo, o Inova Empresa e a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii).

Sensores de papel feitos no Brasil dão resultados em smartphones


Sensores de papel feitos no Brasil dão resultados em smartphones:

Outra novidade é a integração dos sensores com aplicativos que rodam em smartphones, reduzindo ainda mais o custo operacional e facilitando o uso dos novos sensores.

Pesquisadores do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP) desenvolveram dois novos tipos de sensores que podem ajudar detectar drogas e substâncias perigosas, monitorar o meio ambiente e, no futuro, ajudar a rastrear doenças.

A grande vantagem do trabalho é substituir métodos caros e materiais especiais de laboratório por papel simples, como folhas de sulfite e filtro de papel similar ao usado para coar café.

O primeiro é um sensor eletroquímico, baseado em reações químicas que produzem energia. O segundo sensor é colorimétrico, fundamentado na quantificação de uma substância pela percepção da cor.

"Tivemos a ideia de desenvolver dispositivos usando folha de sulfite ou outros tipos de papel utilizados em impressoras convencionais porque são materiais abundantes e fáceis de serem conseguidos em qualquer lugar do mundo", disse Thiago Régis da Paixão, coordenador do projeto.

Outra novidade foi introduzida pela pesquisadora Maiara Oliveira Salles, que integrou os sensores a aplicativos que rodam em smartphones, reduzindo ainda mais o custo operacional e facilitando o uso da plataforma.

Isso permitirá o rastreamento de substâncias e o monitoramento de doenças "em locais remotos, sem a necessidade da infraestrutura de um laboratório de análise e pessoas treinadas para usá-los," afirmou Paixão.

Sensores de papel

Os pesquisadores utilizam uma impressora de cera para imprimir na superfície de uma folha de papel sulfite círculos brancos, com diâmetro de 1,6 centímetro e separados um do outro, onde são colocadas soluções ou amostras do material que se pretende analisar.

As folhas impressas são colocadas em uma estufa ou prensa térmica por três minutos e a 120 ºC. O processo de aquecimento faz com que a cera derreta e penetre todas as camadas do papel, formando uma barreira hidrofóbica (impermeável) que possibilita que a solução só penetre e fique confinada nos círculos brancos, que não receberam a impressão da cera.

Por meio de uma transparência com desenhos vazados, os pesquisadores pintam eletrodos na folha de sulfite impressa, utilizando uma tinta com condutividade elétrica (condutora) de prata.

Após a secagem da tinta, cada célula eletroquímica é recortada com uma tesoura, de modo a formar um dispositivo eletroquímico descartável com três eletrodos.

Ao ser conectado a um potenciostato (equipamento usado para aplicar um potencial e medir a corrente elétrica de uma solução condutora), o sensor eletroquímico à base de papel pode detectar ácido pícrico - um explosivo - e chumbo, que é um componente de resíduos de pólvora, afirmou Paixão.

O sensor colorimétrico inclui nos círculos brancos - desta vez impressos em papel de filtro - compostos químicos que reagem que as substâncias que se deseja monitorar.

Aplicações

Além de detectar explosivos, os sensores têm sensibilidade para íons cloreto e metais pesados, o que possibilita a sua utilização para monitoramento ambiental.

O projeto dos pesquisadores inclui o aprimoramento dos sensores também para uso na área de saúde e na detecção de drogas.

O mesmo princípio tecnológico dos sensores poderá dar origem a uma alternativa mais barata para as tiras de teste glicosímetro, usadas para monitorar os níveis de glicose em pacientes com diabetes.

"A fita utilizada no teste do glicosímetro talvez seja substituída, no futuro, por uma folha de papel," estimou Paixão.

Bibliografia:

Fabrication of disposable electrochemical devices using silver ink and office paper
William Araújo, Thiago Régis Longo César Paixão
Analyst
Vol.: First published online
DOI: 10.1039/C4AN00097H

Explosive colorimetric discrimination using a smartphone, paper device and chemometrical approach
M. O. Salles, G. N. Meloni, W. R. de Araújo, T. R. L. C. Paixão
Analytical Methods
Vol.: First published online
DOI: 10.1039/c3ay41727a
Fonte:"Sensores de papel feitos no Brasil dão resultados em smartphones." Sensores de papel feitos no Brasil dão resultados em smartphones. http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=sensores-papel-feitos-brasil-dao-resultados-smartphones&id=010125140326#.UzV2w6hdXyZ (accessed March 28, 2014). 

INFO: Quase 5 mi já enviaram declaração do Imposto de Renda

 INFO:Quase 5 mi já enviaram declaração do Imposto de Renda |





Em três semanas de entrega, pouco mais de 4,6 milhões de contribuintes enviaram a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) à Receita Federal.

O número representa o total de documentos entregues até as 17h de hoje (20) e equivale a 17% dos 27 milhões de declarações que o Fisco espera receber neste ano.

O prazo para entrega vai até 30 de abril. O programa gerador está disponível na página da Receita Federal na internet desde 26 de fevereiro, mas a transmissão dos formulários só começou no último dia 6, assim como a liberação do aplicativo que permite o preenchimento da declaração em tablets e smartphones.

Neste ano, os contribuintes com certificação digital ou representantes com procuração eletrônica receberão, pela primeira vez, a declaração pré-preenchida. Por meio do Centro Virtual de Atendimento da Receita (e-CAC), eles têm acesso ao documento preenchido com antecedência pelo Fisco e só precisam confirmar as informações para enviar a declaração.

As regras para o preenchimento da declaração foram divulgadas em 21 de fevereiro no Diário Oficial da União. Como nos outros anos, o contribuinte que enviar a declaração no início do prazo deverá receber a restituição nos primeiros lotes, a menos que haja inconsistências, erros ou omissões no preenchimento.

Também terão prioridade no recebimento das restituições os contribuintes com mais de 60 anos, conforme previsto no Estatuto do Idoso, além de pessoas com doença grave ou deficiência física ou mental.

Desde a semana passada, o contribuinte pode tirar dúvidas sobre o Imposto de Renda pela internet. Está disponível no canal da Receita Federal no YouTube um vídeo com explicações sobre as novidades da declaração deste ano e com dicas para evitar erros no preenchimento das informações.


Olhar Digital: Microsoft convence autoridade britânica de que Gmail espiona internautas

Olhar Digital: Microsoft convence autoridade britânica de que Gmail espiona internautas:




A Microsoft começou uma campanha em 2012 para acusar o Google de espionar seus clientes para vender publicidade direcionada. Por um longo tempo isso não gerou qualquer preocupação do Google e, agora que eles resolveram reclamar, tiveram de ouvir que a concorrente está certa.

Conforme noticia o Guardian, a Microsoft fez um anúncio de rádio em que o locutor começava a falar num idioma indecifrável para depois dizer: pode ser difícil de entender, mas você provavelmente precisa usar esse tipo de linguagem no Gmail, porque ele lê as mensagens para vender anúncios.

Isso irritou o Google, que protocolou duas denúncias na ASA (Advertising Standards Authority), órgão que regula a publicidade no Reino Unido. A gigante de buscas acusava a rival de ser hipócrita por fazer a mesma coisa.

Então a Microsoft respondeu alegando que varre sim os e-mails dos clientes do Outlook.com, mas apenas para fim de segurança, enquanto o Gmail o faz para lucrar com o conteúdo. A justificativa convenceu a ASA.


quinta-feira, 27 de março de 2014

Marco Civil flex? | IDG Now!

Marco Civil flex? | IDG Now!:

Patricia Peck
Finalmente, o Marco Civil é aprovado na Câmara! Mas o que isso impacta nas nossas vidas? Bem, se você é daqueles que não vive sem internet, que usa serviços na nuvem, que gosta de expressar sua opinião, participa de redes sociais, contrata banda larga e está preocupado com a sua privacidade, então o Marco Civil vai fazer parte da sua vida.

Nos últimos 25 anos, desde o “WWW” de Tim Bernes Lee, o mundo vive um período de mudança de um cenário presencial e corpóreo para um novo modelo digital e intangível. O modelo de riqueza mudou, passou a ser o conhecimento, logo, se a informação virou moeda, tudo que é feito com ela afeta o nosso patrimônio e até mesmo a nossa reputação.

Até então, o maior desafio tem sido a definição de quais valores proteger neste mundo mais fluido, mais livre, sem fronteiras e em tempo real? Por certo a liberdade tem sido tratada como direito fundamental neste “Marco Social-Tecnológico”. Mas a liberdade sempre tem um preço.
De certo modo o Marco Civil da Internet Brasileira não afeta apenas o brasileiro, já que prevê em seu artigo 11 que mesmo que o serviço esteja no exterior, que o servidor esteja fora do país, a lei nacional deva ser aplicada sempre que houver pelo menos uma das partes no Brasil.

O Marco Civil trouxe consigo a repetição do grito de guerra da Revolução Francesa “Liberté, Égalité, Fraternité”. A liberdade é tratada em vários artigos. A igualdade seria a discussão da neutralidade. E a fraternidade seria o desafio educacional já que haverá muito mais exposição de pessoas vítimas de conteúdos digitais ofensivos trazidos pelo excesso da própria liberdade sem responsabilidade, que ficou sedimentada nos artigos 18, 19, 21.

Mas será que o texto aprovado pela Câmara está bom? Está condizente com a proposta inicial do Marco Civil, com seu discurso, com o que foi “vendido para a Sociedade”? Bem, podemos dizer que para viabilizar foi gerada uma versão mais leve, ou melhor, um “Marco Civil Flex”.

Conforme o artigo 9, flexibilizamos a neutralidade, por um lado garantimos a não diferenciação dos dados que trafegam (e-mail, vídeo). Mas, por outro, lado foi mantida a possibilidade da cobrança diferenciada de serviços de conexão de internet e tráfego de dados, ou seja, o consumidor brasileiro continuará pagando diferente para ter mais velocidade, o que no final implica na promoção de desigualdade social no tocante a inclusão digital.

Quanto mais rápida a conexão, maior o acesso a conteúdos diferenciados e maior a qualidade. O mesmo se aplica às empresas, quem tem uma internet melhor tem mais chances de competir no mercado global, plano e digital. Então estar em um país com custos baixos ou irrisórios de internet super rápida acessível para todos faz toda a diferença no arena internacional dos negócios. Mas este não é o caso do Brasil. Pior, as Telcos chegaram a ameaçar aumentar o custo da conexão para nivelar por cima se tivesse que ser igual para todos (mesmo valor faria todos pagarem mais e não menos).

Flexibilizamos a questão da prioridade de passagem de dados, apesar de se tentar por rédeas nisso. Logo, onde não deveria haver discriminação alguma nem degradação de dados acabou trazendo uma espécie de “isonomia desigual”, dependendo de critérios técnico-políticos alguém ou algo pode sim passar na frente em detrimento dos dados alheios. O executivo passa a ter o controle do “sem parar” da infovia nacional, com o único requisito de ter que ouvir a Anatel e o CGI. E se não ouvir, qual a consequência prevista? Nenhuma.

Flexibilizamos a questão da proteção dos dados e privacidade no uso de serviços na nuvem, impondo a aplicação de lei brasileira a empresa em território estrangeiro. Não sei como isso será viável, vamos ter que pagar pra ver. Quando um país desrespeita a lei de outro país há 3 caminhos de solução: o primeiro envolve embargo econômico, o segundo envolve boicote popular em que o povo deixa de consumir produtos daquele país em retaliação e, por último, temos a declaração de Guerra. No caso do Brasil, acredito que nenhum destes caminhos é viável. Só podemos “ficar de mal” se os EUA não cumprirem com o Marco Civil, por exemplo.

Flexibilizamos a proteção constitucional da honra, imagem e reputação do indivíduo, basta observar os artigos 7º., 9º., 22. Agora só dá pra remover conteúdo de forma direta e imediata junto ao provedor da página se o mesmo envolver nú, cena de sexo, infração de direito autoral ou exposição de menor de idade. Fora isso, só com ordem judicial e sem nenhuma garantia de remoção completa. Caberá a vítima dizer exatamente onde está o conteúdo que deseja remover e o Juiz decidir com a mesma clareza e objetividade, senão não sai do ar.

Quanto a descobrir quem foi o autor do dano, do ilícito, para coibir crimes e punir infratores, vai ficar muito mais difícil, conforme artigos 10, 13, 14, 15 e 16. Da forma como está no Marco Civil provedores de conexão e aplicação não podem saber que dados estão no outro, logo, há grande chance de não conseguirmos associar o fato, a conduta, a uma identidade real e válida. E estas provas só são apresentadas pela via judicial.

Pelo texto atual, mesmo a autoridade pode no máximo pedir preservação de prova por ofício ou via extrajudicial, a prova mesmo só vem com pedido do juiz, e quando vem. Para tentar acelerar o processo, há previsão de uso dos Juizados Especiais. Mas imagine, vai parar tudo, os casos de consumidor ficarão na fila atrás dos de difamação (que não são poucos). Lá vamos nós super lotar o judiciário, o que vai gerar mais morosidade e mais danos sociais!

Ao final, os artigos 26 e 27 do Marco Civil tratam do dever constitucional do Estado na prestação de campanhas educativas sobre segurança digital e uso responsável da internet. Mas isso quer dizer que vai sair do nosso bolso, de imposto. Por que não ficou sendo uma obrigação para os players deste mercado, para as Telcos, os provedores de acesso, de aplicações, de conteúdos?

Como já foi dito, estes terminaram ficando isentos de qualquer responsabilidade civil associada ao comportamento ou conteúdo de seus usuários. Esta só ocorre se cientes por ordem judicial (e não mais pela ferramenta de denúncia do serviço) não agirem para atender a mesma, após a certeza de que é tecnicamente viável, caso contrário, se não conseguirem atender também não respondem.

Então, quem perde e quem ganha se o Senado aprovar o Marco Civil como fez a Câmara?

Bem, perde a vítima de ofensa digital, os anunciantes e as empresas de mídias digitais, a autoridade policial que vai ter mais dificuldade de aplicar uma ação rápida em resposta a um crime digital, perde a força de segurança da Copa do Mundo e Grandes Eventos esportivos, pois o Marco Civil já entra em vigor em 60 dias e vai dificultar a resposta a ameaças terroristas digitais bem como a identificação dos mesmos, perde o Judiciário pelo excesso de judicialização das relações sociais digitais, perde o contribuinte que logo terá um imposto a mais para pagar a conta da educação digital.

E quem ganha? Ganham os Provedores de Conexão, os Provedores de Aplicação, os Provedores de Conteúdo de Terceiros, os Extremistas e Radicais dos excessos da liberdade na web tais como torcidas organizadas que vão deitar e rolar na difamação, os criminosos, golpistas e terroristas digitais. O cidadão comum, usuário de internet, no final, ganhou pouco.

É um início, o Marco Civil não deixa de ser um grande passo, mas excluindo o que já tinha previsão na Constituição Federal, no Código de Defesa do Consumidor, no Código Civil, no Código de Processo Civil, no Código Penal, avançamos ainda de forma singela para dar um tratamento adequado à esta nova realidade que independe de território e ordenamento jurídico.

A solução para temas tão relevantes como os tratados no Marco Civil só ocorrerá de fato se for em um fórum internacional, com assinatura de Convenção ou Tratado, pois o Direito Digital é Global e Extraterritorial. Até lá, ainda temos um longo caminho.

É advogada especialista em Direito Digital, sócia fundadora da Patricia Peck Pinheiro Advogados e autora de “Direito Digital”, editado pela Saraiva. 
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G1: Fazendas 'conectam' vacas à internet para melhorar produção de leite


Empresa escocesa permite monitoramento remoto dos animais para identificar problemas mais cedo.

Em uma tentativa de aumentar sua produção de leite, fazendeiros escoceses estão conectando suas vacas à internet.

Um novo projeto permite a eles monitorar a saúde de seu rebanho e identificar rapidamente potenciais problemas de saúde.

A empresa escocesa Silent Herdsman, que desenvolveu o método, foi premiada em dinheiro para levá-lo adiante. O plano é estendê-lo a fazendas ao redor do mundo.

O sistema opera com colares eletrônicos especiais, colocados nos animais. Cada colar contém um sensor sem-fio, que transmite, a um computador central, dados sobre a saúde dos animais e a quantidade de leite que cada vaca está produzindo.

Os dados permitem aos fazendeiros garantir a saúde dos animais e, assim, maximizar a quantidade de leite produzida. Também ajuda a identificar doenças mais cedo.

'É possível monitorar o comportamento da fertilidade dos animais, a probabilidade de que as vacas fiquem prenhas e produzir mais leite, para melhorar a eficiência da fazenda', diz Annette McDougall, executiva-chefe da Silent Herdsman.

Investimento

A empresa obteve um investimento milionário do fundo de private equity Scottish Equity Partners, para expandir o projeto.

A meta, diz McDougall, é desenvolver o método para um 'ecossistema mais amplo', no qual veterinários, fornecedores e varejistas possam receber em tempo real os dados das vacas monitoradas.

O fazendeiro britânico Graham Kerr, que usa o método, diz que ele trouxe economia de tempo e dinheiro.

'Se percebemos cedo que uma vaca está ficando fraca ou desenvolvendo um problema digestivo, podemos intervir antes e possivelmente economizar uma cara consulta veterinária', diz ele.

'É útil para economizar tempo no gerenciamento da fazenda, usá-lo em outras tarefas e fazer um trabalho melhor.'

Info: Google lança site com dicas de segurança na internet


                                                                                                                  Gabriel Garcia


De acordo com a empresa, o Google Central de Segurança é didático para qualquer usuário, mesmo que ele seja recente na internet


O Google lançou hoje o site Google Central de Segurança, página com informações sobre uso responsável e seguro da rede. Segundo o Google, ela é voltada para qualquer usuário da internet.

As dicas são apresentadas em forma de cartões, que ensinam em modelo de passo-a-passo visual algumas ferramentas de segurança não apenas para produtos do Google, mas como toda a internet.

A ideia é que qualquer usuário consiga entender as dicas, mesmo que ele tenha começado a usar a rede há pouco tempo.

Entre as dicas, estão funcionalidades de produtos do Google, como o SafeSearch do buscador, a proteção de conteúdo de vídeos do YouTube e a restrição de alguns aplicativos do Google Play.

A página também fala sobre segurança na internet, ensinando o usuário a proteger senhas, evitar crimes virtuais e gerenciar sua reputação on-line.

O Google também fez parcerias com entidades de defesa e proteção de direitos de crianças e usuários da internet, que respondem algumas questões. Na versão brasileira da página, são parceiros as organizações Childhood Brasil, que atua contra o abuso e a exploração sexual infantil, e a Safernet Brasil, ONG que auxilia no combate à violação de direitos humanos na rede.


Fonte: Garcia, Gabriel. "Google lança site com dicas de segurança na internet." INFO. N.p., n.d. Web. 27 Mar. 2014. .

Olhar Digital: Galaxy S5 engorda lista dos smartphones mais caros no país; veja





O mercado brasileiro de smartphones top de linha está agitado e esta semana ganha dois novos modelos: LG G Flex, primeiro a ter tela curva e flexível no Brasil, e Galaxy S5, da Samsung, que chega às lojas em 12 de abril. Para desespero dos brasileiros, a vinda destes novos aparelhos engorda a lista dos celulares mais caros do país, que já havia recebido recentemente o Lumia 1520.

O Olhar Digital organizou, logo abaixo, a seleção dos aparelhos que mais maltratam o bolso do consumidor. Como critérios adotados, levamos em consideração o valor das revendas oficiais. Além disso, também observamos as versões mais caras de cada um dos aparelhos.

wwwhat's new: Google faz parceria com os criadores do Ray-Ban para novas versões de Google Glass


                                                                                                                           Denise Helena


Já ouvimos várias vezes, do próprio Google, que seus Google Glass são apenas um protótipo, motivo pelo qual ainda não foi distribuído abertamente no mercado, estando disponíveis de forma muito limitada apenas para grupos de desenvolvedores.

Embora o Google ainda precise trabalhar em vários pontos, no qual, certamente, o desenho é um deles, para ficar no ponto certo resolveu fazer uma parceria com a Luxottica, uma empresa italiana fabricante de óculos, fundada em 1961 por Leonardo Del Vecchio, e responsável por marcas como Ray-Ban, Arnette, ESS, Mosley Tribes, Oakley, Persol, Vogue-Eyewear e muitas outras.

O acordo foi anunciado no The Wall Street journal e confirmado por Google em TC, um passo importante e necessário para dar um certo estilo aos famosos óculos de Realidade Aumentada da empresa.

Luxottica e Google já estão trabalhando juntos desde o ano passado, embora o anúncio da parceria só tenha se tornado público agora. Ainda não se sabe, no entanto, se o resultado será um novo óculos ou a integração de Google Glass nos futuros desenhos de Luxottica.

Todos os rumores apontam para o lançamento de Google Glass, para os consumidores finais, para antes do final desse ano ainda.