segunda-feira, 12 de maio de 2014

G1 - Facebook sai do ar para alguns usuários



Site da rede social enfrenta instabilidade.Plataforma de status do Facebook diz, porém, que não há problemas.
O site da rede social Facebook enfrenta instabilidade na noite desta sexta-feira (9), o que tem dificultado o acesso de alguns usuários.

De acordo com o site “Is it down right now” (Fora do ar agora), que checa o tempo de resposta de páginas na internet, a rede social deixou de responder às 19h56. O site “Down for everyone or just me” (Fora do ar para todo mundo ou apenas para mim) também aponta que o site está fora do ar.

A plataforma que aponta o status de operação do Facebook, porém, mostra que o site não enfrenta problemas. Usuários do Twitter em todo o mundo reclamam da instabilidade.

Alguns reclamam que o site para de funcionar e têm de efetuar login constantamente para continuar a usá-lo, outros afirmam que as páginas simplesmente não carregam. Há relatos de que as mensagens enviadas por meio do chat da rede social não são transmitidas.

Folha de S. Paulo: Sites vendem amigos, seguidores e "curtidas" nas redes sociais

Nick Bilton

Há diversos serviços na web que permitem a usuários de redes sociais comprar bots, abreviação de "robots" (robôs), o que faz com que celebridades pareçam mais populares e até mesmo possibilita aos compradores influenciar agendas políticas.

Quem diz que "dinheiro não compra amigos" parece não ter visitado a internet nos últimos tempos.

Na semana passada, adquiri 4.000 novos seguidores no Twitter por US$ 5. Pelo mesmo valor, comprei 4.000 amigos no Facebook, e por alguns dólares a mais cerca de metade deles curtiu uma foto que postei.

Se eu estivesse disposto a desembolsar US$ 3.700, poderia ter adquirido 1 milhão –sim, 1 milhão– de novos amigos no Instagram.

E por mais US$ 40, 10 mil destes novos amigos teriam curtido uma das fotos de crepúsculos que postei.

Retuítes. Favoritos. Comentários. Curtidas. Visitas –pode escolher: tudo isso está à venda em sites como o Swenzy, Fiverr e outros.

Muitos de meus novos amigos vivem fora dos Estados Unidos, em sua maioria em Índia, Bangladesh, Romênia e Rússia, e eles não são exatamente humanos. São bots, um tipo de software, mas foram criados para se comportar como se fossem pessoas em sites de mídia social.

QUASE REAIS
Os bots existem há anos e costumava ser fácil distingui-los. As fotos que usavam para seus avatares eram genéricas (muitas vezes de mulheres sensuais), os nomes eram gerados por computador (como Jens934107) e as coisas que compartilhavam eram lixo puro (em geral links para sites pornográficos).

Mas os bots atuais têm nomes que soam reais, para camuflar melhor as suas atividades. Seguem horários humanos, suspendendo suas atividades durante a madrugada e as retomando pela manhã. Compartilham fotos, riem das piadas alheias e até se envolvem em conversas uns com os outros. E eles existem aos milhões.

Esses cidadãos imaginários da web têm poder surpreendente, conferindo mais popularidade a celebridades e aspirantes a essa condição, e fazendo com que companhias pareçam mais queridas do que são de fato; eles influenciam a opinião pública sobre cultura e sobre produtos, e em alguns casos influenciam agendas políticas.

Os bots muitas vezes divulgam hashtags –placas on-line indicando o caminho de uma determinada discussão– sobre pontos de vista opostos aos que seus controladores defendem, para tentar confundir as pessoas ou redirecionar discussões.

Durante a eleição presidencial mexicana de 2012, o PRI (Partido Revolucionário Institucional) foi acusado de usar milhares de bots a fim de soterrar as mensagens dos partidos a que se opunha no Twitter e no Facebook.

Diz-se que o PRI usou truques, distorcendo e alterando a linguagem de discussões o suficiente para confundir as pessoas quanto ao que exatamente os partidos adversários estavam dizendo.

Um homem com quem conversei e só se identificou como "Simon Z" opera a Swenzy, que ele diz ter sede nos Estados Unidos. A empresa vende seguidores, curtidas, downloads, visitas e comentários em redes sociais.

Ele diz que sua companhia usa inteligência artificial e outras manobras digitais com o objetivo de escapar aos caçadores de bots dos grandes grupos de internet como Google, Facebook e Twitter, que dedicam muito esforço a tentar eliminá-los de seus sites. Às vezes esses esforços funcionam –ao menos por algum tempo.

Antes da oferta pública inicial de ações do Twitter, a empresa eliminou milhões de bots do serviço.

Ao longo dos anos, o Google reduziu em centenas de milhões a contagem de visitas a determinados vídeos, por atribuí-las a bots.

Simon Z diz que hoje opera 100 mil robôs muito avançados, ativos em diversas redes, entre as quais YouTube, Facebook, Twitter, Vine, Instagram e SoundCloud.

Quando os compradores encomendam bots em grande volume, ele diz que pode recorrer a "fornecedores clandestinos", que operam exércitos de bots ainda maiores.

Não é ilegal ser dono de um bot, ou criá-lo. A legalidade dependerá de como as pessoas utilizem o recurso. O uso dado a eles muitas vezes contraria as normas dos sites de redes sociais.
falsos motoristas

Por enquanto, os bots são enganosos de modo simples, iludindo outras pessoas a imaginar que alguém seja popular, ou defendendo uma causa. Mas à medida que a sofisticação dos bots crescer, diz Wesson, eles podem se tornar mais perigosos.

Em março, dois estudantes do Technion (Instituto de Tecnologia de Israel), programaram um enxame de bots que causou um falso congestionamento de trânsito no Waze, um software de navegação criado no país e controlado hoje pelo Google.

O projeto, uma demonstração para um trabalho acadêmico, era tão sofisticado que os estudantes conseguiram criar robôs que imitavam celulares Android, acessando falsos sinais de GPS, e operados por falsos seres humanos que dirigiam falsos carros.

O Waze acreditou que os bots estavam na rua, e começou a redirecionar tráfego a outras vias. Assim, cuidado com os amigos bots que você fizer. Se o bot em questão tiver um ponto de vista político diferente, ele pode se voltar contra você. Ou tentar fazê-lo perder o caminho.

IDG Now!:Educação digital, o golaço do Marco Civil da Internet




Está lá, no artigo 26 do Marco Civil: o Estado tem o dever constitucional de estimular o uso da internet de forma consciente e segura no Brasil. “Uma forma de promover a educação digital, em seu sentido mais puro”, explica o advogado Renato Opice Blum.

Trocando em midúdos, o governo vai ter que fazer com que as escolas e faculdades incluam em sua grade curricular “disciplinas e práticas educacionais que promovam o uso seguro, consciente e responsável da internet como ferramenta para o exercício da cidadania, a promoção da cultura e o desenvolvimento tecnológico”.

O que, na opinião da advogada Patrícia Peck, fundadora do Instituto Istart, significa também:
1 – Investir no uso seguro da internet por parte dos alunos, professores e educadores.
2 – Incentivar ao exercício da cidadania participativa e digital.
3 – Promover a cultura digital e os conteúdos nacionais na web.
4 – Ter alunos, professores, coordenadores e docentes engajados no desenvolvimento tecnológico nas escolas, comunidades e bairros.
5 – Promover maior pela inclusão digital em todas as regiões do Brasil para reduzir as desigualdades sociais.

O instituto Istart conta com mais de 16 mil voluntários em todo o Brasil para disseminar de forma gratuita conteúdos educativos sobre Ética e Segurança Digital. Há dois anos realiza a pesquisa “Escola Digital Brasileira”. Os resultados da última edição ( 2013-2014) revelaram dados preocupantes, que mostram o quanto ainda é preciso avançar nessa área:

@ 93% das Escolas já possuem laboratório de informática;
@ 79% das Escolas possuem internet sem fio (wireless);
@ 56% já usam algum tipo de monitoramento;
@ apenas 43% orientam professores sobre postura nas Mídias Sociais;
@ 71% das Escolas pesquisadas já têm o uso do computador como parte do Projeto Pedagógico;
@ 83% já tiveram incidente de uso indevido de celular na sala de aula;
@ 62% das Escolas pesquisadas já tiveram incidente de cyberbullying (ofensas digitais);
@ 40% já tiveram incidente de Sexting (envio de foto de menor nua entre celulares e web);
@ 48% já tiveram incidente de publicação de imagem não autorizada de aluno nas midias sociais.

“Hoje muitas Escolas investem em infraestrutura tecnológica mas esquecem de formalizar, por escrito, as regras de uso das mesmas, o que é necessário para atender a legislação vigente no país e para educar professores e alunos”, afirma Patrícia Peck.

A maioria das escolas participantes é do estado de São Paulo.

A expectativa dos advogados é a de que, já no próximo ano, o MEC passe a incluir ética e educação digital no conteúdo programático escolar.

Provavelmente, teremos muita discussão e vários pilotos em andamento, como vem acontecendo com a inclusão da educação financeira como conteúdo curricular, com temas abordados nas aulas de matemática, ciências, história, geografia e português.

Finanças entrou na pauta das famílias por causa dos deveres de casa. Ética e segurança digital pode seguir o mesmo caminho.



G1 - Bitly alerta usuários para troca de senhas após invasão de hackers


Autorizações para integração com Facebook e Twitter foram revogadas.Empresa não explicou como ataque aconteceu.

O serviço de redirecionamento de endereços Bit.ly informou nesta quinta-feira (8) que pode ter sofrido um ataque que resultou no vazamento de dados de usuários, incluindo endereços de e-mails, senhas criptografadas, chaves da API e do protocolo OAuth, que liga os perfis do Bit.ly a outros serviços, como o Twitter. A mensagem, publicada blog do serviço, é assinada pelo presidente-executivo, Mark Josephson.

Não há detalhes no texto sobre como o ataque teria ocorrido ou de que forma os dados teriam acessado esses dados. O Bit.ly assegura, no entanto, que o serviço foi protegido contra o ataque.

Como medida proativa, todas as chaves OAuth, que conectam o Bit.ly ao Twitter e ao Facebook, foram revogadas. Os usuários precisam reautorizar suas contas para continuar usando o serviço. "Embora os usuários possam ver que o Facebook e o Twitter estão conectados às suas contas do Bit.ly, não é possível publicar nessas contas até que usuários reconectem seus perfis do Facebook e Twitter", explicou a postagem.

O serviço também recomenda que usuários troquem suas senhas.

O Bit.ly disse ainda que não há evidência de que qualquer conta tenha sido acessada sem autorização até o momento, apesar de os dados terem sido expostos.

Folha de S. Paulo: Busca do Google agora responde com voz em português

Busca do Google agora responde com voz em português
Yuri Gonzaga

A empresa liberou hoje uma atualização para o app de pesquisa Google Now –que vem nos smartphones com Android e que pode ser baixado no iOS da Apple e para o navegador Chrome que tornam a ferramenta capaz de vocalizar respostas que eram dadas em forma de texto.

A voz metálica (a mesma da navegação por GPS do Android) é capaz de, ao ser perguntada, ditar os nomes dos atores de um filme, o ano em que ele foi lançado etc.

Personalidades, fatos históricos, lugares, alimentos, espécies e outros também têm dados enciclopédicos vocalizados pela ferramenta de pesquisa do Google.

Há ainda informações mais corriqueiras (e úteis), como o trânsito no momento e a previsão do tempo.

A Folha teve acesso ao lançamento na semana passada, em uma demonstração no escritório do Google em São Paulo. Durante o teste, houve falhas relacionadas principalmente à qualidade da conexão -se não há velocidade suficiente, a base de dados não é acessada e deixa o usuário falando sozinho.

A atualização de hoje também aprimora o entendimento da fala e introduz a capacidade de "dialogar" com o assistente virtual –dá para perguntar, em sequência: "Quem foi Carmen Miranda? Ela morreu de quê?".

No Android, o Google Now também entende comandos como "acorde-me às 8h", para ajustar o alarme, e "ligar para a minha mãe" ou outro contato registrado.

Com isso, os óculos conectados Google Glass também passam a interpretar comandos ditos em português. O Google Now já falava alemão, espanhol, francês, inglês, italiano, japonês e russo.