quinta-feira, 29 de maio de 2014

G1 - Tempo do Brasil no Facebook é maior que de México e Argentina na internet - notícias em Tecnologia e Games



Rede social é a maior no país; LinkedIn passou o Twitter e se tornou a 2ª.Brasileiro fica 29,7 h na rede; dessas, 12,9 h são gastas em redes sociais.

Brasileiro gasta mais tempo no Facebook do que mexicanos e argentinos passam navegando na internet duranteo o mês 
Os brasileiros gastam mais tempo no Facebook do que o período que mexicanos e argentinos passam navegando na internet por dia, de acordo com um estudo da consultoria comScore.

Composto por dados de fevereiro, o relatório “2014 Brazil Digital Future in Focus” mostra que os brasileiros passam 46 minutos na rede social por dia, enquanto os internautas do México e Argentina juntos somam 44,7 minutos na rede. Por mês, os brasileiros passam 12,9 horas curtindo e compartilhando postagens de seus amigos em redes sociais, mais do que o dobro do período médio do resto do mundo, de 5,7 horas.


O Facebook continua a ser o maior site do gênero no país. Mas houve uma dança das cadeiras nas posições subsequentes. O Twitter perdeu o posto de segunda rede social mais utilizada pelos brasileiros para o LinkedIn.

A rede social de contatos profissionais possui 11,8 milhões de visitas únicas. O número é suficiente para desbancar o Twitter, que possui 11,3 milhões. O Facebook ainda é de longe a maior mídia social do país, com 65,9 milhões de visitantes únicos. Completam a lista o Tumblr, do Yahoo, com 7,9 milhões, Ask.fm (5 milhões), Orkut, do Google (4,8 milhões), Badoo (3,1 milhões) e Yahoo Profile (2,7 milhões).

Segundo a comScore, os jovens se concentram no site de perguntas e respostas Aks.fm. A média de idade dos usuários do serviço é a menor de todas, de 21 anos. A do Yahoo Profile é a maior, de 38anos. As outras são: Facebook (30,2 anos), LinkdedIn (32,9 anos), Twitter (27 anos), Tumblr (24,8 anos), Orkut (30,4 anos) e Badoo (34,7 anos).

Quando a análise é feita sobre a dedicação despendida a sites desse gênero, a predominância do site de Mark Zuckerberg é enorme. Do tempo usado para navegar em redes social, 97,8% é gasto checando as atualizações, fotos dos amigos e outras postagens no Facebook. O Twitter fica com 0,7% do tempo com mídias sociais, o Tumblr, com 0,6%, o Ask.fm, com 0,5%, o Orkut com 0,3%, e o LinkedIn, com 0,2%.

Tempo on-line
O maior tempo gasto em redes sociais ocorre porque os internautas brasileiros passam mais tempo na rede. Enquanto a média ao redor do mundo é passar 22,7 horas por mês conectado, no Brasil, o comum é acessar a rede mensalmente por 29,7 horas.

Além de passar muito tempo com os olhos grudados em computadores, tablets e smartphones, o brasileiro compõem um batalhão de internautas. O país possui a quinta maior audiência on-line, com 68 milhões de visitantes únicos, o que representa 40% de toda a população conectada na América Latina. China, EUA, Índia e Japão são, nessa ordem, os quatro maiores países on-line. Rússia, Alemanha, França, Reino Unido e Itália completam o top 10.

CIO: SAP e Kanban: lições de um case pioneiro no Brasil

Jesuíno Lopes 

Para atingir os objetivos foi preciso ações combinadas e reorganizações estruturais

A operação de um SAP ou outro sistema integrado de gestão empresarial (ERP) naturalmente envolve solicitações de diferentes áreas clientes para centros de serviços compartilhados (ou centros de competências). O processo de desenvolvimento das soluções é normalmente formado por etapas bem demarcadas, com diferentes interessados e participantes. Tem caráter multidisciplinar e costuma conviver com frases nada agradáveis como: “O problema é que o desenvolvimento é lento e há poucos desenvolvedores!” “O problema é na definição dos requisitos!” “Depois de pronto, o cliente demora muito a testar!”

Em algumas empresas, as áreas possuem multiplicadores, usuários-chave, ou até mesmo equipes dedicadas a configurar o negócio na plataforma. Se, por um lado, isto traz agilidade, pode trazer dificuldades também. O nível de autonomia de atuação de um demandante, justificado pela sua urgência e pela necessidade de atender regras específicas, pode gerar duplicação de soluções (devido a falta de sinergias e reusos) e um nível de customização que cobrará seu preço no custo de manutenção e de atualizações. O negócio cria, sem saber, uma grande dívida técnica.

Estabelecer um processo conhecido por todos os participantes e adotar práticas de governança não é nada fácil, mas muito necessário. Os obstáculos são os mais diversos, a começar pelo interesse de independência dos diferentes demandantes.

Além de métodos e ferramentas, será necessário habilidade, pragmatismo e coragem para que o CIO possa manter uma plataforma que não se torne um peso no custo do negócio e um elo fraco no value stream. Sim, um elo fraco, pois não conhecer e demonstrar bem essa cadeia de valor com sua importância e necessidades resultará em vários problemas como:

● dificuldades de coordenação estratégica para os times; 
● dificuldade de capacitar os profissionais;
● alto turn-over;
● dependência técnica de alguns profissionais (real ou assim percebida pela companhia);
● dificuldade de identificar e gerir a capacidade do time;
● falta de lead-times conhecidos;
● falta de padrões;
● dificuldade para melhorar processos;
● feudos de poder.

Em paralelo, as empresas enfrentam o desafio da necessidade de diversificar o portfólio de produtos para atender um mercado cada vez mais segmentado - as plataformas e seus processos precisam ser ágeis e flexíveis. Afinal, foi para isso que criamos os centros de serviços compartilhados, não é mesmo?
Tudo isso somado e temos o maior dos pesadelos para a Tecnologia: gerar a percepção de ser um empecilho às necessidades do negócio.

Vamos descrever um caso pioneiro no Brasil, que foi tema de apresentação na ASUG (Americas’ SAP Users’ Group): como a utilização de práticas ágeis do Kanban e Scrum em um Centro de Serviços Compartilhados do SAP trouxe bons resultados em um cenário complexo de uma grande empresa, que exigiu ações combinadas e reorganizações estruturais.

Este caso ocorreu em um momento onde equipes multidisciplinares começariam a trabalhar juntas. Era preciso formar um time único e a jornada passaria de buscar entender o processo atual a ter indicadores definidos. Uma premissa era não fazer a gestão através de cronogramas e atividades. A meta era construir um time em torno de um objetivo único de criar um processo de gestão das solicitações.

Na etapa inicial, a própria equipe do Centro de Serviços Compartilhados fez um levantamento do processo de trabalho: o propósito do time, quem eram os envolvidos, o que cada um está fazendo, os limites de até onde ia o trabalho, etc. Com isto, geramos a primeira versão do quadro Kanban. Foi o início da gestão visual e tivemos resultados imediatos: visualização gráfica do sistema, classificação de demandas e definição dos estados iniciais de trabalho.

Para criar um espaço de discussão e aprendizado, havia as daily meetings — encontro rápido diário onde se trocava status das solicitações atuais e das metas diárias. A métrica inicial era o fluxo acumulado — quantidade de demanda por estado.

Com o alinhamento básico do time concluído, já era possível inserir novos conceitos. Antes, era preciso classificar bem as solicitações de acordo com o valor que agregavam ao negócio e aprender a quebrar o objetivo desejado em histórias menores — conceito fundamental para dar agilidade ao sistema. O time passou a identificar o que era “Evolução” e o que era “Produção”.

Após novas discussões, o quadro Kanban passou a representar a limitação da capacidade de cada etapa do processo e o conceito de que as atividades só podem ser “puxadas” se houver “vaga” para realizá-las. Resultado: alinhamento de expectativas de prazos e entregas.

Além de políticas de trabalho, ferramentas como User Story Cards, avatares e novos ritos (planning e reviews) foram introduzidos. A participação dos clientes foi fundamental e ocorreu principalmente nos plannings, onde se realiza a quebra das histórias e definição de critérios de aceite, e nos reviews, onde se apresenta as entregas.

A próxima etapa do time foi inserir a “Retrospectiva” nos seus ritos. Neste estágio, o próprio time definia o que começar, parar ou continuar a fazer para evoluir seu processo, além de conhecer o seu lead-time.

Como resultados da adoção dessas práticas, destacamos:


Identificação de Valor e Priorização
A participação ativa do cliente e a quebra de histórias fez com que as funcionalidades que mais adicionavam valor ao negócio fossem feitas primeiras, da forma mais simples e ágil possível. Tudo com transparência e consenso entre os vários demandantes.


Paradigmas Mudam
O ambiente mais participativo e as políticas de trabalho, além de promoverem uma melhor gestão do conhecimento, quebram feudos de poder e promovem uma verdadeira reorganização espontânea. Tempo ocioso não é para ser ocupado necessariamente com solicitações, mas pode ser usado para melhorar o seu processo interno - há que se afiar o machado!

Mitos Caem
A gestão visual e os ritos ajudaram a constatar que o “gargalo” não era o desenvolvimento (testemunhamos arrependimento de quem o culpava).


Redução de Estoque
Eliminamos em muito a quantidade de código que se gerava sem um teste sequer e que era, muitas vezes, abandonado.


Otimização do Processo
Novamente a gestão visual, os ritos e as políticas de trabalho promovem uma padronização do processo permitindo sua melhoria contínua.

Por fim, longe de definir fórmulas, o objetivo foi compartilhar o quanto buscar um modelo lean de trabalho com conceitos simples pode ser muito eficaz para tratar questões da nossa era do conhecimento, com resultados concretos para os negócios.


terça-feira, 27 de maio de 2014

Portal do Servidor Público da Bahia: A modernização do recursos humanos com o projeto RH-BAHIA

Portal do Servidor Público da BahiaA modernização do recursos humanos com o projeto RH-BAHIA

Augusto Dourado
Especialista em RH

O avanço tecnológico, o redesenho de processos, o novo modelo de Estado, passando do burocrático para o gerencial, dentre outros fatores, influenciaram o novo padrão de gerenciamento de pessoas, com repercussão na administração de recursos humanos no serviço público.

Novos desafios enfrentados na gestão de RH estimulam a criatividade e a inovação, utilizando ferramentas e tecnologia, essenciais para o sucesso dos programas e projetos instituídos pelo Estado em benefício do servidor público e do sistema de recursos humanos.

Neste ambiente é primordial utilizar tecnologia moderna e avançada na área de gestão de pessoas que proporcionem informações rápidas e fidedignas, além de valorizar o servidor público à medida que se disponibiliza um sistema de RH em que o principal interessado, o servidor público, participe ativamente na sua operacionalização e no seu funcionamento.

Na esteira da modernização do serviço público, o Governo do Estado, com a coordenação da Secretaria da Administração – SAEB, está desenvolvendo o Projeto RH BAHIA, implementando um modelo de gestão de pessoas moderno e de alta tecnologia que, além do controle interno, maior rapidez na recuperação de informações, com agilidade e segurança, possibilitando aos servidores/empregados públicos ativos, inativos e pensionistas garantia plena de maior velocidade no exercício dos seus direitos.

A SAEB coordena e é responsável pelo Projeto, mas, a participação de todos os órgãos e entidades do Poder Executivo Estadual, clientes do Sistema, é de fundamental importância para o sucesso do RH Bahia.

O Projeto está sendo desenvolvido em parceria com a Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia – PRODEB e em conjunto com a empresa RESOURCE (empresa vencedora da licitação para contratação do novo sistema), juntamente com técnicos e profissionais do Estado.

Os trabalhos de execução do novo sistema, utilizará a solução SAP, líder mundial em software empresarial e serviços relacionados com software, implementada com sucesso por organizações e empresas, inclusive na área de gestão de recursos humanos.

A implantação do SAP utilizando o módulo HCM - Human Capital Management atende a todas as fases da administração de recursos humanos: Seleção e Recrutamento, Administração de Pessoal, Treinamento, Remuneração, Planejamento de Carreirai e Sucessão, Planejamento de Custos, Segurança e Medicina do Trabalho e Folha de Pagamento. Portanto, alta tecnologia aliada às necessidades da área de gestão de pessoas.

A partir de próximo ano já terão os primeiros resultados com a implantação do Sistema e o seu funcionamento, com a previsão de implantação total em 68 órgãos do Poder Executivo Estadual, no prazo de 36 meses.

Os benefícios resultantes do Projeto RH Bahia serão:

 Atendimento das necessidades futuras a partir do conhecimento da força de trabalho existente no Estado;
 Integração de todas as etapas da vida funcional do servidor (recrutamento, seleção, desenvolvimento, remanejamento e desligamento);
 Maior economia financeira para o Estado com a redução da quantidade de inconsistências na folha de pagamento;
 Sistema de Recursos Humanos com tecnologia mais moderna, em ambiente web;
 Alocação do servidor a partir de seu perfil funcional;
 Automatização dos processos, gerando economia financeira para o Estado e agilidade na concessão de direitos e vantagens para o servidor;
 Interface amigável, facilitando a operacionalização do sistema por parte dos usuários e permitindo maior utilização dos relatórios gerenciais por parte dos gestores;
 Acesso do servidor ao seu histórico funcional através do Portal do Servidor;
 Planejamento estratégico, acompanhamento e controle da despesa de pessoal mais eficaz, permitindo o cumprimento dos dispositivos legais com maior segurança e rapidez;
 Integração com outros sistemas corporativos, gerando maior confiabilidade nas informações que são disponibilizadas para os outros Órgãos e Poderes;
 Aprimoramento do processo de gestão de carreira e talentos;
 Informações disponíveis a qualquer momento de forma amigável;
 Facilidade em planejar o custo de pessoal.

Portanto, o engajamento de todos os órgãos e entidades, gestores e servidores no Projeto RH Bahia é a garantia para que tenhamos um Sistema de Recursos Humanos moderno, de alta tecnologia, e que atenda às necessidades do Estado e dos servidores públicos.

Parafraseando mais uma vez Maxwell Maltz: “A vida está cheia de desafios que, se aproveitados de forma criativa, transformam-se em oportunidades”.

Enfrentar esses desafios com criatividade e inovação é essencial ao sucesso das áreas de gestão de recursos humanos na administração pública.


Fonte: Dourado, Augusto . "A modernização do recursos humanos com o projeto RH-BAHIA | Portal do Servidor Público da Bahia." A modernização do recursos humanos com o projeto RH-BAHIA | Portal do Servidor Público da Bahia. http://www.portaldoservidor.ba.gov.br/noticias/artigo/modernizacao-do-recursos-humanos-com-o-projeto-rh-bahia (accessed May 27, 2014).

Olhar Digital: Brasileiro é quem mais topa trocar de operadora de celular

Olhar Digital: Brasileiro é quem mais topa trocar de operadora de celular:




(Foto: Reprodução)

O brasileiro é o povo que está mais disposto a abandonar sua operadora de celular por outra que ofereça qualidade superior, de acordo com estudo realizado pela Nokia.

Aqui 48% das pessoas aceitariam trocar de operadora nos próximos 12 meses, sendo que 67% já o fizeram nos últimos cinco anos. Para se ter uma ideia, a média global é de 40%, enquanto países como Estados Unidos e Rússia têm taxas em torno de 27%.

Para a maioria dos consumidores brasileiros (41%), qualidade é o que mais os mantêm com uma empresa, o que só é considerado por 29% das pessoas em países de mercados mais maduros como EUA, Canadá e Reino Unido. O valor a ser pago também importa, mas para 33% dos brasileiros.

Divulgado pela Reuters, o estudo foi feito com 1.008 donos de celulares comuns, smartphones e tablets no Brasil, de um total de 12 mil entrevistados em 11 países: Brasil, Itália, Espanha, Canadá, Coreia do Sul, Reino Unido, Estados Unidos, Rússia, China, Quênia e México.


Fonte: "Olhar Digital: Brasileiro é quem mais topa trocar de operadora de celular." Olhar Digital. http://olhardigital.uol.com.br/noticia/brasileiro-e-quem-mais-topa-trocar-de-operadora-de-celular/42194 (accessed May 27, 2014).

Inovação Tecnologica: Parafusos de cerâmica superam parafusos de aço

Inovação Tecnológica: Parafusos de cerâmica superam parafusos de aço:



Os engenheiros alemães desenvolveram um sistema que permite avaliar com precisão a capacidade de carga dos parafusos de cerâmica. [Imagem: Fraunhofer IWM]

Soluções cerâmicas

Os parafusos de cerâmica têm potencial para serem os preferidos em uma ampla variedade de usos, dos implantes médicos à indústria.

Um das vantagens é que a cerâmica pode suportar temperaturas acima de 1.000 graus Celsius, enquanto seus similares metálicos vão amolecer a cerca de 500 graus Celsius.

Os fornos industriais, por exemplo, são quase inteiramente feitos de peças de cerâmica por causa das altas temperaturas - exceto os parafusos.

"Como é o material mais fraco que limita a aplicação, a temperatura não pode ser mais alta do que os parafusos podem tolerar. Com parafusos de cerâmica, poderíamos finalmente dar um salto tecnológico rumo a soluções totalmente cerâmicas," explica o Dr. Christof Koplin, do Instituto Fraunhofer de Mecânica dos Materiais, na Alemanha.

O problema é que, até agora, a indústria tem sido cética com os parafusos de cerâmica por uma razão muito compreensível: cerâmicas são notoriamente quebradiças.

Embora algumas cerâmicas tenham uma capacidade de suporte de carga próxima à do aço, tão logo o material é processado na forma de parafuso calcula-se que apenas cerca de 10 a 20 por cento da resistência original seja mantida.

Parafusos pequenos

A equipe do Dr. Koplin agora deu um passo importante para solucionar essas deficiências.

Eles otimizaram o processo de fabricação de modo que não ocorram trincas na peça em nenhum dos vários passos do processo de fabricação do parafuso de cerâmica.

A composição da cerâmica é o fator decisivo - se os minúsculos grãos que compõem a substância se ligam incorretamente durante a fabricação, pequenas fissuras podem se desenvolver, fazendo o parafuso quebrar a uma carga menor do que a prevista.

"Fomos capazes de reduzir significativamente a faixa da curva de distribuição [dos grânulos] e, assim, aumentar a resistência ao estresse dos parafusos," disse Koplin.

Os resultados mostraram que capacidade de carga dos parafusos de cerâmica supera a capacidade dos parafusos de aço entre 30 e 35 por cento.

"Este é um grande avanço," disse Koplin. "Isso já seria o suficiente para muitas aplicações se o parafuso fosse um pouco maior."

Segundo ele, a melhoria que falta, e que permitirá a fabricação de parafusos de medidas maiores, poderá ser obtida na última etapa do processo de fabricação, na qual os parafusos recebem a rosca, o que poderá ser feito através de moldagem por injeção ou por desbaste.


Fonte: "Parafusos de cerâmica superam parafusos de aço." Parafusos de cerâmica superam parafusos de aço. http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=parafusos-ceramica-superam-parafusos-aco&id=010170140527#.U4SNIvldUuQ (accessed May 27, 2014).

Canaltech: Como alavancar a próxima onda de inovação com Mobilidade e Enterprise 2.0

Canaltec: Como alavancar a próxima onda de inovação com Mobilidade e Enterprise 2.0:


Por Udi Geismar*

Como as empresas operadoras de serviços dependem cada vez mais dos dados coletados pelos seus trabalhadores e veículos da frota, em campo e via dispositivos móveis, elas estão descobrindo que as versáteis soluções Enterprise 2.0 estão desempenhando um importante papel. Técnicos móveis, supervisores e operadores podem compartilhar conhecimentos importantes utilizando ferramentas de colaboração disponíveis gratuitamente ao mesmo tempo em que os clientes podem fornecer feedback crítico e acessar informações.

Mas afinal, o que é Enterprise 2.0? É uma estrutura que fornece acesso a múltiplas abordagens de negócio, tecnologias e experiências. Em geral, a plataforma inclui recursos Web 2.0 (como mídia social, vídeo, mensagens instantâneas, wikis), segurança robusta e integração com aplicativos móveis e corporativos.

Quando se trata de permitir processos de serviço em campo, algumas das características que um portal Enterprise 2.0 pode oferecer incluem:
Infraestrutura de web acessível e personalizada;
Gerenciamento de conteúdo/conhecimento;
Portais comunitários e espaços comuns;
Plataforma e soluções interativas e de acesso móvel;
Acesso a aplicativos media/legacy, compartilhamento e gerenciamento.

É fato amplamente reconhecido que a gestão eficaz do conhecimento molda a estratégia da empresa e permite uma maior eficiência. Geralmente, as organizações de serviços em campo coletam grande quantidade de dados. Muitas vezes essas informações ficam desprezadas em bancos de dados não utilizados e arquivos raramente acessados.

Entretanto, se tais dados forem agregados e montados em um formato útil, de fácil acesso, eles incentivam a inovação e estimulam a mudança. Por exemplo, considere a quantidade de dados Máquina a Máquina (M2M) compilados na indústria de mineração. Neste caso, ferramentas Enterprise 2.0 podem auxiliar no rastreamento (Onde os ativos estão exatamente posicionados? Eles estão ociosos?), monitoramento (Como estes ativos estão sendo usados atualmente?) e diagnósticos de performance (Os ativos estão funcionando de maneira eficiente? Eles necessitam de manutenção?).

Aplicativos móveis e personalizados ajudam os trabalhadores de serviços em campo a se tornarem mais produtivos, aproveitando a nuvem para acessar uma variedade de informações, desde arquivos de clientes, roteamento de informações e até mesmo mídias sociais. Utilizados em conjunto com uma plataforma Enterprise 2.0, permitem que os técnicos acessem dados como estoque, faturamento, histórico de trabalho e localização mais rapidamente.

A otimização de aplicativos móveis em conjunto com os recursos do Enterprise 2.0, permite às empresas oferecer um nível de colaboração e acessar informações valiosas, sem precedentes. Habilitar o acesso consistente a uma série de dados estratégicos pode aumentar a vantagem competitiva de uma empresa, melhorar a capacidade dos técnicos móveis e auxiliar os líderes da empresa a responder mais rapidamente em situações de tomada de decisão crítica.

Isto porque a colaboração em tempo real e o rápido acesso ao conhecimento bem organizado são significativamente reforçados dentro de uma estrutura Enterprise 2.0. Além disso, as capacidades presentes no Enterprise 2.0 podem otimizar a excelência do serviço. Em geral, uma experiência positiva para o cliente se traduz em uma fidelidade maior dele. As empresas estão descobrindo que técnicos de serviços em campo bem equipados com recursos de mobilidade são uma conexão crítica com os clientes.

De acordo com recente pesquisa do Aberdeen Group, as organizações com taxas de satisfação do cliente em torno de 90% ou mais veem a receita de serviços aumentar em 6,1% e o crescimento da receita global em 3,7%. Utilizando os recursos do Enterprise 2.0 e da mobilidade as empresas que monitoram se os compromissos de serviços estão sendo cumpridos, as tarefas concluídas a tempo e se o agendamento é eficiente são as que estão atingindo estes parâmetros de referência.

A adoção do Enterprise 2.0 oferece acesso adicional para que os clientes possam interagir com as empresas. Como as empresas utilizam essas ferramentas de colaboração social internamente para incentivar a interação e aumentar a produtividade dos funcionários, elas também estão alcançando um novo nível de comunicação com os clientes.

Tais recursos não só permitem conectividade perfeita com a equipe de suporte ao cliente, mas, principalmente, colaborações mais fáceis, que podem reduzir o número de vezes que os clientes precisam contatar o suporte. O que resulta em economia de custos e aumento de satisfação do cliente e ainda fornecem feedback e até mesmo auxiliam na criação de novos produtos ou mesmo em seus aperfeiçoamentos.

O Enterprise 2.0 em conjunto com a mobilidade disponibiliza uma série de benefícios. O que inclui o aumento de oportunidades para a colaboração, o aspecto funcionalidade como base para as operações móveis e acessibilidade a um rico repositório de conhecimento.

Embora a rapidez e resultados possam variar de acordo com as habilidades e conhecimentos particulares de cada técnico, as ferramentas do Enterprise 2.0 podem reduzir significativamente esta diferença. Afinal, o objetivo principal é usar a mobilidade, as ferramentas colaborativas e o acesso à informação, para aumentar sistematicamente a produtividade e excelência do produto.

*Udi Geismar é vice-presidente da ClickSoftware para a América Latina.

Fonte:Geismar, Udi. "Como alavancar a próxima onda de inovação com Mobilidade e Enterprise 2.0 - Negócios." Canaltech. http://corporate.canaltech.com.br/noticia/negocios/Como-alavancar-a-proxima-onda-de-inovacao-com-Mobilidade-e-Enterprise-20/ (accessed May 27, 2014).

IDG Now!: eSocial deverá reduzir concorrência desleal entre empresas

IDG Now!: eSocial deverá reduzir concorrência desleal entre empresas :

Segundo especialista, as empresas passam a competir em pé de igualdade nas despesas trabalhistas perdendo portanto a 'competitividade' de custos gerada pela informalidade


O eSocial deverá reduzir a concorrência desleal entre as empresas, uma vez que irá inibir formas de contratação ilegais como “pessoa jurídica” (PJ) ou CLT Flex. É o que afirma o gerente sênior executivo de legislação trabalhista e previdência social da EY do Brasil, Marcelo Godinho.

"Com a entrada em vigor do eSocial, que até 2015 deve englobar todas as empresas brasileiras, aquelas companhias que atuam com elevado grau de informalidade e, por conta disso, conseguem oferecer preços muito inferiores tanto de produtos quanto de serviços, precisarão se adequar às novas regras e as discrepâncias tendem a desaparecer", explica.

Segundo Godinho, o eSocial não cria nenhuma obrigação adicional para as empresas, mas vai concentrar em um único lugar informações antes dispersas como a GFIP (Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social), o CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), a RAIS (Relação Anual de Informações Sociais), a GPS (Guia da Previdência Social) e a DIRF (Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte).

"Além disso, o governo passará a ter visibilidade total sobre a jornada de trabalho dos empregados, seus salários, férias, afastamentos e licenças, o que vai permitir uma fiscalização online das empresas sem precedentes na história do País. Essa nova realidade vai promover uma maior formalização do trabalho", afirma Godinho.

Outro efeito que a adoção do eSocial traz é o aumento da arrecadação pelo Governo - o que alguns analistas estimam ser cerca de 20 bilhões de reais a mais por ano, de acordo com Godinho.

Para o consultor da EY, as empresas que persistirem com práticas de contratação como a PJ ou CLT Flex estarão assumindo um risco elevado de autuação, uma vez que os órgãos de fiscalização do trabalho, da previdência e de tributos conseguirão visualizar facilmente os desvios.


Fonte:"eSocial deverá reduzir concorrência desleal entre empresas - IDG Now!." IDG Now!. http://idgnow.com.br/ti-corporativa/2014/05/26/esocial-devera-reduzir-concorrencia-desleal-entre-empresas/ (accessed May 27, 2014).

Folha de S.Paulo: Empresa brasileira lança mistura de televisão, computador e tablet

Folha de S.Paulo: Empresa brasileira lança mistura de televisão, computador e tablet :


ALEXANDRE ORRICO DE SÃO PAULO

O colosso na foto abaixo é um misto de televisão, PC e tablet, batizado de MaxPad.

Produzida pela Apek, uma empresa de Campinas (95 km de São Paulo), o produto vem com Windows 8, tela sensível ao toque e configurações de um computador robusto.
Divulgação




"As tecnologias de touchscreen já estão difundidas no mercado de smartphones e tablets, mas não há no mercado muitos produtos de tela grande com essa tecnologia", diz Rafael Tonelli, diretor comercial da companhia.

Lançado neste mês, o equipamento permite ao usuário manipular o conteúdo de TV a cabo -além de poder pausar a programação e gravar até duas horas e meia, é possível pesquisar imagens da tela na internet, desenhar, fazer anotações e fazer capturas de tela e compartilhá-las por e-mail e redes sociais.

A tecnologia é a mesma que equipa vários totens de companhias aéreas em aeroportos brasileiros e também telões utilizados por alguns canais brasileiros em jornais e programas esportivos.

O MaxPad possui um hardware com processador AMD de quatro núcleos e 3,8 GHz, placa gráfica ATI Radeon 4660, 8 Gbytes de memória, SSD de 60 Gbytes e HD de 500 Gbytes. É possível aumentar a capacidade dos componentes como em um PC comum.

O resultado é um produto parrudo e pesado, mas que responde com rapidez aos comandos por toque nos testes feitos pela Folha.

O ponto negativo fica por conta das bordas de vidro entre a tela e a moldura, que são estreitas demais e podem dificultar algumas funções do Windows ativadas por toque, como abrir o menu de configurações, que exige que o gesto tenha início antes da área útil da tela.

TV BRAZUCA

O MaxPad foi desenvolvido e é fabricado no Brasil. Componentes como microchips e o painel, contudo, não têm similares nacionais.

"Parte da tecnologia embarcada no produto é fornecida por empresas estrangeiras, como é o caso dos painéis de LED, que têm apenas cinco fabricantes em todo o mundo", diz Tonelli.

Ele será vendido pela rede Fnac além do próprio site da empresa. São três as opções de telas disponíveis: 39 polegadas, 50 polegadas e 64,5 polegadas. Os preços variam de entre R$ 16 mil e R$ 30 mil.


Fonte:ORRICO, ALEXANDRE . "Folha de S.Paulo." Empresa brasileira lança mistura de televisão, computador e tablet. http://www1.folha.uol.com.br/tec/2014/05/1459097-empresa-brasileira-lanca-mistura-de-televisao-computador-e-tablet.shtml (accessed May 26, 2014).

Auge da ciberpirataria dispara buscas por segurança | INFO

Auge da ciberpirataria dispara buscas por segurança | INFO:

AFP


Devido às recentes falhas estrondosas de segurança cibernética, muitos especialistas alertam que é hora de novos enfoques para enfrentá-las.

Nas últimas semanas, o mundo da cibersegurança foi sacudido pela notícia de um ataque maciço contra a gigante de vendas online eBay, que afetou 145 milhões de clientes pouco após outro contra 110 milhões de usuários da rede de distribuição americana Target.

Além disso, no começo deste mês, os Estados Unidos abriram um processo contra cinco oficiais do Exército da China por terem supostamente 'hackeado' empresas americanas para roubar segredos comerciais, uma acusação rechaçada por Pequim.

Todos esses incidentes põem em evidência as enormes lacunas da cibersegurança ou a facilidade com que agentes maliciosos (programas ou aplicativos conhecidos como "malware") podem entrar em um simples computador e, a partir daí, em uma rede ou na nuvem (armazenamento online).

"O velho modelo (de segurança cibernética) não funciona", disse James Lewis, do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais.

A cibersegurança "está piorando e saindo do controle... Um dos dilemas é que quando as pessoas precisam escolher entre segurança e utilidade, com frequência escolhem a utilidade", sustentou.

Um estudo publicado na semana passada pela empresa de segurança Trustwave informou ter identificado 691 falhas de segurança informática em 24 países no ano passado, com até 53,6% de incidentes durante 2012.

"Enquanto os criminosos conseguirem ganhar dinheiro roubando dados e vendendo informações confidenciais no mercado negro, não acreditamos que os roubos de informação sejam reduzidos", destacou o relatório.

Grande parte do programa se deriva dos chamados ataques de "phishing", nos quais os correios eletrônicos se disfarçam para fazer parecer que provêm de uma pessoa de confiança.

Quando são abertos os links contidos nas mensagens, os hackers conseguem instalar malware que permitem a eles ter acesso ao computador e, eventualmente, a uma rede completa.

Um informe da empresa de segurança Symantec indicou em 2013 um aumento de 91% em ataques de "phishing" direcionados a alvos específicos, e destacou que mais de 552 milhões de identidades estavam expostas por brechas.

Recentemente, a IBM apresentou um novo sistema de defesa cibernética que se baseia em frustrar os ataques antes que ocorram, através de análise preditiva.

A Symantec sugeriu um enfoque similar promovendo sua plataforma "que agrega e correlaciona alertas filtrados de um conjunto variado de tecnologias, aproveitando a inteligência global sobre as ameaças para detectar padrões de tráfego associados à atividade maliciosa", segundo post de James Hanlon no blog da Symantec.

- Segurança do hardware -

Mas nem todos no setor da segurança cibernética concordam com essa abordagem. A ideia de prever os ataques "não têm sentido algum", segundo Simon Crosby, co-fundador da empresa Bromium, que usa uma solução baseada no hardware que isola computadores para evitar a propagação de um vírus.

Crosby disse à AFP que considera pouco provável "a capacidade de rastrear através do ruído para encontrar um cara mau antes de que faça algo mau".

Bromium oferece uma solução melhor, "fazendo com que o sistema se defenda por si só graças ao seu design".

Johannes Ullrich, cientista do Instituto SANS, disse que o isolamento do hardware "é um enfoque sólido", mas é apenas uma das muitas novas opções que estão sendo exploradas.

Na caçada por um agente malicioso ou malware, "você não pode conseguir uma lista de tudo o nocivo, mas o que pode é enumerar o que se supõe que deve estar ali", disse Ullrich.

Esta abordagem de "lista branca" tem, segundo ele, maior chance de sucesso.

- Caça-fantasmas -

A velha ideia de utilizar um programa antivírus que se atualiza sozinho com base em novos tipos de vírus conhecidos está perdendo crédito rapidamente.

Um estudo feito em 2012 pela empresa de segurança Imperva sustenta que a maioria dos programas antivírus só detectou cerca de 5% agentes maliciosos.

Outra empresa, a FireEye, concluiu no ano passado que 82% dos "malware" desaparecem depois de uma hora e 70% existem só uma vez.

"Tendo em vista a curta vida média do malware, podemos tirar a conclusão de que a utilidade da função baseada em assinaturas AV (antivírus) se tornou mais parecida com a caça ao fantasma do que com detecção e prevenção de ameaças", comentaram Zheng Bu e Rob Rachwald em um post do FireEye.

Ullrich disse que as empresas têm que investir mais em segurança da informação e desenvolver estratégias antes de que os problemas desapareçam.

"A segurança nunca vai evitar todas as brechas", disse. "Você quer mantê-las em um nível administrável para ficar no negócio. Isso é segurança", afirmou.


Fonte: "Auge da ciberpirataria dispara buscas por segurança." INFO. http://info.abril.com.br/noticias/seguranca/2014/05/auge-da-ciberpirataria-dispara-buscas-por-seguranca.shtml (accessed May 27, 2014).

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Secretaria municipal do estado de Serrinha: Reunião com a eqipe da Prodeb


REUNIÃO DA SEMED COM PESSOAL DA PRODEB

Na noite de ontem (21) na Biblioteca Municipal foi realizado um encontro com prepostos da PRODEB. A pauta principal foi a implantação no município e Serrinha do Programa E-Cidade, que segundo Jaime Dias técnico do órgão, é um completo banco de dados de todos os setores da gestão. Em princípio será implantado apenas na Secretaria de Educação, pois de acordo com Jaime a Secretária Gelcivânia foi bastante ousada e corajosa abraçando o Programa.

Ainda de acordo com os técnicos a PRODEB trabalha basicamente com inclusão digital. O sistema é tão interessante, que todos os dados aqui informados serão todos armazenados por lá, melhorando bastante a operacionalização nas escolas, com praticidade e economia de tempo e custos.

Outro detalhe comentado e que é bastante importante, é que Serrinha é a primeira cidade da Bahia onde a PRODEB, que é uma empresa do Governo da Bahia, vai implantar o Programa totalmente gratuito. Outras cidades já contam com o E-Cidade, mas através de empresas privadas com custos elevados.

Em princípio 21 escolas da rede municipal estarão recebendo recebendo orientação e como proceder para ter o E-Cidade. O treinamento está sendo efetuado para alguns instrutores na Escola Leobino Ribeiro, inclusive de cidades vizinhas e se estende até amanhã (23).

Pela PRODEB estiveram presentes no encontro os técnicos Willian Bugarin, Jaime Dias, Antonio Garcia e Antonio Pereira.

Ao final do encontro foi exibido um vídeo mostrando que é de fundamental importância o comprometimento de todos. A Secretária Gelcivânia agradeceu aos participantes e pediu bastante empenho para o sucesso do Programa.

ComputerWold: Mercado brasileiro de TI cresce 15,4% em 2013 e fatura US$ 61,6 bi


Dados são de estudo da IDC, contratado pela Abes, que confirma o País como o 7º do mundo que mais gasta em tecnologia.
O mercado brasileiro de TI (que inclui Software, Serviços e também Hardware) faturou US$ 61,6 bilhões no ano passado. Esse total representou um avanço de 15,4% na comparação com 2012, mais de três vezes a média global. Os dados fazem parte de estudo da IDC, divulgado nesta sexta-feira (23), encomendado pela Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), 

Com esse resultado, o Brasil chegou a 3% do mercado global (US$ 2,05 trilhões) e ficou em 7º lugar entre os países que mais gastam com tecnologia. Na frente estão Estados Unidos, Japão, China, Reino Unido, Alemanha e França. A expectativa é que no ano que vem o Brasil passe a França e assuma a 6ª posição. Na América Latina, o país representa 47,4% dos gastos.

Ao considerar somente os investimentos em Software e Serviços de TI, o investimento somou US$ 25,1 bilhões, representando um crescimento de 10,1% sobre o ano anterior.

“O crescimento de 15,4% dos investimentos em TI superaram as mais otimistas expectativas, impulsionado principalmente pelo crescimento da venda de novos dispositivos móveis (tablets e smartphones). Já a indústria de software e serviços cresceu 10,1%, impactada pela apreciação do dólar frente ao Real”, destaca Jorge Sukarie, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes).

Em análise isolada, o mercado de software alcançou um faturamento no ano passado de US$ 10,7 bilhões, enquanto que o setor de serviços registrou um montante na ordem de US$ 14,4 bilhões em 2013.

Participação por região 

O estudo trouxe também a concentração regional dos investimentos do mercado de TI no país. Em apenas o segmento de software, a região Sudeste do país reuniu o maior volume de recursos alocados para o setor em 2013, com 64,6% de participação. 

O Norte do país foi o que menos investiu no setor, com o percentual de 2,2% de participação; o Nordeste registrou 8,6%; o Sul 13,4% e Centro-Oeste 11,03%.

No segmento de serviços, o sudeste do Brasil foi também a região com o maior volume de investimentos com participação de 63,1%, seguido da região Centro-Oeste (13,7%), Sul (12,4%), Nordeste (8,5%) e Norte (2,1%).

Perfil da indústria 

De acordo com a pesquisa, o mercado brasileiro de software e serviço é liderado por micro e pequenas empresas, com participação de 43,9% e 49,6%, respectivamente. Os negócios de médio porte tem representação de 5,2% e as grandes apenas 1,3%.

Em 2013, o segmento de aplicativos manteve a liderança com participação de 43,5% dos softwares desenvolvidos. Ambientes de desenvolvimento representaram 31,5%, infraestrutura 23,1% e software para exportação 1,9%.

Em relação à aquisição de software por setores da economia, o segmento de Finanças foi o principal comprador com 26,3% de participação. “É um setor que para atender a sua regulamentação e oferecer serviços automatizados a seus clientes, aposta cada vez mais em automação e mobilidade. Por isso, é quem mais demanda o uso da tecnologia”, pontua Jorge Sukarie. 

O segundo setor que mais adquiriu software em 2013 foi Telecom, com 24,4%, e na sequência a Indústria, 20,2%.

Novas tendências 

Jorge Sukarie destaca que as tendências do mercado de TI apontam que em 2014, a tecnologia decloud compunting deve movimentar US$ 560 milhões e os investimentos em Big Data devem alcançar neste ano a marca de US$ 394 milhões, com a atenção à capacitação.

Segundo o estudo, 40% das empresas vão apostar em 2014 em dispositivos pessoais, os denominados BYOD (sigla em inglês para bring your own device), como estratégia integral de mobilidade.