quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Idgnow: A decisão que tomarmos hoje é que vai fazer a TI de amanhã

Idgnow: A decisão que tomarmos hoje é que vai fazer a TI de amanhã


TI é o negócio. Mas para isso ser verdade, é necessário pensar estratégico. A atual TI está diante de dois cenários e ela terá que optar: se tornar irrelevante, à medida que deixa de ter o monopólio de fornecer infraestrutura e apps para a empresa, com o usuário buscando outras fontes, ou se tornar parte integral do negócio. A decisão que tomarmos hoje é que vai fazer a TI de amanhã. Conto aqui uma história hipotética, através de diálogos imaginários, de um CIO que tomou esta decisão.
Ele decidiu que queria liderar uma TI importante para sua empresa e então partiu para pensar estratégico e não mais como executivo de um setor chamado TI, mas como executivo de negócios, aproveitando seu amplo domínio de TI.

Seu primeiro passo: entender o contexto atual do negócio, saindo da caixinha…

Como ele disse: “levantei a cabeça da mesa e olhei ao redor”.

O que ele viu acontecendo na sua empresa? Mais e mais opções tecnológicas amplamente disponíveis aos usuários no mercado. Só ir lá e comprar, e os seus usuários já faziam isso… BYOD, BYOA, e outros acrônimos mostram que cada vez mais o fenômeno da consumerização tem influência estratégica nas decisões de como adotar tecnologia nas empresas.

Observou também que os usuários estão cada vez mais desenvolvendo tarefas que envolvem conhecimento (knowledge workers), (como ele) sujeitos à frequentes mudanças organizacionais (expansões e retrações de mercado, compra e venda de empresas e mudanças de foco estratégico ou de modelos de negócio (na sua empresa isso era tão frequente que gerava stress), e demandando um grau de colaboração e interdependência muito maior que há dez anos atrás. Segundo ele, hoje cada funcionário colabora com pelo menos dez outros indivíduos, de dentro ou fora da empresa, para exercer sua tarefa.

Descobriu que as decisões cada vez mais passam por um número maior de pessoas e demandam um volume muito maior de informações a serem analisadas. Foi fácil de validar. Bastou analisar o trabalho efetuado em algumas funções como marketing, operações (com grande interação com parceiros) e supply chain, que interage e colabora com uma complexa rede de relacionamentos. As frequentes mudanças organizacionais que sua empresa tem passado demandam forte pressão em áreas como RH, qualidade e jurídico. E esta mesma volatilidade também aumenta a demanda por mais knowledge workers, pois cresce significativamente as exceções às regras tradicionais da operação, exigindo maior autonomia e informações para execução das decisões e das próprias tarefas.

Além disso, no seu tour pela organização, viu que algumas funções estão se tornando cada vez mais sofisticadas, demandando muito mais informações para serem efetuadas como marketing (engajamento com clientes), vendas (maior conhecimento do perfil do comprador) e finanças (cada vez mais demandando algoritmos preditivos para validação de cenários). Esta mudança no contexto de como a empresa opera, mudou, segundo ele, totalmente as demandas pela TI. E ele não havia observado antes…

Como sua decisão foi não deixar TI se tornar irrelevante, partiu para ação proativa, e criou uma estratégia de se antecipar às demandas dos usuários. Sentiu que se continuasse em standby, aguardando as decisões dos negócios, para então agir, eles, usuários, simplesmente optariam por buscar soluções no mercado, em nuvens e lojas de apps, bypassando sua área de TI. Afinal, ele nunca teria recursos suficientes para atender a todos…Fez algumas mudanças em seu modelo mental, a que estava tão acostumado e segundo ele, difíceis de fazer. Afinal, estavam arraigadas em sua mente e hábitos.

Como disse, “é realmente difícil sair da zona de conforto”. Para isso ele conversou com o CEO e demais C-level e deixou de lado os planos de longo prazo, para se tornar mais flexível e iterativo nos processos de planejamento e desenvolvimento de iniciativas tecnológicas. Mostrou aos seus pares na empresa que um PDTI de 3 a 5 anos à frente não faz mais sentido. É jogar tempo, energia e dinheiro fora. Conseguiu que o CEO apoiasse sua estratégia da TI passar a assumir um papel cada vez mais de advisor e menos de fornecedor monopolista de soluções.

Olhando o contexto à sua volta, identificou que TI deveria prover o mais rapidamente possível a empresa de plataformas de soluções que permitissem uma maior colaboração interna e externa, possibilitando que os usuários criassem suas próprias soluções.
Foi o primeiro olhar com ótica outside-in, ou seja, olhou a empresa pelos olhos da empresa e não pelo ponto de vista da TI, como sempre fizera. Isso significa uma mudança e tanto… em vez de fornecer uma solução completa como acostumado a fazer na época do ERP, ele criaria um ambiente que separasse os dados funcionais dos interfaces, através de uma arquitetura de serviços, APIs e apps store interna. Os sistemas tradicionais e o próprio ERP deveriam ser desconectados dos interfaces atuais (que hoje são pouco intuitivos e inflexíveis), passando a ser acessados por apps front-end. A estratégia de TI passaria a de ser o responsável por manter a integração entre os sistemas que conectam os dados funcionais, mas os usuários passariam a ser responsáveis por criarem suas próprias apps (ou terceirizando o trabalho com a própria TI ou com fornecedores externos).

Como ele mesmo confessou, este cenário é imensamente desafiador para a TI de hoje. Quebra paradigmas. Mas é necessário, pois como a vantagem competitiva das empresas passa a ser a informação sobre os processos e não mais apenas os processos, o papel de TI muda, de provedor dos sistemas focados em processos como ERP, para o de criação de plataformas para apps analíticas. Assim, ele lembra, TI antes concentrava seus esforços em atender as demandas de finanças, produção, supply chain e RH. Agora, “a nova TI”, como ele diz, passará a atender mais fortemente marketing e vendas, serviço ao cliente e inovação em produtos e serviços.

“Teremos o desafio de sair da era do ERP para a era dos sistemas de analytics e apps com interfaces contextuais”. Neste momento, respirou fundo e disse “cara, é como participar de uma competição de Ironman, você simplesmente não sai correndo sem se preparar exaustivamente antes. Tem que treinar muito. Planejar, ver onde tem que mudar e corrigir os erros à medida que os for encontrando. Um dia, você estará preparado para competir”. Em resumo, sua mensagem foi: pense grande no longo prazo, comece pequeno e aja rápido.

Curiosamente, ele descobriu que o atendimento à estas funções de negócio é que iria definir se a sua TI seria relevante ou não para a empresa. Diferentemente do ERP onde os usuários não tinham alternativa, o acesso a ferramentas de analytics e apps não obrigam que os usuários dependam que seja feita via TI. Existem cada vez mais alternativas fora da TI e ele sentiu era realmente este o momento único de TI ter tomado a decisão de ser importante ou ser deixado na periferia do negócio. Já pipocavam aqui e ali várias iniciativas isoladas conduzidas pelos usuários, sem que ele soubesse que estavam acontecendo.

Definiu algumas prioridades. Uma delas é que mobilidade seria a regra e não exceção. E que apps móveis tem dinâmica diferente da que sua área de desenvolvimento estava acostumada. Teria que adotar uma nova arquitetura, baseada em serviços e APIs, e mudar o processo de desenvolvimento e entrega à produção, para um conceito de entrega contínua. Os modelos de governança que ele adotava e tinha orgulho, como ITIL, funcionam muito bem para o mundo dos ERPs mas não se aplicam ao dinamismo das apps móveis. Outra prioridade: dados. Deveriam ser armazenados para serem usados após sua utilização básica. Na prática, segundo ele, “comecei a estabelecer as bases para criação de Big data/analytics na empresa”.

Voltando a área de desenvolvimento, sua decisão foi de separar os interfaces dos dados funcionais. Ele observou que diversos segmentos de usuários tinham necessidades diferentes para uso dos processos e dados, e que os obrigar a usar o mesmo interface, como os sistema tradicionais fazem, era contra produtivo. Como TI jamais conseguiria fazer tantos interfaces diferentes optou por criar uma arquitetura que permitisse que os usuários desenvolvessem suas próprias apps, mas ele, como TI, manteria o controle da segurança. Foi a decisão de usar APIs e a arquitetura baseada em serviços. Para isso precisou desenhar estratégia, ainda nos passos iniciais, de criar maior engajamento com usuários, criar novos skills em TI (user experience designer, por exemplo), criar novas formas de disponibilizar apps (uma apps store interna) e implementar tecnologias adequadas para gestão, entre outras ações. Não é um processo que se faz em um dia…

Perguntei então quais suas diretrizes…Muito simples, respondeu. São somente sete:

1 – Ser rápido e antecipar-se ao invés de esperar pelas demandas dos usuários. Liderar o processo de disseminação da inovação na empresa. Muitas das inovações surgem naturalmente dos usuários e TI criará mecanismos para incentivar e disseminar estas inovações.

2 – Mobilidade em primeiro lugar. Mobilidade será regra e não exceção.

3 – Interfaces democráticos ou seja em vez de cada aplicação oferecer um único interface para todos os usuários, as aplicações terão agora seus interfaces desconectados dos dados e funcionalidades. Cada segmento de usuário pode desenhar e implementar seu próprio interface, geralmente via app.

4 – A TI apenas gerenciará a loja de apps. E estes serão desenvolvidos pelos usuários, por terceiros ou pela própria TI.

5 – A TI será responsável pela integração e segurança do ambiente. Claro, também manterá o ambiente legado que continuará importantíssimo, pois estes sistemas constituem a “praça das máquinas” da empresa.

6 – A TI não será mais monopolista. Isto significa que os usuários poderão escolher suas fontes de provisionamento de tecnologias. TI passará a assumir papel de advisor.

7 – Ser ágil não apenas na metodologia de projetos, mas em todo o ciclo. Adotar o modelo de entrega contínua. A sua fonte de inspiração foi este texto “ How the Software industry Redefines Product Management”, que compara duas grandes empresas Staples e Amazon e as diferenças entre elas no ciclo de entrega de produtos de software. O link é http://blogs.hbr.org/2014/06/how-the-software-industry-redefines-product-management/.


Bem, é uma história hipotética, mas poderia muito bem ser verídica…Por que não?

Fonte:"A decisão que tomarmos hoje é que vai fazer a TI de amanhã." IDG Now!. N.p., n.d. Web. 24 Sept. 2014. .


Idgnow: A TI e o paradoxo da inovação



Em um dos últimos eventos com CIOs, aproveitei o intervalo para conduzir um animado debate com alguns executivos. O tema principal foi o paradoxo de como fazer o setor de TI ser inovador sem deixar de manter a infraestrutura e seus sistemas operando com o máximo de disponibilidade e o mínimo de custos operacionais. Inovar implica em falhas e custos, pois nem sempre toda inovação corresponde às expectativas. Nenhum dos CIOs presentes à discussão disse que conseguia budget extra para desenvolver inovações, mas eram cobrados por elas. Os CIOs são pressionados a serem extremamente pragmáticos em seu uso dos budgets e recursos, e portanto acabam tornando-se avessos à inovação. Por outro lado, todos concordavam que precisam inovar. A questão então passou a ser como manter os custos baixos, sem gastos extras e incentivar inovação? Bem, da discussão surgiram alguns insights que gostaria de compartilhar aqui.


A primeira conclusão que chegamos é que o mindset precisa mudar. A questão deixa de ser uma decisão entre manter o que está ou inovar. É preciso substituir o “ou” por “e”. Sim, é preciso inovar e, ao mesmo tempo, manter os custos baixos. Entregar sistemas da mesma maneira que se entregava há cinco ou seis anos atrás já não é mais suficiente. Lembramos que o iPhone surgiu em 2007 e o iPad em 2010 e viraram de cabeça para baixo o conceito de aplicativos ou apps. Interessante que a classificação empresarial para sistemas passou a denotar sistemas pouco amigáveis, não intuitivos e de difícil manuseio enquanto os apps para usuário final são sinônimos de experiência de uso extremamente agradável. Os usuários questionam o porque desta diferença e a resposta simplista “porque empresarial é assim mesmo” não convence a ninguém. Portanto, é necessário uma mudança.

Nos últimos 20 a 30 anos a TI predominou na empresa como a fonte geradora e controladora da tecnologia. Implementou complexos sistemas como ERPs e mantinha sob controle quais tecnologias poderiam ou não entrar na empresa. Com o advento dos apps, cloud computing e o resultante fenômeno da consumerização, a TI passou a ser considerada um problema pelos usuários: fica no meio do caminho entre o que eles querem usar e os que lhes é permitido usar. Um entrave! Como resultado em muitas empresas, o fenômeno da “shadow IT” ou bypass do setor de TI começou a proliferar. Aí começa a ser necessário a mudança de mindset.

A TI que ainda acredita que deve dizer se o usuário pode ou não usar iPad está entrando no atoleiro. Além disso, só permitir o uso de iPads não é em absoluto inovação, é apenas entregar uma tecnologia já disponível. É simplesmente render-se ao fatos. A lógica deve mudar de “como devo entregar iPads ao meu pessoal de vendas” para “como a entrega dos iPads vai mudar nosso modelo de negócios e que novas oportunidades poderão surgir”. Não é ignorar os aspectos de segurança nas política de uso como BYOD (ainda é sua responsabilidade), mas ir bem além disso.

Um ponto importante foi levantado. TI ainda não é vista como área estratégica por muitas empresas, e a prova disso é muitos CIOs continuarem subordinados ao CFO ou diretor administrativo. Realmente, subordinação deste tipo é uma prova inequívoca de que a TI é considerada uma área operacional e centro de custos pela empresa. Em um caso extremo foi dito que ela fica tão distanciada da empresa que ocupa um prédio isolado da gestão e de setores importantes como marketing e vendas. “Meu CEO me disse que não sabe exatamente o que TI faz, mas que custa muito!”, disse o CIO desta empresa. Pois é, se você não sabe o que está comprando como julgar se é caro? Bem, minha explicação para o fato é que aquela TI não estava realmente atendendo às necessidades da empresa. Não gerava impacto palpável nas operações do negócio, apenas mantinha o dia a dia.

A discussão então passou a “ok, mas como inovar?”. Na minha opinião a contribuição da TI passará a ser de possibilitar a criação de novos modelos de negócio para as empresas.

A TI deve sair da defensiva e aproveitar o potencial de, ao mesmo tempo, conhecer os processos da empresa (pela implementação do ERP e demais sistemas) e de tecnologias, e usar este conhecimento para criar novos modelos de negócio. Para isso deve deixar em segundo plano o viés puramente tecnológico e passar a entender mais do negócio e do mercado em si. Gastar menos tempo com os fornecedores de tecnologia e muito mais com executivos de negócios da sua ou de outras empresas. Gastar menos tempo em eventos de tecnologia e mais tempo em eventos de negócios.

Este foi um ponto interessante. Uma rápida enquete mostrou que a maioria dos CIOs presentes à discussão frequentava quase que exclusivamente eventos de tecnologia dos fornecedores e não comparecia a eventos de negócios de seus próprios setores de indústria! Minha sugestão: inverta esta lógica…faça uma mutação genética, substituindo o DNA de viés tecnológico para um DNA de negócios, com visão futurista de uso da tecnologia. O CIO passa a ser também um evangelista de inovação e uso de novas tecnologias que façam mudanças nas empresas.

A questão é como fazer isso? Afinal é como mudar as turbinas de um avião em pleno voo. Não existem respostas únicas. Mas alguns insights foram gerados. Primeiro, buscar simplificação. Muitas vezes a proliferação de tecnologias de gerações diferentes cria um imenso pântano tecnológico, que demanda muito tempo e recursos apenas para mantê-lo operando. Simplificar isso é o primeiro passo. A computação em nuvem ajuda bastante, tirando das mãos da equipe interna uma grande parte de atividades que pouco ou nada agregam ao negócio. Um exemplo? Qual impacto nas vendas de uma migração de uma versão de sistema operacional ou de software de banco de dados? Uma TI simples é uma TI mais ágil.

Evite também criar sistemas que sejam muito complexos…Não abraçar mundo é uma boa ideia…Simplifique os seus sistemas internos, adotando o paradigma dos apps como modelo de referência. Repense também sua organização de TI. Está adequada às melhores práticas de uso de tecnologias ou são os mesmos modelos organizacionais e de processos de seis ou sete anos atrás, quando o “quente” era implementar um complexo ERP?

Utilize como benchmarks empresas do mundo da Internet que usam processos e modelos operacionais ágeis como DevOps e adotam o princípio da API Economy. E isto não é apenas coisa para empresas do mundo da Internet, serve para bancos, seguradoras e quaisquer outros negócios. Com uso de APIs muita inovação pode fluir pois grande parte dela será gerada e desenvolvida pelos próprios usuários, internos ou externos, retirando da TI toda a carga de pensar em apps inovadores. Os usuários sabem mais que o pessoal de TI o que realmente precisam usar para suas atividades. Com a TI disponibilizando APIs para os seus usuários, estes ficam mais livres para colocarem em prática suas ideias inovadoras.

Outra mudança é levantar a cabeça e olhar o mundo à sua volta. Em vez de se fixar “como entregar o projeto do novo sistema de vendas, pensar em “como identificar os problemas que estão realmente impedindo as vendas de aumentarem”. Foco no negócio. A tecnologia a ser adotada vai sair desta identificação. O pessoal de TI está inserido na empresa ou atua isolado, separado, com pouco contato com o negócio em si? Já passaram algum tempo nas áreas de negócio para ver “o outro lado?”.

Um CIO comentou que sua equipe mantém contato com os usuários apenas nas especificações do sistema e depois na implementação e correção de problemas. Não vive o dia a dia dos usuários. E portanto não é de estranhar que estes usuários não avaliem bem o trabalho de TI. Uma sugestão é criar e incutir uma missão bem clara para TI como “usar tecnologia para manter vantagem competitiva sustentável” ou algo parecido. Estar no negócio e não apenas ser parte periférica dele. Uma sugestão que apareceu no debate foi de criar “jams” periódicos que envolvam executivos e profissionais de negócios e de TI.

Criar um ambiente propicio à inovação. Porque manter nas instalações de TI o mesmo layout dos outros setores da empresa? Porque não adotar um layout que incentive inovação, como por exemplo fazem as empresas da Internet? Afinal quando se tem um grupo de desenvolvedores por que eles não podem ter o mesmo ambiente que o oferecido por um Google? Ambos não escrevem código?

Enfim, acabou o intervalo e voltamos à conferência. Mas ficou claro que coisas como “alinhamento de TI ao negócio” e PDTI já são coisas passadas. Não existe TI se não existir negócio e portanto estar alinhado deve ser natural, como nosso fígado está tão alinhado ao nosso corpo que só o sentimos quando algum problema de saúde aparece. PDTI significa que TI faz uma estratégia posterior e à parte da estratégia de negócios. Ora, a estratégia de negócios deve ter TI como parte integrante e essencial. Fazer um PDTI como sempre se fez é perpetuar o passado no futuro.


TI está passando por uma quebra de paradigmas. O que a fez chegar até aqui não necessariamente a levará ao futuro. Os CIOs estão sob pressão. Engraçado que vejo artigos falando do “ fim do CIO” mas não li nada até agora sobre o “fim do CMO”… Algo está errado. A tecnologia está cada vez mais entranhada nas empresas e que todas elas, em maior ou menor grau, tornar-se-ão empresas digitais. Não atuarão como empresas de tecnologia mas a tecnologia estará em seus processos e produtos de forma natural. E no cerne desta transformação está o setor de TI e os CIOs. Quem souber conduzir a transformação sairá bem na foto. Quem não souber…


terça-feira, 23 de setembro de 2014

G1: China bloqueia acesso à ferramenta de busca na internet DuckDuckGo

China bloqueia acesso à ferramenta de busca na internet DuckDuckGo
Censura foi confirmada por empresa e site que monitora bloqueios chineses.
Opção ao Google, site ganhou popularidade após revelações de Snowden.

Alternativa ao Google e ao Bing, o buscador na internet DuckDuckGo não coleta dados pessoais dos usuários.

A ferramenta de busca DuckDuckGo, que preserva a privacidade dos usuários, teve seu acesso bloqueado na China. A informação foi confirmada pelo criador e diretor-presidente da empresa, Gabriel Weinberg, neste domingo (21).

Segundo o site “Great Fire”, que monitora os serviços conectados barrados na China, o bloqueio ao DuckDuckGo começou em 4 de setembro. Nos últimos 90 dias, a ferramenta de busca foi mantida inacessível em 98% do tempo, aponta o site.

Questionado no Twitter por um jornalista do site "Tech in Asia" sobre se o site estava fora do ar na China, Weinberg afirmou: "Até onde sabemos, nós formos bloqueados". O executivo, porém, não soube dizer por que o site caiu na malha chinesa. 
'Grande Muralha'
A China mantém em operação o sistema de censura “Grande Muralha da Informática”, que impede o acesso a sites considerados sensíveis, como o Facebook, o Twitter e o YouTube.

O Google, o maior buscador do mundo, retirou seus servidores do país em 2010 e os levou a Hong Kong por não concordar com as normas da censura chinesa. Mesmo assim, as buscas feitas pela ferramenta ainda são limitadas.

Privacidade
A ferramenta promete não coletar as informações de seus usuários ou compartilhá-las com terceiros, uma estratégia comercial estabelecida pelos concorrentes, como Google e Microsoft. Por isso, o uso do DuckDuckGo cresceu depois de o ex-analista da CIA Edward Snowden revelar como os programas de vigilância cibernética norte-americanos interceptavam comunicações feitas pela internet, inclusive aquelas realizadas por meio dos serviços na web de grandes companhias, como o Google.

A ferramenta, por exemplo, encerrou o ano de 2013 com 1 bilhão de pesquisas processadas. Já neste ano, o DuckDuckGo se tornou o serviço de busca padrão dos navegadores Safari, da Ap  ple. Apesar de esses fatos serem um avanço, o número de buscas anuais feitas pelo site ainda é distante até mesmo das pesquisas mensais realizadas no Google, que chegam a 100 bilhões. 

Olhar Digital: Facebook abre programa de estágio no Brasil

Facebook abre programa de estágio no Brasil


O Facebook Brasil busca estagiários para 2015. O programa tem duração de um ano e conta com vagas apenas em São Paulo, onde se localiza o escritório da empresa, nas áreas de business, finance e media partnership.

O processo seletivo acontece em três etapas: avaliação online, avaliação presencial de competências e entrevistas finais. Na última fasAe, participam o diretor geral do Facebook no Brasil, Leonardo Tristão, e o diretor de pequenos e médios negócios para América Latina, Patrick Hruby.

As inscrições devem ser realizadas aqui até 14 de outubro. Para concorrer em qualquer uma das três áreas, o candidato deve ter inglês avançado; conhecimentos em espanhol e pacote Office são considerados diferenciais.

Business
A área de negócios oferece soluções para páginas, anúncios e ofertas a clientes da rede social e se divide em dois setores: Small Medium Business e Global Sales. Podem se candidatar a vagas de negócios estudantes dos com graduação prevista para dezembro de 2015 nos cursos de administração de empresas, ciências econômicas, comunicação social (publicidade e propaganda, propaganda e marketing, marketing e relações públicas) e engenharias.

Finance

A área financeira da companhia no Brasil é o centro dos processos financeiros na América Latina. Podem se inscrever para a área estudantes de administração de empresas e ciências econômicas com formação prevista para dezembro de 2015.

Media Partnerships
É a área de parcerias estratégicas de entretenimento, esportes e notícias na América latina. Podem participar do processo seletivo dessa área alunos de comunicação social (publicidade e propaganda, propaganda e marketing, relações públicas, jornalismo) e administração de empresas com ênfase em marketing com formação prevista para dezembro de 2015.

Olhar Digital: Por dentro do Pirate Bay: veja o que é necessário para manter o site

Por dentro do Pirate Bay: veja o que é necessário para manter o site

O Pirate Bay é um dos 100 sites mais visitados no mundo e isso não chega a ser surpreendente. O que é incrível é como o site se mantêm com poucos servidores em comparação com outros sites do mesmo calibre; os responsáveis dizem que o serviço roda totalmente na nuvem. em apenas 21 máquinas virtuais.

A transição para a nuvem aconteceu há dois anos, como método para evitar novas operações policiais que fechassem os servidores. Com isso, se for necessário, os responsáveis anônimos pelo site poderão mover as máquinas virtuais livremente para manter o serviço operando. Além disso, foram cortados custos e o tempo fora do ar diminuiu.

Hoje funcionando sem hardware próprio, o site deixou de exibir suas estatísticas e suas configurações no site, o que deixou alguns geeks um pouco chateados. No entanto, o TorrentFreak entrou em contato com os responsáveis, que informaram de bom grado a atual disposição das máquinas virtuais.

Das 21 máquinas que formam o Pirate Bay, a maior parte fica dedicada a servir as páginas da web, com 8. A ferramenta de busca é a segunda maior consumidora, usando 6 máquinas.

Veja abaixo o uso de máquina virtuais do Pirate Bay:
- 8 para web
- 6 para buscas
- 2 para banco de dados
- 1 para o Linux Virtual Server para balanceamento de carga
- 1 para estatísticas
- 1 para o proxy
- 1 para os torrents
- 1 para controle

Eles dizem que no total, as máquina utilizam 182 GB de memória RAM e 94 núcleos de processamento. O armazenamento total é de 620 GB, mas nem todo ele é necessário, o que é incrível considerando o tamanho do site.

Segundo os responsáveis, o serviço é dividido entre provedores de hospedagem em nuvem que não fazem ideia de que o Pirate Bay está entre seus clientes. Por meio do balanceamento de carga, é possível mascarar a atividade das outras máquinas. Também é possível evitar que as empresas que oferecem a hospedagem tenham os IPs ligados publicamente ao site.

Portanto, hoje o ponto mais fraco do Pirate Bay é certamente seu domínio, visto que só em 2013 foram queimados cinco domínios devido a ameaças jurídicas.

Info: Chinês 'aluga' namorada para comprar iPhone 6

Chinês 'aluga' namorada para comprar iPhone 6                                                                                                                                          Lucas Agrela

Um chinês "alugou" a namorada para conseguir dinheiro para comprar um iPhone 6. Fotos de Wei Chu, de 25 anos, segurando uma placa que anunciava o serviço foram postadas na rede social Weibo, um site que tem funcionamento semelhante ao do Twitter.

A namorada de 21 anos de Chu, Xiao Ai, foi "alugada" na frente da Universidade de Songjiang. Segundo o Daily Mail, entretanto, há restrições: Xiao seria apenas uma acompanhante para jantar ou estudar, nada além disso.


Chu cobrava o equivalente a 4 reais por hora. Quem quisesse o dia inteiro com a moça precisaria pagar 20 reais. Há ainda uma promoção mensal: 200 reais. Xiao tem conhecimento do seu "aluguel". 



Olhar Digital: Jovem recusa emprego na Apple para tocar o próprio negócio

 
John Meyer, o jovem de 19 anos que posa ao lado de Tim Cook na imagem acima, recusou uma oportunidade de trabalho na Apple oferecida pela própria empresa. Um emprego na gigante de tecnologia poderia lhe render o equivalente a até R$ 13 mil por mês, mas seus olhos não brilharam: “Eu sou um empreendedor. Não vou ser feliz trabalhando para alguém”, justificou.

Na última semana, o jovem largou o curso de Ciência da Computação que frequentava na Universidade de Nova York para se dedicar totalmente a sua startup de tecnologia, a Fresco News, dona de um agregador de conteúdo. Mas o sucesso do programador não vem de hoje.

Meyer trabalha com tecnologia desde os 16 anos, já desenvolveu mais de 40 apps para iOS - o sistema da Apple -, e, segundo o site Business Insider, tem remuneração compatível a de um engenheiro de software das principais empresas de tecnologia - embora o valor não tenha sido revelado.

Entre suas criações está o Just Light, app de lanterna do iPhone 4 que já foi baixado por mais de 2 milhões de pessoas. O sucesso fez a Apple incluir um aplicativo de lanterna nos iPhones seguintes. Para o iOS 7, Meyer desenvolveu o Perfect Shot, utilitário que usa detectores de sorriso e olho na câmera do dispositivo para tirar fotos quando todas as pessoas enquadradas estão sorrindo e de olhos abertos, evitando a piscada no momento exato da foto. O resultado? Mais de 1 milhão de downloads.

Esta não é a primeira vez que o programador atrai a atenção da Apple. Há três anos, o garoto contou com a ajuda do pai para participar de uma conferência de desenvolvedores da companhia. Com 16 anos, ele não poderia participar do evento por causa da idade. O pai, então, comprou o convite e o entregou ao filho, que à época já fazia sucesso com o Just Light. Depois da iniciativa, a maçã criou uma edição da conferência para adolescentes. Atualmente, John trabalha em duas ideias: uma rede de hostels que custem menos de US$ 30 por noite e uma plataforma de aproximação entre estudantes universitários talentosos e grandes empresas.

Info: Empresa de segurança Site Blindado compra concorrente TrustSign

Empresa de segurança Site Blindado compra concorrente TrustSign

Gustavo Gusmão
Especializada na proteção de sites, em especial de comércio eletrônico, e emissão de certificados SSL, a Site Blindado anunciou nesta segunda-feira a compra da rival TrustSign. O valor da negociação não foi revelado, mas Bernardo Carneiro, CEO da empresa, disse que a INFO que, após a aquisição o faturamento esperado para 2015 bateu a casa dos 25 milhões de reais.

O acordo foi fechado na última terça-feira, 16 de setembro. Segundo Carneiro, as conversas tiveram início no primeiro trimestre deste ano, e “a transação foi relativamente simples”. Isso porque o objetivo de ambas – buscar a liderança no mercado de certificações na América Latina – era o mesmo.

A junção das duas companhias elevará o número de clientes da Site Blindado no Brasil em 50%, de 10 mil para 15 mil. Essa aquisição ainda colaborará para levar soluções da TrustSign aos consumidores da empresa compradora e vice-versa – e, de acordo com o CEO da marca, ainda fortalecerá a internacionalização da nova marca.

Quanto à concorrência, o faturamento estimado ainda está longe de bater os 250 milhões de reais atingidos pela CertiSign, o principal nome no mercado atualmente, como destacou o Valor Econômico. Mas Carneiro fez questão de ressaltar que, apesar do tamanho, a empresa rival não é tão forte no mesmo segmento, e boa parte do dinheiro deles vem dos certificados voltados a CPFs e CNPJs, por exemplo – exatamente onde a empresa do executivo não atua.

Justamente por isso, a expectativa do CEO de fazer da Site Blindado, junto com a TrustSign, a maior na área de certificações digitais SSL, não parece tão distante. Aliás, a meta, que foi facilitada com a aquisição desta, segunda-feira, é assumir essa liderança em até três anos.

Fundada em 2005, a Site Blindado é considerada a pioneira no Brasil no conceito de “blindagem de sites”, conjunto de serviços que promete proteção contra invasões e outras ameaças. O processo todo inclui análise de vulnerabilidades de aplicação e de IPs públicos, certificado SSL-EV, detecção de malware, firewall de aplicação, entre outros passos.

A TrustSign, por sua vez, foi criada no mesmo ano, e foca especificamente na parte de certificados digitais SSL. Eles aparecem ao clicar no cadeado ao lado da URL de endereço com HTTPS (o da CertiSign, homolgado pela própria TrustSign, é um exemplo) e indicam que a página é autêntica e criptografa os dados – essencial para sites de comércio eletrônico. Fora isso, a empresa ainda oferece soluções para fazer assinaturas digitais de e-mails e de códigos de downloads.

G1: Óculos de realidade virtual Project Morpheus estão 85% prontos

Óculos de realidade virtual Project Morpheus estão 85% prontos

Sony não diz preço nem quando dispositivo do PS4 chega às lojas.
Componentes de smartphones podem baratear o produto.

A Sony investe pesado no Project Morpheus, seus óculos de realidade virtual do PlayStation 4. Mesmo sem data de lançamento, a empresa disse, de acordo com o jornal "Wall Street Journal", que o dispositivo está 85% pronto.

De acordo com Shuhei Yoshida, chefe do Sony Worldwide Studios, ao jornal, o projeto está caminhando bem e que está "quase pronto para ser vendido ao público". Ele, contudo, não respondeu a perguntas sobre o preço do aparelho, que não deve ser barato - o que pode colocá-lo como um complemento de luxo para o PS4 - e sua data de lançamento no mercado.

Entretanto, Yoshida disse que muitos dos componentes usados no Project Morpheus estão em smartphones e tablets atuais, o que pode reduzir consideravelmente seu custo para o consumidor.

Ele também está de olho no que o Facebook está fazendo com o Oculus Rift, óculos de realidade virtual da empresa de mesmo nome que foi comprada pelo Facebook por US$ 2 bilhões no início do ano. O kit para desenvolvedores destes óculos custam US$ 350, o que pode ser uma pista de quanto estes dispositivos podem custar ao chegarem ao mercado.

Idg Now: Telefônica Vivo compra operações da GVT por R$ 14,23 bi em dinheiro

Telefônica Vivo compra operações da GVT por R$ 14,23 bi em dinheiro

Transação ainda inclui 12% do capital social da Telefônica Brasil e a entrega para a Vivendi da participação de 8,3% da Telefónica na Telecom Itália 

A Telefônica Brasil e Vivendi S.A assinaram acordo definitivo para a venda da GVT – Global Village Telecom para a Telefônica Brasil. As negociações envolvendo as empresas tiveram início em 29 de agosto e a operação inclui pagamento em dinheiro de € 4,663 bilhões (cerca de R$ 14,23 bilhões), além de 12% do capital social da empresa resultante da integração da Telefônica Brasil com a GVT.

Além disso, Vivendi aceitou a oferta da Telefónica S.A para adquirir a participação de 8,3% do capital com direito a voto que a Telefónica detém na Telecom Italia, em troca de 4,5% do capital que a Vivendi receberá na sociedade resultante da aquisição da GVT pela Telefônica Brasil.

O pagamento total da operação poderá ser financiado por meio da ampliação do capital da Telefônica Brasil. A Telefónica S.A, subscreverá, mediante outra ampliação, sua parte proporcional correspondente à participação de 74% na filial brasileira.

A operação, segundo a companhia, irá gerar sinergias de pelo menos € 4,7 bilhões. "A nova Telefônica Brasil, após a aquisição da GVT, consolidará sua posição como operadora integrada de comunicação no país, líder em receitas e rentabilidade e com perfil de cliente de alto valor", diz o comunicado oficial sobre a compra. Segundo a Telefônica Vivo, a operação permitirá ainda reforçar seu posicionamento em um mercado chave e melhorar seu perfil de crescimento e flexibilidade financeira.

A GVT detém importante rede de nova geração com mais de 10,4 milhões de casas passadas em 135 cidades de 21 estados brasileiros e mais de 2,6 milhões de clientes de banda larga, a maioria fora do Estado de São Paulo.

A implementação da operação está sujeita à obtenção das autorizações societárias e regulatórias que são aplicáveis, incluindo o Conselho Administrativo de Defesa Econômica – CADE e a Agência Nacional de Telecomunicações – Anatel. A operação reforça o compromisso da Telefónica com o Brasil.

G1: HTC irá fabricar novo tablet Nexus do Google, diz jornal

HTC irá fabricar novo tablet Nexus do Google, diz jornal 

Decisão reflete estratégia para impedir que fabricantes tenham monopólio.
Linha já teve aparelhos feitos por Asus, Samsung e LG.
Nexus de 10 polegadas foi feito pela Samsung
O Google selecionou a HTC para fabricar seu próximo tablet Nexus de 9 polegadas, publicou o jornal "The Wall Street Journal", citando pessoas familiarizadas com o assunto.

Atualmente, a empresa tem dois modelos de tablet na linha: o Nexus 7, de 7 polegadas, feito pela Asus; e o Nexus 10, de 10 polegadas, fabricado pela Samsung.

O Google vinha considerando a HTC como um potencial parceiro para o Nexus desde o ano passado. Segundo o jornal, engenheiros da HTC visitaram a sede do Google nos últimos meses para trabalhar no projeto.

A decisão do Google de escolher a HTC reflete estratégia de longo prazo, de construir uma ampla base de parceiros de dispositivo para dispositivo de forma a impedir que qualquer fabricante ganhe um monopólio, publicou o diário.

Essa também pode ser uma das razões pelas quais o Google escolheu a HTC ante os rivais maiores, como Samsung, fabricante do Nexus 10.

Representantes do Google e da HTC não quiseram comentar o assunto. 

Olhar DigitalMicrosoft dobra espaço para armazenamento gratuito no One Drive

Microsoft dobra espaço para armazenamento gratuito no One Drive

Com a chegada do iOS 8, alguns usuários de iPhones e iPads tiveram problemas para atualizar seus aparelhos devido aos requisitos de espaço livre. Aproveitando a situação, a Microsoft anunciou um aumento na quantidade de armazenamento gratuito no OneDrive, misturando um pouco de zombaria na situação.

Com a novidade, o espaço grátis do OneDrive sobe de 15 GB para 30 GB, se tornando a opção mais vantajosa em comparação aos concorrentes Google Drive e Dropbox, mas ainda fica atrás do Mega.

No entanto, para ativar o espaço livre, a Microsoft pede que os usuários ativem o backup automático de fotos e vídeos para o serviço até o fim de setembro. No entanto, ao que parece, é possível desativar o recurso e o espaço permanece disponível.

O problema do iOS 8 é que o update pedia 7 GB de espaço livre no celular, causando problemas para donos de um iPhone com apenas 16 GB de espaço, que precisaram desinstalar aplicativos e excluir fotos e músicas para conseguir liberar o necessário para fazer o download.

A novidade também está disponível para usuários do Android e do Windows Phone, também. Estes usuários também precisam fazer os mesmos passos para ativar o backup automático de fotos até o fim de setembro.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Portal do Servidor Público da Bahia:Projeto RH-Bahia tira dúvidas de gestores de Recursos Humanos


Superar um sistema antigo de gestão de pessoas e contribuir para a implantação de tecnologias que possibilitem uma administração mais ágil e eficiente. Esta é a expectativa de Edmundo de Oliveira, empregado da área de recursos humanos da Companhia de Engenharia Ambiental e Recursos Hídricos da Bahia (Cerb) que esteve presente nesta terça-feira (16) no talk show promovido pelo Projeto RH Bahia. O objetivo do evento, que ocorreu na Flem, foi esclarecer dúvidas e dar mais transparência acerca da implantação da tecnologia SAP no Estado, iniciativa da Secretaria da Administração (Saeb), em conjunto com a Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia (Prodeb).

“Tem que materializar essa mudança. O Estado precisa de um sistema de gestão de RH que integre vários tipos de informação, como plano de cargos e salários, licença médica, benefícios, entre outros. Com o SAP daremos este salto”, pontuou Oliveira, para quem este é um processo irreversível.

Além do representante da Cerb, empregados dos setores de RH de mais nove empresas públicas do Estado também compareceram ao talk show: Bahia Pesca, Bahiatursa, CAR, CBPM, CTB, Ebal, EBDA, Prodeb e Conder. Estas 10 empresas serão as primeiras contempladas com a tecnologia SAP, que farão parte da primeira fase de implantação do projeto.

A Bahia foi o primeiro estado da Federação a adquirir, via licitação, a tecnologia SAP, hoje responsável por 60% das transações no mundo.

Conforme Wendy Katayose, gestora de Mudança do Projeto RH BAHIA, a aposta de um tira dúvidas num formato de talk show foi proporcionar um ambiente mais participativo e dinâmico para esclarecer questões e dúvidas comuns aos órgãos. E não só. “Também buscamos a integração e participação desses profissionais no sentido de serem agentes multiplicadores na execução do Projeto RH Bahia”, completou Katayose.

O evento foi desmembrado em duas partes. Na primeira, Katayose e Patrícia Quadros, líder do Projeto RH Bahia, fizeram perguntas ao superintendente de Recursos Humanos da Saeb, Adriano Tambone, ao servidor e especialista em RH, Augusto Dourado, e a Wilson Freitas, gestor do negócio do projeto. Na segunda, alguns representantes das empresas convidadas foram chamados a se pronunciar sobre a expectativa em relação a esta ação.

Perguntado sobre a necessidade de substituir o atual sistema de gestão de RH, Tambone pontuou que a máquina pública estadual conta hoje com tecnologias neste setor que não mais respondem às demandas. “A legislação evoluiu e as tecnologias que dispomos têm manutenção complexa, além de não contar com elementos de simulação, entre outros requisitos”, justificou Tambone.

Já Dourado entende que a implantação do SAP vai beneficiar, sobretudo, o servidor. “Em qualquer lugar que ele esteja poderá buscar informações sobre processos, férias e muitos outros itens”, afirmou o especialista.

Segundo Wilson Freitas, a previsão é de que em outubro de 2015 já se esteja trabalhando com a tecnologia SAP, embora o prazo total de execução do projeto seja de cinco anos. Neste sentido, Freitas chamou atenção da necessidade de ampla participação dos setores de recursos humanos de todos os órgãos e empresas públicas do Estado.

“Tudo que é novo, moderno, a gente pressupõe que será melhor. O que estamos buscando é mais segurança com estes novos instrumentos de gestão. Temos que nos livrar de papéis”, disse Nazaré Lacerda, responsável pelo setor de RH da Bahiatursa. Ela acredita que a nova tecnologia proporcionará, no âmbito da máquina pública, procedimentos avançados e capazes de responder às demandas dos setores de RH.

SAP - Racionalização e otimização dos gastos com o funcionalismo e mais transparência para a sociedade. Este é o objetivo do Governo da Bahia, ao iniciar, mediante a Secretaria da Administração (Saeb), o Projeto RH Bahia. Num prazo de cinco anos serão implantados novos sistemas de gestão de pessoas, através do software Human Capital Management (HCM), em 68 empresas e órgãos públicos do Estado.
A medida dará mais agilidade a processos como folha de pagamento, benefícios, interação bancária, rotinas trabalhistas, saúde e segurança para os 273 mil servidores públicos, incluindo ativos, aposentados e pensionistas.

“Gestamos despesas de pessoal na ordem de R$ 15 bilhões por ano, mais de R$ 1 bilhão por mês. Até o momento, fazemos este trabalho com diversos sistemas de informação desenvolvidos internamente, mas que não se comunicam entre si. Com o novo software e os novos sistemas, unificaremos os processos e empreenderemos mais agilidade a todas as áreas de atuação da política de recursos humanos do Estado, incrementando ainda mais as ações de qualificação do gasto público”, explica o secretário da Administração Edelvino Góes.

Adriano Tambone acrescenta que esta ação possibilitará a diminuição de erros de recebimento de pagamentos, mais segurança e confiabilidade, resultando em menos risco de fraudes para o Estado. Segundo ele, o software também facilitará o acompanhamento de forma mais sistemática da vida funcional do servidor, a exemplo de admissões, movimentações, promoções (carreiras), desenvolvimento, capacitação e processos de aposentadoria.

Folha de São Paulo: Mais da metade dos jovens sofreram 'bullying' na internet, diz pesquisa


Segundo pesquisa realizada em fevereiro deste ano por ONGs ligadas a direitos da criança na América Latina, cerca de 52% dos jovens consultados disseram já ter sofrido algum tipo de descriminação em redes sociais.

Outros 80% revelaram que sabiam pouco ou quase nada sobre seus direitos e deveres na internet. O estudo levou em conta as respostas apresentadas por jovens entre 13 e 18 anos em nove países da América Latina. O Brasil não foi incluído nesta pesquisa.

Cena da campanha "Chega de bullying, não fique calado", do canal por assinatura Cartoon Network

Baseado nesses números da pesquisa, o canal Cartoon Network lança nesta segunda-feira (22) uma nova fase da campanha "Chega de bullying, não fique calado", que quer ajudar crianças, pais e professores a identificar e enfrentar o "bullying" na internet, conhecido como "cyberbullying".

Dois vídeos de curta duração entrarão no ar durante a programação do canal, onde um monstro disfarçado de criança se aproveita do seu anonimato para espalhar pela rede comentários maldosos e falsos rumores sobre outras pessoas.

A campanha conta com mensagens como "Não deixe o monstro do cyberbullying falar por você!" e o auxílio de um aplicativo disponível na internet

IdgNow: Western Union lança app para operações de câmbio em iOS e Android


Clientes da empresa de serviços de pagamento podem usar o aplicativo para acessar contas, recarregar cartões ou abrir nova conta

A Western Union, empresa de serviços globais de pagamento, lançou um aplicativo, para plataformas iOS e Android, que facilita a interação com seus serviços de câmbio de moedas. O aplicativo WU Câmbio permite acessar a conta pelo celular ou tablet e realizar atividades como o carga e recarga de cartão pré-pago, consulta de saldo e extrato, além da opção de compra para os novos usuários e clientes. 

“O lançamento do aplicativo faz parte da estratégia da companhia de oferecer qualidade de serviços no mercado brasileiro de câmbio. O WU Câmbio App está repleto de conteúdo e interatividade para tornar a recarga do cartão pré-pago, antes ou durante uma viagem, por exemplo, muito mais rápida e prática”, afirma o Diretor Presidente da Western Union Brasil, Felipe Buckup.

Segundo o executivo, após a migração dos ativos de câmbio do Grupo Fitta, o app, assim como o e-commerce e o Facebook, também estão sob responsabilidade da Western Union. “Reformulamos o layout mantendo suas principais funcionalidades, com o objetivo de posicioná-lo como mais um canal de negócios, com as melhores soluções para nossos clientes”, informa Buckup.

Para baixar o aplicativo, basta acessar a Apple Store ou a Google Play Store, do Android, e buscar por ‘WU Câmbio’.

Líder em serviços globais de pagamentos e remessas internacionais, a Western Union possui uma rede combinada de mais de 500 mil pontos de atendimento em 200 países e territórios, além de mais de 100.000 ATMs (dados de 30 de junho de 2014).

A empresa atua no Brasil com mais de 12 mil pontos de correspondentes, como as redes de varejo Riachuelo e Gazin, além do Bradesco e Banco do Brasil. A empresa também comercializa cartões pré-pagos e oferece o e-commerce www.wucambio.com.br.

A Western Union realiza transações de remessas internacionais em até cinco minutos, sujeitas a termos e condições do serviço, ao horário de operações dos agentes e às mudanças de fuso horário. O envio pode ser feito, também, via telefone. Para a troca de câmbio, algumas lojas oferecem o serviço de delivery. Outro benefício é a opção de cargas e recargas do cartão pré-pago pela internet, com o e-commerce e/ou aplicativo.

IdgNow: Sem correlação, os dados não têm valor


Guilherme van de Velde *

Por possuírem um grande volume de dados passíveis de análise, os Bancos, Operadoras de Telecomunicação, Montadoras, Seguradoras e órgãos do Governo devem ser os pioneiros na adoção do Big Data, visando um respaldo maior aos negócios por meio de uma análise assertiva, preventiva e com maior visibilidade sobre clientes e públicos de interesse.
Hoje em dia, a coleta e o armazenamento de dados são críticos, mas é preciso saber fazer um bom uso desses dados. Mais do que a tecnologia, o que é essencial em um projeto de Big Data são as pessoas que fazem as análises, que criam os modelos e os algoritmos, compondo a verdadeira ciência de dados.

Gary King, professor da Universidade de Wheaterhead e seus alunos criaram em duas horas um algoritmo para análise de dados que em 20 minutos com um notebook padrão fariam a mesma análise que uma estrutura orçada inicialmente em US$ 2 milhões.

Este é um exemplo da Ciência da informação e como as pessoas devem ter uma visão mais abrangente da organização e não só ter o conhecimento tecnológico, como também ter a visão de negócio, expertise em estatística, métodos quantitativos, além de grande sensibilidade e criatividade.

Diferentemente do Business Intelligence e ao mesmo tempo complementar a ele, o Big Data amplia o escopo de visão e permite que as informações sejam cruzadas com os outros rastros digitais que possam estar dentro ou fora da companhia. O BI trabalha com fatos e números do negócio, informações concretas realizadas, já o Big Data trabalha com tendências, números aproximados e correlações.

No setor Financeiro, existe um enorme volume de dados externos que não são analisados e também um volume interno considerável gerado por transações com cartão, caixas eletrônicos (ATMs), câmeras de vigilância e ainda com as transações por meio de dispositivos móveis que não são considerados nessa análise.

O uso do Big Data também promoveria um melhor mapeamento do perfil e maior visibilidade da capacidade de crédito de cada cliente, para um banco ou para uma seguradora. Dessa maneira, a tecnologia pode apoiar as empresas em uma vasta gama de ofertas, tais como venda de novos produtos e serviços, mitigação de riscos com fraudes e operações ilícitas, e ainda mitigação dos riscos de crédito e inadimplência.

Com o Big Data podemos identificar tendências e descobrir novas correlações. Podemos fazer novas perguntas (mesmo sem aparente predição) e, com as respostas, conquistar alto nível de detalhamento e de segmentação de grupos, a fim de aproveitarmos novas oportunidades de negócios – inimagináveis até então.

O Big Data pode ser utilizado na fidelização de clientes, no engajamento e antecipação dos desejos do consumidor, pois é possível entender melhor o perfil do cliente e fazer uma oferta de produto ou serviço por meios de comunicação pertinentes, nos horários adequados e que tenham afinidade e relevância para o cliente. Com grandes volumes de dados, as possibilidades de acerto tornam-se bem mais significativas e desafiadoras.

A novidade é que esses modelos preditivos agora podem ser desenvolvidos e aplicados em áreas de negócios, que buscam identificar eventos antes que eles aconteçam. Com isso, podemos coletar dados de sensores de carros, smartphones, prédios, aviões a fim de aplicarmos análises correlacionais para determinados padrões que sinalizam futuros problemas, assim como já é feito para a indústria aeronáutica.

Quanto mais cedo uma anormalidade é prevista, mais eficiente é o seu processo de correção. Esse sistema pode ser aplicado para melhorar o fluxo de veículos e pessoas nas ruas com temporização inteligente de semáforos, diminuindo significativamente o tempo para chegar ao destino.

Existem inúmeras aplicações nas quais o Big Data pode agregar valor às organizações, seja como diferencial competitivo para empresas que comercializam produtos e serviços aos consumidores finais, seja às instituições financeiras reduzirem riscos de inadimplência, seja para indústria automotiva planejar ações futuras de carros inteligentes que informam o melhor momento de realizar uma manutenção específica.

Mas para descobrir tudo isso é preciso implementá-lo e escolher as pessoas corretas para geri-lo.


Info: Facebook remove foto de perfil de jovem com malformação linfática


Karen Carneti

Embret Henock Haldammen, estudante do ensino médio, recebeu um aviso informando que "a imagem de perfil violava as políticas do Facebook”

Um adolescente de 16 anos da Noruega teve sua foto de perfil removida pelo Facebook, mesmo sem a imagem possuir qualquer tipo de conteúdo ofensivo. As informações são do site norueguês VG.

Embret Henock Haldammen, que é estudante do ensino médio, havia postado uma de suas últimas fotos na escola quando recebeu um aviso informando que "a imagem de perfil violava as políticas do Facebook”. Como não recebeu qualquer esclarecimento sobre o ocorrido, o garoto logo entendeu que a imagem foi removida devido às malformações linfáticas que possui em seu rosto desde que nasceu.

"Estamos acostumados com pessoas apontando, olhando e rindo dele", disse o pai de Haldammen ao site norueguês de notícias Fædrelandsvennen. "Mas o Facebook agir como uma criança, e não como uma empresa, é terrível˜.

Um porta-voz escandinavo do Facebook respondeu a ambas as reportagens, esclarecendo que a remoção da imagem foi resultado da denúncia de um usuário. "Às vezes as denúncias são incoerentes, e neste caso, a remoção da imagem estava errada", disse o porta-voz, acrescentando que a imagem não violou a política do Facebook.

Ao Ars Technica, o time americano do FB disse que "esta imagem foi removida acidentalmente por um dos membros de nossa equipe. Como nossos funcionários verificam mais de um milhão de denúncias a cada semana, nós ocasionalmente cometemos erros. Pedimos desculpas por qualquer inconveniente que isso possa ter causado e já tomamos medidas que devem evitar que isso aconteça no futuro". 

Haldammen já atualizou seu perfil com uma novo foto. Na legenda, a frase: "Na esperança de que esta imagem fique! Eu sou o que sou, pareço como eu mesmo, não como todo mundo”.


Convergencia digital: Pesquisadores lançam guia para certificação Cloud da CompTIA





Os especialistas em TI, Yuri Diogenes e Manoel Veras, escreveram o primeiro livro em português que serve como guia preparatório para o exame de certificação Cloud Essentials da CompTIA. Com o título “Cloud Essentials Guia Preparatório para o exame CLO-001” o livro fornece a base de conhecimentos sobre o que é CloudComputing, além de todas as tecnologias e preocupações que se deve ter antes da adoção desse modelo.

“A Certificação CompTIA Cloud Essentials é fundamental para qualquer profissional de tecnologia da informação interessado em aprender os conceitos, padrões, práticas e o impacto no negócio decorrente da adoção da computação em nuvem.Essa certificação permitirá que o profissional entenda as características da computação em nuvem e como uma empresa pode tirar proveito desta tecnologia para fins de aprimoramento do negócio”, destaca Yuri Diogenes, um dos autores do livro.

Segundo Marco Carvalho, agente da CompTIA no Brasil, o livro não é voltado apenas para o profissional de TI. Também é válido para o profissional de negócios. Validar seus conhecimentos no que tange ao assunto de computação em nuvem por meio de uma certificação neutra de fabricante, como é o caso do CompTIA Cloud Essentials, é um fator diferencial para qualquer profissional. O livro cobre todos os assuntos da prova CompTIA Cloud Essentials CLO-001. 

Dentre eles estão:
• Os conceitos e características de mercado da computação em nuvem independente da plataforma;
• Entendimento sobre o valor agregado deste modelo ao negócio da empresa;
• Conceitos técnicos a respeito dos tipos e modelos de nuvem;
• Passos padrões para a adoção da computação em nuvem;
• Entendimento do impacto no gerenciamento de TI com a adoção da computação em nuvem no ambiente;
• Os riscos relacionados à segurança, às consequências e fatores de mitigação.

Yuri esclarece que é necessário ter um conhecimento teórico antes de colocar a mão na massa. “Cloud computing deixou de ser uma promessa, já é uma realidade e é preciso ter capacitação nessa área. Aconselho a todos os profissionais que se interessam pelo tema a lerem o livro e buscarem a certificação Cloud Essentials da CompTIA. Pois é uma certificação vendorneutral , ou seja, totalmente independente de qualquer fornecedor de soluções Cloud”.