quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Folha de São Paulo: Justiça dos EUA acusa homens de furtar dados da Microsoft e do exército

Justiça dos EUA acusa homens de furtar dados da Microsoft e do exército


Quatro membros de um suposto grupo de hackers foram acusados de roubar mais de US$ 100 milhões em softwares e dados, que eram usados para treinar pilotos militares e ligados ao videogame da Microsoft, o Xbox One, informou o Departamento de Justiça dos Estados Unidos nesta terça-feira (30).

Dois dos quatro se declararam culpados das acusações contidas numa acusação formal aberta no início do dia, segundo o Departamento.

Promotores afirmaram que o grupo entrou na rede de computadores da Microsoft e de alguns de seus colaboradores entre janeiro de 2011 e março de 2014 para roubar códigos-fonte, especificações técnicas e outras informações do console de videogame Xbox One, que ainda não havia sido lançado no período dos ataques virtuais.

Os hackers também roubaram informações sobre versões ainda não lançadas dos jogos "Gears of War" e "Call of Duty: Modern Warfare 3", disseram os promotores.

O Departamento de Justiça informou ainda que o grupo também foi acusado de invadir a rede do exército dos EUA para furtar um software simulador do helicóptero Apache, da Boeing.

Olhar Digital: Laser ultrarrápido pode causar salto de velocidade de internet

Laser ultrarrápido pode causar salto de velocidade de internet 

Uma pesquisa de cientistas alemães e britânicos conseguiram criar o laser mais rápido do mundo, o que pode vir a significar um possível novo salto na velocidade da internet. Ainda em fase embrionária, o laser ainda está longe de aplicações no mundo real, mas os pesquisadores confirmam que é possível utilizá-lo para alavancar a tecnologia de comunicação e transferência de dados.

O laser é capaz de ligar e desligar em velocidade recorde, o que é o grande diferencial desta pesquisa. “Se é possível ligar e desligar o laser muito rapidamente, então mais informação é transportada em um determinado período de tempo”, afirma Carsten Ronning, cientista responsável em contato com o Mashable.

Segundo os pesquisadores, a diferença é que neste caso, um nanofio de óxido de zinco usado para desenvolver os lasers é colocado em prata em vez de vidro, usado tradicionalmente. Depois disso é utilizada uma técnica para “espremer” a luz, reduzindo o diâmetro do laser para a espessura de um milésimo de um fio de cabelo.

O laser é capaz de produzir 1 trilhão de pulsos por segundo, o que é muito superior ao que existe hoje. De acordo com Ronning, o laser, capaz de operar na temperatura ambiente, teria atingido a velocidade máxima possível para um dispositivo do tipo.

Info: Microsoft anuncia Windows 10 e volta do menu iniciar

Lucas Agrela


A Microsoft anunciou nesta terça-feira (30), durante um evento em São Francisco, o Windows 10, a nova versão do sistema operacional da empresa. "O novo sistema desbloqueia novas experiências para permitir que os usuários trabalhem, joguem e se conectem", afirmou Terry Myerson, vice-presidente executivo de sistemas operacionais da Microsoft no evento.

Amanhã, a empresa irá liberar a versão do Windows 10 para desenvolvedores, chamada de Technical Preview. A edição para servidores chegará em breve. Já para consumidores em geral, o novo sistema deve chegar somente em 2015.

O produto deve reforçar a unificação de plataformas dentro da Microsoft. Uma boa notícia para os usuários do sistema Windows é que o menu iniciar voltou. Seu tamanho pode ser modificado e seu visual alia características do Windows 7 e do Windows 8.

Os aplicativos desenvolvidos para a interface Modern do Windows 8, que eram executados sempre em tela cheia, agora poderão ser usados na área de trabalho clássica do Windows. "Não queremos essa dualidade, queremos que os usuários de PCs com mouse e teclado tenham sua interface familiar", Joe Belfiore, vice-presidente corporativo do grupo de sistemas operacionais."Foi intencional juntarmos PC, tablet e smartphone. Capacidades similares, mas que no fim se diferenciam", declarou.

Folha de São Paulo: Rede 4G ainda é restrito no país; uso da rede depende de modelo de celular

Anderson Leonardo

A cobertura de rede móvel 4G, mais veloz na transmissão de dados que o 3G, não deve fazer diferença para quem acessa a internet esporadicamente pelo celular.
Por outro lado, pode ser uma aquisição bem-vinda para quem costuma acompanhar as redes sociais, ver vídeos na web ou lidar com e-mails várias vezes ao dia pelo smartphone.

Mas, antes de comprar um plano 4G das operadoras, é importante considerar em qual região o cliente vive: o serviço ainda é restrito e concentrado em municípios do Sudeste do Brasil.

Das 92 cidades em que a Claro oferece o serviço, por exemplo, 54 são de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais ou Espírito Santo. O mesmo padrão se repete com outras companhias do ramo, como Vivo e Tim.

Também não adianta querer investir num plano 4G se o dispositivo do consumidor não tem suporte a esse tipo de conexão. O celular mais barato que atende a esse requisito é o Moto G, da Motorola, que sai por R$ 799 (veja outros dispositivos abaixo).

Os frutos do leilão realizado pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) ontem –cuja finalidade é ampliar a cobertura da rede 4G– só devem começar a ser colhidos a partir de 2016.

Como estipulado pelo órgão, as teles só poderão implantar o 4G nos lotes da frequência de 700 MHz leiloados um ano depois do desligamento da transmissão analógica de TV, que ocupa hoje essa faixa do espectro.

Atualmente, as teles usam a frequência de 2,5 GHz, leiloada em 2012, para operar o 4G. A futura expansão vai permitir que aparelhos adquiridos nos Estados Unidos, onde a faixa de 700 MHz é padrão, usufruam das altas velocidades da quarta geração de internet móvel no Brasil.

Gizmodo: Este SSD para espiões se autodestrói na hora ao receber um código via SMS

Este SSD para espiões se autodestrói na hora ao receber um código via SMS
Andrew Liszewski
Perder um laptop cheio de arquivos pessoais pode ser bem irritante, mas perder um computador cheio de informações corporativas e segredos de comércio é assustador. Para quem absolutamente não pode arriscar que seus dados extraviados caiam nas mãos erradas, existe esta unidade SSD.

O SecureDrives Autothysis128 se conecta a redes GSM para receber comandos remotos: dessa forma, ele não destrói apenas seus dados – ele destrói a si próprio.

Ao perceber que seu laptop desapareceu, tudo que você precisa fazer é enviar uma mensagem de texto pré-definida para o número de celular exclusivo do SSD, e o drive será imediatamente destruído.

E não estamos falando aqui de uma formatação rápida para apagar o conteúdo: o invólucro do SSD tem mecanismos integrados que destroem fisicamente os chips internos de memória flash, tornando os dados completamente irrecuperáveis.

Os drives também incluem outras formas de proteger seus dados, caso você não possa enviar o SMS de autodestruição, ou não perceba que o SSD desapareceu. O dispositivo da SecureDrives pode ser programado para se destruir automaticamente:
quando for retirado de seu conector SATAII;
quando estiver fora do sinal GSM por um certo período de tempo;
quando a bateria estiver acabando (o que poderia permitir acesso ao drive).

Tudo isso é configurável, e pode ser ativado ou desativado pelo dono. Além disso, o drive usa criptografia AES CBC de 256 bits e tem autenticação por dois fatores. Para o SSD funcionar, é preciso digitar um código usando seu token – que pode ser um app para smartphone ou um dispositivo físico, dependendo do modelo.

Se você digitar o código errado do token, o SSD se autodestrói após certo número de tentativas (é algo que você pode configurar). O token também possui um botão para destruir o SSD à distância.

Claro, este drive é muito mais caro do que SSDs comuns. O Autothysis128s, com token via app para smartphone, custa o equivalente a R$ 3.800. O Autothysis128t, com um token independente, sai por R$ 4.100. Em ambos, também é preciso pagar uma assinatura anual de R$ 115 pelo serviço GSM após um ano de uso.

Mas se a segurança é sua prioridade número um, você vai querer algo assim para garantir que seus preciosos dados estejam protegidos a qualquer custo. [SecureDrives via The Red Ferret Journal]

Codigo Fonte: Google revela Drive para Educação com armazenamento gratuito e ilimitado para estudantes

Google revela Drive para Educação com armazenamento gratuito e ilimitado para estudantes 

O Google Apps for Education acaba de ficar mais interessante: Nas próximas semanas, novos e atuais clientes terão acesso ao Drive para Educação, uma versão acadêmica de sua solução de armazenamento online.

O novo Drive traz armazenamento ilimitado, suporte para arquivos individuais de até 5 TB e criptografia automática, tudo isso gratuitamente. “Cada arquivo enviado para o Google Drive é criptografado, não só do seu dispositivo para o Google e em trânsito entre os centros de dados do Google, mas também em repouso nos servidores”, disse Ben Schrom, PM do Google Apps for Education.



O serviço será reforçado com o Google Apps Vault, uma ferramenta focada no atendimento para administradores, até o final do ano. O Google também está prometendo ferramentas de relatórios e auditoria, bem como uma API de auditoria para rastrear arquivos.

Google Apps for Education é gratuito para instituições educacionais sem fins lucrativos e vem com “Sala de Aula”, um conjunto de ferramentas que os professores podem utilizar para entrega de materiais escolares e trabalhos, além de dar aos alunos feedback.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

FaxAju : Diretor da Emgetis visita Companhia de Processamento de Dados da BA


FaxAju :: A notícia agora, Politica, Sergipe, Brasil e o mundo.:

Diretor da Emgetis visita Companhia de Processamento de Dados da BA


Na última semana, diretor de tecnologia da Empresa Sergipana de Tecnologia da Informação (Emgetis), Franscico Varella, visitou a Companhia de Processamento de Dados da Bahia (Prodeb) com o objetivo de conhecer o uso da nova versão do correio eletrônico corporativo Expresso 2.5 e também a estrutura de funcionamento da empresa baiana.

A principal finalidade da visita é o estudo do uso do Expresso 2.5, versão mais atual do correio eletrônico corporativo, que já está em funcionamento na Prodeb, para a possível atualização do Expresso Sergipe. O diretor de tecnologia da Emgetis, Franscico Varella, destaca o interesse da empresa em implantar a nova versão. “Estamos estudando o implante desse novo sistema na empresa, fomos conhecer os possíveis problemas, para que possamos nos estruturar para migração do Expresso 2.5”, informa Franscico Varella.

Aproveitando a visita, Varella também conheceu a estrutura de funcionamento da empresa, que no momento é feita sobre dois tipos de plataforma, alta (computadores centrais) e baixa (microcomputadores) e que está sendo alterada para ser somente na baixa, modelo semelhante ao utilizado na Empresa Sergipana de Tecnologia da Informação.

Troca de informação

O diretor de tecnologia explica a relevância do diálogo entre as empresas de tecnologia da informação. “A troca de experiência é importantíssima tanto irmos, quanto eles virem, como já aconteceu esse ano”, comenta Varella.

A Prodeb em parceria com a Secretaria de Administração do Estado da Bahia – Saeb visitou a Emgetis no primeiro semestre deste ano, com intuito de conhecer a experiência do Estado na implantação de um sistema de Gerenciador Eletrônico de Documentos e Processos, que é o Edoc, sistema da Emgetis que funciona no Estado.

Fonte:
"Diretor da Emgetis visita Companhia de Processamento de Dados da BA." FaxAju :: A notícia agora, Politica, Sergipe, Brasil e o mundo.. http://www.faxaju.com.br/conteudo.asp?id=190260 (accessed October 16, 2014).

G1: Empresa de antivírus detecta 1,8 mil ameaças para Mac OS X em 2014




Programas que exibem anúncios são problema mais comum em sistema.

Segundo Eugene Kaspersky, Mac OS X tem vírus 'sofisticados'.
Eugene Kaspersky, especialista em segurança digital e fundador da fabricante de antivírus russa Kaspersky, anunciou nesta segunda-feira (29) que sua empresa detectou 1,8 mil pragas digitais para o sistema operacional Mac OS X nos primeiros oito meses de 2014. Embora o número seja pequeno perto das ameaças existentes para Windows, Kaspersky observa que os códigos para Mac OS X não são "amadores".

Essas ameaças, no entanto, não são completamente diferentes umas das outras, mas sim variações das mesmas "famílias". Em 2014, a fabricante de antivírus diz ter encontrado 25 dessas famílias de vírus para Mac OS X.

Kaspersky elencou alguns deles como os mais interessante. O Callme é distribuído como um arquivo de Word que explora uma vulnerabilidade para se instalar no sistema; Laoshu foi assinado por um certificado digital válido e realiza uma captura de tela a cada minuto; Ventir permite o controle remoto do sistema infectado junto de um módulo de captura de teclas; IOSInfector é um módulo de um código que dá o controle remoto do computador para o hacker e infecta iPhones conectados ao Mac; FileCoder codifica arquivos para exigir que o usuário pague um "resgate" para ter seus dados de volta; e CoinStealer é uma praga programada para roubar carteiras de bitcoins.

Porém, essas não são as pragas digitais mais detectadas nos computadores com Mac OS X. Os dados da Kaspersky, que são baseados em informações dos usuários dos produtos da companhia, mostram dezenas de milhares de detecções de códigos do tipo "adware". São programas instalados juntos de outros programas, em alguns casos por instaladores falsos, para rastrear a navegação do usuário e exibir anúncios publicitários.

As duas famílias mais comuns identificadas pela Kaspersky são a Geonei e a Yontoo. A primeira é o nome dado por algumas companhias antivírus para o software da empresa Genieo, que promete criar uma "home page personalizada" para os usuários. O software é instalado junto de outros aplicativos gratuitos e, segundo pesquisas, também é encontrado com instaladores falsos do Flash Player, cuja versão oficial não distribui esse software.

Embora não sejam "vírus" que prejudicam diretamente o usuário, esses códigos comprometem a privacidade e o bom funcionamento do sistema.

A partir desses dados, Kaspersky tira três conclusões. "Os criminosos acham mais fácil ganhar dinheiro com abordagens mais lícitas. Anúncios persistentes fazem dinheiro, e juntos de infecções em larga escala, bastante dinheiro", diz o especialista.

A segunda conclusão dele é de que os programadores de vírus para OS X são raros, porém "sofisticados". Ele diz que não houve uma fase de "vírus por diversão" para o Mac OS X, como aconteceu com o Windows. É provável, segundo Kaspersky, que esses são programadores que criavam códigos para Windows e que depois migraram para OS X já usando as mesmas técnicas. A sofisticação técnica média dos vírus para o OS X, diz ele, é maior que a das pragas para Windows.

A última observação feita por Kaspersky é que grupos de espionagem industrial tem sim explorado a plataforma da Apple. Ele cita campanhas como a Careto e a Icefog que usaram códigos para atacar sistemas com Mac OS X. Embora essas pragas não apareçam na lista das mais detectadas, elas continuam sendo um risco para quem precisa proteger dados sensíveis.

O especialista afirma ainda que acredita que, caso os sistemas da Apple continuem se popularizando, algumas epidemias de vírus podem tirar proveito da falta de preocupação dos usuários com a segurança do sistema para infectarem um grande número de computadores e causarem prejuízo, como o vírus Flashback que infectou 600 mil computadores em 2012.

Hoje, diz Kaspersky, não há "massa crítica" suficiente de usuários para uma grande quantidade de vírus para Mac OS X.


Idg Now: Larry Ellison diz que Oracle será uma central de soluções de cloud



Executivo falou na abertura do Oracle OpenWorld, neste domingo, afirmando que a companhia terá ofertas para todos os estágios de nuvem

O chief technology officer (CTO) e chairman executivo da Oracle, Larry Ellison, que apenas alguns anos atrás fez piadas desdenhando a cloud computing, foi para o palco da conferência Oracle OpenWorld neste domingo (28/09) como um devotado evangelista da computação em nuvem.

No discurso de abertura do evento, que acontece esta semana em San Francisco (Califórnia), Ellison proclamou que sua empresa está decidida a se tornar uma central de soluções de cloud computing e o maior provedor de nuvem do mercado, com ofertas para as empresas em todos os estágios da adoção de cloud computing.

"Nós não poderíamos ser apenas especialistas em SaaS [software como serviço] como a Salesforce.com; ou especialistas em IaaS [infraestrutura como serviço] como a Amazon", disse Ellison. O executivo certamente se referia ao fato de que ao longo dos últimos dois anos a Oracle vem montando várias peças do seu portfólio de cloud. Ao que parece, este é o ano em que a empresa vai usar o OpenWorld para finalmente informar que todos os pedaços estão encaixados e que o menu está completo.

Um dos principais pratos é a entrada da Oracle no mercado de PaaS (plataforma como serviço). Segundo Ellison, os clientes vão poder mover aplicações Java locais (on-premises) para o banco de dados da Oracle na nuvem e para o servidor de nuvem WebLogic, da empresa, "apertando apenas um botão". E aplicações que não sejam em Java também ganharam um lar nos céus da Oracle, na medida em que podem ser migradas para sua oferta de IaaS, também "apertando apenas um botão".

A oferta de PaaS da Oracle, segundo Ellison, "cerca de modernidade as aplicações das empresas" ao oferecer serviços adicionais de social media, mobilidade, analytics e gestão de identidades. Segundo o executivo, são os mesmos recursos usados internamente pelo próprio time de desenvolvimento da Oracle.

"Ninguém mais está oferecendo uma plataforma própria para estender suas aplicações SaaS", declarou Ellison. "Vamos ser claros. A maioria dos nossos concorrentes em SaaS não tem sequer uma plataforma"

Os discursos de Larry Ellison na OpenWorld são usualmente cheios de alfinetadas contra a concorrência e a apresentação da abertura de 2014 não ficou atrás. Por exemplo, ele apontou que muitos dos fornecedores de SaaS atuais usam a tecnologia da Oracle para suportar seus produtos. Um deles, a Salesforce.com, ganhou no entanto a deferência do executivo ao reconhecer que a empresa é um competidor formidável na área de aplicações de CRM (customer relationship management).

"A Salesforce é o melhor de todos. Eles ao menos têm uma plataforma. Os outros caras, como a Workday, não têm uma plataforma. Mortos em combate", esbravejou Ellison.

Ellison reservou as maiores alfinetadas para a SAP, que criou uma oferta da PaaS (plataforma com serviço) em torno da sua plataforma de computação in-memory Hana. "Vou tentar ser bacana, mas vai ser difícil. Eu não faço a menor idéia do tipo de coisa que funciona no Hana. Estou sendo rude, mas é a verdade. E é até engraçado. Que nuvem? Vamos voltar para a Terra".

Após o discurso de Ellison, uma porta-voz da SAP rebateu por email as críticas do executivo informando que as aplicações SuccessFactors e Cloud for Sales, da SAP, já estão rodando em Hana e que o trabalho de mover o software Ariba para a plataforma já está em andamento. A porta-voz também informou que a SAP tem mais de 1,5 mil startups usando Hana para criar produtos.


IdgNow: Windows 9: o que já sabemos sobre o sistema operacional da Microsoft

Jared Newman

O novo SO, que tem o nome código de "Threshold" e pode vir a ser batizado apenas de Windows, será lançado hoje, em San Francisco

Windows 9. Threshold. Ou só Windows. Qualquer que seja o nome que a Microsoft finalmente escolha para seu próximo sistema operacional, o produto está sendo projetado para ser uma grande mudança se comparado com os Windows que vieram antes dele.

A diferença é que desta vez, ao invés de assustar, a Microsoft está se preocupando em cooptar a base de usuários - especialmente os corporativos - para abraçar a novidade. Se os boatos e vazamentos forem corretos, a empresa deverá desfazer algumas das mudanças drásticas assumidas pelo Windows 8, ao mesmo tempo que vai estrear uma grande transformação, já há muito tempo devida, para o Windows.

As novidades deverão ser reveladas nesta terça-feira, 30/09, num evento para jornalistas marcado para as 13h00 (horário do Brasil) em San Francisco (Califórnia). Confira a seguir, o que sabemos sobre as mudanças e correções:

Desfazendo estragos
As grandes mudanças do Windows 9 estão direcionadas para o grupo de usuários de desktop que nunca se recuperou do redesenho dramático da interface inaugurado pelo Windows 8. Isso quer dizer que eles vão ter volta o menu Start clássico surgindo do canto esquerdo inferior da tela, ao invés de ter de percorrer a tela inteira como acontece no Windows 8. Um vídeo que vazou na internet mostra como está montada a nova interface.



Convergência isolada

A Microsoft não abriu mão por completo do plano de ter um só Windows para diferentes dispositivos como smartphones, tablets e PCs. Mas com o Windows 9 a empresa vai modificar a visão oferecendo uma versão separada para smarphones e tablets que enfatiza a interface moderna e as apps da Windows Store.

Parece que voltamos à fase do Windows RT, mas com diferenças importantes: essa versão vai funcionar em smartphones e em tablets e deverá ser compatível com dispositivos de arquitetura ARM ou Intel Atom, segundo publicou a ZDNet. Mais importante que isso, essa nova versão não vai incluir o desktop, eliminando a confusão que fez do Windows RT um fracasso logo de cara.


A única questão é como ficam os dispositivos híbridos como o Surface Pro 3 e o ThinkPad 10 da Lenovo. É pura especulação, mas aparentemente os híbridos baseados em arquitetura Intel - especialmente os modelos maiores - vão ganhar versões do Windows centradas no desktpo com a opção de ativar recursos específicos de tablets.


Renovando o software do desktop

Está claro que a Microsoft pretende criar uma distinção entre dispositivos touch e os PCs tradicionais controlados por mouses, teclados e trackpads. Mas o que vai manter todos juntos será a Windows Store e seus apps.

Com o Windows 8 a Microsoft lançou a Windows Store apostando numa nova safra de software para tablets e telas sensíveis ao toque, mas o esforço não gerou o resultado esperado. Ensanduichada entre a adoção lenta dos tablets Windows e o interesse mínimo dos usuários tradicionais de PCs pelos apps, a Windows Store foi rapidamente ignorada pelos grandes desenvolvedores e ficou cheia de lixo. A Microsoft só recentemente começou a limpar a bagunça.

O Windows 9 representa uma segunda chance para a empresa, na medida em que a Microsoft faz um grande esforço para levar os apps da Windows Store apps para o desktop. Os usuários poderão executar esses apps dentro de uma janela ou em modo de tela cheia, e eles terão ícones ao longo da barra de tarefas como qualquer outro programa.

Mais enfeites, é claro

Se o Windows 9 fosse apenas para combater os estragos do Windows 8, ele não seria tão atraente para os usuários do Windows 7 que estão satisfeitos com o produto. Portanto é de esperar que a Microsoft coloque um pouco mais de cor e novos recursos no produto para chamar a atenção de todos.

Conforme os vazamentos recentes, os desktops virtuais serão uma das grandes novidades do Windows 9. Semelhantes ao recurso de Workspaces do Ubuntu Linux, eles permitem que os usuários possam espalhar seu trabalho por múltiplos desktpos, liberando-os de confusão na hora de mudar de uma tarefa para outra. Os desktops virtuais deverãi ser controlados por meio de um ícone de janelas no lado esquerdo da barra de tarefas, para que os usuários possam mudar de um workspace para outro com um par de cliques.

A Microsoft também poderá trazer vários recursos do Windows Phone para o lado do PC, incluindo o assistente virtual Cortana e uma central de notificações que aparece do lado direito da barra de tarefas do desktop. Os recursos de Wi-Fi Sense e Storage Sense também poderão migrar do Windows Phone, facilitando a vida dos usuários que querem entrar online ou que querem liberar espaço extra de armazemanamento.


Um novo começo para “Windows”



Até agora a Microsoft não tinha dado um nome específico para a nova versão do Windows. Seu nome código é "Threshold” e “Windows 9” é meramente um identificador que a mídia e os especialistas têm usado para se referir ao novo sistema operacional.

Há uma teoria de que a Microsoft vá abandonar números e passar a chamar o sistema operacional simplesmente de “Windows.” A idéia é que o Windows 9 não seria apenas um upgrade, mas sim o marcador final de um ciclo de upgrades de Windows da forma como conhecemos até agora.

Ao invés de distribuir grandes atualizações a cada dois ou três anos, a Microsoft poderia mudar para uma longa lista de updates gratuitos, seguindo o mesmo caminho adotado pela Apple com o iOS eo Mac OS X, e pela Google com o Android e o Chrome OS.

O presidente da Microsoft na Indonésia afirmou recentemente que o Windows 9 será gratuito para os usuários do Windows 8, uma informação que a Microsoft já tinha mencionado inicialmente durante sua conferência Build, no início do ano.

Embora essa mudança de modelo possa representar uma pequena perda na receita de licença do Windows, de outro lado ele pode evitar um próximo "XPocalypse" e criar um ecossistema menos fragmentado para a Microsoft gerenciar.

Em última instância, há sinais de que a Microsoft planeja simplificar suas marcas. O mais recente Windows Phone da HTC foi oficialmente batizado de HTC One (M8) com Windows, e os vazamentos recentes continham apenas as palavras “Windows Technical Preview” no desktop.

Com um novo CEO e um novo mantra, está claro que a Microsoft está interessada em limpar a lousa para recomeçar. Nào se surpreenda se o nome e o modelo de negócios que forem anunciados amanhã sejam uma nova iniciativa para distanciar a Microsoft do seu passado, mesmo que o produto esteja fazendo as pazes com os usuários tradicionais de PCs.