sexta-feira, 6 de julho de 2012

Convergência Digital : ONU sai em defesa da liberdade da expressão na Internet




O principal órgão de direitos humanos da ONU afirmou pela primeira vez que as pessoas têm o direito à liberdade de expressão na internet e pediu, nesta quinta-feira, 05/07, que todos os países o protejam. Apesar de manifestarem reservas à decisão, China e Cuba, decidiram votar a favor da resolução. Ao final, a proposta foi consenso entre os 47 países que integram o conselho de Direitos Humanos da ONU. A proposta foi patrocinada pelo Brasil, Tunísia e Estados Unidos.

"Essa é a primeira resolução da ONU afirmando que os direitos humanos no ambiente digital devem ser protegidos e promovidos da mesma forma e com o mesmo comprometimento dos direitos humanos no mundo físico", disse a embaixadora dos Estados Unidos Eileen Donahoe. Apesar de ter apoiado a votação, a China fez questão de destacar sua posição de reserva. Segundo o enviado do país, Xia Jingge, as pessoas também precisam ser protegidas de sites agressivos.

"Acreditamos que o livre fluxo de informação na Internet e o fluxo seguro de informação na internet são mutuamente dependentes. Enquanto a internet se desenvolve rapidamente, as apostas online, a pornografia, a violência, as fraudes e a pirataria estão aumentando sua ameaça aos direitos legais da sociedade e do público", sustentou.


TI INSIDE:Comissão vai discutir proteção de dados pessoais na internet





A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática vai realizar audiência pública para discutir a proteção de dados pessoais e privacidade na internet com representantes do governo e de empresas, como o Google e o Facebook.
A iniciativa do debate, ainda sem data marcada, é do deputado Ruy Carneiro (PSDB-PB). “A internet tem-se desenvolvido como uma plataforma aberta onde ocorre a rápida disseminação de informações e o acesso a inúmeros dados pessoais, o que é simultaneamente um desafio e um risco, mas também uma oportunidade para empreendedores e inovadores, visando o crescimento econômico do País”, afirma Carneiro.
O deputado ressalta que qualquer iniciativa legislativa sobre a privacidade de dados pessoas deve respeitar os princípios constitucionais sem prejudicar a dinamicidade da rede internet.
O projeto do marco civil da internet (PL 2126/11), cujo texto modificado foi divulgado nesta quarta-feira, 4, pelo relator deputado Marcos Molon (PT-RJ), já prevê direitos como a proteção à privacidade do usuário da internet para evitar que seus dados pessoais sejam vendidos como mercadoria sem a sua autorização.
Devem ser convidados para discutir o assunto o coordenador-geral de Supervisão e Controle do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça, Danilo Doneda; o secretário de Política de Informática do Ministério de Ciência e Tecnologia, Virgílio Almeida; o secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Delfino Souza; o presidente da Abranet (entidade que reúne pequenos provedores de internet), Eduardo Parajo; o diretor de Relações Governamentais do Google Brasil, Marcel Leonardi; o diretor jurídico da Microsoft Brasil, Alexandre Esper; o presidente do Facebook Brasil, Alexandre Hohagen; o coordenador nacional do Observatório Brasileiro de Políticas Digitais, Bruno Magrani. As informações são da Agência Câmara. 

Folha: Usuário pode pedir para apagar dados na internet, segundo Marco Civil - 04/07/2012




Parecer do projeto de lei do Marco Civil da internet, apresentado nesta quarta-feira pelo deputado Alessandro Molon (PT-RJ), acrescenta detalhes à proposta original do governo, como a possibilidade de o usuário pedir a exclusão definitiva de dados pessoais que tenha fornecido a um site.

Segundo Molon, as mudanças feitas após consultas públicas "deixam mais explícita e ampla a proteção à privacidade do usuário, à liberdade de expressão e à neutralidade da rede [proibição de atrasos e discriminações na transferência de alguns dados]".

O Marco Civil foi apresentado pelo Ministério da Justiça em 2009 como um projeto para definir direitos e responsabilidades civis na rede. Foi à consulta pública e encaminhado à Câmara. Agora está sob análise de uma comissão especial na Casa, para, então, seguir para o plenário e para avaliação do Senado.

A proposta, que pode ser votada na comissão especial na próxima semana, define até onde vai a responsabilidade dos provedores, determina guarda dos dados de conexão dos usuários por até um ano e sua entrega mediante autorização judicial, além de definir conceitos para a rede.

Em seu parecer, Molon explicitou que usuários que tenham sua privacidade violada têm direito à indenização, e estabeleceu que provedores e denunciantes que retiram conteúdos com base em acordo (ou seja, sem determinação judicial) estão sujeitos à responsabilização em caso de má fé.

Segundo explica o secretário de assuntos legislativos do Ministério da Justiça, Marivaldo Pereira, as sanções neste último caso caberiam quando o provedor retirasse conteúdos sem respaldo legal e em desacordo com a política instituída por ele próprio.

Pereira classifica o substitutivo de Molon como um "avanço" quanto ao texto original e acha positivo o trecho sobre a retirada dos dados pessoais a pedido do usuário. "A proposta prevê que o provedor dê maior publicidade à sua política de guarda de dados e dá posibilidade de o usuário pedir a retirada de dados pessoais. Qual é o grande problema hoje? Você não tem uma regra clara para isso, acaba ficando a critério de cada instituição."

NEUTRALIDADE

O parecer de Molon também alterou o trecho que trata da neutralidade da rede, que determina um tratamento isonômico por parte do provedor para com qualquer tipo de pacote de dados --por exemplo, um provedor não poderia atrasar um pacote de dados do Skype, para desfavorecer o uso do serviço.

O deputado instituiu as situações em que "a discriminação ou degradação do tráfego" pode ocorrer: para priorizar serviços de emergência e para cobrir requisitos técnicos necessários ao serviço.

"O ponto central é a questão da neutralidade. Os critérios de discriminação aparecem claros. Não precisa mais de regulamentação", afirma Pedro Abramovay, secretário de assuntos legislativos à época da elaboração do marco e hoje professor da FGV Direito Rio.

Para Ronaldo Lemos, diretor do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV e parceiro da proposta, o trecho da neutralidade ficou mais objetivo na nova redação.

Nem todos, porém, veem avanços na questão da neutralidade. "Do jeito que está escrito, vemos bastante espaço para a relativização da plena liberdade", diz Carol Conway, presidente do conselho de estudos jurídicos da Abranet (associação brasileira dos provedores de acesso, serviços e informações da rede internet).

Folha :Senado aprova divisão de ICMS entre Estados em compras pela internet


 


O Estado de São Paulo é o principal prejudicado com a mudança aprovada ontem pelo Senado na tributação de vendas feitas pela internet, pelos Correios ou por telefone --as chamadas vendas não presenciais.



O Estado concentra quase todas as sedes de lojas virtuais e hoje arrecada cerca de 60% dessas vendas --pela regra atual, o imposto é todo recolhido na origem da venda.



A PEC (Proposta de Emenda Constitucional) aprovada ontem pelo Senado altera esse recolhimento: cerca de 40% do ICMS arrecadado ficará com a origem e 60%, com o destino. Em maio, o governo paulista estimava as perdas com a mudança em R$ 2 bilhões ao ano.



Os principais beneficiados são os Estados que compram muito mais mercadorias do que vendem, principalmente os do Nordeste e os do Norte.



Apesar de resistente à mudança, o governo paulista deu aval à bancada para aprovar a PEC após negociações com o governo.



Prioridade para o Palácio do Planalto, a PEC foi aprovada com facilidade --os dois turnos de votação ocorreram em menos de uma hora.



Agora, a proposta de emenda segue para votação na Câmara dos Deputados.



A matéria integra o pacote anunciado pelo governo para aprovar a resolução que unifica a alíquota do ICMS no país, como uma forma de compensação aos Estados que tenham perdas com a mudança.



"Estamos fazendo justiça a todos os Estados brasileiros", disse o senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA).



O faturamento médio de vendas não presenciais no país cresceu 33 vezes em dez anos: saltou de R$ 540 milhões, em 2001, para R$ 18,7 bilhões em 2011.

IDG Now!: :TIM patrocina Vasco da Gama e põe Wi-Fi em São Januário




Tecnologia permitirá que todos os frequentadores do estádio utilizem a internet como desejarem. Clientes da operadora e sócios do clube terão acesso ilimitado e área com conteúdo exclusivo

A TIM acaba de assinar contrato de patrocínio com o clube carioca Vasco da Gama e estampará sua marca na camisa do time brasileiro. A parceria traz ainda um grande benefício aos frequentadores do “Caldeirão” de São Januário: a operadora irá instalar redes Wi-Fi no estádio, que darão acesso à internet aos presentes no local.

A empresa deixará duas redes sem fio disponíveis. A primeira, chamada TIM Wi-Fi, será exclusiva para clientes da operadora e permitirá navegação ilimitada à internet e tráfego descontado do pacote de dados do usuário. A segunda, ainda sem nome definido, será exclusiva do Vasco, com acesso a um portal gratuito e aberto a todos, bem como uma área exclusiva aos cerca de 10 mil sócios, com conteúdo especial trazido pelo time. Os jornalistas que cobrem os jogos também terão acesso ilimitado, mediante senha a ser fornecida pelo clube.

A tecnologia possibilitará que os torcedores em São Januário assistam às partidas conectados, utilizando a internet para realizar suas atividades, como a atualização de redes sociais, por exemplo. A rede TIM Wi-Fi permitirá até 5 mil conexões simultâneas, com velocidade de navegação a aproximadamente 1 Mbps, e estará disponível a partir de setembro. O serviço ajudará os milhares de frequentadores de estádios que reclamam das conexões nos locais. O Engenhão, por exemplo, é campeão em reclamações sobre a falta de sinal 3G. 

A ação está em linha com a estratégia de expansão da rede wireless da operadora, que trará 10 mil hotspots em todo o país até o fim do ano.

TI INSIDE :Relator do marco civil exclui responsabilidade de provedores de conteúdo de guardar logs




O relator do marco civil da internet (PL 2126/11), deputado Marcos Molon (PT-RJ), divulgou o texto com suas modificações ao projeto nesta quarta-feira, 4. Dentre as propostas acatadas por ele, está a maior proteção dos dados privados de usuários, bem como a obrigatoriedade de armazenamento, por no mínimo um ano, dos registros (logs) de navegação pelos provedores de acesso à internet. Além disso, há a garantia de isenção de responsabilidade dos provedores de conteúdo sobre o teor do que é publicado por terceiros.
O artigo 14 do projeto de lei garante que “o provedor de conexão à internet não será responsabilizado civilmente por danos decorrentes de conteúdo gerado por terceiros”. É importante frisar que, por provedor de conexão, entende-se empresas que administram os serviços de IPs, ou seja, aquelas que fornecem acesso à internet como NET Serviços, Vivo Speedy, TVA, entre outras. A gestão desse conteúdo armazenado não pode ser terceirizada. Já os chamados provedores de aplicações de internet, como Google, Facebook, portais e outros serviços online e de conteúdo, o armazenamento de dados de conexão é facultativo. Em todos os artigos, no entanto, ficou estipulado o caráter civil para empresas que atuam na internet – já que o marco civil não tem caráter penal.
A redação ainda garante que, “com o intuito de assegurar a liberdade de expressão e evitar a censura”, a responsabilidade civil da empresa ficará configurada apenas se ela não cooperar com a remoção de conteúdos após ordem judicial, salvo por limitações técnicas do serviço.
O marco civil também estabelece outras possibilidades de exclusão de conteúdo pelo provedor de aplicações – por infringir a política de privacidade do site ou por pedido de remoção por terceiros. É o caso da retirada de postagens de redes sociais e microblogs, por exemplo. Para isso, o responsável pelo conteúdo deverá ser notificado e, no lugar do que foi removido, deve constar um aviso de esclarecimento expondo a razão de ter sido excluído. Caso seja comprovado que houve má-fé ou abuso, o provedor pode responder por isso.
Além disso, o projeto de lei dispõe de várias alterações com objetivo de proteger a privacidade e dados pessoais de usuários. O texto garante “inviolabilidade da intimidade e da vida privada, assegurado o direito à sua proteção e à indenização pelo dano material ou moral”, conforme disposto no artigo 7. Com esse pressuposto, o texto final garante não fornecimento a terceiros sobre os registros de conexão e acesso a aplicações de internet, salvo consentimento do usuário ou hipóteses judiciais.
Ainda sobre informações pessoais, o projeto de lei resguarda o direito a companhia de internet de armazenar dados pessoais dos usuários, desde que justificada a razão para isso. De acordo com o artigo 13, a guarda dos dados pessoais que excedam a regularidade do registro de acesso e aplicações “será acompanhada de informações claras e completas sobre a finalidade dessa guarda, a forma com que esses dados serão utilizados, as condições de sua eventual comunicação a terceiros e demais informações relevantes sobre seu tratamento”.
O texto ainda teve acrescentado um trecho no qual reconhece a importância da web para a formação pessoal, ao reconhecer como fundamento da disciplina do uso da internet no Brasil o “desenvolvimento da personalidade” ao lado dos direitos humanos e exercício da cidadania em meios digitais.
Ao todo, o substitutivo traz sugestões de empresas, como as Organizações Globo e o Facebook, universidades, como a Fundação Getúlio Vargas, órgãos da sociedade civil, como associações de blogueiros e também cidadãos que sugeriram mudanças por meio do site e-democracia. O projeto está disponível online na íntegra para comentários, que devem ser enviados até sexta-feira, 6. A intenção é colocá-lo em votação na próxima terça-feira, 10. Caso aprovado, entra em vigor 60 dias após a data de publicação.

Crítica ao texto

Para Rony Vainzof, professor de direito digital na Escola Paulista de Direito e na Universidade Mackenzie, o texto final do marco civil é perigoso por poder transformar a internet brasileira em um autêntico "faroeste". Ao não obrigar companhias como Google, Facebook e Twitter a armazenar dados de conexão, a investigação sobre cibercrimes pode ser inviabilizada. "Se o Google, por exemplo, não dá acesso ao IP que realizou o crime virtual, pois não tem a obrigação de mantê-lo armazenado, não se pode chegar a quem cometeu a infração", explica. Para isso, ele sugere estender a obrigatoriedade de manter os dados armazenados a essas empresas, nas mesmas condições.

Ele ainda critica a falta de responsabilidade dessas empresas sobre os conteúdos, pois pode penalizar vítimas que terão de recorrer à Justiça e, assim, sobrecarregar o judiciário. Segundo ele, o entendimento do Superior Tribunal de Justiça já é pacífico pela responsabilidade. "Por isso, o artigo 15 deveria ser suprimido", defende o advogado.

Por fim, na opinião de Vainzof, o aviso ao autor de um conteúdo ilícito também é falha, pois permite que a pessoa retire um motivador de processo do ar caso saiba que está infringindo a lei. "Automaticamente, ele apagará todas as evidências em seus dispositivos (computador, pen drive, celular etc.), o que inviabilizará ou dificultará a investigação", explica. Ele também propõe a retirada deste artigo (16) do projeto de lei. 

UOL: FBI alerta sobre vírus que vai "desconectar" 300 mil computadores no dia 9 de julho; faça o teste




Site avisa se o seu computador está infectado pelo DNS Changer 

Milhares de computadores vão ficar sem internet na próxima semana por causa de uma manobra do FBI para acabar com o malware DNS Changer. A polícia federal norte-americana avisou por meio de um comunicado oficial que vai desconectar todos os computadores infectados com o vírus na segunda-feira (9). O FBI estima que 360 mil PCs serão atingidos no mundo todo.

A manobra é a última parte de uma operação contra esse tipo de malware. Quando o DNS Changer começou a infectar os computadores no final de 2011, o FBI criou uma rede de segurança para proteger os usuários atingidos. Essa rede será desativada na próxima segunda-feira ao meio-dia (13 horas no horário de Brasília). Isso fará com que os PCs infectados saiam do ar.

O que é o DNS Changer

De acordo com o FBI, o DNS Changer é um tipo de malware que “controla” o computador dos usuários. Ou seja, as máquinas infectadas pelo vírus podem ser comandadas de forma remota por outras pessoas. Com isso, os hackers podem organizar ataques usando esses PCs ou realizar operações fraudulentas. 

Páginas como o Google e o Facebook estão repassando alertas para usuários que podem estar com os computadores infectados pelo DNS Changer. A orientação é de que os usuários resolvam o problema antes da segunda-feira sob pena de ficarem sem conexão da internet.

É possível verificar se o seu computador está infectado fazendo um teste no sitehttp://www.dns-ok.us/. Ao acessar a página, um banner vai informar se a sua rede está infectada. O relatório do FBI sobre o vírus pode ser visto neste link.

IDG Now!: Banda larga 4G tem mais de 35 milhões de assinantes no mundo




Segundo estudo da 4G Americas, serviço adicionou 10 milhões de usuários apenas no primeiro trimestre e encerrou o período com 91 redes em operação no mercado global

A banda larga 4G baseada no padrão Long Term Evolution (LTE), que é a evolução de 3G, conquistou dez milhões de assinantes no primeiro trimestre de 2012 e encerrou o período com uma base total de 36 milhões de usuários em todo o mundo. Os dados fazem parte de um estudo divulgado pela Informa Telecoms & Media, contratado pela associação 4G Americas.

De acordo com o levantamento, 91 redes de 4G já estão em operação comercial no mundo, distribuídas por 47 países, as quais foram responsáveis por 17,8 milhões de conexões da banda larga móvel no primeiro trimestre de 2012.

As projeções são de que outros 40 projetos de 4G sejam lançados comercialmente no mundo até o final de 2012, somando 130 redes desse padrão em operação. Somada, essa infraestrutura deverá gerar 44 milhões de conexões até dezembro. Esse número deverá subir para 1 bilhão de acessos até 2017, de acordo com o relatório.

Entre as 91 redes de 4G em operação comercial, 14 estão em funcionamento na América do Norte, a região que responde pela maior parte dos acessos LTE. Segundo a pesquisa da 4G Americas, esse mercado registrou 10,8 milhões das 17,8 milhões de conexões globais, o que significa 61% do total de acessos pelas novas redes.

Ao todo, a banda larga móvel realizou no primeiro trimestre seis bilhões de acessos em todo o mundo, sendo que desse total 90% ainda foram pelas redes 3G.

IDG Now!: Curitiba é líder em ranking de cidades que melhor usam a tecnologia




Cidade está no topo da lista composta por cem municípios que se destacam no uso de TICs para melhorar a eficiência de processos de gestão e serviços ao cidadão.

Curitiba está no topo do ranking do Índice Brasil de Cidades Digitais (IBCD) 2012, trabalho realizado pelo CPqD em parceria com a Momento Editorial. A cidade destacou-se pelo seu nível de digitalização, investindo no uso de Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) para melhorar a eficiência dos processos de gestão e os serviços prestados ao cidadão.

De acordo com o CPqD, o ranking traz neste ano um total de cem cidades, crescimento de 33% em relação aos 75 municípios que participaram em 2011. “Há, visivelmente, um aumento dos investimentos em digitalização”, comenta Fátima Fonseca, editora-executiva da Momento Editorial.

As cidades foram avaliadas de acordo com uma metodologia do CPqD, constituída de seis níveis. Divididos em nove categorias, esses critérios consideram infraestrutura tecnológica [presença de equipamentos primários, banda, cobertura geográfica etc] e disponibilidade de serviços digitais e de recursos de acessibilidade. 

A análise foi feita a partir de um questionário, respondido pelos gestores municipais, e ainda de dados complementares levantados pela equipe do IBCD [como população, número de acessos e velocidade média de conexão à internet].

Veja a lista dos municípios classificados nas dez primeiras posições do Índice Brasil de Cidades Digitais 2012 e as pontuações conquistadas.

1. Curitiba (PR) - 423 pontos

2. Rio de Janeiro (RJ) - 407 pontos

3. Belo Horizonte (MG) - 398 pontos

4. Vitória (ES) - 396 pontos

5. Campinas (SP) - 390 pontos

6. Sorocaba (SP) e Anápolis (GO), ambas com 388 pontos

7. Porto Alegre (RS) - 387 pontos

8. Jundiaí (SP) - 385 pontos

9. Guarulhos (SP) - 382 pontos

10. Santos (SP) - 378 pontos

Convergência Digital : ABES participa do II Fórum de Internet no Brasil




O II Fórum da Internet no Brasil, promovido pelo Comitê Gestor da Internet (CGI.br), tem o objetivo de debater questões fundamentais para o desenvolvimento da Internet no Brasil. A ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software, por meio de seu presidente, Gérson Schmitt, e de seu diretor jurídico, Dr. Manoel Antonio dos Santos, participará da programação discutindo os temas “Propriedade Intelectual na Rede” e “Como Estimular Conteúdos e Plataformas Nacionais na Rede Mundial”.

“A ABES está sempre inserida nas mais importantes discussões do setor para contribuir, de diversas formas, para o desenvolvimento do mercado de tecnologia do Brasil. O II Fórum é mais uma grande oportunidade para debater e desenvolver temas de relevância, em um formato inovador, que promove a interação entre os participantes”, explica Gérson Schmitt, presidente da ABES.

O evento, que acontece de 3 a 5 de julho em Olinda, Pernambuco, terá a participação da ABES como representante da classe empresarial. No tema “Propriedade Intelectual na Rede”, Dr. Manoel Antonio dos Santos discutirá o assunto coordenado por Hartmut Richard Glaser, do CGI.br, em conjunto com Sérgio Amadeu (CGI.br) e Marcos Wachowics (Gedai), representado o 3º Setor; Omar Kamininski (CGI.br e IBDI), o acadêmico; e Corinto Meffe (Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão) do Governo.

Já Gérson Schmitt participará da bancada formada por Márcio Girão (presidente da FENAINFO); Nelson Pretto (UFBA) e Pablo Capilé (Espaço Cubo), do 3º Setor; Regina Melo Silveira (Poli-USP) e Guido Lemos (Universidade Federal da Paraíba) do setor acadêmico; e José Murilo (Ministério da Cultura) pelo Governo, no debate coordenado por Lisandro Zambenedetti Granville (CGI.br e UFRGS) sobre “Como Estimular Conteúdos e Plataformas Nacionais na Rede Mundial”.

IDG Now!: Google anuncia recurso para aumentar controle sobre anúncio exibido





Caixa no canto da publicidade permitirá ocultar tipos de publicidade específica, melhorando a relevância dos anúncios oferecidos

Ao perambular pela web, já existem maneiras de se esquivar dos anúncios do Google quando se tropeça em algum deles. Ao fazer pesquisas, o usuário pode clicar em “Por que esses anúncios?” e deixar de receber propagandas de certos endereços, ou no YouTube, ao fechar os anúncios TrueView que surgem ao iniciar um vídeo. A companhia, no entanto, afirmou que irá aumentar mais ainda as maneiras de evitar anúncios indesejados, e melhorar o direcionamento da publicidade. 

De acordo com um post feito no blog AdSenseda empresa, será implantado “nas próximas semanas” um novo botão (em forma de ‘x’) que servirá para ocular propagandas que o usuário não considere úteis, oferecendo mais controle em relação ao tipo de conteúdo que é exibido àqueles que utilizam serviços da companhia. 

A companhia de Mountain View explicou que, quando “usuários que clicarem no [x] em um anúncio, verão uma página de confirmação explicando que o anúncio foi desativado, além de um link para o Gerenciador de preferências de anúncio”. Além disso, esse tipo de seleção também ajudará na hora de direcionar melhor as propagandas para cada usuário, ao ponto que o mesmo vai desconsiderando o que não lhe agrada. 


Após remover anúncio, empresa mostra aviso que "irá exibir publicidade mais relevante"

Vale lembrar que a desativação “não dá 100% de garantia de que você não verá mais esse anúncio” ou que mais nenhum anúncio será exibido, explicou a empresa. O Google, por fim, lembrou as vantagens que esse recurso poderá trazer tanto aos clientes quanto às empresas que utilizam o serviço. “Os usuários têm uma forma de controlar sua experiência e sinalizar que não têm interesse em determinados anúncios [e] os anunciantes não pagam mais para exibir anúncios para pessoas que não têm interesse neles”, concluiu.