segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Folha de S.Paulo: General Electric aposta na "internet industrial"



Quando Sharoda Paul terminou uma bolsa de doutorado, no ano passado, no Centro de Pesquisas Palo Alto, ela fez o que a maioria de seus colegas faz: considerou um emprego em uma grande empresa do Vale do Silício.

Mas, em vez disso, Paul, uma especialista de 31 anos em computação social, foi trabalhar na General Electric (GE).

Paul é um dos mais de 250 engenheiros recrutados no último ano e meio para o novo centro de software da GE na baía de San Francisco. A empresa pretende investir US$ 1 bilhão no centro até 2015.

O reforço faz parte da grande aposta da GE no que ela chama de "internet industrial", que leva a inteligência digital para o mundo físico da indústria de uma forma nunca vista antes.

O conceito de máquinas conectadas à internet coletando dados e se comunicando, muitas vezes chamado de "internet das coisas", existe há vários anos. As empresas de tecnologia da informação também pesquisam esse assunto.

Mas o esforço da GE, segundo analistas, mostra que a tecnologia da era da internet está pronta para invadir a economia industrial, do mesmo modo que a internet ao consumidor transformou a mídia, as comunicações e a publicidade.

A GE é a maior companhia industrial dos EUA e produz motores de avião, turbinas para usinas de energia, locomotivas de trem e equipamentos de imagens médicas, entre outros produtos.

A GE reside em um mundo diferente da internet do consumidor. Mas as grandes tecnologias que animam o Google e o Facebook também são ingredientes vitais na internet industrial: as ferramentas de inteligência artificial, como softwares de aprendizado de máquinas, e o vasto fluxo de novos dados.

Na indústria, esse fluxo vem principalmente de sensores nos equipamentos -menores, mais poderosos e mais baratos.

Por exemplo, máquinas mais inteligentes podem alertar seus operadores humanos quando precisam de manutenção antes de uma pane. É o equivalente ao cuidado preventivo e personalizado de equipamentos, com menos tempo de interrupção.

A GE está colocando sensores em tudo, seja uma turbina a gás ou uma cama de hospital. Os engenheiros em San Ramon desenham softwares para coletar dados e algoritmos para peneirá-los. A GE estima oportunidades de eficiência em até US$ 150 bilhões.

Por exemplo, a GE e o Centro Médico Mount Sinai estão trabalhando em um projeto para otimizar as operações do hospital de 1.100 leitos em Nova York. Os pacientes recebem uma pulseira de plástico preto com um sensor de localização e outras informações.

Há sensores semelhantes nas camas e no equipamento médico. Um software de otimização e de modelagem permite que o pessoal da internação veja os leitos e os movimentos dos pacientes pelo hospital, o que os ajuda a organizar pacientes e leitos com maior eficácia.

Além disso, o software de modelagem começa a fazer previsões sobre o provável número de internações e altas de pacientes durante várias horas.

O software é um assistente inteligente para os funcionários de internação. "Ele diz basicamente: 'Espere, seu instinto é dar este leito para aquele homem, mas pode haver uma opção melhor'", disse Wayne Keathley, presidente do Mount Sinai.

As origens da estratégia de internet industrial da GE datam de reuniões em 2009. Os executivos decidiram que a internet industrial aumentava a força da GE em pesquisa e que ela poderia ser alavancada em todas as suas diversas empresas industriais, aumentando a receita em serviços, que alcançou US$ 42 bilhões no ano passado.

Adrenaline.com: "Super Servidor Hacker” com 25 GPUs Radeons é apresentado na Noruega


Para quem acha que está super protegido com uma senha de 10-12 dígitos composta por letras maiúsculas, número e caracteres especiais, aí vai uma notícia alarmante: Por mais segurança que tal combinação lhe proporcione, saiba que ela pode ser quebrada em poucos minutos! Pelo menos é o que foi demonstrado em uma Conferência especializada na Capital da Noruega.

Em uma apresentação em Oslo, durante a Passwords^12 Conference, o “pesquisador” Jeremi Gosney (mais conhecido pelo nick epixoip) demonstrou um super equipamento que alavancou o framework da linguagem de computação aberta (OpenCL) e a tecnologia conhecida como Virtual OpenCL (VCL) para executar o programa de quebra de senha HashCat através de um cluster de cinco servidores 4U equipados com 25 GPUs AMD Radeon, se comunicando a 10 Gbps sobre umaInfiniband comutada.

("Super Servidor Hacker", formado por um cluster
de cinco servidores 4U equipados com 25 GPUs AMD Radeon).

O “Super Servidor Hacker” demonstrado por epixoip quebrou todos os paradigmas em termos de sistemas de quebra de senha, além de tornar as senhas mais fortes protegidas por algoritmos de criptografia mais fracos, como o LM e o NTLM da Microsoft, obsoletos.

Em uma demonstração durante a conferência, o sistema do pesquisador foi capaz de agitar através 348 bilhões de senhas digestas NTLM por segundo. Em outras palavras, o equipamento de Gosney tornou até mesmo a senha mais segura vulnerável a ataques de computação intensiva de força bruta e wordlist (ou dicionário). Dando um exemplo mais concreto, uma senha hashed do Windows XP composta por 14 caracteres usando LM, seria “quebrada” em apenas seis minutos.


Para quem não sabe, LM é o método utilizado pelo Windows XP para converter todos os caracteres minúsculos em maiúsculos, tendo, no máximo, 14 caracteres de comprimento, dividindo a senha em dois segmentos de 7 caracteres antes de embaralhar. Com isso, cria-se um sistema com “apenas” 69 combinações elevadas à sétima potência (69^7), para a maioria dos casos de LM. Com um sistema de 20G/s, é possível quebrar a senha em cerca de 6 minutos. Já em um sistema de 348 bilhões de NTML por segundo (95^8 combinações), é possível descobrir identificar uma senha de 8 dígitos em 5 horas e meia.

A boa notícia – se é que se pode chamar assim – é que sistemas nos moldes do “Super Servidor Hacker” não são adequados para um cenário de ataque online contra um sistema “vivo”. Em vez disso, eles são usados em modo de ataques offline contra coleções de senhas vazadas ou roubadas, que estavam armazenados de forma criptografada.

IDG Now!: Ataques DDoS crescem e exigem nova estratégia de segurança das empresas



Feitos para tirar do ar ou tornar instável sites de grandes empresas ou de governos, eles não podem mais ser contidos pelos meios tradicionais

Os ataques DDoS (Negação de Serviço Distribuída) permaneceram no noticiário este ano por uma razão muito simples: eles continuam a infernizar as maiores e mais seguras redes do mundo, de sites governamentais a domínios de grandes bancos. Será que somente por terem crescido em volume que esses ataques conseguem sobrecarregar esses sites? Sim e não.

O sistema de monitoramento de Internet Atlas, da Arbor, mostra que, sem dúvida, os ataques DDoS estão ficando maiores, muito maiores.

O ataque médio em setembro de 2012 foi 1.67 Gbps (Gigabits por seg) de requisição contra um site, 72% acima do mesmo mês em 2011. O número de ataques de médio alcance (2 a 10 Gbps) também está 14,35% acima.

Além disso, os ataques muito grandes (10 Gbps ou mais) subiram até 90% este ano - o maior foi 100.84 Gbps.

Este aumento tem implicações significativas não apenas para prestadores de serviços, mas especificamente as empresas que continuam a depender de firewalls/IPS para protegê-las de ataques DDoS.

Como esses dispositivos têm de manter informações de status em cada sessão, eles podem ser facilmente sobrecarregados com ataques a partir de botnets (redes de micros zumbis). Isso muitas vezes os torna os primeiros pontos de falha durante os DDoS. Quanto maior o ataque, mais provável que esses dispositivos falhem.

Por isso, quando se trata de DDoS, tamanho não é tudo. É por isso que implantar uma estratégia de defesa em camadas é uma prática recomendada para todas as empresas.

A defesa mais robusta é por meio da combinação de um serviço de gerenciamento baseada em nuvem que proteja a rede de ataques de maiores dimensões, em conjunto com uma solução DDoS instalado na local (on-premise).

Isto irá manter os serviços disponíveis e protegerá a infra-estrutura de segurança existente, como o firewall e o IPS, através da detecção e mitigação ataques no perímetro da rede.

INFO: Irã lança seu próprio YouTube




Teerã - O Irã, que censurou o acesso a vários sites estrangeiros, lançou neste domingo sua própria versão do YouTube para promover "produtos de valor", anunciou o vice-presidente do órgão de rádio e televisão nacional (Irib), Lotfollah Siahkali.

"A partir de agora, as pessoas podem utilizar este site para postar seus vídeos ou ver as produções da televisão iraniana", declarou Siahkali.

Ele pediu que os usuários postem vídeos sobre as celebrações da Ashura, uma das datas mais importantes do calendário xiita, para que "as pessoas de todo o mundo possam se familiarizar com a cultura iraniana".

O governo também abriu uma página no Facebook, na qual o conteúdo é aprovado pelo ministério da Cultura e da Orientação Islâmica.

As autoridades anunciaram o lançamento gradual de uma "internet nacional".

Com mais de 36 milhões de internautas em 75 milhões de habitantes, o Irã é o país do Oriente Médio mais conectado à internet, que teve um grande papel nas manifestações populares contra a reeleição do presidente Mahmud Ahmadinejad em 2009.

TI INSIDE: Google, Facebook e seis empresas de tecnologia se unem contra processos de patentes



Num período de diversos casos de busca por indenizações e sanções por quebras de patentes, oito empresas de tecnologia se uniram contra processos baseados em "conceitos vagos de computação". O pedido protocolado na Corte de Apelações do Circuito Federal dos Estados Unidos pede aos tribunais a recusa de ações desse tipo, pois elas aumentam os custos de operação e atrasam a inovação.

O documento revelado na última sexta-feira, 7, pelo TechCrunch, é assinado pelos gigantes Google, Facebook, Zynga, Dell e Red Hat, ao lado da desenvolvedora de software Intuit, do serviço de aluguéis online Homeaway e da fornecedora de sofluções em nuvem Rackspace. Elas são protagonistas de alguns dos litígios envolvendo patentes atualmente em curso em tribunais de diversas localidades do mundo.

”Muitos pedidos de ação relacionadas a patentes descrevem apenas uma ideia abstrata de uma generalização em alto nível, e dizem realizá-la em um computador ou na internet”, argumentam as companhias. “Essas solicitações garantem direitos exclusivos sobre a ideia abstrata em si, sem limites de como ela é implementada. Garantir proteção de patentes para esses casos prejudicaria a inovação, e não a promoveria, conferindo uso exclusivo àqueles sem inovação significativa. Assim, penalizariam aqueles de trabalho tardio por bloquear ou taxar suas aplicações dessa ideia”, completa o documento.

A solicitação das companhias remete ao caso entre duas empresas norte-americanas, Alice e CLS. A primeira acusava a segunda de quebrar suas patentes de intermediação financeira implementada por um computador. Os tribunais do país decidiram em primeira instância que o processo procedia e poderia ser aplicado, mesmo sendo um conceito completamente abstrato. Para o Google, Facebook e as outras reclamantes, os registros de propriedade intelectual da Alice seguem quatro marcos fundamentais para a recusa na caracterização de uma tecnologia como uma patente: adicionam passos convencionais ou óbvios em um processo; adicionam etapas que não limitam o escopo de uma reivindicação; limitam ideias a um ecossistema particular, como um computador; e adicionam informações insuficientes para uma reivindicação sem especificar uma máquina na qual a ideia é aplicada.

“É fácil pensar em ideias abstratas sobre o que um computador ou um site podem fazer, mas a dificuldade de valor e na maior parte das vezes parte da inovação vem a seguir: desenhar, analisar, construir e desenvolver interface, software e hardware para implementar a ideia de uma maneira útil no dia a dia”, concluem as empresas. 

Folha de S.Paulo: Smartphones baratos ganham espaço e vendas crescem 65% no 3º trimestre



Os smartphones "populares", com preços abaixo de R$ 700, ganharam espaço no mercado brasileiro neste ano e impulsionam as vendas de celulares no país.

Dados da consultoria IDC mostram que o volume de smartphones de menos de R$ 700 representou 64% das vendas totais de celulares no terceiro trimestre deste ano.

A participação deste tipo de aparelho mais que dobrou em relação ao terceiro trimestre de 2011, quando representavam 27% das vendas.

Com o impulso dos modelos mais baratos, a venda de smartphones explodiu no Brasil entre julho e setembro deste ano.

No período, foram comercializados 4,2 milhões de celulares inteligentes, um crescimento de 65% ante o terceiro trimestre do ano passado.

"O número de competidores nesse mercado aumentou, e isso traz uma disputa maior por preço e a busca por inovação, que se traduz em mais produtos no portfólio", diz Bruno Freitas, analista da IDC. "Hoje é possível encontrar smartphones de R$ 350", afirma.

Segundo estimativa da consultoria, neste ano devem ser vendidos 16 milhões de smartphones, um crescimento de 78% comparado a 2011. Se confirmada a expectativa, esses aparelhos responderão por 27% das vendas de celulares no Brasil.

Em 2014, segundo as projeções, pela primeira vez os smartphones deverão representar a maior parte das vendas de aparelhos celulares no mercado nacional.

Apesar da disparada dos smartphones, o segmento de celulares como um todo deve apresentar queda de 11,5% nas vendas em relação a 2011.

O desempenho é puxado principalmente pela redução nas vendas dos chamados feature phones, aparelhos tradicionais, sem nenhum acesso à internet ou com acesso limitado à rede.

Esses aparelhos estão sendo substituídos pelos smartphones, de preço médio mais alto.

ANDROID

Os dados da consultoria mostram que 2012 deve ser o ano da consolidação do sistema operacional Android, do Google, no mercado brasileiro.

No terceiro trimestre de 2012, 80% dos smartphones vendidos no país utilizavam a plataforma do Google, o restante é dividido entre os sistemas iOS (Apple), Windows, Symbian, Blackberry e Linux. Há dois anos, a plataforma Android respondia por apenas 16% dos celulares comercializados.

O movimento segue uma tendência mundial: os celulares com sistema operacional do Google representam 75% das vendas mundiais no terceiro trimestre. Em 2010, era 25%.

Folha de S.Paulo: Votação do Facebook inclui mudança na regra de privacidade



Termina na segunda-feira, às 18h, a votação com o maior eleitorado já feita no planeta. O país chama-se Facebook.

Entre as propostas em votação estão mudanças profundas na política de governança do site, inclusive uma que diz que, ao contrário do que acontece hoje, a empresa poderá mudar suas políticas de governança sem consultar seus usuários.

As propostas incluem ainda mudanças na política de privacidade. Não é, portanto, difícil saber qual opção favorece os usuários.

Há duas formas de as mudanças serem aprovadas: pelo apoio da maioria dos que votam ou pela falta de quorum entre os que se opõem. E é essa segunda forma que chama a atenção.

Se mais de 30% dos usuários votarem, o resultado é definitivo e a empresa deve respeitá-lo, qualquer que seja. Se menos de 30% votarem, o resultado torna-se só uma recomendação e a empresa pode decidir como quiser.

Entre os que já votaram, 87% se opõem às mudanças. Só que menos de 500 mil usuários votaram até agora. Algo como 0,05% do total, bem abaixo dos 30% necessários para que o resultado seja vinculante.

Ainda que a maioria dos que se manifestaram seja contrária, como poucos se manifestaram, a rede social poderá, ainda assim, mudar sua política de governança.

Tampouco pode-se alegar desconhecimento: o site enviou e-mails para mais de 1 bilhão de usuários cadastrados. Além disso, votar não custa nada e toma menos de cinco segundos do início ao fim.

Há três possibilidades que justificam a apatia que leva 99,95% dos usuários a não se manifestar até agora.

Primeiro, não leram. Somos soterrados diariamente por um número tão grande de mensagens que nos entorpecemos e nem sequer nos damos ao trabalho de lê-las.

Segundo, leram, mas não entenderam. O linguajar usado é convoluto e não é fácil compreender o que está sendo proposto.

Ambas são variações do mesmo tema: se não pode vencê-los, confunda-os. Mas há uma terceira hipótese: os usuários leram, entenderam, mas não se importam.

Paradoxalmente, essa terceira hipótese evidenciaria a pouca importância que os usuários atribuem às redes sociais: não nos importamos como tais redes são geridas porque elas não têm relevância em nossas vidas reais.

Folha de S.Paulo: Perfis falsos colocam busca por anúncios no Facebook em risco


 

A página do Facebook do Hospital Memorial Gaston, na Carolina do Norte, oferece uma receita de salada de frango para incentivar a alimentação saudável e dá dicas sobre como evitar ferimentos durante a prática de exercícios.

Mas, em outubro, surgiu outra página do hospital no Facebook. Ela publicava denúncias sobre o presidente Obama e sobre sua lei de saúde. Rapidamente, a página conseguiu centenas de seguidores, e as arengas anti Obama acumularam muitos "Curtir".

Autoridades do hospital recorreram à sua verdadeira página para controlar os danos. "Pedimos desculpas por qualquer confusão e apreciamos o apoio de nossos seguidores", escreveram em 8 de outubro.

A página falsa desapareceu 11 dias depois, tão misteriosamente quanto havia surgido.

As fraudes estão por toda a internet. O Twitter, que permite pseudônimos, está cheio de seguidores falsos e já foi usado para espalhar boatos. Resenhas falsas são um problema constante em sites de consumidores.

Para o Facebook, a maior rede social do mundo, esse é um problema agudo, pois põe em questão sua premissa básica. O Facebook sempre se promoveu como uma comunidade onde as pessoas usam suas identidades reais.

"Curtir" fraudulentos prejudicam a confiança dos anunciantes, que querem cliques de pessoas reais para as quais eles possam vender. As fraudes também podem arruinar a credibilidade dos resultados da máquina de busca que o Facebook diz estar construindo.

O site recentemente intensificou os esforços para expulsar perfis fraudulentos.

É razoavelmente fácil criar perfis falsos no Facebook. Centenas deles podem surgir simultaneamente com a ajuda de robôs. Muitas vezes, eles convencem usuários a aceitá-los como amigos em uma tentativa de disseminar malwares (softwares maliciosos).

Amigos e "curtir" falsos do Facebook são vendidos na web para aqueles que querem reforçar a sua imagem. Cupons falsos para refeições e prêmios podem aparecer no Facebook com a finalidade de enganar os incautos para que eles revelem suas informações pessoais.

Estudantes usam nomes falsos para proteger seu conteúdo no Facebook dos olhos de futuros empregadores.

Respondendo ao inquérito da Comissão de Câmbio e Valores, no verão passado, a empresa disse que, de seus 855 milhões de usuários ativos, 8,7%, ou 83 milhões, eram perfis duplicados, falsos ou "indesejáveis" (disseminavam spam).

Joe Sullivan, o encarregado de segurança no Facebook, disse que a companhia tem um novo sistema automático para expurgar os falsos "curtir". Há um alerta quando um usuário envia centenas de solicitações de amizade ao mesmo tempo, explicou Sullivan, ou publica um link para um site que é conhecido por conter vírus. Os suspeitos de fraude são advertidos e podem ser suspensos.

No outono, o Facebook anunciou parcerias com empresas antivírus. Os usuários do site podem baixar uma cobertura antivírus grátis ou paga para ter proteção contra malwares.

A nova agressividade do Facebook em relação aos falsos "curtir" ficou explícita em setembro, quando páginas de marcas começaram a ver o número de seus fãs cair visivelmente.

No entanto, o próspero mercado de fraudes torna difícil manter a vigilância.

A empresa de pesquisas Gartner estima que, atualmente, menos de 4% das interações em mídias sociais são falsas. Porém, elas poderão passar a ser mais de 10% até 2014.

Os usuários falsos e suas postagens terão de ser contidos agressivamente se o Facebook quiser expandir sua função de busca, disse Shuman Ghosemajumder, cuja start-up, Shape Security, concentra-se em fraudes automatizadas na web.

Se você está procurando um laptop, por exemplo, o Facebook tem de garantir que os resultados da busca sejam confiáveis.

A ubiquidade do Facebook também estimula a criação de perfis falsos. Colleen Callahan, 25, estava no colegial quando começou a ficar receosa de que suas fotos em festas pudessem ser encontradas por um futuro patrão. "Não quero que as pessoas interpretem as fotos de um modo errado", disse.

Por isso, ela se tornou Colleen Skisalot. Ela ainda usa o nome, apesar de estar empregada em uma agência de publicidade que tem clientes que anunciam no Facebook.

IDG Now!: Empresa lança antivírus 100% nacional para mercado corporativo



A BluePex, empresa nacional especializada em soluções para a segurança da informação, anunciou o lançamento do antivírus Defesa BR, 100% desenvolvido no Brasil. Disponível inicialmente apenas para o mercado corporativo e órgãos públicos, a solução traz uma série de melhorias técnicas que são frutos da parceria fechada em 2012 pela BluePex para o fornecimento da tecnologia de antivírus para o Exército Brasileiro.

Um dos principais objetivos do Defesa BR é trazer maior estabilidade no trabalho com grandes redes - o que permite que ele seja utilizado em empresas e órgãos públicos que contam com milhares de estações de trabalho. A versão corporativa apresenta recursos como painéis de controle, indicadores de desempenho e de ferramentas para que o gestor tenha maior autonomia na administração do antivírus.

"Com um fornecimento das licenças de uso e implementação de um laboratório de análise e vírus nas instalações do Exército, a BluePex passou a atuar em uma das maiores redes do País, com mais de 60 mil estações. O conhecimento que estamos ganhando com esse projeto já está embarcado no Defesa BR", afirma Ulisses Penteado, vice-presidente da BluePex. "O Defesa BR chega ao mercado com uma estrutura de servidores potente, e com base de malwares e sites maliciosos ampliada, o que torna o antivírus ainda mais eficiente em relação às ameaças que existem no Brasil", diz Penteado.

Em janeiro de 2012, a BluePex fechou um contrato com o Centro de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército (CCOMGEX) para o fornecimento de licenças de uso de seu antivírus e implementação de um laboratório de análise de vírus nas instalações do Exército, em Brasília. A parceria prevê o desenvolvimento conjunto do antivírus, tendo em vista o fortalecimento da tecnologia brasileira para a defesa. O contrato é válido por dois anos.

Distribuição 

O novo antivírus será comercializado exclusivamente pelos mais de 30 canais da BluePex em todo o Brasil. Paralelamente ao lançamento, a empresa iniciará uma campanha de expansão da rede de revendas, tendo em vista aumentar a capilaridade do produto.

“Embora já contemos com uma rede abrangente em todo o território nacional, ofereceremos condições especiais de remuneração para as revendas que tiverem o interesse de incluir o Defesa BR em seu portfólio. Além disso, ofereceremos todo o treinamento e suporte necessário para que comercializem a ferramenta”, afirma Ulisses Penteado.

Tribuna da Bahia: Google vai cobrar pelo uso do Gmail e do Docs por pequenas empresas



Empresas com dez pessoas ou menos terão que pagar US$ 50 por usuário por ano --a mesma taxa que as empresas maiores pagam - para usar seu software Google Apps, que inclui ferramentas de e-mail, processamento de texto e ferramentas de planilha e apresentação.

A mudança permite ao Google oferecer um serviço direcionados a executivos, segundo comunicado em seu blog.

Clientes individuais ainda poderão utilizar muitos dos produtos do Google sem pagar, como o Gmail. Atuais usuários executivos também poderão usar a versão gratuita, porém não vão receber os serviços adicionais incluídos na versão premium.

Mais de 5 milhões de negócios usam aplicativos do Google, disse a empresa no início deste ano, embora não tenha informado quantos usam a versão paga.

Até 2011 os aplicativos Google estavam disponíveis sem cobranças para empresas com 50 funcionários ou menos.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Convergência Digital: Telebras ativa fibras no Nordeste e terá conexões a 2 Mbps em 2013



A Telebras já ativou 4,6 mil quilômetros de fibras ópticas no trecho que sobe de Brasília a Fortaleza-CE e desce da capital cearense até Salvador, na Bahia. Até aqui, a estatal é capaz de oferecer links no atacado em 21 estados do país, na fórmula do Plano Nacional de Banda Larga – que prevê acessos de 1 Mbps por R$ 35. Em meados do próximo ano, no entanto, esse mesmo valor corresponderá a conexões de 2 Mbps.

“Estamos há um ano trabalhando para viabilizar esse grande trecho, que, como em toda a rede da Telebras, já está preparado para atender o PNBL com velocidade mínima de 2 Mbps ao mesmo valor de hoje para 1 Mbps”, afirmou o presidente da Telebras, Caio Bonilha.

O primeiro trecho ativado pela estatal começa em Brasília-DF e segue em direção Palmas-TO, Imperatriz-MA, Teresina-PI, Sobral e Fortaleza e Região Metropolitana, no Ceará. Agora a empresa anuncia que está concluído o trecho que parte de Fortaleza em direção sul pelo litoral – Mossoró e Natal-RN, João Pessoa e Campina Grande-PB, Recife-PE, Maceió-AL, Aracaju-SE e Salvador-BA.

De Fortaleza sai o segundo trecho, passando por todo o litoral nordestino: Mossoró e Natal, no Rio Grande do Norte; João Pessoa e Campina Grande, em Alagoas; Recife e Região Metropolitana, em Pernambuco; Aracaju, em Sergipe e Salvador e Região Metropolitana, na Bahia.

A estatal estima que nas 51 cidades por onde passa essa rede, cerca de 20 milhões de habitantes já podem contratar acesso à Internet nos moldes do PNBL. No total dos 21 estados que já contam com a infraestrutura, cerca de 600 municípios podem ser atendidos – a estimativa é chegar a 1.500 municípios até o final de 2013.

Tribuna da Bahia: Jornalistas discutem marco civil da Web



O Marco Civil da Internet Brasileira e o Jornalismo do Século XXI é o tema do debate entre jornalistas, acadêmicos e estudantes de Comunicação na próxima quinta-feira, 13, em evento promovido pela Associação Bahiana de Imprensa (ABI) em parceria com a Braskem.

A discussão ocorre no momento em que o Brasil se prepara para a votação da regulamentação que dará novos rumos à comunicação pela internet no país.

“O tema que nós escolhemos é de grande importância neste momento em que o Brasil está prestes a firmar a mais avançada regulamentação para a internet do mundo. A ABI agradece o apoio da Braskem neste evento no qual os jornalistas terão a oportunidade de debater sobre os impactos dessa regulamentação, principalmente dentro das redações, onde cada vez mais se integram os conteúdos na plataforma digital”, destacou Walter Pinheiro, presidente da ABI e diretor-presidente da Tribuna da Bahia.

O evento terá como debatedores o jornalista Luiz Queiroz, o professor Nelson Pretto e o sociólogo Sérgio Amadeu, que é conselheiro do Comitê Gestor da Internet no Brasil. O jornalista Bob Fernandes participará como moderador dos debates.

“Apoiar a ABI é uma forma da Braskem contribuir para o debate e a construção de conhecimento sobre as questões de interesse do jornalismo baiano “, pontua Emmanuel Lacerda, gerente de Relações Institucionais da Braskem.

Convergência Digital: Datora, primeira operadora virtual, separa operações fixa e móvel



A Anatel aprovou na reunião realizada na quarta-feira, 5/12, o pedido da Datora Telecomunicações – primeira empresa no país autorizada a atuar como operadora móvel virtual (MVNO, no jargão em inglês) – a cindir suas operações. A empresa está criando a Datora Mobile, que, como o nome sugere, vai concentrar os serviços móveis.

Com a aprovação do pedido, a agência permite, assim, que a nova empresa, Datora Mobile, carregue consigo as licenças de MVNO. As licenças detidas de serviços telefônico fixo (STFC) e de comunicação multimídia (SCM), permanecerão com a Datora Telecomunicações.

Segundo sustentou a Datora no pedido feito à Anatel, “a motivação de tal reestruturação é a maior facilidade na gestão de cada uma das operações e infraestruturas respectivas, bem como na captação de financiamentos, principalmente no que tange a operação do serviço móvel”.

A TIM, que tem contrato para fornecer a infraestrutura de rede à Datora, também se manifestou favoravelmente à separação, indicando que “não há previsão de alteração das condições atualmente pactuadas”.

Bahia Notícias: Clientes da GVT enfrentam problemas em Salvador



Clientes da GVT relataram nas redes sociais, durante a tarde desta quinta-feira (6), dificuldades em acessar a internet pela operadora de banda larga. Conforme os relatos, foi identificada a suspensão dos serviços em diversos bairros de Salvador. Contatada pelo Bahia Notícias, a assessoria de imprensa da empresa informou que a “instabilidade” já foi detectada, por volta das 16h, e que a equipe de manutenção começou a apurar a causa do problema. Os clientes que enfrentaram transtornos com suas conexões podem entrar em contato com a companhia por meio do número 10325. A GVT não informou a previsão para o retorno do serviço.

Convergência Digital: Fusões e aquisições vão marcar mercado de computação na nuvem em 2013



Computação na nuvem está impulsionando os gastos com Tecnologia da Informação. E, de acordo com a IDC, nos próximos 20 meses, as fusões e aquisições no mercado deverão movimentar mais de US$ 25 bilhões. Também há uma outra forte aposta: o código aberto vai crescer bastante com a comoditização das soluções para PaaS (Plataforma como Serviço) e SaaS (software como Serviço).

Big Data também promete alavancar os gastos. Levantamento da consultoria mostra que os investimentos na área deverão superar os US$ 10 bilhões, com grande foco nas ferramentas de análise e aplicações analíticas. A convergência, aponta ainda a IDC, será a marca do mercado de data center em 2013.

O estudo projeta ainda que haverá uma combinação dos mercado de servidor, sistemas de armazenamento e de rede com software de gerenciamento. O impulso desse mercado será significativo e ficará com uma margem de 30% a 35%, até 2016.

Globalmente, a IDC prevê que os gastos mundiais com TI devem ultrapassar US$ 2,1 trilhões em 2013, o que representa um crescimento de 5,7% em relação ao previsto para este ano, de acordo com projeção da IDC. Já nos mercados emergentes, a consultoria avalia que as despesas com TI terão alta de 8,8%, ultrapassando a casa dos US$ 730 bilhões. Os países que compõem o chamado Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) continuarão a dominar os investimentos em TI entre os países emergentes, sendo que a China será responsável por mais de um quarto dos gastos.

Estrelas efetivas do mercado serão os dispositivos móveis. Os smartphones, tablets e leitores de livros digitais seguem brilhando e têm, em 2013, uma expectativa de 20% de incremento na demanda. Isso vai gerar, de acordo com a IDC, um avanço de 57% na indústria global de TI. Já os gastos com software e serviços devem subir entre 6% e 4%, respectivamente.

Convergência Digital: UIT acusa ataque, Internet cai e discussões são interrompidas



Durante boa parte desta quarta-feira, 05/12, o site da União Internacional de Telecomunicações (UIT) enfrentou sérios problemas de instabilidade, com vários links não funcionando. Com serviços online instáveis, muitas discussões não puderam ser realizadas ou concluídas.

Isso porque boa parte da documentação sobre a Internet está, literalmente, armazenada na Rede Mundial. Não há, por uma questão de sustentabilidade, ressalta a UIT, a impressão da maior parte das publicações e/ou documentos em discussão.

Como medida de segurança, revela ainda o comunicado divulgado pela UIT, o tráfego da rede foi redirecionado para um site backup hospedado em outra região geográfica. Apesar de cautelosa em falar de um ciberataque, a UIT destaca que "alguns grupos hackers têm reclamado a autoria".

"É irônico que as pessoas que pregam a defesa da liberdade na Internet serem os os mesmos que impedem o seu uso. Defender uma regra para eles e outra para o restante é o certo?", reagiu, no comunicado, o secretário geral da UIT, Dr. Hamadoun Toure. A conferência mundial da UIT tem como um dos temas centrais a discussão sobre a Internet.

IDG Now!: Vírus de internet banking que explora celulares rouba US$ 47 milhões



Durante o ano passado, cerca de 30 mil clientes de bancos europeus foram roubados em um total de cerca de 36 milhões de euros - quase 47 milhões de dólares - por conta de um scam de internet banking que atua explorando dispositivos móveis, de acordo com informações de uma empresa de segurança que investigou a operação.

Scam é golpe em que a vítima recebe um e-mail que parece ser de uma empresa verídica, mas é falso e redireciona a vítima a um site malicioso. O scam foi nomeado de "Eurograbber" pelas empresas de segurança Check Point Software Technologies e pela Versafe, que disse que descobriram sobre a operação por meio de instituições financeiras depois que seus clientes de serviços bancários online foram atingidos.

O Eurograbber tipicamente engana as vítimas para que elas realizem o download de uma variante personalizada do Zeus. O vírus, então, assume o controle de seus computadores e intercepta as sessões bancárias online.

O usuário pode ser vítima do Eurograbber enquanto navega na Internet ou pelo recebimento de e-mail phishing (e-mails falsos que redirecionam usuários a sites comprometidos) afirma o diretor de produtos IPS da Check Point, que ajudou a investigar o Cavalo de Troia.

"É basicamente um ataque man-in-the-middle contra um site bancário", disse Burkey, acrescentando que acredita-se que o scam seja parte de uma operação criminosa da Ucrânia - país onde está localizado o servidor de comando e controle do vírus, interceptado por uma organização europeia de aplicação da lei, com a cooperação do provedor.

Um ataque "man-in-the-middle" (MitM) é aquele em que um intermediário intercepta a comunicação entre dois sistemas, como entre um PC e usuário.

O Eurograbber foi identificado pela primeira vez na Itália, depois se espalhou para a Alemanha, Holanda e Espanha, e atacou ambas as contas comerciais e individuais de 30 bancos, de acordo com a Check Point e a Versafe.

O Cavalo de Troia pode transferir ilegalmente fundos de contas bancárias de clientes em valores que variam de 500 a 250 mil euros. E embora tenha havido diversas fraudes bancárias nos últimos anos, o Eurograbber atingiu as empresas de forma que superou as medidas de segurança dos bancos baseadas no envio do chamado "número de autenticação da transação" (TAN) via SMS para o dispositivo móvel do cliente.

O TAN é uma medida de segurança via SMS que tem por objetivo permitir ao cliente do banco verificar a transação bancária online que ele, de fato, autorizou - mas o Eurograbber comprometeu isso também.

Durante a primeira sessão depois de ter o computador infectado, o malware injeta instruções na sessão do usuário que solicita ao cliente que ele digite o seu número de telefone. Depois disso, a vítima é convidada a realizar uma atualização falsa de software de segurança bancário e, para isso, ela deve seguir as instruções enviadas via SMS ao telefone.

Essas instruções dadas pelo cibercriminoso dizem à vítima para clicar em um link para que complete o upgrade em seus dispositivos móveis. No entanto, "clicando no link a vítima realiza o download da variante do Zeus para dispositivos móveis (ZitMo)", diz o relatório feito pela Versafe. "O ZitMo foi desenvolvido especificamente para interceptar SMS bancários que contêm o número de autorização da transação".

Esse número é o elemento-chave do processo de autenticação de dois fatores em uma transação feita por Internet banking e uma vez que o Eurograbber intercepta esse número no dispositivo móvel da vítima, ele trabalha em plano de fundo para completar a transação realizada pela organização criminosa, que silenciosamente transfere o dinheiro da conta bancária da vítima para onde os criminosos quiserem.

Burkey disse que o Eurograbber foi identificado em dispositivos móveis Android, BlackBerry e Symbian, bem como em iPhones desbloqueados, nos quais os controles de segurança da Apple foram desativados. Parece que o Eurograbber ainda não foi usado em ataques fora da Europa, mas "não há razão que o impediria de atuar por aqui", disse Burkey.

Inovação: Revolução de processo vai baratear computadores e células solares



Em vez de começar com uma pastilha de silício, 
o novo processo cria os componentes semicondutores
em nanopartículas suspensas em um gás, de forma contínua.

Fim das bolachas

Todos os circuitos integrados - dos chips em geral aos processadores em particular - são fabricados a partir de grandes "bolachas" de silício - os chamados wafers.

Tecnicamente, a bolacha de silício é o substrato onde são "escavados" os transistores e outros componentes eletrônicos, por um processo chamado litografia.

Agora, uma equipe sueca descobriu uma forma de fabricar um transistor sem precisar do substrato.

Trata-se de uma revolução de processo, uma vez que a técnica tem potencial para mudar a forma como os circuitos eletrônicos são produzidos, permitindo com que eles sejam fabricados de forma mais rápida e, portanto, fiquem mais baratos.

Eletrônica sem substrato

"Quanto eu sugeri a ideia de dispensar o substrato, o pessoal do meu laboratório disse 'Você está louco, Lars; isso nunca irá funcionar'," conta Lars Samuelson, da Universidade de Lund.

Mas funcionou.

"Quando testamos o princípio em um forno adaptado, a 400°C, os resultados foram melhores do que poderíamos sonhar," disse ele.

A ideia básica é usar nanopartículas de ouro como um substrato temporário - e recuperável - a partir do qual os semicondutores crescem na forma de nanofios.

O princípio é um progresso em relação a um trabalho anterior da equipe, quando eles conseguiram controlar o crescimento de nanofios em escala atômica.

muito precisa. 

Sementes de ouro

As nanopartículas de ouro ficam suspensas livremente em um gás contendo os elementos necessários para o crescimento dos cristais semicondutores - silício, gálio, germânio etc.

Assim, em vez de escavar os componentes eletrônicos em um substrato de silício dopado com esses materiais, os componentes são literalmente cultivados, crescendo conforme fluem pelo interior do forno.

O crescimento dos semicondutores é controlado pelo tamanho das nanopartículas de ouro que servem de "semente", pela temperatura e pelo tempo que elas permanecem no gás.

Depois de coletados, os nanofios podem ser depositados sobre qualquer material que sirva adequadamente ao propósito que se tiver em mente, podendo ser vidro, metal ou mesmo materiais poliméricos.

Células solares

"O processo não apenas é extremamente rápido, como também ele é contínuo. A fabricação atual de substratos é feita em lotes, sendo por isso muito demorada," acrescenta Samuelson.

No momento a equipe está trabalhando em uma técnica para agilizar a coleta dos nanofios.

Segundo eles, o novo processo deverá estar pronto para a indústria em cerca de dois anos.

Antes disso, porém, eles prometem uma versão do processo para fabricação de células solares, que são mais simples do que os circuitos eletrônicos, embora utilizem os mesmos materiais.

Olhar Digital: Anonymous ataca criador de site de pornografia ilegal

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INFO: Gartner lista as 3 barreiras ao planejar a consumerização



São Paulo - O Gartner, especializado em análises de TI, verificou as empresas interessadas em aceitar o uso de aparelhos pessoais no ambiente de trabalho e listou as três principais barreiras ao implementar a consumerização nestas corporações.

Ainda segundo a pesquisa, 70% das empresas participantes do estudo planejam nos próximos 12 meses implementar a consumerização no ambiente de trabalho, que é permitir o uso da rede da empresa por meio de smartphones, tablets e notebooks dos funcionários.

A primeira barreira para a consumerização é a preocupação com os aplicativos instalados nos aparelhos dos colaboradores. Alguns destes apps podem facilitar o vazamento de dados sigilosos.

Além disso, a empresa não pode impedir a instalação de um software no notebook pessoal do colaborador ou proibir que a pessoa use um app em seu tablet ou acesse determinadas páginas na internet.

A segunda barreira é a liberdade que o funcionário possui em escolher o seu dispositivo móvel. Neste caso, a empresa deve acompanhar as atualizações de segurança de todos os sistemas operacionais para todos os aparelhos.

Já o departamento de TI deverá personalizar, por exemplo, a criptografia durante a transferência dos dados e o período de espera para o aparelho bloquear a tela com senha.

A terceira barreira listada pelo Gartner possui relação com a necessidade de apagar à distância o conteúdo corporativo. A pesquisa mostra que, às vezes, é complexo fazer o funcionário permitir o gerenciamento total do dispositivo pela empresa. É necessário que o departamento de TI tenha precaução para evitar a exclusão, por exemplo, de fotos ou vídeos pessoais.

O Gartner afirma também que esta função, responsável por gerenciar remotamente todo o aparelho, é essencial para evitar a cópia e divulgação de dados sigilosos em casos de perda ou roubo do aparelho.

A consumerização é considerada positiva e avaliada como uma tendência nas empresas. As principais vantagem, segundo pesquisas, é a redução de custos e o aumento da produtividade das corporações.

COMPUTERWORLD: Cisco mira PMEs e anuncia tecnologias para o segmento



Para ampliar presença no setor de pequenas e médias (PMEs), a Cisco anunciou o lançamento de soluções que incluem roteadores, switches, acess points wireless e telefones IP com foco principalmente em empresas com até 99 funcionários.

Entre as tecnologias estão o access point wireless Cisco WAP121 e WAP321, os switches Cisco Small Business 500, que tem modelos que variam entre 24 a 52 portas e o telefone IP Cisco SPA 525 G2, com cinco linhas de conectividade.

Segundo a empresa, os produtos permitem que pequenas empresas aproveitem ao máximo aplicativos e serviços para smartphones, tablets e nuvem. “A Cisco desenhou soluções para o melhor atendimento das necessidades das PMEs, considerando características marcantes desse segmento, como demanda por mobilidade, aumento de produtividade, flexibilidade e respostas rápidas”, afirma a companhia.

“Esse setor tem o benefício da locomoção e da redução de espaço físico, mas exige conexão e precisa acessar voice mail, fazer chamada telefônica e trafegar vídeo com alto desempenho”, explica Ana Claudia Plihal, diretora de Commercial da Cisco do Brasil.

Olhar Digital: Operadoras dos EUA se unem para disponibilizar 911 via SMS



As quatro maiores operadoras de telefonia móvel dos Estados Unidos se uniram para oferecer uma alternativa em texto ao serviço de emergência 911.

Hoje, os cidadãos norte-americanos só podem pedir ajuda por meio de ligações telefônicas, mas AT&T, Verizon, Sprint e T-Mobile criarão um recurso pelo qual será possível acionar as autoridades enviando SMS, segundo a Reuters.

A novidade deve estar funcionando nacionalmente até 15 de maio de 2014, mas algumas implementações são esperadas para 2013.

As operadoras se comprometeram a disponibilizar até 30 de junho do ano que vem uma mensagem automática de resposta informando, nos lugares em que o SMS de emergência não estiver funcionando, que naquele momento a pessoa deve ligar para o 911. 

COMPUTERWORLD: Startup de Porto Alegre vence desafio de empreendedorismo da IBM na AL



A GetWay, startup de Porto Alegre, venceu a etapa América Latina do SmartCamp, programa global da IBM de empreendedorismo. A empresa criou solução para analisar grandes volumes de dados e permite a monitorar dados de vendas em tempo real. A Mode, do Quênia e convidada especial da etapa AL, também levou o prêmio para casa.

A queniana apresentou soluções financeiras para a área de telefonia móvel e para outras plataformas para pagamentos em serviços de utilidade pública na África e outros mercados emergentes.

A Tracksale, de Belo Horizonte, foi a vencedora da votação popular que aconteceu por meio de redes sociais. A startup criou uma ferramenta de pós-venda online para que empresas possam monitorar os níveis de satisfação de seus clientes e sua taxa de fidelidade.

A IBM avaliou mais de 200 startups em várias capitais do Brasil, bem como empresas de outros países da América Latina e África do Sul, para entender seus modelos de negócios e identificar oportunidades para integrar tecnologia IBM em seus processos. 

Agora, GetWay e Mode competirão na final mundial do IBM SmartCamp no início de 2013, em Nova York, com as empresas vencedoras de outras partes do mundo. Em 2011, a grande vencedora foi a startup mineira IDXP, que criou uma tecnologia de sensores inteligentes para varejistas.

“O programa IBM SmartCamp tem como objetivo acelerar o desenvolvimento de soluções que visam oferecer inovações para construir um planeta mais inteligente”, explica o gerente do Centro de Inovação da IBM Brasil, Ricardo Mansano.

O IBM SmartCamp Brasil já captou mais de 65 milhões de dólares em capital de risco e muitas das startups passaram a trabalhar em parceria com a IBM, segundo a fabricante.

IDG Now!: Facebook testa ferramenta de chat para pequenas empresas se comunicarem



O departamento de atendimento ao cliente do Facebook tem discretamente testado um sistema baseado na Salesforce, que permite que as empresas contatem umas às outras por meio do chat da rede social, em vez de com um telefonema. Isso dá aos comerciantes uma maneira rápida e conveniente de obter respostas enquanto gerem seus negócios, gastem menos com Call Center. As informações são do Techcrunch.

O programa está em execução há alguns meses, mas não é amplamente conhecido. O Facebook confirmou a existência do programa e disse que ele é construído com uma licença da empresa Salesforce - não por meio de uma parceria. A ferramenta é diferente do apoio ao cliente que o FB adicionou para as páginas em fevereiro, que permite aos fãs enviar mensagem privada em vez de deixar reclamações no mural da empresa.

Um usuário do serviço pensou que o Facebook estivesse começando a mostrar anúncios em mensagens recebidas, mas a rede social confirma que isso não está acontecendo. No entanto, não se descarta que o FB poderia tentar monetizar – mais diretamente - as Mensagens no futuro. O bate-papo de suporte ao cliente é outra maneira de a rede social tentar tornar mais fácil para as pequenas empresas atingirem seus consumidores - e gastar dinheiro em produtos de seus anúncios. 

As companhias têm recursos para contratar dedicados profissionais de marketing social, mas os proprietários de pequenas corporações muitas vezes acabam por enfrentar o desafio por eles mesmos. Se não estão confiantes sobre como as Páginas ou Posts Pagos funcionam, eles não vão investir tempo, energia, marketing ou gastar com isso.

INFO: Aplicativo busca cliente para dividir valor de táxi



São Paulo - Não bastasse a fila de táxis nos aeroportos de São Paulo, o preço da corrida geralmente assusta. Para tentar minimizar os dois problemas, o da espera e o do custo, os engenheiros de computação Helder Ribeiro, de 28 anos, e Murilo Pereira, de 24, criaram um aplicativo para smartphone Me Leva, que facilita na hora de encontrar alguém para rachar o táxi.

Funciona assim: o programa solicita dados do voo como número, hora e aeroporto de chegada, além de perguntar qual o seu destino na cidade depois de desembarcar. Faz uma busca para saber quem mais está saindo de um voo naquele horário e indo para o mesmo lugar que você.

A partir daí, é só marcar o encontro dos passageiros. No começo, vai atender apenas quem chega ao Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, mas a ideia é expandir para Congonhas, Santos Dumont, Galeão e Brasília. O download do aplicativo será gratuito.

O download do aplicativo será gratuito e o serviço deve começar no dia 15 de dezembro. Ribeiro e Pereira também pretendem lançar uma versão web, que pode ser acessada de qualquer computador com internet. Para isso, querem uma base de dados de 5 mil usuários cadastrados antes do dia 15 - hoje, são pouco mais de mil.

O site para o cadastramento é meleva.com. “Fizemos uma conta para saber qual a chance de duas pessoas chegarem ao aeroporto no mesmo horário e racharem táxi sem esperar muito”, diz Ribeiro, que usou dados da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária e da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.